SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 43
Baixar para ler offline
Mariana de Paiva Manso
Preparação do
Solo e Aplicação
Preparo do Solo
Preparo de solo - Foto de Fermino Piton.
Qual a sua importância?
O preparo do solo visa eliminar ou atenuar os seguintes
fatores:
Químicos – baixo teor de nutrientes, elevados teores
de Al, Mn e sais de Na;
Biológicos – nematoides, cupins entre outros;
Físicos – compactação, adensamento e
encharcamento;
Embrapa Clima Temperado.
Equipe de projeto e pesquisa “Prospecção de genes para tolerância ao estresse de
encharcamento de soja” – UFPel, Embrapa Clima Temperado e Embrapa Soja
(Londrina).
O preparo do solo contribui ainda para o controle de
plantas daninhas e algumas pragas do solo;
A alta produtividade e longevidade da cultura estão
diretamente relacionadas com o sucesso do mesmo;
O clima deve ser favorável para evitar, por exemplo, a
compactação pelas rodas de tratores.
Agritempo.gov.br
O que envolve o Preparo do Solo?
Sistema de Plantio Convencional;
Cultivo Mínimo.
Sistema de Plantio Convencional
Consiste no revolvimento de camadas superficiais
para reduzir a compactação, incorporar corretivos e
fertilizantes, aumentar os espaços porosos e, com isso,
proporcionar o armazenamento de ar e água;
Esse processo (SPC) irá proporcionar o crescimento
do sistema radicular da planta, promover o corte e
enterro de plantas daninhas e ainda irá auxiliar no
controle de pragas e patógenos do solo.
Maquinário John Deere.
Cultivo Mínimo
Este tipo de preparo do solo é indicado para locais
onde não se verifica forte compactação, problemas
com barreiras químicas, que necessitariam de calagem
e gessagem, ou a existência de pragas de solo;
Vantagens em relação ao cultivo convencional:
• Redução da erosão;
• Redução de maquinário, implementos e combustível;
• Utilização mais intensa da área de plantio, já que o
intervalo entre a colheita e o replantio é menor.
Implementos Agrícolas
Grade Aradora
B2b Equipamentos para agricultura.
Cruesp.sp.gov.br
A função da grade aradora é realizar o início das
operações de preparo do solo, sendo que realizam,
numa só operação, a aração e a gradagem;
O perfil do solo preparado pela maioria das grades
aradoras é superficial, da ordem de 10 cm a 15 cm de
profundidade;
Desestrutura o solo compactado, destrói pasto e
possíveis plantas daninhas. Se o calcário for aplicado
antes, parte dele já será incorporado superficialmente;
O corte superficial e a pressão dos pneus do trator e
dos discos da grade sobre o solo adensam a sua
camada subsuperficial, resultando na formação do pé-
de-grade, com 5 cm ou mais de espessura,
dificultando o crescimento das raízes e favorecendo a
erosão laminar;
Velocidade de trabalho recomendada: 6 a 7km/h.
Trator Master.
Arado de Disco
John Deere.
Blog Agrofy
O arado realiza a inversão da camada do solo
deixando a superfície irregular;
A aração permite um maior arejamento do solo, o que
possibilita o desenvolvimento dos organismos úteis,
como as minhocas, além de, alguns casos, permitir a
mistura de nutrientes (adubos, químicos ou
orgânicos);
Expõe o subsolo à ação do sol;
Enterra restos de culturas agrícolas anteriores ou
ervas daninhas porventura existentes;
Melhora ainda a infiltração de água no solo além de
realizar a construção de curvas de níveis;
A profundidade de aração alcançada é de 20 cm a 25
cm.
Kimball.
Arado de Aiveca
Uniparts Agro.
Jornal Agora MS.
É um implemento agrícola constituído de órgãos que
são capazes de executar simultaneamente:
Corte;
Elevação;
É um dos únicos implementos que realiza a inversão
completa do solo rompendo assim camadas
extremamente compactadas;
Indicado para trabalhos pesados em que a
movimentação do solo exige maiores profundidades.
Número/Nome Funçã0
1 - AIVECA Elevar e inverter a fatia
de solo cortada pela
relha.
2 - RELHA Cortar o solo e iniciar o
levantamento da seção
cortada.
3 - RASTO Absorver as forças
laterais – estabilidade.
4 - SUPORTE Reunir todos os
componentes da aiveca.
5 - COLUNA Conectar ao chassi os
componentes da aiveca.
Agroffice.
Tipos de Aiveca
Preparo de Solo – Profº Francisco de Assis.
Subsolador
John Deere.
Jornal o Presente Rural.
É um implemento utilizado para romper a camada
compactada ou adensada do solo, permitindo a
infiltração e uma maior capacidade de retenção de
água no solo;
Subsolagem é a mobilização do solo em profundidade
provocando pouca desagregação superficial;
