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Estimativas de População
Residente em Portugal
2016
A partir do Destaque do INE, 16/06/2017
1
“Nos últimos sete anos, a população reduziu-se em
264 mil pessoas”
Dados de 2016
População residente 10 309 573 pessoas
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Saldo natural -23 409 pessoas
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Taxa de crescimento efetivo -0,31%
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Conclusão: o envelhecimento demográfico prossegue em Portugal
(-31 757 pessoas do que em 2015)
2
População residente (Nº), Portugal, 2006-2016
A população residente aumentou
ligeiramente de 2006 a 2009: mais
0,4% de residentes.
A partir de 2010, o decréscimo
tem marcado a evolução numérica
ano após ano: entre 2010 e 2016
registou-se uma redução de 2,5%.
Causas prováveis: baixa
natalidade, baixa fecundidade,
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crescimento real negativo.
3
Saldo natural e suas componentes (Nº), Portugal,
2006-2016
Em 2006, o saldo natural foi positivo
fruto de um número de nascimentos
superior ao número de óbitos: +3 459.
Em 2008, o saldo foi, apenas, de 314
indivíduos.
De 2009 a 2016, o saldo natural foi
sendo sucessivamente mais negativo.
Em 2016, o saldo natural pautou-se por
-23 409 indivíduos.
Apesar de uma pequena recuperação
da natalidade em 2015 e 2016, a
mortalidade manteve uma tendência
de aumento dado o envelhecimento da
população.
4
Saldo migratório e suas componentes (Nº), Portugal,
2006-2016
Entre 2006 e 2010 o saldo migratório
foi positivo, embora irregular:
2007 atingiu o valor mais elevado,
cerca de 20 000 indivíduos
2010 registou o valor mais baixo, cerca
de 4 000 indivíduos
A partir de 2011, o saldo migratório foi
negativo: 2012, o valor mais negativo
com cerca de 37 300 mais saídas de
portugueses do que entradas de
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Teoricamente, a emigração
corresponde à incapacidade de um país
ou região sustentar a sua população.
5
Variação populacional e suas componentes (Nº),
Portugal, 2006-2016
Saldo natural e saldo migratório são as
duas variáveis que nos dão o
crescimento real. O gráfico mostra-
-nos que este crescimento só foi
positivo entre 2006 e 2010 à custa do
saldo migratório que foi
significativamente superior ao saldo
natural.
Entre 2011 e 2016, o crescimento foi
negativo porque ambos os saldos
foram negativos.
Por isso, podemos concluir, a
população em Portugal está a
diminuir.
6
7
O Índice sintético de fecundidade
revela, também, um
comportamento irregular e com
valores que impedem a renovação
de gerações.
A Esperança de vida à nascença, masculina,
feminina e total, contribui, juntamente com os
baixíssimos valores do ISF, para o
envelhecimento da população. A tendência é
para um agravamento e surge como um
fenómeno difícil de contrariar mentalidades.
