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Turismo – Informação e AnimaçãoTurística
2009/2010
Avaliação Qualitativa dos Mercados
Turísticos
A expansão do turismo e o progressivo desenvolvimento de que
o sector beneficiou nas últimas décadas, foi um fenómeno mais
ou menos comum em todo o mundo. A globalização e a
sociedade da informação contribuíram, sem dúvida, para a sua
expansão que tem como principal motor a mobilidade de pessoas
e recursos, a sua versatilidade e flexibilidade para adaptar-se às
condições próprias de cada território e de cada população. É
precisamente por esse motivo que se fala do turismo
como oportunidade estratégica para o
desenvolvimento local.
Importa, porém, relembrar que esta realidade nem sempre foi
assim.
A evolução do turismo tem a ver com o papel de alguns agentes
económicos que, ao longo dos tempos, contribuiu para a
expansão da posição do sector do turismo. A crise dos sectores
primários como a agricultura, o aparecimento de conceitos como
a sociedade do bem-estar, o aumento do tempo livre, as
reformas trabalhistas com tendência a reduzir as jornadas de
trabalho, a descoberta do potencial dos recursos meio -
ambientais, culturais, patrimoniais... são elementos que foram
perfilando o comportamento do sector e do mercado turístico.
Ao longo da história, as tendências e preferências estiveram
caracterizadas pelas circunstâncias económicas e sociais das
diferentes épocas.
Sistematizando, é possível falar de duas modalidades de
desenvolvimento turístico que representam o comportamento
dos mercados ao longo do século passado:
- Modelo Turismo Quantitativo: Também conhecido por
Modelo 3S (Sun, Sand and Sea – Sol, Areia e Mar);
- Modelo Turismo Qualitativo: Também conhecido por
Modelo 3L (Landscape, Leisure and Learning – Paisagem, Ócio e
Aprendizagem).
O primeiro deles nasceu após a Segunda Guerra Mundial e,
sociologicamente, houve duas circunstâncias que originaram o seu
desenvolvimento e consolidação.
 Por um lado, os países do sul da Europa sofreram de modo muito
peculiar os efeitos devastadores da guerra, que deixaram as suas
economias em estado alarmante. Iniciado o processo de
reconstrução, estimulou-se uma passagem de divisas do norte para o
sul, e um dos métodos usados para isso foi o “turismo”.
Por outro lado, os países do sul contavam com recursos muito
valiosos e escassos nos países do norte, o sol e o mar, sendo que
estes são a forte demanda turística que se mantém até hoje.
As características principais desta modalidade turística são as
mesmas de uma actividade de massas, e mede-se em função da
obtenção de maiores ingressos efectuados pelos turistas. É um
modelo que não levou em conta factores culturais, patrimoniais,
ambientais ou sociais para o seu desenvolvimento e, portanto,
não se pode falar desta modalidade em termos de
sustentabilidade a longo prazo.
 O segundo modelo começou a evidenciar-se nas últimas duas
décadas do século passado, definindo-se essencialmente como
um turismo com respeito pelos valores patrimoniais e meio -
ambientais locais e pela potenciação dos valores intrínsecos de
cada sociedade, procurando a singularidade do lugar turístico,
etc.
É um modelo incipiente, actualmente praticado por um grupo de
minorias que, fundamentalmente, buscam o “diferente”, a
“peculiaridade”.
Apesar da coexistência actual destes dois modelos, cada vez mais se
exige a substituição do Modelo 3S pelo turismo 3L.
Devido à nossa localização geográfica, Portugal regista uma forte
procura no mercado turístico do produto “sol e mar” que, a par de
alguns benefícios, também implica alguns desequilíbrios estruturais,
como por exemplo, a concentração de turistas e infra-estruturas no
litoral e reforço da sazonalidade. Se o objectivo principal se
concentra no aumento dos benefícios do turismo nos planos
económico, social, territorial e patrimonial, a par da valorização e
melhor enquadramento do produto “sol e mar”, ganha importância a
complementaridade, diversidade e promoção de destinos alternativos
– O turismo de motivação cultural!
A medição quantitativa e qualitativa do
impacto turístico
 A utilização de indicadores para a medição do impacto do
turismo no desenvolvimento socioeconómico de um território é
um dos temas sobre os quais os especialistas mostram maior
unanimidade. Eles coincidem que a medição dos indicadores
quantitativos é um trabalho que, por mais que implique certas
dificuldades, não é insolúvel, dado os inúmeros esforços que
várias organizações e instituições têm realizado, a nível nacional e
internacional, para estabelecer modelos de medição que
ofereçam resultados ajustados à realidade.
