SlideShare uma empresa Scribd logo
FILOSOFIA
Professora Erica Frau
FILOSOFIA E MITO
FILOSOFIA E RELIGIÃO
O QUE É O
MITO???
• Vemos, portanto, que o mito narra a origem das coisas por
meio de lutas, alianças e relações sexuais entre forças
sobrenaturais que governam o mundo e o destino dos
homens. Como os mitos sobre a origem do mundo são
genealogias, diz-se que são cosmogonias e teogonias.
• A pergunta dos estudiosos é a seguinte: ao surgir, a filosofia
não é uma cosmogonia, e sim uma cosmologia, uma
explicação racional sobre a origem do mundo e sobre as
causas das transformações e repetições das coisas;
•Mas a cosmologia nasce de uma
transformação gradual dos mitos ou de uma
ruptura radical com os mitos?
•A filosofia continua ou rompe com a
cosmogonia e a teogonia?
Os estudiosos chegaram à conclusão de que
as contradições e limitações dos mitos para
explicar a realidade natural e humana levaram
a filosofia a retomá-los, porém reformulando e
racionalizando as narrativas míticas,
transformado-as numa explicação inteiramente
nova e diferente.
A CONVIVÊNCIA ENTRE MITO E
FILOSOFIA
• O pensamento filosófico desenvolveu-se em
uma forma de conhecimento que se diferencia
da mitologia. Se o mito era uma narrativa
fictícia, uma história imaginada para explicar o
mundo, a filosofia pretendia ser um
pensamento não fantasioso, baseado no
raciocínio, no exame consciente das coisas,
buscando uma explicação racional, e não
sobrenatural.
A CONVIVÊNCIA ENTRE MITO E
FILOSOFIA
• A filosofia, contudo, não substituiu a mitologia.
Ambas continuaram convivendo. Platão, em
alguns dos diálogos filosóficos que escreveu, fez
uso de narrativas míticas para, com base nelas,
elaborar suas explicações racionais. Em outros
momentos, a mitologia foi combatida como
pura mistificação. Hoje em dia ocorre algo
semelhante. Filosofia e Mito convivem, às vezes
conflituosamente.
FILOSOFIA
E
RELIGIÃO...
• A mitologia tem certa proximidade com a religião, mas não
é exatamente uma religião.
• Qual seria então a diferença?
• Basicamente pode-se dizer que a religião é um conjunto de
crenças, em geral amparadas em um texto,
compreendidas como uma revelação de Deus (ou de um
grupo de deuses) aos seres humanos.
•Por serem verdades reveladas por Deus, elas
não podem ser contestadas.
•Dizemos, por isso, que as religiões são
dogmáticas, se fundamentam em dogmas,
que são verdades absolutas que não podem
ser questionadas.
• Outra característica importante da religião é a existência de
ritos que orientam a relação dos seres humanos com a(s)
divindade(s).
• Os ritos são normas e comportamentos organizados pelos
sacerdotes, pessoas consideradas intermediárias na relação
entre cada pessoa e a(s) divindade(s).
• De modo geral as religiões se tornam instituições, ou seja,
organizações que controlam o funcionamento do grupo
religioso.
• Contam com uma rede organizada de pessoas que
ocupam diversos postos, dos mais simples aos mais
elevados, isto é, formam uma hierarquia.
EM RESUMO, O CONHECIMENTO DE
TIPO RELIGIOSO CARACTERIZA-SE:
• Por um conjunto de ideias expressas em um texto ou um
livro sagrado, compondo o dogma da religião –
embora existam também religiões baseadas em uma
tradição oral, que não possuem um livro sagrado.
• Pela organização institucional de um conjunto de
pessoas que administram esse conhecimento e a
relação das pessoas com ele;
• Pela definição de rituais na forma de viver esse
conhecimento e se relacionar com ele.
O pensamento religioso
apresenta-se como uma
“sabedoria”, um
conhecimento pronto e
definitivo que algumas
pessoas têm e outras
não, mas que qualquer
um pode aprender,
desde que aceite os
dogmas.
• Esse conhecimento está centrado na fé, uma
confiança absoluta nas palavras que foram
reveladas pela divindade. A fé não é racional,
embora a razão possa ser utilizada como um
instrumento para compreender os mistérios da
fé, como de fato o foi por vários filósofos cristão
durante a Idade Média; às vezes, acreditamos
em coisas que não fazem qualquer sentido
quando examinadas racionalmente.
• Os primeiros filósofos foram justamente aqueles
que não aceitaram os dogmas religiosos e as
explicações míticas, e começaram a buscar
outras explicações.
• Os filósofos procuraram construir explicações
racionais, que não estivessem prontas nem
fossem definitivas, que fizessem sentido e que
pudessem convencer pela lógica, e não pela
aceitação incondicional do dogma.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Filosofia medieval
Filosofia medievalFilosofia medieval
Filosofia medieval
Juliana Corvino de Araújo
 
