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Unindo conhecimento em prol
Identificação de
plantas daninhas
Túlio Ferreira dos Santos Filho
 Definição;
 Introdução;
 Características;
 Controle;
 Plantas daninhas.
Sumário
2
 Plantas daninhas são todas as espécies de plantas que causam
danos a nossa cultura de interesse.
 Nesse sentido, o milho é uma planta daninha?
Definição
3
Fonte: Coamo, 2018.
 Danos:
 Diminuem produtividade;
o Porquê a competição por luz pode ser considerada o processo de
competição mais importante?
 Causam doenças na cultura de interesse, ex:nematóides dos
gêneros Meloydogyne e Heterodera (nematóide-do-cisto da soja);
Introdução
4
 Redução da qualidade comercial;
 Não certificação de sementes, ex:(arroz-vermelho);
 Redução do valor da terra.
Introdução
5
Introdução - ciclo
6
Anuais
Germinam e realizam seu ciclo completo
(desenvolvimento vegetativo, florescimento e produção
de sementes) em um ano; Ex.: Buva.
Bianuais Duração de ciclo de dois anos. No geral, durante o
primeiro ano elas germinam e vegetam e, no segundo
ano, florescem e produzem sementes e depois morrem;
Ex.: Rubim.
Perenes Já as plantas daninhas perenes tem capacidade de
permanecer no campo por mais de dois anos, por meio
da reprodução de sementes ou propágulos vegetativos.
Ex.: Tiririca.
 Alta capacidade adaptativa;
o Porquê o método de roçagem não funciona para o controle de
plantas daninhas perenes?
 Elevada produção de sementes;
 Capacidade reprodutiva também através de bulbos,
tubérculos, rizomas e enraizamento.
Características
7
 Dormência e germinação desuniforme;
o De que maneira o banco de sementes no solo aumenta a
variabilidade genética das populações de plantas daninhas em áreas
de cultura?
Características
8
Uso de práticas que visam prevenir a introdução, o estabelecimento
e, ou, a disseminação de determinadas espécies-problema em áreas
ainda por elas não infestadas.
Controle
9
Controle preventivo:
Controle
10
Utilização das próprias características ecológicas das culturas e das
plantas daninhas, visando beneficiar o estabelecimento e
desenvolvimento das culturas. Essas práticas contribuem para
reduzir o banco de sementes de espécies daninhas.
Controle
11
Controle cultural:
Controle
12
Controle cultural:
Fonte: Agropos, 2020.
São métodos mecânicos de controle de
plantas daninhas como arranque manual, a capina manual, a
roçada, e o cultivo mecanizado.
Controle
13
Controle mecânico:
Fonte: Massey Ferguson, 2020.
 Solarização;
 Inundação;
 Plantio direto;
 Lança-chamas.
Controle
14
Controle físico:
Fonte: Agropos, 2020.
 Consiste na utilização de inimigos naturais
das plantas daninhas (fungos, bactérias, vírus, insetos etc);
 inibição alelopática.
Controle
15
Controle biológico*:
Fonte: Portal minha descanso, 2017.
 Aplicação de herbicidas;
 Utilização de forma coerente para evitar surgimento de plantas
resistentes, sempre buscando aplicar nos momentos corretos tanto
da daninha quanto da cultura em si.
Controle
16
Controle químico:
Controle
17
Fonte: Pasto extraordinário, 2020.
Controle
18
MIPD
CONTROLE
CULTURAL
CONTROLE
PREVENTIVO
CONTROLE
FÍSICO
CONTROLE
BIOLÓGICO
CONTROLE
QUÍMICO
CONTROLE
MECÂNICO
 Nome comum: Buva, voadeira ou rabo-de-
foguete;
 Nome científico: Conyza bonariensis,
Conyza canadensis e Conyza sumatrensis;
 Família: Asteraceae;
 Forma de propagação: sementes;
 Ciclo: anual.
Plantas daninhas (Buva)
19
Plantas daninhas (Buva)
20
Identificação C. bonariensis C. canadensis C. sumatrensis
Folha As basais: margens
serradas e longas.
As superiores:
margens lineares e
menores.
Margem dentada. Folhas ficam mais
longas na parte
basal e diminuem
em direção ao
ápice.
Caule Folhoso em toda
sua extensão.
Folhoso em toda
sua extensão.
Folhoso em toda
sua extensão.
Inflorescência Panícula
espiciforme.
