Encontro Bibliotecas Escolares do Algarve
Faro 2011
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Várias situações no espaço
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Avaliação Externa (IGE)Avaliação Externa (IGE)
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Tendências da formaçãoTendências da formação
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Referencial de avaliaçãoReferencial de avaliação
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Escala de avaliaçãoEscala de avaliação
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A Biblioteca Escolar na avaliação da Escola - que contributos?

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Comunicação por Helena Quintas - Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da UAlg
III Encontro de Bibliotecas Escolares do Algarve 2011
https://sites.google.com/site/algarvebecre/encontros/ebealgarve2011

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  • São duas as funções predominantes das avaliações externas das escolas realizadas pelos serviços inspectivos de educação:
    responsabilização e melhoria (Janssens & Van Amselsvoort, 2008). Responsabilização (accountability),
    A segunda função da avaliação externa das escolas é a de melhoria (improvement), no sentido em que a intervenção da inspecção nas visitas às escolas e os relatórios então elaborados fornecem informação de retorno sobre os seus pontos fortes e fracos e indicam maneiras que podem desenvolver ou accionar a avaliação interna da escola.
  • A Biblioteca Escolar na avaliação da Escola - que contributos?

    1. 1. Encontro Bibliotecas Escolares do Algarve Faro 2011 A Biblioteca Escolar naA Biblioteca Escolar na avaliação da Escola - queavaliação da Escola - que contributos?contributos? Helena Quintas Universidade do Algarve
    2. 2. Síntese da apresentaçãoSíntese da apresentação 1.1. Funções da avaliação das escolas (avaliação externa e auto-Funções da avaliação das escolas (avaliação externa e auto- avaliação);avaliação); 2.2. Actuais práticas e tendências destas modalidades de avaliaçãoActuais práticas e tendências destas modalidades de avaliação das escolas;das escolas; 3.3. Dificuldades e constrangimentos para as escolas e para osDificuldades e constrangimentos para as escolas e para os professores;professores; 4.4. Contributo do “Modelo de avaliação da biblioteca escolar” para oContributo do “Modelo de avaliação da biblioteca escolar” para o processo de auto-avaliação da escola.processo de auto-avaliação da escola.
    3. 3. 1. Funções da avaliação das escolas1. Funções da avaliação das escolas (avaliação externa e auto-avaliação)(avaliação externa e auto-avaliação)  De acordo com Janssens e Van AmselsvoortDe acordo com Janssens e Van Amselsvoort (2008), a principal responsabilidade da(2008), a principal responsabilidade da Auto-Auto- avaliaçãoavaliação é aé a identificação de meios paraidentificação de meios para melhorar a qualidademelhorar a qualidade, destinando-se a, destinando-se a Avaliação ExternaAvaliação Externa aa monitorar a qualidade domonitorar a qualidade do desempenhodesempenho e ae a garantir que as melhoriasgarantir que as melhorias sejam efectivamente introduzidas.sejam efectivamente introduzidas.
    4. 4. No final de 2002, foi publicada a Lei n.º 31/2002, que aprova o sistema de avaliação da educação e do ensino não superior. Esta lei define um sistema duplo de avaliação das escolas, que inclui a Avaliação Externa e a Auto-avaliação, sublinhando que esta última será obrigatória. A Avaliação Externa das escolas públicas que oferecem a educação pré-escolar e os ensinos básico e secundário pretende constituir, numa perspectiva reflexiva, participada e de aperfeiçoamento contínuo, um contributo pertinente para o desenvolvimento organizacional das escolas e para a melhoria da qualidade das aprendizagens e dos resultados escolares dos alunos. (IGE, 2009) A Auto-avaliação desempenha uma dupla missão: - Reflexiva: Propicia processos de análise da (e sobre a) escola; - Instrumental: Induz processos de melhoria da organização.