Filosofia I - 3º ano
Filosofia I -   3º anoFilosofia I -   3º ano
Filosofia I - 3º ano
Euza Raquel
 
Filosofia
Filosofia Filosofia
Filosofia
Erica Frau
 
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - ObjetivaQuestões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Darlan Campos
 
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e Aristóteles
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e  AristótelesFilosofia 02 - Sócrates, Platão e  Aristóteles
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e Aristóteles
Diego Bian Filo Moreira
 
Patristica e escolastica
Patristica e escolasticaPatristica e escolastica
Patristica e escolastica
Over Lane
 
1 teoria do conhecimento
1 teoria do conhecimento1 teoria do conhecimento
1 teoria do conhecimento
Erica Frau
 
O surgimento da filosofia
O surgimento da filosofiaO surgimento da filosofia
O surgimento da filosofia
Alison Nunes
 
Platão
PlatãoPlatão
Filosofia Política
Filosofia PolíticaFilosofia Política
Filosofia Política
José Ferreira Júnior
 
Filosofia contemporânea
Filosofia contemporâneaFilosofia contemporânea
Filosofia contemporânea
Lucas Sousa
 
Existencialismo
ExistencialismoExistencialismo
Existencialismo
Portal do Vestibulando
 
Nietzsche e a transmutacao de valores
Nietzsche e a transmutacao de valoresNietzsche e a transmutacao de valores
Nietzsche e a transmutacao de valores
Matheus Felipe
 
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de HiponaAula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Leandro Nazareth Souto
 
Os pré-socráticos
Os pré-socráticosOs pré-socráticos
Os pré-socráticos
João Paulo Rodrigues
 
Aula de filosofia
Aula de filosofia Aula de filosofia
Aula de filosofia
Ricardogomes123
 
Racionalismo e Empirismo
Racionalismo e EmpirismoRacionalismo e Empirismo
Racionalismo e Empirismo
lipexleal
 
Modernidade x pos modernidade
Modernidade x pos modernidadeModernidade x pos modernidade
Modernidade x pos modernidade
Funvic - Fundação de Ensino de Mococa
 
Filosofia
FilosofiaFilosofia
Filosofia
Luci Bonini
 
Sociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula IntrodutóriaSociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula Introdutória
Paula Meyer Piagentini
 

Mais procurados (20)

Filosofia medieval
Filosofia medievalFilosofia medieval
Filosofia medieval
 
Filosofia I - 3º ano
Filosofia I -   3º anoFilosofia I -   3º ano
Filosofia I - 3º ano
 
Filosofia
Filosofia Filosofia
Filosofia
 
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - ObjetivaQuestões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
Questões de Filosofia - Ensino Médio - Discursiva - Objetiva
 
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e Aristóteles
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e  AristótelesFilosofia 02 - Sócrates, Platão e  Aristóteles
Filosofia 02 - Sócrates, Platão e Aristóteles
 
Patristica e escolastica
Patristica e escolasticaPatristica e escolastica
Patristica e escolastica
 
1 teoria do conhecimento
1 teoria do conhecimento1 teoria do conhecimento
1 teoria do conhecimento
 
O surgimento da filosofia
O surgimento da filosofiaO surgimento da filosofia
O surgimento da filosofia
 
Platão
PlatãoPlatão
Platão
 
Filosofia Política
Filosofia PolíticaFilosofia Política
Filosofia Política
 
Filosofia contemporânea
Filosofia contemporâneaFilosofia contemporânea
Filosofia contemporânea
 