Panícula maior
com numerosos
capítulos.
Panícula piramidal.
Capítulos Muitas flores, com
invólucro reto.
Poucas flores. Com
invólucro com
forma de campana,
não reto.
Muitas flores. Com
invólucro com
forma de campana,
não reto.
 Conyza bonariensis:
Plantas daninhas (Buva)
21
Fonte: Agrolink, ano não identificado.
 Conyza canadensis:
Plantas daninhas (Buva)
22
Fonte: Agrolink, ano não identificado.
 Conyza sumatrensis:
Plantas daninhas (Buva)
23
Fonte: Agrolink, ano não identificado.
 Resistência: São ao total 9 casos de resistência das 3 espécies registrados no
Brasil;
 Conyza bonariensis: Glifosato (EPSPs);
 Conyza canadensis: Glifosato (EPSPs);
 Conyza sumatrensis: Glifosato (EPSPs);
Chlorimuron (ALS);
Glifosato (EPSPs) + Chlorimuron (ALS);
Paraquat (FSI);
Saflufenacil (Protox);
Chlorimuron (ALS) + Paraquat (FSI) + Glifosato (EPSPs);
Diuron (FSII) + Paraquat (FSI) + Saflufenacil (Protox) + Glifosato (EPSPs) +
2,4D (Auxina).
Plantas daninhas (Buva)
24
 Pré-emergência: Diclosulam, sulfrentrazone, flumioxazin;
 Pós-emergência: Paraquat, chlorimuron, glufosinato de
amônio, glifosato, saflufenacil, 2,4 – D.
Plantas daninhas (Buva)
25
Controle químico:
•Plantio direto: sementes fotoblásticas positivas, precisam
de luz para germinarem.
 Nome comum: Capim-amargoso, capim-açu, capim-pororó,
capim-flexa;
 Nome científico: Digitaria insularis;
 Família: Poaceae;
 Forma de propagação: sementes e rizoma;
 Ciclo:perene.
Plantas daninhas (Amargoso)
26
 Identificação*: planta herbácea, cespitosa, ereta, de 50-
100cm de altura, forma pequenas touceiras. Folhas
ligeiramente ásperas de 15-25cm de comprimento.
Plantas daninhas (Amargoso)
27
Fonte:Agrolink,anonão
identificado.
 Amargoso x Capim-branco: raiz.
Plantas daninhas (Amargoso)
28
Fonte: Professores Alfredo & Leandro Albrecht, 2019.
 Amargoso x Capim-branco: parte aérea.
Plantas daninhas (Amargoso)
29
Fonte: Agrobaseapp, 2018. Fonte: Manual de identificação de plantas daninhas, 2017.
 Resistência: Em 2008 foram encontrados biótipos de capim-
amargoso resistente ao glifosato em lavouras de soja e milho
no Estado do Paraná.
Já, em 2016, foram encontrados biótipos resistentes aos
herbicidas fenoxaprop e ao haloxyfop, ambos Inibidores da
ACCase, os conhecidos graminicidas.
Plantas daninhas (Amargoso)
30
 Pré-emergência: Diclosulam, flumioxazin, s-metolachlor,
trifluralina;
 Pós-emergência: Cletodim, haloxyfop, glifosato, glufosinato
de amônio.
Plantas daninhas (Amargoso)
31
Controle químico:
 Nome comum: Capim pé-de-galinha, capim-de-pomar, pé-de-
galinha;
 Nome científico: Eleusine indica;
 Família: Poaceae;
 Forma de propagação: sementes;
 Ciclo: anual.
Plantas daninhas (Pé-de-galinha)
32
 Identificação: planta cespitosa, possui colmos achatados, possui
coloração mais clara na base em comparação ao restante da planta,
forma densas touceiras, fortemente enraizada.
Plantas daninhas (Pé-de-galinha)
33
Fonte: Agrolink, ano não identificado.
Resistência: No Brasil foram registrados 3 casos, o primeiro
foi em 2003 aos herbicidas cyhalofop, fenoxaprop e
sethoxydim (Inibidores da ACCase);
Em 2016 foi registrado a resistência ao glyphosate;
Já em 2017, caso de resistência múltipla a fenoxaprop e
haloxyfop (Inibidores da ACCase) e glyphosate (Inibidor da
EPSPs).
