SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 21
TROVADORISMO
Profª Andriane
Linha do tempo literatura portuguesa e
brasileira
Contexto Histórico
Idade Média Séc V - XV
Teocentrismo
Cruzadas
Feudalismo
Educação
Caráter militar
Honra,
lealdade e dignidade
Sistema feudal
Fim do Império Romano
Invasões Bárbaras
Feudalismo
Suserano = concedia
Vassalo = recebia
Feudo = PORÇÃO DE TERRA
senhor feudal +
membros empobrecidos
da nobreza + cavaleiros +
camponeses livres e
servos = unidos por uma
relação de depedência =
vassalagem.
FEUDO VassaloSuseran
o
Cantiga da
Ribeirinha (1189
ou 1198) de Paio
Soares de
Taveirós é o
marco inicial da
Literatura
Portuguesa.
TROVADORISMO
NOVELAS DE
CAVALARIA
(prosa)
CANTIGAS
(poesia)
Novelas de Cavalaria
PROSA: longas narrativas em versos
As aventuras: Cavaleiros
Divulgar os valores: Honra e Lealdade
Ideais cristãos
Novelas de Cavalaria
Rei Arthur e Cavaleiros da Távola Redonda
A demanda do Santo Graal
Amadis de Gaula
Tristão e Isolda
Cantigas - Características
Língua galego-português
Tradição oral
Cantada e acompanhada por instrumentos
musicais
Amor cortês (mesura, “coita”, vasalagem amorosa)
Cantigas - Instrumentos
Violas de arcos / Cítaras
Flautas / Alaúdes
Pandeiros / Saltérios
Gaitas / Soalhas
Cantigas - Artistas
Trovador: alta nobreza, músico
Segrel: nobre, poeta, cantor
Jogral: compositor e cantor
Menestrel: cantor
Soldadeira: acompanha o jogral
Cantigas
Líricas
Amor
Amigo
Satíricas
Escárnio Maldizer
Cantiga de amor
Paixão infeliz, o amor não correspondido
O eu lírico é sempre masculino
O homem é o coitado (sofre de uma dor imensa) e a mulher
formosa
Superioridade da dama
Homem (vassalo) x mulher (suserana) - nobres
Origem provençal (sul da França)
Cantiga da Ribeirinha (Paio Soares de
Taveirós)
"No mundo nom me sei parelha,
mentre me for' como me vai,
ca ja moiro por vos - e ai
mia senhor branca e vermelha,
queredes que vos retraia
quando vos eu vi em saia!
Mao dia que me levantei, que vos
enton nom vi fea! "
No mundo ninguém se assemelha a
mim / enquanto a minha vida
continuar como vai / porque morro
por ti e ai / minha senhora de pele
alva e faces rosadas, / quereis que
eu vos descreva (retrate) / quanto eu
vos vi sem manto (saia : roupa
íntima) / Maldito dia! me levantei /
que não vos vi feia (ou seja, viu a
mais bela).
Cantiga de amigo
Relação amorosa entre camponeses
O tema central é a saudade
O eu lírico é sempre feminino
Expõe a visão feminina do amor
O amor é real e possível
Amor natural e espontanêo
Paralelismo e Refrão
Origem Ibérica (peninsular)
Cantiga de amigo de
Martim Codax
Ondas do mar de Vigo
Se vires meu namorado!
Por Deus, (digam) se virá cedo!
Ondas do mar revolto,
Se vires o meu namorado!
Por Deus, (digam) se virá cedo!
Se vires meu namorado,
Aquele por quem eu suspiro!
Por Deus, (digam) se virá cedo!
Se vires meu namorado
Por quem tenho grande temor!
Por Deus, (digam) se virá cedo!
Cantiga de escárnio
Crítica por meio de palavras ambíguas (de duplo sentido) -
INDIRETA
É obtido por meio de ironias, trocadilhos e jogos
semânticos
De modo geral, ridicularizam o comportamento de nobres
ou denunciam as mulheres que não seguem o código do
amor cortês
Cantiga de escárnio de
Joan Garcia de Guilhade
Ai, dona fea, fostes-vos queixar
que vos nunca louv[o] em meu
cantar;
mais ora quero fazer um cantar
em que vos loarei toda via;
e vedes como vos quero loar:
dona fea, velha e sandia!
Ai, dona feia, foste-vos queixar
que nunca vos louvo em meu cantar;
mas agora quero fazer um cantar
em que vos louvares de qualquer
modo;
e vede como quero vos louvar
dona feia, velha e maluca!
Cantiga de maldizer
Crítica de modo direto, explícito, identificando a
pessoa satirazada
Intenção difamatória
Linguagem ofensiva e palavras de baixo calão
Muitas vezes, tratam das indiscrições amorosas de
nobres e membros do clero
Cantiga de maldizer
Martim jogral, que defeita,
sempre convosco se deita
vossa mulher!
Vedes-me andar suspirando;
e vós deitado, gozando
vossa mulher!
Do meu mal não vos doeis;
morro eu e vós fodeis
vossa mulher!
João Garcia de Guilhade
A vós, Dona Abadessa,
de mim, Dom Fernand'Esquio,
estas doas vos envio,
porque sei que sodes essa
dona que as merecedes:
quatro caralhos franceses
e dous à Prioressa.
Fernando Esquio
Cancioneiros
Alguns manuscritos, contudo, foram compilados em obras a que damos o nome de
"cancioneiros", quase sempre graças às ordens dos reis. Assim, as cantigas hoje existentes podem ser
encontradas em três cancioneiros:
a) Cancioneiro da Ajuda: composto no reinado de Afonso 3º, no final do século 13, tem 310
cantigas, a maioria de amor;
b) Cancioneiro da Biblioteca Nacional (ou Cancioneiro Colocci-Brancuti): contem 1.647 cantigas,
de todos os tipos, elaboradas por trovadores dos reinados de Afonso 3º e dom Dinis.
c) Cancioneiro da Vaticana: possui 1.205 cantigas de todos os tipos.
Entre os principais trovadores, devemos citar: João Soares Paiva, Paio Soares de Taveirós, dom Dinis
(que deixou cerca de 140 cantigas líricas e satíricas), João Garcia de Guilhade e Martim Codax.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Arcadismo no Brasil
Arcadismo no BrasilArcadismo no Brasil
Arcadismo no Brasil
 
