9º encontro pnaic 2014 vânia ok

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slides dos Caderno 5 e 6 de Matemática/PNAIC 2014 Geometria e Grandezas e Medidas

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9º encontro pnaic 2014 vânia ok

  1. 1. Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa Sejam Bem Vindas! Orientadora de Estudo do PNAIC Rozivania Lima Vicência, 18 de outubro 2014.
  2. 2. Acolhida Caça ao tesouro
  3. 3. Leitura deleite
  4. 4. Para Casa Socialização
  5. 5. Retomando... PARA CASA/ESCOLA: (Socialização das atividades desenvolvidas na escola)  A partir dos estudos desse encontro, aplicar as atividades pertinentes ao trabalho com geometria;  Aplicar atividades com os itens trabalhados na ANA  Fazer o registro no caderno de planejamento e enviar fotos para o e-mail da turma.
  6. 6. ANA Avaliação Nacional de Alfabetização
  7. 7. ANA Avaliação Nacional de Alfabetização
  8. 8. ANA Avaliação Nacional de Alfabetização POR ESCOLA UNIDADE ESCOLAR ALUNOS LEITURA ESCRITA MATEMÁTICA M P Formaçã o Docente 1 a 4 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Sem Pontos Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 ESCOLA MUNICIPAL MARIA JOSÉ MONTEIRO 19 13 50,00 Grupo 2 71,43 14,29 14,29 0 28,57 28,57 28,57 14,29 0 50 33,33 0 16,67 ESCOLA MUNICIPAL JACY ESTELITA 23 16 0,00 Grupo 2 25 50 25 0 12,5 25 37,5 12,5 12,5 25 37,5 25 12,5 ESCOLA MUNICIPAL JOSÉ RUFINO 27 21 40,00 Grupo 2 45,45 36,36 9,09 9,09 0 33,33 22,22 22,22 22,22 40 30 10 20 ESCOLA MUNICIPAL LUIZA COUTINHO 52 37 0,00 Grupo 3 33,23 42,95 14,32 9,51 5,29 24,52 15,87 24,52 29,81 12,09 56,59 24,91 6,41 ESCOLA MUNICIPAL NAPOLEAO XAVIER 58 42 14,29 Grupo 3 56,32 21,84 17,82 4,02 15,24 0 23,79 41,34 19,63 35,21 39,75 11,14 13,89 ESCOLA MUNICIPAL JUVENATO Pe. GUEDES 71 68 40,00 Grupo 3 42,8 31,46 22,85 2,9 8,45 31,53 11,42 28,56 20,03 33,21 48,47 15,25 3,07 ESCOLA MUNICIPAL COMUNIDADE CRISTA 44 39 14,29 Grupo 1 52,22 32,22 15,56 0 15,56 32,22 0 42,22 10 60,71 26,79 12,5 0 ESCOLA MUNICIPAL ALFREDO GOMES 43 26 12,50 Grupo 2 72,09 27,91 0 0 5,43 61,24 10,85 22,48 0 62,79 25 6,1 6,1 ESCOLA MUNICIPAL LUIZ MARANHAO 94 62 8,33 Grupo 3 52,98 25,58 18,74 2,7 7,71 44,06 16,75 21,07 10,41 53,12 29,02 0 17,86 ESCOLA MUNICIPAL URBANO RAMOS 87 66 54,17 Grupo 2 45,78 42 9,61 2,61 0 43,15 7,21 40,7 8,93 58,83 29,37 9,18 2,61 ESCOLA MUL MARIA DE LOURDES MOURA 35 26 33,33 Grupo 3 30,77 30,77 23,08 15,38 0 23,08 0 53,85 23,08 30,77 46,15 7,69 15,38 ESCOLA MUNICIPAL DR BENJAMIN AZEVEDO 24 17 10,00 Grupo 1 66,67 11,11 22,22 0 42,86 28,57 0 28,57 0 71,43 14,29 14,29 0
  9. 9. GEOMETRIA Grandezas e Medidas Caderno 6 (p.82) Espaço e Forma Caderno 5 (p.79)
  10. 10. Objetivos/ Caderno 5 2ª Parte São objetivos deste material, subsidiar práticas pedagógicas com o intuito de garantir que a criança possa:  representar informalmente a posição de pessoas e objetos e dimensionar espaços por meio de desenhos, croquis, plantas baixas, mapas e maquetes, desenvolvendo noções de tamanho, de lateralidade, de localização, de direcionamento, de sentido e de vistas;  reconhecer seu próprio corpo como referencial de localização e deslocamento no espaço;  observar, experimentar e representar posições de objetos em diferentes perspectivas, considerando diferentes pontos de vista e por meio de diferentes linguagens;  identificar e descrever a movimentação de objetos no espaço a partir de um referente, identificando mudanças de direção e de sentido;  desenhar objetos, figuras, cenas, seres mobilizando conceitos e representações geométricas tais como: pontos, curvas, figuras geométricas, proporções, perspectiva, ampliação e redução;  utilizar a régua para traçar e representar figuras geométricas e desenhos;  utilizar a visualização e o raciocínio espacial na análise das figuras geométricas e na resolução de situações-problema em Matemática e em outras áreas do conhecimento.