Plantas daninhas (Pé-de-galinha)
34
Plantas daninhas (Pé-de-galinha)
35
Controle químico:
Pré-emergência Pós-emergência (1 perfilho) Pós-emergência (já com 4
perfilhos)
sulfentrazone clethodim clethodim
pendimethalin Haloxyfop haloxyfop
s-metolachlor Quizalofop
trifuralin Fluazifop
Fenoxaprop
glyphosate + clethodim
glyphosate + haloxyfop
glyphosate + quizalofop
glyphosate + fluazifop
glyphosate + sethoxydim
 Nome científico: Commelina benghalensis;
 Nome comum: Trapoeraba, rabo-de-cachorro, andaca, maria-mole;
 Família: Commelinaceae;
 Forma de propagação: sementes e pedaços de hastes;
 Ciclo: perene.
Plantas daninhas (Trapoeraba)
36
 Identificação: se diferencia das outras espécies pela presença
de 3 pétalas nas flores, sendo uma delas menor. Altura varia de
30-60cm, folhas pubescentes, marcadas pelas nervuras.
Plantas daninhas (Trapoeraba)
37
Fonte: Agrolink, ano não identificado.
 Nome científico: Commelina diffusa;
 Nome comum: Trapoeraba, capoeraba, mata Brasil, marianinha;
 Família: Commelinaceae;
 Meio de propagação: sementes e pedaços de hastes;
 Ciclo: perene.
Plantas daninhas (Trapoeraba)
38
 Identificação: Folhas com lâminas que lembram uma
gramínea, rizomas ausentes, inflorescência com 3 pétalas.
Plantas daninhas (Trapoeraba)
39
Fonte: Agrolink, ano não identificado.
 Nome científico: Commelina erecta;
 Nome comum: Trapoeraba, rabo de cachorro, andaca, maria-mole;
 Família: Commelinaceae;
 Meio de propagação: sementes e pedaços de hastes;
 Ciclo: perene;
 Resistência: sem casos registrados no Brasil.
Plantas daninhas (Trapoeraba)
40
 Identificação: Possui rizomas sem frutificação, flores com duas
pétalas grandes azuis e uma pétala residual. Possui como diferencial
um florescimento vistoso, sendo por muitas vezes cultivada como
planta ornamental.
Plantas daninhas (Trapoeraba)
41
Fonte: Agrolink, ano não identificado.
 Pré-emergência: Flumioxazin, Sulfentrazone;
 Pós-emergência: Glifosato, Carfentrazone, 2,4-D,
Chlorimuron.
Plantas daninhas (Trapoeraba)
42
Controle químico:
 Nome comum: junça, junquinho, tiririca, tiririca-
amarela, tiririca mansa ou tiriricão;
 Nome científico: Cyperus esculentus;
 Família: Cyperaceae;
 Meio de propagação: sementes e tubérculos;
 Ciclo: perene;
 Resistência: Sem casos registrados no Brasil.
Plantas daninhas (Tiririca)
43
 Identificação: planta herbácea, ereta, caule triangular sem
pelos, eixo da inflorescência contém no seu ápice até 6
brácteas, sendo 2 muito longas, 1 mediana e as outras curtas.
Plantas daninhas (Tiririca)
44
Fonte: Moreira e Bragança, 2010 Fonte: Agrolink, ano não identificado.
 Nome comum: capim-dandá, junça, tiririca, tiririca vermelha ou
tiririca-de-três-quinas;
 Nome científico: Cyperus rotundus;
 Família: Cyperaceae;
 Meio de propagação: sementes, bulbos, tubérculos e rizomas.
 Ciclo: perene
 Resistência: sem casos registrados.
Plantas daninhas (Tiririca)
45
 Identificação: O caule é triangular, liso, sem ramificação,
com 3 brácteas no ápice, com uma delas se destacando pelo
seu comprimento. A inflorescência é do tipo espiga de
coloração vermelho-ferrugínea.
Plantas daninhas (Tiririca)
46
Fonte: Moreira e Bragança 2010
 Pré-emergência: Imazapic, , Imazethapyr, Imazapyr,
Sulfentrazone, Clamazone, Alachlor, Amicarbazone, Atrazine,
Ametryn;
 Pós-emergência:
Planta inicial: Glyphosate, Halosulfuron, Ethoxysulfuron, Imazapyr,
Sulfentrazone;
Planta tardia: Glyphosate,Imazapyr, Sulfentrazone;
Planta adulta: Glyphosate,Imazapyr.
