éTica e formação profissional

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Ética e Formação Profissional

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éTica e formação profissional

  1. 1. ÉTICA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL Prof. Esp. Darlan Campos Historiador (UFES), Professor Universitário e Consultor em Marketing Político
  2. 2. Não há saber mais ou saber menos. Há saberes diferentes. Paulo Freire
  3. 3.  Por que a Ética está em evidência?  A crise Ética  O que é Ética?  Por que Ética nos Negócios?  Ética e Educação  A escola pode propiciar condições para o desenvolvimento moral de crianças e adolescentes?  Qual o papel das regras no desenvolvimento da ética? Questões a serem respondidas
  4. 4.  Desencanto: não cremos naquilo que gostaríamos de crer [religião, tradição, horóscopo]  Democratização: transparência & evidenciação  Descrédito dos políticos e governantes  Desrespeito à leis  Novos relacionamentos: globalização, novas formas de organização, novas formas de trabalho  Combate à corrupção (atos moralmente condenáveis associados ao uso indevido do poder) Por que a Ética está em evidência?
  5. 5.  Relações Familiares enfraquecidas  Perda dos Valores honestidade, humildade, humanidade, sabedoria, sensibilidade, semelhança e alteridade  Combate ao nepotismo  Insensibilidade e indiferença pelo semelhante  Devastação do Meio Ambiente  Aumento da Fome e da Miséria  Aumento da criminalidade e da violência Por que a Ética está em evidência?
  6. 6. A Crise Ética  Não sabemos o que é CERTO ou ERRADO  A sociedade:  Vive cada vez mais insegurança  Permanente tensão nas relações sociais  Se organiza em prol dos interesses particulares do que do direito e da justiça Qual a nossa resposta criativa para este problema?
  7. 7. O que é Ética? ETHOS: Modo de ser, caráter, costume. http://www.panoramablogmario.blogger.com.br/
  8. 8. O que é Ética?  Princípios morais que governam as ações e decisões de um indivíduo ou grupo e que servem de diretrizes para orientar a prática e para se agir com correção e equidade ao se defrontar com dilemas morais.  É uma tentativa de separar o certo do errado; um estudo dos juízos para apreciar a conduta humana do ponto de vista do bem e do mal.
  9. 9.  É uma postura de vida relacionada com princípios gerais e universais presentes na consciência do indivíduo.  É a investigação geral sobre aquilo que é bom. O que é Ética?
  10. 10.  Como devo agir em relação aos outros? Questão Central da Ética
  11. 11. O que é Moral?  A palavra Moral tem origem no latim - morus - significando os usos e costumes.  Moral é o conjunto das normas para o agir específico ou concreto. A Moral está contida nos códigos, que tendem a regulamentar o agir das pessoas.  Instrumento fundamental para a instauração de um viver em conjunto.
  12. 12. O que é Moral?  Condição necessária para a sobrevivência da espécie humana  Base para a construção do mundo político
  13. 13. Moral: Não existem normas acabadas  A moral muda de acordo com as sociedades, a história, a cultura.
  14. 14. Ética x Moral  A ética é um estudo, uma reflexão sobre o bem, a justiça, o que é certo e errado. http://kobason.spaces.live.com  A moral refere-se às nossas ações e condutas no mundo.
  15. 15. Mundo dos Valores Ética Moral Reflexão Ação
  16. 16. Valores e Integridade VALORESPressão Pressão Pressão Pressão Integridade Quebra da Integridade Comportamento Percepção
  17. 17. Problemas do dia-a-dia!  Devo avisar ao meu chefe que seu subordinado, meu amigo, usa o tempo do expediente para vender trabalhos artesanais aos colegas?  Devo dizer sempre a verdade? Há ocasiões em que é preferível mentir? Quais?  Devo cumprir uma ordem que não me parece eticamente correta, ou é preferível arriscar meu conceito na empresa, ou mesmo meu emprego?
  18. 18.  Posso usar o tempo de expediente na empresa numa situação de emergência para obter ganhos monetários adicionais?  Devo avisar ao chefe que meu colega e amigo não é competente ou “não veste a camisa” da empresa?  Posso empregar um amigo na empresa, mesmo sendo ele competente, mas não o mais competente para a posição? Problemas do dia-a-dia!
