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7
SOBRE MIM

10+ ANOS DE EXPERIÊNCIA EM PROJE TOS WEB,
PORTAIS CORPORATIVOS E COLABORAÇÃO

70+ PROJE TOS
50 EMPRESAS

SÓCIO-DIRE TOR DA NEUE STUDIO (NEUE.ST),
EMPRESA FOCADA EM PESQUISA, ESTRATÉGIA E
PLANEJAMENTO PARA PRODUTOS E SERVIÇOS
DIGITAIS


TWIT TE R: @PRFLORIANO
LIN KEDI N: PFLORIANO
SOBRE VOCÊS

- NO ME

- EMPRE SA

- ÁREA

- JÁ SE EN VOLVEU C OM PESQUISAS E DIAGN ÓS TICO S?

- QUE TEMAS GOSTARIA DE APROFUNDAR HOJE
AGENDA DO WORKSHOP

1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS

2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E
    PORTAIS

3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS

4.  DIAGNÓSTICO

5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS

6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
AGENDA DO WORKSHOP

1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS

2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E
    PORTAIS

3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS

4.  DIAGNÓSTICO

5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS

6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
8
O QUE SÃO PORTAIS
  CORPORATIVOS
 (OU INTRANE TS)?

       7
UM PORTAL CORPORATIVO É UMA
 PLATAFORMA DE ACESSO INTERNO QUE
CONSOLIDA CONTEÚDOS E APLICAÇÕES DE
   COMUNICAÇÃO, COLABORAÇÃO E
PRODUTIVIDADE, SEGMENTADAS A PARTIR
       DO PERFIL DO USUÁRIO.
I N T E R FAC E 


           R E G R AS D E N E G Ó C I O E P E R S O N A L I Z AÇ Ã O 


C O M U N I C AÇ Ã O        P R O D U T I V I DA D E        C O L A B O R AÇ Ã O

       E-mail                    Workflows                          Blogs
Gestão de conteúdo                   GED                           Wikis
      Clipping                   Formulários                     Microblogs
 Instant messaging                   CRM                        Comunidades
                             Gestão de projetos               Bancos de ideias
                           Relatórios e dashboards              Redes sociais
                                     LMS                       Crowdsourcing
                                     ERP                      Voting/ranking
                                    Busca



                           INFRAESTRUTURA
PARA QUE AS PESSOAS UTILIZAM?

    Para se comunicar com pares e superiores
    Para se manter informadas sobre notícias ou
     comunicados da organização
    Para trabalharem em conjunto e colaborarem em temas
     e projetos
    Para compartilhar artefatos (ideias, opiniões, histórias)
    Para aprender e se autodesenvolver
    Para obter informações sobre como realizar suas
     atividades diárias
    Para contribuir com a organização
E QUAIS AS OPORTUNIDADES ASSOCIADAS?

    Melhorar clima e alinhamento organizacional
    Reduzir custos
    Aumentar a produtividade dos colaboradores
    Melhorar qualidade no atendimento aos clientes
    Aumentar vendas
    Melhorar e agilizar comunicação
    Aumentar sensivelmente a satisfação dos colaboradores
     em trabalhar na empresa (aumento da transparência,
     produtividade, autodesenvolvimento e visibilidade)
    Aumentar potencial de inovação da empresa
8
 MESMO ASSIM, POR QUE
MUITAS INTRANE TS NÃO SÃO
       UTILIZADAS?

          7
POR QUE AS INTRANE TS NÃO SÃO POPULARES?

    Conteúdo desatualizado
    Conteúdo irrelevante
    Crescimento desordenado
    Foco em obrigações (políticas, normas, manuais) e
     questões transacionais (formulários, sistemas)
    Sistemas e conteúdos legados
    Mais (!) sistemas e conteúdos legados
    Falta de flexibilidade de plataformas de portal – ou falta
     de recursos ou expertise para customizá-las
    Não são prioridade dentro da agenda organizacional
FO RA DA EMPRESA...
NO TRABALHO.
NO TRABALHO.




40% dos universitários nos EUA aceitariam
empregos com menor salário se pudessem ter
controle sobre suas plataformas de trabalho
(Cisco, 2011)
“Nossa intranet é tão ruim que a minha
equipe criou sua própria versão, hospedada
fora do firewall. E ela é ótima.”




                             Fonte: Intranet Secrets
8
MAS TAMBÉM HÁ LUZ NO FIM
       DO TÚNEL.

          7
“Eu realmente tenho acesso à intranet pelo
meu celular. Acho que estou apaixonada.”




                              Fonte: Intranet Secrets
8
AFINAL, COMO FAZER OS
USUÁRIOS ♥ A INTRANE T?

         7
♥ SIMPLES DE USAR

♥ A G R A DÁV E L D E U S A R

♥ C O M C O N T E Ú D O R E L E VA N T E E
AT U A L I Z A D O

♥ F E R R A M E N TA D E T R A B A L H O
}
E USAR

L DE USAR

E Ú D O R E L E VA N T E E   Experiência
                             do usuário

TA D E T R A B A L H O
AGENDA DO WORKSHOP

1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS

2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E
    PORTAIS

3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS

4.  DIAGNÓSTICO

5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS

6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
O QUE É EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO [UX]

É A SOMA DAS INTERAÇÕES –
POSITIVAS OU NEGATIVAS –
PERCEBIDAS POR UM USUÁRIO OU
CONSUMIDOR DE UM PRODUTO,
SERVIÇO OU MARCA.
8
 EXPLICANDO UM POUCO
MELHOR (O QUE É 	
   E O QUE
       NÃO É UX) 	
  


            7
EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
  não é apenas
      INTERFACE
Interface
            UX
“As	
  pessoas	
  olham	
  para	
  a	
  
experiência	
  do	
  usuário	
  como	
  uma	
  
etapa	
  especí7ica	
  de	
  um	
  projeto,	
  que	
  
irá	
  resolver	
  todos	
  os	
  problemas	
  do	
  
produto.”	
   m	
  Portal	
  Corpora0vo?	
  
O	
  que	
  é	
  u


        Dan	
  Brown	
  
Fonte: Elements of user experience – Jesse James Garrett
EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
  não é apenas
     USABILIDADE
Fonte: User experience honeycomb – Peter Morville
EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
 não quer dizer
FOCO TOTAL NO USUÁ RIO
tecnologia    usuários




       objetivos
    organizacionais

                      Experiência do
                      usuário
EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
     não custa
        CARO
EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
     não custa
         CARO

          7
MAS CUSTA TEMPO, CE RTO?
tempo de
elaboração de
documentações
complexas
tempo de
elaboração de
documentações
complexas

tempo de
desenvolvimento
tempo de
elaboração de
documentações
complexas

tempo de
desenvolvimento

refações
tempo de
elaboração de
documentações
complexas

tempo de
desenvolvimento

refações

tempo de teste
tempo de
elaboração de
documentações
complexas

tempo de
desenvolvimento

refações

tempo de teste

treinamento
tempo de
elaboração de
documentações
complexas

tempo de
desenvolvimento

refações

tempo de teste

treinamento

suporte
EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
         está
N OS PEQUENOS DE TA LHES
Fonte: Little Big Details
EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
     vai além
      DO DIGITAL
Virgin Airlines          Bank of America




Fonte: http://www.uxmatters.com/mt/archives/2011/10/the-rise-of-cross-channel-ux-design.php
EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO
  é mais do que
UMA ÁREA OU DISCIPLINA
Processo de desenvolvimento (típico) de portais corporativos




Diagnóstico e
                Estratégia     Planejamento    Implementação
entendimento




                                                           Testes
AGENDA DO WORKSHOP

1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS

2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E
    PORTAIS

3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS

4.  DIAGNÓSTICO

5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS

6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
8
MAS POR QUE PESQUISAR?

         7
8
(3 RAZÕES CONTRA E 1 HISTÓRIA)

             7
POR QUE NÃO PESQUISAR

  Os usuários não conhecem o que a tecnologia
  pode oferecer para resolver seus problemas, ou
  não está atualizado dos avanços existentes

  Muitas vezes, os usuários não tem consciência
  de quais são suas necessidades reais (ex: iPad)

  Além de donos do produto, também somos
  usuários
“Se	
  eu	
  perguntasse	
  aos	
  meus	
  
clientes	
  o	
  que	
  eles	
  queriam,	
  
teriam	
  dito	
  –	
  um	
  cavalo	
  mais	
  
rápido”.	
  


       Henry	
  Ford	
  
UMA HISTÓRIA



                      8
  A intranet está prestes a entrar no ar. Em uma
   reunião rotineira, de status do projeto, um dos
                    diretores fala:

Por que definimos os itens do menu principal desta
  forma? Estou achando ruim. Acho que devemos
         mudar para uma lógica diferente.

      Pra quando vocês conseguem fazer?
EXISTEM DUAS RESPOSTAS POSSÍVEIS:



                    8
1. “Nós definimos assim porque achamos que era
                melhor assim...”

