O slideshow foi denunciado.

Palestra ESE cap 7 pobres espirito

937 visualizações

Publicada em

Palestra espirita baseada no Evangelho segundo o espiritismo cap 7

Publicada em: Espiritual
  • Seja o primeiro a comentar

Palestra ESE cap 7 pobres espirito

  1. 1. Caridade e humildade Bom dia, sejam todos muito benvindos a nossa casa espírita, para continuarmos o nosso estudo dos ensinamentos de Jesus Cristo!  Hoje vamos falar sobre o tema Caridade e humildade, retirado do cap 7 itens 1-10; Bem-aventurados os pobres de espírito, do livro ESE de A. Kardec.  AK no início do ESE, escreveu a seguinte mensagem:  “Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão, face a face, em todas as épocas da humanidade.” São Paulo, 25 de Abril de 2015 – SEAC/CEEAK Palestrante: Tiburcio Santos
  2. 2. 1) O espiritismo e as Leis Divinas ou Naturais  Por que será que ele diz: “... em todas as épocas da humanidade”?  Porque estamos constantemente evoluindo, e este é já um princípio ou Lei Universal, a LEI DO PROGRESSO, de onde aprendemos que o progresso tecnológico precede o moral; ou seja, produzimos muitas coisas que podem melhorar nossa vida material, mais muitas vezes as utilizamos de maneira errada ou com finalidade negativa.  Basta querermos e nos esforçarmos um pouco, dedicando uns poucos minutos do nosso dia para o estudo e mantendo um contato regular para conscientizarmos do nosso lado divino.
  3. 3. 1) O espiritismo e as Leis Divinas ou Naturais  Dessa forma, postergamos ao máximo nosso desenvolvimento moral, nos esquivando com desculpas sobre as necessidades cotidianas e nossa sobrevivência no dia-a-dia: com trabalho, escola, cuidado com os filhos e família, cuidados com o corpo, vida social...  E retardando nosso avanço rumo a Divindade e planos mais evoluídos, principalmente por desconhecimento das verdades que hoje já estão ao alcance da nossa compreensão.  Mas será que estão mesmo ao nosso alcance? Claro que sim!!
  4. 4. 2) O Pentateuco Espírita  AK elaborou muitos livros, reunindo revelações do mundo todo, principalmente os cinco livros básicos que compõem a Doutrina Espírita, chamados de Pentateuco Espírita:  Livro dos Espíritos (1857)  Livro dos Médiuns (1861)  O Evangelho segundo o Espiritismo (ESE) (1864)  O Céu e o Inferno (1865)  A Gênese (1868)  O que é o Espiritismo? Obras póstumas
  5. 5. 3) Nossa Casa Espírita C.E.E.A.K. = Centro de Estudos Espíritas Allan Kardec  Estudos: diversos cursos de evangelização Sem fins lucrativos... 100% trabalho voluntário!
  6. 6. 3) Nossa Casa Espírita S.E.A.C. = Sopa, Esperança, Amor e Caridade  Assistência Social: sopa, cestas Natal, Dia das crianças, etc...  Assistência Espiritual: passes Alimento para o corpo e para a alma!
  7. 7. 4) O estudo do ESE  É com muita alegria que convido vcs para estudarmos o ESE, junto com os amigos espirituais aqui presentes; pois desde a nossa decisão de vir ao SEAC hoje, já estamos sendo acompanhados dos nossos anjos protetores e espíritos simpatizantes, que atraímos segundo nossos pensamentos e ações.  A partir da entrada no salão, já estamos sendo assistidos; esta palestra é parte integrante do passe, e foi desenvolvida a partir do Evangelho de Jesus, sob a interpretação espírita.  Convido a todos para retornar ao salão, após o passe.
  8. 8. 4) O estudo do ESE  O ESE é uma seleção de passagens da Bíblia, organizadas de acordo com temas retirados dos 4 evangelhos, e contendo a explicação das máximas morais do Cristo, sua concordância com o Espiritismo e sua aplicação às diversas situações da vida.  Somente através dos ensinos de Jesus, médium de Deus, é que vamos encontrar o entendimento e a solução de todos os nossos problemas. Hoje abordaremos:  O que se deve entender por pobres de espírito  Quem se elevar será rebaixado
  9. 9. 5) Prece de abertura  Vamos então respirar profundamente, fechando levemente nossos olhos, para uma ligação mais rápida e verdadeira com o plano espiritual que nos cerca, desligando momentaneamente dos sentidos materiais, e elevando nosso pensamento à Jesus.  Pedimos ao nosso irmão maior e modelo que, juntamente com os mensageiros, espíritos protetores e simpatizantes, nos leve até a presença do Pai; e juntos oremos:  “Amado Deus, pedimos que nos ajude a compreender as mensagens de hoje e receber os benefícios desta assistência criando as melhores condições no meu corpo, mente e espírito.  Que assim seja, graças a Deus!!
