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É bom entender primeiro o que é 
Engenharia Cognitiva
Engenharia cognitiva 
Formalizada por Donald 
Norman em 1986, é uma 
abordagem que reúne 
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Engenharia cognitiva - conceitos básicos 
O designer cria um modelo de design, um modelo mental de como o sistema 
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A tarefa do designer é desenvolver o modelo de design de um sistema 
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O designer deve realizar as melhores escolhas para isso. deve 
escolher os padrões de interação, elementos e feedbacks mai...
Para AVALIAR se uma interface cumpre melhor este papel, 
pode usar algumas técnicas de 
INSPEÇÃO DE USABILIDADE.
Mas para projetar uma interface adequada, deve planejar a 
ARQUITET URA DA INFORMAÇÃO.
Arquitetura da Informação 
é o design estrutural de ambientes de informação compartilhada, abrangendo 
aspectos de organiz...
São aspectos importantes da AI 
1. O levantamento do inventário de conteúdos e funcionalidades 
aderentes ao comportamento...
Escolhas de AI podem ser 
redundantes e inconsistentes 
com padrões exatos, desde que 
reflitam o modelo mental do 
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Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, 
Arquitetura da informação é: 
1) O design estrutural para 
ambientes de infor...
Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, 
Arquitetura da informação é: 
2) A combinação de organização, labeling, busca...
Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, 
Arquitetura da informação é: 
3) A arte ou ciência de modelar 
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Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, 
Arquitetura da informação é: 
4) Uma disciplina emergente e comunidade de prá...
Pessoas 
Cont exto 
Conteúdo
Arquitetura da 
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Software Design Gráfico 
Sociologia e 
Antropologia 
Ciência da 
informação 
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Diagramas por Peter Morville http://prezi.com/aafmvya6bk7t/understanding-information-architecture/
Diagramas por Peter Morville http://prezi.com/aafmvya6bk7t/understanding-information-architecture/
cliente ≠ usuário ≠ designer 
diferentes objetivos, experiências e modelos-mentais
informação ≠ dados 
Não modelamos bancos de dados, modelamos informações. 
AI é para o frontend, não o backend. 
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Arquitetura da Informação 
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Formato? 
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Como organizar filmes? . 
locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
. Diretor 
locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
perfil do público: aficcionados 
locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
perfil do público: geral 
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Que critérios para organizar roupas?
Vamos vazer um inventário de conteúdo
casacos 
ca m is a s 
sociais 
chapéus 
ro u p a de cama 
trecos 
vestidos 
bolsas 
blazersblusas 
banho 
cu e ca s meias ...
Gavetas-menus
Gavetas-menus 
submenus submenus submenus
e numa loja, tem diferença?
localização dos produtos nas prateleiras 
refletem comportamento de compra
organizar sua gaveta de meias... 
...depende dos perfis de uso.
cauda longa.
categorizar vs ordenar
categorizar vs ordenar
Processo de AI
1. Colha informações sobre os usuários
Pesquisa é minerar dados 
e colher informações. 
‣ Avaliação do SAC, feedback, 
‣ Indicadores públicos (Scarface) 
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2. Crie personas, defina a focal, e crie cenários 
pala levantar suas user stories e requisitos 
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No Globo Repórter desta noite você vai ver… 
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3. Defina os metadados de seu conteúdo
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Abrir a pastinha do desktop
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pesquisa 
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protot ipação 
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Card S ort ing 
como introduzir metodologia em uma empresa?
"Card Sorting é uma técnica de 
design centrada no usuário para 
aumentar a encontrabilidade 
(findability) de um sistema....
"...Pode prover insight nos modelos mentais dos 
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Aula ministrada na especialização em Design de Interação da Fucapi, Manaus, 2014.

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  1. 1. Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Arquitetura da Informação Marcello de Campos Cardoso www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br mcardoso@latitude14.com.br #1
  2. 2. Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Arquitetura da Informação cuidando da encontrabilidade do sistema
  3. 3. Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Existem muitos caminhos, desafios e benefícios em um sistema
  4. 4. Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Como pensam os usuários? (pacman) Que caminho percorrem? (maze) Quais os desafios? (ghosts)
  5. 5. Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Problema Arquitetos não vivem na casa que projetam, e não estão prontos para entenderem as necessidades de longo tempo. Senso comum é uma boa ferramenta para sistemas simples, mas navegação intuível ocorre melhor quando projetada.
