Gestão de
Empreendimentos de
comunicação
www.ricardoalmeida.adm.br
ricardoalmeida@ricardoalmeida.adm.br
Tema: II – Empreendedorismo; 2.1 Origem e Conceitos; 2.2 Exemplos de
empreendedorismo (Visconde de Mauá); 2.3 A inovação: conceitos,
processos e desenvolvimento; 2.4 A empresa empreendedora:
conceitos, características e aspectos e 2.5 Como tornar uma empresa
empreendedora: as diretrizes e práticas necessárias.
2/25
Conceito
Conceito
Inovação
De acordo com o Manual de Oslo,
publicado pela Organização para a
Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE), e traduzido pela
FINEP, inovação é a implementação de
um produto (bem ou serviço) novo ou
significativamente melhorado, ou um
processo, ou um novo método de
marketing, ou um novo método
organizacional nas práticas de negócios,
na organização do local de trabalho ou
nas relações externas.
“É o impulso fundamental que coloca e
mantém em movimento a engrenagem
da economia” – Joseph Schumpeter.
3/25
Criatividade X Inovação
Assim podemos entender que a criatividade é um processo
aberto no qual qualquer pessoa pode participar dando
idéias para qualquer campo da atividade humana, e que usa
a imaginação para produzir resultados. Inovação é um
processo fechado no qual somente as pessoas que detém o
conhecimento específico de uma área podem usá-la. A
inovação depende das idéias para ir em frente.
Resumo da “ópera”: Criar é pensar algo novo; inovar é fazer
algo novo é gerar valor.
4/25
Inovação & Empreendedorismo
A Inovação é o instrumento específico dos empreendedores, o meio
pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um
negócio diferente ou um serviço diferente.
A Inovação pode ser bem apresentada como uma disciplina, ser
apreendida e ser praticada. Os empreendedores precisam buscar, como
propósito deliberado, as fontes de inovação, as mudanças e seus
sintomas que indicam oportunidades para que uma inovação tenha
êxito. E os empreendedores precisam conhecer e pôr em prática os
princípios da inovação bem sucedida.
Peter F. Drucker , Inovação e Espírito Empreendedor, p.25
5/25
Inovação & Empreendedorismo
6/25
Inovação & Empreendedorismo
Segundo o economista francês Say, por volta de
1800, “transfere recursos econômicos de um setor de
produtividade mais baixa para um setor de
produtividade mais elevada e de maior rendimento”
Nos Estados Unidos, o empreendedor é
freqüentemente definido como aquele que começa o
seu próprio negócio.
Peter F. Drucker , Inovação e Espírito Empreendedor, p.27
Mas o que é realmente empreendedorismo?
7/25
Inovação & Empreendedorismo
Porém Drucker salienta que é preciso separa as coisa, pois nem
todo pequeno negócio representa um empreendimento.
Como exemplo ele pergunta: um casal que abre uma confeitaria
ou um restaurante em um bairro de alguma cidade está sendo
empreendedor?
Eles estão assumindo riscos, como é próprio de qualquer
negócio , porém qual é a inovação par a o consumidor ou para o
mercado?
Peter F. Drucker , Inovação e Espírito Empreendedor, p.28
Mas o que é realmente empreendedorismo?
8/25
Inovação & Empreendedorismo
Por outro lado vamos comparar com a história de um senhor que
abriu um pequena lanchonete cujo produto final era igual a tantas
outras já existentes, ou seja, ele não inventou nada.
Entretanto, aplicando conceitos de administração e técnicas
gerenciais, padronizou o produto, desenhou processos e
equipamentos, treinou o pessoal e implantou um programa de
qualidade.
Esse sim é um empreendimento que trouxe inovação ao consumidor
e ao mercado.
Peter F. Drucker , Inovação e Espírito Empreendedor, p.28
Mas o que é realmente empreendedorismo?
A rede foi fundada em Abril de 1955, em
Illinois, hoje é a maior rede de fast food do
mundo.