    5. 5. Funções da avaliação externa
    6. 6. “A função plural da auto-avaliação, implica um processo que envolve uma recolha sistemática de informação, levada a cabo pela própria escola, e que procura avaliar o seu funcionamento e a sua capacidade para alcançar os objectivos a que se propõe, e que tem ainda como propósito apoiar processos de tomada de decisão que conduzam ao desenvolvimento da escola como um todo.” (Janssens & Van Amselsvoort, 2008) Funções da auto-avaliação
    7. 7. Avaliação Externa e Auto-avaliaçãoAvaliação Externa e Auto-avaliação Formas de complementaridadeFormas de complementaridade Portugal desenvolve uma abordagem paralela: as abordagens de avaliação, interna e externa, são realizadas em paralelo, ambas contribuindo para os planos de melhoria da qualidade das escolas, embora, até à data, não tenha havido uma complementaridade que crie partilha de propósitos entre ambas as modalidades de avaliação. 3. Actuais práticas e tendências destas modalidades de avaliação das escolas
    8. 8. Várias situações no espaço europeu ESCÓCIA INGLATERRA HOLANDA ESCÓCIA A abordagem escocesa apoia e desafia os estabelecimentos de ensino a melhorarem o serviço que prestam. Desenvolveram um documento de referência, com indicadores de qualidade: How good is our school? bem como uma série de outros guias de avaliação. As escolas são obrigadas a produzir um relatório de auto-avaliação anual e um plano de melhoria. As escolas são responsabilizadas pela qualidade da educação e de outros serviços que fornecem As escolas devem demonstrar um claro compromisso com uma contínua melhoria. INGLATERRA  A avaliação externa tem, essencialmente, um papel complementar e de apoio à avaliação interna;  Desde 2005 existe um novo sistema de inspecções de curto prazo (short notice inspections), um processo contínuo de avaliação interna [documento preenchido pela gestão: Self Evaluation Form], a par de avaliações externas de dois ou três dias, com aviso de dois dias de antecedência;  Após a visita a uma escola é elaborado um relatório que é publicado na internet;  As escolas avaliadas em “Excelente” ou “Bom” podem não ser inspeccionadas durante cinco anos; as que obtêm uma avaliação inferior são inspeccionadas com mais frequência e podem, ou não, receber aviso de visita da Inspecção. HOLANDA  A frequência e a forma como as escolas têm Avaliação Externa dependem da qualidade das escolas e dos riscos de declínio de qualidade;  As escolas que têm um baixo desempenho, ou as escolas que se espera venham a ter um declínio de qualidade, são inspeccionadas mais cedo e mais frequentemente do que as escolas que têm um bom desempenho.
    9. 9. Avaliação externa e auto avaliação:Avaliação externa e auto avaliação: “duas faces da mesma moeda”“duas faces da mesma moeda”
    10. 10. Avaliação Externa (IGE)Avaliação Externa (IGE) Objectivos:Objectivos: i) articular os contributos da avaliaçãoi) articular os contributos da avaliação externa com a cultura e os dispositivosexterna com a cultura e os dispositivos de auto-avaliação das escolas;de auto-avaliação das escolas; ii) reforçar a capacidade das escolas paraii) reforçar a capacidade das escolas para desenvolverem a sua autonomia;desenvolverem a sua autonomia; iii) concorrer para a regulação doiii) concorrer para a regulação do funcionamento do sistema educativo;funcionamento do sistema educativo; iv) contribuir para o melhor conhecimentoiv) contribuir para o melhor conhecimento das escolas e do serviço público dedas escolas e do serviço público de educação, fomentando a participaçãoeducação, fomentando a participação social na vida das escolas.social na vida das escolas. Domínios de análiseDomínios de análise 1.1. ResultadosResultados 2.2. Prestação do Serviço EducativoPrestação do Serviço Educativo 3.3. Organização e Gestão EscolarOrganização e Gestão Escolar 4.4. LiderançaLiderança 5.5. Capacidade de auto-regulação eCapacidade de auto-regulação e melhoria da escolamelhoria da escola
    11. 11. A AEE baseia-se em três etapas:A AEE baseia-se em três etapas: 1) Análise de documentação fornecida pela escola;1) Análise de documentação fornecida pela escola; 2) Visita às escolas, que tem a duração de dois ou três dias e inclui uma2) Visita às escolas, que tem a duração de dois ou três dias e inclui uma sessão de apresentação da escola, visita às instalações esessão de apresentação da escola, visita às instalações e entrevistas em painel a uma diversidade de actores;entrevistas em painel a uma diversidade de actores; 3) Redacção do relatório, tendo como base todas as evidências3) Redacção do relatório, tendo como base todas as evidências recolhidas.recolhidas. Após o envio do relatório à escola avaliada, é dada a possibilidade de apresentar um contraditório. Os relatórios e os contraditórios são publicados na página da IGE.
    12. 12. Actualmente a função da inspecção relativamente à avaliação dasActualmente a função da inspecção relativamente à avaliação das escolas está em profunda revisãoescolas está em profunda revisão::  Está em fase de experimentação um novo referencial de avaliação:Está em fase de experimentação um novo referencial de avaliação:  Estão a ser introduzidos novos instrumentos de recolha de dados (inquéritos àEstão a ser introduzidos novos instrumentos de recolha de dados (inquéritos à comunidade escolar e educativa);comunidade escolar e educativa);  Passou a ser reforçado um papel de apoio à capacidade das escolas se autoavaliarem:Passou a ser reforçado um papel de apoio à capacidade das escolas se autoavaliarem: O tradicional papel de monitorização e de controlo está a ser substituído por apoio, nomeadamente através do desenvolvimento de um trabalho em parceria com as escolas, que visa a construção de modelos e de ferramentas para o auto-aperfeiçoamento.
