Plano Gestão EE Aberto José Ismael

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Plano Gestão EE Aberto José Ismael

  1. 1. I. IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR 1. Localização da Escola. E.E. PROF. ALBERTO JOSÉ ISMAEL- Escola de Tempo Integral. Ato de Criação: nº 14.424 de 14/12/1979 publicado a 15/12/1979. instalada a partir de 02/01/1980 – pela Res.SE nº 66/80/de 15/05/80. Endereço: Avenida Dr. José Henrique Duarte nº 330, Bairro Quinta das Paineiras, CEP 15080-200, São José do Rio Preto – SP, telefones: 17- 32275877(fax), 17-32276779, 17- 32266011(telefone publico- orelhão) E-mail: e043060a@see.sp.gov.br; eealbertoismael@yahoo.com.br 2. Jurisdicionada à DE. São José do Rio Preto. Código CIE; 043060 Código FDE: 08.32.127 CNPJ: 51 951925/0001/07 Data da Instalação: 02/01/1980 Ensino Ministrado: Ensino Fundamental – Ciclo I Horário de Atendimento: 7h as 17h. 3. Atos legais da Escola A Escola foi criada pelo Decreto nº 14.424, de 14/12/79 publicado a 15/12/79, com a denominação de EEPG “ Do Jardim Santa Catarina” e instalada a partir de 02/01/80 pela Resolução SE.66/80 de 15/05/80 publicada a 17/05/80. Inaugurada em 15/08/80. Teve mudança de nome a partir da Lei nº2.698 de 02/01/81 publicada a 09/01/81 de EEPG “ Do Jardim Santa Catarina” para EEPG “Prof. Alberto José Ismael” em homenagem ao grande educador Riopretense que foi professor e diretor de escola em São José do Rio Preto. O Projeto Escola de Tempo Integral foi instituído pela Resolução SE nº 89, de Dezembro de 2005. Atualmente funciona como Escola de Tempo Integral de 1ª a 5 º ano( 4ª série) com uma jornada de 09(nove) horas diárias , divididas em dois turnos – manhã e tarde, com uma carga horária semanal de 45 aulas, um turno com disciplinas do currículo básico e outro com oficinas curriculares de Orientação para Estudo e Pesquisa, Hora da leitura, Informática Educacional, Experiência Matemática, Língua Estrangeira (Inglês), Atividades Esportivas e Motoras, Atividades Artísticas, Saúde e Qualidade de Vida. É oferecida três refeições: lanche pela manhã, almoço e lanche a tarde garantindo melhores condições para o aprendizado. O prédio escolar, embora venha recebendo atenção especial por parte da Direção, é bastante antigo, deixando a desejar quanto as necessidades acomodações da comunidade escolar. 4. Instalações e Recursos Técnicos e Pedagógico da Escola Prédio Escolar :  Números de Salas: 14(quatorze)  Ambientes Pedagógicos: 04 (quatro)  Pedagógicos: 15(quinze)
  2. 2.  Administrativos: 04 (quatro) Recursos Físicos e Pedagógicos:  Salas de aulas (1ª a 5ª ano): 09(nove)  Auditório/Sala de Vídeo: 01 (um)  Sala de Leitura:01 (um)  Brinquedoteca: 01(um)  Sala de Informática: 01(um)  Sala de Jogos: 01 (um)  Sala do Diretor: 01(um)  Sala da Vice –Direção: 01(um)  Sala da Coordenação: 01(um)  Sala dos Professores: 01(um)  Sala da Secretária: 01(um)  Secretaria: 01(um)  Almoxarifado: 01(um)  Cozinha: 02(duas)  Dispensa: 01(um)  Refeitório: 01(um)  Gabinete Dentário: 01(um)  Cantina: 01(um)  Pátio Interno Coberto: 01(um)  Banheiros – Professores: 03(três)  Banheiros- Funcionários: 02(dois)  Banheiros – Alunos: 02(dois) Masculino e Feminino  Estacionamento: 01(um) Pedagógicos:  Quadra Poliesportiva: 02 (dois)  Computadores: 24 (vinte quatro)  Impressoras: 06 (seis)  Scanner: 01 (um)  Fax: 01 (um)  Mimeógrafos: 01 (um)  Televisão: 06 (seis)  Vídeo: 02 (dois)  DVD: 02 (dois)  Câmara Digital: 01 (um)  Rádio: 03 (três)  Ábaco  Material Dourado  Jogos Diversos  Calculadora  CDs (Músicas Infantis e Histórias Infantis)  DVDs (Filmes)  CDs (virgem)  DVDs (virgem) 5. Modalidade de Ensino oferecida pela Escola
  3. 3. Escola de Tempo Integral – Ciclo I - 1ª a 5ª ano (4ªsérie) 6. Componentes da Equipe Gestora da Escola Pedro Celso Rodrigues (Diretor) Silvia dos Santos Thomaz Gardelino (Vice-Diretora) Clara Marina Daud de Mello (Prof. Coordenadora) II. CARACTERIZAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR E DOS ALUNOS DA ESCOLA A EE “Prof. Alberto José Ismael – ETI, está localizada em uma bairro de classe média, mas a grande maioria de nosso alunos são de bairros periféricos como: Estância Jockey Clube, Vila Toninho, Estância Santa Maria, Estância Santa Inês, Estância Navarrete, Estância Unitra, Loteamento Auferville, Estância Bela Vista e outros. Nossos alunos pertencentes a classe sócio- econômico desfavorecida, de família de estrutura na maioria precária. III. OBJETIVOS GERAIS DA ESCOLA Assegurar à criança formação que priorize o pleno exercício da cidadania e desenvolvimento das habilidade físicas, intelectuais, psicológicas e sociais. Complementar a ação da família e da comunidade, fornecendo-lhe meios para progredir no trabalho e estudo posteriores. Cumprir diretrizes básicas de organização e funcionamento da escola, integradas às normas comuns do sistema nacional e do sistema ou rede ao qual pertence, considerando os elementos que a identificam. Reconhecer e expressar a identidade da escola de acordo com sua realidade, idiossincrasias e necessidades locais. Definir coletivamente objetivos, metas e ações para o avanço da aprendizagem dos alunos estabelecendo princípios orientadores do trabalho da equipe escolar. Definir o conteúdo de acordo com o currículo para o Ensino Fundamental Ciclo I proposto pela Secretaria Estadual com as Diretrizes Curriculares para o Ensino Fundamental, os Parâmetros Curriculares Nacionais e projeto Ler e Escrever. Dar unidade ao processo de ensino, integrando as ações desenvolvidas seja na sala de aula ou na escola como um todo, seja em suas relações com a comunidade, na construção do currículo escolar. Criar instrumentos para processo de acompanhamento e de avaliação do trabalho escolar. Aplicar e utilizar de forma racional, os recursos necessários ao desenvolvimento da proposta. IV. OBJETIVO DO CURSO OFERECIDO PELA ESCOLA: 1. Do Ensino Fundamental (Ciclo I) O objetivo do Curso do Ciclo I terá como fundamento a Lei de Diretrizes e Base (LDB):
  4. 4. I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo ; II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade ; III - o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores ; IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. V. METAS PRIORITÁRIAS PARA ESCOLA NO QUADRIÊNIO 2011 E 2014. Intensificar o trabalho que está sendo desenvolvido na escola em relação a leitura e escrita para conseguirmos 100% dos nossos alunos leitores e escritores competentes e autônomos; Atingir em 100% dos alunos as competências necessárias em matemática, desenvolvendo habilidades que fundamentam a representação de espaço, a leitura de gráficos e tabelas, a escrita de números, o desenvolvimento de operações, a resolução de situações problema e a realização de medidas. Dar continuidade com a formação dos professores nas HTPCs voltado para subsidiar seus trabalhos em sala de aula, levando-os a refletirem sobre suas práticas pedagógicas e estimulando- os a investirem no seu desenvolvimento profissional. Esperamos que 100% dos professores tenham um olhar diferente em relação as suas práticas pedagógica. Centrar esforços para que 100% do nosso corpo docente se apropriem do Programa Ler e Escrever, importante iniciativa da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. Que 100% dos alunos adquirem hábitos de higiene do corpo e da mente, participando da conservação do ambiente, de casa, na escola e lugares públicos; a necessidade de uma alimentação saudável, conhecendo a existência de doenças, sua transmissão e prevenção. Conscientização de 100% dos alunos para preservação da água e melhoria da qualidade do meio ambiente, identificando-se como parte integrante da natureza, criando formas alternativas de usufruí-la sem destruir o meio natural; Que 100% dos alunos conheçam diferentes grupos e culturas de nossa cidade, respeitando uns aos outros, apesar de suas formas de deficiências e pelas diferenças sociais, econômicas, psíquicas, físicas, religiosas e culturais. Conscientizar 100% dos pais da necessidade de acompanhamento e participação efetiva na escola e na vida escolar de seus filhos, incentivando-os, para a melhoria da aprendizagem dos mesmos. VI. PROCEDIMENTOS PARA AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DOS OBJETIVOS E METAS A SEREM ALCANÇADOS PELA ESCOLA. Acompanhar o desenvolvimento dos conteúdos e projetos planejados pela equipe docente, pela professora coordenadora, com observações em salas de aula, avaliações diagnósticas e simulados aplicados nos alunos; Conversas e discussões sempre que necessário com os docentes, discentes, com a equipe administrativa e de apoio as questões pertinentes ao desempenho escolar dos alunos; Articulação de ações que visem a otimização de recursos e parcerias com a comunidade; Nas Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo, observar, nos momentos dedicados aos professores socializarem suas experiências, se estão desenvolvendo adequadamente o Programa Ler e Escrever para adequar, se necessário , as orientações transmitidas a todos;
  5. 5. Fazer reuniões mensais com os pais. VII. PLANO DE TRABALHO DOS NÚCLEOS 1. Núcleo de Direção O núcleo de Direção da escola, integrado pelo Diretor e Vice-diretor, é o centro executivo do planejamento, da organização geral, da coordenação, avaliação e integração de todas as atividades no âmbito da Escola. A direção da escola exercerá suas ações objetivando garantir: Implementar na Escola a linha de ação adotada na Proposta Pedagógica, observadas as diretrizes na política educacional da Secretaria Estadual de Educação e as Deliberações do Conselho da Escola; Elaborar com a Equipe escolar o Plano de Gestão da Escola e encaminha-lo a Diretoria de Ensino para homologação; Autorizar matrícula e transferência de alunos; Propor a instalação de classes, observados os critérios estabelecidos pela administração superior; Organização o horário d aulas e de expediente da secretaria; Assinar, juntamente com o secretário de escola, todos os documentos relativos a vida escolar, dos alunos, expedidos pela escola; Conferir certificados de conclusão de ciclo ou curso; Convocar e presidir reuniões do Conselho de Escola e da equipe escolar; Representar a Escola em atos oficiais e atividades da comunidade; Presidir solenidades e cerimônias da Escola; Decidir sobre a utilização do prédio escolar ou de suas dependências para outras atividades que não as do ensino; Encaminhar ao órgão competente regulamentos e estatutos de outras instituições auxiliares que atuem na Escola, para sua aprovação; Assegurar a toda equipe escolar, alunos e pais ou responsáveis, o conhecimento das Normas de Gestão de Convivência da Escola; Assegurar a implementação de ações educativas pela equipe escolar que visem ao desenvolvimento de atitudes de respeitos aos valores essenciais ao convívio social; Decidir sobre recursos interpostos por alunos, ou por seu responsáveis, relativos à avaliação do aluno no processo d aprendizagem, ouvido(s) o professor(es) envolvido(s); Responder pelo cumprimento, no âmbito da Escola, das leis, regulamentos e determinações, bem como dos prazos para a execução dos trabalhos estabelecidos autoridades superiores; Expedir determinações necessárias a manutenção da regularidade dos serviços; Avocar, em casos especiais as atribuições e competências de qualquer servidor que ocupa cargo ou função na Escola; Delegar competências e atribuições aos servidores que ocupam cargo ou função na Escola. Assim como designar comissões para execução de tarefas especiais; Decidir sobre petições, recursos e processos de sua área de competência ou remete-los, devidamente informados, a quem de direito, nos prazos legais, quando for o caso; Apurar ou fazer apurar irregularidades de que venha a tomar conhecimento no âmbito da Escola;
  6. 6. Decidir quanto a questões de emergência ou omissão no presente Regimento ou nas disposições legais, representado às autoridades superiores. 1.1. Administração de Pessoal Dar posse a servidores que ocuparão cargo na Escola; Indicar docente para a função de Vice-Diretor da Escola; Atribuir classes e/ou aulas das oficinas aos professores da escola, nos termos da legislação vigente; Solicitar a instauração de sindicância; Aplicar penas de repreensão a servidor que ocupas cargo ou função na Escola; Propor, quando for o caso, modificações nos horários de trabalho dos servidores; Elaborar a escala de ferias dos servidores; Expedir guia para inspeção de saúde; Identificar as necessidades de pessoal que atua na Escola; Identificar as necessidades de cursos e outras modalidades de formação para atingir melhoria de qualidade na atuação do pessoal da Escola; Avaliar o desempenho do sistema cumprir os prazos para encaminhamento de dados, informações, relatório e outros documentos aos órgãos do sistema e garantir a qualidade dos mesmos; Controlar a freqüência diária dos servidores quem ocupam cargo ou função na Escola; Controlar a freqüência diária dos servidores quem ocupa cargo ou função na Escola; Avaliar o desempenho dos servidores quem ocupa cargo ou função na Escola. 1.2. Administração Financeira e de Material APM autorizar a requisição de material permanente e de consumo; Encaminhar ao conselho de escola informe sobre a aplicação dos recursos financeiros. 1.3. Vice-Diretor Coadjuvar o Diretor no desempenho de todas as atribuições que lhe são próprias; Acompanhar e controlar a execução das programações relativas as atividades de apoio administrativo e apoio técnico-pedagógico, mantendo o Diretor informado sobre o andamento das mesmas;Controlar o recebimento e consumo de gêneros alimentícios destinados a merenda escolar; Coordenar as atividades relativas a manutenção e conservação do prédio escolar, mobiliário e equipamento da escola; Acompanhar e supervisionar a limpeza do prédio e manter a Diretoria informada mensalmente por relatório; Participar da elaboração do Plano Escolar; Responder pela Direção da Escola no horário que lhe é confiado; Substituir o Diretor da Escola em suas ausências e impedimentos; Participar e acompanhar todos os HTPCs da Unidade Escolar. 2. Núcleo Técnico Pedagógico Justificativa Estamos vivendo uma época de mudanças que nos leva a refletir sobre nossas ações e nossas posturas pessoais e profissionais.