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Inovação
http://www.youtube.com/watch?v=VVikTIrSOQs
10/25
Quem foi Inovador? Quem foi realmente empreendedor?
John Stith Pemberton
(1831 – 1888) foi um
farmacêutico e
inventor norte
americano e criador
da Coca-Cola.
Asa Griggs Candler (1851
- 1929), Ele começou sua
carreira de negócios
como dono de uma
farmácia. Em 1887 ele
comprou a fórmula da
Coca-Cola de seu
inventor e montou a
primeira fábrica.
Caleb Davis Bradham
(1867 - 1934) foi um
inventor e farmacêutico
norte-americano e
criador do refrigerante
Pepsi-Cola em 1898.
11/25
Por que o Brasil é ruim de inovação?
Somos um povo extremamente criativos, mas
porque não conseguimos transformar toda
essa criatividade em inovação? O que está
faltando?
Alta dose de confiança nas relações pessoais.
Líderes pragmáticos. Meritocracia.
Transparência. Inovação. A falta deles explica
por que estamos comendo poeira nos
principais rankings internacionais.
Como as marcas fortes, a inovação só surge
quando vários elementos que a compõem
estão no lugar.
Fonte: revista Época Negócios
12/25
A falta de confiança
Em nosso país não
existe confiança
baseada em
reciprocidade em nível
suficiente. Nossas
tecnologias sociais para
garantir isso são
deficientes.
Confiança e senso de
justiça são centrais na
evolução humana.
Formam a base da
cooperação social.
13/25
Quando os predadores se tornam
maioria, a produção de riqueza
desaba e o país cai na armadilha
da pobreza
Nos países inovadores há um alto nível de confiança
nas relações entre os indivíduos. Cooperação com
base em reciprocidade é a norma mais arraigada nas
relações sociais. Reciprocidade quer dizer: eu recebo
proporcionalmente ao que dou. Alguém receber algo
a que não faz jus não é tolerado, e não receber o que
é justo em troca de uma contribuição legítima
também não é.
A falta de confiança
14/25
O salto produtivo nos anos 90 não foi causado por informática. A
gestão dos negócios é que melhorou. A reciprocidade veio sendo
programada em nós desde tempos ancestrais. Uma descoberta
recente é a importância disso que podemos chamar de “senso de
justiça”, algo baseado na noção de reciprocidade.
A reciprocidade
Esse “presente” é interesseiro: se
amanhã for meu grupo a não ter
sucesso, eu espero que você retribua
minha “generosidade” de ontem. Se
você, ingrato, “esquece” o que fiz por
você no passado e não retribui, todo
mundo fica sabendo e sua reputação no
bando sofre. Você pode acabar expulso
e, sozinho, não conseguirá caçar. Você
simplesmente não pode dar-se ao luxo
de não retribuir.
15/25
A reciprocidade
Jack Welch conta como uma
experiência, logo no início de sua
carreira na GE, moldou sua visão
sobre como pessoas devem ser
gerenciadas: um prêmio em
dinheiro, sempre no mesmo valor,
distribuído por toda a organização
fez com que ele pedisse demissão
(depois reconsiderou), pela revolta
de ver pessoas desiguais tratadas
igualmente. Injustiça! Injustiça!
Meritocracia – a cada um de acordo
com seu desempenho – foi um dos
pilares da filosofia de Welch como
CEO da GE.
16/25
Há dois tipos de tecnologia
fundamentais para a inovação. As
primeiras são as tecnologias
físicas. Essas são o que, em geral,
temos em mente quando usamos
o termo tecnologia: ferramentas
de pedra lascada, foguetes
espaciais, motores a explosão,
microchips. Mas há outro tipo, ao
qual geralmente não damos
importância – as tecnologias
sociais, maneiras de se organizar
pessoas para colaborar em
empreendimentos comuns. Por
exemplo, a agricultura, a linha de
montagem, a regra da lei, o
dinheiro, a empresa em si, o
sistema de franquia, os
exércitos... É claro que as
tecnologias físicas têm sido
enormemente importantes, mas
sem as sociais nada teria
acontecido em larga escala.