Existencialismo
ExistencialismoExistencialismo
Existencialismo
 
Nietzsche e a transmutacao de valores
Nietzsche e a transmutacao de valoresNietzsche e a transmutacao de valores
Nietzsche e a transmutacao de valores
 
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de HiponaAula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
 
Os pré-socráticos
Os pré-socráticosOs pré-socráticos
Os pré-socráticos
 
Aula de filosofia
Aula de filosofia Aula de filosofia
Aula de filosofia
 
Racionalismo e Empirismo
Racionalismo e EmpirismoRacionalismo e Empirismo
Racionalismo e Empirismo
 
Modernidade x pos modernidade
Modernidade x pos modernidadeModernidade x pos modernidade
Modernidade x pos modernidade
 
Filosofia
FilosofiaFilosofia
Filosofia
 
Sociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula IntrodutóriaSociologia - Aula Introdutória
Sociologia - Aula Introdutória
 

Destaque

A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
Marcela Marangon Ribeiro
 
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
Marcela Marangon Ribeiro
 
Filosofia passagem do mito para a razão
Filosofia passagem do mito para a razãoFilosofia passagem do mito para a razão
Filosofia passagem do mito para a razão
Luanna Karolyne
 
Do mito ao logos
Do mito ao logosDo mito ao logos
Do mito ao logos
João Paulo Rodrigues
 
4 filosofia e senso comum
4 filosofia e senso comum 4 filosofia e senso comum
4 filosofia e senso comum
Erica Frau
 
Mito
MitoMito
Filosofia e Mito
Filosofia e MitoFilosofia e Mito
Filosofia e Mito
BandeiradeMello
 
Pensamiento cientifico ii
Pensamiento cientifico iiPensamiento cientifico ii
Pensamiento cientifico ii
Olger Tito
 
Aula 04 mito e filosofia 20130329114826 (1)
Aula  04 mito e filosofia 20130329114826 (1)Aula  04 mito e filosofia 20130329114826 (1)
Aula 04 mito e filosofia 20130329114826 (1)
samuel2312
 
Filosofia.1º ano
Filosofia.1º anoFilosofia.1º ano
Filosofia.1º ano
Jorge Marcos Oliveira
 
A Natureza do Amor
A Natureza do AmorA Natureza do Amor
A Natureza do Amor
Projeto Crisálida
 
Trabalho de filosofia
Trabalho de filosofiaTrabalho de filosofia
Trabalho de filosofia
jussiele823
 
Origem e Nascimento da Filosofia
Origem e Nascimento da FilosofiaOrigem e Nascimento da Filosofia
Origem e Nascimento da Filosofia
Laguat
 
Formas de conhecer o mundo
Formas de conhecer o mundoFormas de conhecer o mundo
Formas de conhecer o mundo
Mara Rodrigues Pires
 
Capítulo 3 - Outras Formas de Pensar a Diferença
Capítulo 3 - Outras Formas de Pensar a DiferençaCapítulo 3 - Outras Formas de Pensar a Diferença
Capítulo 3 - Outras Formas de Pensar a Diferença
Marcos Antonio Grigorio de Figueiredo
 
TEORIA DO CONHECIMENTO
TEORIA DO CONHECIMENTOTEORIA DO CONHECIMENTO
TEORIA DO CONHECIMENTO
Roberto Carlos Sena
 
Cap 21 religião, mitos e magia
Cap 21 religião, mitos e magiaCap 21 religião, mitos e magia
Cap 21 religião, mitos e magia
Joao Balbi
 
O que é filosofia?
O que é filosofia?O que é filosofia?
O que é filosofia?
Jose Carlos S
 
Diferentes modos de conhecer
Diferentes modos de conhecerDiferentes modos de conhecer
Diferentes modos de conhecer
Julhinha Camara
 
Linguagem, lingua, fala, discurso adm
Linguagem, lingua, fala, discurso admLinguagem, lingua, fala, discurso adm
Linguagem, lingua, fala, discurso adm
elizabeth gil
 

Destaque (20)

A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
 
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
A filosofia e outras formas de pensar (mito, religião e senso comum)
 
Filosofia passagem do mito para a razão
Filosofia passagem do mito para a razãoFilosofia passagem do mito para a razão
Filosofia passagem do mito para a razão
 
