O documento analisa a evolução histórica das concepções de infância, destacando como as crianças foram percebidas e tratadas ao longo do tempo, especialmente em relação à escola e à educação. Destaca que a visão moderna da infância se separa da antiga percepção, onde a criança era vista como um pequeno adulto sem voz. Enfatiza a necessidade de respeitar a infância como uma fase de participação social e construção de saberes, considerando as mudanças culturais e sociais que impactam a educação infantil.