2. “Nós avaliamos as duas opções em dinâmicas
    com os usuários e escolhemos a opção mais
    adequada, que impacta positivamente nos
                 objetivos x e y.”
PESQUISAS SERVEM PARA

  Reduzir o nível de incerteza sobre o sucesso das
  soluções propostas

  Resolver impasses dentro da equipe – e agilizar
  os projetos evitando revisões constantes

  Mostrar, na prática, para os executivos que os
  colaboradores não possuem a mesma visão que
  ele – em relação a processos, silos, etc.

  Engajar usuários desde o início do projeto
Custo de alteração




Requerimentos   Codificação   Produção
Como no caso das intranets o ambiente é
     mais controlado e existe uma
   “obrigatoriedade” no acesso pelos
 usuários, acabamos nos acomodando...
O que é utilizado

O que é esperado




                                                   O que não é utilizado




Fonte: Dan Saffer. Designing for Interaction
Ouvir os usuários não quer dizer fazer o
que eles querem, mas sim conhecer suas
   necessidades para tomar decisões
 conscientes – e se for o caso planejar
 ações de gestão de mudança efetivas.
tecnologia    usuários




       objetivos
    organizacionais

                      Experiência do
                      usuário
8
QUAIS OS TIPOS DE PESQUISA?

           7
QUANTITATIVA           QUALITATIVA

     + BARATA           + APROFUNDADA

     + RÁPIDA        + CONTROLE RESULTADOS

  + ABRANGENTE            + ADAPTÁVEL

BOA PARA VALIDAÇÃO   BOA PARA CRIAÇÃO DE
 E CONFIRMAÇÃO DE    HIPÓTESES E OBTENÇÃO
     HIPÓTESES           DE INSIGHTS
QUANTITATIVA          QUALITATIVA

QUESTIONÁRIOS          ENTREVISTAS

LOGS E MÉ TRICAS      GRUPOS FOCAIS

  TESTES A/B           E TNOGRAFIA

                   TESTES DE USABILIDADE

                      CARD SORTINGS
8
COMO ESCOLHER?

     7
O que os usuários fazem
Comportamento




                            Como                              O que
                          Por que                             Quanto




        Atitude
                                    O que os usuários dizem



                            Qualitativa                   Quantitativa



 Christian Roher, 2008.
Análise de logs
Comportamento
                            Testes de usabilidade




                          Etnografia




        Atitude           Grupos Focais
                                                                           Questionários
                          Entrevistas       Card sortings



                            Qualitativa                     Quantitativa



 Christian Roher, 2008.
NA PRÁTICA, O QUE VAI DITAR A ESCOLHA

  Contexto e objetivos do projeto
  Tempo e equipe disponível
  Orçamento
  Acesso aos participantes
8
QUANDO FAZER?

    7
IDEIA
C O L E TA R
INSIGHTS E
F O R M U L A R AS
HIPÓTESES            }
 }
                      CONCEITO
                      VA L I DA R O
                      CONCEITO E
                      DIREÇÃO DO
                      P R OJ E T O
                                      PRODUTO
                                      MENSURAR
                                      S U C E SS O E
                                      IDENTIFICAR
                                      M E L H O R I AS
8
PROCESSO TÍPICO

     7
1.  Escolha do método

2.  Definição das hipóteses

3.  Definição do público e convite

4.  Preparação (dinâmicas e instrumentos)

5.  Condução

6.  Tabulação e análise

7.  Apresentação dos resultados e incorporação no
    projeto
AGENDA DO WORKSHOP

1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS

2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E
    PORTAIS

3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS

4.  DIAGNÓSTICO

5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS

6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
CONTEXTO DO DIAGNÓSTICO

  Você está iniciando o projeto, então precisa ter
  uma visão profunda e abrangente sobre as
  necessidades e expectativas dos diversos
  públicos

  É importante ter as perspectivas dos usuários e
  da organização.
Volume, tipos, estrutura,                                   Estratégia e objetivos, marca,
relacionamentos, fontes,                                  processos, tecnologia, recursos,
ferramentas, etc.                                                              cultura, etc.




                   conteúdo                         contexto




                                   usuários


                                                              Público-alvo, necessidades,
                                                              modelos mentais, vocabulário,
                                                              comportamento e atitude, etc.


                      Fonte: Peter Morville. Information Architecture for the WWW.
CAIXA DE FERRAMENTAS

    Entrevistas
    Grupos Focais
    Questionários
    Etnografia
    Análise de conteúdo
    Análise competitiva
    Benchmarking
    Análise de métricas e logs
    Testes de usabilidade
    Avaliação heurística
    Card sortings
CAIXA DE FERRAMENTAS

    Entrevistas
    Grupos Focais
    Questionários
    Etnografia
    Análise de conteúdo
    Análise competitiva
    Benchmarking
    Análise de métricas e logs
    Testes de usabilidade
    Avaliação heurística
    Card sortings
ENTREVISTAS
OBJE TIVOS

    Entender melhor o fluxo de trabalho geral dos
     colaboradores
    Mapear fluxo de informação (produção e uso)
    Identificar dificuldades e barreiras no processo
    Identificar problemas e oportunidades de comunicação e
     colaboração
    Obter opinião sobre estado atual da intranet
CARAC TERÍSTICAS



Duração        1 hora por entrevistado

Custo          Tempo

Abrangência    Baixa

Profundidade   Muito alta

Tipos          Usuários e stakeholders

               Necessidades, oportunidades, restrições,
Resultados
               expectativas e satisfação
PASSO 1: DEFININDO OS PARTICIPANTES

    Criar lista de critérios relevantes de segmentação
     (departamento, localização geográfica, etc.)
    Priorizar atributos mais importantes
    Priorizar categorias de públicos mais importantes dentro
     dos critérios (departamento x, cidade y)
    Definir número de participantes representativo para
     cada perfil
POSSÍVEIS CRITÉRIOS DE SEGMENTAÇÃO

    Departamento
    Localização geográfica
    Nível hierárquico
    Idade
    Tempo de empresa
    Tipo de trabalho (back office, vendas, manufatura)
    Local de trabalho (escritório, fábrica, rua)
    Maturidade digital
    Frequência de uso da intranet
PASSO 2: PLANEJANDO O ROTEIRO

    Roteiros de usuários e stakeholders possuem objetivos
     diferentes
    Cuidado com perguntas que gerem apenas respostas do
     tipo sim/não
    Cuidado com perguntas que usuários não conseguem
     responder
    Crie perguntas sobre o trabalho das pessoas, e não
     sobre a intranet especificamente
    Crie perguntas objetivas que gerem respostas objetivas
    Comece com perguntas mais leves
    Escolher uma pergunta mais sensível para depois do
     término do roteiro “formal”
    Perguntas principais e perguntas condicionais
    “Que problema você gostaria de resolver com o
     portal”?

    ”Qual sua principal dificuldade para realizar a
     atividade xpto”?

    “O que melhoraria sua satisfação com o portal”?

    “Quais suas prioridades ou entregas mais importantes
     atualmente?”

    “ Você acha que a empresa está preparada para ter
     ferramentas de colaboração como blogs e wikis”?

    “ Você utilizaria um wiki ou comentaria num blog
     corporativo?”
PERGUNTAS POSSÍVEIS (USUÁRIOS)

    Como é sua rotina de trabalho?
    Que conteúdos/documentos você mais utiliza no dia-a-dia?
    Que documentos/conteúdos fluem (fluxo, público, restrições,
     formato):
    Dentro da sua área
    Com outras áreas / fora da empresa
    Que sistemas você mais usa no dia-a-dia? Qual seu nível de
     satisfação?
    Como é o fluxo de comunicação (funcionamento, deficiências,
     necessidades):
    Dentro da sua área
    Com outras áreas / fora da empresa
    Que informações você precisa acompanhar no dia-a-dia? Sobre o
     que precisa ser informado? Como as informações chegam até você?
    Sobre a intranet atual:
    Quanto você utiliza? Quais os conteúdos mais acessados por você?
PERGUNTAS POSSÍVEIS (STAKEHOLDERS)

    As necessidades de informação de sua área que devem ser melhor
     atendidas.
    O que é mais importante para sua área: colaboração,
     gerenciamento de projetos, comunicação, produtividade?
    Quais informações são diretamente relacionadas ao seu negócio e
     que impactam o seu processo de gestão? publico ou restrito; “time-
     sensitive”; risco?
    Que informações você precisa acompanhar no dia-a-dia? Sobre o
     que precisa ser informado?
    Que informações você precisa repassar no dia-a-dia? Para quem?
     Como as informações são disponibilizadas?
    Avaliação dos conteúdos e serviços de caráter geral atualmente
     disponíveis na Intranet
    Avaliação das informações relacionadas a sua área existentes na
     intranet
PASSO 3: CONDUZINDO A ENTREVISTA

    Construir rapport
    Momento de silêncio antes de ir para a questão seguinte
     (não interrompa o entrevistado jamais)
    Confirmações (aham, sim, etc.) são interrupções.
     Interrompem o fluxo e podem direcionar os
     entrevistados
    Não deixar o entrevistado deixar de se sentir útil – usar
     reforços positivos
    Não cair na tentação de explicar algo para o
     entrevistado
PASSO 4: TABULANDO RESULTADOS