Através da quebra de camadas subsuperficiais
adensadas, busca-se facilitar a penetração das raízes
das plantas, oxigênio e água, diminuindo a
probabilidade de erosão.
Grade Niveladora
Talismã sementes.
Agrowerner.
Também denominada de grade leve, sua função é
nivelar o terreno, corrigir as pequenas falhas na
superfície, eliminar possíveis ervas daninhas,
finalizando o preparo para o plantio;
Este implemento tem como função principal obras de
terraplenagem e acerto de declives.
Adubação
Revista Plantar
É natural que, devido ao uso intensivo do solo, sua
fertilidade esteja em constante declínio, necessitando
assim de reposição de nutrientes;
 Logo a adubação tem por finalidade concretizar, de
forma adequada, esta reposição;
A soja exige mais nutrientes para seu
desenvolvimento e produção que os cereais de modo
geral.
Segundo MALAVOLTA, ela retira do solo para a
produção de grãos os seguintes elementos nutrientes:
NITROGÊNIO - N
FÓSFORO - P2O5
POTÁSSIO - K2O
* Eurípedes Malavolta foi um agrônomo brasileiro,pesquisador e professor na
ESALQ e no Centro de Energia Nuclear na Agricultura e membro da
Academia Brasileira de Ciências.
Adubo pré-plantio
A adubação de pré-plantio se situa quando o cultivo
deixa de responder à adição de elementos;
A aplicação da adubação antecipada é vantajosa pela
melhor distribuição dos nutrientes na área da lavoura,
o que favorece um sistema radicular amplo e maior
rapidez na semeadura.
Destaca-se que a prática da adubação antecipada
também deve estar associada a outros três aspectos
fundamentais:
1. Correção de limitação física e/ou química na camada
subsuperficial do solo;
2.Adoção e/ou manutenção de práticas de controle de
erosão;
3. Adequação do manejo de plantas daninhas.
Calagem
A calagem (aplicação de calcário) visa à correção de
acidez do solo - eleva o PH;
Aumenta a capacidade de troca de cátions (CTC) e,
por isso, diminui a lixiviação de cátions aumentando a
disponibilidade de nutrientes à planta;
O cálcio estimula o crescimento das raízes e,
portanto, com a calagem ocorre o aumento do sistema
radicular e uma maior exploração da água e dos
nutrientes do solo, auxiliando a planta na tolerância à
seca;
Centro de Produções Técnicas.
O efeito residual no solo, do calcário, permanece no
solo por até 20 ou mais anos, dependendo da dose
aplicada;
Para que haja boa incorporação e homogeneização
com o solo, a calagem deve ser feita no preparo do solo
– geralmente cerca de 3 meses antes do plantio e
aplicado e incorporado na profundidade de 20 cm.
Gessagem
O gesso (CaSO4) tem como função primordial baixar a
toxidez de um elemento muito presente em solos
tropicais, o alumínio (Al3+
);
A aplicação de gesso agrícola no solo visa aplicar
cálcio e enxofre;
Entretanto, por ser uma fonte mais solúvel do que o
calcário, o gesso não promove a neutralização da
acidez do solo –não eleva o PH;
A aplicação do gesso agrícola possibilita um maior crescimento radicular. Isso faz
com que as plantas suportem melhor a seca e veranicos, aumenta a absorção de
nutrientes, incrementando a produtividade agrícola e melhorando a qualidade dos
frutos, colmos e raízes.
O gesso também atua mais profundamente no solo do
que outros insumos, como o calcário agrícola;
Por ser um produto de mediana solubilidade em
água, pode ser aplicado sobre a superfície do solo, não
necessitando ser incorporado ao mesmo;
O efeito residual do gesso é proporcional à dose
aplicada, mas normalmente dura poucos meses, em
função da maior solubilidade em relação ao calcário.
FAEP: Federação de Agricultura do Estado do Paraná.
* A aplicação do gesso deve ser em área total, sempre antes
do cultivo.
Adubo no plantio
Como, de modo geral, nossos solos são carentes em P,
é necessário fazer a aplicação deste elemento:
Tipos de solos em relação à qt. de
P2O5
Recomendação em kg/ha
Solos com quantidade baixa de fósforo 90 a 100 Kg/ha
Solos com teor médio de fósforo 70 e 80 Kg/ha
Solos com alto teor de fósforo 50 a 60Kg/ha
O primeiro passo para o emprego de uma adubação
equilibrada e econômica é mandar analisar o solo,
pois, de posse dos resultados da análise, será
recomendado as doses corretas de fertilizantes.
Mariana de Paiva Manso
Mary.1207@hotmail.com
(62) 8176-6333
Obrigada!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Coleta e amostragem de solo.
Coleta e amostragem de solo.Coleta e amostragem de solo.
Coleta e amostragem de solo.Leandro Araujo
 