  7. 7. A questão da qualidade, hoje tão discutida nas diversas áreas, faz-se necessidade urgente. Pensar em qualidade é buscar a satisfação de exigências, necessidades e expectativas técnicas, humanas e pedagógicas. Nesse contexto, a educação deve ser entendida como uma ação comunicativa, onde ocorre um encontro entre diversos sujeitos que, agindo sobre si mesmos e sobre o mundo, constroem e reconstroem significados sócio-culturais, humanizando-se e qualificando-se, num processo contínuo de formação (pessoal e profissional ) que visa ser emancipador. Na escola, a questão da qualidade envolve a construção da competência nas ações e nas relações de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem. Assim, cabe ao Professor Coordenador juntamente com o diretor, articular essas ações e relações dos alunos, professores e pais no sentido da interação e do desenvolvimento de forma a propiciar situações que garantam a construção do conhecimento. Buscar inovar as práticas habituais no trabalho em sala de aula, procurar selecionar os saberes a serem ensinados, planejar projetos institucionais e elaborar coletivamente modalidades pedagógicas (práticas de sala de aula ) significativas e adequadas, num processo conjunto de construção da capacitação e da competência profissional. Objetivo Geral Subsidiar, com documentos, todos os envolvidos no processo de ensino da Língua Portuguesa, da Matemática e outras áreas do conhecimento para sistematizar os conteúdos de ensino mais relevantes a serem garantidos ao longo das quatro séries do Ciclo I do Ensino Fundamental; Definir o que os alunos precisam aprender, progressivamente, durante as quatro séries do Ciclo I, que, por sua vez, possibilitará estabelecer com mais clareza e intencionalidade o que deverá ser ensinado; Traçar objetivos, metas e estratégias para possibilitar a superação das principais dificuldades evidenciadas pelo SARESP de 2007; Acompanhar e dinamizar o desenvolvimento dos conteúdos nas diferentes áreas, auxiliando o professor no preparo das aulas; Divulgar matéria de interesse, relativa ao campo educacional, estimulando sua aplicação no processo pedagógico; Avaliar continuamente a eficiência e a eficácia do processo de ensino e aprendizagem; Estimular os professores nas HTPCs para reflexão coletiva contínua sobre a prática pedagógica, para assim, se constituir uma escola de qualidade. Proposta de Trabalho No exercício da função de Professor Coordenador o trabalho estará pautado na Resolução SE-88, de 19/12/2007, que dispõe sobre as atribuições dessa função, no seu artigo 2º: I- acompanhar e avaliar o processo de ensino e aprendizagem, bem como os resultados do desempenho dos alunos; II- atuar no sentido de tornar as ações de coordenação pedagógica espaço coletivo de construção permanente da prática docente; III- assumir o trabalho de formação continuada, a partir do diagnóstico dos saberes do professores para garantir situações de estudo e de reflexão sobre a prática pedagógica, estimulando os professores a investirem em seu desenvolvimento profissional; IV- assegurar a participação ativa de todos os professores do segmento/nível objeto da coordenação, garantindo a realização de um trabalho produtivo e integrador;
  8. 8. V- organizar e selecionar materiais adequados às diferentes situações de ensino e de aprendizagem; VI- conhecer os recentes referencias teóricos relativos aos processos de ensino e aprendizagem, para orientar os professores; VII- divulgar práticas inovadoras, incentivando o uso dos recursos tecnológicos disponíveis. E de acordo com a Resolução SE-89, de 19/12/2007, no artigo 2º, das atribuições do Professor Coordenador para o segmento de 1ª a 4ª série do ensino fundamental: I- auxiliar o professor na organização da sua rotina de trabalho, subsidiando-o no planejamento das atividades semanais e mensais; II- observar a atuação do professor em sala de aula com a finalidade de recolher subsídios para aprimorar o trabalho docente, com vistas ao avanço da aprendizagem dos alunos; III- orientar os professores com fundamento nos atuais referencias teóricos, relativos aos processos iniciais de ensino e aprendizagem da leitura e escrita, da matemática e outras áreas do conhecimento, bem como à didática da alfabetização; IV- conhecer as Diretrizes curriculares de Língua Portuguesa, de Matemática e das demais áreas do conhecimento e outros materiais orientadores da prática pedagógica; V- estimular o docentes na busca e na utilização de recursos tecnológicos específicos ao processo de ensino da leitura e da escrita, da matemática e de outras áreas do conhecimento. Rotina de Trabalho(Ações) Para garantirmos o cumprimento das metas mencionadas na justificativa, precisamos desenvolver ações e atividades pertinentes, que deverão dar ênfase à efetiva implementação da Proposta Curricular do Ciclo com vista à melhoria do processo de ensino e aprendizagem, favorecendo a melhoria do índice de desempenho dos alunos. Assim, nas reuniões semanais de HTPCs que temos a cumprir, abrirei espaço para discussão e elaboração de atividades, desenvolvimento de temas e conteúdos específicos, discussão sobre aplicação de atividades e propostas de trabalho, fornecimento de textos, livros e referenciais teóricos, para enriquecimento e adequação da prática na sala de aula. Com base na observação das salas de aula, auxiliar os professores na preparação da rotina semanal a ser trabalhada, e na preparação de atividades para as diferentes dificuldades apresentadas pelos alunos. Orientar os professores quanto a importância de se utilizar instrumentos funcionais de registro do desempenho e da evolução dos alunos, de planejamento e de documentação do trabalho pedagógico, tornando-se um hábito em sua prática. Desenvolver junto aos professores, um trabalho de alfabetização adequado às necessidades de aprendizagem dos alunos, acreditando que todos são capazes de aprender. Integrar e coordenar os esforços de todos rumo a consecução dos objetivos e metas traçadas. Estimular os professores a investirem no seu desenvolvimento profissional. Planejar coletivamente intervenções pedagógicas pertinentes, necessárias para o avanço das aprendizagens dos alunos. Elaborar quadro diagnóstico dos alunos por série, a fim de acompanhar os avanços apresentados com vista a apoiar o trabalho do professor. Assim, com esse documento em mãos, coordenador e professores juntos, terão condições de avaliar o trabalho desenvolvido na escola, conservando os pontos positivos e discutindo o melhor direcionamento para superar os negativos. Nas reuniões de HTPCs deverá ser divulgado referenciais teóricos, organizado e selecionado, materiais adequados, tornar do conhecimento de todos os professores as Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa, Matemática e demais áreas do conhecimento, aproveitando bem esse momento para capacitação e melhoria da prática docente.
  9. 9. Expor práticas que deram bons resultados no processo de ensino e aprendizagem, para que os professores possam tomá-las como modelo, auxiliando-os na elaboração e incorporação de suas práticas. Acompanhar e avaliar o corpo docente quanto ao planejamento do ensino, a elaboração do plano de recuperação, a utilização de métodos e técnicas de ensino, a administração de recursos e matérias didáticos e ao sistema de avaliação do processo de ensino e aprendizagem. Analisar sistematicamente os resultados das avaliações internas e externas. Incutir nos professores a responsabilidade de zelar pela aprendizagem dos alunos. Avaliar continuamente o processo de ensino e aprendizagem dos cinco ano/ séries do Ciclo I do Ensino Fundamental. Organizar e coordenar reuniões pedagógicas como: a) reunião de pais, objetivando a integração dos mesmos na nossa realidade escolar e propiciar a participação no processo ensino aprendizagem de seus filhos; b) conselho de classe, para acompanhamento do trabalho desenvolvido pelos professores, dos resultados dos alunos na aprendizagem, na socialização dos mesmos na sala de aula e na escola, para que possamos fazer encaminhamentos pertinentes e tomarmos atitudes adequadas, visando sempre a melhoria da aprendizagem e dos alunos como ser social; c) participar de encontros propostos pela DE/SEE destinados aos professores coordenadores. Avaliação A avaliação deverá ser dada em três esferas diferentes, porém complementares: a) avaliação da aprendizagem dos alunos: será feita através das notas bimestrais, dos registros feitos pelos professores, dos quadros diagnósticos dos alunos das quatro séries, para identificarmos os avanços e dificuldades que os mesmos apresentaram no desenvolvimento das atividades propostas, frente ao planejamento e intervenções elaboradas às diferentes situações de ensino e aprendizagem. Com esses resultados temos como saber quais alunos necessitam de freqüentar a recuperação paralela ou outro tipo de encaminhamento necessário para alcançar a aprendizagem adequada e com orientações durante os HTPCs com os professores envolvidos no processo; b) Avaliação dos procedimentos didáticos do professor: através da avaliação dos procedimentos utilizados nas suas práticas pedagógicas e seus resultados, onde poderemos diagnosticar possíveis falhas, e assim, orientá-los com fundamento nos atuais referenciais teóricos relativos aos processos de ensino e aprendizagem da leitura e escrita, da matemática e outras áreas do conhecimento, subsidiando-os nos planejamentos semanais e mensais, buscando soluções para melhor atendermos os nossos alunos ; c) Avaliação do projeto de trabalho do coordenador: partindo da análise coletiva do rendimento escolar e dos procedimentos utilizados, podemos também avaliar se as propostas do projeto de coordenação foram eficazes ou se precisam ser revistas. 3. Núcleo dos Docentes Integram o corpo docente todos os professores da escola, que exercerão sua funções, incumbindo-se de: a. participar da elaboração da proposta pedagógica da escola; b. elaborar e cumprir o plano de trabalho; c. zelar pela aprendizagem do aluno; d. estabelecer estratégias de recuperação continua para alunos de menor rendimento;
  10. 10. e. cumprir os dias letivos e carga horária de efetivo trabalho escolar, alem de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; f. colaborar com atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade. 3.1 Síntese dos objetivos dos componentes curriculares – Base Comum. Objetivos Gerais do Ensino da Língua Portuguesa (Leitura, Escrita e Comunicação Oral) no Ciclo I. O ensino de Língua Portuguesa nas quatro primeiras séries da escolaridade deve garantir que, no decorrer do Ciclo I, os alunos se tornem capazes de :  Integrar uma comunidade de leitores, compartilhando diferentes práticas culturais de leitura e escrita;  Adequar seu discurso as diferentes situações de comunicação oral, considerando o contexto e os interlocutores;  Escrever diferentes textos, selecionando os gêneros adequados a diferentes situações comunicativas, intenções e interlocutores. Ações: Práticas de Linguagem Oral Práticas de Leitura Análise e reflexão sobre a língua Práticas de produção de texto Objetivos Gerais do ensino da Matemática no Ciclo I O ensino de Matemática nas quatro primeiras séries de escolaridade deve garantir que, no decorrer do Ciclo I, os alunos se tornem capazes de:  Compreender que os conhecimentos matemáticos são meios para entender a realidade;  Utilizar os conhecimentos matemáticos para investigar e responder as questões elaboradas a partir de sua própria curiosidade;  Observar aspectos quantitativos e qualitativos presentes em diferentes situações e estabelecer relações entre eles, utilizando conhecimentos relacionados aos números, às operações, às medidas, ao espaço e as formas de tratamento das informações;  Resolver situações-problema a partir da interpretação de enunciados orais e escritos, desenvolvendo procedimentos para planejar, executar e checar soluções (formular hipóteses, fazer tentativas ou simulações), para comunicar resultados e compará-los com outros, validando ou não os procedimentos e as soluções encontradas;  Comunicar-se matematicamente apresentando resultados precisos, argumentar sobre suas hipóteses, fazendo uso da linguagem oral e de representações matemáticas e estabelecendo relações entre elas;  Sentir-se seguro para construir conhecimentos matemáticos, incentivando sempre os alunos na busca de soluções;  Interagir com seus pares de forma cooperativa na busca de soluções para situações- problema, respeitando seus modos de pensar e aprendendo com eles. Ações:
