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Unindo conhecimento em prol
Manejo de Podridão de Colmo,
Raiz, Espigas, Grãos ardidos e
Helmintosporiose
Amanda Fernandes Silva
Beatriz Almeida
 Introdução;
 Identificação;
 Características;
 Sintomatologia das doenças;
 Manejo de controle;
 Híbridos;
 Eficiência de controle;
 Referências bibliográficas.
Sumário
2
 Cultura suscetível à doenças  perdas de produção;
 Plantio em vários meses  sobreposição de ciclos;
 Alternativas de manejo;
 Incidência e severidade.
Doenças na cultura do Milho
3
 Fatores predisponentes (clima, manejos, inóculo,agressividade).
 Triângulo de doenças:
Doenças na cultura do Milho
4
Hospedeiro
Patógeno Ambiente
DOENÇA
Fonte: adaptado de Fitopatologia 1.
 Análise do histórico na região;
 Diagnósticos precisos;
 Conhecimento das condições que favorecem a severidade das doenças;
 Adoção de medidas preventivas;
 Controle químico;
 Eficiência de medidas de controle.
Manejo de doenças
5
Quais aspectos devem ser
analisados?
 Importância;
 Relação fonte-dreno;
 Condições desfavoráveis;
 Remobilização de C;
 Suscetibilidade da doença;
 Período crítico.
Podridões do colmo
6
Fonte: Portal Pernambuco, 2016.
 Favorecimento;
 Identificação;
 Iniciação da doença;
 Disseminação;
 Tombamento.
Podridões do colmo
7
Fonte: Docplayer, 2020.
 No Brasil, os principais são Colletotrichum graminicola,
Diplodia macrospora, Diplodia maydis, Fusarium
graminearum, Fusarium moniliforme e Macrophomina
phaseolina.
Agentes etiológicos
8
Penetração do fungo
9
Fonte: IPEF,2020.
Reprodução fungos
10
Fonte: Mundo kveik ,2020.
 Colletotrichum graminicola;
 Ascomycetes;
 Característica;
 Colmo, raízes e folhas;
 Conidiomas;
 Penetração.
Antracnose do Colmo
11
Fonte: Scielo, 2018.
Sintomas - Antracnose no colmo
12
Fonte: Dekalb, 2016.
 Stenocarpella macrospora e Stenocarpella maydis;
 Ascomycetes;
 Características;
 Picnídios;
 Colmo espigas;
 Penetração.
Diplódia
13
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14
Fonte: Pioneer Sementes,2018.
Diferença
15
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Sintomas - Diplódia
16
Fonte: Elevagro, 2016.
 F. verticillioides e Giberella zea.;
 Ascomycetes;
 Colmo, raiz e espiga;
 Características;
 Macroconidios;
 Infecção.
Podridão do colmo por Fusarium
17
Fonte: Scielo,2006.
Ciclo de vida
18
Fonte: Pioneer Sementes,2018.
Sintomas - Fusarium
19
Fonte: Agroling, 2021.
Fonte: Embrapa, 2002.
 Pythium aphanidermatum;
 Oomycetes;
 Características;
 Colmo e raíz;
 Zoósporos;
 Infecção.
Podridão do colmo
20
Fonte: researchgate,2010.
Ciclo de vida
21
Fonte: LabFitroc, 2010.
Sintomas - Pythium
22
Fonte: Embrapa, 2002.
 Macrophomina phaseolina;
 Ascomycetes;
 Características;
 Microesclerócios;
 Infecção.
Podridão seca do colmo
23
Fonte: Fitopatologia 1,2010.
Ciclo de vida
24
Fonte: Agro inovadores 2019.
Sintomas – Podridão seca
25
Fonte: Maneje bem, 2021.
Fonte: Embrapa, 2002.
 Fusarium e Pythium;
 Sintomas.
Podridão das raízes
26
Fonte: Embrapa, 2002.
 S. macrospora e S. maydis;
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 Infecção;
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27
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Fonte: Pioneer sementes, 2014.
Fonte: Pioneer sementes, 2014.
 F. moliniforme;
 Importância;
 Infecção;
 Estádio para identificação.
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29
Fonte: Pioneer sementes, 2014.
Sintomas - Podridão rosada
30
Fonte: Pioneer sementes, 2014. Fonte: Pioneer Sementes, 2014.
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desuniforme.
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brancas.
 Giberella zea.
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Fonte: Pioneer Sementes, 2014.
Fonte: Pioneer sementes, 2014.
