SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 21
ÍNDICE GUS E GSI NAAVALIAÇÃO DA
CONTAMINAÇÃO EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
POR INSETICIDAS NA BATATICULTURA
Mayra Carolina de Oliveira, Luiz Antônio Lima, Anita Cristina Silva,
João Marcelo Nascimento, Fábio Ponciano de Deus
XIX CONGRESSO BRASILEIRO DE
ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
Campinas- SP
23 de Setembro 2016
INTRODUÇÃO
Arquivo pessoal
Arquivo pessoal
Arquivo pessoal
Arquivo pessoal
INTRODUÇÃO
Google imagens. Google imagens.
Google imagens.
absorvidos
adsorvidos
lixiviados
Movimento de água e soluto no solo
INTRODUÇÃO
Lençol Freático
• O processo de lixiviação depende das propriedades químicas dos
pesticidas.
• Solubilidade (S);
• Tempo de meia vida( t1/2);
• Coeficiente de adsorção (Koc);
• Coeficiente de partição octanol-água (Kow) .
INTRODUÇÃO
• Essas características podem ser qualificadas em função da estimativa
de índices:
• Índice Groundwater Ubiquity Score (GUS) Gustafson (1989);
• Índice Groundwater Screening Index (GSI) proposto por (Bishop,
1986),
INTRODUÇÃO
• Este trabalho se justifica em função da escassez de dados científicos
sobre o risco de contaminação dos recursos hídricos provenientes das
atividades agrícolas.
• Nesse sentido, teve o objetivo de avaliar o potencial de contaminação
de águas subterrâneas pela atividade da bataticultura irrigada
utilizando os índices de avaliação GUS e GSI.
JUSTIFICATIVA E OBJETIVO
• Uma forma econômica e vantajosa em
comparação aos métodos analíticos
tradicionais que são complexos e caros.
• As informações sobre os principais defensivos agrícolas utilizados
pelos bataticultores foram obtidas no Sistema de Agrotóxicos
Fitossanitários (Agrofit).
• Foram selecionados 31 ingredientes ativos dos 56 registrados no
Ministério da Agricultura (AGROFIT, 2016).
• Os dados sobre as características e propriedades físico-químicas dos
defensivos agrícolas estudados foram obtidos do banco de dados
Universidade de Hertfordshire na Inglaterra.
MATERIAL E MÉTODOS
• Groundwater Ubiquity Score (GUS)
MATERIAL E MÉTODOS
• O cálculo do índice de GUS, sugerido por Gustafson (1989) é realizado
através da aplicação da Equação
𝐺𝑈𝑆 = 𝑙𝑜𝑔 𝑡1
2
× 4 − 𝑙𝑜𝑔 𝐾𝑜𝑐
t ½ - tempo de meia vida, dias;
koc -coeficiente de partição entre carbono orgânico e água do solo, mL g-1.
• De acordo com Milhome et. al. (2009) uma vez identificado esse
índice, os agrotóxicos são classificados de acordo com sua tendência a
lixiviação ao domínio subterrâneo, de acordo com os seguinte
intervalos:
• GUS < 1,8: não sofre lixiviação (NL);
• 1,8 < GUS < 2,8: faixa de transição (T);
• GUS > 2,8:lixiviação (L).
MATERIAL E MÉTODOS
• Groundwater Screening Index (GSI)
• Cálculo segundo Bishop (1986).
MATERIAL E MÉTODOS
𝐺𝑆𝐼 = ln
𝑆 × 𝑡1
2
𝐾𝑜𝑤
em que,
S – Solubilidade, mgL-1;
T1/2 – tempo de meia vida, dias;
Kow – coeficiente de partição entre o octanol e solução de água, mL g-1.
• Uma vez calculado o índice, podem ser classificados de acordo com
sua tendência a contaminação:
• GSI < 1: contaminação improvável (CI);
• 1 < GSI < 5: possível contaminação (PC);
• GSI > 5: tratamento especial (TE).
MATERIAL E MÉTODOS
• Alguns dados não estão disponíveis como o coeficiente de partição
carbono orgânico (Koc) dos inseticidas:
•beta-cyfluthrin,
•fipronil,
•lufenurom,
•pirimicarb,
•teflubenzuron,
•thiacloprid e
• zeta-cypermethrin.
RESULTADO E DISCUSSÃO
Ingrediente Ativo Koc (mL g -1) t1/2 (dias) GUS Interpretação
Acephate 302 3 0,73 NL
Acetamiprid 200 1,6 0,35 NL
alpha-cypermethrin 57.889 35 -1,18 NL
Benfuracarb 9.100 0,5 -0,01 NL
Bifenthrin 236.610 26 -1,94 NL
Carbaryl 300 16 1,83 T
Esfenvalerate 251.717 66,6 -2,55 NL
Ethoprophos 70 17 2,65 T
Fosthiazate 239 13 1,81 T
gamma-cyhalothrin 59.677 26,8 -1,11 NL
Indoxacarb 6.450 17 0,23 NL
lambda-cyhalothrin 283.707 175 -3,26 NL
methamidophos 1 3,5 2,18 T
Tabela 1. Valores Groundwater Ubiquity Score (GUS)
NL - não sofre lixiviação; T - faixa de transição; L - lixiviação; CI - contaminação improvável;
PC - possível contaminação e TE - tratamento especial .
Ingrediente Ativo Koc (mL g-1) t1/2 (dias) GUS Interpretação
metam-sodium 17,8 7 2,32 T
Novaluron 9.598 72 0,03 NL
parathion-methyl 240 12 1,75 NL
pyridafenthion 7.211 18 0,18 NL
Profenofos 2.016 7 0,59 NL
tebupirimfos 1.845 300 1,82 T
thiamethoxam 56,2 50 3,82 L
Triazophos 358 44 2,38 T
Triflumuron 2.967 22 0,71 NL
Continuação...
Tabela 1. Valores Groundwater Ubiquity Score (GUS)
NL - não sofre lixiviação; T - faixa de transição; L - lixiviação; CI - contaminação improvável;
PC - possível contaminação e TE - tratamento especial .
Ingrediente Ativo S (mg L-1) (Kow) t1/2 (dias) GSI Interpretação
Acephate 790.000 0,141 3 14,84 TE
Acetamiprid 2.950 6,31 1,6 8,68 TE
alpha-cypermethrin 0,0004 0,0000316 35 -5,77 CI