  10. 10. 5) Prece de abertura  Nesta preparação, vou pedir a vcs que permaneçam mais um pouco neste estado de conexão com o mundo maior, para sintonizarmos com as energias mais sutis e planos mais elevados, levando alimento a nossa alma e percebendo que a prece pode nos conectar diretamente com Deus.  Mantendo este sentimento, ouçam esta “Prece dos aflitos e agonizantes”, do livro Paulo e Estevão, de FCX e Emmanuel.
  11. 11. 5) Prece dos aflitos e agonizantes • Senhor Deus, Pai dos que choram, • Dos tristes, dos oprimidos. • Fortaleza dos vencidos, • Consolo de toda a dor, • Embora a miséria amarga, • Dos prantos de nosso erro, • Deste mundo de desterro, • Clamamos por vosso amor! • Nas aflições do caminho, • Na noite mais tormentosa, • Vossa fonte generosa • É o bem que não secará... • Sois, em tudo, a luz eterna • Da alegria e da bonança • Nossa porta de esperança • Que nunca se fechará. • Quando tudo nos despreza • No mundo da iniqüidade, • Quando vem a tempestade • Sobre as flores da ilusão! • O! Pai, sois a luz divina, • O cântico da certeza, • Vencendo toda aspereza, • Vencendo toda aflição. • No dia de nossa morte, • No abandono ou no tormento, • Trazei-nos o esquecimento • Da sombra, da dor, do mal!... • Que nos últimos instantes, • Sintamos a luz da vida • Renovada e redimida • Na paz ditosa e imortal.
  12. 12. 6) Bem-aventuranças  O Sermão da Montanha é um dos mais difíceis de compreensão, onde Jesus desenvolve vários temas relacionados com as atribulações da vida terrestre.  Aqui é necessário explicar primeiro o que Jesus quis dizer com pobres de espírito: são as pessoas que não querem ser o centro das atenções, que não buscam só o seu destaque individual, mas sim, trabalham para a coletividade, mesmo que isso venha a incomodar sua própria vida.
  13. 13. 6) Bem-aventurados os pobres de espírito  Vamos continuar nosso estudo do ESE com o cap 7 “Bem-aventurados os pobres de espírito”, com a leitura do parágrafo inicial que transcreve o Evangelho de Mateus:  1. Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus. (Mateus V:3)  Os pobres de espírito são as pessoas que buscam o conhecimento, a riqueza interior, deixando as aparências exteriores em segundo plano. Estas pessoas cultivam a humildade e a caridade e por isto o Reino dos Céus será delas.
  14. 14. 7) O Reino dos Céus  Mas, o que seria o Reino dos Céus?  Reino dos Céus não é um local, uma cidade ou mesmo o céu material do nosso planeta. Mas sim, é um estado de espírito, que pode ser conseguido mesmo nesta vida.  Este estado abrange a paz e a felicidade interiores, alcançados com a aplicação dos ensinos de Jesus no nosso dia-a-dia e com o aprendizado contínuo.  Isto só se adquire com a humildade. E só o sentimento da humildade fará o homem reconhecer os seus erros e defeitos e a necessidade de melhoria interior.
  15. 15. 7) O Reino dos Céus  Prosseguindo com o Evangelho de Mateus:  Ao dizer que o Reino dos Céus é para os simples, Jesus ensina que ninguém será nele admitido sem a simplicidade de coração e a humildade de espírito;  que o ignorante que possui essas qualidades será preferido ao sábio que acreditar mais em si mesmo do que em Deus.  Em todas as circunstâncias, ele coloca a humildade entre as virtudes que nos aproximam de Deus, e o orgulho entre os vícios que dele nos afastam.  E isso por uma razão muito natural, pois a humildade é uma atitude de submissão a Deus, enquanto o orgulho é a revolta contra Ele.  Mais vale, portanto, para a felicidade do homem, ser pobre de espírito, no sentido mundano, e rico de qualidades morais.  Percebemos que o processo de crescimento espiritual está associado à humildade e simplicidade.  A vida é essencialmente uma escola, e só cresce nesta escola aquele que combate o seu orgulho e o substitui pela qualidade indispensável ao aprendizado, que é fazer ao próximo o que se deseja para si mesmo.
  16. 16. 8) A incredulidade dos sábios  AK esclarece sobre a incredulidade de muitas pessoas:  2. A incredulidade se diverte com esta máxima: Bem-aventurados os pobres de espírito, como com muitas outras coisas que não compreende.  Os homens cultos e inteligentes, segundo o mundo, fazem geralmente tão elevada opinião de si mesmos e de sua própria superioridade, que consideram as coisas divinas como indignas de sua atenção.  Preocupados somente com eles mesmos, não podem elevar o pensamento a Deus.  Essa tendência a se acreditarem superiores a tudo leva-os muito freqüentemente a negar o que, sendo-lhes superior, pudesse rebaixá-los, e a negar até mesmo a Divindade.  E, se concordam em admiti-la, contestam-lhe um dos seus mais belos atributos: a ação providencial sobre as coisas deste mundo, convencidos de que são suficientes para bem governá-lo.  Tomando sua inteligência como medida da inteligência universal, e julgando-se aptos a tudo compreender, não podem admitir como possível aquilo que não compreendem.  Quando se pronunciam sobre alguma coisa, seu julgamento é para eles inapelável.