 Características;
 Pré-colheita/Pós;
 Fungos toxigênicos;
 Biossintetizantes;
 Micotoxicoses;
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Grãos ardidos
32
Fonte: Engormix, 2013.
Fonte: Engormix, 2013.
 Divididos em 2 grupos;
 S. maydis, S. macrospora, F. verticillioides, F. graminearum e
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 umidade ↑ de 20%;
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33
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 Infecção;
 Mancha foliar;
 Estádio para identificação.
Helmintosporiose
34
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35
Fonte: Pioneer sementes, 2014.
Sintomas - Helmintosporiose
36
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Fonte: Agrolink, 2020.
Resumindo...
37
Nome popular: Agente causal: Onde atua? Qual ambiente favorece?
Podridão do
colmo/da espiga Fusarium spp. Colmo, espiga, raiz
alta umidade do solo e
temperaturas 28 a 30° C
Antracnose Colletotrichum graminicola Colmo e folhas
chuvas na fase de produção
das plantas
Podridão do
colmo/da espiga Sternocarpela spp Colmo e espiga
chuvas e alta densidade de
população
Podridão do colmo Pythium aphanidermatum Colmo
encharcamento do solo, em
temperaturas altas
Podridão do colmo Macrophomina phaseolina Colmo
baixa umidade do solo e por
clima com temperaturas altas
Podridão da espiga Giberella zeae Espiga
chuvas em excesso no
reprodutivo, e por
temperaturas em torno de 15
a 20°C
Helmintosporiose Exserohilum turcicum Folhas
pelo orvalho, por
temperaturas amenas e dias
nublados
 Eliminação de hospedeiros  tigueras;
 Histórico;
 Condições climáticas, presença de inóculos;
 Manejo de irrigação;
Controle:
38
Medidas preventivas:
Conhecimento das condições que
favorecem a severidade das doenças :
 Presença de palhada  sobrevivência;
 Reduz a incidência e a severidade das doenças foliares:
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- Por Stenocarpella;
 Declínio da incidência e a severidade das doenças da espiga e das podridões do
colmo do milho;
 Estruturas de propagação dos patógenos que sobrevivem nos restos de cultura,
somente são eliminadas totalmente após a completa mineralização da palhada.
Controle - Rotação de cultura
39
 Época de plantio  Safrinha:
- Expõe o milho a condições climáticas de favorecimento;
- Permitem a sobreposição de ciclos da cultura  perpetuação do patógeno
na área;
 Densidade de plantio  microclima:
- Altas densidades aumentam a umidade e diminuem a circulação de ar;
- Altas densidades e temperaturas = Colletotrichum graminicola;
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40
 Irrigação:
- A irrigação do milho, em excesso, pode favorecer,
principalmente, as podridões das raízes e do colmo, causadas
por fungos e bactérias ...(Shurtleff, 1986);
 Híbridos:
- Adoção de plantio com híbridos resistentes e diversificar.
Controle – Irrigação e Híbridos
41
AG 8780 PRO3
 Grão semi-dentado;
 Maturidade relativa: 135 dias;
 Destinado a grãos.
Controle - Híbridos
42
Fonte: Bayer,2021.
LG 36790
 Grão duro;
 Destinado a grãos;
 Maturidade
relativa:111dias.
Controle – Híbridos
43
Fonte: LG sementes, 2020.
Controle – Híbridos
44
Fonte: LG sementes, 2020.
Controle químico - Podridões:
 Tratamento de sementes Estrobirulina, Triazol;
 Aplicações  Estrobirulina , Triazol, Diocarboximida;
Controle químico Helmintosporiose:
 Aplicações: Estrobirulina, Triazol;
Controle Químico
45
Grupos Químicos e relação com patógeno
46
Fonte: ESALQ, J.O. MENTEN T.C. BANZATO AGOSTO/2016.
Estrobirulinas:
 Ação mesostêmica, sistêmica;
Classificação quanto ao princípio geral de
controle:
 Preventivo germinação de esporos;
 Curativos penetração e crescimento micelial;
 Erradicante antiesporulante esporulação;
 Residual prolongado maior espectro de ação.
Controle químico: fungicidas
47
Triazois:
 Ação sistêmica;
Classificação quanto ao princípio geral de controle:
 Curativos penetração e crescimento micelial;
 Erradicante antiesporulante esporulação;
Ação da molécula dentro do organismo:
 Síntese do ergosterol ( lipídio fúngico membrana);
 Ausência de ergosterol  colapso da célula fúngica
(micélio)  interrupção do crescimento micelial (corpo
fúngico).