    Buscar repetições/elementos comuns
    Buscar histórias interessantes
    Buscar palavras-chave
    Agrupar necessidades, problemas e expectativas –
     utilizar perfis de usuários
    Avaliar prioridade com base na incidência
Tabulando os resultados das entrevistas




         Fonte: http://www.slideshare.net/lrosenfeld/adaptable-ia-presentation
Tabulando os resultados das entrevistas
GRUPOS FOCAIS




Entrevistas ou conversas informais "
são ferramentas poderosas
OBJE TIVOS

    Obter consenso sobre alguma questão em aberto
    Levantar possíveis soluções para os problemas
     identificados
    Levantar histórias (corroboradas)
    Mapear com mais detalhe os passos de um fluxo
CARAC TERÍSTICAS



Duração        1 a 1,5 hora

Custo          Tempo

Abrangência    Média

Profundidade   Alta

Tipos          Usuários


Resultados     Histórias, ideias de solução, prioridades
PASSO 1: DEFININDO OS PARTICIPANTES

    Utilizar mesmos critérios das entrevistas
    Diversidade é essencial
    Não misturar níveis hierárquicos nos grupos
    Colocar pessoas parte do mesmo fluxo de trabalho no
     grupo (mas áreas diferentes)
    Se possível, mapear com gestores o perfil dos
     participantes (quem fala mais, quem fala menos, etc.)
    Incluir participantes com percepções distintas da intranet
     (mais críticos, mais defensores)
PASSO 2: ROTEIRO E CONDUÇÃO

    Perguntas devem ser menos específicas do que no roteiro
     de entrevista
    Foco são temas para discussão
    Exige maior esforço de facilitação
    Não deixar os mesmos participantes dominarem as
     respostas e trazer participantes mais quietos para a
     discussão
    Não desviar do tema
    Se necessário, chamar votação para mostrar
     discrepância de opiniões
ANÁLISE DE CONTEÚDO
“Não	
  produzimos	
  informações	
  
 em	
  excesso.	
  Apenas	
  
 fracassamos	
  em	
  7iltrá-­‐las.”	
  
O	
  que	
  é	
  um	
  Portal	
  Corpora0vo?	
  

       Clay	
  Shirky	
  
“Deletei 70 mil páginas da nossa intranet.
Ninguém percebeu.”




                               Fonte: Intranet Secrets
OBJE TIVOS

    Entender estrutura, tipos e contexto dos conteúdos
     existentes
    Levantar possíveis critérios de classificação (temas,
     áreas, locais, tipos, etc.)
    Identificar agrupamentos mais óbvios (criar hipóteses
     para card sorting)
    Identificar donos dos conteúdos (para discutir nas
     entrevistas)
    Entender frequência de publicação e ciclo de vida
CARAC TERÍSTICAS



Duração        Depende do tamanho da intranet

Custo          Tempo

Abrangência    Alta

Profundidade   Baixa

Tipos          Intranet, sistemas, bases de dados

               Estruturas de classificação, ciclo de vida,
Resultados
               direcionamento de exclusão
  É redundante?

  Está na linguagem ou padrão corretos? É claro e
   objetivo?

  Está atualizado?

  Está de acordo com a estratégia?

  Possui valor histórico?

  Dá pra deletar?
FONTES DE PESQUISA


NÃO ESTRUTURADA          ESTRUTURADA
    FILESERVER        SISTEM AS TRANS ACIONAIS

 NORMAS, MANUAIS,        DATA WAR EHOU S E
  PROCEDIMENTO S
                                CR M
    P ROCESSOS
                                ER P
   COMUNIDADE S
                            R ELATÓRIOS
     PESSOAS
8
MATERIALIZANDO OS
   RESULTADOS

      7
PARA SER BEM S UCED IDO, O
      DI AGNÓSTIC O
 precisa levantar
   IDEIAS E HISTÓRIAS
MATERIALIZANDO OS RESULTADOS

    Modelos mentais
    Personas
    Propostas de valor
MODELOS MENTAIS

    Coleção de tarefas ordenadas em uma visão sequencial
     e horizontal
    É constituída por tarefas, agrupamentos, espaços
     mentais e itens de suporte
    Servem para mapear necessidades de uma maneira
     mais lógica, sem perder nenhuma etapa do fluxo
    São bons para mapear conteúdos e funcionalidades que
     devem suprir cada necessidade
    Servem como base para construção das personas e das
     propostas de valor
PERSONAS

    É o agrupamento de usuários com comportamentos de
     uso semelhantes
    Não são baseados em critérios existenciais
     (departamento, local, etc.), mas sim focados na
     experiência de uso (tarefas realizadas, contexto de uso,
     motivação de uso, etc.)
    São boas pois criam empatia em todos os níveis da
     equipe
    São boas pois contam histórias e ajudam a entender
     melhor os usuários, na prática
    São boas pois trazem consenso e diminuem exceções
    São boas pois trazem foco à equipe – são elementos
     recorrentes em todas as etapas de desenvolvimento e
     operação da intranet
PODEM SER BEM SIMPLES
OU BEM COMPLE TAS
FOCADAS EM ALGUM OBJE TIVO ESPECÍFICO
COMO CRIAR PERSONAS

    Definir critérios mais importantes
         Características pessoais (idade, local, tempo de
          empresa, maturidade digital, cargo, formação, etc.)
         Objetivos na intranet
         Principais tarefas realizadas
         Áreas da intranet que mais acessa
         Motivações para o acesso
         Principais problemas, etc.
    Dar nome
    Escolher foto
    Escolher “headline” que represente o perfil ou frase do
     usuário mais representativa
PROPOSTAS DE VALOR

    São conjuntos de benefícios que os grupos de usuários
     terão com a nova intranet
    As propostas de valor são diferentes para empresa
     (departamentos) e grupos de usuários
    Propostas de valor são objetivas, concisas e mensuráveis
    As propostas de valor direcionam todo o projeto, pois a
     partir delas é que são definidas funcionalidades e
     conteúdos para alcancá-las
EXEMPLOS

    Agilizar a resolução de problemas
    Aumentar a produtividade
    Melhoria de processos e inovação
    Melhorar a colaboração entre as equipes
    Aumentar o alinhamento organizacional
    Melhorar a comunicação interna
    Melhorar o clima organizacional
    Aumentar oportunidades de autodesenvolvimento
    Reduzir riscos
Objetivo       Proposta de
                                  Necessidade       Feature
estratégico    valor



               Todos os           Reduzir o uso
                                                    Serviços online
               serviços online    de papel




                                  Diminuir
               Informações                          Brochura de
                                  número de
               sobre produtos                       produtos online
                                  erros
Redução de
custos
operacionais
               Localização        Diminuir
                                                    Páginas
               fácil de pessoas   tempo de início
                                                    amarelas
               e especialistas    de projetos




                                  Diminuir
               Agilidade na                         Instant
                                  ligações
               comunicação                          Messaging
                                  telefônicas
AGENDA DO WORKSHOP

1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS

2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E
    PORTAIS

3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS

4.  DIAGNÓSTICO

5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS

6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
8
A PRIMEIRA COISA É VALIDAR E
PRIORIZAR OS RESULTADOS DO
       DIAGNÓSTICO

            7
Lembram disso?




           tecnologia      usuários




                    objetivos
                 organizacionais
Maturidade       Facilidade de   Relevância
                              organizacional   implementação   estratégica




Serviços online




Brochura de produtos online




Páginas amarelas




Instant Messaging
PARA PRIORIZAR
  PRECISAMOS
da ajuda dos
 STAKEHOLDERS
DINÂMICA DE PRIORIZAÇÃO

  Representantes de áreas e necessidades
  (a presença de TI e tomadores de decisão é
  fundamental)

  Processo de discussão, não apenas votação
  Cria-se uma visão compartilhada do projeto
  Decisões tomadas em conjunto (e o entendimento
  compartilhado) evita regressos ou discussões
  desnecessárias em fases posteriores
RESULTADO: ROADMAP




           Fonte: Enterprise IA Roadmap – Louis Rosenfeld
8
VALIDANDO OS RESULTADOS
    DO PLANEJAMENTO

         7
ESTRUTURA
C A R D S O RT I N G


                       }
 }
                        NAVEGAÇÃO
                        TESTES COM
                        PROTÓTIPO EM
                        PA P E L
CARD SORTING
8
POR QUE VALIDAR A ESTRUTURA
     COM OS USUÁRIOS?

