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A república velha 2017

Explicação da República Velha e seus principais acontecimentos.

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A República Velha: 1889 - 1930
República das Oligarquias: 1894 -
1930
• O período que vai de 1894 a 1930 foi marcado
pelo governo de presidentes civis, ligados ao
setor agrário. Estes políticos saiam dos
seguintes partidos: Partido Republicano
Paulista (PRP) e Partido Republicano Mineiro
(PRM). Estes dois partidos controlavam as
eleições, mantendo-se no poder de maneira
alternada.
A república velha   2017
• Contavam com o apoio da elite agrária do
país.
Dominando o poder, estes presidentes
implementaram políticas que beneficiaram o
setor agrário do país, principalmente, os
fazendeiros de café do oeste paulista.
Prudente de Morais:
A Política do Café-com-Leite:
•
A maioria dos presidentes desta época eram
políticos de Minas Gerais e São Paulo. Estes
dois estados eram os mais ricos da nação e,
por isso, dominavam o cenário político da
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A república velha 2017

  • 1. A República Velha: 1889 - 1930 República das Oligarquias: 1894 - 1930
  • 2. • O período que vai de 1894 a 1930 foi marcado pelo governo de presidentes civis, ligados ao setor agrário. Estes políticos saiam dos seguintes partidos: Partido Republicano Paulista (PRP) e Partido Republicano Mineiro (PRM). Estes dois partidos controlavam as eleições, mantendo-se no poder de maneira alternada.
  • 4. • Contavam com o apoio da elite agrária do país. Dominando o poder, estes presidentes implementaram políticas que beneficiaram o setor agrário do país, principalmente, os fazendeiros de café do oeste paulista.
  • 6. A Política do Café-com-Leite: • A maioria dos presidentes desta época eram políticos de Minas Gerais e São Paulo. Estes dois estados eram os mais ricos da nação e, por isso, dominavam o cenário político da república.
  • 8. • Saídos das elites mineiras e paulistas, os presidentes acabavam favorecendo sempre o setor agrícola, principalmente do café (paulista) e do leite (mineiro). A política do café-com-leite sofreu duras críticas de empresários ligados à indústria, que estava em expansão neste período.
  • 11. • Se por um lado a política do café-com-leite privilegiou e favoreceu o crescimento da agricultura e da pecuária na região Sudeste, por outro, acabou provocando um abandono das outras regiões do país.
  • 12. • As regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste ganharam pouca atenção destes políticos e tiveram seus problemas sociais agravados.
  • 14. Política dos Governadores: • Montada no governo do presidente paulista Campos Salles, esta política visava manter no poder as oligarquias. Resumindo: era uma troca de favores políticos entre governadores e presidente. O presidente apoiava os candidatos dos partidos governistas nos estados, enquanto estes políticos apoivam a candidatura presidencial e também durante a época do governo.
  • 16. O coronelismo: • A figura do "coronel" era muito comum durante os anos iniciais da República, principalmente nas regiões do interior do Brasil. O coronel era um grande fazendeiro que utilizava seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apoiava.
  • 20. • Naquela época existia o voto de cabresto, onde o coronel (fazendeiro) obrigava e usava até mesmo de violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados por ele. Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que votasse nos candidatos indicados.
  • 22. • O coronel também utilizava outros "recursos" para conseguir seus objetivos políticos, tais como: compra de votos, votos fantasmas, troca de favores, fraudes eleitorais e violência.
  • 26. Coronel e seus jagunços:
  • 27. O Convênio de Taubaté:
  • 29. • Em 1906, cafeicultores de SP, MG e RJ, se reuniram na cidade de Taubaté e decidiriam que os governos estaduais pegariam dinheiro emprestado para comprar o excesso de café dos produtores e estocar. Isso garantia que os cafeicultores não teriam prejuízo e o governo aumentava os impostos para pagar os juros dos empréstimos.
  • 33. • Esperava-se a alta do preço do café e então os estoques eram liberados. Esta política mantinha o preço do café, principal produto de exportação, sempre em alta e garantia os lucros dos fazendeiros de café.