  11. 11. Situações didática que favoreçam a concretização das expectativas de aprendizagem: Números, sistema de numeração e operações; Calculo; Geometria; Medidas; Tratamento de Informação. Objetivos Gerais de Geografia: O objetivo fundamental da Geografia , no ciclo I do ensino fundamental. É situar o aluno no momento em que vive. Situar-se é perceber os fatos que acontecem em uma dinâmica de relação espaciais próximas e distantes e numa multiplicidade temporal e espacial, portanto espera- se que os estudantes, ao longo dos cinco anos iniciais do ensino fundamental, possam desenvolver conhecimentos relacionados a leitura do mundo que vivem, sendo capazes de:  Conhecer a organização do espaço geográfico a partir das interações entre a sociedade e os processos da natureza em suas múltiplas relações, de modo a compreender o papel das sociedades na construção e produção da paisagem;  Identificar e avaliar ações humanas em sociedades em diferentes recortes espaciais e temporais, de modo a construir referenciais que possibilitem uma participação propositiva e reativa nas questões sociambientais locais;  Reconhecer aspectos das diferentes espacialidades e temporalidades em seu cotidiano;  Reconhecer que as melhorias nas condições de vida, os direitos políticos, os avanços técnicos e tecnológicos e as transformações socioculturais são conquistas decorrentes de conflitos e acordos, que ainda não são usufruídos por todos os seres humanos;  Identificar o lugar como espaço vivido e produto das ações humanas em interação com o ambiente;  Conhecer e utilizar métodos de pesquisa da Geografia e adquirir as primeiras noções da espacialidade por meio da alfabetização cartográfica;  Saber utilizar a linguagem gráfica para obter informações e representar a espacialidade dos fenômenos geográficos;  Reconhecer mudanças e permanências na paisagem através do estudo dos fatos culturais que a produziram em diferentes tempos e contextos sociais;  Fazer leitura de imagens, dados e documentos de diferentes fontes de informação, de modo a interpretar, analisar e relacionar informações sobre o espaço geográfico e as diferentes paisagens;  Valorizar o patrimônio sociocultural e respeitar a diversidade, reconhecendo-a como um direito dos povos e indivíduos e como um elemento de fortalecimento da democracia. Objetivos Gerais de História: Com objetivos gerais, espera-se que os estudantes, ao longo dos cinco anos iniciais do ensino fundamental, gradativamente possam questionas e interpretar sua realidade, posicionar, fazer escolhas e agir criteriosamente, sendo capazes de:  Identificar o próprio grupo de convívio e as relações que estabelecem com outros tempos e espaços;  Organizar alguns repertórios histórico-culturais que lhes permitam localizar acontecimentos numa multiplicidade de tempo, de modo a formular explicações para algumas questões do presente e do passado;
  12. 12.  Conhecer e respeitar o modo de vida de diferentes grupos sociais, em diversos tempos e espaços, em suas manifestações culturais, econômicas, políticas e sociais, reconhecendo semelhanças e diferenças entre eles;  Reconhecer mudanças e permanências nas vivências humanas, presentes na sua realidade e em outras comunidades, próximas ou distantes no tempo e no espaço;  Questionar sua realidade, identificando alguns de seus problemas e refletindo sobre algumas de suas possíveis soluções, reconhecendo formas de atuação política institucionais e organizações coletivas da sociedade civil;  Utilizar métodos de pesquisa e de produção de textos de conteúdo histórico, aprendendo a ler diferentes registros escritos, iconográficos, sonoros;  Valorizar o patrimônio sociocultural e respeitar a diversidade, reconhecendo-a como um direito dos povos e indivíduos e como um elemento de fortalecimento da democracia. 4. Núcleo de Administração e Apoio O núcleo administrativo, integrado pelo Secretário, Agentes de Organização Escolar terá a função de dar apoio ao processo educacional, auxiliando a Direção, tendo as seguintes atribuições: Organizar e manter atualizados prontuário de documentação de alunos, procedendo ao registro e escrituração relativos à vida escolar, especialmente no que se refere a matricula, freqüência e histórico escolar; Expedir certificados de conclusão de ciclo e de curso e outros documentos relativos a visa escolar dos alunos; Preparar e afixar, em locais próprios, quadros de horários de aulas e controlar o cumprimento da carga anual; Manter registros de resultados finais dos processos de avaliação, de reuniões administrativas e de termos de visita de superiores e outras autoridades de ensino; Manter registros de levantamento de dados estatísticos educacionais; Preparar relatórios, comunicados e editais relativos à matrícula e demais atividades escolares; Receber, registrar, distribuir e expedir correspondências, processos e papéis em geral, que tramitem na escola, organizando e mantendo o protocolo e os arquivos escolares; Registrar e controlar a freqüência do pessoal docente, técnico e administrativo da escola; Organizar e manter atualizados assentamentos dos servidores em exercício na escola; Manter registro do material permanente recebido pela escola e do que lhe for dado ou cedido, bem como elaborar inventário anual dos bens patrimoniais; Organizar e manter atualizados textos de leis, decretos, regulamentos resoluções e comunicados de interesse da escola; Atender aos servidores da escola e aos alunos, prestando-lhes esclarecimentos relativos à escrituração e legislação; Atender com cordialidade as pessoas que tenham assuntos a tratar na escola; Atender a comunidade escolar. Dar atendimento aos alunos, nos horários de entrada, saída, intervalos entre as aulas, recreio e em outros períodos em que não houver assistência do professor; Informar a direção da escola e a coordenação pedagógica sobre a conduta dos alunos e comunicar ocorrências; Colaborar na divulgação de avisos e instruções de interesse da administração da escola; Atender aos professores, em aula, nas solicitações de material escolar ou de assistência aos alunos; Colaborar na execução de atividades cívicas, sociais e culturais da escola e trabalhos curriculares complementares da classe;
  13. 13. Comunicar ao diretor da escola eventuais enfermidades e/ou acidentes ocorridos com os alunos; Executar outras tarefas auxiliares relacionadas com o apoio administrativo e educacional que lhe forem atribuídas pela direção da escola. Colaborar na divulgação de avisos e instruções de interesse. Zelador: Ocupar a zeladoria da escola, juntamente com a família; Manter em perfeita ordem e asseio as dependência da zeladoria e áreas adjacentes; Zelar pelo patrimônio e pelas áreas adjacentes da escola em dias de trabalho normal e quando da realização de atividades comunitárias, evitando incursões de vândalos ou qualquer pessoa perniciosa no recinto escolar; Manter a vigilância do prédio e de suas dependências; Adotar as providências cabíveis e legais em ocorrências verificadas com perímetro escolar, comunicando de imediato ao diretor da escola; Conservar em seu poder as chaves que permitam abrir e fechar o prédio escolar, nos horários estabelecidos pelo diretor da escola, percorrendo diariamente todas as dependências, após o encerramento das atividades; Manter-se atento a necessidade de execução de reparos, manutenção e conservação do prédio escolar ou da zeladoria, solicitando providencias ao diretor da escola; Dedicar-se exclusivamente ás atividades próprias de ocupante de zeladoria, nos horários definidos para esse fim; Auxiliar a secretaria na elaboração do inventário do patrimônio existente na escola; Executar outras tarefas auxiliares, relacionadas com sua área de atuação, que lhe forem atribuídas pela direção da escola Funcionários terceirizados: Auxiliar da Limpeza Executar tarefas de limpeza interna e externa da escola, especialmente salas de aula, banheiros, sala de leitura, sala de informática, auditório, bem como móveis e utensílios. Merendeiras Seguir as normas e procedimentos administrativos, bem como os relacionados a área nutricional, conforme determinações do Departamento de Merenda Escolar da Secretaria Municipal da Educação; Preparar e servir merenda de acordo com as orientações e cardápio determinados pelo Departamento de Merenda Escolar; Servir e atender com organização e cordialidade os alunos; Recolher e/ou receber louças e talheres, após as refeições; Cuidar da higiene de frutas e verduras, bem como dos utensílios de cozinha, conforme orientações determinadas pelo Departamento de Merenda Escolar; Solicitar cancelamento de entrega de produtos perecíveis no Departamento de Merenda Escolar, com a devida antecedência; Manter em dia registros ao Departamento de Merenda Escolar, devidamente preenchidos e na data estipulada; Zelar pelo correto armazenamento e conservação dos gêneros; Manter o controle de qualidade dos gêneros servidos e de sua validade, comunicando ao Departamento de Merenda Escolar qualquer irregularidade observada;
  14. 14. Conservar diariamente a limpeza e a ordem do depósito da merenda da cozinha, durante e após a distribuição das refeições; Efetuar o controle do material existente na cozinha, mantendo existente na cozinha, mantendo a ordem, a limpeza e a conservação dos utensílios e equipamentos utilizados no preparo e na distribuição da merenda; Executar outras tarefas que forem determinadas pela direção da escola. VIII. FORMAS DE CONTROLE E AVALIAÇÃO DA PROPOSTA EDUCACIONAL: 1. Da Proposta Pedagógica A avaliação interna do processo de ensino e aprendizagem, responsabilidade da escola, será realizada de forma continua, cumulativa e sistemática, tendo como um de seus objetivos o diagnóstico da situação de aprendizagem dos alunos em relação as expectativas de aprendizagem que deve ser alcançada em cada ano/série. O procedimento de avaliação do ensino e aprendizagem será realizado através de procedimentos internos e externos, com o objetivo de oferecer indicadores comparativos de desempenho para tomada de decisões, no âmbito da própria escola e nas diferentes esferas do sistema central e local. 2. Do Currículo Oficial da SEE/SP O currículo oficial do Ciclo I se encontra nas Orientações Curriculares do Estado de São Paulo onde constam as expectativas de aprendizagens que os alunos devem atingir ao final de cada ano/série, com orientações didáticas para o ensino de Língua Portuguesa e Matemática. O controle e avaliação da aplicação do currículo tem como intenção subsidiar o ensino dos conteúdos mais relevantes a serem garantidos ao longo dos cinco anos/séries do ciclo I do Ensino Fundamental e garantir o que os alunos deverão, progressivamente, aprender durante esses anos/séries, provocando a reflexão e discussão entre os professores. 3. Dos Projetos Especiais da SEE e da Escola: Assegurar a participação ativa de todos os professores do segmento/nível, garantindo a realização de um trabalho produtivo e integrado. Avaliar os procedimentos e didáticas sistemáticos contínuos de acordo com os objetivos e metas propostos nos projetos.