Arcadismo no Brasil
Arcadismo no BrasilArcadismo no Brasil
Arcadismo no Brasil
 
Metrificação e escansão
Metrificação e escansãoMetrificação e escansão
Metrificação e escansão
 
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIASLITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
 
Figuras de linguagem para aula 1 ano
Figuras de linguagem para aula 1 anoFiguras de linguagem para aula 1 ano
Figuras de linguagem para aula 1 ano
 
Adjetivos
AdjetivosAdjetivos
Adjetivos
 
Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)Modernismo 2 fase (geração de 30)
Modernismo 2 fase (geração de 30)
 
Gênero poesia
Gênero poesiaGênero poesia
Gênero poesia
 
Classicismo
ClassicismoClassicismo
Classicismo
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
As origens da literatura portuguesa - Parte 1: Trovadorismo
As origens da literatura portuguesa - Parte 1: TrovadorismoAs origens da literatura portuguesa - Parte 1: Trovadorismo
As origens da literatura portuguesa - Parte 1: Trovadorismo
 
Literatura
LiteraturaLiteratura
Literatura
 
Resumo das escola literárias.
Resumo das escola literárias.Resumo das escola literárias.
Resumo das escola literárias.
 
Parnasianismo
ParnasianismoParnasianismo
Parnasianismo
 
Gêneros literários
Gêneros literáriosGêneros literários
Gêneros literários
 
Cronica argumentativa 9 ano
Cronica argumentativa 9 anoCronica argumentativa 9 ano
Cronica argumentativa 9 ano
 
Arcadismo[1]..
Arcadismo[1]..Arcadismo[1]..
Arcadismo[1]..
 