A cultura do Milho
A cultura do MilhoA cultura do Milho
A cultura do MilhoKiller Max
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveGeagra UFG
 
Nutrição e adubação do milho
Nutrição e adubação do milhoNutrição e adubação do milho
Nutrição e adubação do milhoGeagra UFG
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃOINTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃOGeagra UFG
 
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTESGERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTEScarlinhosmatos
 
Unidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementesUnidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementesBruno Rodrigues
 
Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicação Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicação Geagra UFG
 
IRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕES
IRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕESIRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕES
IRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕESLEANDRO DE MATOS
 
Sorgo morfologia e fisiologia
Sorgo morfologia e fisiologiaSorgo morfologia e fisiologia
Sorgo morfologia e fisiologiaGeagra UFG
 
Simulado manejo de plantas daninhas
Simulado manejo de plantas daninhasSimulado manejo de plantas daninhas
Simulado manejo de plantas daninhasAndré Fontana Weber
 
Origem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
Origem e importância econômica e classificação botânica do FeijãoOrigem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
Origem e importância econômica e classificação botânica do FeijãoKiller Max
 

Mais procurados (20)

Cana de-açucar
Cana de-açucarCana de-açucar
Cana de-açucar
 
Coleta e amostragem de solo.
Coleta e amostragem de solo.Coleta e amostragem de solo.
Coleta e amostragem de solo.
 
Solo planta - atmosfera
Solo planta - atmosferaSolo planta - atmosfera
Solo planta - atmosfera
 
A cultura do Milho
A cultura do MilhoA cultura do Milho
A cultura do Milho
 
Manejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solosManejo e conservação dos solos
Manejo e conservação dos solos
 
Fertilidade do Solo
Fertilidade do SoloFertilidade do Solo
Fertilidade do Solo
 
Extensão rural
Extensão ruralExtensão rural
Extensão rural
 
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de DesenvolveComo a Planta de Arroz de Desenvolve
Como a Planta de Arroz de Desenvolve
 
Nutrição e adubação do milho
Nutrição e adubação do milhoNutrição e adubação do milho
Nutrição e adubação do milho
 
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃOINTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
INTRODUÇÃO À CULTURA DO FEIJÃO
 
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTESGERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
GERMINAÇÃO E DORMÊNCIA DE SEMENTES
 
Unidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementesUnidade 05 dormência de sementes
Unidade 05 dormência de sementes
 
Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicação Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicação
 
Classificação de doenças de McNew
Classificação de doenças de McNewClassificação de doenças de McNew
Classificação de doenças de McNew
 
Adubação
AdubaçãoAdubação
Adubação
 
IRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕES
IRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕESIRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕES
IRRIGAÇÃO: MÉTODOS, SISTEMAS E APLICAÇÕES
 
Sorgo morfologia e fisiologia
Sorgo morfologia e fisiologiaSorgo morfologia e fisiologia
Sorgo morfologia e fisiologia
 
Simulado manejo de plantas daninhas
Simulado manejo de plantas daninhasSimulado manejo de plantas daninhas
Simulado manejo de plantas daninhas
 
Origem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
Origem e importância econômica e classificação botânica do FeijãoOrigem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
Origem e importância econômica e classificação botânica do Feijão
 
Citrus de mesa
Citrus de mesaCitrus de mesa
Citrus de mesa
 

Semelhante a Preparo Solo Soja

Implantação da Cultura do Feijão
Implantação da Cultura do FeijãoImplantação da Cultura do Feijão
Implantação da Cultura do FeijãoKiller Max
 