O que é mesmo tecnologia?
17/25
O que é mesmo tecnologia?
Tecnologias físicas e sociais
co-evoluem. Henry Ford
não inventou o automóvel
(uma tecnologia física),
mas, sim, uma forma de
produzir automóveis por
meio da organização do
trabalho em linhas de
montagem (uma tecnologia
social).
18/25
O que é mesmo a tecnologia?
19/25
Empresas que enfrentam competição têm de descobrir,
permanentemente, meios de produzir alta qualidade com custo baixo.
É uma busca sem fim. Quem não é forçado a agir segundo essa
disciplina (empresas monopolistas ou estatais, por exemplo) tende a
oferecer produtos fraquinhos, que apenas dão para o gasto, e que
sempre são produzidos com custos altos demais.
Competição é importante
20/25
Competição é importante
A Xerox: até os anos 60 a empresa não tinha concorrentes,
pois estava protegida pelas patentes do processo de
fotocópia que criara. Quando expirou a proteção e os
competidores surgiram (principalmente os japoneses), foi
um desastre.
21/25
Fonte: Unicamp/MCT
Em relação ao PIB o investimento em pesquisa e
desenvolvimento não cresce; esforço federal não detém
queda dos Estados e do setor privado .
Pesquisa & desenvolvimento
22/25
Fonte: Unicamp/MCT
Pesquisa & desenvolvimento
23/25
Fonte: Unicamp/MCT
Pesquisa & desenvolvimento
24/25
(Ricardo 2008) Analise as frases abaixo:
I – A inovação é definida pela introdução no mercado de um produto
(bem ou serviço) tecnologicamente novo ou substancialmente
aprimorado ou pela introdução na empresa de um processo produtivo
tecnologicamente aprimorado ou novo.
II – Inovar é pensar algo novo; criar é fazer algo novo.
Depois de analisar podemos afirmar que:
(A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não se relaciona
com a primeira.
(B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda se relaciona com a
primeira.
(C) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira.
(D) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa.
(E) as duas afirmações são falsas.
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03 - Gestão de Empreendimentos de comunicação

  • 1.
    Gestão de Empreendimentos de comunicação www.ricardoalmeida.adm.br ricardoalmeida@ricardoalmeida.adm.br Tema:II – Empreendedorismo; 2.1 Origem e Conceitos; 2.2 Exemplos de empreendedorismo (Visconde de Mauá); 2.3 A inovação: conceitos, processos e desenvolvimento; 2.4 A empresa empreendedora: conceitos, características e aspectos e 2.5 Como tornar uma empresa empreendedora: as diretrizes e práticas necessárias.
  • 2.
  • 3.
    Conceito Inovação De acordo como Manual de Oslo, publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e traduzido pela FINEP, inovação é a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas. “É o impulso fundamental que coloca e mantém em movimento a engrenagem da economia” – Joseph Schumpeter. 3/25
  • 4.
    Criatividade X Inovação Assimpodemos entender que a criatividade é um processo aberto no qual qualquer pessoa pode participar dando idéias para qualquer campo da atividade humana, e que usa a imaginação para produzir resultados. Inovação é um processo fechado no qual somente as pessoas que detém o conhecimento específico de uma área podem usá-la. A inovação depende das idéias para ir em frente. Resumo da “ópera”: Criar é pensar algo novo; inovar é fazer algo novo é gerar valor. 4/25
  • 5.
    Inovação & Empreendedorismo AInovação é o instrumento específico dos empreendedores, o meio pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente. A Inovação pode ser bem apresentada como uma disciplina, ser apreendida e ser praticada. Os empreendedores precisam buscar, como propósito deliberado, as fontes de inovação, as mudanças e seus sintomas que indicam oportunidades para que uma inovação tenha êxito. E os empreendedores precisam conhecer e pôr em prática os princípios da inovação bem sucedida. Peter F. Drucker , Inovação e Espírito Empreendedor, p.25 5/25
  • 6.