A Organização Mundial do Turismo, Agência Especializada
das Nações Unidas, criou um potente instrumento denominado
Conta Satélite de Turismo. Com ela, pretende-se responder
às necessidades e características (para o total de um país e
referidas ao período de um ano), num quadro articulado de
informação de carácter económico tanto para os que tomam
decisões políticas como para os que decidem a nível empresarial.
Trata-se de um novo instrumento estatístico cujo desenho,
baseado num conjunto de conceitos, definições, classificações e
tábuas, permite orientar os países sobre a elaboração do seu
próprio Sistema de Estatísticas Turísticas (SET).
 Existem outros observatórios, nos níveis locais, municipais e
regionais, que preferem modelos de medição distintos,
detalhando os critérios que, a seu ver, devem ser incluídos nesta
missão. Entretanto, pode-se afirmar que a existência de
numerosos critérios, e a utilização não unânime dos mesmos,
aumenta a dificuldade para realizar uma análise padronizada e
para poder aceder a um sistema de interpretação único.
 O problema aparece quando o que se pretende é medir dois
aspectos bem diferenciados:
- O impacto socioeconómico do turismo no desenvolvimento local
de um território.
- Os aspectos qualitativos do turismo.
 Muitos países, na hora de avaliar o impacto qualitativo da
actividade turística, no âmbito do desenvolvimento local do
seu território, enfrentam o problema de carecer de base
econométrica para o poder realizar.
 Geralmente, não se medem aspectos tão significativos como o
grau de satisfação do cliente, com uma avaliação de todas as
actividades que, directa ou indirectamente, estão relacionadas à
actividade turística. Não obstante, elas são de extraordinária
importância para detectar e corrigir os possíveis desvios que
estejam ocorrendo na aplicação das políticas turísticas.
 De acordo com os especialistas, uma infra-estrutura
científica de medição, a nível territorial ou local do sector,
deve poder medir os factores tangíveis e os intangíveis, e
identificar as variáveis que incidam directamente no êxito das
políticas turísticas, bem como os efeitos induzidos da actividade.
Em outras palavras, deve-se tender a construir modelos de
medição quantitativos para medir o qualitativo.
 Esta é uma premissa essencial que deve estar presente desde a
concepção até à implementação de um projecto turístico.
É, portanto, relevante, realçar a importância do planeamento
estratégico em turismo.
Planeamento Estratégico em Turismo
 Do ponto de vista do território, tanto naqueles lugares onde há um tecido
empresarial turístico consolidado, como em outros onde este ainda não
existe, o planeamento estratégico é imprescindível, porque através dele será
possível observar os aspectos territoriais, socioeconómicos, culturais e
populacionais necessários, para desenhar, prever e executar os objectivos que
se pretendem alcançar, bem como ter em mente os factores de risco que são
inerentes à actividade.
 Através de um plano estratégico pretende-se conseguir, em última instância,
um contexto territorial definido que saiba aproveitar as suas oportunidades,
neutralize as ameaças que se apresentem no ambiente externo, utilizando os
seus pontos fortes e eliminando e/ou superando as debilidades internas.
Do ponto de vista dos actores, é necessário estabelecer
novas dinâmicas de planeamento e coordenação entre os
sectores público e privado. O diálogo deverá ser fluido entre os
diversos agentes envolvidos na actividade turística e deve ser
estabelecido desde o início, como base para alcançar acordos
sobre o planeamento.
 Os canais de cooperação entre os poderes locais e suas diversas
áreas facilitarão a criação de um processo participativo na
tomada de decisões sobre as questões que possam afectar,
directa ou indirectamente, o turismo, o que equivale a criar
uma coordenação interinstitucional.
 É importante considerar o que significa o planeamento
estratégico em turismo.
 Planeamento estratégico em turismo é sinónimo de visão
integral, é ir além da simples promoção. Maximizar os recursos
disponíveis, arbitrando mecanismos para que cada actor que faça
parte da cadeia de valor assuma as directrizes do enfoque integral
para a criação, a promoção e comercialização do produto.
O diagnóstico prévio
 O diagnóstico é o primeiro passo para estabelecer uma boa política de
planeamento.
 Para conhecer a realidade socioeconómica de um território é essencial
realizar um bom diagnóstico prévio. O diagnóstico requer a
recompilação e análise de uma série de dados que ajudarão a conhecer
mais e melhor a situação real, o estado das coisas e, consequentemente,
contribuirá para prever e dar soluções aos problemas discutidos.