Apostila agricultura geral
Apostila agricultura geralApostila agricultura geral
Apostila agricultura geralLuiz Oliveira
 
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdfaula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdfJanielly Costa
 
1228439217 medidas de_conservação
1228439217 medidas de_conservação1228439217 medidas de_conservação
1228439217 medidas de_conservaçãoPelo Siro
 
cursobsicodejardinagem-parte1-161214023607.pptx
cursobsicodejardinagem-parte1-161214023607.pptxcursobsicodejardinagem-parte1-161214023607.pptx
cursobsicodejardinagem-parte1-161214023607.pptxSamuelBrando21
 
Curso básico de jardinagem Parte 1/6
Curso básico de jardinagem   Parte 1/6Curso básico de jardinagem   Parte 1/6
Curso básico de jardinagem Parte 1/6ABCursos OnLine
 
30. cultivo mínimo na cana de-açúcarissn
30. cultivo mínimo na cana de-açúcarissn30. cultivo mínimo na cana de-açúcarissn
30. cultivo mínimo na cana de-açúcarissnFernando Valaci Rezende
 
Cultivo de alface pronto
Cultivo de alface prontoCultivo de alface pronto
Cultivo de alface prontoTayza Taveira
 
Apostila implementos-preparo-de-sol
Apostila implementos-preparo-de-solApostila implementos-preparo-de-sol
Apostila implementos-preparo-de-solCleiton Domingos
 
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloáguaGestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloáguaequipeagroplus
 
Solos Salinos.pptx
Solos Salinos.pptxSolos Salinos.pptx
Solos Salinos.pptxThatyBastos1
 

Semelhante a Preparo Solo Soja (20)

Implantação da Cultura do Feijão
Implantação da Cultura do FeijãoImplantação da Cultura do Feijão
Implantação da Cultura do Feijão
 
Senar go ppv_cultprodgraos_mod1
Senar go ppv_cultprodgraos_mod1Senar go ppv_cultprodgraos_mod1
Senar go ppv_cultprodgraos_mod1
 
Solos
SolosSolos
Solos
 
Apostila agricultura geral
Apostila agricultura geralApostila agricultura geral
Apostila agricultura geral
 
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdfaula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
aula 6 - sisemas de preparo do solo.pdf
 
Resumo de métodos de produção
Resumo de métodos de produçãoResumo de métodos de produção
Resumo de métodos de produção
 
Solo - manejo do solo
Solo -  manejo do soloSolo -  manejo do solo
Solo - manejo do solo
 
1228439217 medidas de_conservação
1228439217 medidas de_conservação1228439217 medidas de_conservação
1228439217 medidas de_conservação
 
cursobsicodejardinagem-parte1-161214023607.pptx
cursobsicodejardinagem-parte1-161214023607.pptxcursobsicodejardinagem-parte1-161214023607.pptx
cursobsicodejardinagem-parte1-161214023607.pptx
 
1 2
1 21 2
1 2
 
Curso básico de jardinagem Parte 1/6
Curso básico de jardinagem   Parte 1/6Curso básico de jardinagem   Parte 1/6
Curso básico de jardinagem Parte 1/6
 
30. cultivo mínimo na cana de-açúcarissn
30. cultivo mínimo na cana de-açúcarissn30. cultivo mínimo na cana de-açúcarissn
30. cultivo mínimo na cana de-açúcarissn
 
III conservacao
III conservacaoIII conservacao
III conservacao
 
Cultivo de alface pronto
Cultivo de alface prontoCultivo de alface pronto
Cultivo de alface pronto
 
Cultivo de alface
Cultivo de alface Cultivo de alface
Cultivo de alface
 
Apostila implementos-preparo-de-sol
Apostila implementos-preparo-de-solApostila implementos-preparo-de-sol
Apostila implementos-preparo-de-sol
 
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloáguaGestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
Gestão microbacias apresentação_ubá_manejoconservaçãosoloágua
 
Calcario no-solo-20201029124633
Calcario no-solo-20201029124633Calcario no-solo-20201029124633
Calcario no-solo-20201029124633
 
Gramados no Paisagismo
Gramados no PaisagismoGramados no Paisagismo
Gramados no Paisagismo
 
Solos Salinos.pptx
Solos Salinos.pptxSolos Salinos.pptx
Solos Salinos.pptx
 

Mais de Geagra UFG

Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........Geagra UFG
 
Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Geagra UFG
 
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Geagra UFG
 
Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........Geagra UFG
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxGeagra UFG
 
