Moda e mercado palestra uva

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Uma abordagem do mercado de varejo de moda, passado, presente, futuro e seus desafios

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Moda e mercado palestra uva

  1. 1. MODA E MERCADO UMA GESTÃO CONTEMPORÂNEA TENDÊNCIAS DO MERCADO DE VAREJO Haroldo Monteiro Planning & Management Consultoria
  2. 2. Haroldo Monteiro Formado em Administração de Empresas e Engenharia Econômica pela UERJ e MBA em Business pela Ohio University EUA. Possui vasta experiência no mercado de varejo, tendo atuado como executivo em várias empresas deste setor. Atualmente exerce o cargo de Diretor Financeiro da cadeia de varejo Folic/Checklist/Looxx, além disto é sócio da Planning & Management, consultoria especializada em gestão e estudos de tendências econômicas para o varejo. Coordenador do MBA de Finanças na UVA, e professor convidado do Coppead, onde ministra Administração Financeira de Curto Prazo.
  3. 3. Principais Tópicos • Administrador de Empresas – Por que ser um? • Qual é a área da Administração de Empresas que vem ganhando mais importância estratégicamente? • Tendências do varejo no Brasil – Passado, presente e futuro; • A inovação no varejo; • As estratégias de maior aproximação com o consumidor e ampliação dos canais de venda; • VM e Store Design – Duas importantes ferramentas para atrair o consumidor; • Assortment Planning como ferramenta de gestão; • Vendas On-line x Vendas Lojas Físicas – Quem vencerá esta batalha? • O uso de franquias como estratégia de crescimento;
  4. 4. Objetivos • Analisar as perspectivas do setor de varejo no Brasil; • Possibilitar aos profissionais, uma visão das modernas ferramentas de gestão para se diferenciar da concorrência no setor varejista; • Mostrar aos participantes quais as estratégias de maior aproximação com o consumidor e ampliação dos canais de venda; • Analisar as perspectivas de crescimento via estratégia de abertura de franquias;
  5. 5. Administrador de Empresas – Por que ser um? • Os administradores de empresas são aqueles profissionais ao quais cabe o planejamento, a organização, gestão, e a orientação do uso dos recursos tecnológicos, físicos, humanos e financeiros das pessoas jurídicas, a fim de encontrar soluções para toda espécie de problemas administrativos
  6. 6. Características principais de um administrador: • Senso de responsabilidade; • Objetividade; • Iniciativa; • Senso de prioridades; • Empreendedorismo; • Capacidade de intermediar possíveis conflitos; • Habilidade para trabalhar em equipes e liderá-las; • Pensar e agir calmamente (mesmo sob pressão); • Autoconfiança; capacidade de planejamento, decisão, negociação, organização e de resolver problemas práticos; dinamismo; Administrador de Empresas – Por que ser um?
  7. 7. Principal Objetivo do Administrador em sua Função Gerar valor para a empresa que ele estiver administrando Maximizando a riqueza do acionista Administrador de Empresas – Por que ser um?
  8. 8. Quais as Principais áreas da administração? • Gerenciamento de Recursos Humanos; • Gerenciamento de Marketing; • Gerenciamento Financeiro; • Gerenciamento da Produção; Administrador de Empresas – Por que ser um?
  9. 9. • Inteligência Competitiva IC ou Inteligência competitiva é um programa sistemático de coleta e análise da informação sobre atividades dos concorrentes e tendências gerais dos negócios, visando atingir as metas da empresa, conforme definição de Larry Kahaner, membro da SCIP – Society of Competitive Intelligence Professionals (www.scip.org). “Nossas pesquisas confirmam que não existem empresas excelentes para sempre, da mesma maneira que não há setores excelentes o tempo todo. Conforme constatamos em nossa própria trajetória acidentada, todos nós, como as empresas, fazemos coisas inteligentes e coisas não tão inteligentes.” Em “A Estratégia do Oceano Azul”, W.Chan Kim e Renée Mauborgne Qual a área da Administração de Empresas vem ganhando mais importância estratégicamente?