  15. 15. IX . ANEXOS RENOVÁVEIS ANUALMENTE 1. Proposta Pedagógica da Escola I – HISTORICO DA ESCOLA A E.E. Prof. Alberto José Ismael – ETI, fica situada à rua Dr. José Henrique Duarte, nº 339, bairro Quinta das Paineiras, em São José do Rio Preto. Foi criada pelo decreto nº 14.424, de 14/12/1979, publicado a 15/12/1979, com a denominação de EEPG “Do Jardim Santa Catarina” e instalada a partir de 02/01/1980 pela Resolução SE. nº 66/80, de 15/05/1980 publicada a 17/05/1980. Inaugurada em 15/08/1980. Teve mudança de nome a partir da Lei nº 2.698 de 02/01/1981, publicada a 09/01/1981, de EEPG. “Do Jardim Santa Catarina” para EEPG. “Prof. Alberto José Ismael”, em homenagem ao grande educador riopretense, que foi professor e diretor de escola em São José de Rio Preto. A partir do ano de 2006 a escola passou a funcionar em tempo integral de acordo com a Resolução SE nº 89, de 09 de dezembro de 2005, que dispõe sobre o Projeto Escola de Tempo Integral e pela Resolução SE-93, de 12/12/2008, que estabelece diretrizes para a reorganização curricular do ensino fundamental nas Escolas de Tempo Integral. 1- DENTIFICAÇÃO DA ESCOLA Escola Estadual “PROF. ALBERTO JOSÉ ISMAEL - ETI Diretoria de Ensino de São José do Rio Preto Município de São José do Rio Preto Endereço: Av. Dr. José Henrique Duarte, 339 Bairro: Quinta das Paineiras Tel.: (017) 3237-5877 3227-6779 Diretor: Pedro Celso Rodrigues Vice- Diretor: Silvia dos Santos Thomaz Gardelino Coordenadora Pedagógica: Clara Marina Daud de Mello Nível: Educação Básica 2- CURSOS/MODALIDADE DE ENSINO  Ciclo I Escola de Tempo Integral Horário de Funcionamento:
  16. 16. Períodos Horário Manhã 07:00h às 11:30h Tarde 12:20h às 16:00h Total de alunos 217 Total de Professores 33 Vice- Diretor 01 Prof. Coordenador 01 3- CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA A Escola Estadual “Prof Alberto José Ismael”- ETI atende alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental da Base Comum no período da manhã e Oficinas Curriculares à tarde, num total de 09 classes. No ano de 2011 foram matriculados 217 alunos. A clientela de nossa Unidade Escolar é oriunda de vários bairros da cidade e chácaras próximas. Nossa Escola atende uma comunidade de baixo poder aquisitivo e alunos com necessidades especiais para a sua aprendizagem. Temos 20% dos alunos inseridos nos Projetos: Crame, Teia, Gato de Botas... II – DEFINIÇÃO DA FILOSOFIA DA ESCOLA A escola prioriza o atendimento com qualidade à clientela e aos membros que compõem a EE. “Prof. Alberto José Ismael”- ETI, apresentando diretrizes que deverão nortear o trabalho pedagógico no ano de 2011:  Cidadania – contribuir para formação dos futuros cidadãos para que sejam conscientes, coerentes e atuantes na sociedade;  Conhecimento – proporcionar acesso ao conhecimento em diferentes áreas, para que o aluno possa colocar-se em sintonia com o desenvolvimento científico global;  Cultura – a escola deve ser polo irradiador da cultura brasileira e universal, para que informe aos seus alunos e comunidade sobre questões artísticas e científicas, valorizando aspectos que o aluno aprecia;  Ética – construir uma mentalidade responsável e respeitosa, para que o aluno tenha atitude compreendedora na sociedade e com o ambiente em que vive. Assim, o ponto de partida para a obtenção do conhecimento escolar passa ser o conhecimento que o aluno já traz e o papel do professor é, principalmente, o de estimular o aluno a pensar ativa, crítica e autonomamente, atuando como mediador entre o aluno e o conhecimento, pautado na concepção de ensino e aprendizagem sociointeracionista. A escola adota em sua formação o Programa Ler e Escrever, que é um conjunto de linhas de ação articuladas que inclui formação, acompanhamento, elaboração e distribuição de materiais pedagógicos e outros subsídios, constituindo-se dessa forma como uma política pública para o Ciclo I, que busca promover a melhoria do ensino e garantir recuperação da aprendizagem de leitura e escrita aos alunos de todas as séries. III – DIAGNÓSTICO: Levantamento dos principais problemas  Relacionamento entre os alunos como agressões verbais e físicas;  Pais que não participam do processo de aprendizagem do(a) filho(a);  Relacionamento cooperativo entre alguns professores;
  17. 17.  Alunos que não avançam na aprendizagem por precisarem de acompanhamento de profissionais de outras áreas e os pais não os levam, ficando a responsabilidade somente para a escola;  Falta de funcionários de organização escolar;  Adequação do espaço físico para a Escola de Tempo Integral;  Professores sem perfil para trabalharem nas Oficinas Curriculares;  Professores que ainda apresentam resistência e dificuldade para entender e trabalhar com o programa Ler e Escrever. IV – METAS DA ESCOLA E AÇÕES PARA O ANO METAS:  Melhorar a qualidade do ensino para atingir a meta do IDESP 2011 (6,79)  Aumentar 40% nos índices de desempenho nas avaliações externas: SARESP e PROVA BRASIL  Que 100% dos alunos estejam alfabetizados ao final do 3º ano  Desenvolver em 100% dos alunos as competências e habilidades necessárias para a resolução de situações problemas, cálculos, leitura e escrita  Alcançar o nível avançado de proficiência em Língua Portuguesa e Matemática  Aumentar 40% nos índices de desempenho nas avaliações externas: SARESP e PROVA BRASIL  Tornar 90% dos nossos alunos em leitores competentes e produtores textuais  Que 100% dos pais tenham um compromisso maior com e educação de seus filhos e mesmo com a escola  Desenvolver em 100% dos nossos alunos a responsabilidade e o compromisso que devem ter com a educação escolar e no respeito às diferenças AÇÕES:  Atendimento à proposta curricular e as expectativas de aprendizagem para cada ano/série  Ampliar o domínio dos conhecimentos e saberes dos alunos, elevando o nível de desempenho escolar evidenciado pelos instrumentos externos e internos de avaliação  Intervir na prática de sala de aula, incentivando os docentes a diversificarem as oportunidades de aprendizagem, visando à superação das dificuldades detectadas junto aos alunos  Promover o aperfeiçoamento e o desenvolvimento profissional dos professores com vista à eficácia e a melhoria de seu trabalho  Tornar a escola mais atraente, fazendo uma sala de jogos, para os alunos aproveitarem melhor os intervalos e acabar com as confusões geradas nesses momentos  Priorizar a leitura, a compreensão, a produção de textos e o raciocínio matemático, valorizando o cotidiano dos alunos  Desenvolver com os professores das Oficinas um trabalho voltado para atividades dinâmicas com os alunos, tornando a escola e o ensino mais prazeiroso  Fazer uso de registros para acompanhamento da s aprendizagens dos alunos  Envolver os professores para trabalharem a recuperação contínua, visando a melhoria da aprendizagem dos alunos  Os professores fazerem registros das atividades desenvolvidas, observando os conteúdos que devem ser retomados, como subsídio, para tomada de decisões sobre o que ocorre em sala de aula, pensando nas intervenções necessárias para atingir o objetivo do conteúdo trabalhado
  18. 18.  Relatório bimestral dos professores das Oficinas, das atividades desenvolvidas e do desempenho da classe, frente aos conteúdos trabalhados com observações específicas a respeito do aproveitamento e participação dos alunos  Nas HTPCs, trabalhar com vista à formação contínua dos educadores, ajudar na preparação de matérias e preparação de suas rotinas semanais  Estar em constante comunicação com os pais estreitando relações família/escola. V- TEMAS A SEREM ESTUDADOS NAS HTPCs NO ANO DE 2011 As Horas de Trabalho Pedagógico Coletivo serão trabalhadas em três dias, assim distribuídas:  2ª feira: das 12:00h às 14:00h – com os professores do Currículo Básico Comum  4ª feira: das 12:00h às 14:00h – com os professores do Currículo Básico Comum  5ª feira: das 16:15h às 18:15h – COLETIVO, com os professores do Currículo Básico Comum e das Oficinas Curriculares Essas reuniões serão desenvolvidas tomando como base o Guia de Estudos para a Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo do Programa Ler e Escrever – subsídios para os coordenadores pedagógicos. São idéias que provocam a reflexão sobre a prática pedagógica e também faz com que o professor possa trazer a sua experiência e colocá-la em jogo para uma maior compreensão dos textos. Para que isso aconteça, essas leituras serão feitas compartilhadas, debatidas e analisadas coletivamente. Também será passado nessas reuniões a formação que recebo na diretoria de Ensino, em nossas reuniões semanais, e também da formação mensal recebida da profa. Ione do Programa Ler e Escrever. Os temas abordados são de fundamental importância para a formação dos professores, tendo como foco a aprendizagem da leitura, da escrita e da matemática. Para o estudo mais compreensivo os assuntos foram divididos nos seguintes blocos:  Planejamento;  Alfabetização de leitura;  Práticas de leitura;  Práticas de escrita;  Práticas de comunicação oral;  Alfabetizar e avaliar;  Leitura pelo professor;  O professor escriba do aluno;  Organização do tempo e espaço;  Quando corrigir;  Projetos didáticos;  Matemática. Algumas ações far-se-ão necessárias para complementação desses estudos. São elas:  Análise e utilização dos indicadores externos e internos;  Acompanhamento e observação de sala de aula;  Retomada e reelaboração da Proposta Pedagógica da Escola;  Atendimento aos professores na compreensão dos princípios norteadores das Orientações Curriculares do Estado de São Paulo – expectativas de aprendizagens;  Orientação dos Planos de Ensino;  Estudo e divulgação das normas legais, regimento escolar e legislação;  Articular a integração dos professores do Currículo Básico Comum com os professores das Oficinas Curriculares;  Organização de reuniões de pais e conselhos de classe;
  19. 19.  Acompanhamento e avaliação do desempenho escolar dos alunos;  Participar dos encontros propostos pela DE/SEE destinado aos Professores Coordenadores. 2) Matrizes curriculares 2011 homologadas PROJETO “ÁGUA É VIDA” Público Alvo: Comunidade Escolar e Familiares Justificativa: O projeto será desenvolvido para informar e conscientizar todos os envolvidos a respeito da importância de consumir, aproveitar, reutilizar e não poluir a água, visando a preservação e o não desperdício da mesma. Objetivos Gerais:  Contribuir para a formação do ser humano como cidadão, desenvolvendo-lhe padrões de conduta como ética e responsabilidade, orientando-os para a preservação e melhoria da qualidade do meio ambiente.  Promover uma participação efetiva de toda sociedade no sistema ambiental, visando alcançar o equilíbrio entre o ecológico e o socioeconômico.  Identificar-se como parte integrante da natureza, criando formas alternativas de usufruí-la o meio natural do qual depende a existência da vida na Terra. Objetivos Específicos:  Reconhecer a importância do tratamento domiciliar e coletivo da água para saúde das pessoas.  Identificar a s principais etapas de purificação da água e como ela chega em nossas casas.  Despertar o problema da poluição da água, provocada pelo homem e busca de soluções.  Compreender a importância da preservação da Água para a manutenção da vida na Terra.  Identificar formas do não desperdício da água. Conteúdo:  A água na natureza  Como a água chega em nossas casas.
  20. 20.  Tratamento e purificação da água.  Preservação da água.  Ciclo da água.  Água, sabendo usar não vai faltar.  Declaração Universal dos Direitos da Água.  22 de Março – Dia Mundial da Água.  Fontes de contaminação da água.  Água – Recurso finito.  Formas de economizar água. Metodologia: O projeto será apresentado aos educandos e desenvolvido em varias etapas: a) Discussão do tema pelos alunos; b) Pesquisa do tema pelos alunos; c) Visitas à Estação de Tratamento de Água, caso for possível; d) Elaboração de um painel pelos alunos sobre “Poluição, tratamento e desperdício de água. e) Atividades envolvendo musica, dramatização, teatro, utilizando o tema: “ A água em nosso planeta;” f) Pesquisa orientadas: em livros, revistas, jornais, internet, sobre a importância da água e suas diversas utilidades; g) Analise sobre os gasto com água efetuados pela escola e por algumas famílias de alunos. Para isso serão utilizadas as contas dos mesmos, sendo feita a apresentação dos resultados; h) Realização de palestras, com profissionais envolvidos na área; i) Elaboração de folhetos:” A preservação, racionamento e economia de água, visando a conscientização da comunidade local.” j) Escovação diária, fazendo a conscientização para as formas de economia. Recursos:  Tecnológicos: televisão, DVD, computadores, maquina fotográfica, CD e radio.  Humanos: Equipe Gestora, professores, funcionários, alunos, comunidades e profissionais no assunto.  Materiais: Periódicos, livros, papel pardo, cartões, sulfite, lápis, borracha, lápis de cor, giz de cera e titã guache. Cronograma: O projeto será desenvolvido durante o ano de 201l. Avaliação: Antecedendo a avaliação, definir com clareza os pontos de chegada e os critérios desejados, relacionando-os aos objetivos e ações propostos. Acompanhar todo o desenvolvimento das atividades, investigando e analisando com os alunos seus avanços e dificuldades, levando em conta não só os resultados do produto realizado, mas também o que ocorreu durante o processo.