 Um diagnóstico prévio na área de turismo significa analisar a situação
socioeconómica do território, antes de começar a desenhar políticas
estratégicas da actividade turística.
 Existem diversos métodos para realizar o diagnóstico. Talvez o
mais amplamente conhecido por sua eficácia é a análise DAFO
- DEFICIÊNCIAS, AMEAÇAS, VANTAGENS E
OPORTUNIDADES ou em inglês SWOT - Strenghts,
Weaknesses, Opportunities and Threats, que pode ser um bom
ponto de partida para analisar o território num primeiro
momento e, posteriormente, analisar o destino turístico. Ou
seja, observando as Fraquezas, Ameaças, Forças e
Oportunidades, no passado, presente e no futuro, e nos níveis
externo e interno.
SWOT
 Strengths, weaknesses, opportunities and threats.
 Pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças.
- Obriga a focar nas questões-chave.
-Uma vez identificadas, integram-se em objectivos comerciais, de
gestão (por exemplo: de gestão turística).
Turismo e lazer em Portugal
 Procura vs. Oferta : a procura aumentou significativamente
mais do que a oferta na última década,
 Em relação à procura regional, a procura é mais forte em
algumas regiões chave (Algarve, Lisboa e Ilha da Madeira);
 Existe sazonalidade da procura, que é significativamente maior
no Verão. A região de Lisboa é a que demonstra menor
sazonalidade, mantendo uma média menos díspar de visitas ao
longo do ano.
Análise Swot do sector do Turismo
Português
Pontos Fortes
Bom clima;
Boa relação preço/qualidade;
Paisagens atractivas;
Praias bonitas e limpas (um número elevado de bandeiras azuis da União
Europeia);
Património histórico e cultural;
Reconhecido como destino internacional seguro;
Reconhecido como um dos mais importantes destinos de golfe do mundo
(sobretudo a região do Algarve);
Regulamentação do turismo de natureza e actividades de empresas de
animação turísticas (legislação pioneira na Europa).
Análise Swot do sector do Turismo
Português
 Pontos Fracos
Infra-estruturas insuficientes em várias regiões-chave do país;
Grande dependência de quatro grandes mercados emissores(Espanha,
Inglaterra, Alemanha e França);
Poucos esforços de manutenção e melhoria da oferta nacional;
Pequena utilização de novas tecnologias;
Alojamento fortemente dependente de um pequeno número de operadores
turísticos europeus;
Inexistência de um evento, monumento, especificidade cultural ou
MARCA – âncora, para a imagem do País.
 Pontos Fracos(cont.)
Insuficientes voos regulares para o Porto e o Algarve;
Sistema de classificação da oferta turística não baseada na qualidade;
Iniciativas de promoção limitadas;
Falta de recursos humanos qualificados – sobretudo na época alta – e
reduzido profissionalismo;
Forte sazonalidade;
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Falta de actividades de entretenimento cultural, sobretudo na época
baixa;
Vários operadores independentes, de reduzida dimensão e não
organizados;
Análise Swot do sector do Turismo
Português
 Ameaças
Contínua percepção do País enquanto mero destino de sol e praia;
A sobrepromoção do Algarve reduz a atenção sobre outras regiões que
oferecem uma boa relação preço/qualidade;
Poucos projectos novos adaptados às tendências mundiais da procura;
Crescente concorrência ao nível global e regional;
Insuficiente acompanhamento daquilo que se passa a nível mundial em
termos de gestão e qualidade hoteleira, sobretudo no que respeita a
competências financeiras e tecnológicas;
Forte pressão ambiental em algumas áreas do nosso país.
Análise Swot do sector do Turismo
Português
 Oportunidades
Desenvolvimento de uma nova oferta de produtos turísticos de vanguarda;
Atracção de operadores internacionais que possam contribuir para melhorar a qualidade
da oferta;
Introdução de políticas/iniciativas com vista a aumentar a repetição de visitas;
Diversificação de produtos turísticos ( ex: turismo rural, de saúde, “escapadas”internas;
Introdução de tecnologias de ponta.
Aproveitamento das potencialidades oferecidas por recursos turísticos ainda não
devidamente promovidos e dotados das devidas infra-estruturas, tais como as aldeias
preservadas, as casas senhoriais, as estâncias termais;
Promoção dos segmentos de turismo religioso, de saúde, rural, de natureza, e uma
forte aposta no turismo sénior, de negócios e de golfe;
Maior cooperação entre entidades públicas e privadas;
Uso de novos instrumentos financeiros para apoiar o investimento.
