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Escola de Enfermagem Catarina de Siena
Curso: Técnico em Saúde Bucal –TSB
Introdução ao Estudo dos
Materiais Odontológicos
Disciplina:Material Odontológico
Carga Horária: 60 Hrs
Definição: Materiais
• Os materiais são substâncias geralmente sólidas com propriedades
que as tornam utilizáveis em produtos e dispositivos desenvolvidos
pelo homem para preencher suas necessidades físicas, sociais,
estéticas, de segurança, etc;
• São tradicionalmente classificados em: metálicos, cerâmicos,
poliméricos e conjugados (compósitos).
A Ciência dos Materiais Dentários
• A ciência dos materiais dentários envolve o estudo da composição e
propriedade dos materiais e a forma que eles interagem com o
ambiente no qual são colocados.
Histórico dos Materiais Odontológicos
• Coroas de ouro e ferro eram usadas por fenícios (2.500 a.C.) e os
Etrusos (800 a.C.);
• A odontologia moderna começou em 1728, quando Fauchard, o pai
da odontologia, publicou um tratado descrevendo vários tipos de
restaurações dentárias, inclusive um método para construção de
dentaduras artificiais em marfim;
• Em 1895, Black introduziu a odontologia restauradora. Ele
descreveu a classificação das cavidades a serem restauradas, usadas
até hoje.
Os Materiais são Seguros?
• Nenhum dispositivo odontológico, incluindo os materiais
restauradores, é absolutamente seguro. A segurança é relativa, e a
seleção e o emprego dos dispositivos ou materiais odontológicos são
baseados na pressuposição de que os benefícios superem os riscos
biológicos conhecidos.
ADA (Associação Dental Americana)
• A ADA (Associação Dental Americana) foi estabelecido em 1859 e
tem mais de 152.000 membros. É a maior e a mais velha associação
dental do mundo e promove a saúde bucal ao público ao
representar a profissão dental;
• O ADA estabeleceu diretrizes rigorosas para teste e anuncio de
produtos odontológicos e o primeiro selo do ADA de aceitação foi
concedido em 1931. Hoje, mais de 1300 produtos receberam o selo
da aceitação.
Propriedades dos Materiais
• Propriedades Mecânicas;
• Propriedades Físicas;
• Propriedades Biológicas.
Propriedades Mecânicas
• As propriedades mecânicas dos materiais definem o
comportamento do material (resposta) quando sujeito a cargas
externas, sua capacidade de resistir ou transmitir esses esforços sem
se fraturar ou deformar de forma incontrolada;
• As propriedades mecânicas são dividas em: tensão, deformação,
resiliência, resistência e dureza.
Tensão
• É a força por unidade de área atuando em milhões de átomos em
um dado plano de material.
Deformação
• Pode ser plástica ou elástica. A elástica é reversível, enquanto a
plástica é permanente.
Resiliência
• É um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade
encontrada em alguns materiais; capacidade de acumular energias
quando exigidos, ou quando submetidos a estresse sem ocorrer
ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação
residual causada pelo estímulo recebido no material.
Resistência
• Na engenharia dos materiais, a resistência dos materiais significa a
capacidade do material resistir a uma força a ele aplicada.
Dureza
• Na ciência dos materiais, dureza é a propriedade característica de
um material sólido, que expressa sua resistência a deformações
permanentes e está diretamente relacionada com a força de ligação
dos átomos.
Propriedades Físicas
• As propriedades físicas são características dos materiais.
Apercebemo-nos delas pela análise do comportamento dos
materiais na presença de determinados fenômenos físicos. As
propriedades físicas podem ser determinadas, sem que existam
alterações na constituição dos materiais analisados.
• Essas propriedades podem ser classificadas em: elasticidade,
viscosidade, cor e propriedades térmicas.
Elasticidade
• Vimos que todo material quando submetido a solicitações externas
deforma-se, o comportamento elástico de um material é a
capacidade que o mesmo tem em retornar sua forma e dimensões
originais quando retirado os esforços externos sobre ele.
Viscosidade
• É a medida da consistência de um fluído e sua incapacidade de
escoamento.
VISCOSIDADE = ESCOAMENTO
TEMPERATURA = VISCOSIDADE
Cor
• A cor de um material é determinada pelas médias de frequência dos
pacotes de onda que as suas moléculas constituintes refletem. Um
objeto terá determinada cor se não absorver justamente os raios
correspondentes à frequência daquela cor.
Propriedades Térmicas
• Interações das vibrações das grades espaciais e pela movimentação
de elétrons e suas interações com os átomos;
• Condutibilidade Térmica: a transmissão de calor ocorre através de
substâncias sólidas ocorre por condução;.
Coeficiente de Expansão Térmica
• Uma restauração dental pode se expandir ou se contrair mais que o
dente durante a alteração de temperatura, com isso, poderá sofrer
infiltração ou se desadaptar do dente.
Propriedades Biológicas
• Não devem ser prejudiciais à polpa nem aos tecidos moles;
• Não devem conter substâncias tóxicas que possam ser liberadas e
absorvidas pelo sistema circulatório causando reação sistêmica;
• Devem ser livres de agentes que possam causar reações alérgicas;
• Não devem ter potencial carcinogênico.
Escola de Enfermagem Catarina de Siena
Curso: Técnico em Saúde Bucal –TSB
Materiais e Instrumentais
Utilizados na Prevenção das
Doenças Bucais
Disciplina:Material Odontológico
Carga Horária: 60 Hrs
Introdução
• É de suma importância saber identificar os instrumentais e os
materiais de consumo que são necessários em cada procedimento
clínico. Desta forma, pode-se desenvolver um trabalho rápido e
eficiente;
• No caso do TSB, o conhecimento dos instrumentais/materiais se
torna ainda mais importante, pois o cirurgião-dentista encontra-se
com paciente na cadeira odontológica, impossibilitado de procurar
algo, e é responsabilidade do técnico, identificar e entregar o
material/instrumental ao mesmo.
Procedimentos Preventivos
• Quando se fala em materiais e instrumentais utilizados na
prevenção, são os contidos nesses procedimentos:
oExame Clínico;
oOrientação de Higiene Oral (OHO) e Dieta;
oEvidenciação de Placa Bacteriana;
oProfilaxia Profissional;
oAplicação Tópica de Flúor (ATF);
oAplicação de Selante de Fóssulas e Fissuras;
oRaspagem e Alisamento Corono-Radicular (RACR).
Exame Clínico - Materiais
• Espelho Bucal;
• Sonda Exploradora;
• Pinça para Algodão;
• Gaze ou Algodão.