  21. 21. Bibliografia: BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio ambiente e saúde. Brasília: MEC,1997. Caderno do professor. Meio ambiente, Cidadania e Educação. Tetra Pak Ltda,1998. Modaelli, S.D.O. Práticas Pedagógicas em Educação Ambiental. Presidente Presidente Prudente, UNESP, 2002. PEIXOTO, M.L; ZATTAR, S. Bom Tempo de Ciências. 2ª Ed. São Paulo: Moderna, 1997, vol.3. Revista Novo Horizonte Geográfico. Água demais água de menos. São Paulo, ano 17, nº 92. abril 2004, p. 54-63. SABESP, Secretaria de Energia Recursos Hídricos e Saneamento. Almanaque das Águas.2006. SABESP, Secretaria de Energia Recursos Hídricos e Saneamento. Vamos conhecer o caminho da água.2006. SÃO PAULO.Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudo e Normas Pedagógicas. Água, Hoje e Sempre: Consumo Sustentável. São Paulo: CENP, 2004. ZUBEN, F. Laboratório de Tecnologia Educacional. Meio Ambiente e Educação. Campinas. UNICAMP, 1998.
  22. 22. PROJETO: “CIDADANIA” PÚBLICO ALVO:  Alunos  Equipe Escolar  Comunidade JUSTIFICATIVA: Nossa sociedade vive momentos preocupantes, não só em função do que acontece no Brasil, mas também no mundo: guerras, violências. desrespeito aos direitos humanos, discriminação, intolerância, corrupção, abuso de drogas, e tantos outros problemas, cujo enfrentamento exige clareza dos valores que devem orientar as ações de cada cidadão, em direção à democracia e aos direitos de cidadania mais do que nunca, é preciso recuperar os princípios éticos na formação de novas gerações, para alimentar a esperança de que a humanidade possa, em um futuro próximo, superar esses grandes problemas e construir uma sociedade verdadeiramente justa e democráticas que realizam tanto na vida pessoal como social. OBJETIVOS GERAIS:  Discutir, refletir e apontar caminhos para a construção de relações interpessoais e democráticas que auxiliem na transformação das relações sociais de forma a atingirmos a justiça social e o aprendizado da participação cidadã nos destinos da sociedade.  Valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, d outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer descriminação baseada em diferenças culturais, classe social, crença, sexo, etnia ou outras características individuais e sociais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Conhecer os diferentes grupos e culturas que constituem nossa sociedade.  Despertar no aluno o respeito, amor a Pátria, compromisso social e político.  Conhecer e valorizar os direitos e deveres de todos nós cidadãos.  Compreender os fundamentos da ética e moralidade.  Respeitar uns aos outros, apesar de suas formas de deficiências e pelas diferenças sociais, econômicas, psíquica, física, culturais, religiosas e sociais. CONTEÚDO:  Ética  Cidadão e cidadania  Democracia
  23. 23.  Os vários tipos de diferenças  Hinos (Municipais, Nacional, da Bandeira, da Independência e Proclamação da Republica) DESENVOLVIMENTO: As atividades serão desenvolvidas através de leitura de textos, fazendo reflexões e discussões sobre os temas abordados. Estudo da letra do Hino Nacional e de São José do Rio Preto, canto do Hino Nacional todas as sextas-feiras. Serão apresentados vídeos, músicas, palestras, pertinentes aos conteúdos propostos, os alunos desenvolverão atividades de elaboração de música, dança, poesias, painéis e dramatização. RECURSOS:  Tecnológicos: Televisão, DVD, Computadores, Máquina Fotográfica, CD e Rádio.  Humanos: Equipe Gestora, Professores, Funcionários, Alunos, Comunidades e Profissionais no assunto.  Materiais: Periódicos, livros, papel pardo, cartões, sulfite, lápis de cor, régua, gizão de cera e tinta guache. CRONOGRAMA: O projeto será desenvolvido durante o ano de 2011. AVALIAÇÃO: A avaliação será feita através da observação sistemática, análise das produções sistemáticas, análise das produções dos alunos e auto-avaliação. BIBLIOGRAFIA: AQUINO. GROPPA JULIA. Diferenças e Preconceitos na Escola 3ª Ed. São Paulo. Summus Editorial. BRASIL.Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Introdução. Brasília: MEC, 2001. BRASIL.Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Apresentação dos Temas Transversais e Ética. Brasília: MEC, 2001. SECRETARIA ESPECIAL DOS DIREITOS HUMANOS. Éticas e Cidadania. Ministério da Educação. Brasília, 2004. PROJETO: VIDA COM QUALIDADE É FUNDAMENTAL
  24. 24. PÚBLICO ALVO:  Alunos  Pais  Comunidade JUSTIFICATIVA: Diversas tentativas vêm sendo feitas a fim de se construir um conceito mais dinâmico, que dê conta de tratar a saúde, não como imagem complementar de doenças e sim como construção permanente de cada indivíduo e da coletividade, que se expressa na luta pela ampliação do uso das potencialidades de cada pessoa e da sociedade, refletindo sua capaciade de defender a vida levando em conta que a transformação ou situação de saúde é produzida nas relações com o meio f´sico, social e cultural. OBJETIVOS GERAIS:  Compreender que a saúde é um direito de todos e uma dimensão social do crescimento e desenvolvimento do ser humano.  Conhecer formas de acesso aos recursos da comunidade e as possibilidades de utilização dos serviços voltados à promoção, proteção e recuperação da saúde.  Adotar hábitos de autoridades, respeitando as possibilidades e limites do próprio corpo.  Compreender que a condição de saúde é produzida nas relações com o meio físico, econômico e sócio-cultural. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Perceber a necessidade de adquirir hábitos de higiene do corpo e mente.  Reconhecer a importância de participar na conservação do ambiente de casa, na escola, lugares públicos, etc.  Perceber a importância de ter uma alimentação saudável.  Respeitar o limite do próprio corpo.  Conhecer a existência de doenças, sua transmissão e preservação.  Refletir sobre a importância de higiene mental para o bom andamento de suas atividades e de seu relacionamento com o próximo. CONTEUDOS:  Noções de higiene (física mental e social)  Proteção e saúde.
  25. 25.  Valorização da alimentação adequada.  Hábitos de higiene.  Respeito às potencialidades e limites do próprio corpo e do de terceiros. METODOLOGIA: As atividades serão desenvolvidas através de demonstração dos conhecimentos prévios e vivencias em relação ao tema, propiciando discussões, questionamentos, trocas de experiências, reflexões, pesquisa em diferentes fontes bibliográficas, vídeo, visitas, palestras e confecção de painéis. O aluno terá a possibilidade de organizar, sistematizar, sintetizar e registrar os resultados obtidos através de escrita, desenho, confecção de materiais e exposição. Será feita a escovação diariamente após as refeições. RECURSOS:  Tecnológicos: Televisão, DVD, Computadores, Maquina Fotográfica, CD e Rádio.  Humanos: Professores, Coordenação, Profissionais especialistas (Dentistas) e alunos.  Materiais: livros, papel pardo, EVA, cartões, sulfite, lápis de cor, régua, gizão de cera e tinta guache. CRONOGRAMA: O projeto será desenvolvido nos meses de março a dezembro. AVALIAÇÃO: A avaliação será feita durante o projeto desenvolvido,através de observação e analise das discussões sobre o conteúdo proposto, pesquisas, elaboração de painéis, leitura, entendimento de textos, produção de textos e músicas. BIBLIOGRAFIA: BRASIL, Secretaria de Educação Funcional- Parâmetros Curriculares Nacionais – Temas Transversais. Brasília. MEC/SF, 1998. GEWANDSZNAJDER Fernando. Nutrição. Ed. Ática. WOLFF Janeth& MARTINS Eduardo. Redescobrir Ciências. FTD. 1ª Edição. Nova Edição, 2005. PROJETO CAPOEIRA ESCOLAR PÚBLICO ALVO:
  26. 26.  Alunos JUSTIFICATIVA: O projeto Capoeira Escolar busca, fortalecer e incluir o ensino da capoeira na escola. Esse projeto busca dar ênfase a questões culturais de caráter popular, lutando pela cidadania, no combate ao preconceito racial, na elevação da auto-estima da criança ; auxiliando na construção de sua identidade social, buscando reaproximar a escola das culturas populares. OBJETIVO GERAL: Desenvolver nos alunos uma práxis de capoeira sob o enfoque da cultura corporal, enquanto campo de conhecimento elaborado e reelaborado a partir de experiências concretas dos homens. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Produzir conhecimento científico da capoeira aplicável à nossa realidade - Capacitar os alunos para participarem de eventos, que envolvam apresentações; - Contribuir para a formação da auto-estima pessoal - Oferecer subsídios relacionados à práxis da capoeira na escola a fim de fazer com que os alunos conheçam e pratiquem exercícios de maneira criativa. A capoeira..é dança? É jogo? É luta? É tudo isso ao mesmo tempo? Parece que sim, e é isso que a torna tão complexa, tão rica e tão surpreendente. É luta, dissimulada, disfarçada em "brinquedo", jogo de habilidade física, astúcia, beleza... e muita malícia! A capoeira é uma manifestação da cultura popular brasileira que reúne características bem peculiares: mista de luta, jogo, dança, praticada ao som de instrumentos musicais (berimbau, pandeiro e atabaque), palmas e cânticos. É um excepcional sistema de auto defesa e treinamento físico, destacando-se entre as modalidades desportivas por ser a única originalmente brasileira e fundamentada em nossas tradições culturais. O clássico "Capoeira Angola" — Ensaio Sócio-Etnográfico (Rego -1968), comprova que ela é brasileira. Até porque nem um pesquisador conseguiu encontrar nada de concreto que levasse a crer que a Capoeira fosse africana. O que se sabe é que na África existia "O Jogo de Zebra", ou N'Golo. Uma dança que era praticada com bastante violência. Esse jogo fazia parte de um ritual de passagem da infância para a vida adulta (E fundala) onde os negros lutavam em um pequeno recinto e os vencedores poderiam desposar as meninas da tribo, que ficavam "mocinhas", sem o pagamento dos dotes tradicional. Alguns historiadores alegam que o grande motivo pelo qual não conseguimos provas documentais para resolver a polêmica se a Capoeira é africana ou brasileira, é o fato de Rui Barbosa, então ministro da fazenda do governo de Deodoro da Fonseca, ter mandado queimar todos os documentos com relação à escravidão no Brasil. Ato que praticou dizendo ser
  27. 27. necessário para apagar da memória da nação o fato de o país ter sido anos antes, escravocrata. No entanto, sabemos haver outras razões, dentre elas, evitar o pagamento de indenizações aos senhores de engenho e aos escravos libertos. Os negros vindos para o Brasil eram de todas as partes da África. Principalmente de Angola, onde os negros Bantos, diziam-se mais fortes e ágeis, por isto teriam mais aproveitamento no trabalho. Esses negros deram origem à capoeira, daí o nome Capoeira de Angola. A Capoeira é, portanto, uma luta disfarçada em dança que foi criada na era colonial do Brasil por volta do século XVII. Essa luta foi desenvolvida pelos escravos para se safarem, quando fugiam, das capturas violentas e cruéis dos chamados Capitães do Mato. O nome "CAPOEIRA" deu-se em função do seguinte: Os Escravos ao fugirem para as matas, tinham no seus encalços esses famigerados Capitães do Mato, enviados pelos senhores; os escravos em fuga reagiam e os atacavam, nas clareiras de mato ralo, cujo nome é capoeira, com pés, mãos e cabeças, dando-lhes surras ou até mesmo matando-os. Porém os que sobreviviam voltavam para os seus patrões indignados. Estes perguntavam: "Cadê os negros?" e a resposta era: "Eles nos pegaram na capoeira". Referindo-se ao local onde foram vencidos. A Capoeira no meio das matas era praticada como luta mortal. Já nas fazendas, era praticada como brinquedo inofensivo, pois ela estava sendo feita sob os olhares dos Senhores de Engenho. Naquele momento se transformou em dança. Para disfarçarem a luta utilizavam a ginga, a base de qualquer "capoeirista"; e é dela que saem todos os golpes. Esse disfarce foi fundamental para a sobrevivência dos escravos, pois a Capoeira é, principalmente, na sua origem, uma luta de resistência. CONTEÚDO:  Ginga  Benção  Martelo  Meia Lua de Frente  Esquivas-lateral, frontal, recuado, AÙ (estrelinha) RECURSO:  Berimbal  Pandeiro  Agogô  Atabaque CRONOGRAMA: O projeto será desenvolvido o ano todo, dividido em turmas de( 3ª feira e 6ªfeira) por semana no período da tarde. AVALIAÇÃO: A avaliação será feita durante a participação das aulas, e apresentação para os pais e outras escolas.