    13. 13. Modelos de auto-avaliaçãoModelos de auto-avaliação
    14. 14. Exemplos de um modelos fechados:Exemplos de um modelos fechados: - Modelo CAF (Common Assessment- Modelo CAF (Common Assessment Framework)Framework) (Projecto QUALIS)(Projecto QUALIS) LIDERANÇA GESTÃO DAS PESSOAS PLANEAMENTO E ESTRATÉGIA PARCERIAS E RECURSOS RESULTADOS RELATIVOS AS PESSOAS RESULTADOS ORIENTADOS PARA A COMUNIDADE EDUCATIVA IMPACTO NA SOCIEDADE GESTÃO DOS PROCESSOS RESULTADOS DE DESEMPENHO CHAVE MEIOS RESULTADOS APRENDIZAGEM E INOVAÇÃO
    15. 15. Sub-critério Indicadores Exemplos de iniciativas 1.1. Os órgãos de gestão e de administração da escola, desenvolvendo e comunicando a visão, missão e valores a) Formulam e desenvolvem a visão (onde queremos ir) e a missão (quais são os nossos objectivos ) da escola No projecto educativo está claramente formulado o que a escola pretende ser num futuro próximo b) Estabelecem os valores e os códigos de conduta da escola No regulamento interno existe um referencial de valores e de normas de conduta c) Transformam a visão e a missão em objectivos estratégicos (médio prazo), objectivos operacionais (curto prazo) e acções O plano anual de actividades e o projecto curricular concretizam o Projecto Educativo ... ... Critério 1. LIDERANÇACritério 1. LIDERANÇA Como os órgãos de gestão da escola desenvolvem e prosseguem aComo os órgãos de gestão da escola desenvolvem e prosseguem a missão, a visão e os valores necessários para sustentar, a longo prazo,missão, a visão e os valores necessários para sustentar, a longo prazo, o sucesso da escola e os implementam através de acções eo sucesso da escola e os implementam através de acções e comportamentos adequados e estão pessoalmente comprometidos emcomportamentos adequados e estão pessoalmente comprometidos em assegurar o desenvolvimento e a implementação do sistema de gestãoassegurar o desenvolvimento e a implementação do sistema de gestão da escolada escola
    16. 16. Fases do processoFases do processo (independentemente do(independentemente do modelo utilizado)modelo utilizado) 1. Iniciar o processo 2. Traçar o plano 3. Garantir a qualidade da avaliação 4. Recolher a informação 5. Tratar e analisar os dados 6. Interpretar os resultados 7. Divulgar a avaliação
    17. 17. 3. Dificuldades e constrangimentos3. Dificuldades e constrangimentos para as escolas e para ospara as escolas e para os professoresprofessores
    18. 18. Uma das questões fundamentais da avaliação das organizações escolares, sejaUma das questões fundamentais da avaliação das organizações escolares, seja ela de natureza interna ou externa, prende-se com o conhecimento e reflexão,ela de natureza interna ou externa, prende-se com o conhecimento e reflexão, centrados na escolacentrados na escola, acerca das, acerca das práticas educativaspráticas educativas avaliadas, e de como éavaliadas, e de como é que,que, a partir desse conhecimentoa partir desse conhecimento, se pode elaborar um plano de melhoria que, se pode elaborar um plano de melhoria que introduza mudanças efectivas nas práticas, de modo a proporcionar melhoresintroduza mudanças efectivas nas práticas, de modo a proporcionar melhores aprendizagens e resultados escolares dos alunos.aprendizagens e resultados escolares dos alunos. As exigências metodológicas que o processo requer, a par da valorização desta prática como um instrumento de melhoria das escolas, trouxeram a temática da “AVALIAÇÃO EXTERNA E DA AUTO- AVALIAÇÃO” para o campo da formação dos professores.
    19. 19. Tendências da formaçãoTendências da formação
    20. 20. 3. Contributo do “Modelo de3. Contributo do “Modelo de avaliação da biblioteca escolar”avaliação da biblioteca escolar” para o processo de auto-avaliaçãopara o processo de auto-avaliação da escola.da escola. Principal objectivo do modelo de avaliação daPrincipal objectivo do modelo de avaliação da biblioteca escolarbiblioteca escolar::  Desenvolver uma abordagem essencialmenteDesenvolver uma abordagem essencialmente qualitativaqualitativa, orientada para uma, orientada para uma análise dos processosanálise dos processos e dos resultadose dos resultados numanuma perspectiva formativaperspectiva formativa,, permitindopermitindo identificar as necessidadesidentificar as necessidades e ase as fragilidadesfragilidades com vista àcom vista à melhoriamelhoria..