Benfuracarb 8,4 0,000166 0,5 0,11 CI
beta-cyfluthrin 0,0012 0,0000794 27,1 -4,84 CI
Bifenthrin 0,001 3,96E-06 26 -5,34 CI
Carbaryl 9,1 0,0229 16 4,49 PC
Esfenvalerate 0,001 1,74E-06 66,6 -4,46 CI
Ethoprophos 1.300 0,0977 17 9,99 TE
Fipronil 3,78 0,00562 142 5,47 TE
Fosthiazate 9.000 0,0479 13 11,39 TE
gamma-cyhalothrin 0,0021 0,000912 26,8 -3,99 CI
Imidacloprid 610 3,72 191 12,23 TE
Indoxacarb 0,2 0,000447 17 0,01 CI
lambda-cyhalothrin 0,005 0,0000316 175 -1,64 CI
Lufenurom 0,046 0,0000132 16,3 -1,87 CI
methamidophos 200.000 0,162 3,5 13,69 TE
Tabela 2. Valores Groundwater Screening Index (GSI)
NL - não sofre lixiviação; T - faixa de transição; L - provável lixiviação; CI - contaminação
improvável; PC - possível contaminação e TE - tratamento especial .
Ingrediente Ativo S (mg L-1) (Kow) t1/2 (dias) GSI Interpretação
metam-sodium 578.290 0,00123 7 14,15 TE
Novaluron 0,003 0,0002 72 -2,84 CI
parathion-methyl 55 0,001 12 5,39 TE
pyridafenthion 100 0,00158 18 6,47 TE
Pirimicarb 3.100 0,501 86 13,70 TE
Profenofos 28 0,501 7 6,48 TE
Prothiofos 0,07 0,0000468 7 -2,18 CI
tebupirimfos 5,5 0,000155 300 6,07 TE
teflubenzuron 0,01 0,0002 92 -1,39 CI
Thiacloprid 184 0,182 15,5 8,26 TE
thiamethoxam 4.100 0,741 50 14,27 TE
Triazophos 35 0,00355 44 6,44 TE
Triflumuron 0,04 0,000794 22 -1,26 CI
zeta-cypermethrin 0,039 3,98E-06 49 -1,04 CI
Continuação...
Tabela 2. Valores (Groundwater Screening Index) GSI
NL - não sofre lixiviação; T - faixa de transição; L - lixiviação; CI - contaminação improvável;
PC - possível contaminação e TE - tratamento especial .
• O inseticida que apresenta alto risco de
contaminação para os dois índices estudados é o
thiamethoxam.
• Na batata é aplicado via solo e é recomendado
para a Larva arame (Conoderus scalaris), Larva
alfinete (Diabrotica speciosa), Pulgão verde
(Myzuz persicae) e Vaquinha verde-amarela
(Diabrotica speciosa)
RESULTADO E DISCUSSÃO
• Dos 31 ingredientes ativos estudados para o índice GUS 74,2 % não
sofre lixiviação, 22,6 % estão na faixa de transição e apenas 3,2 %
podem lixiviar. Em relação ao índice GSI 51,6 % devem receber
tratamento especial, 3,2 % podem promover uma possível
contaminação e 45,2 % impossível contaminação.
• A aplicação dos índices GUS e GSI auxilia a compressão do processo
de contaminação com a identificação dos produtos que podem causar
risco assim como fornecer subsídios para tomadas de decisões mais
rápidas e eficientes.
• Devido à relevância do tema, necessita-se de mais pesquisas para
melhor contribuição na orientação de empresários, técnicos e
produtores quanto à eficácia de fungicidas, evitando-se a
contaminação de águas subterrâneas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Agradecimento a Capes.
AGROFIT Agrofit: Sistema de agrotóxicos fitossanitários. Disponível
em:<http://agrofit.agricultura.gov.br/agrofit_cons/principal_agrofit_cons>. Acesso em: 30 de maio 2016.
ARIANUAL. AGRIANUAL 2015: Anuário da agricultura brasileira. São Paulo: FNP Consultoria, 2015.470 p
BISHOP, K.C. 1986. Industry´s perspective on agricultural chemicals in water supply and drainage. In: Proceedings “Toxic
Substances in Agricultural Water Supply and Drainage”. U.S. Committee on Irrigation and Drainage.
DORNELLES, M.F. &. OLIVEIRA, G.T. Toxicity of atrazine, glyphosate, and quinclorac in bullfrog tadpoles exposed to
concentrations below legal limits Environ Sci Pollut Res DOI 10.1007/s11356-015-5388-4 2015
FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations). FAOSTAT. Disponível em:
http://faostat3.fao.org/browse/Q/QC/E . Acesso em: 21 de maio 2016.
IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Levantamento Sistemático da Produção Agrícola Disponível em:
<ftp://ftp.ibge.gov.br/Producao_Agricola/Levantamento_Sistematico_da_Producao_Agricola_[mensal]/Fasciculo/lspa_201603.p
df Acesso em: 30 de maio 2016.
MARTINI, L. F. D.; CALDAS, S.S.; BOLZAN, C.M.; CAS BUNDT, A.; PRIME, E.G.; AVILA, L.A. Risco de contaminação das
águas de superfície e subterrâneas por agrotóxicos recomendados para a cultura do arroz irrigado. Ciência Rural, v.42, n.10, out,
2012.
MILHOME, M.A.L.; SOUSA, D.O.B.; LIMA, F.A.P.; NASCIMENTO, R.P. Avaliação do potencial de contaminação de águas
superficiais e subterrâneas por pesticidas aplicados na agricultura do Baixo Jaguaribe, CE. Eng Sanit Ambient | v.14 n.3 | jul/set
2009 | 363-372
PPDB, 2016. PPDB, 2016. Pesticide Properties Database. University of Hertfordshire. Disponível em : <
http://sitem.herts.ac.uk/aeru/ppdb/en/Reports/205.htm>. Acesso em: 08 de maio 2016.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Obrigada pela atenção!!!
Contato:
mayragepfor@yahoo.com.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Organizacao dos-seres-vivos
Organizacao dos-seres-vivosOrganizacao dos-seres-vivos
Organizacao dos-seres-vivos
Juarez Silva
 