Pré modernismo-slides
Pré modernismo-slidesPré modernismo-slides
Pré modernismo-slides
 
Classicismo
ClassicismoClassicismo
Classicismo
 

Destaque

Linha do tempo - Literatura
Linha do tempo - LiteraturaLinha do tempo - Literatura
Linha do tempo - LiteraturaMarô de Paula
 
Trovadorismo português-linha do Tempo
Trovadorismo português-linha do TempoTrovadorismo português-linha do Tempo
Trovadorismo português-linha do TempoProfª Pettine
 
Função do paralelismo nas cantigas (trovadorismo)
Função do paralelismo nas cantigas (trovadorismo)Função do paralelismo nas cantigas (trovadorismo)
Função do paralelismo nas cantigas (trovadorismo)Andriane Cursino
 
Farsa de Inês Pereira - Gil Vicente
Farsa de Inês Pereira - Gil VicenteFarsa de Inês Pereira - Gil Vicente
Farsa de Inês Pereira - Gil VicenteAndriane Cursino
 
O velho da horta - Gil Vicente
O velho da horta - Gil VicenteO velho da horta - Gil Vicente
O velho da horta - Gil VicenteAndriane Cursino
 
Simple present tense - Answers
Simple present tense - AnswersSimple present tense - Answers
Simple present tense - AnswersAndriane Cursino
 
O trovadorismo e a mpb
O trovadorismo e a mpbO trovadorismo e a mpb
O trovadorismo e a mpbVictor Said
 
Preposições e Locuções prepositivas+Exercícios
Preposições e Locuções prepositivas+ExercíciosPreposições e Locuções prepositivas+Exercícios
Preposições e Locuções prepositivas+Exercíciosjuliabd
 
Literatura - Era Nacional
Literatura - Era Nacional  Literatura - Era Nacional
Literatura - Era Nacional CrisBiagio
 
Lista de exercícios de Química átomos, íons e ligações químicas
Lista de exercícios de Química átomos, íons e ligações químicasLista de exercícios de Química átomos, íons e ligações químicas
Lista de exercícios de Química átomos, íons e ligações químicasCarlos Priante
 

Destaque (20)

Linha do tempo - Literatura
Linha do tempo - LiteraturaLinha do tempo - Literatura
Linha do tempo - Literatura
 
Trovadorismo 1em
Trovadorismo 1emTrovadorismo 1em
Trovadorismo 1em
 
Trovadorismo português-linha do Tempo
Trovadorismo português-linha do TempoTrovadorismo português-linha do Tempo
Trovadorismo português-linha do Tempo
 
Função do paralelismo nas cantigas (trovadorismo)
Função do paralelismo nas cantigas (trovadorismo)Função do paralelismo nas cantigas (trovadorismo)
Função do paralelismo nas cantigas (trovadorismo)
 
007 012 cad_est_p1_v2_cap 01
007 012 cad_est_p1_v2_cap 01007 012 cad_est_p1_v2_cap 01
007 012 cad_est_p1_v2_cap 01
 
Cronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRios
Cronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRiosCronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRios
Cronologia E CaracteríSticas Dos Movimentos LiteráRios
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
GoExpress.Nov.2015
GoExpress.Nov.2015GoExpress.Nov.2015
GoExpress.Nov.2015
 
Farsa de Inês Pereira - Gil Vicente
Farsa de Inês Pereira - Gil VicenteFarsa de Inês Pereira - Gil Vicente
Farsa de Inês Pereira - Gil Vicente
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
1 trovadorismo
1   trovadorismo1   trovadorismo
1 trovadorismo
 
O velho da horta - Gil Vicente
O velho da horta - Gil VicenteO velho da horta - Gil Vicente
O velho da horta - Gil Vicente
 