Atuação do grupo químico
48
Fonte: Forcelini, adaptado de Agronomia em foco,2021
 Dentro de um mesmo grupo químico, a eficiência de uma molécula pode variar;
 E no que isso influencia?
Sistematicidade de moléculas
49
Fonte: ESALQ, J.O. MENTEN T.C. BANZATO AGOSTO/2016.
 Registrado??
 Pesquisa;
Controle químico Helmintosporiose
50
Fonte: ADMA,2020.
51
Fonte: Fundação MS, 2017.
Controle químico Helmintosporiose
52
Fonte: Fundação MS, 2017.
Controle químico Helmintosporiose
 Alvos:Podridão-do-colmo ou Podridão-rosada-
do-milho (Fusarium monilifome);
 Fluazinam  Fenilpiridinilamina;
 Tiofanato Metílico  Benzimidazol.
Produto comercial - registrados
53
Fonte: Agrofit,2020.
 Classificado como fungicida e nematicida
microbiológico;
 Alvos: Macrophomina phaseolina,
Rhizocthonia solani, Fusarium spp.*v2|v4|f
 Micoparasita necrotrófico eficaz no
controle de fungos fitopatogênicos;
 Antiobiose e produção de toxinas;
 Produz enzimas que destroem as paredes
celulares dos escleródios.
Produtos comerciais
54
Fonte: Adapar,2020.
Fonte: Adapar,2020.
 Momentos em que estavam
presentes fungicidas dos
grupos químicos dos
benzimidazois ou tiofanatos
a partir de 45g de i.a./kg de
semente;
 Produtos comerciais: Certeza
N (IHARA), Maxim XL+
Derosal Plus.
Eficiência de controle – Fusarium verticuloides
55
Produtos e doses utilizados no tratamento de sementes de milho:
Fonte:Ferreira, E.Z. et al. Congresso nacional de Milho e Sorgo,2016.
Fusarium moliniforme:
 Thiram + thiabendazole e carboxin + thiram foram os mais
eficientes no controle de Fusarium moniliforme var. subglutinans
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 Fosfito de potássio e manganês apresentam potencial de controle.
Eficiência de controle e indutores de resistência
56
Eficiência das medidas para o controle das principais doenças do milho:
Medidas de controle
57
Fonte: Embrapa, Circ. 92 p.65, 2007.
 Visita a propriedade:
GEAGRA no campo..
58
Fonte: Beatriz almeida, 2021 Fonte: Beatriz almeida, 2021
GEAGRA no campo..
59
Fonte: Beatriz almeida, 2021
Duvidas?
60
Acha que acabou?!
Temos um...Quizz!!
Kahoot.it
 Ferreira, E.Z. et al. Congresso nacional de Milho e Sorgo,2016. Link de acesso:
http://www.abms.org.br/cnms2016_trabalhos/docs/1254.pdf;
 TRATAMENTO FUNGICIDA DE SEMENTES DE MILHO CONTRA FUNGOS DO SOLO E O CONTROLE DE Fusarium
ASSOCIADO ÀS SEMENTES. Link de acesso:https://www.scielo.br/pdf/sa/v57n3/2679.pdf;
 FUNGICIDAS ASSOCIADOS À FOSFITOS E COMPLEXOS NUTRICIONAIS INTERFEREM NA QUALIDADE DE
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https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/2429/1/PB_PPGAG_M_Borin%2C%20Regis%20Callegaro_2017.pdf;
 https://www.copacol.com.br/agronegocio/img/projeto440/recomendacoes-agronomicas-soja-e-milho-2016.pdf;
 https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/107246/1/Doencas-do-milho.pdf;
 BALARDIN, Ricardo. Fungicidas sistêmicos: benzimidazóis, triazóis e estrobilurinas. Disponível em:
<https://elevagro.com/materiais-didaticos/fungicidas-sistemicos-benzimidazois-triazois-e-estrobilurinas/>. Data de acesso: 4 de
maio de 2021.