Do mito ao logos
Do mito ao logosDo mito ao logos
Do mito ao logos
 
4 filosofia e senso comum
4 filosofia e senso comum 4 filosofia e senso comum
4 filosofia e senso comum
 
Mito
MitoMito
Mito
 
Filosofia e Mito
Filosofia e MitoFilosofia e Mito
Filosofia e Mito
 
Pensamiento cientifico ii
Pensamiento cientifico iiPensamiento cientifico ii
Pensamiento cientifico ii
 
Aula 04 mito e filosofia 20130329114826 (1)
Aula  04 mito e filosofia 20130329114826 (1)Aula  04 mito e filosofia 20130329114826 (1)
Aula 04 mito e filosofia 20130329114826 (1)
 
Filosofia.1º ano
Filosofia.1º anoFilosofia.1º ano
Filosofia.1º ano
 
A Natureza do Amor
A Natureza do AmorA Natureza do Amor
A Natureza do Amor
 
Trabalho de filosofia
Trabalho de filosofiaTrabalho de filosofia
Trabalho de filosofia
 
Origem e Nascimento da Filosofia
Origem e Nascimento da FilosofiaOrigem e Nascimento da Filosofia
Origem e Nascimento da Filosofia
 
Formas de conhecer o mundo
Formas de conhecer o mundoFormas de conhecer o mundo
Formas de conhecer o mundo
 
Capítulo 3 - Outras Formas de Pensar a Diferença
Capítulo 3 - Outras Formas de Pensar a DiferençaCapítulo 3 - Outras Formas de Pensar a Diferença
Capítulo 3 - Outras Formas de Pensar a Diferença
 
TEORIA DO CONHECIMENTO
TEORIA DO CONHECIMENTOTEORIA DO CONHECIMENTO
TEORIA DO CONHECIMENTO
 
Cap 21 religião, mitos e magia
Cap 21 religião, mitos e magiaCap 21 religião, mitos e magia
Cap 21 religião, mitos e magia
 
O que é filosofia?
O que é filosofia?O que é filosofia?
O que é filosofia?
 
Diferentes modos de conhecer
Diferentes modos de conhecerDiferentes modos de conhecer
Diferentes modos de conhecer
 
Linguagem, lingua, fala, discurso adm
Linguagem, lingua, fala, discurso admLinguagem, lingua, fala, discurso adm
Linguagem, lingua, fala, discurso adm
 

Semelhante a 3 Filosofia mito e religiao

Aula 07 06 filosofia e religião
Aula 07 06 filosofia e religiãoAula 07 06 filosofia e religião
Aula 07 06 filosofia e religião
Alessandra Bertão Ribas
 
Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Filosofia das religiões aulas 1 e 2Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Keiler Vasconcelos
 
FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DO PENSAMENTO TEOLÓGICO.pptx
FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DO PENSAMENTO TEOLÓGICO.pptxFUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DO PENSAMENTO TEOLÓGICO.pptx
FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DO PENSAMENTO TEOLÓGICO.pptx
JoaoLucasDeCastroBra
 
O QUE TEM JERUSALÉM COM ATENAS?
O QUE TEM JERUSALÉM COM ATENAS?O QUE TEM JERUSALÉM COM ATENAS?
O QUE TEM JERUSALÉM COM ATENAS?
Prof-Marcos
 
254351531 teologia-e-filosofia-pdf FILOSOFIA
254351531 teologia-e-filosofia-pdf  FILOSOFIA254351531 teologia-e-filosofia-pdf  FILOSOFIA
254351531 teologia-e-filosofia-pdf FILOSOFIA
presley bryan
 
Filosofia medieval slide
Filosofia medieval slideFilosofia medieval slide
Filosofia medieval slide
Alexandre Misturini
 
Slides da Disciplina de Filosofia da Religião
Slides da Disciplina de Filosofia da ReligiãoSlides da Disciplina de Filosofia da Religião
Slides da Disciplina de Filosofia da Religião
andrealvessobral
 
Fausto e religioes, artigo de gilbraz
Fausto e religioes, artigo de gilbrazFausto e religioes, artigo de gilbraz
Fausto e religioes, artigo de gilbraz
Gilbraz Aragão
 