Simple present tense - Answers
Simple present tense - AnswersSimple present tense - Answers
Simple present tense - Answers
 
Trovadorismo classicismo
Trovadorismo classicismoTrovadorismo classicismo
Trovadorismo classicismo
 
O trovadorismo e a mpb
O trovadorismo e a mpbO trovadorismo e a mpb
O trovadorismo e a mpb
 
Sociologia
SociologiaSociologia
Sociologia
 
Preposições e Locuções prepositivas+Exercícios
Preposições e Locuções prepositivas+ExercíciosPreposições e Locuções prepositivas+Exercícios
Preposições e Locuções prepositivas+Exercícios
 
Literatura - Era Nacional
Literatura - Era Nacional  Literatura - Era Nacional
Literatura - Era Nacional
 
Lista de exercícios de Química átomos, íons e ligações químicas
Lista de exercícios de Química átomos, íons e ligações químicasLista de exercícios de Química átomos, íons e ligações químicas
Lista de exercícios de Química átomos, íons e ligações químicas
 
Preposições
PreposiçõesPreposições
Preposições
 

Semelhante a Trovadorismo (20)

Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Trovadorismo 2
Trovadorismo 2Trovadorismo 2
Trovadorismo 2
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Trovadorismo - professora Vivian Trombini
Trovadorismo - professora Vivian TrombiniTrovadorismo - professora Vivian Trombini
Trovadorismo - professora Vivian Trombini
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Poesia trovadoresca e palaciana
Poesia trovadoresca e palacianaPoesia trovadoresca e palaciana
Poesia trovadoresca e palaciana
 
Trovadorismo1
Trovadorismo1Trovadorismo1
Trovadorismo1
 
Trovadorismo e humanismo
Trovadorismo e humanismoTrovadorismo e humanismo
Trovadorismo e humanismo
 
Trovadorismo1
Trovadorismo1Trovadorismo1
Trovadorismo1
 
Trovadorismo1
Trovadorismo1Trovadorismo1
Trovadorismo1
 
Trovadorismo1
Trovadorismo1Trovadorismo1
Trovadorismo1
 
Literatura medieval prof katty
Literatura medieval    prof kattyLiteratura medieval    prof katty
Literatura medieval prof katty
 
Literatura portuguesa
Literatura portuguesaLiteratura portuguesa
Literatura portuguesa
 
Trovadorismo
TrovadorismoTrovadorismo
Trovadorismo
 
Cap04 trovadorismo
Cap04 trovadorismoCap04 trovadorismo
Cap04 trovadorismo
 

Mais de Andriane Cursino

Resumos obras - Romantismo
Resumos obras - RomantismoResumos obras - Romantismo
Resumos obras - RomantismoAndriane Cursino
 
2ª e 3ª geração romântica
2ª e 3ª geração romântica2ª e 3ª geração romântica
2ª e 3ª geração românticaAndriane Cursino
 
Romantismo - introdução e 1ª geração
Romantismo - introdução e 1ª geraçãoRomantismo - introdução e 1ª geração
Romantismo - introdução e 1ª geraçãoAndriane Cursino
 
Exercises simple past - Answers
Exercises simple past - AnswersExercises simple past - Answers
Exercises simple past - AnswersAndriane Cursino
 
Gabarito Barroco/ Arcadismo
Gabarito Barroco/ ArcadismoGabarito Barroco/ Arcadismo
Gabarito Barroco/ ArcadismoAndriane Cursino
 
Classicismo / Renascimento
Classicismo / RenascimentoClassicismo / Renascimento
Classicismo / RenascimentoAndriane Cursino
 
O PARALELISMO COMO RECURSO ESTILÍSTICO DAS CANTIGAS DE MARTIM CODAX
O PARALELISMO COMO RECURSO ESTILÍSTICO DAS CANTIGAS DE MARTIM CODAXO PARALELISMO COMO RECURSO ESTILÍSTICO DAS CANTIGAS DE MARTIM CODAX
O PARALELISMO COMO RECURSO ESTILÍSTICO DAS CANTIGAS DE MARTIM CODAXAndriane Cursino
 
