Aprendizagem Informal

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Apresentação no I Encontro de CNO do Oeste

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Aprendizagem Informal

  1. 1. Aprendizagem Informal I Encontro de Centros Novas Oportunidades do Oeste Alcobaça 2008
  2. 2. Fala a Loucura… <ul><li>« Não julgueis que estas minhas palavras sejam falsas, como é vulgar entre os oradores. Pois bem sabeis que quando eles proferem um discurso que lhes custou trinta anos de trabalho, e por vezes trabalho alheio, juram tê-lo escrito por prazer, ou até ditado, no curto prazo de três dias. Eu não; sempre me foi grato dizer imediatamente tudo quanto me vem à boca.» </li></ul><ul><li>Elogio da Loucura, Erasmo </li></ul>
  3. 3. As Barreiras… <ul><li>«O duro estado em que meus negócios estão. / E do meu reino também a novidade. / Tais casos cruéis a fazer me obrigam / E a colocar guarnições em toda a parte.»  Eneida </li></ul><ul><li>«(…) deve ser prudente no crer e no agir, não ter medo de si mesmo; deve proceder dum modo temperado, com prudência e humanidade; que a demasiada confiança não o faça incauto e a demasiada desconfiança o não torne intolerável.» </li></ul><ul><li>O Príncipe, Maquiavel </li></ul>
  4. 4. Aprendizagem Informal - Reflexão <ul><li>“ Podemos ser Hamlet durante uma semana ou Falstaff por uma noite, mas tendemos a regressar ao ponto de partida. Se tivermos o génio de Shakespeare, podemos utilizar as batalhas interiores do si para criar o elenco inteiro de personagens do teatro ocidental – ou no caso de Fernando Pessoa, para criar vários poetas diferentes, os seus heterónimos. Porém, ao fim e ao cabo, é um Shakespeare idêntico a si mesmo (e não um dos seus personagens) que se reforma tranquilamente em Stradford, e é um Pessoa idêntico a si mesmo (e não Ricardo Reis) que bebe até ao esquecimento e morre num hospital de Lisboa.” </li></ul><ul><li>António R. Damásio,  O Sentimento de Si. O Corpo, a emoção e a neurobiologia da  consciência. </li></ul>
  5. 5. Aprendizagem Informal - Conceito <ul><li>«A aprendizagem informal “decorre das actividades da vida quotidiana relacionadas com o trabalho, a família, a vida social ou lazer. Normalmente tem lugar fora de estruturas institucionais, decorrendo num ambiente de aprendizagem que o indivíduo pode organizar e estruturar livremente”. </li></ul><ul><li>INE: Educação e Formação – 2003 </li></ul><ul><li>«Aprendizagem que resulta de actividades da vida quotidiana ligadas ao mundo do trabalho, à família ou aos tempos livres. Não é uma aprendizagem organizada ou estruturada (em termos de objectivos, de tempo ou de recursos). A aprendizagem informal é, na maior parte dos casos, não intencional da parte do aprendente. Não conduz, normalmente, a qualquer certificação . </li></ul><ul><li>Traduzido de CEDEFOP, Glossary, 2004). </li></ul>
  6. 6. Aprendizagem Informal - Fontes
  7. 7. Aprendizagem Informal - Princípios <ul><li>| Contextualizada e Imediata | </li></ul><ul><li>| Exploratória e Experimental | </li></ul><ul><li>| Simples e Clara | </li></ul><ul><li>| Emergente e Não Programada | </li></ul><ul><li>| Presente, Aberta e Mutável | </li></ul>
  8. 8. E no contexto de RVC/EFA… <ul><li>«Temos o modelo escolar como matriz e é-nos muito difícil valorizar outras perspectivas e abordagens. Hoje, pelo contrário, a atenção tende a virar-se, primordialmente, para aspectos relacionados com a certificação e a qualificação profissional. Durante muito tempo, a educação de adultos teve como preocupação principal as pessoas, os seus interesses e direitos, a sua autonomia e os processos de formação e autoformação. Como dizia Pierre Dominicé, ninguém forma ninguém, as pessoas formam-se a si próprias através de processos difíceis de prever e de programar.  (…) Precisamos de encontrar um equilíbrio entre estas duas dimensões, reconhecendo que a vida das pessoas está intimamente ligada às questões do trabalho, mas que não há educação de adultos sem um olhar privilegiado sobre as pessoas e sobre a forma, tantas vezes inesperada e imprevisível, como se produz a sua formação.» </li></ul><ul><li>Direito de Aprender , Entrevista a António Nóvoa </li></ul>
  9. 9. E as pessoas… (os Adultos) <ul><li>«Não te mostres triste , porque ofendes. Não te mostres glorioso, porque ofendes. Não te mostres envaidecido, mesmo com discrição, porque ofendes. Não te mostres caloroso, porque ofendes. Não te mostres frio, porque ofendes. Não te mostres a existir, porque ofendes. Não te mostres.» </li></ul><ul><li>Vergílio Ferreira, Pensar </li></ul>
  10. 10. Obrigado

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