  11. 11. Continuando… Aprofundando o Tema: MATERIAIS VIRTUAIS PARA O ENSINO DA GEOMETRIA Andréia Aparecida da Silva Brito
  12. 12. A tecnologia está presente em toda a sociedade e também na escola. Para um uso adequado da informática em sala de aula, não basta computadores e softwares educacionais, a alfabetizadora tem um papel fundamental neste trabalho, seja na seleção dos programas a serem utilizados, seja na elaboração e adequação das atividades. Os softwares educacionais são aqueles que têm por objetivo contribuir para o processo do ensino-aprendizagem de determinado conteúdo. No entanto, ele não foi criado objetivando o ensino, quando utilizado em situação educacional, pode ser considerado um software educativo. Para a escolha de um software ou jogo para uso em sala de aula deve-se levar em consideração critérios técnicos e pedagógicos.
  13. 13. É HORA DE JOGAR! JOGO:DAQUI PRA LÁ, DE LÁ PRA CÁ Disponível em:http://revistaescola.abril.com.br/swf/jogos/exibi-jogo. shtml?212_mapa.swf
  14. 14. Esse jogo trabalha as noções de lateralidade, de localização e de movimentação. Para jogar utilizamos os comandos de deslocamento, andar para frente e virar (45° ou 90°) à direita ou esquerda para se mover pela cidade andando pelas ruas e pontes até chegar ao local indicado, completando o trajeto. Ao trabalhar com a informática no ciclo de alfabetização, devemos ter cuidado para que sua utilização não seja entendida como um mero passatempo. Para isso, a seleção dos softwares e o planejamento da aula são fundamentais para que a criança consiga fazer as relações entre a situação vivenciada na sala de aula e os conceitos que está aprendendo e o que está fazendo no laboratório de informática.
  15. 15. LOCALIZAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO NO ESPAÇO Antonio Vicente Marafioti Garnica Maria Edinéia Martins -Salandim
  16. 16. • O estudo curricular (conteúdo de Geometria) da “Orientação e ocupação do espaço” está presente em diferentes disciplinas como a Matemática, a Geografia, a História, as Artes etc. • Muitas vezes a escola ignora os sentidos, o próprio corpo e as experiências dos estudantes em relação ao espaço, reduzindo o estudo da Geometria a figuras planas. •É necessário destacar a importância de explorar os conhecimentos sobre ocupação do espaço que as crianças trazem. • Qual vocabulário usam? • Quais esquemas de representação possuem? • Que noções de lateralidade elas têm?
  17. 17. Vale salientar que muitas das crianças não passaram pela Educação Infantil, ou que podem possuir experiências relativas ao espaço que fogem ao que costuma ser privilegiado nas aulas de Matemática. • Os estudantes, ainda que crianças, podem possuir experiências diversificadas em relação à região e a locais que vivem ou que podem ter vivido ou ouvido falar. • A partir daí, adquirem diversos modos de expressar suas relações com o espaço. • A necessidade de trabalhar localização e movimentação no espaço “a partir dos conhecimentos prévios dos estudantes” não significa que pretendemos ou devemos ultrapassar esses conhecimentos prévios por eles serem inferiores. A intenção é promover possibilidades de articulação entre estes conhecimentos e os conhecimentos escolares, de modo que todos os tipos de conhecimento se integrem ao currículo oficial.