           7
UMA COISA, MUITOS NOMES?
U M N O M E , M U I TA S C O I S AS
CARD SORTING – OBJE TIVOS

    Identificar modelos mentais de categorização

    Explorar como os usuários vêem determinado tópico

    Descobrir que categorias são similares ou complementares

    Descobrir afinidade entre itens

    Que termos as pessoas usam para descrever os grupos de
     conteúdos
CARAC TERÍSTICAS



Duração        2-3 horas por grupo

Custo          Tempo das pessoas, confecção dos materiais

Abrangência    Média-alta

Profundidade   Média-alta

Tipos          Aberto, Fechado, Individual, Grupo, Remoto


               Estruturas de classificação e organização, rótulos,
Resultados
               conteúdos mais/menos relevantes
PASSOS

    Escolha do método

    Seleção dos conteúdos

    Definição dos públicos

    Preparação

    Condução

    Análise

    Incorporação dos resultados
PASSO 1: ESCOLHA DO MÉ TODO

    Aberto: para formulação de hipóteses, após a realização
     do diagnóstico (risco: estrutura atual)

    Fechado: validar a proposta de estrutura

    Individual: confirmação de hipóteses específicas ou
     necessidade de maior aprofundamento

    Grupo: confrontamento de opiniões, obtenção de
     consenso

    Remoto: distância física, necessidade de dados mais
     quantitativos
PASSO 2: SELEÇÃO DO CONTEÚDO

    Nova intranet: “lista de desejos”, com base nas
     entrevistas e outras dinâmicas realizadas + brainstorming

    Redesenho: inventário de conteúdo + logs de busca + lista
     de desejos + brainstorming

    Amostra deve ser abrangente para cobrir todos os
     principais tipos de conteúdo

    Máximo 100 cartões; mínimo 50

    Equilibrar conteúdos fáceis e difíceis de classificar

    Conteúdos devem ser mutuamente excludentes (ex:
     Benefícios, Vale-alimentação).
CUIDADOS

    Evitar o uso frequente do mesmo termo induz classificação
     (ex: serviço, vendas, clientes)

    Evitar termos que implicam uma classificação (política,
     formulário, guia)

    Evitar termos que remetam à estrutura atual da intranet
8
ACELERADORES: ESTRUTURAS
        COMUNS

          7
Temas
Temas
Tipos de conteúdos
Departamentos
Ambientes
Ambientes/localidades
PASSO 3: DEFINIÇÃO DO PÚBLICO

    Não misturar níveis hierárquicos diferentes

    Misturar departamentos e perfis

    2 a 3 grupos em cada sessão; 3 a 5 pessoas em cada grupo

    Em CS fechados, caso sejam testadas mais de uma
     hipótese, escolher grupos com as mesmas configurações
PASSO 4: PREPARAÇÃO

    Cartões com os conteúdos

    Cartões em branco

    Caneta

    Se fechado: recipientes em branco (envelopes, caixas)
PASSO 5: CONDUÇÃO

    Perguntas comuns

         “Posso duplicar cartões?”

         “Posso agrupar categorias?” (fechado)

         “A que se refere este conteúdo?”

    Moderar para evitar líderes ou porta-vozes

    Usuários devem discutir com os outros grupos e se colocar
     no lugar deles

    Muitas vezes a discussão traz mais insights do que os
     resultados quantitativos
PASSO 6: ANÁLISE

    Registro da estrutura e da discussão do grupo (frases)
    Semelhanças de estruturas (nomes e padrões de
     organização)
    Diferenças de estruturas (tipos de usuários e dificuldades
     de entender e agrupar)
    Duplicações
    Estruturas com muito ou pouco conteúdo
    Proposta de estrutura comum (consenso)
    Novos conteúdos
    Criar critérios para escolha da estrutura mais adequada
PASSO 6: ANÁLISE QUANTITATIVA


                              Cartões   Cartões
Categoria   Acertos   Erros
                              únicos    duplicados
PASSO 6: ANÁLISE QUALITATIVA



                Estrutura 1    Estrutura 2


Adequação aos
usuários

Adequação à
estratégia

Facilidade
aprendizado


Evolução
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

    Explicar lógica de agrupamento
    Fácil ou difícil classificar? Houve muita negociação?
    O que foi mais difícil?
    Qual a percepção sobre os itens duplicados?
    Cartões que melhor representam o agrupamento
    Algum cartão não foi classificado?
    Nomeação dos grupos
8
LIÇÕES APRENDIDAS


      7
C O N S E G U I R C O N S E N S O É I M P O SS Í V E L
20
  % dos problemas
  que você resolver
  atenderá


80
  % das necessidades
  dos usuários
C U I DA D O C O M N O M E S “ B O N I T I N H O S ”
C U I DA D O C O M A I N F LU Ê N C I A D O L AYO U T
C U I DA D O C O M A I N F LU Ê N C I A D O L AYO U T
C U I DA D O C O M A V I S Ã O D O E S P E C I A L I S TA
AGENDA DO WORKSHOP

1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS

2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E
    PORTAIS

3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS

4.  DIAGNÓSTICO

5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS

6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
Testar com 1 usuário é
  100% melhor
do que não testar com nenhum.
5 usuários = 85% dos problemas de usabilidade




            Fonte: http://www.useit.com/alertbox/20000319.html
Mas os testes de usabilidade não
são muito caros?
SIM, ELES PODEM SER.
MAS TAMBÉM PODEM CUSTAR MUITO
POUCO.
PAPER PROTOT YPING
OBJE TIVOS

    Entender forma como usuários buscam as informações

    Validar estruturas e rótulos

    Geralmente ocorre depois da realização de algumas
     sessões de card sorting – estrutura mais madura
CARAC TERÍSTICAS



Duração        20 a 60 minutos por usuário

Custo          Tempo das pessoas, confecção dos materiais

Abrangência    Baixa

Profundidade   Alta

Tipos          Sketch, Wireframe


Resultados     Navegação, melhorias na estrutura de organização
PASSOS

    Definição dos itens de teste

    Escolha dos usuários

    Preparação do roteiro e tarefas e desenho

    Condução

    Análise
PASSO 1: DEFINIÇÃO DOS ITENS DE TESTE

    Escolha tarefas específicas e não apenas navegação
     aleatória, sem objetivo.

    Priorize itens onde há mais dúvidas da equipe

    Priorize ações importantes e mais utilizadas no portal.
     Acessar o mapa do site, por exemplo, é irrelevante

    Selecione uma amostra de telas que seja representativa
     dos tipos de experiência que o usuário tem com o portal.
     Exemplo: acesso a um conteúdo, realização de um serviço,
     comentário em um fórum, acesso a um documento, etc.

    Escolha tarefas que todos deverão executar e tarefas
     específicas de acordo com o tipo do usuário que irá
     realizar o teste
PASSO 2: ESCOLHA DOS USUÁRIOS

    Segundo Jakob Nielsen, 6 pessoas é suficiente para ter
     resultados satisfatórios. Isso vai depender do que será
     testado.

    Assim como no card sorting, é importante ter
     representatividade. Segmentação também é essencial.

    Preferir pessoas que tenham um nível de maturidade
     digital maior. Às vezes pode se perder muito tempo
     apenas para que a pessoa entenda a dinâmica, fazendo
     com que não haja tempo para avaliar o que realmente
     interessa.
PASSO 3: PREPARAÇÃO

    Pensar em todas as possibilidades – não pode haver becos
     sem saída.
    Escrevendo as tarefas: elas precisam ser objetivas e auto-
     explicativas. Simule um contexto, mas que esteja próximo
     da realidade do usuário
    Ordem das tarefas: começar com mais simples para que
     usuários não se sintam frustrados
    No máximo 12 tarefas – 1 hora de exercício
    Realizar pré-teste
    Preparação de gabarito para preenchimento durante o
     teste
    Preparação de roteiro pós-teste
W I R E F R A M E D E A LTA F I D E L I DA D E
W I R E F R A M E D E B A I X A F I D E L I DA D E
SKETCH (DESENHADO À MÃO)
8
MAIS ACELERADORES


      7
Atalhos
Filtros para lista de documentos/páginas
Mega menu
Conteúdo relacionado
Favoritos e links populares
Índice de A a Z de páginas
Atividades recentes
EXEMPLOS DE TAREFAS

    Imagine que você sairá de férias nos próximos meses e
     ficou sabendo que a solicitação deve ser feita pela
     intranet. Por favor me mostre como você realizaria esta
     operação.


    Sua senha de acesso ao e-mail está bloqueada. Mostre-
     me como você buscaria as informações para resolver
     este problema, pela intranet.