  28. 28. BIBLIOGRAFIA: BRITO, Elton Pereira” Mestre Suíno” REIS, Letícia Vidor “ De Pernas pro Ar”. PROJETO FANFARRA NA ESCOLA OBJETIVOS Os principais objetivos do projeto Fanfarra, na escola de Ensino Fundamental, são desenvolver a participação dos alunos em trabalhos coletivos e possibilitar o aprimoramento de técnicas musicais, incentivando o resgate da fanfarra como patrimônio cultural e cívico. O projeto sempre buscou oferecer aos alunos mais uma possibilidade de motivação no ambiente escolar
  29. 29. A fanfarra é o veículo que faz o aluno participar mais ativamente no aprendizado musical. O aluno apresenta um potencial que deve ser explorado e desenvolvido, o que por meio da fanfarra promoverá não só o ritmo mas também a melodia, que, embora às vezes simples, dará ao estudante o prazer de emitir sons diferentes no mesmo instrumento. DESEMVOLVIMENTO As atividades serão desenvolvidas na dependências da escola, com a colaboração de um Instrutor de Fanfarra e apoio dos professores de Educação Física. RECURSOS Instrumentos : Trompete, Corneta , Prato, Surdo Temos um total de (quarenta instrumentos) Uniformes para a fanfarra, porta bandeira e o pelotão. CRONOGRAMA: Ensaios a partir do mês de Maio e apresentação no Desfile de 07 de Setembro. PARCERIAS E VERBAS Apoio anual da Prefeitura Municipal de São Jose do Rio Preto. PROJETO: PROERD “ Programa Educacional de Resistência ás Drogas e á Violência” Públicos Alvo: Alunos das 4ªséries Justificativa: O programa será desenvolvido para informar e conscientizar todos os alunos da 4ª série , na prevenção ao uso de drogas evitando que as crianças e adolescentes iniciem o seu uso ensinando técnicas centradas na resistência á pressão dos companheiros auxiliando as crianças dizerem não as drogas. As lições objetivam o desenvolvimento da auto-estima, controle das tensões, civilidade, alem de ensinar técnicas de auto-controle e resistência as pressões dos companheiros e as formas de oferecimento das drogas por pessoas estranhas ao conviveu das crianças. O sucesso do programa depende de um perfeito entrosamento entre a escola , a Família e a Policia. Objetivo:
  30. 30. Educar as crianças em seu meio natural, a escola, com o auxilio de policias fardados e professores. Dar ênfase especial em alcançar as crianças na 4ªserie do Ensino Fundamental, mostrando-lhes os efeitos das drogas e ensinandos as habilidades necessárias e motivação para manterem-se longe desse mal. Oferecer aos estudantes uma chance de ver os adultos como amigos e pessoas em quem eles podem confiar. Desenvolver nas crianças uma atitude positiva em relação ás autoridades em respeito as leis. Desenvolvimento: O Proerd é aplicado em parceria na escola durante 10 semanas, com uma aula ministrada por semana, ao longo de um trimestre letivo. O instrutor Proerd , que é Policial fardado, auxiliados pela Cartilha Proerd, conta com ativa participação dos professores, os quais atuam como divulgadores das idéias do programa para as demais salas de aula e, também, a participação dos pais, levando o programa para a Família. Recursos: Cartilhas e CD. Avaliação: A avaliação se dará por meio de conversas a respeito dos conteúdos trabalhados e também por uma produção textual individual. E.E.PROF. ALBERTO JOSÉ ISMAEL ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL
  31. 31. ANEXOS AO PLANO DE GESTÃO 2014 SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE .S.J.RIO PRETO EE.” PROF. ALBERTO JOSÉ ISMAEL” AV. DR. JOSÉ HENRIQUE DUARTE, 339-Q. DAS PAINEIRAS FONE: (017) 3227-5877- CEP: 15080-200- S.J.RIO PRETO São José do Rio Preto, 31 de março de 2014 Ofício n.º 023/2014 Assunto: Encaminha Plano Gestão 2014 Senhora Dirigente:
  32. 32. A Direção da EE “Prof. Alberto José Ismael” encaminha a Vossa Senhoria, o Plano Gestão referente ao ano letivo de 2014, para análise e homologação. Atenciosamente, ILMA. SRA. MARIA SILVIA ZANGRANDO NAKAOSKI DD. DIRIGENTE REGIONAL DE ENSINO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO – SP A/C Supervisora Marli
  33. 33. ANEXOS DO PLANO DE GESTÃO - 2014 1- Proposta Pedagógica da escola; 2- Matriz Curricular; 3- Calendário Escolar; 4- Quadro Escolar 2014 (Prodesp) 5- Horário do Pessoal Administrativo; 6- Escala de férias dos Funcionários; 7- Horário e local das turmas de ATPC; 8- Composição do Conselho de Escola; 9- Componentes da APM 10- Informação sobre a Zeladoria da Escola; 11- Quadro do módulo dos funcionários da escola; 12- Horário de aula dos professores por turno; 13- Projetos 14- Normas de convivência da escola; 15- Quadro informativo de alunos com necessidades especiais; 16- Plano de aplicação dos recursos financeiros da escola; 17- Auto Avaliação da Escola do ano anterior do Progestão; 18- Comissão de professores encarregada dos procedimentos de classificação e reclassificação dos alunos; 19- Programações didático pedagógicas no calendário escolar 2014. PROPOSTA PEDAGÓGICA
  34. 34. I – HISTORICO DA ESCOLA A E.E. Prof. Alberto José Ismael – ETI, fica situada à rua Dr. José Henrique Duarte, nº 339, bairro Quinta das Paineiras, em São José do Rio Preto. Foi criada pelo decreto nº 14.424, de 14/12/1979, publicado a 15/12/1979, com a denominação de EEPG “Do Jardim Santa Catarina” e instalada a partir de 02/01/1980 pela Resolução SE. nº 66/80, de 15/05/1980 publicada a 17/05/1980. Inaugurada em 15/08/1980. Teve mudança de nome a partir da Lei nº 2.698 de 02/01/1981, publicada a 09/01/1981, de EEPG. “Do Jardim Santa Catarina” para EEPG. “Prof. Alberto José Ismael”, em homenagem ao grande educador riopretense, que foi professor e diretor de escola em São José de Rio Preto. A partir do ano de 2006 a escola passou a funcionar em tempo integral de acordo com a Resolução SE nº 89, de 09 de dezembro de 2005, que dispõe sobre o Projeto Escola de Tempo Integral e pela Resolução SE-93, de 12/12/2008, que estabelece diretrizes para a reorganização curricular do ensino fundamental nas Escolas de Tempo Integral. 2- DENTIFICAÇÃO DA ESCOLA Escola Estadual “PROF. ALBERTO JOSÉ ISMAEL - ETI Diretoria de Ensino de São José do Rio Preto Município de São José do Rio Preto Endereço: Av. Dr. José Henrique Duarte, 339 Bairro: Quinta das Paineiras Tel.: (017) 3227-5877 3227-6779 Diretora : João Batista de Souza Santos Vice- Diretora: Silvia dos Santos Thomaz Gardelino Coordenadora Pedagógica: Clara Marina Daud de Mello Nível: Educação Básica 2- CURSOS/MODALIDADE DE ENSINO  Ciclo I Escola de Tempo Integral Horário de Funcionamento: Períodos Horário Manhã 07:00h às 11:30h Tarde 12: 20h às 16:00h Total de alunos 260 Total de Professores 22 Vice- Diretor 01 Prof. Coordenador 01 3- CARACTERIZAÇÃO DA CLIENTELA
  35. 35. A Escola Estadual “Prof Alberto José Ismael”- ETI atende alunos do Ciclo I do Ensino Fundamental da Base Comum no período da manhã e Oficinas Curriculares à tarde, num total de 10 classes. No ano de 2014 foram matriculados 260 alunos. A clientela de nossa Unidade Escolar é oriunda de vários bairros da cidade e chácaras próximas. Nossa Escola atende uma comunidade de baixo poder aquisitivo e alunos com necessidades especiais para a sua aprendizagem. Temos 10% dos alunos inseridos nos Projetos: Crami, Teia, Gato de Botas... II – DEFINIÇÃO DA FILOSOFIA DA ESCOLA A escola prioriza o atendimento com qualidade à clientela e aos membros que compõem a EE. “Prof. Alberto José Ismael”- ETI, apresentando diretrizes que deverão nortear o trabalho pedagógico no ano de 2014.  Cidadania – contribuir para formação dos futuros cidadãos para que sejam conscientes, coerentes e atuantes na sociedade;  Conhecimento – proporcionar acesso ao conhecimento em diferentes áreas, para que o aluno possa colocar-se em sintonia com o desenvolvimento científico global;  Cultura – a escola deve ser polo irradiador da cultura brasileira e universal, para que informe aos seus alunos e comunidade sobre questões artísticas e científicas, valorizando aspectos que o aluno aprecia;  Ética – construir uma mentalidade responsável e respeitosa, para que o aluno tenha atitude de compromisso com a sociedade e com o ambiente em que vive. Assim, o ponto de partida para a obtenção do conhecimento escolar passa ser o conhecimento que o aluno já traz e o papel do professor é, principalmente, o de estimular o aluno a pensar ativa, crítica e autonomamente, atuando como mediador entre o aluno e o conhecimento, pautado na concepção de ensino e aprendizagem sociointeracionista. A escola adota em sua formação o Programa Ler e Escrever, que é um conjunto de linhas de ação articuladas que inclui formação, acompanhamento, elaboração e distribuição de materiais pedagógicos e outros subsídios, constituindo-se dessa forma como uma política pública para o Ciclo I, que busca promover a melhoria do ensino e garantir recuperação da aprendizagem de leitura e escrita aos alunos de todas as séries e, do Estudo de Matemática dos Anos Iniciais (EMAI). III – DIAGNÓSTICO: Levantamento dos principais problemas  Relacionamento entre os alunos com agressões verbais e físicas;  Pais que não participam do processo de aprendizagem dos filhos;  Relacionamento cooperativo entre alguns professores;  Alunos que não avançam na aprendizagem por precisarem de acompanhamento de profissionais de outras áreas e os pais não os levam, ficando a responsabilidade somente para a escola;  Adequação do espaço físico para a Escola de Tempo Integral;  Professores que ainda apresentam dificuldade para entender e trabalhar com o programa Ler e Escrever.