Plantas daninhas (Tiririca)
47
Controle químico:
Unindo conhecimento em prol
Túlio Ferreira dos Santos Filho
tulioferreirasantosfilho@hotmail.com
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Unindo conhecimento para identificar plantas daninhas

  • 1. Unindo conhecimento em prol Identificação de plantas daninhas Túlio Ferreira dos Santos Filho
  • 2.  Definição;  Introdução;  Características;  Controle;  Plantas daninhas. Sumário 2
  • 3.  Plantas daninhas são todas as espécies de plantas que causam danos a nossa cultura de interesse.  Nesse sentido, o milho é uma planta daninha? Definição 3 Fonte: Coamo, 2018.
  • 4.  Danos:  Diminuem produtividade; o Porquê a competição por luz pode ser considerada o processo de competição mais importante?  Causam doenças na cultura de interesse, ex:nematóides dos gêneros Meloydogyne e Heterodera (nematóide-do-cisto da soja); Introdução 4
  • 5.  Redução da qualidade comercial;  Não certificação de sementes, ex:(arroz-vermelho);  Redução do valor da terra. Introdução 5
  • 6. Introdução - ciclo 6 Anuais Germinam e realizam seu ciclo completo (desenvolvimento vegetativo, florescimento e produção de sementes) em um ano; Ex.: Buva. Bianuais Duração de ciclo de dois anos. No geral, durante o primeiro ano elas germinam e vegetam e, no segundo ano, florescem e produzem sementes e depois morrem; Ex.: Rubim. Perenes Já as plantas daninhas perenes tem capacidade de permanecer no campo por mais de dois anos, por meio da reprodução de sementes ou propágulos vegetativos. Ex.: Tiririca.
  • 7.  Alta capacidade adaptativa; o Porquê o método de roçagem não funciona para o controle de plantas daninhas perenes?  Elevada produção de sementes;  Capacidade reprodutiva também através de bulbos, tubérculos, rizomas e enraizamento. Características 7
  • 8.  Dormência e germinação desuniforme; o De que maneira o banco de sementes no solo aumenta a variabilidade genética das populações de plantas daninhas em áreas de cultura? Características 8
  • 9. Uso de práticas que visam prevenir a introdução, o estabelecimento e, ou, a disseminação de determinadas espécies-problema em áreas ainda por elas não infestadas. Controle 9 Controle preventivo:
  • 11. Utilização das próprias características ecológicas das culturas e das plantas daninhas, visando beneficiar o estabelecimento e desenvolvimento das culturas. Essas práticas contribuem para reduzir o banco de sementes de espécies daninhas. Controle 11 Controle cultural:
  • 13. São métodos mecânicos de controle de plantas daninhas como arranque manual, a capina manual, a roçada, e o cultivo mecanizado. Controle 13 Controle mecânico: Fonte: Massey Ferguson, 2020.
  • 14.  Solarização;  Inundação;  Plantio direto;  Lança-chamas. Controle 14 Controle físico: Fonte: Agropos, 2020.
  • 15.  Consiste na utilização de inimigos naturais das plantas daninhas (fungos, bactérias, vírus, insetos etc);  inibição alelopática. Controle 15 Controle biológico*: Fonte: Portal minha descanso, 2017.
  • 16.  Aplicação de herbicidas;  Utilização de forma coerente para evitar surgimento de plantas resistentes, sempre buscando aplicar nos momentos corretos tanto da daninha quanto da cultura em si. Controle 16 Controle químico:
  • 19.  Nome comum: Buva, voadeira ou rabo-de- foguete;  Nome científico: Conyza bonariensis, Conyza canadensis e Conyza sumatrensis;  Família: Asteraceae;  Forma de propagação: sementes;  Ciclo: anual. Plantas daninhas (Buva) 19
  • 20. Plantas daninhas (Buva) 20 Identificação C. bonariensis C. canadensis C. sumatrensis Folha As basais: margens serradas e longas. As superiores: margens lineares e menores. Margem dentada. Folhas ficam mais longas na parte basal e diminuem em direção ao ápice. Caule Folhoso em toda sua extensão. Folhoso em toda sua extensão. Folhoso em toda sua extensão. Inflorescência Panícula espiciforme. Panícula maior com numerosos capítulos. Panícula piramidal. Capítulos Muitas flores, com invólucro reto. Poucas flores. Com invólucro com forma de campana, não reto. Muitas flores. Com invólucro com forma de campana, não reto.
