Biossegurança e ergonomia

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Biossegurança em odontologia

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  • As imunizações reduzem os riscos de infecções. Protegem não apenas os profissionais e sua equipe, mas também seus pacientes e familiares.
  • Biossegurança e ergonomia

    1. 1. Biossegurança “ Conjunto de ações voltadas para a prevenção ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, riscos que podem comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos.” ( Oswaldo Cruz et al.,1996)
    2. 2. Biossegurança “ Biossegurança em odontologia é um conjunto de procedimentos adaptados no consultório com objetivo de dar proteção e segurança ao paciente , ao profissional e à sua equipe. ” ( Lima & Ito, 1992)
    3. 3. Infecção Cruzada • Transmissão de agentes infecciosos entre pacientes e a equipe odontológica dentro da clínica; • Fontes de micoorganismos: Sangue, saliva e ar; • Principais doenças: Hepatite B e C, herpes simples, Aids, gripe e TB.
    4. 4. Vias de Infecção Paciente Profissional Paciente Paciente Instrumental Paciente Paciente Diversas vias Profissional Contaminção do pessoal auxiliar
    5. 5. Medidas de controle da infecção Anamnese Imunização EPI
    6. 6. Medidas de controle da infecção Imunização -BCG(TB) -Tríplice Viral ( Sarampo, Caxumba e Rubéola) -Dupla bacteriana (difteria e tétano) -Hepatite B -Influenza EPI -Luvas -Gorro -Máscaras -Óculos de proteção -Jaleco -Calçado fechado
    7. 7. Medidas de controle da infecção Lavagem das mãos Friccionar a palma, o dorso, as laterais e as regiões interdigitais
    8. 8. Medidas de controle da infecção Lavagem das mãos
    9. 9. Medidas de controle da infecção Cuidados pessoais -Manter perfeita higiene pessoal -Unhas limpas e curtas -Cabelos cortados -Barba feita -Fazer a antissepsia das mãos (Clorexida, álcool 70)
    10. 10. Medidas de controle da infecção Proteção de Superfícies
    11. 11. Medidas de controle da infecção Proteção do paciente Antissepsia da cavidade oral
    12. 12. Esterilização • Destruição ou remoção de todas as formas de vida microbiana (inclusive esporos); • Material limpo; • Todos materiais na badeja tornam-se contaminados; • Autoclave ou estufa.
    13. 13. Desinfecção • Processo de remoção ou destruição da maioria, mas não todos, os organismos; • Tipos: fenóis, álcoois, compostos clorados, compostos quaternários de amônia; • Hipoclorito a 1%  30minutos • Glutaraldeído  30min (desinfecta); 10hs (esteriliza);
    14. 14. Descontaminação • Antecede a limpeza; • Finalidade de reduzir o número de M.O; • Torna o manuseio mais seguro; • Soluções químicas: Sabão enzimático, glutaraldeído, ácido peracérico; • Deixar o instrumento contaminado na solução por 10 minutos.
    15. 15. Artigos críticos Penetram nos tecidos subepiteliais, no sistema vascular e em outros órgãos isentos de flora micrrobiana própria. Exemplo: Cureta, sonda, fórceps, material cirúrgico. Devem ser esterilizados quando possível, mas podem ser desinfectados
    16. 16. Artigos Semi-críticos São aqueles que entram em contato com mucosa íntegra. Exemplo: Espelhos, espátulas, afastadores, posicionadores. Devem ser esterilizados
    17. 17. Artigos não-críticos São aqueles que entram em contato com a pele íntegra, ou que não entram em contato direto com o paciente. Exemplo: Bancada, refletor, mocho. Devem ser desinfectados
    18. 18. Lixo Saco plástico branco leitoso Embalagem original ou específica Container isolado
    19. 19. Lixo Saco plástico azul ou preto.
    20. 20. Ergonomia • Origem grega: ergon (trabalho) e nomos (leis); “ Estudo da adaptação do trabalho às características fisiológicas e psicológicas do ser humano.” ( ABERGO)
    21. 21. Ergonomia Objetivos -Adequar o trabalho às condições naturais do homem; -Aumentar a eficiência do trabalhador ao longo do tempo; -Prevenir acidentes e doenças profissionais; -Reduzir a fadiga, o desconforto físico e mental do trabalhador.
    22. 22. Equipamentos Cadeira -Pedal motorizado; -Apoio para corpo, cabeça e braços; -Permite que a boca do paciente fique ao nível do cotovelo; -Estofado com material lavável.
    23. 23. Equipamentos Cadeira
    24. 24. Equipamentos Mocho -Boa estabilidade; -Permitir deslocamento acionado com os pés; -Estofado; -Encosto regulável; -Facilite movimento; -Possibilite rotação.
    25. 25. Equipamentos Equipo -Flexibilidade para ser usado por destros e canhotos; -Material leve; -Mangueira com comprimento adequado; -Canetas com formato ergonômico.
    26. 26. Trabalho em Equipe Trabalho sem troca de instrumental Trabalho com troca de instrumental Trabalho com delegação de tarefas Auxiliar não executa tarefa junto ao paciente. Auxiliar entrega todo material. TSBs são também responsáveis por algumas tarefas junto ao paciente.
    27. 27. Posições de trabalho
    28. 28. Posições de trabalho
    29. 29. Posições de trabalho -A posição de 9 horas é indicada para adotar visão direta; -Posição entre 10 e 12 horas para visão indireta; -Auxiliar ocupa a posição entre 1 e 3 horas.
    30. 30. Posições de trabalho CD destro CD canhoto
    31. 31. “ Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende.” Leonardo da Vinci

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