FILOSOFIA DA RELIGIAO
FILOSOFIA DA RELIGIAOFILOSOFIA DA RELIGIAO
FILOSOFIA DA RELIGIAO
miguel angelo guimaraes
 
_Apostila_Modulo_424_Apostila_INTRODUÇÃO A TEOLOGIA.pdf
_Apostila_Modulo_424_Apostila_INTRODUÇÃO A TEOLOGIA.pdf_Apostila_Modulo_424_Apostila_INTRODUÇÃO A TEOLOGIA.pdf
_Apostila_Modulo_424_Apostila_INTRODUÇÃO A TEOLOGIA.pdf
ARTVALE
 
V dfilo cap5p_formas_crenca
V dfilo cap5p_formas_crencaV dfilo cap5p_formas_crenca
V dfilo cap5p_formas_crenca
Leonardo Espíndola Espindola Moreira
 
Homo religiosus
Homo religiosusHomo religiosus
Homo religiosus
Silas Bruno Mps
 
O Problema Religioso e a Origem da religião
O Problema Religioso e a Origem da religiãoO Problema Religioso e a Origem da religião
O Problema Religioso e a Origem da religião
Silas Bruno Mps
 
Teologia Contemporanea
Teologia ContemporaneaTeologia Contemporanea
Teologia Contemporanea
Carlos Alves
 
sssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
ssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
sssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
reprografians
 
Aprendizes 1 ano aula 1 parte a aula pdf
Aprendizes 1 ano aula 1 parte a aula pdfAprendizes 1 ano aula 1 parte a aula pdf
Aprendizes 1 ano aula 1 parte a aula pdf
free
 
Cap 7 Entre a Patrística e a Escolástica
Cap 7   Entre a Patrística e a EscolásticaCap 7   Entre a Patrística e a Escolástica
Cap 7 Entre a Patrística e a Escolástica
José Ferreira Júnior
 
A passagem do mito para razão
A passagem do mito para razãoA passagem do mito para razão
A passagem do mito para razão
Gabi Evaristo
 
Slide 01
Slide 01Slide 01
AINDA FALANDO SOBRE CONCEITOS ALUNOS.docx
AINDA FALANDO SOBRE CONCEITOS ALUNOS.docxAINDA FALANDO SOBRE CONCEITOS ALUNOS.docx
AINDA FALANDO SOBRE CONCEITOS ALUNOS.docx
AlessandraRibas7
 

Semelhante a 3 Filosofia mito e religiao (20)

Aula 07 06 filosofia e religião
Aula 07 06 filosofia e religiãoAula 07 06 filosofia e religião
Aula 07 06 filosofia e religião
 
Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Filosofia das religiões aulas 1 e 2Filosofia das religiões aulas 1 e 2
Filosofia das religiões aulas 1 e 2
 
FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DO PENSAMENTO TEOLÓGICO.pptx
FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DO PENSAMENTO TEOLÓGICO.pptxFUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DO PENSAMENTO TEOLÓGICO.pptx
FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS DO PENSAMENTO TEOLÓGICO.pptx
 
O QUE TEM JERUSALÉM COM ATENAS?
O QUE TEM JERUSALÉM COM ATENAS?O QUE TEM JERUSALÉM COM ATENAS?
O QUE TEM JERUSALÉM COM ATENAS?
 
254351531 teologia-e-filosofia-pdf FILOSOFIA
254351531 teologia-e-filosofia-pdf  FILOSOFIA254351531 teologia-e-filosofia-pdf  FILOSOFIA
254351531 teologia-e-filosofia-pdf FILOSOFIA
 
Filosofia medieval slide
Filosofia medieval slideFilosofia medieval slide
Filosofia medieval slide
 
Slides da Disciplina de Filosofia da Religião
Slides da Disciplina de Filosofia da ReligiãoSlides da Disciplina de Filosofia da Religião
Slides da Disciplina de Filosofia da Religião
 
Fausto e religioes, artigo de gilbraz
Fausto e religioes, artigo de gilbrazFausto e religioes, artigo de gilbraz
Fausto e religioes, artigo de gilbraz
 