Exercícios sobre gêneros literários
Exercícios sobre gêneros literáriosExercícios sobre gêneros literários
Exercícios sobre gêneros literáriosAndriane Cursino
 
Modernismo (1945 - atuais) 3ª fase / Concretismo
Modernismo (1945 - atuais) 3ª fase / ConcretismoModernismo (1945 - atuais) 3ª fase / Concretismo
Modernismo (1945 - atuais) 3ª fase / ConcretismoAndriane Cursino
 
2ª fase Modernismo (1930-1945)
2ª fase Modernismo (1930-1945) 2ª fase Modernismo (1930-1945)
2ª fase Modernismo (1930-1945) Andriane Cursino
 
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)Andriane Cursino
 

Mais de Andriane Cursino (20)

Resumos obras - Romantismo
Resumos obras - RomantismoResumos obras - Romantismo
Resumos obras - Romantismo
 
Gabarito - Romantismo
Gabarito -  RomantismoGabarito -  Romantismo
Gabarito - Romantismo
 
Romantismo - Prosa
Romantismo - ProsaRomantismo - Prosa
Romantismo - Prosa
 
2ª e 3ª geração romântica
2ª e 3ª geração romântica2ª e 3ª geração romântica
2ª e 3ª geração romântica
 
Romantismo - introdução e 1ª geração
Romantismo - introdução e 1ª geraçãoRomantismo - introdução e 1ª geração
Romantismo - introdução e 1ª geração
 
Exercises simple past - Answers
Exercises simple past - AnswersExercises simple past - Answers
Exercises simple past - Answers
 
Gabarito Barroco/ Arcadismo
Gabarito Barroco/ ArcadismoGabarito Barroco/ Arcadismo
Gabarito Barroco/ Arcadismo
 
Quinhentismo
QuinhentismoQuinhentismo
Quinhentismo
 
Camões / Os Lusíadas
Camões / Os LusíadasCamões / Os Lusíadas
Camões / Os Lusíadas
 
Classicismo / Renascimento
Classicismo / RenascimentoClassicismo / Renascimento
Classicismo / Renascimento
 
O PARALELISMO COMO RECURSO ESTILÍSTICO DAS CANTIGAS DE MARTIM CODAX
O PARALELISMO COMO RECURSO ESTILÍSTICO DAS CANTIGAS DE MARTIM CODAXO PARALELISMO COMO RECURSO ESTILÍSTICO DAS CANTIGAS DE MARTIM CODAX
O PARALELISMO COMO RECURSO ESTILÍSTICO DAS CANTIGAS DE MARTIM CODAX
 
Exercícios sobre gêneros literários
Exercícios sobre gêneros literáriosExercícios sobre gêneros literários
Exercícios sobre gêneros literários
 
Modernismo (1945 - atuais) 3ª fase / Concretismo
Modernismo (1945 - atuais) 3ª fase / ConcretismoModernismo (1945 - atuais) 3ª fase / Concretismo
Modernismo (1945 - atuais) 3ª fase / Concretismo
 
2ª fase Modernismo (1930-1945)
2ª fase Modernismo (1930-1945) 2ª fase Modernismo (1930-1945)
2ª fase Modernismo (1930-1945)
 
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
Análise Libertinagem (Manuel Bandeira)
 
Modernismo 1ª fase
Modernismo 1ª faseModernismo 1ª fase
Modernismo 1ª fase
 
Semana de Arte Moderna
Semana de Arte ModernaSemana de Arte Moderna
Semana de Arte Moderna
 
Pré-modernismo
Pré-modernismoPré-modernismo
Pré-modernismo
 
Simbolismo
SimbolismoSimbolismo
Simbolismo
 
Funções da palavra que
Funções da palavra queFunções da palavra que
Funções da palavra que
 