  • 21.  Conyza bonariensis: Plantas daninhas (Buva) 21 Fonte: Agrolink, ano não identificado.
  • 22.  Conyza canadensis: Plantas daninhas (Buva) 22 Fonte: Agrolink, ano não identificado.
  • 23.  Conyza sumatrensis: Plantas daninhas (Buva) 23 Fonte: Agrolink, ano não identificado.
  • 24.  Resistência: São ao total 9 casos de resistência das 3 espécies registrados no Brasil;  Conyza bonariensis: Glifosato (EPSPs);  Conyza canadensis: Glifosato (EPSPs);  Conyza sumatrensis: Glifosato (EPSPs); Chlorimuron (ALS); Glifosato (EPSPs) + Chlorimuron (ALS); Paraquat (FSI); Saflufenacil (Protox); Chlorimuron (ALS) + Paraquat (FSI) + Glifosato (EPSPs); Diuron (FSII) + Paraquat (FSI) + Saflufenacil (Protox) + Glifosato (EPSPs) + 2,4D (Auxina). Plantas daninhas (Buva) 24
  • 25.  Pré-emergência: Diclosulam, sulfrentrazone, flumioxazin;  Pós-emergência: Paraquat, chlorimuron, glufosinato de amônio, glifosato, saflufenacil, 2,4 – D. Plantas daninhas (Buva) 25 Controle químico: •Plantio direto: sementes fotoblásticas positivas, precisam de luz para germinarem.
  • 26.  Nome comum: Capim-amargoso, capim-açu, capim-pororó, capim-flexa;  Nome científico: Digitaria insularis;  Família: Poaceae;  Forma de propagação: sementes e rizoma;  Ciclo:perene. Plantas daninhas (Amargoso) 26
  • 27.  Identificação*: planta herbácea, cespitosa, ereta, de 50- 100cm de altura, forma pequenas touceiras. Folhas ligeiramente ásperas de 15-25cm de comprimento. Plantas daninhas (Amargoso) 27 Fonte:Agrolink,anonão identificado.
  • 28.  Amargoso x Capim-branco: raiz. Plantas daninhas (Amargoso) 28 Fonte: Professores Alfredo & Leandro Albrecht, 2019.
  • 29.  Amargoso x Capim-branco: parte aérea. Plantas daninhas (Amargoso) 29 Fonte: Agrobaseapp, 2018. Fonte: Manual de identificação de plantas daninhas, 2017.
  • 30.  Resistência: Em 2008 foram encontrados biótipos de capim- amargoso resistente ao glifosato em lavouras de soja e milho no Estado do Paraná. Já, em 2016, foram encontrados biótipos resistentes aos herbicidas fenoxaprop e ao haloxyfop, ambos Inibidores da ACCase, os conhecidos graminicidas. Plantas daninhas (Amargoso) 30
  • 31.  Pré-emergência: Diclosulam, flumioxazin, s-metolachlor, trifluralina;  Pós-emergência: Cletodim, haloxyfop, glifosato, glufosinato de amônio. Plantas daninhas (Amargoso) 31 Controle químico:
  • 32.  Nome comum: Capim pé-de-galinha, capim-de-pomar, pé-de- galinha;  Nome científico: Eleusine indica;  Família: Poaceae;  Forma de propagação: sementes;  Ciclo: anual. Plantas daninhas (Pé-de-galinha) 32
  • 33.  Identificação: planta cespitosa, possui colmos achatados, possui coloração mais clara na base em comparação ao restante da planta, forma densas touceiras, fortemente enraizada. Plantas daninhas (Pé-de-galinha) 33 Fonte: Agrolink, ano não identificado.
