UNA - Eng Usa '12 - aula 05

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Este arquivo contém a apresentação realizada por Marcello de Campos Cardoso, em Agosto de 2012, para a disciplina Engenharia de Usabilidade ministrada no curso de especialização Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis, no Centro Universitário UNA.

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UNA - Eng Usa '12 - aula 05

  1. 1. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso Perguntando aos especialistasAs 10 heurísticas de Nielsen Engenharia de Software Centrada Em Métodos Ágeis Engenharia de Usabilidade Marcello de Campos Cardoso | www.mcardoso.com.br | mcardoso@gmail.com
  2. 2. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoAnálise Heurísticaas 10 heurísticas de Jakob Nielsen
  3. 3. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso Plano de curso1ª Introdução à EngUsa 10pts2ª Técnica de Modelagem: Personas ágeis 20pts3ª Fatiando releases com User Story Mapping 20pts4ª Projetando a interface: Task Flow + Prototipação rápida 25pts5ª Perguntando a especialistas: As 10 heurísticas de Nielsen 25pts
  4. 4. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso Ciclo de vida do produto Story rking mapping Análise Heurística chmaBen to jam isa to en o ne qu çã en lvim lida pla pes vo sen va deEtnograf Prototipação ia digital Personas
  5. 5. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso Onde aplicar?definição do backlog Reunião diária Produto Backlog do Backlog do potencialmente produto sprint “entregável”
  6. 6. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoAnálise Heurísticaas 10 heurísticas de Jakob Nielsen
  7. 7. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoAnálise Heurísticaas 10 heurísticas de Jakob Nielsen
  8. 8. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoDefinição“Análise Heurística (Nielsen and Molich, 1990; Nielsen 1994) é um métodode engenharia de usabilidade para encontrar os erros de usabilidade emuma interface para que sejam corrigidos em um processo dedesenvolvimento iterativo.Envolve um pequeno grupo de avaliadores para examinar ainterface e avaliá-la de acordo com princípios de usabilidadereconhecidos (as heurísticas).” - NielsenMolich, R., and Nielsen, J. (1990). Improving a human-computer dialogue, Communications of the ACM 33, 3 (March).Nielsen, J., and Molich, R. (1990). Heuristic evaluation of user interfaces, Proc. ACM CHI90 Conf.Nielsen, J. (1994a). Enhancing the explanatory power of usability heuristics. Proc. ACM CHI94 Conf.Nielsen, J. (1994b). Heuristic evaluation. In Nielsen, J., and Mack, R.L. (Eds.), Usability Inspection Methods, John Wiley & Sons, New York, NY.
  9. 9. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso =Heurísticas ~ Metas de usabilidadeMetas são princípios generalistas que norteiam o desenvolvimentoHeurísticas são diretrizes técnicas para a avaliação de interfaces
  10. 10. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso
  11. 11. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso J akob Nielsen lsen se cam po da usabilidade, NieO principal nome no ágeis desde em me todologias baratas epopularizou por focaros anos 90. s para ar pe squisas quantitativa É conhecido por realiz ertas. fund amentar suas descob urística. nhecida e difu ndida é a análise he Sua prática mais co
  12. 12. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoOrigem (1990)As heurísticas originais surgiram da análise de 249 problemas, identificados apartir de avaliações realizadas por especialistas em 11 projetos. ✓ 4 avaliados durante a fase inicial do ciclo de vida ✓ 7 avaliados em uma fase avançada;
  13. 13. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoComo fazer?1º passo: Briefing • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo2º passo: Avaliação (cerca de 2h) • Independente • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos3º passo: Reunião de resultados e relatório • Discutir problemas • Priorizá-los • Elaborar recomendações e soluções
  14. 14. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoComo fazer?1º passo: Briefing • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo2º passo: Avaliação (cerca de 2h) • Independente • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos3º passo: Reunião de resultados e relatório • Discutir problemas • Priorizá-los • Elaborar recomendações e soluções
  15. 15. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoComo fazer?1º passo: Briefing • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo2º passo: Avaliação (cerca de 2h) • Independente • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos3º passo: Reunião de resultados e relatório • Discutir problemas • Priorizá-los • Elaborar recomendações e soluções
  16. 16. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso
  17. 17. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso 1 2 3 3
  18. 18. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso 1 2 3 3
  19. 19. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso
  20. 20. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoAnálise Heurística vs Testes com usuários
  21. 21. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoDiferençasAnálise Heurística - preditivaBaseada na experiência/expectativas do especialista Testes com usuários - empírica Baseada na observação do comportamento
  22. 22. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoSemelhançasSão técnicas analíticas, não gerativas (ideação) como Story Mapping ou Card Sorting.