  10. 10. Qual o mercado da Inteligência Competitiva • As 500 maiores empresas americanas tem uma área ou profissional para monitorar a concorrência e que na maioria das vezes tem o nome de “Inteligência Competitiva”. • No Brasil, cerca de 20% das 500 maiores empresas, tem uma área ou profissional dedicado a acompanhar, monitorar e apresentar relatórios de “Inteligência Competitiva”. • No Brasil as funções podem ser: Inteligência Competitiva, Inteligência de Mercado, Serviços de Marketing, Pesquisa e IC, entre outros, com atividades por vezes muito diferente dos colegas americanos.
  11. 11. Qual o mercado da Inteligência Competitiva • Crescente interesse pelo tema, através de monografias, dissertações, teses de doutorado, além de eventos (cursos, palestras e seminários), nos últimos 3 anos, mostram o crescimento da importância da análise da concorrência no Brasil.
  12. 12. Qual a Aplicação no Mundo dos Negócios? Com isso, o tema Inteligência Competitiva já se faz cada vez mais presente, quando da elaboração de planos estratégicos, planos de marketing, planos de vendas e principalmente planos de desenvolvimento de negócios. Assim, o crescimento de uma empresa de forma sustentável, passa cada vez mais pela análise do mercado de atuação, de seus concorrentes e acima de tudo de seus clientes e consumidores.
  13. 13. Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro Passado até o evento do Plano Real MESBLA 180 Lojas 28 Mil funcionários Características Varejo Informalidade Baixa Qualificação Profissional Fragmentação Empresas Familiares Baixa Concorrencia Estrangeira Mercado Fechado
  14. 14. Reformulação nos anos 80 •A expansão da Mesbla se fez com estratégias de mercado que logo se mostraram ultrapassadas; •Quando decidiu incrementar a venda de vestuário e roupas de cama e mesa, os artigos eram expostos junto às máquinas e equipamentos, que eram as mercadorias tradicionais da empresa; • A mesma mistura desorganizada se via nos catálogos; Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  15. 15. Problemas nos anos 90 • A Mesbla tinha 40 diretores, o que tornava as decisões lentas. •Final do Governo Sarney, em 1989, com a hiperinflação, começou a estocar mercadorias em excesso e passou a contar basicamente com recursos gerados por sua financeira. •Plano Real, com o fim da inflação alta, a empresa passou a enfrentar constantes prejuízos, que tentou resolver com fechamento de lojas e dispensa de empregados. •Para agravar, tinha que enfrentar a concorrência de lojas de departamento e hipermercados estrangeiros, com facilidade de obter capitais no exterior a juros mais baixos. Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  16. 16. Presente • Formalização das receitas; • Forte Concorrência com Mercados Externos (importação); • Forte Concorrência com Mercados Externos (compras viagem); • Criação de Grandes Cadeias Nacionais Profissionalizadas; • Melhora da Qualificação Profissional; • Baixa Inflação  Custos são o destaque; • As cadeias de lojas familiares na “vitrine” para aquisição; • Início da busca pela inovação como forma de sobrevivência; • Setor ainda fragmentado gerando forte concorrência; Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  17. 17. Depois da C&A outra grande varejista se firma no Brasil Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  18. 18. A Mais Nova Ameaça Chega ao Brasil em 2014 ? Parceria Karl Lagerfeld (Chanel’s Designer) & H&M Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  19. 19. Tarpon pode comprar parte do grupo Farm e Animale Desfile da grife Animale na SPFW Verão 2014 Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  20. 20. Alpargatas compra 30% da Osklen, com opção para mais 30% Loja da Osklen: para Alpargatas, marca representa aposta em estilo "capaz de conquistar o mundo”. Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  21. 21. FUTURO • Chegada ao Brasil de cada vez mais cadeias de lojas estrangeiras; • Foco no Visual Merchandise e Store Design para atrair o consumidor; • Maior importância na gestão dos setores de Inteligência e Assortment Planning; • Desenvolvimento do omnicanal como estratégia de ampliação de vendas; • Produtos Sustentáveis; • Fusões e aquisições de grandes players; • Profissionais cada vez mais qualificados; Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  22. 22. FUTURO O link cada vez mais forte: Consumidores, Varejistas e Designers Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  23. 23. FUTURO Informação: Manequins com Cameras para observar o comportamento do consumidor nas lojas Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  24. 24. FUTURO Novas formas de compras: Integração Our new Hointer location in the Stanford Shopping Center, Palo Alto is now open! Escolhe o modelo e a roupa vai para a cabine em 30 segundos. Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  25. 25. FUTURO Modelo Escolhido Pagamento Simplificado Tendências do Varejo - O varejo no Brasil - Passado x Presente e Futuro
  26. 26. Inteligência do Varejo • Rápidas mudanças no comportamento do consumidor; • Proliferação de novos canais que estão forçando os varejistas a lidar com novas fontes de dados; • Novas formas de olhar para a análise; • Novas capacidades de análise + novos formatos, como tablets e smartphones • Estão derrubando o disciplina bem estabelecida de Business Intelligence no varejo. O relatório é baseado em uma pesquisa com 81 varejistas qualificados.
