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1 ° -  Estabelecer prioridades   <ul><li>Etapa fundamental do processo de enfermagem; </li></ul><ul><li>O objeto de trabal...
<ul><li>São relatórios que descrevem o comportamento mensurável do cliente ou da família, apresentado um estado favorável ...
<ul><li>Os problemas colaborativos não devem ter resultados esperados(Carpenito,2002). </li></ul><ul><li>Critérios de Aval...
<ul><li>As intervenções de enfermagem são estratégias específicas, criadas para auxiliar o paciente a chegar aos resultado...
<ul><li>Estabelecer os diagnósticos e os resultados de enfermagem. </li></ul><ul><li>Formulação de hipóteses e “brainstorm...
<ul><li>Características:  </li></ul><ul><li>Coerência </li></ul><ul><li>As intervenções de enfermagem não devem entrar em ...
<ul><li>Provisão de um ambiente terapêutico e seguro </li></ul><ul><li>Oportunidades de ensino-aprendizagem </li></ul><ul>...
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<ul><li>R.T., nascido no dia 13/06/1942, 66 anos, lavrador, proveniente do município de Vigia. Paciente refere plenitude g...
<ul><li>Nega hemaliquesia, hemolimése, disfagia para sólidos. Nesse período procurou atendimento médico em Belém inicialme...
<ul><li>Antecedentes mórbidos pessoais: Nega Diabetes Mellitus, Hipertensão arterial, cardiopatias e alergias. Ex-tabagist...
<ul><li>EXAME FÍSICO </li></ul><ul><li>- Regular estado geral, consciente e orientado auto e alopsiquicamente , acianótico...
<ul><li>EXAMES COMPLEMENTARES: </li></ul><ul><li>- EDA (05/03/2008): Mucosa do Corpo apresenta-se com emantema difuso e ed...
<ul><li>EVOLUÇÃO (06/10/2008) </li></ul><ul><li>7º pós-operatório de gastrectomia total mais colecistectomia mais linfadec...
<ul><li>Ausculta cardíaca: BCNF em 2 tempos </li></ul><ul><li>Abdome plano com ferida operatória mediana cicatrizando por ...
<ul><li>EVOLUÇÃO ( 07/10/2008) </li></ul><ul><li>Encontra-se consciente e orientado auto e alpsiquicamente, queixa-se de d...
<ul><li>EVOLUÇÃO (08/10/2008) </li></ul><ul><li>Encontra-se consciente e orientado auto e alpsiquicamente, queixa-se de de...
Plano de Cuidados  Sinais e sintomas Diagnósticos de Enfermagem Meta Intervenções Ferida operatória   Risco para infecção ...
Plano de cuidados Sinais e sintomas Diagnósticos de Enfermagem Meta Intervenções Peso abaixo do adequado.   Nutrição afeta...
<ul><li>CAMPEDELLI, M.C.; GAIDZINSKI, R.R.  A metodologia assistencial de enfermagem na pratica:  hospital universitario d...
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Planejamento dos cuidados de enfermagem

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O planejamento envolve o desenvolvimento de estratégias, criadas para reforçar reações saudáveis do cliente ou para prevenir, minimizar ou corrigir reações não-saudáveis ao cliente, identificadas no diagnóstico de enfermagem”. (YEAR, TAPTICH & BERNOCCHI-LOSEY, 1993).