Texto complementar ecossistema(1)
Texto complementar ecossistema(1)Texto complementar ecossistema(1)
Texto complementar ecossistema(1)
Jose Aldo Ramires
 
Apresentação de células
Apresentação de célulasApresentação de células
Apresentação de células
cejlrodrigues
 
Guia de interpretação de análise de solo e foliar.
Guia de interpretação de análise de solo e foliar.Guia de interpretação de análise de solo e foliar.
Guia de interpretação de análise de solo e foliar.
Sher Hamid
 
Aula 04 processos de formação do solo
Aula 04   processos de formação do soloAula 04   processos de formação do solo
Aula 04 processos de formação do solo
Jadson Belem de Moura
 
Aula microscopia
Aula microscopiaAula microscopia
Aula microscopia
Djan
 
Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos pbsm [modo de compatibilidade]
Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos pbsm [modo de compatibilidade]Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos pbsm [modo de compatibilidade]
Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos pbsm [modo de compatibilidade]
Pbsmal
 
Conservação dos solos aula 08 capacidade de uso das terras
Conservação dos solos aula 08 capacidade de uso das terrasConservação dos solos aula 08 capacidade de uso das terras
Conservação dos solos aula 08 capacidade de uso das terras
Ladislau Reis
 
Prática Classificação dos seres vivos
Prática Classificação dos seres vivosPrática Classificação dos seres vivos
Prática Classificação dos seres vivos
Estudante
 
Exercícios sobre membrana e transportes osmose animal e vegetal
Exercícios sobre membrana e transportes  osmose animal e vegetal Exercícios sobre membrana e transportes  osmose animal e vegetal
Exercícios sobre membrana e transportes osmose animal e vegetal
Grupo UNIASSELVI
 
Biologia - Especiação
Biologia - EspeciaçãoBiologia - Especiação
Biologia - Especiação
Carson Souza
 

Mais procurados (20)

Ácidos e Bases Exercícios de Vestibulares
Ácidos e Bases Exercícios de VestibularesÁcidos e Bases Exercícios de Vestibulares
Ácidos e Bases Exercícios de Vestibulares
 
Divergência e Convergência
Divergência e ConvergênciaDivergência e Convergência
Divergência e Convergência
 
Organizacao dos-seres-vivos
Organizacao dos-seres-vivosOrganizacao dos-seres-vivos
Organizacao dos-seres-vivos
 
Texto complementar ecossistema(1)
Texto complementar ecossistema(1)Texto complementar ecossistema(1)
Texto complementar ecossistema(1)
 
Aula de fotossíntese
Aula de fotossínteseAula de fotossíntese
Aula de fotossíntese
 
SALINIZAÇÃO DO SOLO .pdf
SALINIZAÇÃO DO SOLO .pdfSALINIZAÇÃO DO SOLO .pdf
SALINIZAÇÃO DO SOLO .pdf
 
Classificação biológica
Classificação biológicaClassificação biológica
Classificação biológica
 
Apresentação de células
Apresentação de célulasApresentação de células
Apresentação de células
 
Guia de interpretação de análise de solo e foliar.
Guia de interpretação de análise de solo e foliar.Guia de interpretação de análise de solo e foliar.
Guia de interpretação de análise de solo e foliar.
 
Aula 04 processos de formação do solo
Aula 04   processos de formação do soloAula 04   processos de formação do solo
Aula 04 processos de formação do solo
 
Aula microscopia
Aula microscopiaAula microscopia
Aula microscopia
 
Níveis de organização
Níveis de organizaçãoNíveis de organização
Níveis de organização
 
Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos pbsm [modo de compatibilidade]
Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos pbsm [modo de compatibilidade]Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos pbsm [modo de compatibilidade]
Manejo reprodutivo de caprinos e ovinos pbsm [modo de compatibilidade]
 
Conservação dos solos aula 08 capacidade de uso das terras
Conservação dos solos aula 08 capacidade de uso das terrasConservação dos solos aula 08 capacidade de uso das terras
Conservação dos solos aula 08 capacidade de uso das terras
 
Prática Classificação dos seres vivos
Prática Classificação dos seres vivosPrática Classificação dos seres vivos
Prática Classificação dos seres vivos
 
Apostila de máquinas e mecanização agricola
Apostila de máquinas e mecanização agricolaApostila de máquinas e mecanização agricola
Apostila de máquinas e mecanização agricola
 
Exercícios sobre membrana e transportes osmose animal e vegetal
Exercícios sobre membrana e transportes  osmose animal e vegetal Exercícios sobre membrana e transportes  osmose animal e vegetal
Exercícios sobre membrana e transportes osmose animal e vegetal
 
Seleção
SeleçãoSeleção
Seleção
 
Pós-colheita e Beneficiamento do Arroz
Pós-colheita e Beneficiamento do ArrozPós-colheita e Beneficiamento do Arroz
Pós-colheita e Beneficiamento do Arroz
 
Biologia - Especiação
Biologia - EspeciaçãoBiologia - Especiação
Biologia - Especiação
 

Destaque

Destaque (20)

Dimensionamento do sistema de recirculação de lama e problemas de desenvolvim...
Dimensionamento do sistema de recirculação de lama e problemas de desenvolvim...Dimensionamento do sistema de recirculação de lama e problemas de desenvolvim...
Dimensionamento do sistema de recirculação de lama e problemas de desenvolvim...
 
PROGRAMA AQUÍFERO GUARANI: DIFUSÃO DE HIDROGEOLOGIA NAS PRAÇAS PÚBLICAS E ESC...
PROGRAMA AQUÍFERO GUARANI: DIFUSÃO DE HIDROGEOLOGIA NAS PRAÇAS PÚBLICAS E ESC...PROGRAMA AQUÍFERO GUARANI: DIFUSÃO DE HIDROGEOLOGIA NAS PRAÇAS PÚBLICAS E ESC...
PROGRAMA AQUÍFERO GUARANI: DIFUSÃO DE HIDROGEOLOGIA NAS PRAÇAS PÚBLICAS E ESC...
 