FILOSOFIA DA RELIGIAO
FILOSOFIA DA RELIGIAOFILOSOFIA DA RELIGIAO
FILOSOFIA DA RELIGIAO
 
_Apostila_Modulo_424_Apostila_INTRODUÇÃO A TEOLOGIA.pdf
_Apostila_Modulo_424_Apostila_INTRODUÇÃO A TEOLOGIA.pdf_Apostila_Modulo_424_Apostila_INTRODUÇÃO A TEOLOGIA.pdf
_Apostila_Modulo_424_Apostila_INTRODUÇÃO A TEOLOGIA.pdf
 
V dfilo cap5p_formas_crenca
V dfilo cap5p_formas_crencaV dfilo cap5p_formas_crenca
V dfilo cap5p_formas_crenca
 
Homo religiosus
Homo religiosusHomo religiosus
Homo religiosus
 
O Problema Religioso e a Origem da religião
O Problema Religioso e a Origem da religiãoO Problema Religioso e a Origem da religião
O Problema Religioso e a Origem da religião
 
Teologia Contemporanea
Teologia ContemporaneaTeologia Contemporanea
Teologia Contemporanea
 
sssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
ssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
sssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
 
Aprendizes 1 ano aula 1 parte a aula pdf
Aprendizes 1 ano aula 1 parte a aula pdfAprendizes 1 ano aula 1 parte a aula pdf
Aprendizes 1 ano aula 1 parte a aula pdf
 
Cap 7 Entre a Patrística e a Escolástica
Cap 7   Entre a Patrística e a EscolásticaCap 7   Entre a Patrística e a Escolástica
Cap 7 Entre a Patrística e a Escolástica
 
A passagem do mito para razão
A passagem do mito para razãoA passagem do mito para razão
A passagem do mito para razão
 
Slide 01
Slide 01Slide 01
Slide 01
 
AINDA FALANDO SOBRE CONCEITOS ALUNOS.docx
AINDA FALANDO SOBRE CONCEITOS ALUNOS.docxAINDA FALANDO SOBRE CONCEITOS ALUNOS.docx
AINDA FALANDO SOBRE CONCEITOS ALUNOS.docx
 

Mais de Erica Frau

7 cidadania publico e privado
7 cidadania publico e privado 7 cidadania publico e privado
7 cidadania publico e privado
Erica Frau
 
6 liberdade e autonomia
6 liberdade e autonomia 6 liberdade e autonomia
6 liberdade e autonomia
Erica Frau
 
5 construção do sujeito moral
5 construção do sujeito moral 5 construção do sujeito moral
5 construção do sujeito moral
Erica Frau
 
4 relacao entre moral e politica
4 relacao entre moral e politica4 relacao entre moral e politica
4 relacao entre moral e politica
Erica Frau
 
3 ética em aristóteles
3 ética em aristóteles3 ética em aristóteles
3 ética em aristóteles
Erica Frau
 
2 ética
2 ética2 ética
2 ética
Erica Frau
 
7 positivismo comte slide
7 positivismo comte slide7 positivismo comte slide
7 positivismo comte slide
Erica Frau
 
6 idealismo dialetico hegel slide
6 idealismo dialetico hegel slide6 idealismo dialetico hegel slide
6 idealismo dialetico hegel slide
Erica Frau
 
5 criticismo kantiano slide
5 criticismo kantiano slide5 criticismo kantiano slide
5 criticismo kantiano slide
Erica Frau
 
4 Hume
4 Hume 4 Hume
4 Hume
Erica Frau
 
3 Descartes
3 Descartes 3 Descartes
3 Descartes
Erica Frau
 
2 teoria do conhecimento
2 teoria do conhecimento 2 teoria do conhecimento
2 teoria do conhecimento
Erica Frau
 
7 Galileu Galilei
7 Galileu Galilei7 Galileu Galilei
7 Galileu Galilei
Erica Frau
 
6 metodo cientifico
6 metodo cientifico 6 metodo cientifico
6 metodo cientifico
Erica Frau
 
5 filosofia e ciencia
5 filosofia e ciencia 5 filosofia e ciencia
5 filosofia e ciencia
Erica Frau
 
2 o que é filosofia
2 o que é filosofia2 o que é filosofia
2 o que é filosofia
Erica Frau
 