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfCópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfGeagra UFG
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxGeagra UFG
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxMANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxGeagra UFG
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaGeagra UFG
 
Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicaçãoTecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicaçãoGeagra UFG
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaGeagra UFG
 
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptxinoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptxGeagra UFG
 
Correção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na sojaCorreção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na sojaGeagra UFG
 
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptxSLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptxGeagra UFG
 
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA Geagra UFG
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxGeagra UFG
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxGeagra UFG
 
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil. Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil. Geagra UFG
 
Colheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milhoColheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milhoGeagra UFG
 
Mecanismo de ação de fungicidas
Mecanismo de ação de fungicidasMecanismo de ação de fungicidas
Mecanismo de ação de fungicidasGeagra UFG
 

Mais de Geagra UFG (20)

Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........Colheita e armazenamento da soja........
Colheita e armazenamento da soja........
 
Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............Manejo de doenças da soja...............
Manejo de doenças da soja...............
 
Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........Mecanismo de ação de fungicidas.........
Mecanismo de ação de fungicidas.........
 
Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........Mecanismo de ação de inseticidas........
Mecanismo de ação de inseticidas........
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pptx
 
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdfCópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
Cópia de SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1).pdf
 
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptxSLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
SLIDE OFICIAL GEAGRA 2023.2 (2).pptx (1) (1).pptx
 
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptxMANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
MANEJO DE PLANTAS DANINHAS DA SOJA. .pptx
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
 
Tecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicaçãoTecnologia de aplicação
Tecnologia de aplicação
 
Manejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de sojaManejo do solo e plantio de soja
Manejo do solo e plantio de soja
 
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptxinoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
inoculantes_coinoculantes_e_adubaASSAPSo_foliar.pptx
 
Correção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na sojaCorreção do solo e adubação na soja
Correção do solo e adubação na soja
 
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptxSLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
SLIDE DINÂMICA DOS NUTRIENTES OF.pptx
 
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
BIOTECNOLOGIA E RECOMENDAÇÃO DE CULTIVARES DE SOJA
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
 
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptxFENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
FENOLOGIA E FISIOLOGIA DA SOJA.pptx
 
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil. Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
Produção de milho-doce, milho-pipoca e milho-verde no Brasil.
 
Colheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milhoColheita e armazenamento do milho
Colheita e armazenamento do milho
 
Mecanismo de ação de fungicidas
Mecanismo de ação de fungicidasMecanismo de ação de fungicidas
Mecanismo de ação de fungicidas
 

Último

Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxPatrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxAssimoIovahale
 
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024Consultoria Acadêmica
 
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGuilhermeLucio9
 
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...DL assessoria 31
 
MAPA – DESENHO TÉCNICO – 51 / 2024
MAPA   –   DESENHO TÉCNICO  –  51 / 2024MAPA   –   DESENHO TÉCNICO  –  51 / 2024
MAPA – DESENHO TÉCNICO – 51 / 2024excellenceeducaciona
 
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxAE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxConsultoria Acadêmica
 
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdfCondutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdfAroldoMenezes1
 
cipa_assedio (2).pdf_comissão_inetrna de
cipa_assedio (2).pdf_comissão_inetrna decipa_assedio (2).pdf_comissão_inetrna de
cipa_assedio (2).pdf_comissão_inetrna deGleuciane Rocha
 

Último (8)

Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxPatrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
 
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
 
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
 
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
 
MAPA – DESENHO TÉCNICO – 51 / 2024
MAPA   –   DESENHO TÉCNICO  –  51 / 2024MAPA   –   DESENHO TÉCNICO  –  51 / 2024
MAPA – DESENHO TÉCNICO – 51 / 2024
 
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxAE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
 
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdfCondutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
 
cipa_assedio (2).pdf_comissão_inetrna de
cipa_assedio (2).pdf_comissão_inetrna decipa_assedio (2).pdf_comissão_inetrna de
cipa_assedio (2).pdf_comissão_inetrna de
 

