Slides 04-05

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Slides 04-05

  1. 1. LEITURA DELEITE
  2. 2. Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas... Que já tem a forma do nosso corpo... E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares... É o tempo da travessia... E se não ousarmos fazê-la... Teremos ficado... Para sempre... À margem de nós mesmos... FERNANDO PESSOA
  3. 3. Compreender e produzir textos orais e escritos de diferentes gêneros, veiculados em suportes textuais diversos, e para atender a diferentes propósitos comunicativos, considerando as condições em que os discursos são criados e recebidos.
  4. 4. Apreciar e compreender textos do universo literário (contos,fábulas, crônicas, poemas, dentre outros), levando-se em conta os fenômenos de fruição estética, de imaginação e de lirismo, assim como os múltiplos sentidos que o leitor pode produzir durante a leitura.
  5. 5. Apreciar e usar em situações significativas os gêneros literários do patrimônio cultural da infância, como parlendas, cantigas, trava línguas.
  6. 6. Compreender e produzir textos destinados à organização e socialização do saber escolar/científico (textos didáticos, notas de enciclopédia, verbetes,resumos, resenhas, dentre outros) e à organização do cotidiano escolar e não escolar (agendas, cronogramas, calendários, cadernos de notas...).
  7. 7. Participar de situações de leitura/escuta e produção oral e escrita de textos destinados à reflexão e discussão acerca de temas sociais relevantes (notícias,reportagens, artigos de opinião, cartas de leitores, debates, documentários...).
  8. 8. Produzir e compreender textos orais e escritos com finalidades voltadas para a reflexão sobre valores e comportamentos sociais, planejando e participando de situações de combate aos preconceitos e atitudes discriminatórias (preconceito racial, de gênero, preconceito a grupos sexuais, preconceito linguístico, dentre outros).
  9. 9. Atividade prática Examinem os livros didáticos adotados em nosso município; Leiam os descritores do PNAIC Escolham um conteúdo programático; Relacionem o descritor com o conteúdo; E escrevam a habilidade que essa atividade desenvolve no seu aluno.
  10. 10. O Direito à Educação Básica é garantido a todos os brasileiros e, segundo prevê a Lei 9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, “tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores” (Art. 22).
  11. 11. Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade,terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: I- o desenvolvimento da capacidade de aprender,tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; II- a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; III- o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem,tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
  12. 12. No documento “Indagações sobre o currí- culo”, Moreira e Candau (2007) apontam a necessidade atual de recuperar o direito do estudante ao conhecimento. Recupera, portanto, os vínculos entre cultura, currículo e aprendizagem
  13. 13. • QUANDO CONCEBE A EDUCAÇÃO COMO UM DIREITO DE TODOS; • QUANDO ENCARA OS DIREITOS DE APRENDIZAGEM COMO UM COMPROMISSO SOCIAL;
  14. 14. • QUANDO ELE PROMOVE A IGUALDADE DE OPORTUNIDADES; • QUANDO CONSIDERA A DIVERSIDADE DE PROCESSOS DE APRENDIZAGEM; • QUANDO RESPEITA A HETEROGENEIDADE DAS TURMAS; • QUANDO CUMPRE A DIMENSÃO POLÍTICA E PEDAGÓGICA DA ALFABETIZAÇÃO.
  15. 15. Moreira e Candau (2007, p. 19) afirmam que “o papel do educador no processo curricular é, assim, fundamental. Ele é um dos grandes artífices, queira ou não, da construção dos currículos que se materializam nas escolas e sala de aula”.
  16. 16. (Art. 3º inciso IV, p. 48) As Diretrizes Curriculares Nacional( DCN) orientam para que as propostas curriculares contemplem várias áreas do conhecimento: Ciências Humanas, Ciências Naturais e Matemática e Linguagens, de forma articulada e interdisciplinar.
  17. 17. • A interdisciplinaridade funciona como elemento estruturante do plano curricular no ciclo de alfabetização e aponta para a necessidade de um planejamento que dialogue com as diversas áreas do conhecimento. • Além disso, planejamento deve ser coletivo, contextualizado e fundamentado no contexto escolar.
  18. 18. • PARA IDENTIFICAR CONHECIMENTOS PRÉVIOS; • PARA CONHECER AS DIFICULDADES E PLANEJAR ATIVIDADES ADEQUADAS; • PARA VERIFICAR O APRENDIZADO E DECIDIR O QUE PRECISA RETOMAR; • PARA VERIFICAR A UTILIDADE/VALIDADE DAS ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS E REDIMENSIONAR O ENSINO.
  19. 19. “A avaliação cruza o trabalho pedagógico desde seu planejamento até a execução, coletando dados para melhor compreensão da relação entre o planejamento, o ensino e aprendizagem e poder orientar a intervenção didática para que seja qualitativa e contextualizada.” (Silva, 2003, p. 14)
  20. 20. ESTUDO DE CASOS
  21. 21. PELA TARDE PELA TARDE
  22. 22. Dinâmica da caixa – DeleiteDinâmica da caixa – Deleite
  23. 23. Alfabetização eAlfabetização e LetramentoLetramento Ilustração: André Neves