Orientação de Higiene Oral (OHO) e Dieta
• Apenas tratar os problemas orais do paciente, não vai deixar o
paciente livre de desenvolver novamente problemas odontológicos,
uma boa orientação a respeito da higiene e dieta é fundamental,
para mudar hábitos e vícios.
Evidenciação de Placa Bacteriana (Biofilme)
• Exame Clínico;
• Espelho Comum;
• Solução ou Pastilha Evidenciadora.
Profilaxia Profissional
• Escola de Robinson e Taça de Borracha;
• Pasta Profilática ou Pedra-Pomes;
• Micromotor com Contra-Ângulo.
Aplicação Tópica de Flúor
• Exame Clínico;
• Material para Profilaxia;
• Algodão em Rolete;
• Sugador Descartável;
• Fluór (Gel/Verniz);
• Pote Dappen;
• Moldeiras (Opcional);
• Bolinhas de Algodão.
Aplicação de Selante de Fóssulas e Fissuras
• Exame Clínico;
• Material para Profilaxia;
• Sugador Descartável;
• Material para Isolamento Absoluto.
Raspagem e Alisamento Corono-Radicular (RACR)
• Exame Clínico;
• Material para Profilaxia;
• Material para ATF;
• Curetas;
• Foices;
• Gengivótomos;
• Sonda Milimetrada.
Pedra Pomes
• Apresentação: em forma de pó acondicionado dentro de um frasco
plástico;
• Preparo: misturar o pó à água e mexer com uma espátula de
plástico ou de metal até ficar com uma consistência cremosa.
Realizar essa mistura em um pode dappen;
• Utilização: utilizada para profilaxia dentária e polimento de
restaurações de amálgama de prata através de escovas de Robinson
e taças de borracha, adaptadas ao contra ângulo e este ao
micromotor.
Evidenciador de Placa Bacteriana (Biofilme)
• Apresentação: em solução ou pastilhas;
• Modo de uso: o evidenciador em forma de solução, é colocado em um
copo de cafezinho descartado e dado ao paciente para bochechar por um
minuto, ou o próprio dentista aplica através de um chumaço de algodão
preso a uma pinça clínica;
• Quando em pastilha: a mesma deve ser dada ao paciente para o mesmo
mastigar até que ela vire um líquido e bochechar e bochechar esse
líquido por um minuto. Após um minuto, o profissional deve proceder a
lavagem da boca do paciente para posterior observação do índice de
placa bacteriana.
Pasta Profilática
• Apresentação: semelhante a um tubo de creme dental. Já vem
pronta para o uso;
• Modo de uso: deve ser colocada em um pote dappen e utilizada
para realização de profilaxias através de escovas de Robinson e
taças de borracha acopladas no conjunto micromotor e contra
ângulo.
Flúor
• O uso do flúor odontológico é imprescindível como meio complementar
para o êxito no controle da cárie dental;
• O flúor é um importante aliado da Odontologia no controle e tratamento
da doença cárie em seus estágios iniciais;
• O primeiro conceito importante é: o mecanismo de ação do íon flúor é
sempre o mesmo, independente do meio de utilização. Água fluoretada,
dentifrícios, bochechos, produtos para aplicação profissional, materiais
odontológicos que liberam fluoreto, todos agem da mesma forma:
fornecem íons flúor para a cavidade bucal.
Flúor
• Formas de aplicação:
oGel (diferentes concetrações: 1,23% e neutro);
oSolução (0,05% e 0,2%);
oVerniz;
oDentifrícios (Creme Dental).
Flúor
• Flúor em Gel: forma de usar;
• Pode ser aplicado com moldeiras;
• Pode ser aplicado com algodão.
Concentração do Flúor e Tempo de Aplicação
• Flúor gel à 1,23%: um minuto (uma única aplicação-flúor acidulado);
• Flúor gel à 2%: quatro minutos (série de quatro aplicações-flúor
neutro).
Flúor em Forma de Solução
• Copos descartáveis;
• Potes dappen;
• Coloca-se o flúor no copo de cafezinho descartável, quando vai fazer
um bochecho com essa solução. Quando o mesmo vai ser aplicado
topicamente pelo profissional, ele pode ser colocado no pote
dappen para ser aplicado através de uma bolinha de algodão presa
a uma pinça clínica, nesse último caso, o paciente precisa estar com
isolamento relativo através de rolinhos de algodão e fazer uso do
sugador.
Flúor em Forma de Verniz
• Coloca-se o verniz no pote dappen para que o profissional o aplique
com um pincel ou uma bolinha de algodão presa na pinça clínica.
Neste caso, se faz necessário também, os rolinhos de algodão para
isolamento, além do uso do sugador.
Flúor em Verniz
• O flúor também pode ser aplicado sob os dentes na forma de verniz. Essa
forma de aplicação é mais recomendada para pacientes muito jovens que
não toleram o uso de moldeiras;
• O verniz fluoretado é um fluoreto tópico concentrado, normalmente
contendo 5% de fluoreto de sódio (NaF) em uma base sintética ou de
resina. O verniz, quando aplicado sobre os dentes, fornece uma dose
altamente concentrada de fluoreto e mantém um contato prolongado
para inibir a cárie;
• Para pacientes ou comunidades com altos índices de cárie, a Organização
Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma aplicação de verniz NaF a 5%
de 2-4 vezes por ano para as crianças.
Selantes de Fóssulas e Fissuras
• Os selantes são materiais com base de resina ou cimentos de
ionômero de vidro aplicados à superfície oclusal (de mordida) do
dente, cobrindo as fóssulas e fissuras que são suscetíveis à cárie;
• Os selantes são indicados para crianças e adultos que estejam em
risco moderado ou alto de desenvolver cárie dentária ou tenham
cárie incipiente nas fóssulas e fissuras.
Selantes de Fóssulas e Fissuras
• Formas de polimerização (Presa):
oAuto Polimerizáveis: selante toma presa (“endurece”) sozinho;
oFoto Polimerizáveis: selante toma presa (“endurece”) com a luz.
Selantes de Fóssulas e Fissuras
• Formas de Apresentação Clínica:
oIncolor;
oBranco Leitoso;
oAzul;
oRosa.
Selantes: forma de manipulação
• Autopolimerizáveis: se apresenta em dois frascos, onde um é o
catalizador e o outro a base. Pinga-se uma gota do catalisador e
uma gota da base e mistura-se bem em um recipiente plástico
próprio. O profissional deve usar rapidamente, pois se demorar
muito, o mesmo pode tomar presa antes de ser usado, que acontece
através de uma reação química.
Selantes: forma de manipulação
• Fotopolimerizável: vem em um só recipientes. Pinga-se uma gota
em um recipiente plástico próprio e o profissional aplica com o
auxílio de um pincel na superfície oclusal dos dentes. Logo após,
coloca-se a ponta do fotopolimerizador sobre o dente que foi
selado, ligando-o por cerca de 30 segundos. A reação que ocorre é
fotoativadora.