CONFERÊNCIA: Promises of fluorescent tracers techniques in contaminant hydrog...
CONFERÊNCIA: Promises of fluorescent tracers techniques in contaminant hydrog...CONFERÊNCIA: Promises of fluorescent tracers techniques in contaminant hydrog...
CONFERÊNCIA: Promises of fluorescent tracers techniques in contaminant hydrog...
 
A RELAÇÃO ENTRE A HIDROGEOLOGIA E OS LINEAMENTOS ESTRUTURAIS DO PLANALTO SERR...
A RELAÇÃO ENTRE A HIDROGEOLOGIA E OS LINEAMENTOS ESTRUTURAIS DO PLANALTO SERR...A RELAÇÃO ENTRE A HIDROGEOLOGIA E OS LINEAMENTOS ESTRUTURAIS DO PLANALTO SERR...
A RELAÇÃO ENTRE A HIDROGEOLOGIA E OS LINEAMENTOS ESTRUTURAIS DO PLANALTO SERR...
 
SISTEMA ALTERNATIVO PARA O DESAGUAMENTO EM MACIÇOS ROCHOSOS DE BAIXA PERMEABI...
SISTEMA ALTERNATIVO PARA O DESAGUAMENTO EM MACIÇOS ROCHOSOS DE BAIXA PERMEABI...SISTEMA ALTERNATIVO PARA O DESAGUAMENTO EM MACIÇOS ROCHOSOS DE BAIXA PERMEABI...
SISTEMA ALTERNATIVO PARA O DESAGUAMENTO EM MACIÇOS ROCHOSOS DE BAIXA PERMEABI...
 
ÁGUA SUSTENTÁVEL (AS) E AS INDÚSTRIAS DE CERVEJA NAS BACIAS HIDROGRÁFICAS PCJ...
ÁGUA SUSTENTÁVEL (AS) E AS INDÚSTRIAS DE CERVEJA NAS BACIAS HIDROGRÁFICAS PCJ...ÁGUA SUSTENTÁVEL (AS) E AS INDÚSTRIAS DE CERVEJA NAS BACIAS HIDROGRÁFICAS PCJ...
ÁGUA SUSTENTÁVEL (AS) E AS INDÚSTRIAS DE CERVEJA NAS BACIAS HIDROGRÁFICAS PCJ...
 
Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...
Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...
Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...
 
Água Mineral Termal em Poço Tubular Profundo na Bacia do Paraná, Pinto Bandei...
Água Mineral Termal em Poço Tubular Profundo na Bacia do Paraná, Pinto Bandei...Água Mineral Termal em Poço Tubular Profundo na Bacia do Paraná, Pinto Bandei...
Água Mineral Termal em Poço Tubular Profundo na Bacia do Paraná, Pinto Bandei...
 
Hidroquímica das águas subterrâneas e superficiais na área de proteção ambien...
Hidroquímica das águas subterrâneas e superficiais na área de proteção ambien...Hidroquímica das águas subterrâneas e superficiais na área de proteção ambien...
Hidroquímica das águas subterrâneas e superficiais na área de proteção ambien...
 
ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...
ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...
ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...
 
VALOR: Palestra Magna - ÁGUA PARA TODOS - Newton Lima Azevedo
VALOR: Palestra Magna - ÁGUA PARA TODOS - Newton Lima Azevedo VALOR: Palestra Magna - ÁGUA PARA TODOS - Newton Lima Azevedo
VALOR: Palestra Magna - ÁGUA PARA TODOS - Newton Lima Azevedo
 
Workshop:Delimitação de áreas prioritárias para prospecção de água subterrâne...
Workshop:Delimitação de áreas prioritárias para prospecção de água subterrâne...Workshop:Delimitação de áreas prioritárias para prospecção de água subterrâne...
Workshop:Delimitação de áreas prioritárias para prospecção de água subterrâne...
 
CARACTERIZAÇÃO DE UNIDADES AQUÍFERAS APARTIR DE DADOS DO CADASTRO DE POÇOS DE...
CARACTERIZAÇÃO DE UNIDADES AQUÍFERAS APARTIR DE DADOS DO CADASTRO DE POÇOS DE...CARACTERIZAÇÃO DE UNIDADES AQUÍFERAS APARTIR DE DADOS DO CADASTRO DE POÇOS DE...
CARACTERIZAÇÃO DE UNIDADES AQUÍFERAS APARTIR DE DADOS DO CADASTRO DE POÇOS DE...
 
ESTUDO DE ÁREA CONTAMINADA POR HIDROCARBONETOS POR APLICAÇÃO DO MÉTODO POLARI...
ESTUDO DE ÁREA CONTAMINADA POR HIDROCARBONETOS POR APLICAÇÃO DO MÉTODO POLARI...ESTUDO DE ÁREA CONTAMINADA POR HIDROCARBONETOS POR APLICAÇÃO DO MÉTODO POLARI...
ESTUDO DE ÁREA CONTAMINADA POR HIDROCARBONETOS POR APLICAÇÃO DO MÉTODO POLARI...
 
PROJETO PILOTO CISTERNAS RURAIS: PARCERIA SAAE – ITAIPU
PROJETO PILOTO CISTERNAS RURAIS: PARCERIA SAAE – ITAIPUPROJETO PILOTO CISTERNAS RURAIS: PARCERIA SAAE – ITAIPU
PROJETO PILOTO CISTERNAS RURAIS: PARCERIA SAAE – ITAIPU
 
Estudo Hidrogeológico para a Implantação do Cemitério Max Domini Castanhal
Estudo Hidrogeológico para a Implantação do Cemitério Max Domini CastanhalEstudo Hidrogeológico para a Implantação do Cemitério Max Domini Castanhal
Estudo Hidrogeológico para a Implantação do Cemitério Max Domini Castanhal
 
VALOR: Redução de Perdas
VALOR: Redução de PerdasVALOR: Redução de Perdas
VALOR: Redução de Perdas
 
Problemas de Qualidade e Tratamento de Água de Poços
Problemas de Qualidade e Tratamento de Água de PoçosProblemas de Qualidade e Tratamento de Água de Poços
Problemas de Qualidade e Tratamento de Água de Poços
 
MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...
MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...
MODELAGEM DA OSCILAÇÃO DO NÍVEL FREÁTICO PARA MENSURAR O VOLUME EXPLORÁVEL DA...
 