  • 35. Os presidentes da República Velha: • 1889 - 1891 - Marechal Manuel Deodoro da Fonseca (Marechal Deodoro da Fonseca) • 1891 - 1894 - Marechal Floriano Vieira Peixoto (Marechal Floriano Peixoto) • 1894 - 1898 - Prudente José de Morais Barros (Prudente de Morais)
  • 36. • 1898 - 1902 - Manuel Ferraz de Campos Sales (Campos Sales) • 1902 - 1906 - Francisco de Paula Rodrigues Alves (Rodrigues Alves) • 1906 - 1909 - Afonso Augusto Moreira Pena (Afonso Pena) • 1909 - 1910 - Nilo Peçanha (Nilo Peçanha)
  • 37. • 1910 - 1914 - Marechal Hermes Rodrigues da Fonseca (Marechal Hermes da Fonseca) • 1914 - 1918 - Wenceslau Brás Pereira Gomes (Wenceslau Brás) • 1918 - 1919 - Delfim Moreira da Costa Ribeiro (Delfim Moreira)
  • 38. • 1919 - 1922 - Epitácio da Silva Pessoa (Epitácio Pessoa) • 1922 - 1926 - Authur da Silva Bernardes (Arthur Bernardes) • 1926 - 1930 - Washington Luís Pereira de Sousa (Washington Luís)
  • 39. A Guerra de Canudos (1896 – 1897)
  • 40. • A situação do Nordeste brasileiro, no final do século XIX, era muito ruim. Fome, seca, miséria, violência e abandono político afetavam os nordestinos, principalmente a população mais carente.
  • 41. • O clima seco castigava severamente a região, danificando o plantio de alimentos, secando os diques e matando os animais que não resistiam à falta de água.
  • 43. • Nesse cenário de desolação, surgiu um homem que pregava uma vida diferente. Seu nome era: Antonio Vicente Mendes Maciel; mas ele ficou conhecido como:Antônio Conselheiro.
  • 45. • Liderados por Antônio Conselheiro, o grupo de miseráveis fundou em uma fazenda abandonada às margens do rio Vaza Barris, um arraial (vila), no ano de 1893.
  • 48. • Este arraial (Vila) era chamado pelos habitantes e pelo Conselheiro de Arraial de Belo Monte. A população das cidades próximas ao Arraial chamavam de Vila de Canudos, por causa do antigo nome da fazenda abandonada, onde eles se instalaram
  • 53. • Os grandes fazendeiros nordestinos (coronéis)viam Canudos como uma ameaça, porque muitos trabalhadores deixaram o campo para seguir o Conselheiro, que prometia uma vida melhor neste mundo.
  • 54. • Antônio Conselheiro era contra a República; se recusava a pagar impostos; acusava a Igreja Católica de colaborar para a exploração dos pobres. Por estas razões eles eram vistos como uma ameaça à ordem estabelecida pela República. Logo, os habitantes de Canudos foram atacados com toda força pelas tropas do governo da Bahia.
  • 58. • As duas primeiras expedições enviadas pelo governo baiano contra o arraial entre 1896 e 1897 fracassaram. De março a outubro de 1897, outras duas expedições enviadas pelo governo federal e organizadas pelo Exército, a última com 6 mil homens e artilharia pesada, consegue finalmente tomar e destruir Canudos.
  • 65. • Junto com Conselheiro morrem aproximadamente 20 mil pessoas. Só sobrevivem cerca de 400 prisioneiros, entre velhos, mulheres e crianças. • Ao primeiro sinal de novas ideias, a República Brasileira ataca com extrema violência.
  • 67. Euclides da Cunha e seu livro:
  • 69. • A situação do Rio de Janeiro, no início do século XX, era precária; as ruas eram estreitas e sujas, o saneamento precário e havia várias doenças, que viravam epidemias: febre amarela, peste bubônica varíola e tuberculose. Nenhum navio estrangeiro queria parar no Rio de Janeiro.
  • 70. • Ao assumir a presidência da República, Rodrigues Alves decidiu combater as doenças e reformar a cidade, que era a capital do País.
  • 71. A Reforma do Rio de Janeiro:
  • 72. • Para assumir as reformas, o presidente nomeou o engenheiro Francisco Pereira Passos como prefeito.
  • 78. • O Rio de Janeiro passou a sofrer profundas mudanças, com a derrubada de casarões e cortiços e a expulsão de seus moradores. • A população apelidou o movimento de o “bota-abaixo”. O objetivo era a abertura de largas e modernas avenidas com prédios de cinco ou seis andares.
  • 83. • Enquanto as casas era demolidas e 20 mil pessoas expulsas do centro da cidade, começou o programa de saneamento de Oswaldo Cruz.
