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para o mercado, permitiu
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M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo
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A vedação das terras e a criação de gado provocaram a diminuição das
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Enclosu-
res
M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo
10
Revolução
agrícola e
crescimento
demográfico
Novas técnicas
agrícolas provocaram
aumento da produção
agrícola que está
orientada para o
mercado
Melhoria da
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progressos na
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um crescimento
demográfico
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Maior
investimento
em maquinaria
agrícola
Da Revolução Agrícola à Revolução Industrial
M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo
11
Regime parlamentar que favorecia os interesses da
burguesia e da nobreza, que pretendiam investir na
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Existência nas cidades de mão de obra
abundante para trabalhar nas fábricas.
Porque surgiu a Revolução Industrial em Inglaterra?
A Inglaterra
iniciou um
processo rápido
de crescimento
industrial,
porque reunia
um conjunto de
condições
Políticas
e sociais
M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo
12
Crescimento do número de bancos
que emprestavam dinheiro.
Existência de lucros vindos da agricultura e do
comércio colonial que podiam ser aplicados no
desenvolvimento da atividade industrial.
Repartição do comércio mundial (em %)
A Inglaterra
iniciou um
processo rápido
de crescimento
industrial,
porque reunia
um conjunto de
condições
Económicas
e financeiras
Porque surgiu a Revolução Industrial em Inglaterra?
M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo
13
A Inglaterra
iniciou um
processo
rápido de
crescimento
industrial,
porque
reunia um
conjunto de
condições
Naturais
Geográficas
Abundância de matérias- -
primas como o ferro, a
hulha, a lã e o algodão, este
último proveniente das
colónias inglesas.
Boa rede de comunicações assente
em portos naturais, rios e canais
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comércio, estimulado pelas
necessidades crescentes do vasto
mercado interno
e externo.
Porque surgiu a Revolução Industrial em Inglaterra?
M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo
14
Utilização da máquina
a vapor na indústria
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gradual
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Trabalho manual
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Quais foram as principais alterações
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M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo
15
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Setor metalúrgico
Quais foram os setores de arranque
na primeira fase da industrialização?
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16
Aparecimento das revoltas
luditas, nas quais os
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M7 - A cultura do Salão O ESPAÇO – Da Europa das monarquias à Europa da Revolução
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1776 – REVOLUÇÃO AMERICANA
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Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Declaration_independence.jpg
M7 - A cultura do Salão
19
1776 – REVOLUÇÃO AMERICANA
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O ESPAÇO – Da Europa das monarquias à Europa da Revolução
M7 - A cultura do Salão
20
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O ESPAÇO – Da Europa das monarquias à Europa da Revolução
M7 - A cultura do Salão
21
1789 – REVOLUÇÃO FRANCESA
2. A concretização dos ideais revolucionários.
O ESPAÇO – Da Europa das monarquias à Europa da Revolução
M7 - A cultura do Salão
22
 Separação de
poderes;
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individuais;
 Soberania da
Nação.
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primário
obrigatório.
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M7 - A cultura do Salão O LOCAL – O SALÃO
23
BEM-VINDOS AO SALÃO
DE MADAME GEOFFRIN
BUSTO DE
VOLTAIRE
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GeoffrinRousseau Diderot
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O SALÃO DA MADAME GEOFFRIN (1699-1777)
M7 - A cultura do Salão O LOCAL – O SALÃO
25
ESTAMOS EM 1770, EM PARIS.
MADAME GEOFFRIN ENCONTRA-
SE A RECEBER HOMENS DAS
LETRAS E DAS CIÊNCIAS NO SEU
SALÃO LITERÁRIO.
É A VOSSA VEZ DE DISCURSAR…
HISTÓRIA DA CULTURA E DAS ARTES
CURSOS PROFISSIONAIS:
ARTES DO ESPETÁCULO E DANÇA CONTEMPORÂNEA
26
Professora Cristina Barcoso Lourenço
maria.barcoso@agr-tc.pt
historia.cultura.artes.faro@gmail.com
FB: https://www.facebook.com/HCA.AETC/
Consultas:
PINTO e outros, Ideias e Imagens. Porto, Porto Editora, 2013.
NUNES, Paulo Simões, História da Cultura e das Artes, Porto, Raiz Editora, 2013.
