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Dessecação na
cultura da soja –
Pré-Colheita
Leonardo Lopes da Cunha
Dessecação pré-colheita da soja
“É uma prática que pode ser utilizada somente em áreas
de produção de grãos, com o objetivo de controlar as
plantas daninhas ou uniformizar as plantas com
problemas de haste verde/retenção foliar”
Áureo Lantmann
Por que fazer?
Uniformidade de maturação;
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safra seguinte;
Melhor resultado na safrinha;
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Transporte de grãos de soja sem impurezas
Risco
Depois do sétimo dia aplicado, se chover ou
continuar chovendo, o produtor corre o risco de
perder toda a lavoura porque a soja poderá murchar,
encharcar, ficar suscetível a vários patógenos e perder
a produção.
Obs.: Deve-se consultar boletins meteorológicos
frequentemente.
Caso aplicação no momento errado, perdas
significativas de produtividade
Experimento com Soja
Dessecação com paraquate em diferentes estágios
(PELÚZIO et al., 2008)
Esperar 7 dias da aplicação do produto até a colheita
:risco de resíduos de produto nos grãos
( contaminação e penalidades).
Estágio Produtividade
R6 2373 kg/ há
R7 3231 kg/há
R8 3384 kg/há
Quando fazer?
 Maturação fisiológica - R7
 Grãos de soja com no máximo 58% de umidade.
 Folhas e vagens mudando da coloração verde intenso
para verde claro a amarelo.
Quando, ao abrir a vagem, os grãos estiverem
desligados um do outro (não presos por fibras,
“desmamados”).
 Grãos passando de aspecto esbranquiçado para
aspecto brilhoso.
Pelo menos uma vagem sadia sobre a haste principal
que tenha atingido a cor de vagem madura,
normalmente amarronzada ou bronzeada.
Fonte:IPNI
Fonte: Globo Rural, 2013
Quais produtos utilizar?
Finale ( Glufosinato de amônio, 2 L/há);
Gramoxone ( Paraquat, 2 L/há);
Reglone ( Diquat, 2L/há);
Principais misturas:
Pramato ( Bentazon + dicloreto de paraquat,2 l/ha );
Tocha ( Dicloreto de paraquat + paraquat, 2L/ha);
Modo de ação ( paraquat e diquat)
Age na presença de luz;
Desidrata as partes verdes que entra em contato;
Necessita de adjuvante;
Local de ação: Cloroplasto
Fotossistema I produz elétrons livres  Paraquat
Radicais livres + O2  Superóxidos  ac. Graxos
Resultado: Desintegra as membranas e tecidos.
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Aplicação às 10 horas de paraquat (2L/há) e avaliação após 6 horas
Qual o horário de aplicar o Paraquat?
Não precisa quebrar a cabeça!!
Custos
Tocha R$17,80/ L
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Uso em 248 há :
R$8.828,80
Aplicar dessecante em área total?
Se não há capacidade (operacional) de colher toda a
área no R8, então desseca-se uma parte da área e
realiza a colheita do talhão enquanto que o outro
talhão é colhido em outra época.
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Plantio de apenas um material
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mesmo material plantado na mesma época com o
mesmo dia de colheita pode dar errado.
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5909 (100 dias)
IPRO 7011 ( 105 dias )
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Percevejos
TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO
Umidade relativa > 60%
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Gotas
• Nº de gotas por cm² de folha ideal:
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cm²(Sartori, 1975).
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alvos horizontais como as folhas
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Foto: Leonardo Lopes, 2015
Fonte: Jacto
Produtos que espumam no
tanque
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Ordem de mistura de tanque
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gota chega no limbo e a planta entende como energia
e absorve mais rápido (recebe estimulo para absorver
a gota);
P: ligado a parte energética da planta, ou seja, auxilia
na translocação do produto intra-celular (reduz
sintomas de fitotoxidade).
Fatores que influenciam a má aplicaçã
Uso do produto inadequado;
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Momento de aplicação incorreto;
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aplicação?