Plano de Desenvolvimento
Turístico do Vale do Douro
 Principais recursos e produtos turísticos
Paisagem
Rio
Segurança,
Tranquilidade e
Bem-Estar
Vinho
Património da
Humanidade
História &
Património
Arquitectónico Natureza
 Um rio navegável, com fortes atractivos paisagísticos; Rios afluentes
com paisagens e atractivos consideráveis;
Paisagens naturais e talhadas pelo homem;
Segurança, silêncio, ambiente despoluído, clima ameno, gastronomia
rica;
 Região preservada pela vocação rural e oferecendo redutos em estado
selvagem;
Elevado e diversificado Património histórico-cultural de reconhecida
importância;
Alto Douro Vinhateiro e Arte Rupestre do Vale do Côa e proximidade
a outros locais com mesma classificação – Centro Histórico do Porto;
 Região do Vinho do Porto, dos Vinhos do Douro, dos Espumantes
naturais e das tradições associadas.
 Decorrente dos recursos turísticos existentes na Região, poder-se-
ão identificar os seguintes produtos turísticos prioritários:
- Turismo histórico-cultural – Touring
- Turismo de Natureza
- Gastronomia & Vinhos – Enoturismo
 Os produtos turísticos anteriormente identificados correspondem
ao estabelecido na Agenda Regional de Turismo e no Plano
Estratégico Nacional de Turismo (PENT).
ANÁLISE SWOT
 Pontos fortes
Paisagem única – Património Mundial;
1ª Região vitícola demarcada e regulamentada do mundo (que produz
vinhos de reconhecimento internacional – por ex. Vinho do Porto);
Vasto e rico Património Histórico-cultural e arqueológico, conferido no
estatuto de Património Mundial do Alto Douro Vinhateiro e das Gravuras
de Foz-Côa, em cidades e vilas patrimoniais e na forte densidade que se
verifica por toda a região de património classificado - monumentos
religiosos e museus, que vêm confirmar uma forte identidade regional;
Património Natural e Paisagístico, expresso na sua qualidade e diversidade
de recursos naturais, designadamente nos Planaltos Montanhosos e no
Douro (Exemplos: Parque Natural do Douro Internacional e Parque do
Alvão);
Rio navegável (Rio Douro)
Oferta turística diversificada (Turismo rural, Vinhos e Gastronomia,
Cruzeiros, Cultura, Comboios históricos, etc.)
 Pontos fracos
População envelhecida e desertificação;
Baixos níveis de escolaridade;
Acessibilidades inter e intra-regionais ainda em estado pouco
satisfatório;
Má, quando não ausência, de sinalização turística específica;
Incapacidade de fixação de visitantes (reflectida nas baixas taxas de
ocupação e permanência média);
Insuficiente capacidade de alojamento de qualidade;
Déficit de imagem e de notoriedade nos mercados internacionais;
Dificuldades de articulação e coordenação entre os vários agentes;
Falta de recursos humanos qualificados no sector, tendo implicações a
vários níveis, designadamente, na engenharia e concepção do
produto turístico, prestação de serviços de informação turística,
hotelaria e restauração;
 Oportunidades
Mercado turístico revela novos padrões de consumo e motivações,
privilegiando destinos que ofereçam experiências diversificadas e
com elevado grau de autenticidade e qualidade ambiental (Cultura,
Património, Natureza, Gastronomia, Desporto...);
Compromisso político e mobilização institucional para o
desenvolvimento da Região (Estrutura de Missão para a Região
Demarcada do Douro)
Investimentos turísticos privados em curso
QREN 2007-2013
PDTVD 2007-2103
Aeroporto Francisco Sá Carneiro ampliado e modernizado (novas rotas,
novos mercados e novos segmentos)
Processo de reorganização dos actores institucionais, designadamente,
no que respeita à revisão da Lei Quadro das Regiões de Turismo,
aumentando as possibilidades de intervenção em rede;
Ameaças
Perda de competitividade relativamente a destinos/ regiões
concorrenciais, com a mesma tipologia de oferta, podendo resultar
num decréscimo na quota de mercado da Região
Envelhecimento populacional e contínuo processo de desertificação
Persistência dos principais problemas de condicionamento,
nomeadamente, ao nível de infra-estruturas (acessibilidades), de
ordenamento paisagístico e de qualidade ambiental, traduzidas em
algumas disfunções ambientais ao longo do Vale do Douro
Perda de oportunidades na atracção de promotores e de investimento
a favor de outras regiões (resultante de um “lento” e complexo
processo de aprovação de projectos)
A necessidade da actuação em rede e de escala, não é compatível com
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de actuações.