Referências
61
Unindo conhecimento em prol
Amanda Fernandes Silva
afernandes@discente.ufg.br
Beatriz Almeida
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Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose

  • 1. Unindo conhecimento em prol Manejo de Podridão de Colmo, Raiz, Espigas, Grãos ardidos e Helmintosporiose Amanda Fernandes Silva Beatriz Almeida
  • 2.  Introdução;  Identificação;  Características;  Sintomatologia das doenças;  Manejo de controle;  Híbridos;  Eficiência de controle;  Referências bibliográficas. Sumário 2
  • 3.  Cultura suscetível à doenças  perdas de produção;  Plantio em vários meses  sobreposição de ciclos;  Alternativas de manejo;  Incidência e severidade. Doenças na cultura do Milho 3
  • 4.  Fatores predisponentes (clima, manejos, inóculo,agressividade).  Triângulo de doenças: Doenças na cultura do Milho 4 Hospedeiro Patógeno Ambiente DOENÇA Fonte: adaptado de Fitopatologia 1.
  • 5.  Análise do histórico na região;  Diagnósticos precisos;  Conhecimento das condições que favorecem a severidade das doenças;  Adoção de medidas preventivas;  Controle químico;  Eficiência de medidas de controle. Manejo de doenças 5 Quais aspectos devem ser analisados?
  • 6.  Importância;  Relação fonte-dreno;  Condições desfavoráveis;  Remobilização de C;  Suscetibilidade da doença;  Período crítico. Podridões do colmo 6 Fonte: Portal Pernambuco, 2016.
  • 7.  Favorecimento;  Identificação;  Iniciação da doença;  Disseminação;  Tombamento. Podridões do colmo 7 Fonte: Docplayer, 2020.
  • 8.  No Brasil, os principais são Colletotrichum graminicola, Diplodia macrospora, Diplodia maydis, Fusarium graminearum, Fusarium moniliforme e Macrophomina phaseolina. Agentes etiológicos 8
  • 11.  Colletotrichum graminicola;  Ascomycetes;  Característica;  Colmo, raízes e folhas;  Conidiomas;  Penetração. Antracnose do Colmo 11 Fonte: Scielo, 2018.
  • 12. Sintomas - Antracnose no colmo 12 Fonte: Dekalb, 2016.
  • 13.  Stenocarpella macrospora e Stenocarpella maydis;  Ascomycetes;  Características;  Picnídios;  Colmo espigas;  Penetração. Diplódia 13
  • 14. Ciclo de vida 14 Fonte: Pioneer Sementes,2018.
  • 17.  F. verticillioides e Giberella zea.;  Ascomycetes;  Colmo, raiz e espiga;  Características;  Macroconidios;  Infecção. Podridão do colmo por Fusarium 17 Fonte: Scielo,2006.
  • 18. Ciclo de vida 18 Fonte: Pioneer Sementes,2018.
  • 19. Sintomas - Fusarium 19 Fonte: Agroling, 2021. Fonte: Embrapa, 2002.
  • 20.  Pythium aphanidermatum;  Oomycetes;  Características;  Colmo e raíz;  Zoósporos;  Infecção. Podridão do colmo 20 Fonte: researchgate,2010.
  • 21. Ciclo de vida 21 Fonte: LabFitroc, 2010.
  • 23.  Macrophomina phaseolina;  Ascomycetes;  Características;  Microesclerócios;  Infecção. Podridão seca do colmo 23 Fonte: Fitopatologia 1,2010.
  • 24. Ciclo de vida 24 Fonte: Agro inovadores 2019.
  • 25. Sintomas – Podridão seca 25 Fonte: Maneje bem, 2021. Fonte: Embrapa, 2002.
  • 26.  Fusarium e Pythium;  Sintomas. Podridão das raízes 26 Fonte: Embrapa, 2002.
  • 27.  S. macrospora e S. maydis;  Importância;  Infecção;  Base da espiga;  Estádio para identificação. Podridão branca das espigas 27
  • 28. Sintomas - Podridão branca 28 Fonte: Pioneer sementes, 2014. Fonte: Pioneer sementes, 2014.
  • 29.  F. moliniforme;  Importância;  Infecção;  Estádio para identificação. Podridão rosada da espiga 29 Fonte: Pioneer sementes, 2014.
  • 30. Sintomas - Podridão rosada 30 Fonte: Pioneer sementes, 2014. Fonte: Pioneer Sementes, 2014. A densidade desuniforme. Grãos rosados. Presença de estrias brancas.
  • 31.  Giberella zea. Podridão vermelha das espigas 31 Fonte: Pioneer Sementes, 2014. Fonte: Pioneer sementes, 2014.
  • 32.  Características;  Pré-colheita/Pós;  Fungos toxigênicos;  Biossintetizantes;  Micotoxicoses;  Animais intoxicados. Grãos ardidos 32 Fonte: Engormix, 2013. Fonte: Engormix, 2013.