CIESP - Realidades e Desafios da Gestão dos Recursos Hídricos nas Bacias PCJ
CIESP - Realidades e Desafios da Gestão dos Recursos Hídricos nas Bacias PCJ CIESP - Realidades e Desafios da Gestão dos Recursos Hídricos nas Bacias PCJ
CIESP - Realidades e Desafios da Gestão dos Recursos Hídricos nas Bacias PCJ
 

Semelhante a ÍNDICE GUS E GSI NA AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS POR INSETICIDAS NA BATATICULTURA

(2) 01. avaliação da fertilidade do solo fernando freire
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo   fernando freire(2) 01. avaliação da fertilidade do solo   fernando freire
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo fernando freire
igorjlc
 
Livro tratamento de_esgotos[1]
Livro tratamento de_esgotos[1]Livro tratamento de_esgotos[1]
Livro tratamento de_esgotos[1]
lucio-vicente
 
Analise de efluentes
Analise de efluentesAnalise de efluentes
Analise de efluentes
Jupira Silva
 
Feira Científica e Cultura EEEP JIN 2014
Feira Científica e Cultura EEEP JIN 2014Feira Científica e Cultura EEEP JIN 2014
Feira Científica e Cultura EEEP JIN 2014
tgandr
 
Seminário ANCP 2016 – Roberto Guimarães Junior – Pecuária de corte de alta pr...
Seminário ANCP 2016 – Roberto Guimarães Junior – Pecuária de corte de alta pr...Seminário ANCP 2016 – Roberto Guimarães Junior – Pecuária de corte de alta pr...
Seminário ANCP 2016 – Roberto Guimarães Junior – Pecuária de corte de alta pr...
ANCP Ribeirão Preto
 
POTENCIAL DE USO DO LODO DE ESTAÇÔES DE TRATAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO
POTENCIAL DE USO DO LODO DE ESTAÇÔES DE TRATAMENTO DE ÁGUA E ESGOTOPOTENCIAL DE USO DO LODO DE ESTAÇÔES DE TRATAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO
POTENCIAL DE USO DO LODO DE ESTAÇÔES DE TRATAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO
Rural Pecuária
 

Semelhante a ÍNDICE GUS E GSI NA AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS POR INSETICIDAS NA BATATICULTURA (20)

Fitobentos diatomaceas manual
Fitobentos diatomaceas manualFitobentos diatomaceas manual
Fitobentos diatomaceas manual
 
34 pereira RMC, RECIP
34 pereira RMC, RECIP 34 pereira RMC, RECIP
34 pereira RMC, RECIP
 
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo fernando freire
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo   fernando freire(2) 01. avaliação da fertilidade do solo   fernando freire
(2) 01. avaliação da fertilidade do solo fernando freire
 
Livro tratamento de_esgotos[1]
Livro tratamento de_esgotos[1]Livro tratamento de_esgotos[1]
Livro tratamento de_esgotos[1]
 
Fertirigacao
FertirigacaoFertirigacao
Fertirigacao
 
Jackson souza - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
Jackson souza - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do BrasilJackson souza - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
Jackson souza - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
 
Jackson souza Super fosfatagem no desenvolvimento inicial de café
Jackson souza Super fosfatagem no desenvolvimento inicial de caféJackson souza Super fosfatagem no desenvolvimento inicial de café
Jackson souza Super fosfatagem no desenvolvimento inicial de café
 
Apresentação sobre Jardins Flutuantes
Apresentação sobre Jardins FlutuantesApresentação sobre Jardins Flutuantes
Apresentação sobre Jardins Flutuantes
 
Apresentação Monografia.ppt
Apresentação Monografia.pptApresentação Monografia.ppt
Apresentação Monografia.ppt
 
Jackson souza - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
Jackson souza - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do BrasilJackson souza - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
Jackson souza - palestra IX Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil
 
Defesa do Mestrado - TOLERÂNCIA AO DÉFICE HÍDRICO E EFICIÊNCIA DO USO DE ÁGUA...
Defesa do Mestrado - TOLERÂNCIA AO DÉFICE HÍDRICO E EFICIÊNCIA DO USO DE ÁGUA...Defesa do Mestrado - TOLERÂNCIA AO DÉFICE HÍDRICO E EFICIÊNCIA DO USO DE ÁGUA...
Defesa do Mestrado - TOLERÂNCIA AO DÉFICE HÍDRICO E EFICIÊNCIA DO USO DE ÁGUA...
 
nucleos-do-io-nucleo-oceanograifa-quimica.pdf
nucleos-do-io-nucleo-oceanograifa-quimica.pdfnucleos-do-io-nucleo-oceanograifa-quimica.pdf
nucleos-do-io-nucleo-oceanograifa-quimica.pdf
 
Analise de efluentes
Analise de efluentesAnalise de efluentes
Analise de efluentes
 
Feira Científica e Cultura EEEP JIN 2014
Feira Científica e Cultura EEEP JIN 2014Feira Científica e Cultura EEEP JIN 2014
Feira Científica e Cultura EEEP JIN 2014
 
Adubação racional econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procafé
Adubação racional  econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procaféAdubação racional  econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procafé
Adubação racional econômica do cafeeiro josé braz matiello – fundação procafé
 
Seminário ANCP 2016 – Roberto Guimarães Junior – Pecuária de corte de alta pr...
Seminário ANCP 2016 – Roberto Guimarães Junior – Pecuária de corte de alta pr...Seminário ANCP 2016 – Roberto Guimarães Junior – Pecuária de corte de alta pr...
Seminário ANCP 2016 – Roberto Guimarães Junior – Pecuária de corte de alta pr...
 
Ct sam qde-agua-pescado
Ct sam qde-agua-pescadoCt sam qde-agua-pescado
Ct sam qde-agua-pescado
 
Artigo_Bioterra_V23_N2_09
Artigo_Bioterra_V23_N2_09Artigo_Bioterra_V23_N2_09
Artigo_Bioterra_V23_N2_09
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
POTENCIAL DE USO DO LODO DE ESTAÇÔES DE TRATAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO
POTENCIAL DE USO DO LODO DE ESTAÇÔES DE TRATAMENTO DE ÁGUA E ESGOTOPOTENCIAL DE USO DO LODO DE ESTAÇÔES DE TRATAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO
POTENCIAL DE USO DO LODO DE ESTAÇÔES DE TRATAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO
 

Mais de Gabriella Ribeiro

Mais de Gabriella Ribeiro (20)

REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE?
REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE? REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE?
REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE?
 
CICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORAS
CICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORASCICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORAS
CICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORAS
 
Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...
Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...
Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...
 
Caracterização, Tendências e Custos para a Sociedade
Caracterização, Tendências e Custos para a SociedadeCaracterização, Tendências e Custos para a Sociedade
Caracterização, Tendências e Custos para a Sociedade
 
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade UrbanaBanco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
 
Projetos de Transporte de Massa
Projetos de Transporte de MassaProjetos de Transporte de Massa
Projetos de Transporte de Massa
 
Mobilidade, cidade, metrópole e custeio
Mobilidade, cidade, metrópole e custeioMobilidade, cidade, metrópole e custeio
Mobilidade, cidade, metrópole e custeio
 
DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...
DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...
DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...
 
Experiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na Sociedade
Experiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na SociedadeExperiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na Sociedade
Experiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na Sociedade
 
A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE
A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE
A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE
 
A Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte Ativo
A Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte AtivoA Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte Ativo
A Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte Ativo
 
Técnicas de Restauração de Pavimentos Rígidos
Técnicas de Restauração de Pavimentos RígidosTécnicas de Restauração de Pavimentos Rígidos
Técnicas de Restauração de Pavimentos Rígidos
 
O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana
O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana
O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana
 
“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...
“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...
“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...
 
ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...
ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...
ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...
 
AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...
AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...
AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...
 
ESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SP
ESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SPESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SP
ESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SP
 
AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...
AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...
AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...
 
DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...
DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...
DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...
 
MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...
MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...
MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...
 