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1608

  • 1. Turismo – Informação e AnimaçãoTurística 2009/2010 Avaliação Qualitativa dos Mercados Turísticos
  • 2. A expansão do turismo e o progressivo desenvolvimento de que o sector beneficiou nas últimas décadas, foi um fenómeno mais ou menos comum em todo o mundo. A globalização e a sociedade da informação contribuíram, sem dúvida, para a sua expansão que tem como principal motor a mobilidade de pessoas e recursos, a sua versatilidade e flexibilidade para adaptar-se às condições próprias de cada território e de cada população. É precisamente por esse motivo que se fala do turismo como oportunidade estratégica para o desenvolvimento local.
  • 3. Importa, porém, relembrar que esta realidade nem sempre foi assim. A evolução do turismo tem a ver com o papel de alguns agentes económicos que, ao longo dos tempos, contribuiu para a expansão da posição do sector do turismo. A crise dos sectores primários como a agricultura, o aparecimento de conceitos como a sociedade do bem-estar, o aumento do tempo livre, as reformas trabalhistas com tendência a reduzir as jornadas de trabalho, a descoberta do potencial dos recursos meio - ambientais, culturais, patrimoniais... são elementos que foram perfilando o comportamento do sector e do mercado turístico. Ao longo da história, as tendências e preferências estiveram caracterizadas pelas circunstâncias económicas e sociais das diferentes épocas.
  • 4. Sistematizando, é possível falar de duas modalidades de desenvolvimento turístico que representam o comportamento dos mercados ao longo do século passado: - Modelo Turismo Quantitativo: Também conhecido por Modelo 3S (Sun, Sand and Sea – Sol, Areia e Mar); - Modelo Turismo Qualitativo: Também conhecido por Modelo 3L (Landscape, Leisure and Learning – Paisagem, Ócio e Aprendizagem).
  • 5. O primeiro deles nasceu após a Segunda Guerra Mundial e, sociologicamente, houve duas circunstâncias que originaram o seu desenvolvimento e consolidação.  Por um lado, os países do sul da Europa sofreram de modo muito peculiar os efeitos devastadores da guerra, que deixaram as suas economias em estado alarmante. Iniciado o processo de reconstrução, estimulou-se uma passagem de divisas do norte para o sul, e um dos métodos usados para isso foi o “turismo”. Por outro lado, os países do sul contavam com recursos muito valiosos e escassos nos países do norte, o sol e o mar, sendo que estes são a forte demanda turística que se mantém até hoje.
  • 6. As características principais desta modalidade turística são as mesmas de uma actividade de massas, e mede-se em função da obtenção de maiores ingressos efectuados pelos turistas. É um modelo que não levou em conta factores culturais, patrimoniais, ambientais ou sociais para o seu desenvolvimento e, portanto, não se pode falar desta modalidade em termos de sustentabilidade a longo prazo.
  • 7.  O segundo modelo começou a evidenciar-se nas últimas duas décadas do século passado, definindo-se essencialmente como um turismo com respeito pelos valores patrimoniais e meio - ambientais locais e pela potenciação dos valores intrínsecos de cada sociedade, procurando a singularidade do lugar turístico, etc. É um modelo incipiente, actualmente praticado por um grupo de minorias que, fundamentalmente, buscam o “diferente”, a “peculiaridade”.
  • 8. Apesar da coexistência actual destes dois modelos, cada vez mais se exige a substituição do Modelo 3S pelo turismo 3L. Devido à nossa localização geográfica, Portugal regista uma forte procura no mercado turístico do produto “sol e mar” que, a par de alguns benefícios, também implica alguns desequilíbrios estruturais, como por exemplo, a concentração de turistas e infra-estruturas no litoral e reforço da sazonalidade. Se o objectivo principal se concentra no aumento dos benefícios do turismo nos planos económico, social, territorial e patrimonial, a par da valorização e melhor enquadramento do produto “sol e mar”, ganha importância a complementaridade, diversidade e promoção de destinos alternativos – O turismo de motivação cultural!
  • 9. A medição quantitativa e qualitativa do impacto turístico  A utilização de indicadores para a medição do impacto do turismo no desenvolvimento socioeconómico de um território é um dos temas sobre os quais os especialistas mostram maior unanimidade. Eles coincidem que a medição dos indicadores quantitativos é um trabalho que, por mais que implique certas dificuldades, não é insolúvel, dado os inúmeros esforços que várias organizações e instituições têm realizado, a nível nacional e internacional, para estabelecer modelos de medição que ofereçam resultados ajustados à realidade.