  18. 18. De acordo com Lima e Monteiro (2009) Discutir o espaço considerando os valores e os elementos socioculturais dessa construção nos remete a uma perspectiva de conhecimento matemático dinâmico, construído e vinculado a significados que se re-elaboram no debate estabelecido entre as diversas possibilidades de se pensá-lo. Assim, não basta um desenho do caminho como ponto de partida para representação mais precisa de mapas /.../ A proposta não é ensinar a Geometria a partir de noções prévias que se caracterizam por representações simples e por esboços , os quais tendem a evoluir e a ser mais precisos (corretos), mas sim, discutir os conceitos presentes nessas práticas cotidianas e problematizadas em sua complexidade. (LIMA e MONTEIRO, 2009, p. 26) É importante salientar que os Direitos de Aprendizagem da área de Geografia também preconizam, desde o primeiro ano, os trabalhos envolvendo leitura, interpretação e construção de mapas simples.
  19. 19. Questões para reflexão -Além do trabalho com as figuras e formas, quais aspectos são importantes de se discutir no trabalho com Geometria?  Conhecimentos sobre ocupação do espaço;  Esquemas de representação;  Noções de lateralidade;
  20. 20. - Por que deve-se partir dos conhecimentos prévios dos alunos? Possibilita o trabalho interdisciplinar, dentre eles a cartografia;
  21. 21. TRABALHO EM GRUPO  Construir um mapa a partir de um ponto estratégico. Objetivo: Fazer com que as outras equipes identifiquem o ponto que cada grupo iniciou seu trabalho.
  22. 22. Parabéns Professores! HORA DO LANCHE
  23. 23. SOCIALIZAÇÃO
  24. 24. PARA DESCONTRAIR: Onde Fabiane se senta na sala?
  25. 25. Dicas • João é o que senta mais longe da professora; •Ana senta em frente à mesa da professora; •André e Felipe sentam-se lado a lado; •Carlos senta-se longe de João e ao lado da janela; •Maria senta-se próxima à porta; •Joana senta-se à frente de João e bem próxima de Felipe; •Júlia senta-se atrás do Carlos; •Rosa e Pedro sentam-se em frente ao quadro, sendo que Rosa se senta mais perto da professora do que Pedro; •Sabendo que Camila se senta ao lado de João, onde se senta Fabiane?
  26. 26. Rosa FABIANE Pedro Felipe Camila Maria Joana João Ana Carlos Júlia André
  27. 27. VAMOS AJUDAR O ESPIÃO A CHEGAR NO VELEIRO •O espião (*) precisa pegar o veleiro no porto, mas está cercado de inimigos. •Esperto como é imaginou que, seguindo a pé, no sentido contrário ao trânsito indicado pelas flechas, evitaria perseguições automobilísticas, interessantes nos filmes, mas perigosas na vida real. •Contudo, a pé precisa evitar as quadras onde estão os inimigos, aqui indicados pelas bolinhas pretas. •Qual o caminho mais curto para chegar ao porto são e salvo?
  28. 28. -Que adaptações seriam necessárias para trabalhar com essas atividades no ciclo de alfabetização? -Haveria uma progressão nas atividades propostas para crianças do 1º, 2º ou 3º anos?
  29. 29. CARTOGRAFIAS Antonio Vicente Marafioti Garnica Maria Edinéia Martins -Salandim
  30. 30. Conceito: CARTOGRAFIA é a arte ou a ciência de compor cartas geográficas, ou seja, desenhar mapas bem como estudar esses mapas. CARTO (que vem do grego chartis, que significa carta ou mapa, que são sinônimos) GRAFIA (que também vem do grego graphein, e significa escrita, traçado, composição).