  6. 6. Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | 3 perguntas do explorador Estou no lugar certo? Aqui tem o que procuro? Como acesso esse conteúdo?
  7. 7. Para entender encontrabilidade em um sistema É bom entender primeiro o que é Engenharia Cognitiva
  8. 8. Engenharia cognitiva Formalizada por Donald Norman em 1986, é uma abordagem que reúne conhecimentos mistos de ciência cognitiva, psicologia cognitiva e fatores humanos ao design de interfaces.
  9. 9. Engenharia cognitiva - conceitos básicos O designer cria um modelo de design, um modelo mental de como o sistema deve e comportar, baseado nos seu modelo de usuário e tarefa. Modelo de design implementado = Imagem do sistema O usuário real interage com a imagem do sistema e cria seu modelo mental da aplicação.
  10. 10. Engenharia cognitiva - conceitos básicos A tarefa do designer é desenvolver o modelo de design de um sistema que se aproxime do modelo mental da aplicação do usuário real. A solução é que o designer entenda o usuário. Para isso Norman propõe a teoria da ação.
  11. 11. O designer deve realizar as melhores escolhas para isso. deve escolher os padrões de interação, elementos e feedbacks mais adequados.
  12. 12. Para AVALIAR se uma interface cumpre melhor este papel, pode usar algumas técnicas de INSPEÇÃO DE USABILIDADE.
  13. 13. Mas para projetar uma interface adequada, deve planejar a ARQUITET URA DA INFORMAÇÃO.
  14. 14. Arquitetura da Informação é o design estrutural de ambientes de informação compartilhada, abrangendo aspectos de organizar e etiquetar conteúdos e funcionalidades para apoiar a encontrabilidade e usabilidade destes ambientes.
  15. 15. São aspectos importantes da AI 1. O levantamento do inventário de conteúdos e funcionalidades aderentes ao comportamento do usuário em um contexto de uso; 2.A organização, categorização e priorização dos itens de inventário 3.A definição de metadados, narrativas, casos de uso, estruturas de navegação (menus, filtros, ordenações) e busca.
  16. 16. Escolhas de AI podem ser redundantes e inconsistentes com padrões exatos, desde que reflitam o modelo mental do usuário.
  17. 17. Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, Arquitetura da informação é: 1) O design estrutural para ambientes de informação compartilhada Redesign must die
  18. 18. Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, Arquitetura da informação é: 2) A combinação de organização, labeling, busca e navegação para sistemas digitais
  19. 19. Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, Arquitetura da informação é: 3) A arte ou ciência de modelar produtos informacionais e experiências para apoiar usabilidade e encontrabilidade
  20. 20. Segundo Louis Rosenfeld and Peter Morville, Arquitetura da informação é: 4) Uma disciplina emergente e comunidade de práticas focadas em trazer princípios de design e arquitetura para o cenário digital
  21. 21. Pessoas Cont exto Conteúdo
  22. 22. Arquitetura da Informação Engenharia de Software Design Gráfico Sociologia e Antropologia Ciência da informação Engenharia cognitiva Ciência da computação Psicologia organizacional Educação
  23. 23. Diagramas por Peter Morville http://prezi.com/aafmvya6bk7t/understanding-information-architecture/
  24. 24. Diagramas por Peter Morville http://prezi.com/aafmvya6bk7t/understanding-information-architecture/
  25. 25. cliente ≠ usuário ≠ designer diferentes objetivos, experiências e modelos-mentais
  26. 26. informação ≠ dados Não modelamos bancos de dados, modelamos informações. AI é para o frontend, não o backend. Dados são fatos e figuras.
  27. 27. Arquitetura da Informação Estruturar, organizar e etiquetar. Determinar os níveis corretos de granularidade para os átomos de informação e como relacioná-los
  28. 28. O conteúdo possui várias categorias possíveis. Altura? Formato? Peso? Cor?
  29. 29. Como organizar filmes? . locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
  30. 30. . Diretor locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
  31. 31. perfil do público: aficcionados locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
  32. 32. perfil do público: geral locadora de DVDs e cafeteria Cinecittà / foto: tatianacaju@gmail.com
  33. 33. Que critérios para organizar roupas?