ÍNDICE GUS E GSI NA AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS POR INSETICIDAS NA BATATICULTURA

  • 1. ÍNDICE GUS E GSI NAAVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS POR INSETICIDAS NA BATATICULTURA Mayra Carolina de Oliveira, Luiz Antônio Lima, Anita Cristina Silva, João Marcelo Nascimento, Fábio Ponciano de Deus XIX CONGRESSO BRASILEIRO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS Campinas- SP 23 de Setembro 2016
  • 3. INTRODUÇÃO Google imagens. Google imagens. Google imagens.
  • 4. absorvidos adsorvidos lixiviados Movimento de água e soluto no solo INTRODUÇÃO Lençol Freático
  • 5. • O processo de lixiviação depende das propriedades químicas dos pesticidas. • Solubilidade (S); • Tempo de meia vida( t1/2); • Coeficiente de adsorção (Koc); • Coeficiente de partição octanol-água (Kow) . INTRODUÇÃO
  • 6. • Essas características podem ser qualificadas em função da estimativa de índices: • Índice Groundwater Ubiquity Score (GUS) Gustafson (1989); • Índice Groundwater Screening Index (GSI) proposto por (Bishop, 1986), INTRODUÇÃO
  • 7. • Este trabalho se justifica em função da escassez de dados científicos sobre o risco de contaminação dos recursos hídricos provenientes das atividades agrícolas. • Nesse sentido, teve o objetivo de avaliar o potencial de contaminação de águas subterrâneas pela atividade da bataticultura irrigada utilizando os índices de avaliação GUS e GSI. JUSTIFICATIVA E OBJETIVO • Uma forma econômica e vantajosa em comparação aos métodos analíticos tradicionais que são complexos e caros.
  • 8. • As informações sobre os principais defensivos agrícolas utilizados pelos bataticultores foram obtidas no Sistema de Agrotóxicos Fitossanitários (Agrofit). • Foram selecionados 31 ingredientes ativos dos 56 registrados no Ministério da Agricultura (AGROFIT, 2016). • Os dados sobre as características e propriedades físico-químicas dos defensivos agrícolas estudados foram obtidos do banco de dados Universidade de Hertfordshire na Inglaterra. MATERIAL E MÉTODOS
  • 9. • Groundwater Ubiquity Score (GUS) MATERIAL E MÉTODOS • O cálculo do índice de GUS, sugerido por Gustafson (1989) é realizado através da aplicação da Equação 𝐺𝑈𝑆 = 𝑙𝑜𝑔 𝑡1 2 × 4 − 𝑙𝑜𝑔 𝐾𝑜𝑐 t ½ - tempo de meia vida, dias; koc -coeficiente de partição entre carbono orgânico e água do solo, mL g-1.
  • 10. • De acordo com Milhome et. al. (2009) uma vez identificado esse índice, os agrotóxicos são classificados de acordo com sua tendência a lixiviação ao domínio subterrâneo, de acordo com os seguinte intervalos: • GUS < 1,8: não sofre lixiviação (NL); • 1,8 < GUS < 2,8: faixa de transição (T); • GUS > 2,8:lixiviação (L). MATERIAL E MÉTODOS
  • 11. • Groundwater Screening Index (GSI) • Cálculo segundo Bishop (1986). MATERIAL E MÉTODOS 𝐺𝑆𝐼 = ln 𝑆 × 𝑡1 2 𝐾𝑜𝑤 em que, S – Solubilidade, mgL-1; T1/2 – tempo de meia vida, dias; Kow – coeficiente de partição entre o octanol e solução de água, mL g-1.
  • 12. • Uma vez calculado o índice, podem ser classificados de acordo com sua tendência a contaminação: • GSI < 1: contaminação improvável (CI); • 1 < GSI < 5: possível contaminação (PC); • GSI > 5: tratamento especial (TE). MATERIAL E MÉTODOS
  • 13. • Alguns dados não estão disponíveis como o coeficiente de partição carbono orgânico (Koc) dos inseticidas: •beta-cyfluthrin, •fipronil, •lufenurom, •pirimicarb, •teflubenzuron, •thiacloprid e • zeta-cypermethrin. RESULTADO E DISCUSSÃO
  • 14. Ingrediente Ativo Koc (mL g -1) t1/2 (dias) GUS Interpretação Acephate 302 3 0,73 NL Acetamiprid 200 1,6 0,35 NL alpha-cypermethrin 57.889 35 -1,18 NL Benfuracarb 9.100 0,5 -0,01 NL Bifenthrin 236.610 26 -1,94 NL Carbaryl 300 16 1,83 T Esfenvalerate 251.717 66,6 -2,55 NL Ethoprophos 70 17 2,65 T Fosthiazate 239 13 1,81 T gamma-cyhalothrin 59.677 26,8 -1,11 NL Indoxacarb 6.450 17 0,23 NL lambda-cyhalothrin 283.707 175 -3,26 NL methamidophos 1 3,5 2,18 T Tabela 1. Valores Groundwater Ubiquity Score (GUS) NL - não sofre lixiviação; T - faixa de transição; L - lixiviação; CI - contaminação improvável; PC - possível contaminação e TE - tratamento especial .
  • 15. Ingrediente Ativo Koc (mL g-1) t1/2 (dias) GUS Interpretação metam-sodium 17,8 7 2,32 T Novaluron 9.598 72 0,03 NL parathion-methyl 240 12 1,75 NL pyridafenthion 7.211 18 0,18 NL Profenofos 2.016 7 0,59 NL tebupirimfos 1.845 300 1,82 T thiamethoxam 56,2 50 3,82 L Triazophos 358 44 2,38 T Triflumuron 2.967 22 0,71 NL Continuação... Tabela 1. Valores Groundwater Ubiquity Score (GUS) NL - não sofre lixiviação; T - faixa de transição; L - lixiviação; CI - contaminação improvável; PC - possível contaminação e TE - tratamento especial .
  • 16. Ingrediente Ativo S (mg L-1) (Kow) t1/2 (dias) GSI Interpretação Acephate 790.000 0,141 3 14,84 TE Acetamiprid 2.950 6,31 1,6 8,68 TE alpha-cypermethrin 0,0004 0,0000316 35 -5,77 CI Benfuracarb 8,4 0,000166 0,5 0,11 CI beta-cyfluthrin 0,0012 0,0000794 27,1 -4,84 CI Bifenthrin 0,001 3,96E-06 26 -5,34 CI Carbaryl 9,1 0,0229 16 4,49 PC Esfenvalerate 0,001 1,74E-06 66,6 -4,46 CI Ethoprophos 1.300 0,0977 17 9,99 TE Fipronil 3,78 0,00562 142 5,47 TE Fosthiazate 9.000 0,0479 13 11,39 TE gamma-cyhalothrin 0,0021 0,000912 26,8 -3,99 CI Imidacloprid 610 3,72 191 12,23 TE Indoxacarb 0,2 0,000447 17 0,01 CI lambda-cyhalothrin 0,005 0,0000316 175 -1,64 CI Lufenurom 0,046 0,0000132 16,3 -1,87 CI methamidophos 200.000 0,162 3,5 13,69 TE Tabela 2. Valores Groundwater Screening Index (GSI) NL - não sofre lixiviação; T - faixa de transição; L - provável lixiviação; CI - contaminação improvável; PC - possível contaminação e TE - tratamento especial .
  • 17. Ingrediente Ativo S (mg L-1) (Kow) t1/2 (dias) GSI Interpretação metam-sodium 578.290 0,00123 7 14,15 TE Novaluron 0,003 0,0002 72 -2,84 CI parathion-methyl 55 0,001 12 5,39 TE pyridafenthion 100 0,00158 18 6,47 TE Pirimicarb 3.100 0,501 86 13,70 TE Profenofos 28 0,501 7 6,48 TE Prothiofos 0,07 0,0000468 7 -2,18 CI tebupirimfos 5,5 0,000155 300 6,07 TE teflubenzuron 0,01 0,0002 92 -1,39 CI Thiacloprid 184 0,182 15,5 8,26 TE thiamethoxam 4.100 0,741 50 14,27 TE Triazophos 35 0,00355 44 6,44 TE Triflumuron 0,04 0,000794 22 -1,26 CI zeta-cypermethrin 0,039 3,98E-06 49 -1,04 CI Continuação... Tabela 2. Valores (Groundwater Screening Index) GSI NL - não sofre lixiviação; T - faixa de transição; L - lixiviação; CI - contaminação improvável; PC - possível contaminação e TE - tratamento especial .
  • 18. • O inseticida que apresenta alto risco de contaminação para os dois índices estudados é o thiamethoxam. • Na batata é aplicado via solo e é recomendado para a Larva arame (Conoderus scalaris), Larva alfinete (Diabrotica speciosa), Pulgão verde (Myzuz persicae) e Vaquinha verde-amarela (Diabrotica speciosa) RESULTADO E DISCUSSÃO
  • 19. • Dos 31 ingredientes ativos estudados para o índice GUS 74,2 % não sofre lixiviação, 22,6 % estão na faixa de transição e apenas 3,2 % podem lixiviar. Em relação ao índice GSI 51,6 % devem receber tratamento especial, 3,2 % podem promover uma possível contaminação e 45,2 % impossível contaminação. • A aplicação dos índices GUS e GSI auxilia a compressão do processo de contaminação com a identificação dos produtos que podem causar risco assim como fornecer subsídios para tomadas de decisões mais rápidas e eficientes. • Devido à relevância do tema, necessita-se de mais pesquisas para melhor contribuição na orientação de empresários, técnicos e produtores quanto à eficácia de fungicidas, evitando-se a contaminação de águas subterrâneas. CONSIDERAÇÕES FINAIS Agradecimento a Capes.
  • 20. AGROFIT Agrofit: Sistema de agrotóxicos fitossanitários. Disponível em:<http://agrofit.agricultura.gov.br/agrofit_cons/principal_agrofit_cons>. Acesso em: 30 de maio 2016. ARIANUAL. AGRIANUAL 2015: Anuário da agricultura brasileira. São Paulo: FNP Consultoria, 2015.470 p BISHOP, K.C. 1986. Industry´s perspective on agricultural chemicals in water supply and drainage. In: Proceedings “Toxic Substances in Agricultural Water Supply and Drainage”. U.S. Committee on Irrigation and Drainage. DORNELLES, M.F. &. OLIVEIRA, G.T. Toxicity of atrazine, glyphosate, and quinclorac in bullfrog tadpoles exposed to concentrations below legal limits Environ Sci Pollut Res DOI 10.1007/s11356-015-5388-4 2015 FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations). FAOSTAT. Disponível em: http://faostat3.fao.org/browse/Q/QC/E . Acesso em: 21 de maio 2016. IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Levantamento Sistemático da Produção Agrícola Disponível em: <ftp://ftp.ibge.gov.br/Producao_Agricola/Levantamento_Sistematico_da_Producao_Agricola_[mensal]/Fasciculo/lspa_201603.p df Acesso em: 30 de maio 2016. MARTINI, L. F. D.; CALDAS, S.S.; BOLZAN, C.M.; CAS BUNDT, A.; PRIME, E.G.; AVILA, L.A. Risco de contaminação das águas de superfície e subterrâneas por agrotóxicos recomendados para a cultura do arroz irrigado. Ciência Rural, v.42, n.10, out, 2012. MILHOME, M.A.L.; SOUSA, D.O.B.; LIMA, F.A.P.; NASCIMENTO, R.P. Avaliação do potencial de contaminação de águas superficiais e subterrâneas por pesticidas aplicados na agricultura do Baixo Jaguaribe, CE. Eng Sanit Ambient | v.14 n.3 | jul/set 2009 | 363-372 PPDB, 2016. PPDB, 2016. Pesticide Properties Database. University of Hertfordshire. Disponível em : < http://sitem.herts.ac.uk/aeru/ppdb/en/Reports/205.htm>. Acesso em: 08 de maio 2016. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Notas do Editor