Último

Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoIlda Bicacro
 
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfMarcianaClaudioClaud
 
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.pptAs teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.pptorlando dias da silva
 
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilPower Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilMariaHelena293800
 
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptxnelsontobontrujillo
 
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdfTema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdfAnaAugustaLagesZuqui
 
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...GisellySobral
 
Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja Mary Alvarenga
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSPedroMatos469278
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfCsarBaltazar1
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...Eró Cunha
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdfLindinhaSilva1
 
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptxQuímica-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptxKeslleyAFerreira
 
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdfAparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdfAbdLuxemBourg
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfManuais Formação
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisIlda Bicacro
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfKelly Mendes
 

Último (20)

Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdfROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
ROTINA DE ESTUDO-APOSTILA ESTUDO ORIENTADO.pdf
 
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.pptAs teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
 
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantilPower Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
Power Point sobre as etapas do Desenvolvimento infantil
 
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
5. EJEMPLOS DE ESTRUCTURASQUINTO GRADO.pptx
 
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdfTema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
Tema de redação - A prática do catfish e seus perigos.pdf
 
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
 
Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptxSlides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
Slides Lição 8, CPAD, Confessando e Abandonando o Pecado.pptx
 
Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
 
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...Regulamento do Festival de Teatro Negro -  FESTIAFRO 2024 - 10ª edição -  CEI...
Regulamento do Festival de Teatro Negro - FESTIAFRO 2024 - 10ª edição - CEI...
 
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
4 ano atividade fonema e letra 08.03-1.pdf
 
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptxQuímica-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
Química-ensino médio ESTEQUIOMETRIA.pptx
 
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdfAparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
Aparatologia na estética - Cavitação, radiofrequência e lipolaser.pdf
 
Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
 
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdfGramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
Gramática - Texto - análise e construção de sentido - Moderna.pdf
 