  31. 31. Estudo da Cartografia  Historicamente seu estudo esteve relacionado à Geografia;  Entretanto desenhar mapas e usar mapas como recursos didáticos podem ser estratégias para muitas outras disciplinas escolares, como, por exemplo: MATEMÁTICA/ LÍNGUA PORTUGUESA/ CIÊNCIAS SOCIAIS/ ARTE
  32. 32. O Livro “Primeiros Mapas: como entender e Construir” de Maria Elena Similelli apresenta atividades de fácil entendimento e execução por parte das crianças, além de eficazes para a compreensão dos conceitos básicos de orientação e representação cartográfica. Os conteúdos são ilustrados com muitos recursos de fotografias e desenhos e trazem encaminhamentos para a construção de maquetes e mapas.
  33. 33. Afinal, para que serve um mapa? Um mapa pode ter várias funções, mas a principal delas é localizar. Um mapa serve para que possamos nos localizar no espaço em que transitamos. Mas, para transitarmos em um espaço que já conhecemos bem não precisamos de mapas, portanto, a função de um mapa vai muito além. Um mapa deve nos ajudar a conhecer – e nos ajudar a decifrar – um espaço que desconhecemos mas que queremos conhecer.
  34. 34. Os diferentes tipos de mapa Mapa Turístico Mapa Celeste Disponível em: <http://www.heavens-above.com/skychart aspx?SL=1&SN=1&lat=-3.717&lng=- 38.500&loc=Fortaleza&alt=1&tz=EBST>. Acesso em dezembro de 2013. Mapa Turístico da Região de Lomba Grande – RS. Disponível em: <http://www.gilsonantunes.com.br/Mapas/Vinho-mapa01. jpg>. Acesso em dezembro de 2013. Mapa Hidrográfico Mapa Rodoviário Mapa hidrográfico do Rio Tietê, no estado de São Paulo. Mapa do Metrô da cidade de São Paulo. Fonte: Companhia do Metropolitano de São Paulo.
  35. 35. É importante que... Possamos destacar os pontos de referência de cada mapa; ressaltar que todo mapa pressupõe um espaço maior que contém o espaço mapeado: “a sala de aula está na escola, a escola na comunidade, a comunidade no município, o município está no estado, o estado no país, o país no mundo”. Finalmente, é importante lembrar que todo mapa distorce a realidade que ele representa. Mapa-múndi (planificação do globo terrestre, indicando o Equador, os paralelos e os meridianos).
  36. 36. A LATERALIDADE E OS MODOS DE VER E REPRESENTAR Antonio Vicente Marafioti Garnica Maria Ednéia Martins-Salandim
  37. 37. Como se formam a lateralidade e a orientação no espaço?  A partir do Próprio corpo;  A partir dos sentidos;  A partir de movimentos em um espaço familiar.
  38. 38. Diversos autores, como Simielli (2007), Pires, Curi e Campos (2000), destacam a importância de se trabalhar as noções de lateralidade e referência para o desenvolvimento do conceito de orientação espacial. Alguns autores, ainda, diferenciam a expressão “orientação no espaço” – de localização espacial. Para eles, o primeiro pressupõe um referencial e é, portanto, variável – já o segundo determina, de modo fixo, não variável, um determinado ponto. A partir dessas noções de lateralidade inicia-se uma sistematização da percepção da localização de si mesmo, de seu próprio corpo e de outros objetos, disparando, portanto, um processo de representação do espaço.
  39. 39. Clareto (2003) diferencia os modos como as pessoas percebem o espaço. Segundo ela, há, por exemplo, aqueles que ao observarem, e representarem aquilo que veem verticalizam (observam e representam como se estivessem flutuando sobre a cidade) ou horizontalizam (representam como se estivessem “de frente”ao observado). Mas, ao analisar alguns mapas feitos por crianças, a autora percebe que alguns dos cartógrafos, ao mesmo tempo, para representar um mesmo espaço, lançam mão dos dois modos de ver, uma vez que alguns prédios são desenhados “de frente” e as ruas, passarelas e o campo de futebol são representados como se estivessem sendo observados “de cima”. Caderno 5, páginas 60 a 65
  40. 40. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  BRASIL. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Caderno 5. Geometria. MEC / SEB. Brasília, 2014;  Consulta do Material / Seminário 2 do CEEL /NEMAT.