    Imagine que você está elaborando um plano de
     marketing e precisa de um especialista em
     merchandising para ajudá-lo. Mostre-me como você
     encontraria esta pessoa pela intranet.
ANTES DE TESTAR COM O USUÁRIO – STRESS TEST

1.  Do que trata a página?
2.  Que site é este?

3.  Quais são as principais seções do site?

4.  Como eu subo um nível na navegação daqui?

5.  Como eu chego na página inicial?

6.  Como eu chego na primeira página desta seção?
PASSO 4: ANÁLISE

    Compreensão dos rótulos
    Rapidez de execução da tarefa (eficácia)
    Quantidade de cliques corretos (eficiência)
    Capacidade de Memorização
    Aspectos qualitativos (conversa durante o exercício,
     roteiro de entrevista final)
8
OUTRAS MODALIDADES
     DE TESTES

       7
TESTE A/B
TESTES REMOTOS
AUTO TESTE
TESTE EM MOBILE (EM LABORATÓRIO)
TESTE EM MOBILE (EM CAMPO)
8
MATERIALIZANDO RESULTADOS
        DOS TESTES

          7
WIREFRAME COM ANOTAÇÕES




                          1
       2




                          3


                              4
MATRIZ DE FINDINGS



Categoria   Finding        Severidade   Evidência    Recomendação   Complexidade



            Usuários não
                                                     Dar mais
            conseguem
Navegação                  Alta         T1, T3, T8   destaque ao    Baixa
            encontrar
                                                     conteúdo
            conteúdo x
SCREENSHOTS




Communica0ng	
  User	
  Research	
  Findings	
  -­‐	
  Jim	
  Ross	
  
MOCKUPS E SKE TCHES




Communica0ng	
  User	
  Research	
  Findings	
  -­‐	
  Jim	
  Ross	
  
FOTOS




Communica0ng	
  User	
  Research	
  Findings	
  -­‐	
  Jim	
  Ross	
  
GRAVAÇÕES




Communica0ng	
  User	
  Research	
  Findings	
  -­‐	
  Jim	
  Ross	
  
RATREAMENTO DE CLIQUES
EYE TRACKING
OBRIGADO!

      7
paulo@neuestudio.com.br
   twitter @prfloriano
     http://neue.st

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Workshop: Ouvindo usuários e stakeholders