• Sempre que for realizada a aplicação de selante, faz-se necessário o
isolamento relativo através de rolinhos de algodão e sugador.
Sugador Descartável
• Usado em quase todos os procedimento de prevenção para sugar a
saliva dos pacientes e aumentar a eficiência do trabalho;
• É uma forma de canudo de plástico por fora e com uma haste de
alumínio por dentro, que possibilita a sua curvatura. Na ponta
existem orifícios que são responsáveis pela passagem da saliva
sugada.
Gaze
• Utilizada para realização do exame clínico, na limpeza da ponta da
sonda exploradora, quando necessário e para os procedimentos de
raspagem coronorradicular, por isso, não deve faltar na arrumação da
bandeja.
Algodão em Rolete
• Usado principalmente, quando da necessidade de realizar
isolamento relativo do campo operatório. Seja na confecção de uma
restauração, aplicação tópica de flúor, aplicação de selantes, dentre
outras situações.
Escola de Enfermagem Catarina de Siena
Curso: Técnico em Saúde Bucal –TSB
Proteção do Complexo
Dentina-Polpa
Disciplina:Material Odontológico
Carga Horária: 60 Hrs
Funções do Complexo Dentina-Polpa
• Produção de dentina;
• Nutrição;
• Resposta dolorosa aos agentes agressores;
• Defesa.
Complexo Dentina-Polpa
Esmalte/Dentina
• O conjunto esmalte/dentina é a estrutura responsável pela proteção
biológica da polpa;
• Ao mesmo tempo esses tecidos se protegem mutualmente;
• O esmalte é um tecido duro (98% de mineral), resistente ao
desgaste, impermeável e bom isolante elétrico.
Esmalte/Dentina
• O esmalte protege a dentina que é permeável, pouco resistente ao
desgaste e boa condutora de eletricidade;
• A dentina, graças a sua resiliência, protege o esmalte que pela sua
dureza e alto grau de mineralização, é extremamente friável.
Tecido Pulpar
• A polpa dentária é um tecido conjuntivo altamente diferenciado,
ricamente inervado, vascularizado e, consequentemente,
responsável pela vitalidade do dente;
• As características da polpa dentária são produzir dentina e alertar,
por meio da dor, qualquer injúria ao elemento dentário.
Tecido Pulpar
• A polpa proporciona nutrição à dentina através dos prolongamentos
odontoblásticos;
• Quando a polpa é sujeita á injúria ou irritações mecânicas, térmicas,
químicas ou bacterianas, desencadeia uma reação efetiva de defesa;
• Essa reação defensiva é caracterizada pela formação de dentina
reparadora (injúria menor), ou por uma reação inflamatória (injúria
maior).
Fatores Responsáveis pelas Alterações Pulpares
• Mecânicos;.
• Químicos;
• Físicos;
• Biológicos;
• Fisiológicos.
Mecânicos
Químicos
Físicos
Biológicos
• Bacterianos: toxinas e enzimas associadas a cárie dental.
Fisiológicos
Alterações na cavidade pulpar:
• Deposição de dentina secundária;
• Diminuição do número de células;
• Volume da câmara pulpar diminuído.
Quem causa mais danos ao Complexo Dentina-
Polpa
• Cárie Dentária
• Materiais Restauradores;
• Preparo Cavitário.
Tecido Pulpar
• Sempre que um dente tenha necessidade de ser restaurado é
necessário que a vitalidade pulpar seja preservada por meio de uma
adequada proteção;
• As proteções do complexo dentina-polpa consistem na aplicação de
agentes protetores.
Proteção do Complexo Dentina-Polpa
A permeabilidade dentinária varia, de acordo com:
• Idade do dente/paciente;
• Grau de mineralização do túbulos;
• Modificações teciduais da dentina;
• Localização na dentina;
• Razão entre os túbulos e a dentina intertubular;
• Presença de qualquer substância capaz de alterar a condutibilidade
de fluídos através dos túbulos.
Proteção do Complexo Dentina-Polpa
Existem técnicas distintas que podem ser utilizadas na proteção do
complexo dentina-polpa, são elas:
• Proteções Diretas: com exposição pulpar, ;
• Proteção Indiretas: sem exposição pulpar.
Benefícios da Proteção Indireta
• Aplicação de agentes seladores, forradores e/ou bases protetoras
nas paredes cavitárias.
• Minimizar irritações já instaladas ou que venham a se instalar;
• Manter a vitalidade pulpar;
• Inibir o processo carioso;
• Reduzir a microinfiltração;
• Estimular a formação de dentina esclerótica e/ou reacional.
Indicações da Proteção Indireta
• Polpa dental normal ou em condições reversíveis;
• Proteção de dentina remanescente – evitar a manutenção da
inflamação da polpa dental.
Benefícios da Proteção Direta
• Aplicação de um agente protetor diretamente sobre o tecido pulpar
exposto.
• Promover o restabelecimento da polpa;
• Estimular o desenvolvimento de nova dentina;
• Proteger a polpa de irritações adicionais posteriores.
Indicações da Proteção Direta
• Exposição pulpar acidental (decorrente de um preparo cavitário);
• Polpa em condições próximas da normalidade.
Requisitos do Materiais Protetores
• Estimular formação de uma barreira dentinária nas proteções diretas;
• Estimular a produção de vedação tubular da dentina;
• Baixa condutibilidade térmica e elétrica: isolante em restaurações
metálicas;
• Resistência a compressão: suportar forças de condensação e
mastigatórias;
• Compatibilidade com o material restaurador;
• Biocompatibilidade: não ser agressivo ao complexo dentina-polpa;
• Ser bactericida e bacteriostático;
• Ter adesão à estrutura dentária;
• Produzir analgesia.
Agentes Protetores Utilizados
• Vernizes Cavitários;
• Hidróxido de Cálcio;
• Cimentos Dentários;
• Adesivos Dentinários.
Vernizes Cavitários
• Os vernizes cavitários consistem de uma película de certa
viscosidade que se coagula nas paredes da cavidade, pela
evaporação do solvente, sob a forma de uma membrana sólida, de
permeabilidade variável;
• São compostos à base de resina dissolvida em clorofórmio, éter ou
acetona;
• O solvente evapora-se rapidamente, deixando uma película
forradora que veda com eficiência a superfície dentinária.
Razões para o Uso dos Vernizes
• A capacidade em selar os canalículos dentinários, reduzindo
extremamente, embora não impedindo total a penetração dos
ácidos ou outros agentes deletérios;
• Como agente auxiliar no vedamento cavitário, para evitar a
infiltração da saliva e detritos entre a restauração e a cavidade
preparada.