  41. 41. Almoço
  42. 42. Leitura deleite Desafiando o cérebro
  43. 43. Iniciando A Conversa Este caderno apresenta uma configuração com abordagens, sequências didáticas e encaminhamentos teóricos que, no conjunto, têm como objetivo oferecer aos professores possibilidades de trabalhar de modo adequado o eixo Grandezas e Medidas, considerando os diferentes contextos.
  44. 44. Objetivos do caderno 6  construir estratégias para medir comprimento, massa, capacidade e tempo, utilizando unidades não padronizadas e seus registros; compreender o processo de medição, validando e aprimorando suas estratégias;  reconhecer, selecionar e utilizar instrumentos de medida apropriados à grandeza (tempo, comprimento, massa, capacidade), com compreensão do processo de medição e das características do instrumento escolhido;  produzir registros para comunicar o resultado de uma medição, explicando, quando necessário, o modo como ela foi obtida;  comparar comprimento de dois ou mais objetos para identificar: maior, menor, igual, mais alto, mais baixo, etc.;  identificar a ordem de eventos em programações diárias, usando palavras como: antes, depois, etc.;  reconhecer a noção de intervalo e período de tempo para o uso adequado na realização de atividades diversas;  construir a noção de ciclos através de períodos de tempo definidos por meio de diferentes unidades: horas, semanas, meses e ano;  identificar unidades de tempo – dia, semana, mês, bimestre, semestre, ano - e utilizar calendários e agenda; além de estabelecer relações entre as variadas unidades de tempo;  leitura de horas, comparando relógios digitais e analógicos;  reconhecer cédulas e moedas que circulam no Brasil e de possíveis trocas entre cédulas e moedas em função de seus valores em experiências com dinheiro em brincadeiras ou em situações de interesse das crianças.
  45. 45. Grandezas e Medidas- Medir, Estimar e Comparar. Exibição do Vídeo
  46. 46. DIREITOS DE APRENDIZAGEM Que as crianças experimentem situações cotidianos ou lúdicas, envolvendo diversos tipos de grandeza
  47. 47. GRANDEZAS E MEDIDAS A PARTIR DO UNIVERSO INFANTIL Carlos Roberto Viana
  48. 48. Mediação de Leitura Autores: Yong So Yoo Yong M. Park Editora: Callis
  49. 49. 3. Quem acertou ou se aproximou? 4. Qual o significado da palavra GÊMEO? Vamos consultar o dicionário.
  50. 50. 5. A história é sobre meninos ou meninas? Como ficaria o título se fossem meninas? 7 .Como será a convivência entre os irmãos gêmeos dessa história? O que nos faz pensar assim? (Registrar as hipóteses no quadro) E.L: Formulação de conclusões implícitas no texto, com base em outras leituras, experiências de vida, crenças, valores;
  51. 51. 8. Vamos localizar na capa o nome da autora. 9. Young So Yoo é a autora e Young Mi Park, a ilustradora. Esses nomes demonstram que elas são brasileiras? De que país elas poderão ser?
  52. 52. 11. Elas são da Coréia do Sul. Será que é longe ou perto do Brasil?
  53. 53. Young So Yoo estudou na Faculdade Feminina de Soung Shin. Ganhou prêmio de criatividade em histórias infantis e prêmio de arte e literatura infantil por um canal de TV coreano. Na Coreia do Sul, ela já publicou mais de cinco títulos. No Brasil, por enquanto só conhecemos esse. A ilustradora Young Mi Park é especialista em gravuras e, atualmente, trabalha como ilustradora de livros infantis. Ela sempre gosta de olhar as ilustrações dos livros que lê e busca fazer desenhos cada vez mais bonitos nos livros que ilustra.
  54. 54. Quem será que pegou mais farinha? Como vocês fariam para descobrir?
  55. 55. Quem será que tem mais massa? Quem acha que é o Marco? Quem acha que é o Daniel?
  56. 56.  Será que a mamãe deu mais leite para Marco? Por que será que Daniel acha isso? (se destacarem, levá-los a observar o tamanho dos copos)  Os copos são diferentes. Como poderíamos fazer para descobrir se há o mesmo volume de leite nos copos? Sugestão: Levar os copos para fazer o experimento.
  57. 57. E agora, será que Marco tem mais areia do que Daniel? Como poderíamos medir quem tem mais? Sugestão: podemos levar areia e potes para fazer o experimento.