Preparo Solo Soja

  • 1. Mariana de Paiva Manso Preparação do Solo e Aplicação
  • 2. Preparo do Solo Preparo de solo - Foto de Fermino Piton.
  • 3. Qual a sua importância? O preparo do solo visa eliminar ou atenuar os seguintes fatores: Químicos – baixo teor de nutrientes, elevados teores de Al, Mn e sais de Na; Biológicos – nematoides, cupins entre outros; Físicos – compactação, adensamento e encharcamento;
  • 4. Embrapa Clima Temperado. Equipe de projeto e pesquisa “Prospecção de genes para tolerância ao estresse de encharcamento de soja” – UFPel, Embrapa Clima Temperado e Embrapa Soja (Londrina).
  • 5. O preparo do solo contribui ainda para o controle de plantas daninhas e algumas pragas do solo; A alta produtividade e longevidade da cultura estão diretamente relacionadas com o sucesso do mesmo; O clima deve ser favorável para evitar, por exemplo, a compactação pelas rodas de tratores.
  • 7. O que envolve o Preparo do Solo? Sistema de Plantio Convencional; Cultivo Mínimo.
  • 8. Sistema de Plantio Convencional Consiste no revolvimento de camadas superficiais para reduzir a compactação, incorporar corretivos e fertilizantes, aumentar os espaços porosos e, com isso, proporcionar o armazenamento de ar e água; Esse processo (SPC) irá proporcionar o crescimento do sistema radicular da planta, promover o corte e enterro de plantas daninhas e ainda irá auxiliar no controle de pragas e patógenos do solo.
  • 10. Cultivo Mínimo Este tipo de preparo do solo é indicado para locais onde não se verifica forte compactação, problemas com barreiras químicas, que necessitariam de calagem e gessagem, ou a existência de pragas de solo; Vantagens em relação ao cultivo convencional: • Redução da erosão; • Redução de maquinário, implementos e combustível; • Utilização mais intensa da área de plantio, já que o intervalo entre a colheita e o replantio é menor.
  • 12. Grade Aradora B2b Equipamentos para agricultura. Cruesp.sp.gov.br
  • 13. A função da grade aradora é realizar o início das operações de preparo do solo, sendo que realizam, numa só operação, a aração e a gradagem; O perfil do solo preparado pela maioria das grades aradoras é superficial, da ordem de 10 cm a 15 cm de profundidade; Desestrutura o solo compactado, destrói pasto e possíveis plantas daninhas. Se o calcário for aplicado antes, parte dele já será incorporado superficialmente;
  • 14. O corte superficial e a pressão dos pneus do trator e dos discos da grade sobre o solo adensam a sua camada subsuperficial, resultando na formação do pé- de-grade, com 5 cm ou mais de espessura, dificultando o crescimento das raízes e favorecendo a erosão laminar; Velocidade de trabalho recomendada: 6 a 7km/h.
  • 16. Arado de Disco John Deere. Blog Agrofy
  • 17. O arado realiza a inversão da camada do solo deixando a superfície irregular; A aração permite um maior arejamento do solo, o que possibilita o desenvolvimento dos organismos úteis, como as minhocas, além de, alguns casos, permitir a mistura de nutrientes (adubos, químicos ou orgânicos);
  • 18. Expõe o subsolo à ação do sol; Enterra restos de culturas agrícolas anteriores ou ervas daninhas porventura existentes; Melhora ainda a infiltração de água no solo além de realizar a construção de curvas de níveis; A profundidade de aração alcançada é de 20 cm a 25 cm.
  • 19.
  • 21. Arado de Aiveca Uniparts Agro. Jornal Agora MS.
  • 22. É um implemento agrícola constituído de órgãos que são capazes de executar simultaneamente: Corte; Elevação; É um dos únicos implementos que realiza a inversão completa do solo rompendo assim camadas extremamente compactadas; Indicado para trabalhos pesados em que a movimentação do solo exige maiores profundidades.
  • 23. Número/Nome Funçã0 1 - AIVECA Elevar e inverter a fatia de solo cortada pela relha. 2 - RELHA Cortar o solo e iniciar o levantamento da seção cortada. 3 - RASTO Absorver as forças laterais – estabilidade. 4 - SUPORTE Reunir todos os componentes da aiveca. 5 - COLUNA Conectar ao chassi os componentes da aiveca. Agroffice.
  • 24. Tipos de Aiveca Preparo de Solo – Profº Francisco de Assis.