  • 33.  Divididos em 2 grupos;  S. maydis, S. macrospora, F. verticillioides, F. graminearum e Gibberella zeae;  umidade ↑ de 20%;  6% para grãos ardidos. Grãos ardidos 33
  • 34.  Exserohilum turcicum;  Infecção;  Mancha foliar;  Estádio para identificação. Helmintosporiose 34
  • 35. Ciclo de vida 35 Fonte: Pioneer sementes, 2014.
  • 36. Sintomas - Helmintosporiose 36 Fonte: Grupo cultivar, 2018. Fonte: Agrolink, 2020.
  • 37. Resumindo... 37 Nome popular: Agente causal: Onde atua? Qual ambiente favorece? Podridão do colmo/da espiga Fusarium spp. Colmo, espiga, raiz alta umidade do solo e temperaturas 28 a 30° C Antracnose Colletotrichum graminicola Colmo e folhas chuvas na fase de produção das plantas Podridão do colmo/da espiga Sternocarpela spp Colmo e espiga chuvas e alta densidade de população Podridão do colmo Pythium aphanidermatum Colmo encharcamento do solo, em temperaturas altas Podridão do colmo Macrophomina phaseolina Colmo baixa umidade do solo e por clima com temperaturas altas Podridão da espiga Giberella zeae Espiga chuvas em excesso no reprodutivo, e por temperaturas em torno de 15 a 20°C Helmintosporiose Exserohilum turcicum Folhas pelo orvalho, por temperaturas amenas e dias nublados
  • 38.  Eliminação de hospedeiros  tigueras;  Histórico;  Condições climáticas, presença de inóculos;  Manejo de irrigação; Controle: 38 Medidas preventivas: Conhecimento das condições que favorecem a severidade das doenças :
  • 39.  Presença de palhada  sobrevivência;  Reduz a incidência e a severidade das doenças foliares: - Por E. turcicum; - Por Stenocarpella;  Declínio da incidência e a severidade das doenças da espiga e das podridões do colmo do milho;  Estruturas de propagação dos patógenos que sobrevivem nos restos de cultura, somente são eliminadas totalmente após a completa mineralização da palhada. Controle - Rotação de cultura 39
  • 40.  Época de plantio  Safrinha: - Expõe o milho a condições climáticas de favorecimento; - Permitem a sobreposição de ciclos da cultura  perpetuação do patógeno na área;  Densidade de plantio  microclima: - Altas densidades aumentam a umidade e diminuem a circulação de ar; - Altas densidades e temperaturas = Colletotrichum graminicola; Controle – Época e Densidade 40
  • 41.  Irrigação: - A irrigação do milho, em excesso, pode favorecer, principalmente, as podridões das raízes e do colmo, causadas por fungos e bactérias ...(Shurtleff, 1986);  Híbridos: - Adoção de plantio com híbridos resistentes e diversificar. Controle – Irrigação e Híbridos 41
  • 42. AG 8780 PRO3  Grão semi-dentado;  Maturidade relativa: 135 dias;  Destinado a grãos. Controle - Híbridos 42 Fonte: Bayer,2021.
  • 43. LG 36790  Grão duro;  Destinado a grãos;  Maturidade relativa:111dias. Controle – Híbridos 43 Fonte: LG sementes, 2020.
  • 44. Controle – Híbridos 44 Fonte: LG sementes, 2020.
  • 45. Controle químico - Podridões:  Tratamento de sementes Estrobirulina, Triazol;  Aplicações  Estrobirulina , Triazol, Diocarboximida; Controle químico Helmintosporiose:  Aplicações: Estrobirulina, Triazol; Controle Químico 45
  • 46. Grupos Químicos e relação com patógeno 46 Fonte: ESALQ, J.O. MENTEN T.C. BANZATO AGOSTO/2016.
  • 47. Estrobirulinas:  Ação mesostêmica, sistêmica; Classificação quanto ao princípio geral de controle:  Preventivo germinação de esporos;  Curativos penetração e crescimento micelial;  Erradicante antiesporulante esporulação;  Residual prolongado maior espectro de ação. Controle químico: fungicidas 47 Triazois:  Ação sistêmica; Classificação quanto ao princípio geral de controle:  Curativos penetração e crescimento micelial;  Erradicante antiesporulante esporulação; Ação da molécula dentro do organismo:  Síntese do ergosterol ( lipídio fúngico membrana);  Ausência de ergosterol  colapso da célula fúngica (micélio)  interrupção do crescimento micelial (corpo fúngico).