Vernizes Cavitários
Indicações:
• Sob restauração de amálgama;
• Sob bordas de restaurações cimentadas;
• Cavidades rasas.
Características do Vernizes Cavitários
• Película delgada, semi-permeável;
• Solubilidade (camada espessa de verniz);
• Vedamento marginal;
• Selamento dos túbulos;
• Isolante térmico e elétrico (não funciona bem, pois a camada é
muito fina);
• Ação bactericida (não se sabe ao certo);
• Evita manchamento do substrato;
• Efetividade clínica.
Vernizes Cavitários
Técnica de aplicação:
• bem fluída para se obter camadas finas;
• aplica-se com pincel ou bolinhas de algodão;
• espera 20 segundos e aplica mais duas camadas;
• aplicações sucessivas, o solvente se volatiliza e deixa uma camada
presa ao dente.
Vernizes Cavitários
• Os vernizes cavitários são incompatíveis com as resinas compostas,
pois o solvente reage com a mesma, amolecendo-a;
• E também com o ionômero de vidro, pois a película de verniz pode
eliminar a biocompatibilidade e potencial de adesão.
Hidróxido de Cálcio
• O hidróxido de cálcio é um dos materiais mais aceitos atualmente;
• Induz a formação de dentina reparadora, aumentando sua
espessura e proporcionando maior proteção ao tecido pulpar;
• Bastante difundidos e muito utilizado.
Hidróxido de Cálcio - Propriedades
• Baixo custo;
• Alcalinidade – bacteriostático e bactericida;
• Obliterador de túbulos dentinários;
• Estimula a ação de odontoblastos – ponte de dentina e dentina reacional;
• Favorece a reparação – necrose superficial da polpa;
• Barreiras contra estímulos térmicos e elétricos;
• Biocompátível;
• Radiopaco, não adesivo;
• Impede a passagem de agentes químicos;
• Resistente a compressão – que pemite suportar a condensação do
material restaurador.
Hidróxido de Cálcio
• Fatores de sucesso:
oPacientes jovens;
oExposição pequena;
oExposição acidental;
oAusência de saliva.
• Pode ser utilizado nas seguintes formas de apresentação:
oSolução de Hidróxido de Cálcio;
oHidróxido de Cálcio Pró-Análise (P.A.);
oCimento de Hidróxido de Cálcio.
Hidróxido de Cálcio
Solução de Hidróxido de Cálcio
• Solução de hidróxido de cálcio P.A. em água destilada, na
concentração de aproximadamente 0,2%;
• Conhecido também como água de hidróxido de cálcio;
• Atua como hemostático nos casos de exposição pulpar.
Hidróxido de Cálcio Pró-Análise (P.A.)
• Hidróxido de cálcio em pó;
• Utilizado quando ocorre exposição pulpar acidental.
Cimentos de Hidróxido de Cálcio
• Apresenta relativa dureza e resistência mecânica;
• Apresenta-se sob a forma de duas pastas, uma base e outra
catalisadora;
• A pasta base é constituída por dióxido de titânio em glicol salicito,
com um pigmento (pH 8,6);
• A pasta catalisadora é composta de hidróxido de cálcio, óxido de
zinco, em etiltolueno sulfonamida, cujo pH é 11,3.
Cimentos Dentinários
• Os cimentos dentinários possuem as mais diferentes composições e
comportamentos físicos e biológicos;
• Os mais utilizados em forramentos e proteção são: fosfato de zinco,
óxido de zinco e eugenol (OZE) e inômero de vidro (CIV), adesivos
dentinários.
Cimento de Fosfato de Zinco
• Não apresenta adesão a estrutura dentária, no máximo uma
incrustação;
• Altamente solúvel;
• Pode promover irritação pulpar devido ao seu pH ácido, devido a
presença de ácido fosfórico na sua composição;
• Bom isolante termo-elétrico.
Profundidade Real do Preparo Cavitário
• Determinada pela quantidade do tecido removido;
• Medida do ângulo cavossuperficial ao assoalho da cavidade.
Profundidade Biológica
• Determinada pela espessura da dentina remanescente entre o
assoalho da cavidade e a polpa;
• Classificadas em cavidades superficiais, rasas, médias, profundas e
muito profundas;
• Ela que irá determinar qual o tipo de proteção que deverá ser
utilizado.
Cavidades Superficiais
• Cavidades em esmalte ou ultrapassando ligeiramente a junção
amelo-dentinária;
• Não se aplica nenhum tipo de proteção pulpar, apenas o material
restaurador.
Cavidades Rasas
• Cavidades com mais de 2mm de estrutura remanescente entre o
assoalho e a polpa;
• Não se aplica nenhum tipo de proteção pulpar, apenas o material
restaurador.
Cavidades Médias
• Cavidades com mais de 1mm e menos de 2mm de estrutura
remanescente entre o assoalho e a polpa;
• Restaurações em resina composta: adesivo dentinário;
• Restaurações em amálgama de prata: vernizes cavitários.
Cavidades Profundas
• Cavidades com mais de 0,5mm e menos de 1mm de estrutura
remanescente entre o assoalho e a polpa;
• Restaurações em resina composta: CIV + adesivo dentinário;
• Restaurações em amálgama de prata: IRM e verniz cavitário.
Cavidades muito Profundas
• Cavidades com menos de 0,5mm de estrutura remanescente entre o
assoalho e a polpa;
• Restaurações em resina composta: HCa, CIV e adesivo dentinário;
• Restaurações em amálgama de prata: HCa, IRM e verniz cavitario.
Exposições Acidentais
• Cavidades muito profundas onde a polpa é exposta no preparo em
algum ponto;
• Restaurações em resina composta: HCa P.A., CIV e adesivo
dentinário;
• Restaurações em amálgama de prata: HCa P.A., IRM e verniz
cavitário.
Tratamento Expectante
• Proteção indireta que consiste na aplicação de materiais com
propriedades de estimular a formação de dentina reacional;
• A dentina necrótica e infectada devem ser removidas, preservando
a dentina afetada;
• Cimento de HCa e CIV;
• Evitar o uso de materiais que contenham eugenol, por seu poder de
irritação da polpa.
Tratamento Expectante
• O tratamento restaurador definitivo deverá ser realizado entre 45 e
120 dias após o tratamento expectante;
• Remover o cimento temporário e a dentina que não foi
remineraliada;
• Proceder como uma cavidade muito profunda.
Proteção X Base
• Proteção ou forramento: obliteração dos túbulos dentinários e
isolamento termo-químico-elétrico do complexo dentinho-pulpar.
oFinas camadas.