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Planejamento dos cuidados de enfermagem

  1. 1. UNIVERIDADE DO ESTADO DO PARÁ GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS BILÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA DE ADM. DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM DOCENTE: ANDERSON LINEU Daniel Santos Isabela Nogueira Najara Santos Rodrigo Balieiro Sabrina Nascimento Thiago Amaral Vanessa Teixeira Equipe: Planejamento dos cuidados de enfermagem
  2. 2. <ul><li>“ O planejamento envolve o desenvolvimento de estratégias, criadas para reforçar reações saudáveis do cliente ou para prevenir, minimizar ou corrigir reações não-saudáveis ao cliente, identificadas no diagnóstico de enfermagem”. (YEAR, TAPTICH & BERNOCCHI-LOSEY, 1993). </li></ul>Conceito
  3. 3. <ul><li>Para FIGUEIREDO (2002), o plano de cuidados de enfermagem é um plano de ação elaborado para ajudar a prestar cuidados de qualidade para o paciente. </li></ul>Conceito
  4. 4. <ul><li>Os componentes do planejamento do processo de enfermagem consistem em quatro estágios: </li></ul><ul><li>1. Diagnóstico de enfermagem com o estabelecimento de prioridades. </li></ul><ul><li>2. Desenvolvimento de resultados. </li></ul><ul><li>3. Estabelecimento de intervenções de enfermagem. </li></ul><ul><li>4. Documentação do plano, uma vez que o plano de cuidados torna-se uma parte permanente do prontuário do paciente e é utilizado por todos os membros da equipe de enfermagem. </li></ul>Estrutura do planejamento
  5. 5. 1 ° - Estabelecer prioridades <ul><li>Etapa fundamental do processo de enfermagem; </li></ul><ul><li>O objeto de trabalho do enfermeiro é a resposta do indivíduo ao problema; </li></ul><ul><li>Classificar os problemas em ordem de prioridades; </li></ul><ul><li>É resultante de um problema derivado do histórico; </li></ul><ul><li>Diagnóstico -> Prescrição de enfermagem; </li></ul><ul><li>Fugir a essa responsabilidade configura um crime ético; </li></ul>
  6. 6. <ul><li>São relatórios que descrevem o comportamento mensurável do cliente ou da família, apresentado um estado favorável (modificado ou mantido) após o fornecimento do atendimento de enfermagem (Alfaro, 1994). </li></ul><ul><li>Diagnóstico de Enfermagem </li></ul><ul><li>Problema Colaborativo </li></ul>2 ° - Metas (Resultados esperados)
  7. 7. <ul><li>Os problemas colaborativos não devem ter resultados esperados(Carpenito,2002). </li></ul><ul><li>Critérios de Avaliação: EM e EEnf </li></ul><ul><li>Fisiológico. </li></ul>2 ° - Metas (Resultados esperados)
  8. 8. <ul><li>As intervenções de enfermagem são estratégias específicas, criadas para auxiliar o paciente a chegar aos resultados. </li></ul><ul><li>Fator relacionado </li></ul><ul><li>Atividades necessárias para a eliminação dos fatores que contribuem para a reação humana </li></ul>3 ° - Intervenções de enfermagem
  9. 9. <ul><li>Estabelecer os diagnósticos e os resultados de enfermagem. </li></ul><ul><li>Formulação de hipóteses e “brainstorming” constituem maneiras úteis de identificação de alternativas possíveis. </li></ul><ul><li>Enfermeiro cria hipóteses quando prevê alternativas que são apropriadas para se obter os resultados esperados. </li></ul><ul><li>O “brainstorming” que é uma técnica de grupo, utilizada para gerar idéias a partir de mais de uma pessoa </li></ul>3 ° - Intervenções de enfermagem
  10. 10. <ul><li>Características: </li></ul><ul><li>Coerência </li></ul><ul><li>As intervenções de enfermagem não devem entrar em conflito com os métodos terapêuticos de outros membros da equipe de saúde. </li></ul><ul><li>Bases científicas </li></ul><ul><li>Sustente as decisões da enfermeira e componha a fundamentação cientifica das ações de enfermagem. </li></ul><ul><li>Individualização </li></ul>3 ° - Intervenções de enfermagem