  • 10. A Organização Mundial do Turismo, Agência Especializada das Nações Unidas, criou um potente instrumento denominado Conta Satélite de Turismo. Com ela, pretende-se responder às necessidades e características (para o total de um país e referidas ao período de um ano), num quadro articulado de informação de carácter económico tanto para os que tomam decisões políticas como para os que decidem a nível empresarial. Trata-se de um novo instrumento estatístico cujo desenho, baseado num conjunto de conceitos, definições, classificações e tábuas, permite orientar os países sobre a elaboração do seu próprio Sistema de Estatísticas Turísticas (SET).
  • 11.  Existem outros observatórios, nos níveis locais, municipais e regionais, que preferem modelos de medição distintos, detalhando os critérios que, a seu ver, devem ser incluídos nesta missão. Entretanto, pode-se afirmar que a existência de numerosos critérios, e a utilização não unânime dos mesmos, aumenta a dificuldade para realizar uma análise padronizada e para poder aceder a um sistema de interpretação único.
  • 12.  O problema aparece quando o que se pretende é medir dois aspectos bem diferenciados: - O impacto socioeconómico do turismo no desenvolvimento local de um território. - Os aspectos qualitativos do turismo.  Muitos países, na hora de avaliar o impacto qualitativo da actividade turística, no âmbito do desenvolvimento local do seu território, enfrentam o problema de carecer de base econométrica para o poder realizar.
  • 13.  Geralmente, não se medem aspectos tão significativos como o grau de satisfação do cliente, com uma avaliação de todas as actividades que, directa ou indirectamente, estão relacionadas à actividade turística. Não obstante, elas são de extraordinária importância para detectar e corrigir os possíveis desvios que estejam ocorrendo na aplicação das políticas turísticas.  De acordo com os especialistas, uma infra-estrutura científica de medição, a nível territorial ou local do sector, deve poder medir os factores tangíveis e os intangíveis, e identificar as variáveis que incidam directamente no êxito das políticas turísticas, bem como os efeitos induzidos da actividade. Em outras palavras, deve-se tender a construir modelos de medição quantitativos para medir o qualitativo.
  • 14.  Esta é uma premissa essencial que deve estar presente desde a concepção até à implementação de um projecto turístico. É, portanto, relevante, realçar a importância do planeamento estratégico em turismo.
  • 15. Planeamento Estratégico em Turismo  Do ponto de vista do território, tanto naqueles lugares onde há um tecido empresarial turístico consolidado, como em outros onde este ainda não existe, o planeamento estratégico é imprescindível, porque através dele será possível observar os aspectos territoriais, socioeconómicos, culturais e populacionais necessários, para desenhar, prever e executar os objectivos que se pretendem alcançar, bem como ter em mente os factores de risco que são inerentes à actividade.  Através de um plano estratégico pretende-se conseguir, em última instância, um contexto territorial definido que saiba aproveitar as suas oportunidades, neutralize as ameaças que se apresentem no ambiente externo, utilizando os seus pontos fortes e eliminando e/ou superando as debilidades internas.
  • 16. Do ponto de vista dos actores, é necessário estabelecer novas dinâmicas de planeamento e coordenação entre os sectores público e privado. O diálogo deverá ser fluido entre os diversos agentes envolvidos na actividade turística e deve ser estabelecido desde o início, como base para alcançar acordos sobre o planeamento.  Os canais de cooperação entre os poderes locais e suas diversas áreas facilitarão a criação de um processo participativo na tomada de decisões sobre as questões que possam afectar, directa ou indirectamente, o turismo, o que equivale a criar uma coordenação interinstitucional.
  • 17.  É importante considerar o que significa o planeamento estratégico em turismo.  Planeamento estratégico em turismo é sinónimo de visão integral, é ir além da simples promoção. Maximizar os recursos disponíveis, arbitrando mecanismos para que cada actor que faça parte da cadeia de valor assuma as directrizes do enfoque integral para a criação, a promoção e comercialização do produto.
  • 18. O diagnóstico prévio  O diagnóstico é o primeiro passo para estabelecer uma boa política de planeamento.  Para conhecer a realidade socioeconómica de um território é essencial realizar um bom diagnóstico prévio. O diagnóstico requer a recompilação e análise de uma série de dados que ajudarão a conhecer mais e melhor a situação real, o estado das coisas e, consequentemente, contribuirá para prever e dar soluções aos problemas discutidos.  Um diagnóstico prévio na área de turismo significa analisar a situação socioeconómica do território, antes de começar a desenhar políticas estratégicas da actividade turística.