  36. 36. IV – METAS DA ESCOLA E AÇÕES PARA O ANO METAS  Melhorar a qualidade do ensino para atingir a meta do IDESP 2014 – 6,1  Aumentar 15% nos índices de desempenho nas avaliações externas: SARESP e PROVA BRASIL  Que 100% dos alunos estejam alfabetizados ao final do 3º ano  Desenvolver em 80% dos alunos as competências e habilidades necessárias para a resolução de situações problema, cálculos, leitura e escrita  Alcançar o nível avançado de proficiência em Língua Portuguesa e Matemática nos alunos dos 5ºs anos  Tornar 80% dos nossos alunos em leitores competentes e produtores textuais  Que 80% dos pais tenham um compromisso maior com a educação de seus filhos e mesmo com a escola  Desenvolver em 80% dos nossos alunos a responsabilidade e o compromisso que devem ter com a educação escolar e no respeito às diferenças AÇÕES  Atendimento à proposta curricular e as expectativas de aprendizagem para cada ano/série  Ampliar o domínio dos conhecimentos e saberes dos alunos, elevando o nível de desempenho escolar evidenciado pelos instrumentos externos e internos de avaliação  Intervir na prática de sala de aula (PC, PCNP, Formadores da Secretaria da Educação) incentivando os docentes a diversificarem as oportunidades de aprendizagem, visando à superação das dificuldades detectadas junto aos alunos  Promover o aperfeiçoamento e o desenvolvimento profissional dos professores com vista à eficácia e a melhoria de seu trabalho  Tornar a escola mais atraente nos horários de intervalos: sala de vídeo, televisão no pátio, leitura de gibis e livros, e jogos  Priorizar a leitura, a compreensão, a produção de textos e o raciocínio matemático, valorizando o cotidiano dos alunos  Desenvolver com os professores das Oficinas um trabalho voltado para atividades dinâmicas com os alunos, tornando a escola e o ensino mais prazeroso em consonância com o Currículo Básico Comum  Fazer uso de registros para acompanhamento da s aprendizagens dos alunos (portfólios) e mapa de sondagens  Envolver os professores para trabalharem a recuperação contínua, visando a melhoria da aprendizagem dos alunos  Os professores devem registrar as atividades desenvolvidas, observando os conteúdos que devem ser retomados, como subsídio, para tomada de decisões sobre o que ocorre em sala de aula, pensando em boas intervenções para atingir o objetivo do conteúdo trabalhado  Os professores das Oficinas devem fazer um caderno diário com objetivos e encaminhamentos das atividades desenvolvidas e desempenho dos alunos frente aos conteúdos trabalhados  Nas ATPCs, trabalhar com vista à formação contínua dos educadores, ajudar na preparação de materiais e preparação de suas rotinas semanais  Estabelecer e manter constante comunicação com os pais estreitando relações família/escola. Caso o aluno precise de acompanhamento chamar os responsáveis e entregar a eles um relatório de encaminhamento para que eles possam procurar auxilio  Desenvolver projeto de leitura envolvendo toda a escola em que os alunos serão preparados para ler a alunos de outras classes  Realizar Conselho de Classe participativo com alunos de 4ºs e 5ºs anos
  37. 37.  Fazer reunião específica com os pais das classes que apresentarem , tanto de aprendizagem como de comportamento de alunos V- TEMAS A SEREM ESTUDADOS NAS ATPCs NO ANO DE 2014 As Atividades de Trabalho Pedagógico Coletivo será:  2ª feira: das 16:15h às 17:55h – com os professores do Currículo Básico Comum e das Oficinas Curriculares Essas reuniões serão desenvolvidas tomando como base o Guia de Estudos para a Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo do Programa Ler e Escrever – subsídios para os coordenadores pedagógicos. São idéias que provocam a reflexão sobre a prática pedagógica e também fazem com que o professor possa trazer a sua experiência e colocá-la em jogo para uma maior compreensão dos textos. Essas leituras serão feitas compartilhadas, debatidas e analisadas coletivamente. Nessas reuniões será passada a formação recebida do Núcleo Pedagógico da D.E., a formação mensal pela profa. Rosa do Programa Ler e Escrever, o estudo dos Guias de Planejamento e Orientações Didáticas de cada ano e do EMAI (Educação Matemática dos Anos Iniciais). Os temas abordados são de fundamental importância para a formação dos professores, tendo como foco a aprendizagem da leitura, da escrita e da matemática. Para o estudo mais compreensivo os assuntos foram divididos nos seguintes blocos:  Planejamento;  Alfabetização de leitura;  Práticas de leitura;  Práticas de escrita;  Práticas de comunicação oral;  Alfabetizar e avaliar;  Leitura pelo professor;  O professor escriba do aluno;  Organização do tempo e espaço;  Quando corrigir;  Projetos didáticos;  Matemática. Algumas ações serão necessárias para complementação desses estudos. São elas:  Análise e utilização dos indicadores externos e internos;  Acompanhamento e observação de sala de aula;  Retomada e reelaboração da Proposta Pedagógica da Escola;  Atendimento aos professores na compreensão dos princípios norteadores das Orientações Curriculares do Estado de São Paulo – expectativas de aprendizagens;  Orientação dos Planos de Ensino;  Estudo e divulgação das normas legais, regimento escolar e legislação;  Articular a integração dos professores do Currículo Básico Comum com os professores das Oficinas Curriculares;  Organização de reuniões de pais e conselhos de classe;  Acompanhamento e avaliação do desempenho escolar dos alunos;  Participar dos encontros propostos pela DE/SEE destinado aos Professores Coordenadores
  38. 38. HORÁRIO ADMNISTRATIVO / 2014 NOME CARGO/FUNÇÃO ATIVIDADE HORÁRIO DE TRABALHO 01 JOÃO BATISTA DE SOUZA SANTOS DIRETOR DE ESCOLA 2ª feira: 07:00 – 11:00 e das 14:00 – 18:00 3ª à 6ª feira: 07:00 – 11:00 e das 12:00 – 16:00 02 SILVIA DOS SANTOS T. GARDELINO VICE DIRETOR DE ESCOLA 2ª feira: 09:00 – 14:00 e das 15:00 – 18:00 3ª à 6ª feira: 08:00 – 12:00 e das 13:00 – 17:00 03 VERA INES SEMINATI DOS SANTOS GERENTE DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 07:30 – 11:30 e das 12:30 – 16:30 04 ALCEU DA SILVEIRA AGENTE DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 07:00 – 11:00 e das 12:00 – 16:00 05 ANA PAULA TAYAR GONÇALVES AGENTE DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 07:00 – 11:00 e das 12:00 – 16:00 06 LUCI ROGERIA GARAVELLO AGENTE DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 06:30 – 10:00 e das 11:00 – 15:30 07 LUCILENE CARVALHO DA SILVA RODRIGUES AGENTE DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 08:00 – 12:00 e das 13:00 – 17:00 08 JULIANA FONSECA MENDONÇA AGENTE DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 08:00 – 12:30 e das 13:30 – 17:00 Esta Unidade de Ensino está subordinada à Diretoria de Ens. da Região de São José do Rio Preto. APROVO __________________________ Diretor de Escola PELA HOMOLOGAÇÃO ______________________ Supervisor de Ensino HOMOLOGO _____________________ Dirigente Regional de Ensino (Fundamento legal para elaboração deste horário: Resolução SE de 26 de 30-04-74 – Vol. 5 p. 1912)
  39. 39. MEMBROS DO CONSELHO DE ESCOLA (CONSTITUIÇÃO) Presidente: João Batista de Souza Especialista: Silvia dos Santos Thomaz Gardelino Docentes: Cleonice Maria da Silva Dias Sandra Regina de Oliveira Ana Angelica de Paula Abrahão Andressa Maria Vilela Bueno Rosangela Fernandes Diniz Neiva Adriana Aparecida Gonçalves Gamero Elisabete Ferreira Scalvenzi Rita de Cássia Rodrigues Martins da Silva Docentes Suplentes: Regiane Valeriane Brachini Marques Maria Odete Cavasana Egidio Funcionário: Vera Inês Seminati dos Santos Funcionário Suplente: Lucilene Carvalho da Silva Rodrigues Pais de Alunos: Aparecida Nascimento Freire Joaquim Odamir de Moraes Aparecida Barros dos Santos Maria das Dores Mendes Ramos Roberta Anteliz Nardoni Pais de Alunos Suplentes: Mileni de Fatima da Macena Iara Anunciação Carvalho Malheiro Alunos: Yasmim Michel Larrissa T. Gomes Jaime Mario B. Rufner Gabriel Bim da Costa Rafael Kyoichi Kasai Alunos Suplentes: Jocimar Borges Junior José Vitor Ferreira
  40. 40. ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES (CONSTITUIÇÃO) Conselho Deliberativo  Presidente: João Batista de Souza Silva  Docentes: Rosangela Fernandes Neiva Maria Aparecida Simonato Mendonça Ana Reni Bortoleto Bibries Adriana Aparecida G. Gamero Neuza Maria da Silva  Pais de Alunos: Franciele Fabiola Nunes Maria Madalena Braga de Sá Marcia A. Gatri Maria das Dores Mendes Ramos Luciana da Carvalho Priscila Ferreira Nascimento Mileni de Fatima da Macena Roberta Anteliz Nardoni Vanessa Teixeira Gaspar da Costa Andreisa M. Vasconcel Ana Lucia Pereira Ana Luzia Sandanha da Gama Iara Anunciação Carvalho Malheiro  Alunos: Kamila Fernandes Dutra da Cruz Maria Julia Prates de Lima Vitoria Carolina Alves Petrucelli Isabelli Caroline Bianchi Hayssa Gabriele Ferreira Nascimento Mireli Vitoria Gabriel da Macena Larissa Pereira da Costa Conselho Fiscal Clara Marina Daud de Mello Aparecida Nascimento Freire Kelle Cristina Pereira Gomes Conselho Executivo:  Diretor Executivo Meire Luca da Silva  Vice-Diretor Executivo Sandra Cristina de Oliveira  Diretor Financeiro Thiago Queis Sertore  Vice-Diretor Financeiro Elza Maria Franca de Oliveira  Secretária Elisabete Ferreira Scalvenzi  Diretor de Esportes Rosemeire Cristina Baptista  Diretor Cultural Rosangela Fernandes Diniz Neiva  Diretor Social Ana Odete da Silva  Diretor de Patrimônio Lucilene Carvalho da Silva Rodrigues
  41. 41. HORÁRIO OFICINAS CURRICULARES – ANO 2014 1ºano A 1º ano B 2º ano A 2º ano B 3º ano A 3º ano B 4º ano A 4º ano B 5º ano A 5º ano B 2ª.FEIRA A. Maria AA A.Odete OE Rejane Ing Adriana HL Rita OE Bete PT Sandra QV Rosangela EM A. Angel HL Cleonice OE Bete PT A.Maria AA Adriana HL Thiago AM Sandra QV Ana Ang OE Rejane In Rita HL Cleonice OE Rosangela EM RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO Rita QV Bete PT Sandra QV A.Maria AA Thiago AM Adriana HL A.Odete OE Rejane In Rosangela EM Rose AM Adriana HL Rita QV A.Maria AA Sandra QV Bete PT Thiago AM Rosangela EM A.Odete OE Rose AM Rejane In 3ª.FEIRA A.Maria AA Rita QV Adriana HL Thiago AM Rosangela EM Sandra QV Rose AM Bete PT Cleonice OE Rejane In Thiago AM Rejane In A.Odete OE A.Maria AA Adriana HL Rosangela EM Sandra QV Rose AM Bete PT Cleonice OE RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO Rosangela EM A.Odete OE Thiago AM Rita EM Sandra QV Adriana HL Bete PT A.Maria AA Rejane In Rose AM A.Odete OE Thiago AM Rita EM Adriana HL Rejane In A.Maria AA Rosangela EM Sandra QV Rose AM Bete PT 4ª.FEIRA A.Odete OE Thiago AM Rejane In Adriana HL Bete PT Sandra QV A.Maria AA Rita HL Cleonice OE Rosangela EM Rejane In Bete PT Sandra QV A.Odete OE Rita OE A.Ang OE Adriana HL Rosangela EM A.Maria AA Cleonice OE RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO Adriana HL Rejane In Thiago AM Rita PT Sandra QV Bete PT Rosangela EM A.Odete OE A.Angel HL A.Maria AA Thiago AM Adriana HL Rita PT Rejane In Rosangela EM A.Maria AA A.Odete OE Sandra QV Bete PT A.Angel HL 5ª.FEIRA Thiago AM Rita QV A.Odete OE Rejane In Adriana HL Rosangela EM Rose AM Bete PT Sandra QV A.Maria AA Rita QV Rosangela EM Adriana HL A.Odete OE Thiago AM Rejane In Bete PT Rose AM A.Maria AA Sandra QV RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO Bete PT Adriana HL Sandra QV Rita EM A.Maria AA Thiago AM A.Odete OE Rosangela EM Rejane In A.Angel HL Adriana HL Thiago AM Rita EM Sandra QV Rejane In A.Ang OE A.Maria AA A.Odete OE Rosangela EM Bete PT 6ª. FEIRA A.Odete OE Adriana HL Rita PT Thiago AM A.Maria AA Rejane In Rose AM Bete PT Sandra QV Rosangela EM Rejane In Rosangela EM Thiago AM A.Odete OE Rita OE Adriana HL Bete PT A.Maria AA Rose AM Sandra QV RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO RECREIO Rosangela EM A.Odete OE A.Maria AA Rita PT Thiago AM Sandra QV Adriana HL Rejane In Bete PT Rose AM