  • 85. • Para combater a peste, ele criou brigadas sanitárias que cruzavam a cidade espalhando raticidas, mandando remover o lixo e pegando recompensa a quem matasse os ratos e levasse a ele. Em seguida o alvo foram os mosquitos transmissores da febre amarela.
  • 88. • Com a aprovação da Lei da Vacina obrigatória em 31 de outubro de 1904, as brigadas sanitárias, ou mata-mosquitos, começaram então a entrar nas casas e vacinar as pessoas à força;
  • 89. Brigadas de Mata mosquitos:
  • 90. • e as pessoas não tinham sido informadas de como seria a vacinação e por isso, não entendiam porque estavam sendo vacinados à força e nem confiavam que a vacina iria funcionar.
  • 91. A Revolta da Vacina:
  • 92. • A população, humilhada pelo poder público autoritário e violento, não acreditava na eficácia da vacina. Os pais de família rejeitavam a exposição das partes do corpo a agentes sanitários do governo.
  • 93. • Grande parte da população reagiu contra a lei por achar que era uma violação ao direito individual, chegando-se mesmo a afirmar que seria um desrespeito submeter mulheres à inoculação, porque imaginavam que ela era feita nas partes “íntimas” do corpo.
  • 94. • No dia 10 de novembro, começaram os confrontos entre populares e forças policiais; no dia 14, os cadetes da Escola Militar da Praia Vermelha se revoltaram contra o governo, que respondeu mandando bombardear os morros do bairro da Saúde, onde estava a maioria dos revoltosos.
  • 99. • Em 16 de novembro, Rodrigues Alves revogou a Lei da Vacina Obrigatória, e no dia seguinte, com o apoio do Exército e da Marinha, a polícia ocupou o bairro da Saúde, acabando com a revolta. O saldo negativo da revolta foi de 23 mortos e 67 feridos, tendo sido presas 945 pessoas, das quais quase a metade acabou sendo deportada para o Acre.
  • 101. • Derrotados os militares e contida a insurreição popular, Rodrigues Alves retomou o controle da cidade e a vacinação foi reiniciada. Em pouco tempo a varíola desapareceu do Rio de Janeiro.
  • 105. A REVOLTA DA CHIBATA:
  • 106. • A Revolta da Chibata começou no dia 22 de novembro de 1910. • Nessa época, os marinheiros brasileiros ainda eram punidos com castigos físicos. As faltas graves eram punidas com 25 chibatadas (chicotadas). Esta situação gerou uma intensa revolta entre os marinheiros.
  • 108. • A revolta começou quando o marinheiro Marcelino Rodrigues foi castigado com 250 chibatadas, por ter ferido um colega da Marinha, dentro do encouraçado Minas Gerais. O navio de guerra estava indo para o Rio de Janeiro e a punição, que ocorreu na presença dos outros marinheiros, causou a revolta.
  • 110. • O motim se agravou e os revoltosos chegaram a matar o comandante do navio e mais três oficiais. Já na Baia da Guanabara, os revoltosos conseguiram o apoio dos marinheiros do encouraçado São Paulo. O clima ficou tenso e perigoso.
  • 112. • O líder da revolta, João Cândido Felisberto (conhecido como o Almirante Negro), escreveu a carta reivindicando o fim dos castigos físicos, melhorias na alimentação e anistia para todos que participaram da revolta. Caso não fossem cumpridas as reivindicações, os revoltosos ameaçavam bombardear a cidade do Rio de Janeiro.
  • 114. • Diante da grave situação, o presidente Hermes da Fonseca resolveu aceitar as exigências dos revoltosos.
  • 116. • Porém, após os marinheiros terem entregues as armas e embarcações, o presidente solicitou a expulsão de alguns revoltosos da Marinha.
  • 117. • A insatisfação retornou e, no começo de dezembro, os marinheiros fizeram outra revolta na Ilha das Cobras. Esta segunda revolta foi fortemente reprimida pelo governo, sendo que vários marinheiros foram presos em celas subterrâneas da Fortaleza da Ilha das Cobras.
  • 119. • Neste local, onde as condições de vida eram desumanas, alguns prisioneiros faleceram. Outros revoltosos presos foram enviados para a Amazônia, onde deveriam prestar trabalhos forçados na produção de borracha.
  • 120. • O líder da revolta João Cândido foi expulso da Marinha e internado como louco no Hospital de Alienados. No ano de 1912, foi absolvido das acusações junto com outros marinheiros que participaram da revolta.