  • 1. 7
  • 2. SOBRE MIM 10+ ANOS DE EXPERIÊNCIA EM PROJE TOS WEB, PORTAIS CORPORATIVOS E COLABORAÇÃO 70+ PROJE TOS 50 EMPRESAS SÓCIO-DIRE TOR DA NEUE STUDIO (NEUE.ST), EMPRESA FOCADA EM PESQUISA, ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO PARA PRODUTOS E SERVIÇOS DIGITAIS TWIT TE R: @PRFLORIANO LIN KEDI N: PFLORIANO
  • 3.
  • 4. SOBRE VOCÊS - NO ME - EMPRE SA - ÁREA - JÁ SE EN VOLVEU C OM PESQUISAS E DIAGN ÓS TICO S? - QUE TEMAS GOSTARIA DE APROFUNDAR HOJE
  • 5. AGENDA DO WORKSHOP 1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS 2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E PORTAIS 3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS 4.  DIAGNÓSTICO 5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS 6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
  • 6. AGENDA DO WORKSHOP 1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS 2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E PORTAIS 3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS 4.  DIAGNÓSTICO 5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS 6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
  • 7. 8 O QUE SÃO PORTAIS CORPORATIVOS (OU INTRANE TS)? 7
  • 8. UM PORTAL CORPORATIVO É UMA PLATAFORMA DE ACESSO INTERNO QUE CONSOLIDA CONTEÚDOS E APLICAÇÕES DE COMUNICAÇÃO, COLABORAÇÃO E PRODUTIVIDADE, SEGMENTADAS A PARTIR DO PERFIL DO USUÁRIO.
  • 9. I N T E R FAC E R E G R AS D E N E G Ó C I O E P E R S O N A L I Z AÇ Ã O C O M U N I C AÇ Ã O P R O D U T I V I DA D E C O L A B O R AÇ Ã O E-mail Workflows Blogs Gestão de conteúdo GED Wikis Clipping Formulários Microblogs Instant messaging CRM Comunidades Gestão de projetos Bancos de ideias Relatórios e dashboards Redes sociais LMS Crowdsourcing ERP Voting/ranking Busca INFRAESTRUTURA
  • 10. PARA QUE AS PESSOAS UTILIZAM?   Para se comunicar com pares e superiores   Para se manter informadas sobre notícias ou comunicados da organização   Para trabalharem em conjunto e colaborarem em temas e projetos   Para compartilhar artefatos (ideias, opiniões, histórias)   Para aprender e se autodesenvolver   Para obter informações sobre como realizar suas atividades diárias   Para contribuir com a organização
  • 11. E QUAIS AS OPORTUNIDADES ASSOCIADAS?   Melhorar clima e alinhamento organizacional   Reduzir custos   Aumentar a produtividade dos colaboradores   Melhorar qualidade no atendimento aos clientes   Aumentar vendas   Melhorar e agilizar comunicação   Aumentar sensivelmente a satisfação dos colaboradores em trabalhar na empresa (aumento da transparência, produtividade, autodesenvolvimento e visibilidade)   Aumentar potencial de inovação da empresa
  • 12. 8 MESMO ASSIM, POR QUE MUITAS INTRANE TS NÃO SÃO UTILIZADAS? 7
  • 13. POR QUE AS INTRANE TS NÃO SÃO POPULARES?   Conteúdo desatualizado   Conteúdo irrelevante   Crescimento desordenado   Foco em obrigações (políticas, normas, manuais) e questões transacionais (formulários, sistemas)   Sistemas e conteúdos legados   Mais (!) sistemas e conteúdos legados   Falta de flexibilidade de plataformas de portal – ou falta de recursos ou expertise para customizá-las   Não são prioridade dentro da agenda organizacional
  • 14. FO RA DA EMPRESA...
  • 16. NO TRABALHO. 40% dos universitários nos EUA aceitariam empregos com menor salário se pudessem ter controle sobre suas plataformas de trabalho (Cisco, 2011)
  • 17. “Nossa intranet é tão ruim que a minha equipe criou sua própria versão, hospedada fora do firewall. E ela é ótima.” Fonte: Intranet Secrets
  • 18. 8 MAS TAMBÉM HÁ LUZ NO FIM DO TÚNEL. 7
  • 19. “Eu realmente tenho acesso à intranet pelo meu celular. Acho que estou apaixonada.” Fonte: Intranet Secrets
  • 20. 8 AFINAL, COMO FAZER OS USUÁRIOS ♥ A INTRANE T? 7
  • 21. ♥ SIMPLES DE USAR ♥ A G R A DÁV E L D E U S A R ♥ C O M C O N T E Ú D O R E L E VA N T E E AT U A L I Z A D O ♥ F E R R A M E N TA D E T R A B A L H O
  • 22. } E USAR L DE USAR E Ú D O R E L E VA N T E E Experiência do usuário TA D E T R A B A L H O
  • 23. AGENDA DO WORKSHOP 1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS 2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E PORTAIS 3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS 4.  DIAGNÓSTICO 5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS 6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
  • 24. O QUE É EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO [UX] É A SOMA DAS INTERAÇÕES – POSITIVAS OU NEGATIVAS – PERCEBIDAS POR UM USUÁRIO OU CONSUMIDOR DE UM PRODUTO, SERVIÇO OU MARCA.
  • 25. 8 EXPLICANDO UM POUCO MELHOR (O QUE É   E O QUE NÃO É UX)   7
  • 26. EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO não é apenas INTERFACE
  • 27. Interface UX
  • 28. “As  pessoas  olham  para  a   experiência  do  usuário  como  uma   etapa  especí7ica  de  um  projeto,  que   irá  resolver  todos  os  problemas  do   produto.”   m  Portal  Corpora0vo?   O  que  é  u Dan  Brown  
  • 29. Fonte: Elements of user experience – Jesse James Garrett
  • 30. EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO não é apenas USABILIDADE
  • 31. Fonte: User experience honeycomb – Peter Morville
  • 32. EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO não quer dizer FOCO TOTAL NO USUÁ RIO
  • 33. tecnologia usuários objetivos organizacionais Experiência do usuário
  • 34. EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO não custa CARO
  • 35. EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO não custa CARO 7 MAS CUSTA TEMPO, CE RTO?
  • 39. tempo de elaboração de documentações complexas tempo de desenvolvimento refações tempo de teste
  • 40. tempo de elaboração de documentações complexas tempo de desenvolvimento refações tempo de teste treinamento
  • 41. tempo de elaboração de documentações complexas tempo de desenvolvimento refações tempo de teste treinamento suporte
  • 42. EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO está N OS PEQUENOS DE TA LHES
  • 43. Fonte: Little Big Details
  • 44. EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO vai além DO DIGITAL
  • 45. Virgin Airlines Bank of America Fonte: http://www.uxmatters.com/mt/archives/2011/10/the-rise-of-cross-channel-ux-design.php
  • 46. EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO é mais do que UMA ÁREA OU DISCIPLINA
  • 47. Processo de desenvolvimento (típico) de portais corporativos Diagnóstico e Estratégia Planejamento Implementação entendimento Testes
  • 48. AGENDA DO WORKSHOP 1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS 2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E PORTAIS 3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS 4.  DIAGNÓSTICO 5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS 6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
  • 49. 8 MAS POR QUE PESQUISAR? 7
  • 50. 8 (3 RAZÕES CONTRA E 1 HISTÓRIA) 7
  • 51. POR QUE NÃO PESQUISAR   Os usuários não conhecem o que a tecnologia pode oferecer para resolver seus problemas, ou não está atualizado dos avanços existentes   Muitas vezes, os usuários não tem consciência de quais são suas necessidades reais (ex: iPad)   Além de donos do produto, também somos usuários
  • 52. “Se  eu  perguntasse  aos  meus   clientes  o  que  eles  queriam,   teriam  dito  –  um  cavalo  mais   rápido”.   Henry  Ford  
  • 53. UMA HISTÓRIA 8 A intranet está prestes a entrar no ar. Em uma reunião rotineira, de status do projeto, um dos diretores fala: Por que definimos os itens do menu principal desta forma? Estou achando ruim. Acho que devemos mudar para uma lógica diferente. Pra quando vocês conseguem fazer?
  • 54. EXISTEM DUAS RESPOSTAS POSSÍVEIS: 8 1. “Nós definimos assim porque achamos que era melhor assim...” 2. “Nós avaliamos as duas opções em dinâmicas com os usuários e escolhemos a opção mais adequada, que impacta positivamente nos objetivos x e y.”
  • 55. PESQUISAS SERVEM PARA   Reduzir o nível de incerteza sobre o sucesso das soluções propostas   Resolver impasses dentro da equipe – e agilizar os projetos evitando revisões constantes   Mostrar, na prática, para os executivos que os colaboradores não possuem a mesma visão que ele – em relação a processos, silos, etc.   Engajar usuários desde o início do projeto
  • 56. Custo de alteração Requerimentos Codificação Produção
  • 57. Como no caso das intranets o ambiente é mais controlado e existe uma “obrigatoriedade” no acesso pelos usuários, acabamos nos acomodando...
  • 58. O que é utilizado O que é esperado O que não é utilizado Fonte: Dan Saffer. Designing for Interaction
  • 59.
  • 60.
  • 61.
  • 62. Ouvir os usuários não quer dizer fazer o que eles querem, mas sim conhecer suas necessidades para tomar decisões conscientes – e se for o caso planejar ações de gestão de mudança efetivas.
  • 63. tecnologia usuários objetivos organizacionais Experiência do usuário
  • 64. 8 QUAIS OS TIPOS DE PESQUISA? 7
  • 65. QUANTITATIVA QUALITATIVA + BARATA + APROFUNDADA + RÁPIDA + CONTROLE RESULTADOS + ABRANGENTE + ADAPTÁVEL BOA PARA VALIDAÇÃO BOA PARA CRIAÇÃO DE E CONFIRMAÇÃO DE HIPÓTESES E OBTENÇÃO HIPÓTESES DE INSIGHTS
  • 66. QUANTITATIVA QUALITATIVA QUESTIONÁRIOS ENTREVISTAS LOGS E MÉ TRICAS GRUPOS FOCAIS TESTES A/B E TNOGRAFIA TESTES DE USABILIDADE CARD SORTINGS
  • 68. O que os usuários fazem Comportamento Como O que Por que Quanto Atitude O que os usuários dizem Qualitativa Quantitativa Christian Roher, 2008.
  • 69. Análise de logs Comportamento Testes de usabilidade Etnografia Atitude Grupos Focais Questionários Entrevistas Card sortings Qualitativa Quantitativa Christian Roher, 2008.
  • 70. NA PRÁTICA, O QUE VAI DITAR A ESCOLHA   Contexto e objetivos do projeto   Tempo e equipe disponível   Orçamento   Acesso aos participantes
  • 72. IDEIA C O L E TA R INSIGHTS E F O R M U L A R AS HIPÓTESES } } CONCEITO VA L I DA R O CONCEITO E DIREÇÃO DO P R OJ E T O PRODUTO MENSURAR S U C E SS O E IDENTIFICAR M E L H O R I AS
  • 74. 1.  Escolha do método 2.  Definição das hipóteses 3.  Definição do público e convite 4.  Preparação (dinâmicas e instrumentos) 5.  Condução 6.  Tabulação e análise 7.  Apresentação dos resultados e incorporação no projeto
  • 75. AGENDA DO WORKSHOP 1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS 2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E PORTAIS 3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS 4.  DIAGNÓSTICO 5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS 6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