As mulheres e a filosofia
As mulheres e a filosofiaAs mulheres e a filosofia
As mulheres e a filosofia
Erica Frau
 
1 - Ética
1 - Ética1 - Ética
1 - Ética
Erica Frau
 
1 - O que é filosofia?
1 - O que é filosofia?1 - O que é filosofia?
1 - O que é filosofia?
Erica Frau
 
Drummond
DrummondDrummond
Drummond
Erica Frau
 

Mais de Erica Frau (20)

7 cidadania publico e privado
7 cidadania publico e privado 7 cidadania publico e privado
7 cidadania publico e privado
 
6 liberdade e autonomia
6 liberdade e autonomia 6 liberdade e autonomia
6 liberdade e autonomia
 
5 construção do sujeito moral
5 construção do sujeito moral 5 construção do sujeito moral
5 construção do sujeito moral
 
4 relacao entre moral e politica
4 relacao entre moral e politica4 relacao entre moral e politica
4 relacao entre moral e politica
 
3 ética em aristóteles
3 ética em aristóteles3 ética em aristóteles
3 ética em aristóteles
 
2 ética
2 ética2 ética
2 ética
 
7 positivismo comte slide
7 positivismo comte slide7 positivismo comte slide
7 positivismo comte slide
 
6 idealismo dialetico hegel slide
6 idealismo dialetico hegel slide6 idealismo dialetico hegel slide
6 idealismo dialetico hegel slide
 
5 criticismo kantiano slide
5 criticismo kantiano slide5 criticismo kantiano slide
5 criticismo kantiano slide
 
4 Hume
4 Hume 4 Hume
4 Hume
 
3 Descartes
3 Descartes 3 Descartes
3 Descartes
 
2 teoria do conhecimento
2 teoria do conhecimento 2 teoria do conhecimento
2 teoria do conhecimento
 
7 Galileu Galilei
7 Galileu Galilei7 Galileu Galilei
7 Galileu Galilei
 
6 metodo cientifico
6 metodo cientifico 6 metodo cientifico
6 metodo cientifico
 
5 filosofia e ciencia
5 filosofia e ciencia 5 filosofia e ciencia
5 filosofia e ciencia
 
2 o que é filosofia
2 o que é filosofia2 o que é filosofia
2 o que é filosofia
 
As mulheres e a filosofia
As mulheres e a filosofiaAs mulheres e a filosofia
As mulheres e a filosofia
 
1 - Ética
1 - Ética1 - Ética
1 - Ética
 
1 - O que é filosofia?
1 - O que é filosofia?1 - O que é filosofia?
1 - O que é filosofia?
 
Drummond
DrummondDrummond
Drummond
 

Último

UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
Marcelo Botura
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
ProfessoraSilmaraArg
 
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
Estuda.com
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
gestão_de_conflitos_no_ambiente_escolar.pdf
gestão_de_conflitos_no_ambiente_escolar.pdfgestão_de_conflitos_no_ambiente_escolar.pdf
gestão_de_conflitos_no_ambiente_escolar.pdf
Maria das Graças Machado Rodrigues
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
Manuais Formação
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
Ceiça Martins Vital
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?O que é  o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
O que é o programa nacional de alimentação escolar (PNAE)?
 
Elogio da Saudade .
Elogio da Saudade                          .Elogio da Saudade                          .
Elogio da Saudade .
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 
Festa dos Finalistas .
Festa dos Finalistas                    .Festa dos Finalistas                    .
Festa dos Finalistas .
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
 
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
17 Coisas que seus alunos deveriam saber sobre TRI para melhorar sua nota no ...
 
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, O Encontro de Rute com Boaz, 3Tr24.pptx
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
gestão_de_conflitos_no_ambiente_escolar.pdf
gestão_de_conflitos_no_ambiente_escolar.pdfgestão_de_conflitos_no_ambiente_escolar.pdf
gestão_de_conflitos_no_ambiente_escolar.pdf
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
 