  34. 34. Vamos vazer um inventário de conteúdo
  35. 35. casacos ca m is a s sociais chapéus ro u p a de cama trecos vestidos bolsas blazersblusas banho cu e ca s meias gravatas trecos malha be r m u d a sapatos ca lcin ha s sut iãs pijamas meias malhas shorts perfumes firula
  36. 36. Gavetas-menus
  37. 37. Gavetas-menus submenus submenus submenus
  38. 38. e numa loja, tem diferença?
  39. 39. localização dos produtos nas prateleiras refletem comportamento de compra
  40. 40. organizar sua gaveta de meias... ...depende dos perfis de uso.
  41. 41. cauda longa.
  42. 42. categorizar vs ordenar
  43. 43. categorizar vs ordenar
  44. 44. Processo de AI
  45. 45. 1. Colha informações sobre os usuários
  46. 46. Pesquisa é minerar dados e colher informações. ‣ Avaliação do SAC, feedback, ‣ Indicadores públicos (Scarface) ‣ Benchmarking (direto e indireto) ‣ Etnografia online, ‣ Entrevistas, ‣ Questionários, ‣ Focus group ‣ Análise métrica, ‣ etc...
  47. 47. 2. Crie personas, defina a focal, e crie cenários pala levantar suas user stories e requisitos (conteúdos e funcionalidades)
  48. 48. No Globo Repórter desta noite você vai ver… USUÁRIOS: Quem são? O que gostam e desgostam? Quais suas limitações? (restrito) E suas taras (aficcionado)?
  49. 49. 3. Defina os metadados de seu conteúdo
  50. 50. plataforma para bandas independentes página da banda thumbnail integrantes nome instrumentos avatar email nascimento sobre (texto) atalhos facebook twitter orkut skype Se é produtor Se é administrador da página do artista agenda Título descrição entrada paga preço gratuita 1kg de alimento não divulgado data hora nome da casa de show estado cidade endereco outras bandas flyer páginas release etc título
  51. 51. 4. Documente a arquitetura com fluxos, protótipos e colha feedback
  52. 52. Abrir a pastinha do desktop
  53. 53. Marcello de Campos Cardoso - www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br | Arquitetura da Informação Card Sorting Marcello de Campos Cardoso www.mcardoso.com.br | www.latitude14.com.br mcardoso@latitude14.com.br #2
  54. 54. et nografia Be n c hma r k in g pesquisa desenvolvimento validação Questionários e entrevistas protot ipação personas St o r y mapping Card S ort ing Análise Heurística Pe r c u r s o Cognit ivo MIS Método de Inspeção Semiótica focus group testes de usabilidade MA C Método de Avaliação de comunicabilidade net nografia
  55. 55. Card S ort ing como introduzir metodologia em uma empresa?
  56. 56. "Card Sorting é uma técnica de design centrada no usuário para aumentar a encontrabilidade (findability) de um sistema. O processo envolve organizar uma série de cartões, em cada um escrito um pedaço de conteúdo ou funcionalidade, em grupos que façam sentido para os usuários ou participantes." - Dona Spencer
  57. 57. "...Pode prover insight nos modelos mentais dos usuários, iluminando a maneira tácita com que agrupam, ordenam e nomeiam tarefas e conteúdos nas suas cabeças." - IA for the WWW
  58. 58. É uma maneira barata e eficiente para encontrar padrões em como as pessoas pensam, onde esperam encontrar conteúdos ou ferramentas. Entendendo isso podemos projetar algo mais fácil de usar (com melhor usabilidade).
  59. 59. Serve para definir ✓Estrutura geral da informação ✓Sugestões para navegação (menus) ✓Taxonomia
  60. 60. Card Sorting serve para compreender como as pessoas pensam e aplicar na estrutura do sistema
  61. 61. Vantagens ✓Fácil - Para organizador e participantes ✓Barato - O custo é o de papel, canetas e tempo. ✓Rápido - Dificilmente ultrapassa 1h a aplicação ✓Confiável - Utilizado por mais de 10 anos ✓Envolve o usuário - Múltiplos modelos mentais
  62. 62. Limitações ✓Não foca na tarefa É uma técnica de conteúdo. Se as tarefas forem ignoradas durante a aplicação, teremos uma arquitetura ruim ✓Resultados podem variar Alguns tópicos e assuntos são menos precisos ✓Interpretação subjetiva Depende da experiência do avaliador
  63. 63. Tipos Aberto Fechado com grupos pré-definidos sem grupos pré-definidos ou Descobrir Validar
  64. 64. Quantos usuários? 15 (90% de fidelidade) pois é uma técnica gerativa
  65. 65. 3º tipo: Delphi Diferentes grupos de usuários iteram com o resultado do card anterior até que não hajam mais mudanças radicais.