  23. 23. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso10 Heurísticas de Jakob Nielsen1. Visibilidade do status do sistema (feedback)2. Compatibilidade do sistema com o mundo real (affordance)3. Controle do usuário e liberdade4. Consistência e padrões5. Prevenção de erros6. Reconhecer em vez de relembrar7. Flexibilidade e eficiência no uso8. Estética e design minimalista9. Ajudar os usuários a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros10. Ajuda e documentação
  24. 24. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso1. Visibilidade do status do sistema (feedback) O sistema deve informar continuamente e apropriadamente ao usuário sobre o que ele está fazendo, em tempo razoável.
  25. 25. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso1. Visibilidade do status do sistema (feedback) Vou fazer um café...Mais fácil de entender.
  26. 26. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso1. Visibilidade do status do sistema (feedback) LOG deixa tudo mais claro.
  27. 27. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso1. Visibilidade do status do sistema (feedback) ! th e fly On
  28. 28. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso1. Visibilidade do status do sistema (feedback)
  29. 29. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso2. Compatibilidade do sistema com o mundo real A terminologia e os elementos de interface devem ser baseados na linguagem do usuário, não do sistema. As informações devem ser organizadas conforme o modelo mental do usuário.
  30. 30. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What?
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  37. 37. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso2. Compatibilidade do sistema com o mundo real
  38. 38. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso3. Controle do usuário e liberdadeO usuário controla o sistema. Ele pode, por exemplo, abortar uma tarefa ou desfazer uma operação e retornar ao estado anterior.
  39. 39. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso3. Controle do usuário e liberdade
  40. 40. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso3. Controle do usuário e liberdade
  41. 41. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso3. Controle do usuário e liberdade
  42. 42. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso3. Controle do usuário e liberdade
  43. 43. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso3. Controle do usuário e liberdade
  44. 44. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso3. Controle do usuário e liberdade
  45. 45. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso3. Controle do usuário e liberdade
  46. 46. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso 4. Consistência e padrões Um comando, ação ou elemento de interface deve ter sempre o mesmo efeito e aparência.A mesma operação deve ser apresentada na mesma localização e deve serformatada/apresentada da mesma maneira para facilitar o reconhecimento.
  47. 47. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso4. Consistência e padrões
  48. 48. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso4. Consistência e padrões
  49. 49. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso4. Consistência e padrões
  50. 50. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso 5. Prevenção de erros Evitar situações de erro.Conhecer as situações que mais provocam erros e modificar a interface para que estes erros não ocorram
  51. 51. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso5. Prevenção de erros
  52. 52. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso5. Prevenção de erros
  53. 53. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso5. Prevenção de erros
  54. 54. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso5. Prevenção de erros
  55. 55. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso5. Prevenção de erros
  56. 56. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso5. Prevenção de erros
  57. 57. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso5. Prevenção de erros
  58. 58. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso5. Prevenção de erros
  59. 59. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso 6. Reconhecer em vez de relembrarO sistema deve mostrar os elementos de diálogo e permitir que o usuáriofaça suas escolhas, sem a necessidade de lembrar um comando específico.
  60. 60. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso6. Reconhecer em vez de relembrar
  61. 61. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso6. Reconhecer em vez de relembrar
  62. 62. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso6. Reconhecer em vez de relembrar
  63. 63. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso6. Reconhecer em vez de relembrar
  64. 64. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso6. Reconhecer em vez de relembrar
  65. 65. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso 7. Flexibilidade e eficiência no usoPara usuários experientes executarem as operações mais rapidamente.Abreviações, teclas de função, duplo clique no mouse, função de volta em sistemas hipertexto.Atalhos também servem para recuperar informações que estão numa profundidade na árvore navegacional a partir da interface principal.
  66. 66. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso7. Flexibilidade e eficiência no uso
  67. 67. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso7. Flexibilidade e eficiência no uso
  68. 68. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso7. Flexibilidade e eficiência no uso
  69. 69. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso7. Flexibilidade e eficiência no uso
  70. 70. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso 8. Estética e design minimalistaDeve-se apresentar exatamente a informação que o usuário precisa no momento, nem mais nem menos.A seqüência da interação e o acesso aos objetos e operações devem ser compatíveis com o modo pelo qual o usuário realiza suas tarefas.