3 Filosofia mito e religiao

  • 3. O QUE É O MITO???
  • 4. • Vemos, portanto, que o mito narra a origem das coisas por meio de lutas, alianças e relações sexuais entre forças sobrenaturais que governam o mundo e o destino dos homens. Como os mitos sobre a origem do mundo são genealogias, diz-se que são cosmogonias e teogonias. • A pergunta dos estudiosos é a seguinte: ao surgir, a filosofia não é uma cosmogonia, e sim uma cosmologia, uma explicação racional sobre a origem do mundo e sobre as causas das transformações e repetições das coisas;
  • 5. •Mas a cosmologia nasce de uma transformação gradual dos mitos ou de uma ruptura radical com os mitos? •A filosofia continua ou rompe com a cosmogonia e a teogonia?
  • 6. Os estudiosos chegaram à conclusão de que as contradições e limitações dos mitos para explicar a realidade natural e humana levaram a filosofia a retomá-los, porém reformulando e racionalizando as narrativas míticas, transformado-as numa explicação inteiramente nova e diferente.
  • 7. A CONVIVÊNCIA ENTRE MITO E FILOSOFIA • O pensamento filosófico desenvolveu-se em uma forma de conhecimento que se diferencia da mitologia. Se o mito era uma narrativa fictícia, uma história imaginada para explicar o mundo, a filosofia pretendia ser um pensamento não fantasioso, baseado no raciocínio, no exame consciente das coisas, buscando uma explicação racional, e não sobrenatural.
  • 8. A CONVIVÊNCIA ENTRE MITO E FILOSOFIA • A filosofia, contudo, não substituiu a mitologia. Ambas continuaram convivendo. Platão, em alguns dos diálogos filosóficos que escreveu, fez uso de narrativas míticas para, com base nelas, elaborar suas explicações racionais. Em outros momentos, a mitologia foi combatida como pura mistificação. Hoje em dia ocorre algo semelhante. Filosofia e Mito convivem, às vezes conflituosamente.
  • 10. • A mitologia tem certa proximidade com a religião, mas não é exatamente uma religião. • Qual seria então a diferença? • Basicamente pode-se dizer que a religião é um conjunto de crenças, em geral amparadas em um texto, compreendidas como uma revelação de Deus (ou de um grupo de deuses) aos seres humanos.
  • 11. •Por serem verdades reveladas por Deus, elas não podem ser contestadas. •Dizemos, por isso, que as religiões são dogmáticas, se fundamentam em dogmas, que são verdades absolutas que não podem ser questionadas.
  • 12. • Outra característica importante da religião é a existência de ritos que orientam a relação dos seres humanos com a(s) divindade(s). • Os ritos são normas e comportamentos organizados pelos sacerdotes, pessoas consideradas intermediárias na relação entre cada pessoa e a(s) divindade(s). • De modo geral as religiões se tornam instituições, ou seja, organizações que controlam o funcionamento do grupo religioso. • Contam com uma rede organizada de pessoas que ocupam diversos postos, dos mais simples aos mais elevados, isto é, formam uma hierarquia.
  • 13. EM RESUMO, O CONHECIMENTO DE TIPO RELIGIOSO CARACTERIZA-SE: • Por um conjunto de ideias expressas em um texto ou um livro sagrado, compondo o dogma da religião – embora existam também religiões baseadas em uma tradição oral, que não possuem um livro sagrado. • Pela organização institucional de um conjunto de pessoas que administram esse conhecimento e a relação das pessoas com ele; • Pela definição de rituais na forma de viver esse conhecimento e se relacionar com ele.
  • 14. O pensamento religioso apresenta-se como uma “sabedoria”, um conhecimento pronto e definitivo que algumas pessoas têm e outras não, mas que qualquer um pode aprender, desde que aceite os dogmas.
  • 15. • Esse conhecimento está centrado na fé, uma confiança absoluta nas palavras que foram reveladas pela divindade. A fé não é racional, embora a razão possa ser utilizada como um instrumento para compreender os mistérios da fé, como de fato o foi por vários filósofos cristão durante a Idade Média; às vezes, acreditamos em coisas que não fazem qualquer sentido quando examinadas racionalmente.
  • 16. • Os primeiros filósofos foram justamente aqueles que não aceitaram os dogmas religiosos e as explicações míticas, e começaram a buscar outras explicações. • Os filósofos procuraram construir explicações racionais, que não estivessem prontas nem fossem definitivas, que fizessem sentido e que pudessem convencer pela lógica, e não pela aceitação incondicional do dogma.