Oficinas de produção de textos ii

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  • Olá Doris! Muito obrigada pela dica!!!!Boas aulas para você também. Abraço!!!
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  • Olá Lorena.

    Sua apresentação está em linha com o trabalho que gosto de desenvolver com meus alunos.

    Assim, gostaria de deixar uma dica para quem deseja trabalhar com a abordagem processual do texto.

    No livro Produção e Revisão textual: um guia para professores de português e línguas estrangeiras (Editora Vozes, 2011), o professor encontra mais informações sobre este assunto, além de atividades para desenvolver com seus alunos.

    Há mais informações em:
    http://producaotextual.wordpress.com/apresentacao/

    No blog há links para outros artigos bem como um espaço para discussão de temas afins.

    Boas aulas!

    Doris Soares
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Oficinas de produção de textos ii

  1. 1. “ Oficinas de Produção de Textos II”
  2. 2. <ul><li>O projeto tem como objetivo principal a realização de oficinas de leitura, compreensão e produção de textos em português. </li></ul><ul><li>Os destinatários diretos são alunos do segundo ano de formação do Professorado em Português da &quot;Faculdade de Humanidades e Ciências Sociais da UNAM&quot;. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Nas oficinas se trabalharão diferentes gêneros discursivos (Primários e Secundários) através de diversas estratégias de mediação. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Se propõe para as oficinas uma abordagem desde a perspectiva da Análise do Discurso e da Semiótica Discursiva já que consideramos fundamental compreender os textos que se produzem em determinadas condições de produção e que carregam múltiplos sentidos . </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Pelo lo qual na produção de textos se privilegiarão os gestos de interpretação dos alunos e as leituras polissêmicas . </li></ul>
  6. 6. Objetivos Gerais : <ul><li>Conhecer os diferentes gêneros discursivos que se produzem em diversas esferas da sociedade, sua aplicação e uso adequado. </li></ul><ul><li>Ler, compreender e produzir textos em português. </li></ul><ul><li>Realizar gestos de interpretação que priorizem os múltiplos sentidos que podem aparecer num gênero discursivo. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Trabalhar com gêneros pós-modernos que possibilitem um acercamento à cultura brasileira desde o quotidiano. </li></ul><ul><li>Conhecer os diferentes gêneros acadêmicos sua aplicação e uso adequado. </li></ul>Objetivos Gerais :
  8. 8. “ Gêneros discursivos” (Mijaíl Bakhtin - 1995) &quot;Todas as esferas da atividade humana, por mais variadas que sejam, estão sempre relacionadas com a utilização da língua. Não é de se surpreender que o caráter e os modos dessa utilização sejam tão variados como as próprias esferas da atividade humana&quot;.
  9. 9. &quot;Em todas as esferas da atividade humana, a utilização da língua realiza-se em formas de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos. Os gêneros primários – ligados às relações cotidianas (conversa face a face, linguagem familiar, cotidiana etc.); esses gêneros são os mais comuns no dia a dia do falante e os secundários – mais complexos (discurso científico, teatro, romance etc.), referem-se a outras esferas de interação social, mais bem desenvolvidas&quot;.
  10. 10. “ Os gêneros são aprendidos no curso de nossas vidas como participantes de determinado grupo social ou membro de alguma comunidade&quot;.
  11. 11. “ Um texto acadêmico pressupõe um tipo de leitor que adota procedimentos específicos de leitura, estabelecendo um ambiente também específico para o processo de construção de sentidos a partir desse tipo de texto. Esses textos exigem uma leitura mais lenta, mais cuidadosa, reflexiva, aprofundada e crítica&quot;.
  12. 12. Estratégias de ensino-apredizagem Oficina: Conjunto de práticas organizadas, não para transmitir informações sobre algo, mas para ensinar a fazer esse algo.
  13. 13. Recursos Portfólio - Pasta processo de ensino -aprendizagem Portfólio (Murphy, S.): Coleção organizada e planejada de trabalhos produzidos pelo(s) aluno(s), ao longo de um determinado período de tempo, de forma de poder proporcionar uma visão alargada e detalhada dos diferentes componentes do seu desenvolvimento cognitivo, metacognitivo e afetivo.
  14. 14. <ul><li>Aprendizagem : Entendida como um processo no qual o erro é possível. </li></ul><ul><li>O conhecimento : Não é fechado é produzido no intercâmbio dialógico. </li></ul>
  15. 15. Princípios do “Processo de ensino - aprendizagem” • Ênfase no crescimento do aluno em várias áreas do currículo. • Processo durante um período de tempo. • Evolução a longo prazo. • Constante monitorização do processo. • Avaliação do trabalho pelo aluno, colegas e professor. • Ênfase no processo.
  16. 16. Autoavaliação • Aprendiz é gestor da sua aprendizagem (learning-coach). • Monitorização do seu próprio progresso (estabelecendo prioridades, planejando, revendo o progresso e estratégias, mudando o caminho). • Revisão pelos colegas. • Feedback do professor.
  17. 17. Como começar uma “ Pasta processo ” de ensino -aprendizagem - Quem eu sou? - Bem-vindo ! O meu nome é ... estudo .... Desde que era muito novo, foi sempre a minha paixão... Estudei... - Oficina Nº: Título
  18. 18. - Inclui: Anotações pessoais, experiências de aula, trabalhos, controles de aprendizagem, conexões com outros temas fora da escola, imagens, roteiro, relatórios, avaliações, exercícios de fixação, comentários sobre uma aula ou temática, auto-avaliações, etc.
  19. 19. Tudo isso proporciona evidências dos conhecimentos que foram sendo construídos, as estratégias utilizadas para aprender e a disposição de quem o elabora para continuar aprendendo. Também materiais de outras pessoas: de colegas, do professor, de outros professores, de livros, de jornais, de revistas, etc.
  20. 20. - Todo o que você ache bom de ser incluído...
  21. 21. Segundo Freire (1996: 96):
  22. 22. “ Ensinar exige criticidade, ter uma postura de curiosidade e inquietação indagadora e dicernidora. Ensinar exige ética, e estética , a prática educativa tem a obrigação moral de ser um testemunho rigoroso de decência e de pureza, o professor não pode estar longe ou fora da ética por ser portador do caráter formador , o ensino dos conteúdos não podem estar alheios a formação moral do educando...”
  23. 23. “ Pensar certo é fazer certo...” “ Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação&quot;.
  24. 24. “ O bom professor é o que consegue, enquanto fala, trazer o aluno até a intimidade do movimento do seu pensamento. Sua aula é assim um desafio e não uma cantiga de ninar. Seus alunos cansam , não dormem. Cansam porque acompanham as idas e vindas de seu pensamento , surpreendem suas pausas, suas dúvidas, suas incertezas”.
  25. 25. Vamos trabalhar juntos?

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