  • 7.
    Inovação & Empreendedorismo Segundoo economista francês Say, por volta de 1800, “transfere recursos econômicos de um setor de produtividade mais baixa para um setor de produtividade mais elevada e de maior rendimento” Nos Estados Unidos, o empreendedor é freqüentemente definido como aquele que começa o seu próprio negócio. Peter F. Drucker , Inovação e Espírito Empreendedor, p.27 Mas o que é realmente empreendedorismo? 7/25
  • 8.
    Inovação & Empreendedorismo PorémDrucker salienta que é preciso separa as coisa, pois nem todo pequeno negócio representa um empreendimento. Como exemplo ele pergunta: um casal que abre uma confeitaria ou um restaurante em um bairro de alguma cidade está sendo empreendedor? Eles estão assumindo riscos, como é próprio de qualquer negócio , porém qual é a inovação par a o consumidor ou para o mercado? Peter F. Drucker , Inovação e Espírito Empreendedor, p.28 Mas o que é realmente empreendedorismo? 8/25
  • 9.
    Inovação & Empreendedorismo Poroutro lado vamos comparar com a história de um senhor que abriu um pequena lanchonete cujo produto final era igual a tantas outras já existentes, ou seja, ele não inventou nada. Entretanto, aplicando conceitos de administração e técnicas gerenciais, padronizou o produto, desenhou processos e equipamentos, treinou o pessoal e implantou um programa de qualidade. Esse sim é um empreendimento que trouxe inovação ao consumidor e ao mercado. Peter F. Drucker , Inovação e Espírito Empreendedor, p.28 Mas o que é realmente empreendedorismo? A rede foi fundada em Abril de 1955, em Illinois, hoje é a maior rede de fast food do mundo. 9/25
  • 10.
  • 11.
    Quem foi Inovador?Quem foi realmente empreendedor? John Stith Pemberton (1831 – 1888) foi um farmacêutico e inventor norte americano e criador da Coca-Cola. Asa Griggs Candler (1851 - 1929), Ele começou sua carreira de negócios como dono de uma farmácia. Em 1887 ele comprou a fórmula da Coca-Cola de seu inventor e montou a primeira fábrica. Caleb Davis Bradham (1867 - 1934) foi um inventor e farmacêutico norte-americano e criador do refrigerante Pepsi-Cola em 1898. 11/25
  • 12.
    Por que oBrasil é ruim de inovação? Somos um povo extremamente criativos, mas porque não conseguimos transformar toda essa criatividade em inovação? O que está faltando? Alta dose de confiança nas relações pessoais. Líderes pragmáticos. Meritocracia. Transparência. Inovação. A falta deles explica por que estamos comendo poeira nos principais rankings internacionais. Como as marcas fortes, a inovação só surge quando vários elementos que a compõem estão no lugar. Fonte: revista Época Negócios 12/25
  • 13.
    A falta deconfiança Em nosso país não existe confiança baseada em reciprocidade em nível suficiente. Nossas tecnologias sociais para garantir isso são deficientes. Confiança e senso de justiça são centrais na evolução humana. Formam a base da cooperação social. 13/25
  • 14.
    Quando os predadoresse tornam maioria, a produção de riqueza desaba e o país cai na armadilha da pobreza Nos países inovadores há um alto nível de confiança nas relações entre os indivíduos. Cooperação com base em reciprocidade é a norma mais arraigada nas relações sociais. Reciprocidade quer dizer: eu recebo proporcionalmente ao que dou. Alguém receber algo a que não faz jus não é tolerado, e não receber o que é justo em troca de uma contribuição legítima também não é. A falta de confiança 14/25
  • 15.