  19. 19. Ações Não-Éticas na Empresa  Apossar-se de coisas que não lhe pertence  Dizer coisas que sabe que não é verdade  Dar ou permitir impressões falsas  Comprar influência ou enganar-se em conflitos de interesse  Esconder ou divulgar informação verdadeira  Tomar vantagem que não lhe pertence  Cometer comportamento pessoal impróprio  Abusar de outra pessoa  Permitir abuso da organização  Violar regras.
  20. 20. Importância da Ética Nenhuma sociedade pode sobreviver e progredir sem um conjunto de princípios e normas que defina o tipo de comportamento socialmente aceito como ético. “Nenhuma sociedade pode sobreviver sem um código moral fundado sobre valores compreendidos, aceitos e respeitados pela maioria dos seus membros(Jacques Monod).
  21. 21. Ética e Educação “Toda educação é uma ação interativa: faz-se mediante informações, comunicação, diálogo entre seres humanos. Em toda educação há um outro em relação. Em toda educação, por tudo isso, a ética está implicada”.
  22. 22. Ética e Educação “Aprender a ser cidadão é, entre outras coisas, aprender a agir com respeito, solidariedade, responsabilidade, justiça, não violência; aprender a usar o diálogo nas mais diferentes situações e comprometer-se com o que acontece na vida coletiva da comunidade e do país. Esses valores e essas atitudes precisam ser aprendidos e desenvolvidos pelos alunos e, portanto, podem e devem ser ensinados na escola.” * *(BRASIL, Ministério da Educação - Secretaria de Educação Fundamental. Ética e Cidadania no convívio escolar. Brasília: 2001, pg 13)
  23. 23. Ética e Educação • A Escola é co-responsável na formação do indivíduo: reforça os valores necessários para a boa formação ética e moral. • Educa a vontade para que os alunos desenvolvam virtudes.
  24. 24. Ética e Educação http://pereirabel.blogs.sapo.pt A educação está na base do esforço para fazer do indivíduo um homem bom e do sujeito, um cidadão exemplar. A formação moral dos indivíduos serve também de auxílio à formação do cidadão em sua dimensão política.
  25. 25. Ética e Educação Por que ética e ética na escola?  É preciso compreender os fundamentos da ética e da moralidade e como seus princípios e normas podem ser trabalhados na escola e na comunidade  Introduzir no planejamento escolar o trabalho sistemático e intencional sobre os valores desejados pela nossa sociedade
  26. 26. Ética e Educação* Valores a serem trabalhados  Respeito mútuo  Dignidade  Justiça  Diálogo  Solidariedade  Igualdade  Convívio democrático *PCN/Temas transversais
  27. 27. Ética e Educação* Exemplos da prática dos valores na escola:  Respeito mútuo (ex.: repúdio a toda a forma de humilhação e violência  Diálogo (Ex.: A coordenação das ações entre alunos, mediante o trabalho em grupo. / A disposição para ouvir idéias, opiniões e argumentos alheios e rever pontos de vista quando necessário. *PCN/Temas transversais
  28. 28. Ética e Educação* Exemplos da prática dos valores na escola:  Solidariedade (ex.: Nas brincadeiras privilegiar a solidariedade e não a competição / Privilegiar ações estruturantes e não pontuais)  Justiça (ex.: A identificação de formas de ação diante de situações em que os direitos do aluno não estiverem sendo respeitados) *PCN/Temas transversais
  29. 29. Ética e Educação* “Na hora do recreio, ao montar os times de futebol, Eduardo humilhou Pedro dizendo que ele era perna-de-pau e não deveria participar do jogo. Pedro, inicialmente, ficou meio sem reação, mas depois tentou conversar, enquanto Eduardo seguiu com sua postura inicial” *PCN/Temas transversais Como sair desta situação hipotética? Que valores estão em jogo?