  • 19.  Existem diversos métodos para realizar o diagnóstico. Talvez o mais amplamente conhecido por sua eficácia é a análise DAFO - DEFICIÊNCIAS, AMEAÇAS, VANTAGENS E OPORTUNIDADES ou em inglês SWOT - Strenghts, Weaknesses, Opportunities and Threats, que pode ser um bom ponto de partida para analisar o território num primeiro momento e, posteriormente, analisar o destino turístico. Ou seja, observando as Fraquezas, Ameaças, Forças e Oportunidades, no passado, presente e no futuro, e nos níveis externo e interno.
  • 20. SWOT  Strengths, weaknesses, opportunities and threats.  Pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças. - Obriga a focar nas questões-chave. -Uma vez identificadas, integram-se em objectivos comerciais, de gestão (por exemplo: de gestão turística).
  • 21. Turismo e lazer em Portugal  Procura vs. Oferta : a procura aumentou significativamente mais do que a oferta na última década,  Em relação à procura regional, a procura é mais forte em algumas regiões chave (Algarve, Lisboa e Ilha da Madeira);  Existe sazonalidade da procura, que é significativamente maior no Verão. A região de Lisboa é a que demonstra menor sazonalidade, mantendo uma média menos díspar de visitas ao longo do ano.
  • 22. Análise Swot do sector do Turismo Português Pontos Fortes Bom clima; Boa relação preço/qualidade; Paisagens atractivas; Praias bonitas e limpas (um número elevado de bandeiras azuis da União Europeia); Património histórico e cultural; Reconhecido como destino internacional seguro; Reconhecido como um dos mais importantes destinos de golfe do mundo (sobretudo a região do Algarve); Regulamentação do turismo de natureza e actividades de empresas de animação turísticas (legislação pioneira na Europa).
  • 23. Análise Swot do sector do Turismo Português  Pontos Fracos Infra-estruturas insuficientes em várias regiões-chave do país; Grande dependência de quatro grandes mercados emissores(Espanha, Inglaterra, Alemanha e França); Poucos esforços de manutenção e melhoria da oferta nacional; Pequena utilização de novas tecnologias; Alojamento fortemente dependente de um pequeno número de operadores turísticos europeus; Inexistência de um evento, monumento, especificidade cultural ou MARCA – âncora, para a imagem do País.
  • 24.  Pontos Fracos(cont.) Insuficientes voos regulares para o Porto e o Algarve; Sistema de classificação da oferta turística não baseada na qualidade; Iniciativas de promoção limitadas; Falta de recursos humanos qualificados – sobretudo na época alta – e reduzido profissionalismo; Forte sazonalidade; Maior nível de desenvolvimento nos grandes centros; Falta de actividades de entretenimento cultural, sobretudo na época baixa; Vários operadores independentes, de reduzida dimensão e não organizados;
  • 25. Análise Swot do sector do Turismo Português  Ameaças Contínua percepção do País enquanto mero destino de sol e praia; A sobrepromoção do Algarve reduz a atenção sobre outras regiões que oferecem uma boa relação preço/qualidade; Poucos projectos novos adaptados às tendências mundiais da procura; Crescente concorrência ao nível global e regional; Insuficiente acompanhamento daquilo que se passa a nível mundial em termos de gestão e qualidade hoteleira, sobretudo no que respeita a competências financeiras e tecnológicas; Forte pressão ambiental em algumas áreas do nosso país.
  • 26. Análise Swot do sector do Turismo Português  Oportunidades Desenvolvimento de uma nova oferta de produtos turísticos de vanguarda; Atracção de operadores internacionais que possam contribuir para melhorar a qualidade da oferta; Introdução de políticas/iniciativas com vista a aumentar a repetição de visitas; Diversificação de produtos turísticos ( ex: turismo rural, de saúde, “escapadas”internas; Introdução de tecnologias de ponta. Aproveitamento das potencialidades oferecidas por recursos turísticos ainda não devidamente promovidos e dotados das devidas infra-estruturas, tais como as aldeias preservadas, as casas senhoriais, as estâncias termais; Promoção dos segmentos de turismo religioso, de saúde, rural, de natureza, e uma forte aposta no turismo sénior, de negócios e de golfe; Maior cooperação entre entidades públicas e privadas; Uso de novos instrumentos financeiros para apoiar o investimento.