    O salto produtivonos anos 90 não foi causado por informática. A gestão dos negócios é que melhorou. A reciprocidade veio sendo programada em nós desde tempos ancestrais. Uma descoberta recente é a importância disso que podemos chamar de “senso de justiça”, algo baseado na noção de reciprocidade. A reciprocidade Esse “presente” é interesseiro: se amanhã for meu grupo a não ter sucesso, eu espero que você retribua minha “generosidade” de ontem. Se você, ingrato, “esquece” o que fiz por você no passado e não retribui, todo mundo fica sabendo e sua reputação no bando sofre. Você pode acabar expulso e, sozinho, não conseguirá caçar. Você simplesmente não pode dar-se ao luxo de não retribuir. 15/25
  • 16.
    A reciprocidade Jack Welchconta como uma experiência, logo no início de sua carreira na GE, moldou sua visão sobre como pessoas devem ser gerenciadas: um prêmio em dinheiro, sempre no mesmo valor, distribuído por toda a organização fez com que ele pedisse demissão (depois reconsiderou), pela revolta de ver pessoas desiguais tratadas igualmente. Injustiça! Injustiça! Meritocracia – a cada um de acordo com seu desempenho – foi um dos pilares da filosofia de Welch como CEO da GE. 16/25
  • 17.
    Há dois tiposde tecnologia fundamentais para a inovação. As primeiras são as tecnologias físicas. Essas são o que, em geral, temos em mente quando usamos o termo tecnologia: ferramentas de pedra lascada, foguetes espaciais, motores a explosão, microchips. Mas há outro tipo, ao qual geralmente não damos importância – as tecnologias sociais, maneiras de se organizar pessoas para colaborar em empreendimentos comuns. Por exemplo, a agricultura, a linha de montagem, a regra da lei, o dinheiro, a empresa em si, o sistema de franquia, os exércitos... É claro que as tecnologias físicas têm sido enormemente importantes, mas sem as sociais nada teria acontecido em larga escala. O que é mesmo tecnologia? 17/25
  • 18.
    O que émesmo tecnologia? Tecnologias físicas e sociais co-evoluem. Henry Ford não inventou o automóvel (uma tecnologia física), mas, sim, uma forma de produzir automóveis por meio da organização do trabalho em linhas de montagem (uma tecnologia social). 18/25
  • 19.
    O que émesmo a tecnologia? 19/25
  • 20.
    Empresas que enfrentamcompetição têm de descobrir, permanentemente, meios de produzir alta qualidade com custo baixo. É uma busca sem fim. Quem não é forçado a agir segundo essa disciplina (empresas monopolistas ou estatais, por exemplo) tende a oferecer produtos fraquinhos, que apenas dão para o gasto, e que sempre são produzidos com custos altos demais. Competição é importante 20/25
  • 21.
    Competição é importante AXerox: até os anos 60 a empresa não tinha concorrentes, pois estava protegida pelas patentes do processo de fotocópia que criara. Quando expirou a proteção e os competidores surgiram (principalmente os japoneses), foi um desastre. 21/25
  • 22.
    Fonte: Unicamp/MCT Em relaçãoao PIB o investimento em pesquisa e desenvolvimento não cresce; esforço federal não detém queda dos Estados e do setor privado . Pesquisa & desenvolvimento 22/25
  • 23.
    Fonte: Unicamp/MCT Pesquisa &desenvolvimento 23/25
  • 24.
    Fonte: Unicamp/MCT Pesquisa &desenvolvimento 24/25
  • 25.
    (Ricardo 2008) Analiseas frases abaixo: I – A inovação é definida pela introdução no mercado de um produto (bem ou serviço) tecnologicamente novo ou substancialmente aprimorado ou pela introdução na empresa de um processo produtivo tecnologicamente aprimorado ou novo. II – Inovar é pensar algo novo; criar é fazer algo novo. Depois de analisar podemos afirmar que: (A) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda não se relaciona com a primeira. (B) as duas afirmações são verdadeiras, e a segunda se relaciona com a primeira. (C) a primeira afirmação é falsa, e a segunda é verdadeira. (D) a primeira afirmação é verdadeira, e a segunda é falsa. (E) as duas afirmações são falsas. 25/25