  11. 11. <ul><li>Provisão de um ambiente terapêutico e seguro </li></ul><ul><li>Oportunidades de ensino-aprendizagem </li></ul><ul><li>Utilização de recursos apropriados </li></ul>3 ° - Intervenções de enfermagem
  12. 12. <ul><li>O formato do plano de cuidados auxilia o enfermeiro no processamento das informações. </li></ul><ul><li>Os planos de cuidados devem ser escritos por uma enfermeira registrada; iniciados após o primeiro contato com o paciente </li></ul><ul><li>O plano de cuidados de enfermagem é um método de comunicação de informações importantes sobre o cliente. </li></ul>Plano de cuidados de enfermagem
  13. 13. <ul><li>os componentes dos planos de cuidados de enfermagem, usualmente consistem em: </li></ul><ul><li>Diagnostico de enfermagem </li></ul><ul><li>Resultados </li></ul><ul><li>Intervenções de enfermagem </li></ul><ul><li>Existem inúmeros tipos diferentes de planos de cuidado. </li></ul><ul><li>planos de cuidado individualmente construídos, padronizados e computadorizados. </li></ul>Plano de cuidados de enfermagem
  14. 15. <ul><li>R.T., nascido no dia 13/06/1942, 66 anos, lavrador, proveniente do município de Vigia. Paciente refere plenitude gástrica pós-prandial há aproximadamente 2 anos, acompanhada de náuseas, vômitos pós- prandiais, pialorréia intensa.Utilizava apenas medicamentos caseiros. Há 1 ano evoluiu com perda ponderal de aproximadamente 20 kg, anorexia, liberação intensa de flatos e constante plenitude gástrica, náuseas e vômitos pós-prandiais. </li></ul>Histórico do Paciente
  15. 16. <ul><li>Nega hemaliquesia, hemolimése, disfagia para sólidos. Nesse período procurou atendimento médico em Belém inicialmente e com posterior encaminhamento para o Hospital Ofhir Loyola, realizando exames e sendo diagnosticado neoplasia gástrica. Continua sendo acompanhado no ambulatório de cirurgia Oncologica e no momentos está internado para tratamento cirúrgico. </li></ul>Histórico do Paciente
  16. 17. <ul><li>Antecedentes mórbidos pessoais: Nega Diabetes Mellitus, Hipertensão arterial, cardiopatias e alergias. Ex-tabagista de longa data (+/- 54 anos), parando o hábito somente quando iniciaram os sintomas. Nega etilismo. Afirma cirurgia anterior por correção de hérnia inguinal (+/- 5 anos). </li></ul><ul><li>Antecedentes mórbidos familiares: Nega casos na família </li></ul>Histórico do Paciente
  17. 18. <ul><li>EXAME FÍSICO </li></ul><ul><li>- Regular estado geral, consciente e orientado auto e alopsiquicamente , acianótico, anictérico e afebril, emagrecido, eupneico, sem gânglios palpáveis. </li></ul><ul><li>- Ausculta pulmonar: murmúrios vesiculares presentes bilateralmente, sem ruídos adventícios. </li></ul><ul><li>- Frequência respiratória: 18 rpm </li></ul><ul><li>- Ausculta cardíaca: Batimentos cardíacos normofonéticos em 2 tempos. Sem sopros , Frequência cardíaca: 63 bpm </li></ul><ul><li>- Abdome plano, flácido, indolor à palpação, sem visceromegalias, ruídos hidroaéreos presentes. </li></ul>Estudo de Caso
  18. 19. <ul><li>EXAMES COMPLEMENTARES: </li></ul><ul><li>- EDA (05/03/2008): Mucosa do Corpo apresenta-se com emantema difuso e edema. Região antropilórica apresentando extensa lesão ulcerada e infiltrante, que impede a progressão do aparelho para o duodeno. </li></ul><ul><li>- Neoplasia gástrica avançada tipo Borman III. </li></ul><ul><li>- Ap (25/03/2008) Adenocarcinoma gástrico ulcerado, pouco diferenciado, tipo difuso de Lauren com células “em anel de sinete”. </li></ul><ul><li>- TC: Abdome superior(19/05/2008 </li></ul>Estudo de Caso