• Base: “dentina artificial” em cavidades profundas.
oCamadas mais espessas.

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Materiais odontologicos

  • 1. Escola de Enfermagem Catarina de Siena Curso: Técnico em Saúde Bucal –TSB Introdução ao Estudo dos Materiais Odontológicos Disciplina:Material Odontológico Carga Horária: 60 Hrs
  • 2. Definição: Materiais • Os materiais são substâncias geralmente sólidas com propriedades que as tornam utilizáveis em produtos e dispositivos desenvolvidos pelo homem para preencher suas necessidades físicas, sociais, estéticas, de segurança, etc; • São tradicionalmente classificados em: metálicos, cerâmicos, poliméricos e conjugados (compósitos).
  • 3. A Ciência dos Materiais Dentários • A ciência dos materiais dentários envolve o estudo da composição e propriedade dos materiais e a forma que eles interagem com o ambiente no qual são colocados.
  • 4. Histórico dos Materiais Odontológicos • Coroas de ouro e ferro eram usadas por fenícios (2.500 a.C.) e os Etrusos (800 a.C.); • A odontologia moderna começou em 1728, quando Fauchard, o pai da odontologia, publicou um tratado descrevendo vários tipos de restaurações dentárias, inclusive um método para construção de dentaduras artificiais em marfim; • Em 1895, Black introduziu a odontologia restauradora. Ele descreveu a classificação das cavidades a serem restauradas, usadas até hoje.
  • 5.
  • 6.
  • 7. Os Materiais são Seguros? • Nenhum dispositivo odontológico, incluindo os materiais restauradores, é absolutamente seguro. A segurança é relativa, e a seleção e o emprego dos dispositivos ou materiais odontológicos são baseados na pressuposição de que os benefícios superem os riscos biológicos conhecidos.
  • 8. ADA (Associação Dental Americana) • A ADA (Associação Dental Americana) foi estabelecido em 1859 e tem mais de 152.000 membros. É a maior e a mais velha associação dental do mundo e promove a saúde bucal ao público ao representar a profissão dental; • O ADA estabeleceu diretrizes rigorosas para teste e anuncio de produtos odontológicos e o primeiro selo do ADA de aceitação foi concedido em 1931. Hoje, mais de 1300 produtos receberam o selo da aceitação.
  • 9.
  • 10. Propriedades dos Materiais • Propriedades Mecânicas; • Propriedades Físicas; • Propriedades Biológicas.
  • 11. Propriedades Mecânicas • As propriedades mecânicas dos materiais definem o comportamento do material (resposta) quando sujeito a cargas externas, sua capacidade de resistir ou transmitir esses esforços sem se fraturar ou deformar de forma incontrolada; • As propriedades mecânicas são dividas em: tensão, deformação, resiliência, resistência e dureza.
  • 12. Tensão • É a força por unidade de área atuando em milhões de átomos em um dado plano de material.
  • 13. Deformação • Pode ser plástica ou elástica. A elástica é reversível, enquanto a plástica é permanente.
  • 14. Resiliência • É um conceito oriundo da física, que se refere à propriedade encontrada em alguns materiais; capacidade de acumular energias quando exigidos, ou quando submetidos a estresse sem ocorrer ruptura. Após a tensão cessar poderá ou não haver uma deformação residual causada pelo estímulo recebido no material.
  • 15. Resistência • Na engenharia dos materiais, a resistência dos materiais significa a capacidade do material resistir a uma força a ele aplicada. Dureza • Na ciência dos materiais, dureza é a propriedade característica de um material sólido, que expressa sua resistência a deformações permanentes e está diretamente relacionada com a força de ligação dos átomos.
  • 16. Propriedades Físicas • As propriedades físicas são características dos materiais. Apercebemo-nos delas pela análise do comportamento dos materiais na presença de determinados fenômenos físicos. As propriedades físicas podem ser determinadas, sem que existam alterações na constituição dos materiais analisados. • Essas propriedades podem ser classificadas em: elasticidade, viscosidade, cor e propriedades térmicas.
  • 17. Elasticidade • Vimos que todo material quando submetido a solicitações externas deforma-se, o comportamento elástico de um material é a capacidade que o mesmo tem em retornar sua forma e dimensões originais quando retirado os esforços externos sobre ele.
  • 18. Viscosidade • É a medida da consistência de um fluído e sua incapacidade de escoamento. VISCOSIDADE = ESCOAMENTO TEMPERATURA = VISCOSIDADE
  • 19. Cor • A cor de um material é determinada pelas médias de frequência dos pacotes de onda que as suas moléculas constituintes refletem. Um objeto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes à frequência daquela cor.
  • 20. Propriedades Térmicas • Interações das vibrações das grades espaciais e pela movimentação de elétrons e suas interações com os átomos; • Condutibilidade Térmica: a transmissão de calor ocorre através de substâncias sólidas ocorre por condução;.
  • 21. Coeficiente de Expansão Térmica • Uma restauração dental pode se expandir ou se contrair mais que o dente durante a alteração de temperatura, com isso, poderá sofrer infiltração ou se desadaptar do dente.
  • 22. Propriedades Biológicas • Não devem ser prejudiciais à polpa nem aos tecidos moles; • Não devem conter substâncias tóxicas que possam ser liberadas e absorvidas pelo sistema circulatório causando reação sistêmica; • Devem ser livres de agentes que possam causar reações alérgicas; • Não devem ter potencial carcinogênico.
  • 23. Escola de Enfermagem Catarina de Siena Curso: Técnico em Saúde Bucal –TSB Materiais e Instrumentais Utilizados na Prevenção das Doenças Bucais Disciplina:Material Odontológico Carga Horária: 60 Hrs
  • 24. Introdução • É de suma importância saber identificar os instrumentais e os materiais de consumo que são necessários em cada procedimento clínico. Desta forma, pode-se desenvolver um trabalho rápido e eficiente; • No caso do TSB, o conhecimento dos instrumentais/materiais se torna ainda mais importante, pois o cirurgião-dentista encontra-se com paciente na cadeira odontológica, impossibilitado de procurar algo, e é responsabilidade do técnico, identificar e entregar o material/instrumental ao mesmo.
  • 25. Procedimentos Preventivos • Quando se fala em materiais e instrumentais utilizados na prevenção, são os contidos nesses procedimentos: oExame Clínico; oOrientação de Higiene Oral (OHO) e Dieta; oEvidenciação de Placa Bacteriana; oProfilaxia Profissional; oAplicação Tópica de Flúor (ATF); oAplicação de Selante de Fóssulas e Fissuras; oRaspagem e Alisamento Corono-Radicular (RACR).
  • 26. Exame Clínico - Materiais • Espelho Bucal; • Sonda Exploradora; • Pinça para Algodão; • Gaze ou Algodão.