  1. Em condições de sequeiro (sem irrigação), a produtividade média é inferior a 20 t ha-1, enquanto que nas áreas irrigadas a produtividade média é superior a 20 t ha-1. Atualmente 70% da produção brasileira de batatas é irrigada (Agrianual, 2016). Não há dúvidas de que a irrigação é imprescindível no aumento da produção de batatas na maioria das regiões produtoras do Brasil, no entanto, o acúmulo de produtos químicos oriundos da fertirrigação e quimigação estão provocando impactos ambientais negativos, e causando limitação na cadeia produtiva.
  2. Aproximadamente 1% dos produtos agroquímicos utilizados no campo não atingem os seus objetivos específicos. Os 99 % restantes podem se mover através dos diferentes compartimentos ambientais e podem terem efeitos indiretos sobre organismos não-alvo expostos a contaminantes (Dornelles e Oliveira, 2015). O aumento de produção agrícola gerou a utilização de técnicas de plantios diferenciados por meio da aplicação de fertilizantes e pesticidas, com a finalidade de minimizar as perdas na produção. Porém, quando utilizadas sem controle podem trazer danos imensuráveis ao meio ambiente, principalmente a água. Após atingirem o solo, vários processos físicos, químicos e biológicos determinam seu comportamento. A dinâmica dos agrotóxicos é governada pelo processo de adsorção, o qual é responsável pela ligação desses às partículas do solo, influenciando na disponibilidade para os demais processos como transformação, degradação e transporte, seja por volatilização, lixiviação e/ou por escoamento superficial (Martini et al., 2012).
  3. A solubilidade em água é uma propriedade importante para os processos ambientais, pois atua no comportamento, transporte e destino desses compostos, indicando a tendência do pesticida em ser carreado superficialmente no solo atingindo águas superficiais. No entanto, este não é o único parâmetro para prever a percolação, devendo ser analisado em conjunto com outras propriedades (Silva e Fay, 2004) Com o coeficiente de adsorção (Koc) é possível prever a tendência do pesticida a ficar adsorvido na matéria orgânica no solo. Moléculas altamente solúveis tendem apresentar valores de Koc relativamente baixos (menores que 150 cm3 g-1), podendo ser mais rapidamente biodegradados no solo e na água. O coeficiente de partição octanol-água (Kow) relaciona as propriedades hidrofílicas e lipofílicas, demonstrando a tendência à bioconcentração destes compostos, sendo um fator importante na avaliação de riscos, pois em conjunto com os dados de degradação, o potencial de acumulação pode ser usado na identificação dos pesticidas que podem ser transportados via cadeia alimentar. O tempo de meia vida (t1/2) é um critério usado para determinar os efeitos ambientais relacionados à volatilização, potencial de lixiviação e características de degradação de vários compostos químicos.
  4. apud Milhome et. al., 2009 que surgiu como alternativa para a investigação preliminar do potencial de contaminação dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos por defensivos agrícolas o qual reflete as relações com as propriedades químicas como solubilidade, coeficiente de partição octanol-água (Kow) e tempo de meia vida (t1/2
  5. A utilização de procedimentos que levam em consideração as propriedades físico-químicas dos defensivos agrícolas possibilita realizar uma avaliação preliminar do risco potencial de contaminação por agrotóxicos, sendo uma forma econômica e vantajosa em comparação aos métodos analíticos tradicionais que são complexos e caros.
  6. que é um banco de informações sobre os produtos agrotóxicos e afins registrados no Ministério da Agricultura. O Agrofit permite a realização de pesquisas importantes para o controle de pragas na agricultura brasileira. O PPDB é um banco de dados que contém informações sobre as propriedades químicas, físicas, relacionadas a saúde humana e ecotoxicológicas.
  7. O GUS (Índice de Vulnerabilidade de Águas Subterrâneas)
  8. Segundo SSPADOTTO 2002, valores negativos se devem meia-vida curta e/ou grande coeficiente de sorção
  9. O índice “Groundwater Ubiquity Score” (GUS) desenvolvido por GUSTAFSON (5) tem sido usado como a primeira etapa em abordagem de aproximações sucessivas para especificar quais produtos deveriam merecer estudos mais demorados e caros de lixiviabilidade. Entretanto, o índice GUS é empiricamente baseado e apresenta o problema da previsão de valores negativos para pesticidas com meia-vida curta e/ou grande coeficiente de sorção
  10. Essas propriedades indicam que o mesmo apresenta baixa sorção aos colóides do solo, sendo que considerável fração do produto aplicado ao solo permanece em solução, podendo ser lixiviada para camadas mais profundas do solo. Na batata é aplicado via solo e é recomendado para a Larva arame (Conoderus scalaris), Larva alfinete (Diabrotica speciosa), Pulgão verde (Myzuz persicae) e Vaquinha verde-amarela (Diabrotica speciosa) (ADAPAR, 2016).