  • 26. É um implemento utilizado para romper a camada compactada ou adensada do solo, permitindo a infiltração e uma maior capacidade de retenção de água no solo; Subsolagem é a mobilização do solo em profundidade provocando pouca desagregação superficial; Através da quebra de camadas subsuperficiais adensadas, busca-se facilitar a penetração das raízes das plantas, oxigênio e água, diminuindo a probabilidade de erosão.
  • 28. Também denominada de grade leve, sua função é nivelar o terreno, corrigir as pequenas falhas na superfície, eliminar possíveis ervas daninhas, finalizando o preparo para o plantio; Este implemento tem como função principal obras de terraplenagem e acerto de declives.
  • 30. É natural que, devido ao uso intensivo do solo, sua fertilidade esteja em constante declínio, necessitando assim de reposição de nutrientes;  Logo a adubação tem por finalidade concretizar, de forma adequada, esta reposição; A soja exige mais nutrientes para seu desenvolvimento e produção que os cereais de modo geral.
  • 31. Segundo MALAVOLTA, ela retira do solo para a produção de grãos os seguintes elementos nutrientes: NITROGÊNIO - N FÓSFORO - P2O5 POTÁSSIO - K2O * Eurípedes Malavolta foi um agrônomo brasileiro,pesquisador e professor na ESALQ e no Centro de Energia Nuclear na Agricultura e membro da Academia Brasileira de Ciências.
  • 32. Adubo pré-plantio A adubação de pré-plantio se situa quando o cultivo deixa de responder à adição de elementos; A aplicação da adubação antecipada é vantajosa pela melhor distribuição dos nutrientes na área da lavoura, o que favorece um sistema radicular amplo e maior rapidez na semeadura.
  • 33. Destaca-se que a prática da adubação antecipada também deve estar associada a outros três aspectos fundamentais: 1. Correção de limitação física e/ou química na camada subsuperficial do solo; 2.Adoção e/ou manutenção de práticas de controle de erosão; 3. Adequação do manejo de plantas daninhas.
  • 34. Calagem A calagem (aplicação de calcário) visa à correção de acidez do solo - eleva o PH; Aumenta a capacidade de troca de cátions (CTC) e, por isso, diminui a lixiviação de cátions aumentando a disponibilidade de nutrientes à planta; O cálcio estimula o crescimento das raízes e, portanto, com a calagem ocorre o aumento do sistema radicular e uma maior exploração da água e dos nutrientes do solo, auxiliando a planta na tolerância à seca;
  • 35. Centro de Produções Técnicas.
  • 36. O efeito residual no solo, do calcário, permanece no solo por até 20 ou mais anos, dependendo da dose aplicada; Para que haja boa incorporação e homogeneização com o solo, a calagem deve ser feita no preparo do solo – geralmente cerca de 3 meses antes do plantio e aplicado e incorporado na profundidade de 20 cm.
  • 37. Gessagem O gesso (CaSO4) tem como função primordial baixar a toxidez de um elemento muito presente em solos tropicais, o alumínio (Al3+ ); A aplicação de gesso agrícola no solo visa aplicar cálcio e enxofre; Entretanto, por ser uma fonte mais solúvel do que o calcário, o gesso não promove a neutralização da acidez do solo –não eleva o PH;
  • 38. A aplicação do gesso agrícola possibilita um maior crescimento radicular. Isso faz com que as plantas suportem melhor a seca e veranicos, aumenta a absorção de nutrientes, incrementando a produtividade agrícola e melhorando a qualidade dos frutos, colmos e raízes.
  • 39. O gesso também atua mais profundamente no solo do que outros insumos, como o calcário agrícola; Por ser um produto de mediana solubilidade em água, pode ser aplicado sobre a superfície do solo, não necessitando ser incorporado ao mesmo; O efeito residual do gesso é proporcional à dose aplicada, mas normalmente dura poucos meses, em função da maior solubilidade em relação ao calcário.
  • 40. FAEP: Federação de Agricultura do Estado do Paraná. * A aplicação do gesso deve ser em área total, sempre antes do cultivo.
  • 41. Adubo no plantio Como, de modo geral, nossos solos são carentes em P, é necessário fazer a aplicação deste elemento: Tipos de solos em relação à qt. de P2O5 Recomendação em kg/ha Solos com quantidade baixa de fósforo 90 a 100 Kg/ha Solos com teor médio de fósforo 70 e 80 Kg/ha Solos com alto teor de fósforo 50 a 60Kg/ha
  • 42. O primeiro passo para o emprego de uma adubação equilibrada e econômica é mandar analisar o solo, pois, de posse dos resultados da análise, será recomendado as doses corretas de fertilizantes.
  • 43. Mariana de Paiva Manso Mary.1207@hotmail.com (62) 8176-6333 Obrigada!