  27. 27. • 47% dos mega-varejistas (mais de US $ 5 bilhões em vendas) tem uma estratégia de BI por mais de 2 anos; • 43% dos varejistas de menos de US $ 250 milhões de receita usam os dados no Excel como seu principal método de visões de BI; • 35% dos varejistas estão orçando para dar a seus funcionários acesso móvel a dados e ferramentas de BI; Inteligência do Varejo
  28. 28. Inteligência do Varejo
  29. 29. • Prism Skylabs de San Francisco uma startup desenvolveu tecnologia que utiliza o vídeo capturado pela segurança câmeras para rastrear os movimentos dos clientes e criar “Heatmaps”. • As imagens representam o local preferido de todos os compradores na loja e os itens que eles tocaram; • Para os varejistas, é um valiosa ferramenta para a tomada de decisões sobre o produto; • Prism Skylabs também oferece timelines, mostrando níveis de atividade e mapas dos caminhos que revelam como clientes a navegam através do espaço. Inteligência do Varejo
  30. 30. • O CEO do Prism Skylabs, Steve Russell diz que que realiza tudo com uma tecnologia avançada que inclui a visão de computador: • "Isso nos permite compreender o comportamento do cliente, onde as pessoas estão andando, o que eles estão fazendo, quanto tempo eles ficam em um determinado lugar, e então podemos juntar tudo de uma maneira privada e protegida. Inteligência do Varejo
  31. 31. Atraindo o Consumidor Visual Merchandising & Other Stories •Novo conceito de loja, •Ênfase em seu visual merchandising; •Consumidor achará um conjunto de roupas e acessórios juntos; •Criação de um "sentimento no se vestir" ao invés de apenas seguir uma tendência da moda; •Posicionamento da marca não é de apenas uma loja de roupas, já que a disposição das roupas e acessórios na loja fazem da marca adquirir um conceito de "one-stop shop", onde possam existir vários grupos de estilo de se vestir dentro da loja;
  32. 32. VM - Elementos Chave
  33. 33. A importância para a marca de ter um perfeita sintonia entre o produto e o design da loja • O produto e o design da loja são representações de um essência única – o design da marca. • O sucesso da marca depende de todas as conexões serem frutos da mesma semente em relação à concepção dos mesmos. • A construção da identidade da marca e de seus valores conta com os projetos de design para o ponto de venda: do produto, da marca, da embalagem, do merchandising visual e vitrines, da arquitetura da loja, da sinalização, dos mobiliários específicos e dos elementos sensoriais (aroma, temperatura, música e iluminação). Atraindo o Consumidor Visual Merchandising
  34. 34. • O design é um fator importante para o consumidor de hoje, e um diferencial de sucesso. • Entre estes elementos estão o próprio espaço e sua organização, os móveis e objetos, os produtos, as cores, os Materiais, as texturas, a iluminação, a música e o aroma, as imagens, a sinalização, os cartazes, as fotos ou vídeos. • Cada um desses elementos contribui para a construção da idéia ou julgamento do consumidor sobre a empresa e por conseqüência sobre a marca em questão. By Ana Canton Atraindo o Consumidor Visual Merchandising
  35. 35. Store Design Porsche Design Opens its First Store in Hong Kong “A visão estética de uma marca faz parte do seu DNA – as sementes de inspiração e conexões transformam ambientes em experiências” Ana Canton, retail designer
  36. 36. Assortment Planning • Planejamento de sortimento e quebra do Plano de Mercadoria em componentes que permitem o planejador abordar a preferência do cliente e o que ele precisa. Estes componentes são os atributos do produto, estilos, cores e SKUs; • Gerenciar inventário, abordando simultaneamente a necessidade do cliente e demanda; • Desenvolver uma gama completa de mercadoria para apresentação; • Melhorar e manter a filosofia da empresa e imagem; • Suportar e executar a estratégia global de merchandising; • Integração com outros processos de planejamento, adequação das grades de mercadoria ao plano de sortimento, proporcionando o modo mais eficaz para equilibrar a apresentação da mercadoria para o cliente;