Trovadorismo

  • 2. Linha do tempo literatura portuguesa e brasileira
  • 3. Contexto Histórico Idade Média Séc V - XV Teocentrismo Cruzadas Feudalismo Educação Caráter militar Honra, lealdade e dignidade
  • 4. Sistema feudal Fim do Império Romano Invasões Bárbaras Feudalismo Suserano = concedia Vassalo = recebia Feudo = PORÇÃO DE TERRA senhor feudal + membros empobrecidos da nobreza + cavaleiros + camponeses livres e servos = unidos por uma relação de depedência = vassalagem. FEUDO VassaloSuseran o
  • 5.
  • 6. Cantiga da Ribeirinha (1189 ou 1198) de Paio Soares de Taveirós é o marco inicial da Literatura Portuguesa. TROVADORISMO NOVELAS DE CAVALARIA (prosa) CANTIGAS (poesia)
  • 7. Novelas de Cavalaria PROSA: longas narrativas em versos As aventuras: Cavaleiros Divulgar os valores: Honra e Lealdade Ideais cristãos
  • 8. Novelas de Cavalaria Rei Arthur e Cavaleiros da Távola Redonda A demanda do Santo Graal Amadis de Gaula Tristão e Isolda
  • 9. Cantigas - Características Língua galego-português Tradição oral Cantada e acompanhada por instrumentos musicais Amor cortês (mesura, “coita”, vasalagem amorosa)
  • 10. Cantigas - Instrumentos Violas de arcos / Cítaras Flautas / Alaúdes Pandeiros / Saltérios Gaitas / Soalhas
  • 11. Cantigas - Artistas Trovador: alta nobreza, músico Segrel: nobre, poeta, cantor Jogral: compositor e cantor Menestrel: cantor Soldadeira: acompanha o jogral
  • 13. Cantiga de amor Paixão infeliz, o amor não correspondido O eu lírico é sempre masculino O homem é o coitado (sofre de uma dor imensa) e a mulher formosa Superioridade da dama Homem (vassalo) x mulher (suserana) - nobres Origem provençal (sul da França)
  • 14. Cantiga da Ribeirinha (Paio Soares de Taveirós) "No mundo nom me sei parelha, mentre me for' como me vai, ca ja moiro por vos - e ai mia senhor branca e vermelha, queredes que vos retraia quando vos eu vi em saia! Mao dia que me levantei, que vos enton nom vi fea! " No mundo ninguém se assemelha a mim / enquanto a minha vida continuar como vai / porque morro por ti e ai / minha senhora de pele alva e faces rosadas, / quereis que eu vos descreva (retrate) / quanto eu vos vi sem manto (saia : roupa íntima) / Maldito dia! me levantei / que não vos vi feia (ou seja, viu a mais bela).
  • 15. Cantiga de amigo Relação amorosa entre camponeses O tema central é a saudade O eu lírico é sempre feminino Expõe a visão feminina do amor O amor é real e possível Amor natural e espontanêo Paralelismo e Refrão Origem Ibérica (peninsular)
  • 16. Cantiga de amigo de Martim Codax Ondas do mar de Vigo Se vires meu namorado! Por Deus, (digam) se virá cedo! Ondas do mar revolto, Se vires o meu namorado! Por Deus, (digam) se virá cedo! Se vires meu namorado, Aquele por quem eu suspiro! Por Deus, (digam) se virá cedo! Se vires meu namorado Por quem tenho grande temor! Por Deus, (digam) se virá cedo!
  • 17. Cantiga de escárnio Crítica por meio de palavras ambíguas (de duplo sentido) - INDIRETA É obtido por meio de ironias, trocadilhos e jogos semânticos De modo geral, ridicularizam o comportamento de nobres ou denunciam as mulheres que não seguem o código do amor cortês
  • 18. Cantiga de escárnio de Joan Garcia de Guilhade Ai, dona fea, fostes-vos queixar que vos nunca louv[o] em meu cantar; mais ora quero fazer um cantar em que vos loarei toda via; e vedes como vos quero loar: dona fea, velha e sandia! Ai, dona feia, foste-vos queixar que nunca vos louvo em meu cantar; mas agora quero fazer um cantar em que vos louvares de qualquer modo; e vede como quero vos louvar dona feia, velha e maluca!
  • 19. Cantiga de maldizer Crítica de modo direto, explícito, identificando a pessoa satirazada Intenção difamatória Linguagem ofensiva e palavras de baixo calão Muitas vezes, tratam das indiscrições amorosas de nobres e membros do clero
  • 20. Cantiga de maldizer Martim jogral, que defeita, sempre convosco se deita vossa mulher! Vedes-me andar suspirando; e vós deitado, gozando vossa mulher! Do meu mal não vos doeis; morro eu e vós fodeis vossa mulher! João Garcia de Guilhade A vós, Dona Abadessa, de mim, Dom Fernand'Esquio, estas doas vos envio, porque sei que sodes essa dona que as merecedes: quatro caralhos franceses e dous à Prioressa. Fernando Esquio
  • 21. Cancioneiros Alguns manuscritos, contudo, foram compilados em obras a que damos o nome de "cancioneiros", quase sempre graças às ordens dos reis. Assim, as cantigas hoje existentes podem ser encontradas em três cancioneiros: a) Cancioneiro da Ajuda: composto no reinado de Afonso 3º, no final do século 13, tem 310 cantigas, a maioria de amor; b) Cancioneiro da Biblioteca Nacional (ou Cancioneiro Colocci-Brancuti): contem 1.647 cantigas, de todos os tipos, elaboradas por trovadores dos reinados de Afonso 3º e dom Dinis. c) Cancioneiro da Vaticana: possui 1.205 cantigas de todos os tipos. Entre os principais trovadores, devemos citar: João Soares Paiva, Paio Soares de Taveirós, dom Dinis (que deixou cerca de 140 cantigas líricas e satíricas), João Garcia de Guilhade e Martim Codax.