  • 122. • Podemos considerar a Revolta da Chibata como mais uma manifestação de insatisfação ocorrida no início da República. Embora pretendessem implantar um sistema político- econômico moderno no país, os republicanos trataram os problemas sociais como “casos de polícia”.
  • 123. A Guerra do Contestado : 1912 - 1916 • A Guerra do Contestado foi um conflito armado que ocorreu na região Sul do Brasil, entre outubro de 1912 e agosto de 1916. O conflito envolveu cerca de 20 mil camponeses que enfrentaram forças militares dos poderes federal e estadual.
  • 125. • Foi chamado de Guerra do Contestado, pois os conflitos ocorrem numa área de disputa territorial entre os estados do Paraná e Santa Catarina.
  • 127. • O governo brasileiro decidiu construir uma ferrovia ligando São Paulo ao Rio Grande do Sul. A empresa contratada para a obra era norte-americana: Brazil Railway. A Brazil Railway obteve do governo, como forma de pagamento pelos serviços prestados, o equivalente a 15 quilômetros de terra, nas duas margens da ferrovia.
  • 129. • Essa terra tinha que ser obrigatoriamente povoada por estrangeiros. O que a Brazil Railway mais queria era explorar a riqueza da floresta que tinha erva-mate, pinheiros e imbuias. As empresas usaram os imigrantes para construir a ferrovia e para explorar a madeira
  • 132. • Os moradores da região foram retirados à força; eles eram apenas “posseiros”, ou seja, ocupavam ilegalmente um pedaço de terra, trabalhavam, plantavam, mas não tinham a escritura.
  • 136. • Essa atitude revoltou os sertanejos e foi o estopim para o conflito, que se destacou por sua característica social e política. A Guerra do Contestado colocou os sertanejos contra o governo, as multinacionais e as oligarquias (grandes fazendeiros).
  • 137. • Os sertanejos encontraram o apoio que precisavam nos monges – religiosos que peregrinavam pelo sertão pregando a palavra de Deus –, figuras muito respeitadas por esse povo
  • 138. • Nesta época, as regiões mais pobres do Brasil eram terreno fértil para o aparecimento de lideranças religiosas de caráter messiânico. Na área do Contestado não foi diferente, pois, diante da crise e insatisfação popular, ganhou força a figura do beato José Maria.
  • 140. • Ele pregava a criação de um mundo novo, regido pelas leis de Deus, onde todos viveriam em paz, com prosperidade justiça e terras para trabalhar. José Maria conseguiu reunir milhares de seguidores, principalmente de camponeses sem terras.
  • 142. • O governo passou a acusar o beato de ser um inimigo da República, que tinha como objetivo desestruturar o governo e a ordem da região. Com isso, policiais e soldados do exército foram enviados para o local, com o objetivo de desarticular o movimento.
  • 144. • O clima ficou mais tenso quando a estrada de ferro ficou pronta. Muitos trabalhadores que atuaram em sua construção tinham sido trazidos de diversas partes do Brasil e ficaram desempregados com o fim da obra. Eles permaneceram na região sem qualquer apoio por parte da empresa norte-americana ou do governo.
  • 147. • Os soldados e policiais começaram a perseguir o beato e seus seguidores. Armados de espingardas de caça, facões e enxadas, os camponeses resistiram e enfrentaram as forças oficiais que estavam bem armadas.
  • 156. • A Guerra do Contestado acabou com a rendição dos revoltosos e muitas mortes, pois eles resistiram bravamente antes de se dar por vencidos.
  • 158. • Nestes conflitos armados, entre 5 mil e 8 mil rebeldes, na maioria camponeses, morreram. Alguns historiadores chegam a afirmar que o número de mortes chegou à 20 mil. As baixas do lado das tropas oficiais foram bem menores.
  • 160. • O ciclo da borracha foi o período que vai de 1879 a 1912, onde a exportação de borracha in natura proporcionou à região norte uma proeminência econômica e social inédita dentro do país. Outro breve e menos conhecido ciclo da borracha ocorreria durante a Segunda Guerra Mundial, mas pelo curto período de 1942 a 1945.
  • 161. • A utilização da borracha foi desenvolvida por causa das diversas descobertas científicas do século XIX. No começo, o látex era utilizado na fabricação de borrachas de apagar, seringas e galochas (botas de chuva).
  • 165. • Com o aumento da importância da borracha no cenário internacional, os ingleses apanharam sementes de seringueira no Brasil e fizeram plantações na Malásia. Com o passar do tempo, a produção da Malásia superou a brasileira.