Powerpoint da Raiz Editora
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A Cultura do Salão: tempo, espaço e local

  • 1. M7 A cultura do Salão – Das Revoluções à Revolução HISTÓRIA DA CULTURA E DAS ARTES CURSOS PROFISSIONAIS: ARTES DO ESPETÁCULO – INTERPRETAÇÃO INTÉRPRETES DE DANÇA CONTEMPORÂNEA A CULTURA DO SALÃO 1
  • 2. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 2 DO YOU HEAR THE PEOPLE SING?
  • 3. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 3 O TEMPO DAS REVOLUÇÕES 1715 1815 FINAL DA IDADE MODERNA INÍCIO DA IDADE CONTEMPORÂNEA
  • 4. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 4
  • 5. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 5 DA REVOLUÇÃO AGRÍCOLA… … À REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
  • 6. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 6 Inovações agrícolas Quando? Onde? O processo iniciou-se no século XVIII, primeiro na Inglaterra e na Holanda (Províncias Unidas), países com uma intensa atividade comercial.
  • 7. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 7 Como se explica o processo de modernização agrícola? Os grandes proprietários agrícolas ingleses recorreram ao emparcelamento e vedação dos terrenos (enclosures), o que possibilitou o aumento da criação de gado, sobretudo ovino. A agricultura, orientada para o mercado, permitiu aos proprietários rurais aumentar a produção, conseguir lucros e investir em novas máquinas e técnicas.
  • 8. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 8 A vedação das terras e a criação de gado provocaram a diminuição das necessidades de mão de obra. Muitos camponeses sem terra e trabalho no campo acabaram por migrar para a cidade. A modernização agrícola e o êxodo rural
  • 9. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 9 Quais foram as inovações na agricultura ? Aperfeiçoamento de instrumentos e utilização das primeiras máquinas agrícolas. Aplicação do sistema de rotação quadrienal das culturas com recurso à fertilização da terra com estrume animal. Seleção de sementes e de animais reprodutores. Expansão de novas culturas mais produtivas, caso da batata e do milho. Aumento da área cultivável com a melhoria dos solos arenosos, com a adição de argila e a drenagem de pântanos. Enclosu- res
  • 10. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 10 Revolução agrícola e crescimento demográfico Novas técnicas agrícolas provocaram aumento da produção agrícola que está orientada para o mercado Melhoria da alimentação e progressos na medicina provocaram um crescimento demográfico Lucros da agricultura são investidos no arranque do processo de industrialização Maior investimento em maquinaria agrícola Da Revolução Agrícola à Revolução Industrial
  • 11. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 11 Regime parlamentar que favorecia os interesses da burguesia e da nobreza, que pretendiam investir na indústria. Existência nas cidades de mão de obra abundante para trabalhar nas fábricas. Porque surgiu a Revolução Industrial em Inglaterra? A Inglaterra iniciou um processo rápido de crescimento industrial, porque reunia um conjunto de condições Políticas e sociais
  • 12. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 12 Crescimento do número de bancos que emprestavam dinheiro. Existência de lucros vindos da agricultura e do comércio colonial que podiam ser aplicados no desenvolvimento da atividade industrial. Repartição do comércio mundial (em %) A Inglaterra iniciou um processo rápido de crescimento industrial, porque reunia um conjunto de condições Económicas e financeiras Porque surgiu a Revolução Industrial em Inglaterra?
  • 13. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 13 A Inglaterra iniciou um processo rápido de crescimento industrial, porque reunia um conjunto de condições Naturais Geográficas Abundância de matérias- - primas como o ferro, a hulha, a lã e o algodão, este último proveniente das colónias inglesas. Boa rede de comunicações assente em portos naturais, rios e canais navegáveis, que facilitou o comércio, estimulado pelas necessidades crescentes do vasto mercado interno e externo. Porque surgiu a Revolução Industrial em Inglaterra?
  • 14. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 14 Utilização da máquina a vapor na indústria Alterações nos processos de produção Produção artesanal Produção industrial Oficina doméstica FábricaArtesão gradual substituição Trabalho manual (manufatura) Operário Trabalho mecanizado (maquinofatura) Quais foram as principais alterações desencadeadas pela Revolução Industrial?
  • 15. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 15 Setor têxtil Setor metalúrgico Quais foram os setores de arranque na primeira fase da industrialização? O desenvolvimento dos dois setores aumentou a necessidade de hulha, ferro e outros minerais, o que levou ao desenvolvimento da extração mineira.