  58. 58. MEDIAÇÃO APÓS A LEITURA Dialogando com o texto: 1. Como era a convivência entre os irmãos na maior parte do tempo? Reconte uma parte da história que confirma a sua resposta. A atividade poderá ser mediada de forma diferenciada de acordo com o processo de alfabetização. Alunos poderão escrever sozinhos, em duplas ou desenhar. EL: Utilização do registro escrito para melhor compreensão;
  59. 59. 2. Na história eles brigavam porque discordavam sobre várias coisas, como a quantidade de farinha recolhida do chão. No final das contas, eles chegavam em qual conclusão? 3. Na sua opinião, eles brigavam com motivo ou sem motivo?
  60. 60. Sugestão: realizar um trabalho com embalagens de produtos para introduzir as formas convencionais de medida.
  61. 61. Além da dimensão leitura e produção de textos, quais as dimensões da Educação Matemática podem ser potencializadas pedagogicamente com a literatura “Irmãos gêmeos”?
  62. 62. A literatura possibilita uma significativa mediação com a Língua Materna e com a Educação Matemática. Na Educação Matemática, a literatura potencializa o trabalho com a comparação de substâncias utilizando unidades não-convencionais de medida. Trabalho imprescindível antes da introdução do trabalho com as unidades padronizadas.
  63. 63. TRABALHO EM DUPLAS
  64. 64. COMANDO: 1-Quais conceitos foram trabalhados? 2- O que o aluno pode aprender por meio dessa SD? 3-Quais as estratégias de leitura utilizadas e como essas estratégias podem contribuir para a aprendizagem dos conceitos? 4- O que o grupo faria diferente do que foi proposto para melhor desenvolver essa prática para o 1º, 2º e 3º ano?
  65. 65. Relato 1 Uma experiência com medidas no ciclo de alfabetização
  66. 66. Questões acerca do relato: Qual a sequencia didática (SD) utilizada pela professora? - Questionamentos iniciais sobre medição - Questionamentos iniciais sobre o livro a ser lido - Leitura do livro sobre comparação de grandezas - Estimativa da altura de uma girafa - Medição com unidades não padronizadas - Discussão sobre necessidade de unidade de medida padronizada - Discussão sobre usos de fita métrica - Estimativa das próprias alturas das crianças - Medições das alturas com fita métrica - Construção de gráficos com medidas em ordem crescente - Preenchimento de ficha com questionamentos sobre alturas dos alunos - Jogo Batalha das grandezas
  67. 67. Quais conceitos foram trabalhados? Unidades de medida convencionais e não-convencionais; medidas de comprimento. O que o aluno pode aprender por meio dessa SD? Instrumentos de medição; unidades de medida padrão; comparação de tamanhos; conceito de atributos que podem ser mensurados.
  68. 68. Quais as estratégias de leitura utilizadas e como essas estratégias podem contribuir para a aprendizagem dos conceitos? Estratégias utilizadas: Levantamento do conhecimento prévio sobre o tema (medidas); Leitura coletiva em círculo; questionamento de antecipação conhecimento do autor, capa, temática, levantamento de hipóteses com desenvolvimento da oralidade e argumentação dos alunos. Ao longo da história representação de personagens utilizando materiais manipuláveis. (Estratégias são utilizada sempre antes e durante a leitura) Contribuições para o aprendizado do aluno: participação dos alunos; atenção no levantamento de hipótese e posterior confirmação; atenção e curiosidade para comparar algumas grandezas, proporcionando uma familiarização dos alunos com o conteúdo; estimativa do comprimento da altura da figura da girafa; construção de gráfico – estatística e números e operações – contagem e ordenação. Ciências com peso, altura, tempos de gestação e de vida dos animais. Trabalho com integração de diferentes áreas do conhecimento. O que o grupo faria diferente do que foi proposto para melhor desenvolver essa prática para o 1º, 2º e 3º ano?