  • 27. Orientação de Higiene Oral (OHO) e Dieta • Apenas tratar os problemas orais do paciente, não vai deixar o paciente livre de desenvolver novamente problemas odontológicos, uma boa orientação a respeito da higiene e dieta é fundamental, para mudar hábitos e vícios.
  • 28. Evidenciação de Placa Bacteriana (Biofilme) • Exame Clínico; • Espelho Comum; • Solução ou Pastilha Evidenciadora.
  • 29. Profilaxia Profissional • Escola de Robinson e Taça de Borracha; • Pasta Profilática ou Pedra-Pomes; • Micromotor com Contra-Ângulo.
  • 30. Aplicação Tópica de Flúor • Exame Clínico; • Material para Profilaxia; • Algodão em Rolete; • Sugador Descartável; • Fluór (Gel/Verniz); • Pote Dappen; • Moldeiras (Opcional); • Bolinhas de Algodão.
  • 31. Aplicação de Selante de Fóssulas e Fissuras • Exame Clínico; • Material para Profilaxia; • Sugador Descartável; • Material para Isolamento Absoluto.
  • 32. Raspagem e Alisamento Corono-Radicular (RACR) • Exame Clínico; • Material para Profilaxia; • Material para ATF; • Curetas; • Foices; • Gengivótomos; • Sonda Milimetrada.
  • 33.
  • 34. Pedra Pomes • Apresentação: em forma de pó acondicionado dentro de um frasco plástico; • Preparo: misturar o pó à água e mexer com uma espátula de plástico ou de metal até ficar com uma consistência cremosa. Realizar essa mistura em um pode dappen; • Utilização: utilizada para profilaxia dentária e polimento de restaurações de amálgama de prata através de escovas de Robinson e taças de borracha, adaptadas ao contra ângulo e este ao micromotor.
  • 35. Evidenciador de Placa Bacteriana (Biofilme) • Apresentação: em solução ou pastilhas; • Modo de uso: o evidenciador em forma de solução, é colocado em um copo de cafezinho descartado e dado ao paciente para bochechar por um minuto, ou o próprio dentista aplica através de um chumaço de algodão preso a uma pinça clínica; • Quando em pastilha: a mesma deve ser dada ao paciente para o mesmo mastigar até que ela vire um líquido e bochechar e bochechar esse líquido por um minuto. Após um minuto, o profissional deve proceder a lavagem da boca do paciente para posterior observação do índice de placa bacteriana.
  • 36.
  • 37. Pasta Profilática • Apresentação: semelhante a um tubo de creme dental. Já vem pronta para o uso; • Modo de uso: deve ser colocada em um pote dappen e utilizada para realização de profilaxias através de escovas de Robinson e taças de borracha acopladas no conjunto micromotor e contra ângulo.
  • 38. Flúor • O uso do flúor odontológico é imprescindível como meio complementar para o êxito no controle da cárie dental; • O flúor é um importante aliado da Odontologia no controle e tratamento da doença cárie em seus estágios iniciais; • O primeiro conceito importante é: o mecanismo de ação do íon flúor é sempre o mesmo, independente do meio de utilização. Água fluoretada, dentifrícios, bochechos, produtos para aplicação profissional, materiais odontológicos que liberam fluoreto, todos agem da mesma forma: fornecem íons flúor para a cavidade bucal.
  • 39. Flúor • Formas de aplicação: oGel (diferentes concetrações: 1,23% e neutro); oSolução (0,05% e 0,2%); oVerniz; oDentifrícios (Creme Dental).
  • 40. Flúor • Flúor em Gel: forma de usar; • Pode ser aplicado com moldeiras; • Pode ser aplicado com algodão.
  • 41. Concentração do Flúor e Tempo de Aplicação • Flúor gel à 1,23%: um minuto (uma única aplicação-flúor acidulado); • Flúor gel à 2%: quatro minutos (série de quatro aplicações-flúor neutro).
  • 42. Flúor em Forma de Solução • Copos descartáveis; • Potes dappen; • Coloca-se o flúor no copo de cafezinho descartável, quando vai fazer um bochecho com essa solução. Quando o mesmo vai ser aplicado topicamente pelo profissional, ele pode ser colocado no pote dappen para ser aplicado através de uma bolinha de algodão presa a uma pinça clínica, nesse último caso, o paciente precisa estar com isolamento relativo através de rolinhos de algodão e fazer uso do sugador.
  • 43. Flúor em Forma de Verniz • Coloca-se o verniz no pote dappen para que o profissional o aplique com um pincel ou uma bolinha de algodão presa na pinça clínica. Neste caso, se faz necessário também, os rolinhos de algodão para isolamento, além do uso do sugador.
  • 44. Flúor em Verniz • O flúor também pode ser aplicado sob os dentes na forma de verniz. Essa forma de aplicação é mais recomendada para pacientes muito jovens que não toleram o uso de moldeiras; • O verniz fluoretado é um fluoreto tópico concentrado, normalmente contendo 5% de fluoreto de sódio (NaF) em uma base sintética ou de resina. O verniz, quando aplicado sobre os dentes, fornece uma dose altamente concentrada de fluoreto e mantém um contato prolongado para inibir a cárie; • Para pacientes ou comunidades com altos índices de cárie, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma aplicação de verniz NaF a 5% de 2-4 vezes por ano para as crianças.
  • 45. Selantes de Fóssulas e Fissuras • Os selantes são materiais com base de resina ou cimentos de ionômero de vidro aplicados à superfície oclusal (de mordida) do dente, cobrindo as fóssulas e fissuras que são suscetíveis à cárie; • Os selantes são indicados para crianças e adultos que estejam em risco moderado ou alto de desenvolver cárie dentária ou tenham cárie incipiente nas fóssulas e fissuras.
  • 46. Selantes de Fóssulas e Fissuras • Formas de polimerização (Presa): oAuto Polimerizáveis: selante toma presa (“endurece”) sozinho; oFoto Polimerizáveis: selante toma presa (“endurece”) com a luz.
  • 47. Selantes de Fóssulas e Fissuras • Formas de Apresentação Clínica: oIncolor; oBranco Leitoso; oAzul; oRosa.
  • 48. Selantes: forma de manipulação • Autopolimerizáveis: se apresenta em dois frascos, onde um é o catalizador e o outro a base. Pinga-se uma gota do catalisador e uma gota da base e mistura-se bem em um recipiente plástico próprio. O profissional deve usar rapidamente, pois se demorar muito, o mesmo pode tomar presa antes de ser usado, que acontece através de uma reação química.