  17. 17. 8) A incredulidade dos sábios  Continuando:  Entretanto, digam o que quiserem, terão de entrar, como os outros, nesse mundo invisível que tanto ironizam.  Então seus olhos se abrirão, e reconhecerão o erro.  Mas Deus, que é justo, não pode receber da mesma maneira aquele que desconheceu o seu poder e aquele que humildemente se submeteu às suas leis, nem aquinhoá-los por igual.  Se ao contrário, nós nos posicionarmos de uma forma humilde perante a vida e nossos irmãos, seremos grandes no mundo espiritual, e numa próxima reencarnação não existirá o sofrimento.  Os grandes no mundo material, que algum dia poderá ser um de nós, devem também agir com humildade e simplicidade, tratando os que dependem deles com respeito e misericórdia, fazendo jus à responsabilidade que Deus lhe concedeu.
  18. 18. 9) A lei de ação e reação  A Doutrina Espírita nos mostra racionalmente a necessidade do combate ao orgulho, demonstrando através da reencarnação que tudo o que plantarmos nós colheremos, ou seja, se nos elevarmos através do orgulho, colocando-nos acima dos nossos irmãos de vida, nós seremos rebaixados no mundo espiritual.  Assim, a consequência da lei de ação e reação será a de também rebaixar-nos em uma futura reencarnação.  Daí, surgem as dificuldades e problemas que não entendemos porque temos, mas que têm sua origem em nossos atos pretéritos.  O objetivo de nossa vida aqui na terra só será atingido com a humildade.  Este objetivo é o aprendizado através das mais variadas oportunidades que a experiência reencarnatória nos oferece.  Seja vivenciando os problemas, as dificuldades e mesmo as mais banais situações diárias.
  19. 19. 10) As Bem-aventuranças eternas  Emmanuel nos auxilia: explicando que confere Jesus a credencial de bem-aventuranças aos seguidores que lhe partilham as aflições e trabalho. E completa:  “o Mestre reporta-se às Bem-Aventuranças eternas; entretanto, são raros os que se aproximam delas, com perfeita compreensão.  Oferece Jesus de Nazaré muitas Bem-aventuranças. Raros, porém os que desejam-nas.”  É por isso que existem muitos pobres e aflitos que podem ser grandes necessitados no Mundo, mas que ainda não são benditos no Céu.  Ao contrário, a calma e a resignação, hauridas na maneira de encarar a vida terrestre, e na fé no futuro, dão ao Espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. (Kardec, 1984, cap. 5, it. 14 a 17, p. 79 a 81).  “Saibamos sofrer e sofreremos menos". Esta é uma frase que devemos nos lembrar em todos os estados depressivos de nossa alma, a fim de nos fortalecermos para o futuro.
  20. 20. 11) Novos caminhos  Quando nos desfazemos das crenças inadequadas, morre em nós tudo aquilo que é velho, e passamos a reformular ou remodelar novos caminhos, dinamizando a casa mental e ampliando o universo pessoal.  Quer aceitemos ou não, o mundo está progredindo.  A Natureza está em constante evolução, por isso temos necessidade de fazer uma constante auto-observação dos nossos valores, ideias e crenças.  Não adianta guardar a certeza na sobrevivência da alma além da morte, sem o preparo terrestre na direção da vida espiritual.  Somos abençoados com a luz do conhecimento, mas já não é mais possível adiar o trabalho de renovação das nossas predisposições íntimas.  Estamos hoje encontrando ou reencontrando a palavra do Cristo, que perdemos em algum momento na nossa caminhada redentora.  Não será este o momento mais decisivo da nossa vida?