  • 48. Atuação do grupo químico 48 Fonte: Forcelini, adaptado de Agronomia em foco,2021
  • 49.  Dentro de um mesmo grupo químico, a eficiência de uma molécula pode variar;  E no que isso influencia? Sistematicidade de moléculas 49 Fonte: ESALQ, J.O. MENTEN T.C. BANZATO AGOSTO/2016.
  • 50.  Registrado??  Pesquisa; Controle químico Helmintosporiose 50 Fonte: ADMA,2020.
  • 51. 51 Fonte: Fundação MS, 2017. Controle químico Helmintosporiose
  • 52. 52 Fonte: Fundação MS, 2017. Controle químico Helmintosporiose
  • 53.  Alvos:Podridão-do-colmo ou Podridão-rosada- do-milho (Fusarium monilifome);  Fluazinam  Fenilpiridinilamina;  Tiofanato Metílico  Benzimidazol. Produto comercial - registrados 53 Fonte: Agrofit,2020.
  • 54.  Classificado como fungicida e nematicida microbiológico;  Alvos: Macrophomina phaseolina, Rhizocthonia solani, Fusarium spp.*v2|v4|f  Micoparasita necrotrófico eficaz no controle de fungos fitopatogênicos;  Antiobiose e produção de toxinas;  Produz enzimas que destroem as paredes celulares dos escleródios. Produtos comerciais 54 Fonte: Adapar,2020. Fonte: Adapar,2020.
  • 55.  Momentos em que estavam presentes fungicidas dos grupos químicos dos benzimidazois ou tiofanatos a partir de 45g de i.a./kg de semente;  Produtos comerciais: Certeza N (IHARA), Maxim XL+ Derosal Plus. Eficiência de controle – Fusarium verticuloides 55 Produtos e doses utilizados no tratamento de sementes de milho: Fonte:Ferreira, E.Z. et al. Congresso nacional de Milho e Sorgo,2016.
  • 56. Fusarium moliniforme:  Thiram + thiabendazole e carboxin + thiram foram os mais eficientes no controle de Fusarium moniliforme var. subglutinans associado às sementes de milho; Fusarium verticilliodes e Fusarium graminearum:  Fosfito de potássio e manganês apresentam potencial de controle. Eficiência de controle e indutores de resistência 56
  • 57. Eficiência das medidas para o controle das principais doenças do milho: Medidas de controle 57 Fonte: Embrapa, Circ. 92 p.65, 2007.
  • 58.  Visita a propriedade: GEAGRA no campo.. 58 Fonte: Beatriz almeida, 2021 Fonte: Beatriz almeida, 2021
  • 59. GEAGRA no campo.. 59 Fonte: Beatriz almeida, 2021
  • 60. Duvidas? 60 Acha que acabou?! Temos um...Quizz!! Kahoot.it
  • 61.  Ferreira, E.Z. et al. Congresso nacional de Milho e Sorgo,2016. Link de acesso: http://www.abms.org.br/cnms2016_trabalhos/docs/1254.pdf;  TRATAMENTO FUNGICIDA DE SEMENTES DE MILHO CONTRA FUNGOS DO SOLO E O CONTROLE DE Fusarium ASSOCIADO ÀS SEMENTES. Link de acesso:https://www.scielo.br/pdf/sa/v57n3/2679.pdf;  FUNGICIDAS ASSOCIADOS À FOSFITOS E COMPLEXOS NUTRICIONAIS INTERFEREM NA QUALIDADE DE SEMENTES DE MILHO. Link de acesso: https://repositorio.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/2429/1/PB_PPGAG_M_Borin%2C%20Regis%20Callegaro_2017.pdf;  https://www.copacol.com.br/agronegocio/img/projeto440/recomendacoes-agronomicas-soja-e-milho-2016.pdf;  https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/107246/1/Doencas-do-milho.pdf;  BALARDIN, Ricardo. Fungicidas sistêmicos: benzimidazóis, triazóis e estrobilurinas. Disponível em: <https://elevagro.com/materiais-didaticos/fungicidas-sistemicos-benzimidazois-triazois-e-estrobilurinas/>. Data de acesso: 4 de maio de 2021. Referências 61
  • 62. Unindo conhecimento em prol Amanda Fernandes Silva afernandes@discente.ufg.br Beatriz Almeida beatrizalmeidasn@gmail.com Obrigada!