  42. 42. Rita QV A.Maria AA A.Odete OE Sandra QV Adriana HL Thiago AM Rejane In Rose AM Rosangela EM Bete PT EDUCAÇÃO ARTÍSTICA – ADRIANA MENDES HORÁRIO 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA 7:00-7:50 2º ano B 5º ano A 4º ano B 2º ano B - 7:50-8:40 1º ano A 5º ano B 5º ano A 1º ano B - 8:40-9:30 3º ano B 3º ano A 4º ano A 3º ano A - RECREIO 9:30 AS 9:50 RECREIO 9:30 AS 9:50 RECREIO 9:30 A 9:50 RECREIO 9:30 AS 9:50 RECREIO 9:30 AS 9:50 9:50-10:40 2º ano A 3º ano B 1º ano A 5º ano B - 10:40-11:30 4º ano B 4º ano A 1º ano B 2º ano A -
  43. 43. EDUCAÇÃO FISICA - ROSEMEIRE HORARIO 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA 7:00-7:50 - - - - - 7:50-8:40 1º ano B 4º ano B 2º ano A 1º ano A 3º ano B 8:40-9:30 3º ano A 2º ano A 3º ano B 4º ano A 1º ano B RECREIO 9:30 A 9:50 RECREIO 9:30 A 9:50 RECREIO 9:30 A 9:50 RECREIO 9:30 AS 9:50 RECREIO 9:30 AS 9:50 9:50-10:40 5º ano A 1º ano A 5º ano B 4º ano B 2º ano B 10:40-11:30 4º ano A 2º ano B 3º ano A 5º ano A 5º ano B
  44. 44. PEB I – CLASSE REORGANIZADA HORARIO 1º ano A 1º ano B 2º ano A 2º ano B 3º ano A 3º ano B 4º ano A 4º ano B 5º ano A 5º ano B 7:00-7:50 Mª Aparecida Mª Odete Ana Odete Neuza Cleusa A.Angélica Eni Rita Cleonice Ana Reni 7:50-8:40 Mª Aparecida Mª Odete Ana Odete Neuza Cleusa A. Angélica Eni Rita Cleonice Ana Reni 8:40-9:30 Mª Aparecida Mª Odete Ana Odete Neuza Cleusa A. Angélica Eni Rita Cleonice Ana Reni 9:30-9:50 Intervalo Intervalo Intervalo Intervalo Intervalo Intervalo Intervalo Intervalo Intervalo Intervalo 9:50-10:40 Mª Aparecida Mª Odete Ana Odete Neuza Cleusa A. Angélica Eni Rita Cleonice Ana Reni 10:40-11:30 Mª Aparecida Mª Odete Ana Odete Neuza Cleusa A. Angélica Eni Rita Cleonice Ana Reni
  45. 45. HORÁRIO DAS PROFESSORAS AUXILIARES 2014 ADRIANA 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA 1ª Aula Das 7:00h às 7:50h 4º A 5º A 2ª aula Das 7:50h às 8:40h 5º A 4º A 4º A 5º A 5º A 3ª Aula Das 8:40h às 9:30h 5º A 4º A 5º A 5º A 4º A 4ª Aula Das 9:50h às 10:40h 4º A 5º A 4º A 4º A 5ª Aula Das 10:40h às 11:30h 5º A 5º A 4º A 4º A ROBERTA 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA 1ª Aula Das 7:00h às 7:50h 2ª aula Das 7:50h às 8:40h 2º B 2º B 2º B 2º A 2º A 3ª Aula Das 8:40h às 9:30h 2º B 2º B 2º B 2º A 2º A 4ª Aula Das 9:50h às 10:40h 2º B 2º A 2º A 2º B 2º A 5ª Aula Das 10:40h às 11:30h 2º B 2º A 2º A 2º B 2º A TATIANE 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA 1ª Aula Das 7:00h às 7:50h 4º B 4º B 3º A 4º B 3º A 2ª aula Das 7:50h às 8:40h 4º B 4º B 3º A 4º B 3º A 3ª Aula Das 8:40h às 9:30h 4º B 4º B 4º B 4º B 4º B 4ª Aula Das 9:50h às 10:40h 3º A 3º A 4º B 3º A 4º B 5ª Aula Das 10:40h às 11:30h 3º A 3º A 4º B 3º A 4º B
  46. 46. ELISA 2ª FEIRA 3ª FEIRA 4ª FEIRA 5ª FEIRA 6ª FEIRA 1ª Aula Das 7:00h às 7:50h 1º A 1º A 2ª aula Das 7:50h às 8:40h 1º A 1º A 1º A 3ª Aula Das 8:40h às 9:30h 1º A 1º A 1º A 4ª Aula Das 9:50h às 10:40h 1º A 5ª Aula Das 10:40h às 11:30h 1º A
  47. 47. HORÁRIO PROFESSORES READAPTADOS / 2014 NOME CARGO/FUNÇÃO ATIVIDADE HORÁRIO DE TRABALHO 01 APARECIDA MARIA DA S. MATOS PROFESSOR READAPTADO 07:00 – 10:30 e das 11:30 – 14:00 02 SIRLEY TEREZINHA G. CASELLA PROFESSOR READAPTADO 09:00 – 12:00 e das 13:00 – 16:00 03 ELZA MARIA FRANÇA DE OLIVEIRA PROFESSOR READAPTADO 11:00 – 14:00 e das 15:00 – 17:00
  48. 48. PROJETO “ÁGUA É VIDA” Público Alvo: Comunidade Escolar e Familiares Justificativa: O projeto será desenvolvido para informar e conscientizar todos os envolvidos a respeito da importância de consumir, aproveitar, reutilizar e não poluir a água, visando a preservação e o não desperdício da mesma. Objetivos Gerais:  Contribuir para a formação do ser humano como cidadão, desenvolvendo-lhe padrões de conduta como ética e responsabilidade, orientando-os para a preservação e melhoria da qualidade do meio ambiente.  Promover uma participação efetiva de toda sociedade no sistema ambiental, visando alcançar o equilíbrio entre o ecológico e o socioeconômico.  Identificar-se como parte integrante da natureza, criando formas alternativas de usufruí-la o meio natural do qual depende a existência da vida na Terra. Objetivos Específicos:  Reconhecer a importância do tratamento domiciliar e coletivo da água para saúde das pessoas.  Identificar a s principais etapas de purificação da água e como ela chega em nossas casas.  Despertar o problema da poluição da água, provocada pelo homem e busca de soluções.  Compreender a importância da preservação da Água para a manutenção da vida na Terra.  Identificar formas do não desperdício da água. Conteúdo:  A água na natureza  Como a água chega em nossas casas.  Tratamento e purificação da água.  Preservação da água.  Ciclo da água.  Água, sabendo usar não vai faltar.  Declaração Universal dos Direitos da Água.  22 de Março – Dia Mundial da Água.  Fontes de contaminação da água.  Água – Recurso finito.
  49. 49.  Formas de economizar água. Metodologia: O projeto será apresentado aos educandos e desenvolvido em varias etapas: a) Discussão do tema pelos alunos; b) Pesquisa do tema pelos alunos; c) Visitas à Estação de Tratamento de Água, caso for possível; d) Elaboração de um painel pelos alunos sobre “Poluição, tratamento e desperdício de água. e) Atividades envolvendo musica, dramatização, teatro, utilizando o tema: “ A água em nosso planeta;” f) Pesquisa orientadas: em livros, revistas, jornais, internet, sobre a importância da água e suas diversas utilidades; g) Analise sobre os gasto com água efetuados pela escola e por algumas famílias de alunos. Para isso serão utilizadas as contas dos mesmos, sendo feita a apresentação dos resultados; h) Realização de palestras, com profissionais envolvidos na área; i) Elaboração de folhetos:” A preservação, racionamento e economia de água, visando a conscientização da comunidade local.” j) Escovação diária, fazendo a conscientização para as formas de economia. Recursos:  Tecnológicos: televisão, DVD, computadores, maquina fotográfica, CD e radio.  Humanos: Equipe Gestora, professores, funcionários, alunos, comunidades e profissionais no assunto.  Materiais: Periódicos, livros, papel pardo, cartões, sulfite, lápis, borracha, lápis de cor, giz de cera e titã guache. Cronograma: O projeto será desenvolvido durante o ano de 201l. Avaliação: Antecedendo a avaliação, definir com clareza os pontos de chegada e os critérios desejados, relacionando-os aos objetivos e ações propostos. Acompanhar todo o desenvolvimento das atividades, investigando e analisando com os alunos seus avanços e dificuldades, levando em conta não só os resultados do produto realizado, mas também o que ocorreu durante o processo. Bibliografia: BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Meio ambiente e saúde. Brasília: MEC,1997. Caderno do professor. Meio ambiente, Cidadania e Educação. Tetra Pak Ltda,1998.
  50. 50. Modaelli, S.D.O. Práticas Pedagógicas em Educação Ambiental. Presidente Presidente Prudente, UNESP, 2002. PEIXOTO, M.L; ZATTAR, S. Bom Tempo de Ciências. 2ª Ed. São Paulo: Moderna, 1997, vol.3. Revista Novo Horizonte Geográfico. Água demais água de menos. São Paulo, ano 17, nº 92. abril 2004, p. 54-63. SABESP, Secretaria de Energia Recursos Hídricos e Saneamento. Almanaque das Águas.2006. SABESP, Secretaria de Energia Recursos Hídricos e Saneamento. Vamos conhecer o caminho da água.2006. SÃO PAULO.Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudo e Normas Pedagógicas. Água, Hoje e Sempre: Consumo Sustentável. São Paulo: CENP, 2004. ZUBEN, F. Laboratório de Tecnologia Educacional. Meio Ambiente e Educação. Campinas. UNICAMP, 1998.
  51. 51. PROJETO: “CIDADANIA” PÚBLICO ALVO:  Alunos  Equipe Escolar  Comunidade JUSTIFICATIVA: Nossa sociedade vive momentos preocupantes, não só em função do que acontece no Brasil, mas também no mundo: guerras, violências. desrespeito aos direitos humanos, discriminação, intolerância, corrupção, abuso de drogas, e tantos outros problemas, cujo enfrentamento exige clareza dos valores que devem orientar as ações de cada cidadão, em direção à democracia e aos direitos de cidadania mais do que nunca, é preciso recuperar os princípios éticos na formação de novas gerações, para alimentar a esperança de que a humanidade possa, em um futuro próximo, superar esses grandes problemas e construir uma sociedade verdadeiramente justa e democráticas que realizam tanto na vida pessoal como social. OBJETIVOS GERAIS:  Discutir, refletir e apontar caminhos para a construção de relações interpessoais e democráticas que auxiliem na transformação das relações sociais de forma a atingirmos a justiça social e o aprendizado da participação cidadã nos destinos da sociedade.  Valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, d outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer descriminação baseada em diferenças culturais, classe social, crença, sexo, etnia ou outras características individuais e sociais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Conhecer os diferentes grupos e culturas que constituem nossa sociedade.  Despertar no aluno o respeito, amor a Pátria, compromisso social e político.  Conhecer e valorizar os direitos e deveres de todos nós cidadãos.  Compreender os fundamentos da ética e moralidade.  Respeitar uns aos outros, apesar de suas formas de deficiências e pelas diferenças sociais, econômicas, psíquica, física, culturais, religiosas e sociais. CONTEÚDO:  Ética  Cidadão e cidadania  Democracia  Os vários tipos de diferenças
  52. 52.  Hinos (Municipais, Nacional, da Bandeira, da Independência e Proclamação da Republica) DESENVOLVIMENTO: As atividades serão desenvolvidas através de leitura de textos, fazendo reflexões e discussões sobre os temas abordados. Estudo da letra do Hino Nacional e de São José do Rio Preto, canto do Hino Nacional todas as sextas-feiras. Serão apresentados vídeos, músicas, palestras, pertinentes aos conteúdos propostos, os alunos desenvolverão atividades de elaboração de música, dança, poesias, painéis e dramatização. RECURSOS:  Tecnológicos: Televisão, DVD, Computadores, Máquina Fotográfica, CD e Rádio.  Humanos: Equipe Gestora, Professores, Funcionários, Alunos, Comunidades e Profissionais no assunto.  Materiais: Periódicos, livros, papel pardo, cartões, sulfite, lápis de cor, régua, gizão de cera e tinta guache. CRONOGRAMA: O projeto será desenvolvido durante o ano de 2011. AVALIAÇÃO: A avaliação será feita através da observação sistemática, análise das produções sistemáticas, análise das produções dos alunos e auto-avaliação. BIBLIOGRAFIA: AQUINO. GROPPA JULIA. Diferenças e Preconceitos na Escola 3ª Ed. São Paulo. Summus Editorial. BRASIL.Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Introdução. Brasília: MEC, 2001. BRASIL.Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Apresentação dos Temas Transversais e Ética. Brasília: MEC, 2001. SECRETARIA ESPECIAL DOS DIREITOS HUMANOS. Éticas e Cidadania. Ministério da Educação. Brasília, 2004.

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