  • 34. Resistência: No Brasil foram registrados 3 casos, o primeiro foi em 2003 aos herbicidas cyhalofop, fenoxaprop e sethoxydim (Inibidores da ACCase); Em 2016 foi registrado a resistência ao glyphosate; Já em 2017, caso de resistência múltipla a fenoxaprop e haloxyfop (Inibidores da ACCase) e glyphosate (Inibidor da EPSPs). Plantas daninhas (Pé-de-galinha) 34
  • 35. Plantas daninhas (Pé-de-galinha) 35 Controle químico: Pré-emergência Pós-emergência (1 perfilho) Pós-emergência (já com 4 perfilhos) sulfentrazone clethodim clethodim pendimethalin Haloxyfop haloxyfop s-metolachlor Quizalofop trifuralin Fluazifop Fenoxaprop glyphosate + clethodim glyphosate + haloxyfop glyphosate + quizalofop glyphosate + fluazifop glyphosate + sethoxydim
  • 36.  Nome científico: Commelina benghalensis;  Nome comum: Trapoeraba, rabo-de-cachorro, andaca, maria-mole;  Família: Commelinaceae;  Forma de propagação: sementes e pedaços de hastes;  Ciclo: perene. Plantas daninhas (Trapoeraba) 36
  • 37.  Identificação: se diferencia das outras espécies pela presença de 3 pétalas nas flores, sendo uma delas menor. Altura varia de 30-60cm, folhas pubescentes, marcadas pelas nervuras. Plantas daninhas (Trapoeraba) 37 Fonte: Agrolink, ano não identificado.
  • 38.  Nome científico: Commelina diffusa;  Nome comum: Trapoeraba, capoeraba, mata Brasil, marianinha;  Família: Commelinaceae;  Meio de propagação: sementes e pedaços de hastes;  Ciclo: perene. Plantas daninhas (Trapoeraba) 38
  • 39.  Identificação: Folhas com lâminas que lembram uma gramínea, rizomas ausentes, inflorescência com 3 pétalas. Plantas daninhas (Trapoeraba) 39 Fonte: Agrolink, ano não identificado.
  • 40.  Nome científico: Commelina erecta;  Nome comum: Trapoeraba, rabo de cachorro, andaca, maria-mole;  Família: Commelinaceae;  Meio de propagação: sementes e pedaços de hastes;  Ciclo: perene;  Resistência: sem casos registrados no Brasil. Plantas daninhas (Trapoeraba) 40
  • 41.  Identificação: Possui rizomas sem frutificação, flores com duas pétalas grandes azuis e uma pétala residual. Possui como diferencial um florescimento vistoso, sendo por muitas vezes cultivada como planta ornamental. Plantas daninhas (Trapoeraba) 41 Fonte: Agrolink, ano não identificado.
  • 42.  Pré-emergência: Flumioxazin, Sulfentrazone;  Pós-emergência: Glifosato, Carfentrazone, 2,4-D, Chlorimuron. Plantas daninhas (Trapoeraba) 42 Controle químico:
  • 43.  Nome comum: junça, junquinho, tiririca, tiririca- amarela, tiririca mansa ou tiriricão;  Nome científico: Cyperus esculentus;  Família: Cyperaceae;  Meio de propagação: sementes e tubérculos;  Ciclo: perene;  Resistência: Sem casos registrados no Brasil. Plantas daninhas (Tiririca) 43
  • 44.  Identificação: planta herbácea, ereta, caule triangular sem pelos, eixo da inflorescência contém no seu ápice até 6 brácteas, sendo 2 muito longas, 1 mediana e as outras curtas. Plantas daninhas (Tiririca) 44 Fonte: Moreira e Bragança, 2010 Fonte: Agrolink, ano não identificado.
  • 45.  Nome comum: capim-dandá, junça, tiririca, tiririca vermelha ou tiririca-de-três-quinas;  Nome científico: Cyperus rotundus;  Família: Cyperaceae;  Meio de propagação: sementes, bulbos, tubérculos e rizomas.  Ciclo: perene  Resistência: sem casos registrados. Plantas daninhas (Tiririca) 45
  • 46.  Identificação: O caule é triangular, liso, sem ramificação, com 3 brácteas no ápice, com uma delas se destacando pelo seu comprimento. A inflorescência é do tipo espiga de coloração vermelho-ferrugínea. Plantas daninhas (Tiririca) 46 Fonte: Moreira e Bragança 2010
  • 47.  Pré-emergência: Imazapic, , Imazethapyr, Imazapyr, Sulfentrazone, Clamazone, Alachlor, Amicarbazone, Atrazine, Ametryn;  Pós-emergência: Planta inicial: Glyphosate, Halosulfuron, Ethoxysulfuron, Imazapyr, Sulfentrazone; Planta tardia: Glyphosate,Imazapyr, Sulfentrazone; Planta adulta: Glyphosate,Imazapyr. Plantas daninhas (Tiririca) 47 Controle químico:
  • 48. Unindo conhecimento em prol Túlio Ferreira dos Santos Filho tulioferreirasantosfilho@hotmail.com Obrigado!