Áreas Metropolitanas de Lisboa e
           do Porto




                         Miguel Silva nº25 11º7
A formação das áreas metropolitanas
           de Lisboa e do Porto
•   O crescimento demográfico e
    funcional provocou o consequente
    crescimento das cidades, em geral, e
    de Lisboa e do Porto, em particular.
•   Devido à elevada pressão demográfica
    e funcional existente no interior da
    cidade     surgiu   um     movimento
    divergente. Neste movimento é
    característico que as periferias sejam
    alvo de uma crescente procura, tanto
    para construção de habitações como
    para a implantação de indústrias e
    serviços.
•   Deste modo, vão surgindo áreas que
    constituem importantes bacias de
    emprego e outras áreas onde, pelo
    contrário, a função residencial é
    predominante.
A formação das áreas metropolitanas
           de Lisboa e do Porto
•   Expansão de Aldeias e Vilas.

•   Elevações a cidade.

•   Amadora, Almada, Montijo e Odivelas
    (periferia de Lisboa).

•   Vila Nova de Gaia, Maia, Matosinhos e
    Ermesinde (periferia do Porto).

•   Assim foram formadas as áreas
    metropolitanas de Lisboa e do
    Porto, de modo a reconhecer e a
    promover ainda mais a existência de
    uma relação de interdependência e
    interacção entre as várias cidades de
    cada área.
Área Metropolitana de Lisboa

• 18 municípios da Grande Lisboa e
  da Península de Setúbal.

• 2 819 433 habitantes (2008)

• 25% da população portuguesa

• 3.3% do território nacional (3.213
  km2

• 30% das empresas nacionais

• 33% do emprego

• 36% do PIB nacional
AML
•   Os municípios que compõem a Área Metropolitana de Lisboa são 18:
•   Alcochete
•   Almada
•   Amadora
•   Barreiro
•   Cascais
•   Lisboa
•   Loures
•   Mafra
•   Moita
•   Montijo
•   Odivelas
•   Oeiras
•   Palmela
•   Seixal
•   Sesimbra
•   Setúbal
•   Sintra
•   Vila Franca de Xira
Área metropolitana do Porto

• 16 concelhos
• Em 2009 totalizava
  1 684 901 habitantes
• 2.089 km² de área.
• densidade    populacional
  próxima de 1546 hab/km²
  (2001).
AMP
•   É constituída pelos seguintes municípios:
•   Arouca
•   Espinho
•   Gondomar
•   Maia
•   Matosinhos
•   Oliveira de Azeméis
•   Porto
•   Póvoa de Varzim
•   Santa Maria da Feira
•   Santo Tirso
•   São João da Madeira
•   Trofa
•   Vale de Cambra
•   Valongo
•   Vila do Conde
•   Vila Nova de Gaia
População

AMP
-povoamento disperso
-algumas aglomerações urbano-
industriais.


AML
-povoamento mais concentrado
-contínuos urbanos (a maioria das
cidades da AML constitui um
contínuo urbano centrado em
Lisboa).

-Área urbana central mais vincada

-Influência constante com maior
distância.
Decréscimo da População
Movimentos da população
Envelhecimento da População
• Uma característica bastante
  relevante da população das
  áreas metropolitanas é a sua
  juventude                 (como
  podemos observar no mapa ao
  lado) e a sua maior instrução/
  qualificação, em relação ao
  resto do país. Isto torna, como
  é evidente, essas áreas mais
  competitivas em domínios
  como      por      exemplo    a
  tecnologia, a economia ou a
  inovação cultural.
Deslocalização da População
•   A deslocação dessa camada da população, referida anteriormente, para as áreas
    suburbanas, tem várias razões de ser. Eis algumas das insatisfações das pessoas, na
    AMP, na AML e no resto do país, em relação às grandes cidades.