  30. 30. A Ética, a Escola e o Professor  Preparar o aluno para o pluralismo  aceitação de si mesmo  comunicação eficiente  solução de conflitos  compreensão das diferenças intelectuais  base de educação ética  definição de regras coletivas e individuais  análise de acontecimentos compreendendo os motivos  pesquisa de conteúdos  criação de um código de ética institucional
  31. 31. O Professor e o Código de Ética O professor deve:  Aceitar-se e entender-se como modelo  Ser mediador  Ser capaz de explicitar sua visão ética  Saber pensar dilemas éticos  Promover relação de empatia entre e com os alunos  Ser capaz de mobilizar os alunos para a boa ação
  32. 32. Comportamentos Éticos na Escola  Comportamento profissional e relações humanas: Moral de atitudes e não atos morais  Relação entre alunos, professores, funcionários, técnico-administrativos, externos (fornecedores, etc)  Coerência entre teoria e prática: o que se faz não pode ser diferente do que se vive (walk the talk)  Ação mecânica x liberdade  Preservação do meio ambiente: reciclagem de resíduos, economia de energia elétrica, etc)
  33. 33. Para reflexão!  Como são e como deveriam ser nossas atitudes diante dos alunos e meus colegas de trabalho?  Qual nosso nível de envolvimento na construção de um comportamento ético?  Qual o nosso papel no processo de educação moral?  Qual nosso nível de envolvimento em relação à preservação do meio ambiente?
  34. 34. ASHLEY, Patricia Almeida (coord.). Ética e responsabilidade social nos negócios. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005. BARBIERI, J. C e CAJAZEIRAS, Jorge E. R. Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável: da teoria a prática. São Paulo: Saraiva, 2009. BRASIL. Ética. Módulo 1 (programa de desenvolvimento profissional continuado). Brasília: MEC/SEIF, 2004. Disponível em < http://mecsrv04.mec.gov.br/seif/eticaecidadania/arquivos/etica.pdf> . Acesso em 20 de janeiro de 2009. CALMON, Joana. Conduta exemplar. Revista Exame. São Paulo: Editora Abril, Ed. 1.699, 9 mai 2001. CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. 13a.ed. São Paulo: Ática, 2003. CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA. Responsabilidade social empresarial. Brasília: CNI, 2006. Ética e Governo. Disponível em <www.tce.ba.gov.br/eventos/etica_serv_pub_instrut_.ppt >. Acesso em 20 de julho de 2006. Ética no serviço público: alguns pontos fundamentais. Disponível em;: < www.planalto.gov.br/.../Cursos%20CEP/Multiplicadores/2005/Transparências%20do%20curso%2 >Acesso em 20 de julho de 2006. Referências
  35. 35. FERREL, O.C. Ética Empresarial: dilemas, decisões e casos / O.C. Ferrel, John Fraedrich,. Linda Ferrel Rio de Janeiro: Ed. Reichmann & Affonso, 2004. LACOMBE, F. Administração – Princípios e Tendências. (suplementos – cap. 03). São Paulo: Saraiva, 2005. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: da revolução urbana à revolução digital. 4ª ed. rev. e atualiz. São Paulo: Atlas, 2004. MIRANDA, Lossian B. B. Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal. Disponível em <www.cefetpi.br/noticias/encontro_educacional2005/Codigo_de_Etica_Prof_do_Servidor_Pu blico.ppt > . Acesso em 10 de julho, 2006. PASSOS, Elizete. Éticas nas Organizações. São Paulo: Atlas, 2004. PEQUENO, Marconi. Ética, educação e cidadania. Disponível em <http://www.redhbrasil.net> Acesso em 10 de março, 2009. RAMOS, Luiz F. M. e LEIBI, Susan (orgs). Virando o jogo da educação: moral e ética em ação na escola. São Paulo: All Print Editora, 2007 THIRY-CHERQUES, Hermano Roberto, Estratégia empresarial e dilemas éticos. Rio de Janeiro: FGV, 1997. Referências
  36. 36. Obrigado pela atenção de todos! gerisval@terra.com.br + 55 98 3246 2005 + 55 98 9114 4699
  37. 37. Dois são os principais documentos norteadores da Educação Básica: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 Plano Nacional de Educação - PNE, Lei nº 10.172/2001, regidos, naturalmente, pela Constituição da República Federativa do Brasil.
  38. 38. Conselho Nacional de Educação CNE atua no desempenho das funções e atribuições do poder público federal em matéria de educação. Suas ações são normativas, deliberativas e de assessoramento ao Ministro de Estado da Educação. Compete ao Conselho e às Câmaras de Educação Básica e de Educação Superior exercerem as atribuições conferidas pela lei. A Câmara de Educação Básica tem como atribuições analisar e emitir pareceres sobre procedimentos e resultados de processos de avaliação da educação infantil, fundamental, médio, profissional e especial, deliberar sobre diretrizes curriculares propostas pelo Ministério da Educação; e acompanhar a execução do Plano Nacional de Educação.