  69. 69. Relato 2 Trabalhando com volume e capacidade no ciclo de alfabetização
  70. 70. Questões acerca do relato: Qual a sequencia didática (SD) utilizada pela professora? - Leitura do livro “Irmãos gêmeos” -Questionamentos durante a leitura do livro sobre comparação entre grandezas e instrumentos de medição - Representação dos personagens pelos alunos ao longo da história - Medição com unidades não padronizadas e materiais manipuláveis - Reflexão sobre a atitude dos irmãos (construção de valores) - Experiência com recipientes de formatos diferentes e mesma capacidade
  71. 71. Quais conceitos foram trabalhados? Medidas de capacidade; conservação de volume. O que o aluno pode aprender por meio dessa SD? Instrumentos de medição; unidades de medida padrão; comparação de quantidades; conceito de atributos que podem ser mensurados.
  72. 72. Quais as estratégias de leitura utilizadas e como essas estratégias podem contribuir para a aprendizagem dos conceitos? Estratégias utilizadas: Estratégia de reflexão durante a leitura da história no grande grupo. Questionamento de antecipação para confirmação posterior da história. Ao longo da história representação de personagens utilizando materiais manipuláveis. (Estratégias são utilizada sempre durante a leitura) Contribuições para o aprendizado do aluno: participação dos alunos; atenção no levantamento de hipótese e posterior confirmação; atenção e curiosidade para o desenvolvimento dos trabalhos; experimentação durante a leitura – uso de experiências envolvendo grandezas e medidas; vivência de experiência de comparar volume e posterior confirmação do resultado com a leitura da história. O que o grupo faria diferente do que foi proposto para melhor desenvolver essa prática para o 1º, 2º e 3º ano?
  73. 73. A IMPORTÂNCIA DE ENSINAR GRANDEZAS E MEDIDAS Danilo Pereira Munhoz Mabi Katien Batista de Paula Mara Sueli Simão Moraes
  74. 74. O ato de medir, muito comum em nosso dia a dia, leva, em geral, à necessidade do uso de números: estamos sempre falando do número de quilômetros em uma viagem, quantos dias faltam para o Natal ou para nosso aniversário, quantos quilogramas engordamos depois das festas de final de ano, etc. Os números nos informam como está a temperatura e o índice de umidade do ar, ou poderiam dizer quanto a água está “dura” expressando a concentração de cálcio ou, ainda, poderiam expressar uma unidade quase desconhecida como o albedo, que nos diz sobre o quanto um objeto reflete a luz. O ato de medir está tão presente no nosso dia a dia como o ato de contar e as medições são sempre expressas por números, mesmo que sejam medidas de grandezas das quais nunca ouvimos falar.
  75. 75. Relatos de Experiências
  76. 76. Ponto de partida para a produção dos relatos do PNAIC Experiências dos professores alfabetizadores
  77. 77. O quê? tema Contexto social de produção textual Onde? suporte textual Para quê? objetivo Para quem? interlcutor Como? gênero
  78. 78. Como fazer um relato de experiência? 1. Tipo de Atividades: Sequencia Didática, Projeto Didático, Atividades Permanentes, Atividades exploratórias; 2. Justificativa; 3. Conteúdos Trabalhados; 4. Público Alvo; 5. Problematização do conteúdo; 6. Objetivos; 7. Materiais utilizados; 8. Produções das crianças; 9. Tempo definido para realização das atividades; 10. Período em que a experiência foi vivenciada; 11. Contempla várias áreas de conhecimento; 12. Eixos de ensino contemplados; 13. Direitos de aprendizagem contemplado; 14. Estratégias de avaliação; 15. Sistematização de conteúdos.
  79. 79. Vamos produzir relatos? São tantas práticas interessante! Temos que divulgar nosso trabalho!
  80. 80. Referências Bibliográficas  BRASIL. Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Caderno 6. Grandezas e Medidas. MEC / SEB. Brasília, 2014;  Consulta do do Seminário 3 do CEEL /NEMAT.  Consulta do Material da orientadora Camila Ribeiro.
  81. 81. Reflexão:
  82. 82. Avaliação do Encontro
  83. 83. PARA CASA E ESCOLA  Fazer um relato de experiência a partir dos critérios estabelecidos e trazer no próximo encontro digitado e enviado para o e-mail da orientadora.
  84. 84. Rozivania Lima wanyacastro13@gmail.com pnaic3vicencia@gmail.com Celular: (81) 9873-2269

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