  • 27. Plano de Desenvolvimento Turístico do Vale do Douro  Principais recursos e produtos turísticos Paisagem Rio Segurança, Tranquilidade e Bem-Estar Vinho Património da Humanidade História & Património Arquitectónico Natureza
  • 28.  Um rio navegável, com fortes atractivos paisagísticos; Rios afluentes com paisagens e atractivos consideráveis; Paisagens naturais e talhadas pelo homem; Segurança, silêncio, ambiente despoluído, clima ameno, gastronomia rica;  Região preservada pela vocação rural e oferecendo redutos em estado selvagem; Elevado e diversificado Património histórico-cultural de reconhecida importância; Alto Douro Vinhateiro e Arte Rupestre do Vale do Côa e proximidade a outros locais com mesma classificação – Centro Histórico do Porto;  Região do Vinho do Porto, dos Vinhos do Douro, dos Espumantes naturais e das tradições associadas.
  • 29.  Decorrente dos recursos turísticos existentes na Região, poder-se- ão identificar os seguintes produtos turísticos prioritários: - Turismo histórico-cultural – Touring - Turismo de Natureza - Gastronomia & Vinhos – Enoturismo  Os produtos turísticos anteriormente identificados correspondem ao estabelecido na Agenda Regional de Turismo e no Plano Estratégico Nacional de Turismo (PENT).
  • 30. ANÁLISE SWOT  Pontos fortes Paisagem única – Património Mundial; 1ª Região vitícola demarcada e regulamentada do mundo (que produz vinhos de reconhecimento internacional – por ex. Vinho do Porto); Vasto e rico Património Histórico-cultural e arqueológico, conferido no estatuto de Património Mundial do Alto Douro Vinhateiro e das Gravuras de Foz-Côa, em cidades e vilas patrimoniais e na forte densidade que se verifica por toda a região de património classificado - monumentos religiosos e museus, que vêm confirmar uma forte identidade regional; Património Natural e Paisagístico, expresso na sua qualidade e diversidade de recursos naturais, designadamente nos Planaltos Montanhosos e no Douro (Exemplos: Parque Natural do Douro Internacional e Parque do Alvão); Rio navegável (Rio Douro) Oferta turística diversificada (Turismo rural, Vinhos e Gastronomia, Cruzeiros, Cultura, Comboios históricos, etc.)
  • 31.  Pontos fracos População envelhecida e desertificação; Baixos níveis de escolaridade; Acessibilidades inter e intra-regionais ainda em estado pouco satisfatório; Má, quando não ausência, de sinalização turística específica; Incapacidade de fixação de visitantes (reflectida nas baixas taxas de ocupação e permanência média); Insuficiente capacidade de alojamento de qualidade; Déficit de imagem e de notoriedade nos mercados internacionais; Dificuldades de articulação e coordenação entre os vários agentes; Falta de recursos humanos qualificados no sector, tendo implicações a vários níveis, designadamente, na engenharia e concepção do produto turístico, prestação de serviços de informação turística, hotelaria e restauração;
  • 32.  Oportunidades Mercado turístico revela novos padrões de consumo e motivações, privilegiando destinos que ofereçam experiências diversificadas e com elevado grau de autenticidade e qualidade ambiental (Cultura, Património, Natureza, Gastronomia, Desporto...); Compromisso político e mobilização institucional para o desenvolvimento da Região (Estrutura de Missão para a Região Demarcada do Douro) Investimentos turísticos privados em curso QREN 2007-2013 PDTVD 2007-2103 Aeroporto Francisco Sá Carneiro ampliado e modernizado (novas rotas, novos mercados e novos segmentos) Processo de reorganização dos actores institucionais, designadamente, no que respeita à revisão da Lei Quadro das Regiões de Turismo, aumentando as possibilidades de intervenção em rede;
  • 33. Ameaças Perda de competitividade relativamente a destinos/ regiões concorrenciais, com a mesma tipologia de oferta, podendo resultar num decréscimo na quota de mercado da Região Envelhecimento populacional e contínuo processo de desertificação Persistência dos principais problemas de condicionamento, nomeadamente, ao nível de infra-estruturas (acessibilidades), de ordenamento paisagístico e de qualidade ambiental, traduzidas em algumas disfunções ambientais ao longo do Vale do Douro Perda de oportunidades na atracção de promotores e de investimento a favor de outras regiões (resultante de um “lento” e complexo processo de aprovação de projectos) A necessidade da actuação em rede e de escala, não é compatível com fraqueza da concertação estratégica regional e com a pulverização de actuações.