  66. 66. Que tal usar Card Sorting para avaliar um site?
  67. 67. Tree testing O usuário tem a tarefa de encontrar um conteúdo em uma estrutura
  68. 68. Tree testing
  69. 69. 0. Antes... Para ser eficaz, precisamos primeiro levantar: ✓Perfis de uso (Se forem muito diferentes, separar grupos) ✓Necessidades dos usuários ✓Regras do negócio
  70. 70. 1. Inventário de conteúdo Levantar o que for relevante ✓Existente ✓Planejado (incluir conteúdos de releases evita retrabalho futuro) Granularidade: Escolher ferramentas/conteúdos do mesmo nível para evitar confusão com o usuário. Quantidade: O ideal é trabalhar entre 30 e 100 itens. Procure priorizar.
  71. 71. 2. Escrever cartões Escreva os conteúdos nos cartões, com o mínimo de descrição (rápido de ler) que permita o entendimento. Ranking de votant es Ranking de votant es Numere todos os cartões para facilitar a organização posterior. Escreva este número discretamente atrás de cada cartão.
  72. 72. 3. Aplicação ✓ Coloque os cartões em uma mesa de tamanho adequado ✓ Acrescente alguns cartões em branco e uma caneta ✓ Receba e instrua os participantes
  73. 73. 3. Aplicação: regras ✓ Em equipe, os cartões devem ser agrupados por afinidade ✓ As categorias devem receber um nome da equipe. - Podem criar sub-grupos - Podem acrescentar cartões - Podem remover cartões - Podem sugerir novos nomes para conteúdos
  74. 74. 3. Aplicação: dicas pro condutor ✓ Oriente sem tendenciar, não influencie ✓ Não deixe a peteca cair, mantenha a energia ✓ Anote comentários e dicas importantes
  75. 75. 3. Aplicação: roteiro Obrigado por vir. Estamos (re)desenhando o Sitema X para torná-lo tão fácil quanto possível. Na sua frente existe uma pilha de cartões que representam o conteúdo. Trabalhando juntos vocês devem negociar e juntar as cartas em grupos que façam mais sentido. Não preocupem em pensar a navegação; nós vamos cuidar disso. Também não se preocupem em organizar a informação como ela está hoje. Estamos interessados em ver como você se organizar em grupos que você esperaria encontrar as coisas dentro Quando terminarem de agrupar, podem nomear cada grupo. Podem também fazer sub-grupos se acharem necessário. Se algo estiver faltando, pode usar um cartão em branco para adicioná-lo. Além disso, se algum estiver confuso, pode sugerir outro termo escrevendo no próprio cartão, E se achar que algo está sobrando, pode fazer um grupo para o lixo..
  76. 76. 4. Depois ✓ “Feche” os grupos deixando o cartão com o nome sobre os demais ✓ Valide perguntando aonde estão alguns cartões importantes ✓ Fotografe o resultado, Ou anote em uma planilha. ✓ Se outros grupos realizaram o exercício, procure por padrões ✓ Você pode usar uma planilha eletrônica para ajudar
  77. 77. 4. Depois - interpretando Pontos divergentes não são necessariamente ruins. Indicam ao designer conteúdos difíceis de entender, ou que podem estar em mais de um lugar. Conteúdos eletrônicos são ligados hipertextualmente e possuem redundâncias positivas. Perfis diferentes podem demandar layouts diferentes (personas focais)
  78. 78. Dica da Home Após terminado o exercício, pergunte quais conteúdos gostariam de ver na primeira página.
  79. 79. Consideração Pode não entregar a estrutura final, mas oferece informações valiosas para a tomada de decisões.
  80. 80. Desafios Card Sorting são mais difíceis de aplicar em: ✓ Sistemas muito grandes ✓ Conteúdos muito heterogêneos ✓ Conteúdos complexos para especialistas ✓ Inventário de conteúdo (apenas o que for relevante)
  81. 81. Ferramentas online Card Sorting são mais difíceis de aplicar em: • Websort • OptimalSort • SimpleCardSort • Concept Codify • usabilitiTEST

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