  19. 20. <ul><li>EVOLUÇÃO (06/10/2008) </li></ul><ul><li>7º pós-operatório de gastrectomia total mais colecistectomia mais linfadectomia D2 Consciente e orientado auto e alopsiquicamente, receptivo. Refere desconforto abdominal. Eupneico, normocorado, normotenso, normocardico, rítmico, afebril, acianótico e anictérico. </li></ul><ul><li>- Ausculta pulmonar: Murmúrios vesiculares presentes </li></ul>Estudo de Caso
  20. 21. <ul><li>Ausculta cardíaca: BCNF em 2 tempos </li></ul><ul><li>Abdome plano com ferida operatória mediana cicatrizando por segunda intenção sem sinais flogisticos + curativo oclusivo. Mantém sonda nasoenteral para nutrição enteral, mantém acesso venoso central por intracath em veia jugular direita, dreno de penrose com secreção serosa em grande quantidade (100 ml), apresenta edema em membros inferiores ( + / ++++). Aceita dieta oferecida diurese presente e espontânea, evacuações presentes. </li></ul>Estudo de Caso
  21. 22. <ul><li>EVOLUÇÃO ( 07/10/2008) </li></ul><ul><li>Encontra-se consciente e orientado auto e alpsiquicamente, queixa-se de desconforto devido sonda nasoenteral, sem mais queixas. Sem alterações significativas ao exame físico. Dreno de penrose com secreção serosa em pequena quantidade (40 ml). </li></ul><ul><li>Fez R-X ( esofagografia </li></ul>Estudo de Caso
  22. 23. <ul><li>EVOLUÇÃO (08/10/2008) </li></ul><ul><li>Encontra-se consciente e orientado auto e alpsiquicamente, queixa-se de desconforto devido sonda nasoenteral, sem mais queixas. </li></ul><ul><li>Dreno : Débito seroso 62 ml. </li></ul><ul><li>Resultado do esofagograma normal </li></ul><ul><li>Conduta: Iniciar dieta via oral ( liquidos claros). Mobilizar dreno. </li></ul>Estudo de Caso
  23. 24. Plano de Cuidados Sinais e sintomas Diagnósticos de Enfermagem Meta Intervenções Ferida operatória Risco para infecção relacionado ao local de invasão do organismo. Secundário à cirurgia 1.Estar livre de processos de infecção hospitalar durante a hospitalização. 1.Pincelar PVPI alcoólico em intracath. 2.Realizar curativo com soro fisiológico em ferida operatória e evoluir aspecto. 3. Limpar dreno com soro fisiológico e lavar com 20 ml de soro fisiológico após gavagem. 4.Observar as manifestações clínicas de infecção( por exemplo: febre,urina turva, secreção purulenta).
  24. 25. Plano de cuidados Sinais e sintomas Diagnósticos de Enfermagem Meta Intervenções Peso abaixo do adequado. Nutrição afetada: Ingesta menor do que as necessidades corporais relacionado ao aumento da exigência calórica e à dificuldade de ingerir calorias suficiente secundário ao câncer O indivíduo deverá ingerir a exigência nutricional diária, de acordo com seu nível de atividade e suas necessidades metabólicas. 1.Determinar as exigências calóricas diárias realistas e adequadas.Consultar o nutricionista. 2.Explicar a importância da nutrição adequada(SNE e líquida e pastosa). 3. Monitorar peso diariamente.
  25. 26. <ul><li>CAMPEDELLI, M.C.; GAIDZINSKI, R.R. A metodologia assistencial de enfermagem na pratica: hospital universitario da USP. Rev Esc Enf USP, v. 21, p. 62-7, 1987. Numero especial. </li></ul><ul><li>CARPENITO, Lynda Juall. Manual de diagnósticos de Enfermagem; trad. Ana Thorell. – 8.ed. – Porto Alegre: Artmed Editora, 2001. </li></ul><ul><li>CLARCK,J; LANG, N. Nursing's next advance: an international classification for nursing practice. Int Nurs Rev, v. 39, n. 4, p. 109-12; 28, 1992. </li></ul>Referências Bibliográficas
  26. 27. Obrigado!!!!! E Boas Férias!!!!!

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