•   Estas podem ser algumas das razões que as levam a abandonar os grandes centros
    urbanos para passar a morar nas áreas periféricas das cidades.
Actividades Económicas
• As             actividades
  económicas constituem
  um excelente indicador
  do pulsar das cidades. O
  perfil                  de
  especialização,         os
  padrões de localização
  das empresas e o
  posicionamento         nos
  mercados internacionais
  reflectem               as
  oportunidades que as
  aglomerações      urbanas
  criam às pessoas.
Actividades Económicas na AML
Deste ponto de vista, a área metropolitana de Lisboa tem uma série de
vantagens únicas ao nível nacional:
- capital do país,
- principal acumulação geográfica de recursos estratégicos para o
desenvolvimento,
- atracção de pessoas e actividades qualificadas de outros países,
- presença relevante em redes supranacionais de cooperação e
intercâmbio.
De facto, a área metropolitana de Lisboa representa um pólo de
actividade       económica      e    de       consumo       de     valia
internacional, desempenhando um papel fundamental de
intermediação entre o nosso país e o mundo. É considerada a maior
concentração empresarial do país.
Actividades Económicas na AML
Dimensão empresarial evidente
em termos de produção:
• produtividade por trabalhador
  quase 30% superior à média do
  país.

Inclusão de cerca de 2.5 milhões
de habitantes:
• PIB per capita 45% mais alto do
   que a média
AMP

• Na Área Metropolitana do
  Porto, existem empresas com
  um nível organizativo e um
  nível de competitividade de
  médias empresas europeias.
  Algumas      destas   dispõem
  até, actualmente, de estruturas
  próprias de I&D.
• A AMP conta ainda com
  algumas              estruturas
  universitárias de prestígio
  internacional na área da
  Investigação,     como      por
  exemplo o IBMC e o IPATIMUP.
AMP no Contexto Internacional
As empresas mais em voga ao nível de
    valorização     e    de      importância
    internacional são:
• EFACEC
• Salvador Caetano
• Siemens
Outras áreas:
 - “Clusters” de valorização internacional:
    as ciências e a economia marítima
    (através do laboratório CIMAR e da
    indústria náutica).
 - Universidades, como a do Minho e a de
    Aveiro, podem encontrar-se talentosos
    grupos de investigadores, constituindo
    suportes importantes na AMP.
 - Áreas industriais mais tradicionais, como
    o Calçado, os Têxteis/Vestuário e o
    Mobiliário
AML vs. AMP vs. Resto do País
Indústria nas Áreas Metropolitanas
Vantagens:
• Complementaridade          entre
  diferentes ramos industriais;
• Existência de infrestruturas e
  serviços diversos;
• Disponibilidade de mão-de-
  obra,         quer        pouco
  qualificada, quer especializada;
• Acessibilidade aos mercado
  nacionais e internacionais.
Desvantagens:
• Crescente Terciarização das
  áreas      metropolitanas      e
  consequente        perda      de
  importância da industria.
áReas metropolitanas de lisboa e do porto