  • 166. Questão do Acre : • Embora com suas fronteiras definidas desde o período colonial graças a tratados assinados entre Portugal e Espanha nos séculos XVIII e XIX, restaram ainda algumas disputas fronteiriças a serem solucionadas nos primeiros anos da República.
  • 168. • Uma delas ocorreu em torno do Acre, região de seringais legalmente pertencente à Bolívia, mas habitada por brasileiros desde o final do século XIX. A questão se agravou quando, recusando-se a reconhecer a autoridade boliviana, Luís Galvez Rodrigues de Arias proclamou a República do Acre em 1899, exigindo sua anexação ao Brasil.
  • 169. • As forças armadas dos dois países expulsaram Arias, mas em 1902, quando os bolivianos arrendaram a área para o Bolivian Syndicate of New York, uma nova rebelião estourou. Comandados por Plácido de Castro, os brasileiros decretaram o Estado Independente do Acre.
  • 171. • Em julho de 1903 Rui Barbosa foi chamado para tratar da questão. Mas, discordando das propostas do Barão do Rio Branco, disposto a pagar pelo território que Rui julgava brasileiro por direito, exonerou-se do cargo.
  • 173. Barão do Rio Branco:
  • 174. • No final, o país acabou comprando a região dos bolivianos e dos peruanos, estabelecendo-se suas fronteiras por meio do Tratado de Petrópolis, assinado entre os três países em 1903.
  • 176. • O Barão Rio Branco comprometeu-se a indenizar o Bolivian Syndicate e se comprometeu a construir a ferrovia Madeira- Mamoré, no trecho das cachoeiras do rio Madeira, para permitir o escoamento e a exportação da borracha pelos portos de Manaus e Belém. No ano seguinte, o Acre foi incorporado ao Brasil.
  • 192. • O ciclo da borracha trouxe progresso à região amazônica, especialmente a Belém e Manaus. A borracha chegou a ocupar o segundo posto de nossas exportações, perdendo apenas para o café.
  • 193. • Entre 1879 e 1912, o Brasil exportou mais de 30 mil toneladas de borracha. O preço do produto aumentou depois, tanto quanto a procura nos mercados europeu e norte- americano. As riquezas da borracha trazem benefícios também às cidades do norte brasileiro, proporcionando a construção de estradas, pontes, casas e escolas.
  • 194. • Em 1896, Manaus é a segunda cidade brasileira a possuir uma rede pública de iluminação elétrica. No mesmo ano, começam a circular pelas suas ruas os primeiros bondes elétricos. O ciclo da borracha fez ainda com que muitos trabalhadores, principalmente nordestinos, migrassem para a região, pouco povoada na época.
  • 203. • O tenentismo foi um movimento social de caráter político-militar que ocorreu no Brasil nas décadas de 1920 e 1930, período conhecido como República das Oligarquias. Contou, principalmente, com a participação de jovens tenentes do exército.
  • 204. • Este movimento contestava a ação política e social dos governos representantes das oligarquias cafeeiras. Embora tivessem uma posição conservadora e autoritária, os tenentes defendiam reformas políticas e sociais. Queriam a moralidade política no país e combatiam a corrupção.
  • 205. O movimento tenentista defendia as seguintes mudanças: • Fim do voto de cabresto (sistema de votação baseado em violência e fraudes que só beneficiava os coronéis); • Reforma no sistema educacional público do país; • Mudança no sistema de voto aberto para voto secreto;
  • 206. • Além disso, eram a favor da liberdade dos meios de comunicação, exigiam que o poder Executivo tivesse suas atribuições restringidas, maior autonomia às autoridades judiciais e a moralização dos representantes que compunham as cadeiras do Poder Legislativo
  • 207. • As primeiras manifestações militares que ganharam corpo durante a República Oligárquica aconteceram nas eleições de 1922. Aproveitando a briga entre algumas oligarquias estaduais, os tenentes apoiaram a candidatura de Nilo Peçanha em oposição ao mineiro Arthur Bernardes, politicamente comprometido com os grandes cafeicultores .
  • 208. • Com a vitória eleitoral das oligarquias, a primeira manifestação tenentista veio à tona com uma série de levantes militares que ficaram marcados pelo episódio dos “18 do Forte de Copacabana”, ocorrido no Rio de Janeiro, em julho de 1922.