    21. 21. Conceitos-chave:Conceitos-chave:  Noção de valorNoção de valor – “valor acrescentado” (o valor não é algo intrínseco– “valor acrescentado” (o valor não é algo intrínseco às coisas mas tem sobretudo a ver com a experiência e benefíciosàs coisas mas tem sobretudo a ver com a experiência e benefícios que dele se retira);que dele se retira);  Qualidade e eficáciaQualidade e eficácia (avaliação encarada como um processo(avaliação encarada como um processo pedagógico e regulador sobre o funcionamento da escola, comopedagógico e regulador sobre o funcionamento da escola, como instrumento de análise e de reflexão, mobilizador de toda a escola);instrumento de análise e de reflexão, mobilizador de toda a escola);  Fornecimento de um modelo de auto-avaliaçãoFornecimento de um modelo de auto-avaliação::  Flexível (adaptável à(s) distintas realidades de cada escola);Flexível (adaptável à(s) distintas realidades de cada escola);  Exequível (que não representa uma excessiva sobrecarga deExequível (que não representa uma excessiva sobrecarga de trabalho…);trabalho…);  Assente em evidências recolhidas (dimensão qualitativa eAssente em evidências recolhidas (dimensão qualitativa e pragmática).pragmática).
    22. 22. Referencial de avaliaçãoReferencial de avaliação Domínios Sub-domínios Indicadores A. Apoio ao desenvolvimento curricular A.1 Articulação curricular da biblioteca escolar com as estruturas de coordenação e supervisão pedagógica e com os docentes A. 2 Promoção das literacias da informação, tecnológica e digital A.1.1 Cooperação da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica. (…) B. Leitura e literacia C. Projectos, parcerias e actividades livres e de abertura à comunidade C.1 Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular. C.2 Projectos e parcerias (…) D. Gestão da biblioteca escolar D.1 Articulação da biblioteca com a escola. Acesso e serviços prestados pela biblioteca. D.2 Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D.3 Gestão da colecção/ da informação. (…)
    23. 23. Escala de avaliaçãoEscala de avaliação Nível Descrição Descritivo 4 A BE é muito forte neste domínio. O trabalho desenvolvido é de grande qualidade e com um impacto bastante positivo. 3 A BE desenvolve um trabalho de qualidade neste domínio, mas ainda é possível melhorar alguns aspectos 2 A BE começou a desenvolver trabalho neste domínio, sendo necessário melhorar o desempenho para que o seu impacto seja mais efectivo. 1 A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho neste domínio, o seu impacto é bastante reduzido, sendo necessário intervir com urgência.
    24. 24. Fases do processoFases do processo  Planear a avaliaçãoPlanear a avaliação (seleccionar o domínio, verificar aspectos implicados.(seleccionar o domínio, verificar aspectos implicados. recolher evidências, identificar as evidências mais relevantes para o domínio arecolher evidências, identificar as evidências mais relevantes para o domínio a avaliar, … );avaliar, … );  Organizar e produzir instrumentosOrganizar e produzir instrumentos..  Analisar os dadosAnalisar os dados (fazer apreciações e retirar ilações, confrontar os dados com(fazer apreciações e retirar ilações, confrontar os dados com os factores críticos de sucesso e os perfis de desempenho…);os factores críticos de sucesso e os perfis de desempenho…);  Elaborar o relatório final e comunicar resultadosElaborar o relatório final e comunicar resultados (preencher o modelo de(preencher o modelo de relatório, comunicar os resultados à escola/ agrupamento e a outrosrelatório, comunicar os resultados à escola/ agrupamento e a outros interlocutores, incluir resumo de resultados no relatório de auto-avaliação dainterlocutores, incluir resumo de resultados no relatório de auto-avaliação da escola);escola);  Preparar e implementar um plano de acçãoPreparar e implementar um plano de acção (identificar objectivos e metas a(identificar objectivos e metas a atingir, planificar e implementar as acções para a melhoria…);atingir, planificar e implementar as acções para a melhoria…);  Monitorizar o processo de implementação das acções para a melhoriaMonitorizar o processo de implementação das acções para a melhoria
    25. 25. Quando as escolas não possuem mecanismosQuando as escolas não possuem mecanismos próprios para a sua auto-avaliação, têm muitapróprios para a sua auto-avaliação, têm muita dificuldade em desenvolver uma atitude positivadificuldade em desenvolver uma atitude positiva perante a avaliação e muita falta de confiançaperante a avaliação e muita falta de confiança para entabularem um diálogo construtivo com apara entabularem um diálogo construtivo com a avaliação externa.avaliação externa. Nestes casos, a avaliação torna-se numa fonte deNestes casos, a avaliação torna-se numa fonte de acusações e de posições defensivas, em vez deacusações e de posições defensivas, em vez de se constituir como um veículo de comunicaçãose constituir como um veículo de comunicação entre a avaliação externa e a auto-avaliação.entre a avaliação externa e a auto-avaliação. (Nevo, 2001)(Nevo, 2001)

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