Pirâmides etárias, Portugal, 2006 e 2016 8
Em 10 anos, o envelhecimento
agravou-se traduzindo o
comportamento de duas
variáveis:
§ A Natalidade, que continua a
descer e provoca o
estrangulamento da base do
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§ A Esperança de vida à
nascença, que continua a
aumentar levando ao
alargamento do topo da
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9
Estes três gráficos revelam tendências já anteriormente
referidas, por exemplo, o progressivo envelhecimento,
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que se agrava a par do aumento do número de idosos, e
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Estimativas de População Residente em Portugal, 2016

  • 1. Estimativas de População Residente em Portugal 2016 A partir do Destaque do INE, 16/06/2017 1
  • 2. “Nos últimos sete anos, a população reduziu-se em 264 mil pessoas” Dados de 2016 População residente 10 309 573 pessoas Nascimentos 87 126 nados-vivos Óbitos 110 535 óbitos Saldo natural -23 409 pessoas Saldo migratório -8 348 Taxa de crescimento efetivo -0,31% População com menos de 15 anos -18 416 do que em 2015 População com idade igual ou superior a 65 anos +35 816 do que em 2015 Conclusão: o envelhecimento demográfico prossegue em Portugal (-31 757 pessoas do que em 2015) 2
  • 3. População residente (Nº), Portugal, 2006-2016 A população residente aumentou ligeiramente de 2006 a 2009: mais 0,4% de residentes. A partir de 2010, o decréscimo tem marcado a evolução numérica ano após ano: entre 2010 e 2016 registou-se uma redução de 2,5%. Causas prováveis: baixa natalidade, baixa fecundidade, aumento da emigração e diminuição da imigração, logo, crescimento real negativo. 3
  • 4. Saldo natural e suas componentes (Nº), Portugal, 2006-2016 Em 2006, o saldo natural foi positivo fruto de um número de nascimentos superior ao número de óbitos: +3 459. Em 2008, o saldo foi, apenas, de 314 indivíduos. De 2009 a 2016, o saldo natural foi sendo sucessivamente mais negativo. Em 2016, o saldo natural pautou-se por -23 409 indivíduos. Apesar de uma pequena recuperação da natalidade em 2015 e 2016, a mortalidade manteve uma tendência de aumento dado o envelhecimento da população. 4
  • 5. Saldo migratório e suas componentes (Nº), Portugal, 2006-2016 Entre 2006 e 2010 o saldo migratório foi positivo, embora irregular: 2007 atingiu o valor mais elevado, cerca de 20 000 indivíduos 2010 registou o valor mais baixo, cerca de 4 000 indivíduos A partir de 2011, o saldo migratório foi negativo: 2012, o valor mais negativo com cerca de 37 300 mais saídas de portugueses do que entradas de estrangeiros. Teoricamente, a emigração corresponde à incapacidade de um país ou região sustentar a sua população. 5
  • 6. Variação populacional e suas componentes (Nº), Portugal, 2006-2016 Saldo natural e saldo migratório são as duas variáveis que nos dão o crescimento real. O gráfico mostra- -nos que este crescimento só foi positivo entre 2006 e 2010 à custa do saldo migratório que foi significativamente superior ao saldo natural. Entre 2011 e 2016, o crescimento foi negativo porque ambos os saldos foram negativos. Por isso, podemos concluir, a população em Portugal está a diminuir. 6
  • 7. 7 O Índice sintético de fecundidade revela, também, um comportamento irregular e com valores que impedem a renovação de gerações. A Esperança de vida à nascença, masculina, feminina e total, contribui, juntamente com os baixíssimos valores do ISF, para o envelhecimento da população. A tendência é para um agravamento e surge como um fenómeno difícil de contrariar mentalidades.
  • 8. Pirâmides etárias, Portugal, 2006 e 2016 8 Em 10 anos, o envelhecimento agravou-se traduzindo o comportamento de duas variáveis: § A Natalidade, que continua a descer e provoca o estrangulamento da base do gráfico § A Esperança de vida à nascença, que continua a aumentar levando ao alargamento do topo da pirâmide.
  • 9. 9 Estes três gráficos revelam tendências já anteriormente referidas, por exemplo, o progressivo envelhecimento, outras subentendidas: o Índice de dependência de idosos que se agrava a par do aumento do número de idosos, e o Índice de renovação da população em idade ativa que evolui em sentido contrário, isto é, diminuindo de acordo com a redução do número de habitantes. Aliás, uma situação que coloca em causa a sustentabilidade da segurança social num futuro muito próximo
  • 10. CADA VEZ MENOS? Nunca, como hoje, se nasceu tão pouco em Portugal. O país tem um dos mais baixos níveis de fecundidade da Europa e do mundo. 10
  • 11. Quantas mães para ter 10 bebés? Na página da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) intitulada “Nascer em Portugal” encontrámos informação deveras interessante que é aconselhável consultar. Textos, gráficos interativos, entrevistas, dados atualizados ... https://nasceremportugal.ffms.pt/#cada-vez-menos 11