áReas metropolitanas de lisboa e do porto

  • 1.
    Áreas Metropolitanas deLisboa e do Porto Miguel Silva nº25 11º7
  • 2.
    A formação dasáreas metropolitanas de Lisboa e do Porto • O crescimento demográfico e funcional provocou o consequente crescimento das cidades, em geral, e de Lisboa e do Porto, em particular. • Devido à elevada pressão demográfica e funcional existente no interior da cidade surgiu um movimento divergente. Neste movimento é característico que as periferias sejam alvo de uma crescente procura, tanto para construção de habitações como para a implantação de indústrias e serviços. • Deste modo, vão surgindo áreas que constituem importantes bacias de emprego e outras áreas onde, pelo contrário, a função residencial é predominante.
  • 3.
    A formação dasáreas metropolitanas de Lisboa e do Porto • Expansão de Aldeias e Vilas. • Elevações a cidade. • Amadora, Almada, Montijo e Odivelas (periferia de Lisboa). • Vila Nova de Gaia, Maia, Matosinhos e Ermesinde (periferia do Porto). • Assim foram formadas as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, de modo a reconhecer e a promover ainda mais a existência de uma relação de interdependência e interacção entre as várias cidades de cada área.
  • 4.
    Área Metropolitana deLisboa • 18 municípios da Grande Lisboa e da Península de Setúbal. • 2 819 433 habitantes (2008) • 25% da população portuguesa • 3.3% do território nacional (3.213 km2 • 30% das empresas nacionais • 33% do emprego • 36% do PIB nacional
  • 5.
    AML • Os municípios que compõem a Área Metropolitana de Lisboa são 18: • Alcochete • Almada • Amadora • Barreiro • Cascais • Lisboa • Loures • Mafra • Moita • Montijo • Odivelas • Oeiras • Palmela • Seixal • Sesimbra • Setúbal • Sintra • Vila Franca de Xira
  • 6.
    Área metropolitana doPorto • 16 concelhos • Em 2009 totalizava 1 684 901 habitantes • 2.089 km² de área. • densidade populacional próxima de 1546 hab/km² (2001).
  • 7.
    AMP • É constituída pelos seguintes municípios: • Arouca • Espinho • Gondomar • Maia • Matosinhos • Oliveira de Azeméis • Porto • Póvoa de Varzim • Santa Maria da Feira • Santo Tirso • São João da Madeira • Trofa • Vale de Cambra • Valongo • Vila do Conde • Vila Nova de Gaia
  • 8.
    População AMP -povoamento disperso -algumas aglomeraçõesurbano- industriais. AML -povoamento mais concentrado -contínuos urbanos (a maioria das cidades da AML constitui um contínuo urbano centrado em Lisboa). -Área urbana central mais vincada -Influência constante com maior distância.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    Envelhecimento da População •Uma característica bastante relevante da população das áreas metropolitanas é a sua juventude (como podemos observar no mapa ao lado) e a sua maior instrução/ qualificação, em relação ao resto do país. Isto torna, como é evidente, essas áreas mais competitivas em domínios como por exemplo a tecnologia, a economia ou a inovação cultural.
  • 12.
    Deslocalização da População • A deslocação dessa camada da população, referida anteriormente, para as áreas suburbanas, tem várias razões de ser. Eis algumas das insatisfações das pessoas, na AMP, na AML e no resto do país, em relação às grandes cidades. • Estas podem ser algumas das razões que as levam a abandonar os grandes centros urbanos para passar a morar nas áreas periféricas das cidades.
  • 13.
    Actividades Económicas • As actividades económicas constituem um excelente indicador do pulsar das cidades. O perfil de especialização, os padrões de localização das empresas e o posicionamento nos mercados internacionais reflectem as oportunidades que as aglomerações urbanas criam às pessoas.
  • 14.
    Actividades Económicas naAML Deste ponto de vista, a área metropolitana de Lisboa tem uma série de vantagens únicas ao nível nacional: - capital do país, - principal acumulação geográfica de recursos estratégicos para o desenvolvimento, - atracção de pessoas e actividades qualificadas de outros países, - presença relevante em redes supranacionais de cooperação e intercâmbio. De facto, a área metropolitana de Lisboa representa um pólo de actividade económica e de consumo de valia internacional, desempenhando um papel fundamental de intermediação entre o nosso país e o mundo. É considerada a maior concentração empresarial do país.
  • 15.
    Actividades Económicas naAML Dimensão empresarial evidente em termos de produção: • produtividade por trabalhador quase 30% superior à média do país. Inclusão de cerca de 2.5 milhões de habitantes: • PIB per capita 45% mais alto do que a média
  • 16.
    AMP • Na ÁreaMetropolitana do Porto, existem empresas com um nível organizativo e um nível de competitividade de médias empresas europeias. Algumas destas dispõem até, actualmente, de estruturas próprias de I&D. • A AMP conta ainda com algumas estruturas universitárias de prestígio internacional na área da Investigação, como por exemplo o IBMC e o IPATIMUP.
  • 17.
    AMP no ContextoInternacional As empresas mais em voga ao nível de valorização e de importância internacional são: • EFACEC • Salvador Caetano • Siemens Outras áreas: - “Clusters” de valorização internacional: as ciências e a economia marítima (através do laboratório CIMAR e da indústria náutica). - Universidades, como a do Minho e a de Aveiro, podem encontrar-se talentosos grupos de investigadores, constituindo suportes importantes na AMP. - Áreas industriais mais tradicionais, como o Calçado, os Têxteis/Vestuário e o Mobiliário
  • 18.
    AML vs. AMPvs. Resto do País
  • 19.
    Indústria nas ÁreasMetropolitanas Vantagens: • Complementaridade entre diferentes ramos industriais; • Existência de infrestruturas e serviços diversos; • Disponibilidade de mão-de- obra, quer pouco qualificada, quer especializada; • Acessibilidade aos mercado nacionais e internacionais. Desvantagens: • Crescente Terciarização das áreas metropolitanas e consequente perda de importância da industria.