O documento discute a construção do sujeito moral, definindo-o como um agente que é: 1) consciente de si e dos outros; 2) dotado de vontade e capacidade de deliberação; 3) responsável por suas ações e decisões; 4) livre de poderes externos que o forcem a agir. O senso e consciência moral surgem das relações com outros e envolvem valores como justiça, integridade e desejo de felicidade.