  39. 39. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional A LDB regulariza em âmbito nacional, a base comum do currículo, a carga horária e presença mínima em aula e as formas de promoção de série, cabendo aos estados, municípios e até mesmo às escolas a normatização das peculiaridades regionais e locais, curriculares e de calendário, de promoção de série e a expedição da documentação escolar de cada aluno da educação básica.
  40. 40. Plano Nacional de Educação Estabelece metas decenais para todos os níveis e etapas da educação, apontando para que estados e municípios criem e estabeleçam planos semelhantes compatíveis com as metas nacionais. A SEB conta com o Programa de Avaliação e Acompanhamento do PNE e dos Planos Decenais Correspondentes, que realiza a avaliação do PNE e estimula estados e municípios a criarem seus planos correspondentes e avaliarem-no a cada cinco anos, de acordo com a própria lei. Todas as ações e programas da SEB (secretaria de educação básica) visam o alcance das metas do PNE (plano nacional de educação).
  41. 41. Atuais Políticas e Programas da SEB O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, lançado em 24 de abril de 2007, pela União Federal, em regime de colaboração com Municípios, Distrito Federal e Estados, conta com a participação das famílias e da comunidade, mediante programas e ações de assistência técnica e financeira, visando a mobilização social pela melhoria da qualidade da educação básica.
  42. 42. Plano de Desenvolvimento da Educação PDE Educação básica de qualidade. Essa é a prioridade do Plano de Desenvolvimento da Educação. Investir na educação básica significa envolver todos, pais, alunos, professores e gestores, em iniciativas que busquem o sucesso e a permanência do aluno na escola. Significa também investir na educação profissional e na educação superior, porque elas estão ligadas, direta ou indiretamente.
  43. 43. Estatísticas, Censos e Avaliação sobre a Educação Básica As Estatísticas, Censos e Avaliações sobre a Educação Básica são realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP, órgão do MEC.
  44. 44. EDUCAÇÃO INFANTIL A “educação infantil, primeira etapa da educação básica tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até cinco anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. A educação infantil será oferecida em: creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade; pré-escolas, para crianças de quatro a cinco anos de idade.”
  45. 45. Gestão democrática A gestão democrática da escola, os materiais didático-pedagógicos e a formação do professor são fatores determinantes para a qualidade social da educação, que forma indivíduos críticos e criativos, preparados para o pleno exercício da cidadania. É com esse objetivo que o Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental formula políticas educacionais, propõe e coordena suas ações.
  46. 46. Subsidiar a Ação Pedagógica de Creches e Pré-Escolas A Coordenação-Geral de Educação Infantil busca subsidiar os sistemas de ensino na elaboração de normas e ações político- pedagógicas respeitando peculiaridades desta etapa da educação básica. Sua meta é a melhoria da qualidade da educação da criança de 0 a 6 anos. Com esta finalidade, foram criados e disponibilizados programas e materiais que vêm contribuindo para aumentar o atendimento e a qualidade na área de educação infantil.
  47. 47. ENSINO FUNDAMENTAL A LDB em seu Art.5º afirma que "o acesso ao ensino fundamental é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída, e, ainda, o Ministério Público, acionar o Poder Público para exigi-lo".
  48. 48. ENSINO FUNDAMENTAL Já o Art. 32 afirma que "o ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 5 (cinco) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
  49. 49. ENSINO FUNDAMENTAL Já o Art. 32 afirma que "o ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 5 (cinco) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social."
  50. 50. ENSINO MÉDIO A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, Lei nº 9.394/97, estabeleceu como sendo dever do Estado a progressiva extensão da obrigatoriedade do Ensino Médio. O Plano Nacional de Educação, Lei nº 10.172/2001, sancionado pelo Congresso Nacional em 2001, estabeleceu metas para a educação no Brasil com duração de dez anos que garantisse, entre muitos outros avanços, a elevação global do nível de escolaridade da população, a melhoria da qualidade do ensino em todos os níveis, a redução das desigualdades sociais e regionais, a ampliação do atendimento na Educação Infantil, no Ensino Médio e no Superior.
  51. 51. ENSINO MÉDIO O Plano Nacional de Educação, tal como foi concebido, previu uma reavaliação de suas metas em cinco anos. Uma das mais importantes metas do Plano Nacional de Educação no que tange o Ensino Médio é a garantia do acesso a todos aqueles que concluam o Ensino Fundamental em idade regular no prazo de três anos, a partir do ano de sua promulgação.

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