  • 212. • Nos dois anos seguintes, duas novas revoltas militares, uma no Rio Grande do Sul (1923) e outra em São Paulo (1924), mostrou que a presença dos tenentistas no cenário político se reafirmava.
  • 216. • Em 1925, com a união da Coluna Paulista (uma guerra de movimento que, segundo alguns historiadores, pode ser considerada uma guerra de guerrilha) e da Coluna Riograndense originou-se a Coluna Miguel Costa - Luís Carlos Prestes.
  • 220. • Durante três anos, os tenentes percorreram a pé e a cavalo cerca de 25.000 km. O número de integrantes da coluna variou em função das regiões por onde passou, da adesão da população oprimida pelas oligarquias e da repressão contra eles empreendida pelo governo e pelos coronéis.
  • 222. • Apesar de todas as dificuldades que impossibilitaram que Prestes e seus comandados atingissem seu objetivo: tirar o presidente Artur Bernardes do governo; a Coluna Prestes marcou época pelo seu aguerrido combate em busca de reformas políticas e sociais e, principalmente, por nunca ter sido derrotada.
  • 223. • Em 1927, a invencível Coluna dissolveu-se na Bolívia. Incapazes de assumir o governo, os homens de Prestes receberam do comandante, eternizado pelo apelido de Cavaleiro da Esperança, a autorização para tomarem seu próprio destino.
  • 226. • Alguns ficaram na Bolívia, outros clandestinamente no Brasil onde foram presas fáceis da repressão governamental, mas alguns dos que voltaram se engajaram anos depois na Revolução de 1930.
  • 228. • Desde os tempos do Império, a falta de interesse do Estado pelo Sertão obteve efeitos sangrentos na região. Quem dominava a região eram os coronéis. Os coronéis eram homens acima da lei. Além de contarem com a polícia do seu lado, os coronéis ainda tinham a sua própria tropa: os jagunços.
  • 229. • Os jagunços eram homens armados que faziam a proteção das terras, castigavam e executavam os inimigos de seus chefes. Foi a violência desses jagunços que deu origem à jornada de diversos cangaceiros motivados pelo desejo de vingança.
  • 230. • Mas o fato é que os bandos de cangaceiros logo se transformaram em quadrilhas que aterrorizaram o sertão, pilhando, assassinando e estuprando.
  • 233. • Os cangaceiros conheciam a caatinga e o território nordestino muito bem, e por isso, era tão difícil serem capturados pelas autoridades. Estavam sempre preparados para enfrentar todo o tipo de situação.
  • 235. • Conheciam as plantas medicinais, as fontes de água, locais com alimento, rotas de fuga e lugares de difícil acesso.
  • 239. • O primeiro bando de cangaceiros que se tem conhecimento foi o de Jesuíno Alves de Melo Calado, "Jesuíno Brilhante", que agiu por volta de 1870. E o último foi de "Corisco" (Cristino Gomes da Silva Cleto), que foi assassinado em 25 de maio de 1940.
  • 241. Zé Sereno e Bando:
  • 243. • O cangaceiro mais famoso foi Virgulino Ferreira da Silva, o "Lampião", denominado o "Senhor do Sertão" e também "O Rei do Cangaço". Atuou durante as décadas de 1920 e 1930 em praticamente todos os estados do Nordeste brasileiro.
  • 244. Bando de Lampião e o fotógrafo:
  • 245. Virgulino Ferreira da Silva, o lampião:
  • 247. • As primeiras mulheres juntaram-se ao cangaço a partir de 1930 - a pioneira foi Maria Bonita, companheira de Lampião. • Estima-se que o bando de Lampião chegou a matar mais de mil pessoas.
  • 250. Lampião e Maria Bonita:
  • 251. Corisco e seu Bando:
  • 252. • Para combater os cangaceiros, o governo reagia com as "volantes", grupos de policiais disfarçados de cangaceiros, que muitas vezes eram mais brutais que os próprios cangaceiros.
  • 258. • Em 1938, Lampião e Maria Bonita foram mortos por uma volante. Um dos sobreviventes, Corisco, tentou assumir o lugar do chefe, mas foi morto pela polícia em 1940, num ataque que encerra o cangaço.
  • 265. Corisco: O Diabo Loiro:
  • 267. • Quando Vargas assumiu o poder em 1930, deu ordem para acabar com os cangaceiros. Após a morte de Corisco, o último bando de cangaceiros do nordeste foi derrotado.