  • 49. Selantes: forma de manipulação • Fotopolimerizável: vem em um só recipientes. Pinga-se uma gota em um recipiente plástico próprio e o profissional aplica com o auxílio de um pincel na superfície oclusal dos dentes. Logo após, coloca-se a ponta do fotopolimerizador sobre o dente que foi selado, ligando-o por cerca de 30 segundos. A reação que ocorre é fotoativadora. • Sempre que for realizada a aplicação de selante, faz-se necessário o isolamento relativo através de rolinhos de algodão e sugador.
  • 50. Sugador Descartável • Usado em quase todos os procedimento de prevenção para sugar a saliva dos pacientes e aumentar a eficiência do trabalho; • É uma forma de canudo de plástico por fora e com uma haste de alumínio por dentro, que possibilita a sua curvatura. Na ponta existem orifícios que são responsáveis pela passagem da saliva sugada.
  • 51. Gaze • Utilizada para realização do exame clínico, na limpeza da ponta da sonda exploradora, quando necessário e para os procedimentos de raspagem coronorradicular, por isso, não deve faltar na arrumação da bandeja.
  • 52. Algodão em Rolete • Usado principalmente, quando da necessidade de realizar isolamento relativo do campo operatório. Seja na confecção de uma restauração, aplicação tópica de flúor, aplicação de selantes, dentre outras situações.
  • 53. Escola de Enfermagem Catarina de Siena Curso: Técnico em Saúde Bucal –TSB Proteção do Complexo Dentina-Polpa Disciplina:Material Odontológico Carga Horária: 60 Hrs
  • 54. Funções do Complexo Dentina-Polpa • Produção de dentina; • Nutrição; • Resposta dolorosa aos agentes agressores; • Defesa.
  • 56. Esmalte/Dentina • O conjunto esmalte/dentina é a estrutura responsável pela proteção biológica da polpa; • Ao mesmo tempo esses tecidos se protegem mutualmente; • O esmalte é um tecido duro (98% de mineral), resistente ao desgaste, impermeável e bom isolante elétrico.
  • 57. Esmalte/Dentina • O esmalte protege a dentina que é permeável, pouco resistente ao desgaste e boa condutora de eletricidade; • A dentina, graças a sua resiliência, protege o esmalte que pela sua dureza e alto grau de mineralização, é extremamente friável.
  • 58. Tecido Pulpar • A polpa dentária é um tecido conjuntivo altamente diferenciado, ricamente inervado, vascularizado e, consequentemente, responsável pela vitalidade do dente; • As características da polpa dentária são produzir dentina e alertar, por meio da dor, qualquer injúria ao elemento dentário.
  • 59. Tecido Pulpar • A polpa proporciona nutrição à dentina através dos prolongamentos odontoblásticos; • Quando a polpa é sujeita á injúria ou irritações mecânicas, térmicas, químicas ou bacterianas, desencadeia uma reação efetiva de defesa; • Essa reação defensiva é caracterizada pela formação de dentina reparadora (injúria menor), ou por uma reação inflamatória (injúria maior).
  • 60. Fatores Responsáveis pelas Alterações Pulpares • Mecânicos;. • Químicos; • Físicos; • Biológicos; • Fisiológicos.
  • 64. Biológicos • Bacterianos: toxinas e enzimas associadas a cárie dental.
  • 65. Fisiológicos Alterações na cavidade pulpar: • Deposição de dentina secundária; • Diminuição do número de células; • Volume da câmara pulpar diminuído.
  • 66. Quem causa mais danos ao Complexo Dentina- Polpa • Cárie Dentária • Materiais Restauradores; • Preparo Cavitário.
  • 67. Tecido Pulpar • Sempre que um dente tenha necessidade de ser restaurado é necessário que a vitalidade pulpar seja preservada por meio de uma adequada proteção; • As proteções do complexo dentina-polpa consistem na aplicação de agentes protetores.
  • 68. Proteção do Complexo Dentina-Polpa A permeabilidade dentinária varia, de acordo com: • Idade do dente/paciente; • Grau de mineralização do túbulos; • Modificações teciduais da dentina; • Localização na dentina; • Razão entre os túbulos e a dentina intertubular; • Presença de qualquer substância capaz de alterar a condutibilidade de fluídos através dos túbulos.
  • 69. Proteção do Complexo Dentina-Polpa Existem técnicas distintas que podem ser utilizadas na proteção do complexo dentina-polpa, são elas: • Proteções Diretas: com exposição pulpar, ; • Proteção Indiretas: sem exposição pulpar.
  • 70. Benefícios da Proteção Indireta • Aplicação de agentes seladores, forradores e/ou bases protetoras nas paredes cavitárias. • Minimizar irritações já instaladas ou que venham a se instalar; • Manter a vitalidade pulpar; • Inibir o processo carioso; • Reduzir a microinfiltração; • Estimular a formação de dentina esclerótica e/ou reacional.
  • 71. Indicações da Proteção Indireta • Polpa dental normal ou em condições reversíveis; • Proteção de dentina remanescente – evitar a manutenção da inflamação da polpa dental.
  • 72. Benefícios da Proteção Direta • Aplicação de um agente protetor diretamente sobre o tecido pulpar exposto. • Promover o restabelecimento da polpa; • Estimular o desenvolvimento de nova dentina; • Proteger a polpa de irritações adicionais posteriores.
  • 73. Indicações da Proteção Direta • Exposição pulpar acidental (decorrente de um preparo cavitário); • Polpa em condições próximas da normalidade.
  • 74. Requisitos do Materiais Protetores • Estimular formação de uma barreira dentinária nas proteções diretas; • Estimular a produção de vedação tubular da dentina; • Baixa condutibilidade térmica e elétrica: isolante em restaurações metálicas; • Resistência a compressão: suportar forças de condensação e mastigatórias; • Compatibilidade com o material restaurador; • Biocompatibilidade: não ser agressivo ao complexo dentina-polpa; • Ser bactericida e bacteriostático; • Ter adesão à estrutura dentária; • Produzir analgesia.
  • 75. Agentes Protetores Utilizados • Vernizes Cavitários; • Hidróxido de Cálcio; • Cimentos Dentários; • Adesivos Dentinários.
  • 76. Vernizes Cavitários • Os vernizes cavitários consistem de uma película de certa viscosidade que se coagula nas paredes da cavidade, pela evaporação do solvente, sob a forma de uma membrana sólida, de permeabilidade variável; • São compostos à base de resina dissolvida em clorofórmio, éter ou acetona; • O solvente evapora-se rapidamente, deixando uma película forradora que veda com eficiência a superfície dentinária.
  • 77. Razões para o Uso dos Vernizes • A capacidade em selar os canalículos dentinários, reduzindo extremamente, embora não impedindo total a penetração dos ácidos ou outros agentes deletérios; • Como agente auxiliar no vedamento cavitário, para evitar a infiltração da saliva e detritos entre a restauração e a cavidade preparada.