  • 16. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 16 Aparecimento das revoltas luditas, nas quais os trabalhadores destruíam a maquinaria nas fábricas. A industrialização e o crescimento urbano aumentaram o grau de poluição. Quais foram as consequências da industrialização para o trabalhador e para o ambiente? O trabalho na fábrica estava organizado num sistema de produção em série, assente na divisão do trabalho em etapas. O operário realizava tarefas simples, de acordo com o ritmo da máquina. A introdução da máquina reduziu as necessidades de mão de obra, provocando o desemprego e a descida dos salários..
  • 17. M7 - A cultura do Salão O TEMPO – 1715-1815 – Da morte de Luís XIV à Batalha de Waterloo 17 O TEMPO DAS REVOLUÇÕES LIBERAIS ILUMINISMO Movimento que surge em Inglaterra na segunda metade do século XVII desenvolve-se em França durante o século XVIII Defende: A ideia de progresso A valorização da razão Liberdade, Tolerância e Igualdade de todos perante a lei O direito à felicidade
  • 18. M7 - A cultura do Salão O ESPAÇO – Da Europa das monarquias à Europa da Revolução 18 1776 – REVOLUÇÃO AMERICANA John Trumbull, Declaração da Independência, óleo sobre tela, 1819 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Declaration_independence.jpg
  • 19. M7 - A cultura do Salão 19 1776 – REVOLUÇÃO AMERICANA Constituição dos EUA (1787), aplicação prática dos ideais iluministas: Primeira página da Constituição dos EUA. • Separação dos poderes. • Liberdades e direitos dos cidadãos. • Soberania da Nação. • Estado Federal. O ESPAÇO – Da Europa das monarquias à Europa da Revolução
  • 20. M7 - A cultura do Salão 20 1789 – REVOLUÇÃO FRANCESA Celebração da “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão” (gravura de 1790) – Representação dos símbolos evocativos dos ideais revolucionários. • Nova ordem social: sociedade de classes, ascensão da burguesia. • Carácter universalista: difusão dos ideais revolucionários pela Europa e América. • Nova conceção de poder: soberania da Nação, separação dos poderes, monarquia constitucional. 1. Impacto na história da Europa e do Mundo. O ESPAÇO – Da Europa das monarquias à Europa da Revolução
  • 21. M7 - A cultura do Salão 21 1789 – REVOLUÇÃO FRANCESA 2. A concretização dos ideais revolucionários. O ESPAÇO – Da Europa das monarquias à Europa da Revolução
  • 22. M7 - A cultura do Salão 22  Separação de poderes;  Direitos individuais;  Soberania da Nação.  Ensino primário obrigatório.  Livre concorrência;  Novo sistema de pesos e medidas.  Abolição da escravatura;  Tolerância religiosa. Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão Constituição Fim dos privilégios feudais; igualdade social Liberdade de comércio Revolução Francesa Aplicação prática das ideias iluministas Educação O ESPAÇO – Da Europa das monarquias à Europa da Revolução
  • 23. M7 - A cultura do Salão O LOCAL – O SALÃO 23 BEM-VINDOS AO SALÃO DE MADAME GEOFFRIN
  • 25. M7 - A cultura do Salão O LOCAL – O SALÃO 25 ESTAMOS EM 1770, EM PARIS. MADAME GEOFFRIN ENCONTRA- SE A RECEBER HOMENS DAS LETRAS E DAS CIÊNCIAS NO SEU SALÃO LITERÁRIO. É A VOSSA VEZ DE DISCURSAR…
  • 26. HISTÓRIA DA CULTURA E DAS ARTES CURSOS PROFISSIONAIS: ARTES DO ESPETÁCULO E DANÇA CONTEMPORÂNEA 26 Professora Cristina Barcoso Lourenço maria.barcoso@agr-tc.pt historia.cultura.artes.faro@gmail.com FB: https://www.facebook.com/HCA.AETC/ Consultas: PINTO e outros, Ideias e Imagens. Porto, Porto Editora, 2013. NUNES, Paulo Simões, História da Cultura e das Artes, Porto, Raiz Editora, 2013. Powerpoint da Raiz Editora A CULTURA DO SALÃO M7 A cultura do Salão – Das Revoluções à Revolução