  37. 37. Assortment Planning • Adequar a uma seleção variada garantindo a grade suficiente sem sobrepopulação e atingindo o equilíbrio certo entre a amplitude (por exemplo, número de estilos) e profundidade (quantidade de cada estilo). • Além disso, adequa o plano de sortimento a sazonalidade, para fornecer o fluxo de mercadoria direita. • Devido variedade de planeamento trata do elemento mais detalhada do merchandising ao cliente os artigos para venda, o processo é muitas vezes muito detalhado e demorado. • Automação é, portanto, uma obrigação na construção de planos de variedade eficazes.
  38. 38. Assortment Planning
  39. 39. Assortment Planning
  40. 40. As estratégias de maior aproximação com o consumidor e ampliação dos canais de venda Morte ao Multi-canal & Vida Longa ao Omni-canal •Multi-canal é a junção das operações do varejo de forma que permita o cliente fazer as suas transações através dos canais conectados. É o lado operacional dos processos e estratégias. •Omni-Canal é a visão unificada do cliente de sua marca, é uma evolução do multi-canal de varejo; •Se concentra mais em uma abordagem perfeita para a experiência do consumidor através de todos os canais disponíveis de compras; •Os varejistas estão focados nos novos desejos do cliente;
  41. 41. Empresas precisam pensar menos sobre multicanal e se concentrar mais no conceito de "omni-channel ', incorporando as lojas físicas, comércio on-line, call centers, celulares, redes sociais, tablets e até TV interativa Alinhamento de Estratégia de Estoques De product-centric customer-centric • Juntar Informações para o cliente na mesma base de dados; • Novas Estratégias de Marketing e Merchandising; • Uso de Mídias Sociais; • Tornar as informações acessíveis para os clientes com o uso do celular; As estratégias de maior aproximação com o consumidor e ampliação dos canais de venda
  42. 42. Antiga Estratégia de Comércio Via Smartphone – Envio de Ordem de Compra Nova Estratégia de Comércio Via Smartphone –Mesmo quando estiver na loja o cliente possa ler opiniões de clientes nas redes sociais; –Comparar preços com outras lojas; –Assistir vídeos de demonstração dos produtos; –Buscar descontos e cupons em itens na própria loja; –Resgatar vales através de seus smartphones; –Usando uma estratégia de marketing móvel para chegar a esses consumidores você ficará surpreso ao ver quantos novos clientes você atrair e clientes existentes você poderá resgatar; As estratégias de maior aproximação com o consumidor e ampliação dos canais de venda
  43. 43. Vendas On-line x Vendas Lojas Físicas – Quem vencerá esta batalha? Quais os sinais do mercado • Multichannel is dead… Long live omnichannel • Lojas online fazem caminho inverso e abrem lojas físicas
  44. 44. Quais os sinais do mercado “Nós amamos Amazon, mas ir à loja é o que mais importa” Amazon mudou a forma como as lojas do mundo, mas ir até a loja ainda tem a maior influência sobre o que as pessoas decidem comprar, diz um novo relatório. Forrester Research pesquisou 4.500 adultos americanos online e descobriu que em cada grande categoria de consumidor , os clientes disseram que a visita a uma loja serviu como a mais importante fonte de pesquisa antes de comprar. Em certo sentido, o achado é surpreendente. O mais recente Censo dos EUA ainda coloca o e-commerce em pouco mais de 5 por cento do total das vendas do país. Vendas On-line x Vendas Lojas Físicas – Quem vencerá esta batalha?