  • 76. CONTEXTO DO DIAGNÓSTICO   Você está iniciando o projeto, então precisa ter uma visão profunda e abrangente sobre as necessidades e expectativas dos diversos públicos   É importante ter as perspectivas dos usuários e da organização.
  • 77. Volume, tipos, estrutura, Estratégia e objetivos, marca, relacionamentos, fontes, processos, tecnologia, recursos, ferramentas, etc. cultura, etc. conteúdo contexto usuários Público-alvo, necessidades, modelos mentais, vocabulário, comportamento e atitude, etc. Fonte: Peter Morville. Information Architecture for the WWW.
  • 78. CAIXA DE FERRAMENTAS   Entrevistas   Grupos Focais   Questionários   Etnografia   Análise de conteúdo   Análise competitiva   Benchmarking   Análise de métricas e logs   Testes de usabilidade   Avaliação heurística   Card sortings
  • 79. CAIXA DE FERRAMENTAS   Entrevistas   Grupos Focais   Questionários   Etnografia   Análise de conteúdo   Análise competitiva   Benchmarking   Análise de métricas e logs   Testes de usabilidade   Avaliação heurística   Card sortings
  • 81. OBJE TIVOS   Entender melhor o fluxo de trabalho geral dos colaboradores   Mapear fluxo de informação (produção e uso)   Identificar dificuldades e barreiras no processo   Identificar problemas e oportunidades de comunicação e colaboração   Obter opinião sobre estado atual da intranet
  • 82. CARAC TERÍSTICAS Duração 1 hora por entrevistado Custo Tempo Abrangência Baixa Profundidade Muito alta Tipos Usuários e stakeholders Necessidades, oportunidades, restrições, Resultados expectativas e satisfação
  • 83. PASSO 1: DEFININDO OS PARTICIPANTES   Criar lista de critérios relevantes de segmentação (departamento, localização geográfica, etc.)   Priorizar atributos mais importantes   Priorizar categorias de públicos mais importantes dentro dos critérios (departamento x, cidade y)   Definir número de participantes representativo para cada perfil
  • 84. POSSÍVEIS CRITÉRIOS DE SEGMENTAÇÃO   Departamento   Localização geográfica   Nível hierárquico   Idade   Tempo de empresa   Tipo de trabalho (back office, vendas, manufatura)   Local de trabalho (escritório, fábrica, rua)   Maturidade digital   Frequência de uso da intranet
  • 85. PASSO 2: PLANEJANDO O ROTEIRO   Roteiros de usuários e stakeholders possuem objetivos diferentes   Cuidado com perguntas que gerem apenas respostas do tipo sim/não   Cuidado com perguntas que usuários não conseguem responder   Crie perguntas sobre o trabalho das pessoas, e não sobre a intranet especificamente   Crie perguntas objetivas que gerem respostas objetivas   Comece com perguntas mais leves   Escolher uma pergunta mais sensível para depois do término do roteiro “formal”   Perguntas principais e perguntas condicionais
  • 86.   “Que problema você gostaria de resolver com o portal”?   ”Qual sua principal dificuldade para realizar a atividade xpto”?   “O que melhoraria sua satisfação com o portal”?   “Quais suas prioridades ou entregas mais importantes atualmente?”   “ Você acha que a empresa está preparada para ter ferramentas de colaboração como blogs e wikis”?   “ Você utilizaria um wiki ou comentaria num blog corporativo?”
  • 87. PERGUNTAS POSSÍVEIS (USUÁRIOS)   Como é sua rotina de trabalho?   Que conteúdos/documentos você mais utiliza no dia-a-dia?   Que documentos/conteúdos fluem (fluxo, público, restrições, formato):   Dentro da sua área   Com outras áreas / fora da empresa   Que sistemas você mais usa no dia-a-dia? Qual seu nível de satisfação?   Como é o fluxo de comunicação (funcionamento, deficiências, necessidades):   Dentro da sua área   Com outras áreas / fora da empresa   Que informações você precisa acompanhar no dia-a-dia? Sobre o que precisa ser informado? Como as informações chegam até você?   Sobre a intranet atual:   Quanto você utiliza? Quais os conteúdos mais acessados por você?
  • 88. PERGUNTAS POSSÍVEIS (STAKEHOLDERS)   As necessidades de informação de sua área que devem ser melhor atendidas.   O que é mais importante para sua área: colaboração, gerenciamento de projetos, comunicação, produtividade?   Quais informações são diretamente relacionadas ao seu negócio e que impactam o seu processo de gestão? publico ou restrito; “time- sensitive”; risco?   Que informações você precisa acompanhar no dia-a-dia? Sobre o que precisa ser informado?   Que informações você precisa repassar no dia-a-dia? Para quem? Como as informações são disponibilizadas?   Avaliação dos conteúdos e serviços de caráter geral atualmente disponíveis na Intranet   Avaliação das informações relacionadas a sua área existentes na intranet
  • 89. PASSO 3: CONDUZINDO A ENTREVISTA   Construir rapport   Momento de silêncio antes de ir para a questão seguinte (não interrompa o entrevistado jamais)   Confirmações (aham, sim, etc.) são interrupções. Interrompem o fluxo e podem direcionar os entrevistados   Não deixar o entrevistado deixar de se sentir útil – usar reforços positivos   Não cair na tentação de explicar algo para o entrevistado
  • 90. PASSO 4: TABULANDO RESULTADOS   Buscar repetições/elementos comuns   Buscar histórias interessantes   Buscar palavras-chave   Agrupar necessidades, problemas e expectativas – utilizar perfis de usuários   Avaliar prioridade com base na incidência
  • 91. Tabulando os resultados das entrevistas Fonte: http://www.slideshare.net/lrosenfeld/adaptable-ia-presentation
  • 92. Tabulando os resultados das entrevistas
  • 93. GRUPOS FOCAIS Entrevistas ou conversas informais " são ferramentas poderosas
  • 94. OBJE TIVOS   Obter consenso sobre alguma questão em aberto   Levantar possíveis soluções para os problemas identificados   Levantar histórias (corroboradas)   Mapear com mais detalhe os passos de um fluxo
  • 95. CARAC TERÍSTICAS Duração 1 a 1,5 hora Custo Tempo Abrangência Média Profundidade Alta Tipos Usuários Resultados Histórias, ideias de solução, prioridades
  • 96. PASSO 1: DEFININDO OS PARTICIPANTES   Utilizar mesmos critérios das entrevistas   Diversidade é essencial   Não misturar níveis hierárquicos nos grupos   Colocar pessoas parte do mesmo fluxo de trabalho no grupo (mas áreas diferentes)   Se possível, mapear com gestores o perfil dos participantes (quem fala mais, quem fala menos, etc.)   Incluir participantes com percepções distintas da intranet (mais críticos, mais defensores)
  • 97. PASSO 2: ROTEIRO E CONDUÇÃO   Perguntas devem ser menos específicas do que no roteiro de entrevista   Foco são temas para discussão   Exige maior esforço de facilitação   Não deixar os mesmos participantes dominarem as respostas e trazer participantes mais quietos para a discussão   Não desviar do tema   Se necessário, chamar votação para mostrar discrepância de opiniões
  • 99. “Não  produzimos  informações   em  excesso.  Apenas   fracassamos  em  7iltrá-­‐las.”   O  que  é  um  Portal  Corpora0vo?   Clay  Shirky  
  • 100. “Deletei 70 mil páginas da nossa intranet. Ninguém percebeu.” Fonte: Intranet Secrets
  • 101. OBJE TIVOS   Entender estrutura, tipos e contexto dos conteúdos existentes   Levantar possíveis critérios de classificação (temas, áreas, locais, tipos, etc.)   Identificar agrupamentos mais óbvios (criar hipóteses para card sorting)   Identificar donos dos conteúdos (para discutir nas entrevistas)   Entender frequência de publicação e ciclo de vida
  • 102. CARAC TERÍSTICAS Duração Depende do tamanho da intranet Custo Tempo Abrangência Alta Profundidade Baixa Tipos Intranet, sistemas, bases de dados Estruturas de classificação, ciclo de vida, Resultados direcionamento de exclusão
  • 103.   É redundante?   Está na linguagem ou padrão corretos? É claro e objetivo?   Está atualizado?   Está de acordo com a estratégia?   Possui valor histórico?   Dá pra deletar?
  • 104. FONTES DE PESQUISA NÃO ESTRUTURADA ESTRUTURADA FILESERVER SISTEM AS TRANS ACIONAIS NORMAS, MANUAIS, DATA WAR EHOU S E PROCEDIMENTO S CR M P ROCESSOS ER P COMUNIDADE S R ELATÓRIOS PESSOAS
  • 105. 8 MATERIALIZANDO OS RESULTADOS 7
  • 106. PARA SER BEM S UCED IDO, O DI AGNÓSTIC O precisa levantar IDEIAS E HISTÓRIAS
  • 107. MATERIALIZANDO OS RESULTADOS   Modelos mentais   Personas   Propostas de valor
  • 108. MODELOS MENTAIS   Coleção de tarefas ordenadas em uma visão sequencial e horizontal   É constituída por tarefas, agrupamentos, espaços mentais e itens de suporte   Servem para mapear necessidades de uma maneira mais lógica, sem perder nenhuma etapa do fluxo   São bons para mapear conteúdos e funcionalidades que devem suprir cada necessidade   Servem como base para construção das personas e das propostas de valor
  • 109.
  • 110. PERSONAS   É o agrupamento de usuários com comportamentos de uso semelhantes   Não são baseados em critérios existenciais (departamento, local, etc.), mas sim focados na experiência de uso (tarefas realizadas, contexto de uso, motivação de uso, etc.)   São boas pois criam empatia em todos os níveis da equipe   São boas pois contam histórias e ajudam a entender melhor os usuários, na prática   São boas pois trazem consenso e diminuem exceções   São boas pois trazem foco à equipe – são elementos recorrentes em todas as etapas de desenvolvimento e operação da intranet
  • 111. PODEM SER BEM SIMPLES
  • 113. FOCADAS EM ALGUM OBJE TIVO ESPECÍFICO
  • 114. COMO CRIAR PERSONAS   Definir critérios mais importantes   Características pessoais (idade, local, tempo de empresa, maturidade digital, cargo, formação, etc.)   Objetivos na intranet   Principais tarefas realizadas   Áreas da intranet que mais acessa   Motivações para o acesso   Principais problemas, etc.   Dar nome   Escolher foto   Escolher “headline” que represente o perfil ou frase do usuário mais representativa
  • 115. PROPOSTAS DE VALOR   São conjuntos de benefícios que os grupos de usuários terão com a nova intranet   As propostas de valor são diferentes para empresa (departamentos) e grupos de usuários   Propostas de valor são objetivas, concisas e mensuráveis   As propostas de valor direcionam todo o projeto, pois a partir delas é que são definidas funcionalidades e conteúdos para alcancá-las
  • 116. EXEMPLOS   Agilizar a resolução de problemas   Aumentar a produtividade   Melhoria de processos e inovação   Melhorar a colaboração entre as equipes   Aumentar o alinhamento organizacional   Melhorar a comunicação interna   Melhorar o clima organizacional   Aumentar oportunidades de autodesenvolvimento   Reduzir riscos