  • 78. Vernizes Cavitários Indicações: • Sob restauração de amálgama; • Sob bordas de restaurações cimentadas; • Cavidades rasas.
  • 79. Características do Vernizes Cavitários • Película delgada, semi-permeável; • Solubilidade (camada espessa de verniz); • Vedamento marginal; • Selamento dos túbulos; • Isolante térmico e elétrico (não funciona bem, pois a camada é muito fina); • Ação bactericida (não se sabe ao certo); • Evita manchamento do substrato; • Efetividade clínica.
  • 80. Vernizes Cavitários Técnica de aplicação: • bem fluída para se obter camadas finas; • aplica-se com pincel ou bolinhas de algodão; • espera 20 segundos e aplica mais duas camadas; • aplicações sucessivas, o solvente se volatiliza e deixa uma camada presa ao dente.
  • 81. Vernizes Cavitários • Os vernizes cavitários são incompatíveis com as resinas compostas, pois o solvente reage com a mesma, amolecendo-a; • E também com o ionômero de vidro, pois a película de verniz pode eliminar a biocompatibilidade e potencial de adesão.
  • 82. Hidróxido de Cálcio • O hidróxido de cálcio é um dos materiais mais aceitos atualmente; • Induz a formação de dentina reparadora, aumentando sua espessura e proporcionando maior proteção ao tecido pulpar; • Bastante difundidos e muito utilizado.
  • 83. Hidróxido de Cálcio - Propriedades • Baixo custo; • Alcalinidade – bacteriostático e bactericida; • Obliterador de túbulos dentinários; • Estimula a ação de odontoblastos – ponte de dentina e dentina reacional; • Favorece a reparação – necrose superficial da polpa; • Barreiras contra estímulos térmicos e elétricos; • Biocompátível; • Radiopaco, não adesivo; • Impede a passagem de agentes químicos; • Resistente a compressão – que pemite suportar a condensação do material restaurador.
  • 84. Hidróxido de Cálcio • Fatores de sucesso: oPacientes jovens; oExposição pequena; oExposição acidental; oAusência de saliva.
  • 85. • Pode ser utilizado nas seguintes formas de apresentação: oSolução de Hidróxido de Cálcio; oHidróxido de Cálcio Pró-Análise (P.A.); oCimento de Hidróxido de Cálcio. Hidróxido de Cálcio
  • 86. Solução de Hidróxido de Cálcio • Solução de hidróxido de cálcio P.A. em água destilada, na concentração de aproximadamente 0,2%; • Conhecido também como água de hidróxido de cálcio; • Atua como hemostático nos casos de exposição pulpar.
  • 87. Hidróxido de Cálcio Pró-Análise (P.A.) • Hidróxido de cálcio em pó; • Utilizado quando ocorre exposição pulpar acidental.
  • 88. Cimentos de Hidróxido de Cálcio • Apresenta relativa dureza e resistência mecânica; • Apresenta-se sob a forma de duas pastas, uma base e outra catalisadora; • A pasta base é constituída por dióxido de titânio em glicol salicito, com um pigmento (pH 8,6); • A pasta catalisadora é composta de hidróxido de cálcio, óxido de zinco, em etiltolueno sulfonamida, cujo pH é 11,3.
  • 89.
  • 90. Cimentos Dentinários • Os cimentos dentinários possuem as mais diferentes composições e comportamentos físicos e biológicos; • Os mais utilizados em forramentos e proteção são: fosfato de zinco, óxido de zinco e eugenol (OZE) e inômero de vidro (CIV), adesivos dentinários.
  • 91. Cimento de Fosfato de Zinco • Não apresenta adesão a estrutura dentária, no máximo uma incrustação; • Altamente solúvel; • Pode promover irritação pulpar devido ao seu pH ácido, devido a presença de ácido fosfórico na sua composição; • Bom isolante termo-elétrico.
  • 92. Profundidade Real do Preparo Cavitário • Determinada pela quantidade do tecido removido; • Medida do ângulo cavossuperficial ao assoalho da cavidade.
  • 93. Profundidade Biológica • Determinada pela espessura da dentina remanescente entre o assoalho da cavidade e a polpa; • Classificadas em cavidades superficiais, rasas, médias, profundas e muito profundas; • Ela que irá determinar qual o tipo de proteção que deverá ser utilizado.
  • 94.
  • 95. Cavidades Superficiais • Cavidades em esmalte ou ultrapassando ligeiramente a junção amelo-dentinária; • Não se aplica nenhum tipo de proteção pulpar, apenas o material restaurador.
  • 96. Cavidades Rasas • Cavidades com mais de 2mm de estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa; • Não se aplica nenhum tipo de proteção pulpar, apenas o material restaurador.
  • 97. Cavidades Médias • Cavidades com mais de 1mm e menos de 2mm de estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa; • Restaurações em resina composta: adesivo dentinário; • Restaurações em amálgama de prata: vernizes cavitários.
  • 98. Cavidades Profundas • Cavidades com mais de 0,5mm e menos de 1mm de estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa; • Restaurações em resina composta: CIV + adesivo dentinário; • Restaurações em amálgama de prata: IRM e verniz cavitário.
  • 99. Cavidades muito Profundas • Cavidades com menos de 0,5mm de estrutura remanescente entre o assoalho e a polpa; • Restaurações em resina composta: HCa, CIV e adesivo dentinário; • Restaurações em amálgama de prata: HCa, IRM e verniz cavitario.
  • 100. Exposições Acidentais • Cavidades muito profundas onde a polpa é exposta no preparo em algum ponto; • Restaurações em resina composta: HCa P.A., CIV e adesivo dentinário; • Restaurações em amálgama de prata: HCa P.A., IRM e verniz cavitário.
  • 101. Tratamento Expectante • Proteção indireta que consiste na aplicação de materiais com propriedades de estimular a formação de dentina reacional; • A dentina necrótica e infectada devem ser removidas, preservando a dentina afetada; • Cimento de HCa e CIV; • Evitar o uso de materiais que contenham eugenol, por seu poder de irritação da polpa.
  • 102. Tratamento Expectante • O tratamento restaurador definitivo deverá ser realizado entre 45 e 120 dias após o tratamento expectante; • Remover o cimento temporário e a dentina que não foi remineraliada; • Proceder como uma cavidade muito profunda.
  • 103. Proteção X Base • Proteção ou forramento: obliteração dos túbulos dentinários e isolamento termo-químico-elétrico do complexo dentinho-pulpar. oFinas camadas. • Base: “dentina artificial” em cavidades profundas. oCamadas mais espessas.