  71. 71. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso8. Estética e design minimalista
  72. 72. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso8. Estética e design minimalista
  73. 73. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso8. Estética e design minimalista
  74. 74. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros Linguagem clara e sem códigos. Devem ajudar o usuário a entender e resolver o problema. Não devem culpar ou intimidar o usuário.
  75. 75. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros
  76. 76. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros
  77. 77. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros
  78. 78. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso 10. Ajuda e documentaçãoO ideal é que um software seja tão fácil de usar (intuitivo) que não necessite de ajuda ou documentação.Se for necessária a ajuda deve estar facilmente acessível on-line.
  79. 79. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso10. Ajuda e documentação
  80. 80. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso10. Ajuda e documentação
  81. 81. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso10. Ajuda e documentação
  82. 82. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso10. Ajuda e documentação
  83. 83. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso10. Ajuda e documentação
  84. 84. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso10. Ajuda e documentação
  85. 85. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoVantagens1. Avaliação de Usabilidade de barata, não precisa de laboratórios ou equipamento2. Ágil: Um dia ou menos para aplicar3. Pode ser aplicada em qualquer estágio do projeto, incluindo protótipos precoces.4. Treinamento simples: Pode ser ensinada em poucas horas (para especialistas)
  86. 86. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoConsiderações: número de avaliadoresAlguns problemas apenas são descobertos por perfis diferentes de avaliadores.
  87. 87. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoConsiderações: número de avaliadores5 avaliadores encontramos quase 75% dos problemas de usabilidade.3 avaliadores fornecem quase 65% de descobertas1 avaliador descobre em média 35%
  88. 88. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoConsiderações: número de avaliadores O número excessivo de avaliadores traz pouco retorno de investimento.
  89. 89. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoConsiderações: número de avaliadoresA avaliação solo é conhecida como Expert review, Expert crit ouDiscount evaluation.É uma prática comum de mercado.
  90. 90. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoConsiderações: experiência do avaliadorA qualidade da avaliação depende da compreensão correta das HeurísticasAplicá-las exercita as boas práticas de usabilidade, para o desenvolvedor
  91. 91. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso Heurísticas para websites (Nielsen, 1999)H igh-quality content (conteúdo de alta qualidade)O ften updated (freqüentemente atualizado)M inimal download time (tempo mínimo de download)E ase of use (facilidade de uso)R elevante to user’s needs (relevante para as necessidades dos usuários)U nique to the online médium (somente para o meio online)N etcentric corporate culture (cultura corporativa centrada na rede)
  92. 92. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso Métricas RA na direção automotiva1. O sistema deve sinalizar os diversos obstáculos no caminho aumentando seu contraste (buracos, quebra-molas, transeuntes, etc.);2. Sinais de trânsito e informações complementares devem ser identificados e exibidos em destaque na área à direita do pára-brisa. O objetivo é oferecer subsídios para o motorista sem comprometer sua atenção primária.3. A linguagem deve ser universal e de fácil compreensão.4. O sistema deve ser configurável. Usuários com capacidades cognitivas diferentes devem possuir ferramentas para configurá-lo à sua maneira.
  93. 93. Engenharia de Usabilidade / Marcello CardosoHeurísticas emocionais para jogos(Eva de Lera e Muriel Garreta-Domingo)1. Franzir a sobrancelha - Concentração, antipatia ou falta de clareza2. Levantar as sobrancelhas - Insegurança, incredulidade, surpresa ou exasperação3. Desviar o olhar - Desapontamento, fracasso, culpa, vergonha ou submissão4. Sorrir - Satisfação ou alegria5. Apertar os lábios - Frustração, confusão, ansiedade, nervosismo ou preocupações6. Mover a boca - Desorientação ou insegurança7. Expressar-se verbalmente (tosses, suspiros, bocejos e etc.) - Frustração ou decepção8. Tocar o rosto com as mãos - Confusão, incerteza ou cansaço9. Reclinar-se para trás - Rejeição10. Inclinar o corpo para frente - Depressão, frustração ou atenção
  94. 94. Engenharia de Usabilidade / Marcello Cardoso igad o!o br Este arquivo contém a apresentação realizada por Marcello de Campos Cardoso, em Agosto de 2012, para a disciplina Engenharia de Usabilidade ministrada no curso de especialização Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis, no Centro Universitário UNA.

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