  24. 24. TEMPO DE LETRAMENTO Nessa tarde pretendemos discutir o fenômeno do letramento, diferenciando-o do processo de alfabetização que muitos ainda insistem em realizar, bem como fazer com que reflitamos sobre nossa prática pedagógica, atualizando-nos em termos de novas teorias. Verifica-se que não se pode pensar em alfabetização, distanciada das práticas de letramento, pois uma completa a outra.
  25. 25. 1966 1980 1990 2000 ALFABETIZAÇÃO E SUAS CRENÇAS • Cartilhas - caminhos sintéticos ou analíticos; • se ensinava “do mais simples para o mais complexo”; • só era oferecido à criança textos que ela pudesse dominar; • repetição e memorização; • funções perceptivo motoras; • não se ensina a ler e a escrever antes da prontidão; 1970
  26. 26. Há alguns anos, as pessoas eram classificadas em alfabetizadas ou analfabetas, pela condição de saber, ou não, escrever o próprio nome -condição para que se pudesse votar e escolher os governantes.
  27. 27. Na década de oitenta, surgiu o termo analfabetismo funcional para designar as pessoas que, sabendo escrever o próprio nome e identificar letras, não sabiam fazer uso da leitura e da escrita, sendo, portanto, analfabeto funcional. 1966 1970 1980 1990 2000
  28. 28. 1966 1970 1980 1990 2000 Mas, observou-se que, mesmo dentre os que permaneciam por mais tempo nas escolas, alguns não eram capazes de interagir e se apropriar da leitura e da escrita
  29. 29. 1966 1970 1980 1990 2000 Surge então, a necessidade das escolas repensarem seu papel social. Não apenas alfabetizar. Não apenas fazer com que o indivíduo permaneça na escola por mais tempo. Mas dar qualidade a esse tempo de permanência nas escolas. Ou seja, que o indivíduo modifique as suas condições iniciais, sob os aspectos: social, cultural e econômico para este crescer tanto cognitiva quanto criticamente.
  30. 30. A apropriação da leitura e escrita
  31. 31. ...e além da literatura...
  32. 32. Mudanças nas concepções de alfabetização
  33. 33. 1970  Psicogênese da língua escrita: • compreensão das escritas não convencionais; • questionamento da graduação de dificuldade; • importância da função social da escrita; • ambiente alfabetizador; • apresentação de diferentes tipos de texto; • entendimento do erro. 1966 1990 20001970 1980 Mudanças conceituais e práticas
  34. 34. Letramento: •Percepção da escrita como um outro modo de falar (discurso monológico letrado); •Atenção voltada para os gêneros dos textos; •Questionamento da validade do trabalho centrado no texto. 1966 1970 1980 1990 2000 Mudanças Conceituais e Práticas
  35. 35. É tempo de letramento! Usos, conhecimentos, valorização da escrita e valores e crenças em torno da escrita (Silvia Terzi) “Uso social da escrita e da leitura”
  36. 36. “DESINVENÇÃO” DA ALFABETIZAÇÃO Perda da especificidade do processo de apropriação do sistema alfabético devido a: • Inferências errôneas na transposição da concepção construtivista e da psicogênese para a prática pedagógica; • Ideia de que o convívio com textos seria suficiente para a alfabetização acontecer; • ideia da incompatibilidade entre a concepção construtivista e a questão do método; • Privilégio da faceta psicológica em detrimento da linguística; • Foco no processo de letramento.
  37. 37. Reinvenção da Alfabetização Ao lado do trabalho com a leitura e escrita em diversos gêneros, é preciso, então, garantir intervenções no sentido de:
  38. 38. • favorecer a conquista gradual do nível alfabético (provocar o avanço nas hipóteses de escrita) e, depois, das correspondências grafofônicas; • provocar a reflexão fonológica (consciência fonológica com e sem a presença da escrita); • ampliar, no contexto de práticas lúdicas, contextualizadas e significativas, o conhecimento das letras, signos da escrita no nosso sistema (categorização gráfica e funcional); • favorecer o uso de estratégias várias de reconhecimento de palavras, de leitura.
  39. 39. As crianças pensam sobre a escrita. Ora, pensam também sobre as unidades menores como letras, sobre sons, pensam sobre relação entre letras e sons... a fffffffff r MP xxxxx
  40. 40. ...pensam. Sobre tudo. Desde textos, palavras, até unidades fonológicas e gráficas menores que a palavra. rimas Sílabas -ola -ÃO trr prrr palavras aliterações assonâncias Versos, frases
  41. 41. ALFABETIZAR LETRANDO ALFABETIZAÇÃO LETRAMENTO
  42. 42. REFLETINDO!
  43. 43. ACHE O INTRUSO...
  44. 44. PONDO EM PRÁTICA O QUE REFLETIMOS!
  45. 45. Nessa perspectiva Avaliação x Erro:  Organizar grupos de 5 pessoas;  Escolher um conteúdo atual do livro de Língua Portuguesa; Relacioná-lo com o descritor proposto;  Criar uma atividade avaliativa;  Listar as habilidades a serem avaliadas nessa atividade; Socializar a atividade.
  46. 46. Aconteceu aqui... “Momento das atividades exitosas”
  47. 47. O que estou levando para casa...
  48. 48. Ensinamos para que todos possam aprender a ousadia, e não o medo; a solidariedade, e não o individualismo; o prazer, e não o Sofrimento... são os pilares de um Currículo Inclusivo.
  49. 49. Dinâmica de encerramentoDinâmica de encerramento

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