  45. 45. Quais os sinais do mercado Social Media se torna menos importante para adolescentes; eles preferem fazer compras in-Store do que online Shopping; Por uma grande maioria, adolescentes preferem fazer compras em lojas físicas do que on-line: 78% contra 17% no caso de adolescentes do sexo feminino, e 75% contra 19% no caso dos homens. No entanto, os adolescentes fazem compras on-line-in nas mesmas proporções: Vendas On-line x Vendas Lojas Físicas – Quem vencerá esta batalha?
  46. 46. Quais os sinais do mercado Consumidores visitam os varejistas, e aí fazem compras on-line mais baratas: De acordo com pesquisa do Gartner, menos de 10 por cento dos consumidores compram no site on line da marca da varejista que eles visitaram” “O futuro do varejo é o omnichannel. Os varejistas devem estar onde seus clientes precisam que eles estejam para fornecer acesso a informações relevantes e valiosas” Jodie Fox, Co-Founder, Shoes of Prey Vendas On-line x Vendas Lojas Físicas – Quem vencerá esta batalha?
  47. 47. O uso de franquias como estratégia de crescimento As Causas do Incremento desta Estratégia • Criação de um ambiente mais favorável para novos negócios no Brasil; • O empreendedorismo passa a ser a chave do sucesso para impulsionar este crescimento; • Empresas fazem novos projetos para crescer, e uma das estratégias de sucesso adotadas nestes últimos anos é “Crescer através de abertura de franquias” • Mais e mais empresas estão descobrindo este o modelo como um método de aumentar as vendas e a visibilidade da marca.
  48. 48. O uso de franquias como estratégia de crescimento • A abertura de franquias oferece um potencial de crescimento rápido, com baixo investimento de capital por parte da franqueadora. • Proporciona as empresas franqueadoras a manutenção de um nível significativo de controle sobre o uso da marca e do sistema • Cada loja franqueada é operada por um empresário independente, que está altamente motivado a maximizar as vendas e lucros do negócio.
  49. 49. O uso de franquias como estratégia de crescimento
  50. 50. O uso de franquias como estratégia de crescimento
  51. 51. O uso de franquias como estratégia de crescimento FAZ PEDIDOFAZ PEDIDOFAZ PEDIDORECEITA MASTER FRANQUIAGANHO NA COMPRA E NA VENDA DE MERCADORIACOBRANÇA DE ROYALTIES NAS VENDASCOBRANÇA DE TAXAS DE FRANQUIASCOBRANÇA DE TAXAS NA INTERMEDIAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOSMODELOS DE SOURCING PARA FRANQUEADOSMASTER FRANQUIACENTRO DE DISTRIBUIÇÃOFORNECEDOR AFORNECEDOR BFORNECEDOR CFRANQUIAFRANQUIAFRANQUIAMASTER FRANQUIAPROCESSA E AGRUPA OS PEDIDOSFRANQUIAFRANQUIAFRANQUIA
  52. 52. O uso de franquias como estratégia de crescimento FAZ PEDIDOFAZ PEDIDOFAZ PEDIDORECEITA MASTER FRANQUIACOBRANÇA DE ROYALTIES NAS VENDASCOBRANÇA DE TAXAS DE FRANQUIASCOBRANÇA DE TAXAS NA INTERMEDIAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOSMODELOS DE SOURCING PARA FRANQUEADOSFORNECEDOR AFORNECEDOR BFORNECEDOR CFRANQUIAFRANQUIAFRANQUIAMASTER FRANQUIAPROCESSA E AGRUPA OS PEDIDOSFRANQUIAFRANQUIAFRANQUIA
  53. 53. Haroldo Monteiro Coordenador MBA Finanças Email: haroldo@uva.br BLOG do Varejo http://www.sidneyrezende.com/blog/haroldomonteiro

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