  • 117. Objetivo Proposta de Necessidade Feature estratégico valor Todos os Reduzir o uso Serviços online serviços online de papel Diminuir Informações Brochura de número de sobre produtos produtos online erros Redução de custos operacionais Localização Diminuir Páginas fácil de pessoas tempo de início amarelas e especialistas de projetos Diminuir Agilidade na Instant ligações comunicação Messaging telefônicas
  • 118. AGENDA DO WORKSHOP 1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS 2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E PORTAIS 3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS 4.  DIAGNÓSTICO 5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS 6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
  • 119. 8 A PRIMEIRA COISA É VALIDAR E PRIORIZAR OS RESULTADOS DO DIAGNÓSTICO 7
  • 120. Lembram disso? tecnologia usuários objetivos organizacionais
  • 121. Maturidade Facilidade de Relevância organizacional implementação estratégica Serviços online Brochura de produtos online Páginas amarelas Instant Messaging
  • 122. PARA PRIORIZAR PRECISAMOS da ajuda dos STAKEHOLDERS
  • 123.
  • 124. DINÂMICA DE PRIORIZAÇÃO   Representantes de áreas e necessidades (a presença de TI e tomadores de decisão é fundamental)   Processo de discussão, não apenas votação   Cria-se uma visão compartilhada do projeto   Decisões tomadas em conjunto (e o entendimento compartilhado) evita regressos ou discussões desnecessárias em fases posteriores
  • 125. RESULTADO: ROADMAP Fonte: Enterprise IA Roadmap – Louis Rosenfeld
  • 126. 8 VALIDANDO OS RESULTADOS DO PLANEJAMENTO 7
  • 127. ESTRUTURA C A R D S O RT I N G } } NAVEGAÇÃO TESTES COM PROTÓTIPO EM PA P E L
  • 129. 8 POR QUE VALIDAR A ESTRUTURA COM OS USUÁRIOS? 7
  • 130. UMA COISA, MUITOS NOMES?
  • 131. U M N O M E , M U I TA S C O I S AS
  • 132. CARD SORTING – OBJE TIVOS   Identificar modelos mentais de categorização   Explorar como os usuários vêem determinado tópico   Descobrir que categorias são similares ou complementares   Descobrir afinidade entre itens   Que termos as pessoas usam para descrever os grupos de conteúdos
  • 133. CARAC TERÍSTICAS Duração 2-3 horas por grupo Custo Tempo das pessoas, confecção dos materiais Abrangência Média-alta Profundidade Média-alta Tipos Aberto, Fechado, Individual, Grupo, Remoto Estruturas de classificação e organização, rótulos, Resultados conteúdos mais/menos relevantes
  • 134. PASSOS   Escolha do método   Seleção dos conteúdos   Definição dos públicos   Preparação   Condução   Análise   Incorporação dos resultados
  • 135. PASSO 1: ESCOLHA DO MÉ TODO   Aberto: para formulação de hipóteses, após a realização do diagnóstico (risco: estrutura atual)   Fechado: validar a proposta de estrutura   Individual: confirmação de hipóteses específicas ou necessidade de maior aprofundamento   Grupo: confrontamento de opiniões, obtenção de consenso   Remoto: distância física, necessidade de dados mais quantitativos
  • 136.
  • 137. PASSO 2: SELEÇÃO DO CONTEÚDO   Nova intranet: “lista de desejos”, com base nas entrevistas e outras dinâmicas realizadas + brainstorming   Redesenho: inventário de conteúdo + logs de busca + lista de desejos + brainstorming   Amostra deve ser abrangente para cobrir todos os principais tipos de conteúdo   Máximo 100 cartões; mínimo 50   Equilibrar conteúdos fáceis e difíceis de classificar   Conteúdos devem ser mutuamente excludentes (ex: Benefícios, Vale-alimentação).
  • 138. CUIDADOS   Evitar o uso frequente do mesmo termo induz classificação (ex: serviço, vendas, clientes)   Evitar termos que implicam uma classificação (política, formulário, guia)   Evitar termos que remetam à estrutura atual da intranet
  • 140. Temas
  • 141. Temas
  • 146. PASSO 3: DEFINIÇÃO DO PÚBLICO   Não misturar níveis hierárquicos diferentes   Misturar departamentos e perfis   2 a 3 grupos em cada sessão; 3 a 5 pessoas em cada grupo   Em CS fechados, caso sejam testadas mais de uma hipótese, escolher grupos com as mesmas configurações
  • 147. PASSO 4: PREPARAÇÃO   Cartões com os conteúdos   Cartões em branco   Caneta   Se fechado: recipientes em branco (envelopes, caixas)
  • 148. PASSO 5: CONDUÇÃO   Perguntas comuns   “Posso duplicar cartões?”   “Posso agrupar categorias?” (fechado)   “A que se refere este conteúdo?”   Moderar para evitar líderes ou porta-vozes   Usuários devem discutir com os outros grupos e se colocar no lugar deles   Muitas vezes a discussão traz mais insights do que os resultados quantitativos
  • 149. PASSO 6: ANÁLISE   Registro da estrutura e da discussão do grupo (frases)   Semelhanças de estruturas (nomes e padrões de organização)   Diferenças de estruturas (tipos de usuários e dificuldades de entender e agrupar)   Duplicações   Estruturas com muito ou pouco conteúdo   Proposta de estrutura comum (consenso)   Novos conteúdos   Criar critérios para escolha da estrutura mais adequada
  • 150. PASSO 6: ANÁLISE QUANTITATIVA Cartões Cartões Categoria Acertos Erros únicos duplicados
  • 151. PASSO 6: ANÁLISE QUALITATIVA Estrutura 1 Estrutura 2 Adequação aos usuários Adequação à estratégia Facilidade aprendizado Evolução
  • 152. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS   Explicar lógica de agrupamento   Fácil ou difícil classificar? Houve muita negociação?   O que foi mais difícil?   Qual a percepção sobre os itens duplicados?   Cartões que melhor representam o agrupamento   Algum cartão não foi classificado?   Nomeação dos grupos
  • 154. C O N S E G U I R C O N S E N S O É I M P O SS Í V E L
  • 155. 20 % dos problemas que você resolver atenderá 80 % das necessidades dos usuários
  • 156. C U I DA D O C O M N O M E S “ B O N I T I N H O S ”
  • 157. C U I DA D O C O M A I N F LU Ê N C I A D O L AYO U T
  • 158. C U I DA D O C O M A I N F LU Ê N C I A D O L AYO U T
  • 159. C U I DA D O C O M A V I S Ã O D O E S P E C I A L I S TA
  • 160. AGENDA DO WORKSHOP 1.  INTRODUÇÃO – PORTAIS CORPORATIVOS 2.  EXPERIÊNCIA DO USUÁRIO EM INTRANE TS E PORTAIS 3.  INTRODUÇÃO À PESQUISA COM USUÁRIOS 4.  DIAGNÓSTICO 5.  REFINANDO E VALIDANDO CONCEITOS 6.  TESTANDO PROTÓTIPOS E VERSÕES BE TA
  • 161. Testar com 1 usuário é 100% melhor do que não testar com nenhum.
  • 162. 5 usuários = 85% dos problemas de usabilidade Fonte: http://www.useit.com/alertbox/20000319.html
  • 163. Mas os testes de usabilidade não são muito caros?
  • 165. MAS TAMBÉM PODEM CUSTAR MUITO POUCO.
  • 167. OBJE TIVOS   Entender forma como usuários buscam as informações   Validar estruturas e rótulos   Geralmente ocorre depois da realização de algumas sessões de card sorting – estrutura mais madura
  • 168. CARAC TERÍSTICAS Duração 20 a 60 minutos por usuário Custo Tempo das pessoas, confecção dos materiais Abrangência Baixa Profundidade Alta Tipos Sketch, Wireframe Resultados Navegação, melhorias na estrutura de organização
  • 169. PASSOS   Definição dos itens de teste   Escolha dos usuários   Preparação do roteiro e tarefas e desenho   Condução   Análise
  • 170. PASSO 1: DEFINIÇÃO DOS ITENS DE TESTE   Escolha tarefas específicas e não apenas navegação aleatória, sem objetivo.   Priorize itens onde há mais dúvidas da equipe   Priorize ações importantes e mais utilizadas no portal. Acessar o mapa do site, por exemplo, é irrelevante   Selecione uma amostra de telas que seja representativa dos tipos de experiência que o usuário tem com o portal. Exemplo: acesso a um conteúdo, realização de um serviço, comentário em um fórum, acesso a um documento, etc.   Escolha tarefas que todos deverão executar e tarefas específicas de acordo com o tipo do usuário que irá realizar o teste
  • 171. PASSO 2: ESCOLHA DOS USUÁRIOS   Segundo Jakob Nielsen, 6 pessoas é suficiente para ter resultados satisfatórios. Isso vai depender do que será testado.   Assim como no card sorting, é importante ter representatividade. Segmentação também é essencial.   Preferir pessoas que tenham um nível de maturidade digital maior. Às vezes pode se perder muito tempo apenas para que a pessoa entenda a dinâmica, fazendo com que não haja tempo para avaliar o que realmente interessa.
  • 172. PASSO 3: PREPARAÇÃO   Pensar em todas as possibilidades – não pode haver becos sem saída.   Escrevendo as tarefas: elas precisam ser objetivas e auto- explicativas. Simule um contexto, mas que esteja próximo da realidade do usuário   Ordem das tarefas: começar com mais simples para que usuários não se sintam frustrados   No máximo 12 tarefas – 1 hora de exercício   Realizar pré-teste   Preparação de gabarito para preenchimento durante o teste   Preparação de roteiro pós-teste
  • 173. W I R E F R A M E D E A LTA F I D E L I DA D E
  • 174. W I R E F R A M E D E B A I X A F I D E L I DA D E
  • 178. Filtros para lista de documentos/páginas
  • 181. Favoritos e links populares
  • 182. Índice de A a Z de páginas
  • 184. EXEMPLOS DE TAREFAS   Imagine que você sairá de férias nos próximos meses e ficou sabendo que a solicitação deve ser feita pela intranet. Por favor me mostre como você realizaria esta operação.   Sua senha de acesso ao e-mail está bloqueada. Mostre- me como você buscaria as informações para resolver este problema, pela intranet.   Imagine que você está elaborando um plano de marketing e precisa de um especialista em merchandising para ajudá-lo. Mostre-me como você encontraria esta pessoa pela intranet.
  • 185. ANTES DE TESTAR COM O USUÁRIO – STRESS TEST 1.  Do que trata a página? 2.  Que site é este? 3.  Quais são as principais seções do site? 4.  Como eu subo um nível na navegação daqui? 5.  Como eu chego na página inicial? 6.  Como eu chego na primeira página desta seção?
  • 186. PASSO 4: ANÁLISE   Compreensão dos rótulos   Rapidez de execução da tarefa (eficácia)   Quantidade de cliques corretos (eficiência)   Capacidade de Memorização   Aspectos qualitativos (conversa durante o exercício, roteiro de entrevista final)
  • 187. 8 OUTRAS MODALIDADES DE TESTES 7
  • 191. TESTE EM MOBILE (EM LABORATÓRIO)
  • 192. TESTE EM MOBILE (EM CAMPO)
  • 195. MATRIZ DE FINDINGS Categoria Finding Severidade Evidência Recomendação Complexidade Usuários não Dar mais conseguem Navegação Alta T1, T3, T8 destaque ao Baixa encontrar conteúdo conteúdo x
  • 196. SCREENSHOTS Communica0ng  User  Research  Findings  -­‐  Jim  Ross  
  • 197. MOCKUPS E SKE TCHES Communica0ng  User  Research  Findings  -­‐  Jim  Ross  
  • 198. FOTOS Communica0ng  User  Research  Findings  -­‐  Jim  Ross  
  • 199. GRAVAÇÕES Communica0ng  User  Research  Findings  -­‐  Jim  Ross  
  • 202. OBRIGADO! 7 paulo@neuestudio.com.br twitter @prfloriano http://neue.st