  21. 21. 12) Leis Divinas ou Naturais  Precisamos compreender que existem leis universais que necessitamos conhecer e respeitar, uma das principais é a Lei de Causa e Efeito, ou Lei do Carma, que diz que o que temos hoje é consequência do que vivemos antes.  A Reencarnação é portanto um meio para nosso crescimento, que recebemos através de misericórdia e justiça divinas, temos várias oportunidades para atingirmos nosso objetivo.  Não existe portanto, um determinismo como o descrito pela corrente que prega a unicidade de existência, onde o destino esta selado definitivamente no final da vida: se foi bom vai para o céu, e se foi mal, vai para o inferno.  Não tendo mais nenhuma chance para se redimir dos erros, corrigir o que foi feito de errado e ficará em penas ou gozos eternos. Que pai/mãe quer isso para seu filho querido?  Deus é justo e soberanamente bom, nós é que desconhecemos as leis e teimamos em permanecer no erro, sem nenhum esforço ou reformulação moral, de hábitos e atitudes. Somos responsáveis pelo que vivemos!
  22. 22. 13) Evolução e livre-arbítrio  A partir dos conceitos de Reencarnação e consequente imortalidade da alma, que esta em constante progresso, entendemos a pluralidade das existências e a nossa passagem pelos reinos mineral, vegetal, animal, hominal, angélico e arcangélico, consequência desse processo evolutivo.  Fomos criados por Deus simples e ignorantes, e caminhamos através das várias existências, passando por experiências diversas, através de erros e acertos, adquirindo conhecimento e expandindo nossa consciência sobre as coisas de ambos os mundos: material e espiritual, atingindo como meta final a nossa união com a divindade.  Portanto, já podemos responder a pergunta: De onde viemos?  Viemos do vontade de Deus, que nos criou espíritos imortais, simples e ignorantes, e estamos em constante evolução, passando pelos vários reinos até atingirmos planetas ou dimensões cada vez mais sutis, onde não mais precisaremos da vestimenta carnal.  Sabemos que Deus esta constantemente criando novos espíritos, que seguirão o mesmo caminho, mais ou menos rapidamente, conforme forem as escolhas feitas pelo seu livre-arbítrio.
  23. 23. 14) Para onde vamos?  Não há, pois, duvidar de que, sob o nome de ressurreição, o princípio da reencarnação era ponto de uma das crenças fundamentais dos judeus, ponto que Jesus e os profetas confirmaram de modo formal; donde se segue que negar a reencarnação é negar as palavras do Cristo.  Um dia, porém, suas palavras, quando forem meditadas sem idéias preconcebidas, reconhecer-se-ão autorizadas quanto a esse ponto, bem como em relação a muitos outros.  Sem os princípios da preexistência da alma e da pluralidade das existências, são ininteligíveis, em sua maioria, as máximas do Evangelho, razão por que hão dado lugar a tão contraditórias interpretações.  Está nesse princípio a chave que lhes restituirá o sentido verdadeiro. Só ela pode dizer ao homem donde ele vem, para onde vai, por que está na Terra, e justificar todas as anomalias e todas as aparentes injustiças que a vida apresenta.  Falta então responder a pergunta:  Para onde vamos? “Para o infinito e além” ... Para a liberdade!
  24. 24. 15) A Liberdade  O Criador, que nos concedeu a vida, deu-nos ao mesmo tempo a liberdade. O que levou Paulo de Tarso a proclamar: "É para a liberdade que Cristo nos libertou. Permanecei firmes, portanto, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão" .  A rigidez mental é uma das formas mais corriqueiras de atrair o sofrimento. Mudança é um mecanismo espiritual através do qual Deus assegura a evolução. Quem não evolui fica paralisado, desenvolvendo um verdadeiro entorpecimento interior.  Para transformarmos a vida para melhor, temos que começar a nos mudar por dentro. E, para tanto, precisamos inicialmente desfazer os diversos conceitos equivocados que nos foram transmitidos de forma não-intencional pelos nossos pais, avós, amigos, professores, ou até mesmo pela literatura de diversas correntes de pensamento: científico, filosófico e religioso.  Talvez estejamos tão rijos intimamente que sentiremos dificuldade em dar os primeiros passos rumo à liberdade, mas, com determinação e com o passar do tempo, tomaremos consciência cada vez mais de como é agradável e realizadora a mudança interior; aí tudo se tornará mais fácil.
  25. 25. Caridade e humildade Bom dia, sejam todos muito benvindos a nossa casa espírita, para continuarmos o nosso estudo dos ensinamentos de Jesus Cristo!  Hoje vamos falar sobre o tema Caridade e humildade, retirado do cap 7 itens 1-10; Bem-aventurados os pobres de espírito, do livro ESE de A. Kardec.  AK no início do ESE, escreveu a seguinte mensagem:  “Fé inabalável é somente aquela que pode encarar a razão, face a face, em todas as épocas da humanidade.” São Paulo, 25 de Abril de 2015 – SEAC/CEEAK Palestrante: Tiburcio Santos

×