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Leonardo Lopes da Cunha
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Dessecação na cultura da soja - Pré-Colheita

  • 1. Dessecação na cultura da soja – Pré-Colheita Leonardo Lopes da Cunha
  • 2. Dessecação pré-colheita da soja “É uma prática que pode ser utilizada somente em áreas de produção de grãos, com o objetivo de controlar as plantas daninhas ou uniformizar as plantas com problemas de haste verde/retenção foliar” Áureo Lantmann
  • 3. Por que fazer? Uniformidade de maturação; Antecipação da colheita; Venda antecipada, obtendo melhor preço; Plantio da cultura subsequente no limpo;
  • 4. Aproveitamento da maior umidade do solo para a safra seguinte; Melhor resultado na safrinha; Dessecação de plantas daninhas adultas; Eliminação de plantas daninhas jovens; Transporte de grãos de soja sem impurezas
  • 5. Risco Depois do sétimo dia aplicado, se chover ou continuar chovendo, o produtor corre o risco de perder toda a lavoura porque a soja poderá murchar, encharcar, ficar suscetível a vários patógenos e perder a produção. Obs.: Deve-se consultar boletins meteorológicos frequentemente. Caso aplicação no momento errado, perdas significativas de produtividade
  • 6.
  • 7. Experimento com Soja Dessecação com paraquate em diferentes estágios (PELÚZIO et al., 2008) Esperar 7 dias da aplicação do produto até a colheita :risco de resíduos de produto nos grãos ( contaminação e penalidades). Estágio Produtividade R6 2373 kg/ há R7 3231 kg/há R8 3384 kg/há
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11. Quando fazer?  Maturação fisiológica - R7  Grãos de soja com no máximo 58% de umidade.  Folhas e vagens mudando da coloração verde intenso para verde claro a amarelo. Quando, ao abrir a vagem, os grãos estiverem desligados um do outro (não presos por fibras, “desmamados”).  Grãos passando de aspecto esbranquiçado para aspecto brilhoso. Pelo menos uma vagem sadia sobre a haste principal que tenha atingido a cor de vagem madura, normalmente amarronzada ou bronzeada.
  • 14. Quais produtos utilizar? Finale ( Glufosinato de amônio, 2 L/há); Gramoxone ( Paraquat, 2 L/há); Reglone ( Diquat, 2L/há); Principais misturas: Pramato ( Bentazon + dicloreto de paraquat,2 l/ha ); Tocha ( Dicloreto de paraquat + paraquat, 2L/ha);
  • 15.
  • 16.
  • 17. Modo de ação ( paraquat e diquat) Age na presença de luz; Desidrata as partes verdes que entra em contato; Necessita de adjuvante; Local de ação: Cloroplasto Fotossistema I produz elétrons livres  Paraquat Radicais livres + O2  Superóxidos  ac. Graxos Resultado: Desintegra as membranas e tecidos.
  • 18. Foto: Pinheiro,2015 Aplicação às 10 horas de paraquat (2L/há) e avaliação após 6 horas
  • 19. Qual o horário de aplicar o Paraquat?
  • 20. Não precisa quebrar a cabeça!!
  • 21. Custos Tocha R$17,80/ L Custo/ há: 35,60 com dose cheia (2 L/há) Uso em 248 há : R$8.828,80
  • 22. Aplicar dessecante em área total? Se não há capacidade (operacional) de colher toda a área no R8, então desseca-se uma parte da área e realiza a colheita do talhão enquanto que o outro talhão é colhido em outra época. Área dessecada
  • 23. Plantio de apenas um material Adotar prática de dessecação em uma lavoura com o mesmo material plantado na mesma época com o mesmo dia de colheita pode dar errado. Ex. de plantio: 5909 (100 dias) IPRO 7011 ( 105 dias ) 7337 ( 115)
  • 25.
  • 26.
  • 28. Umidade relativa > 60% Temperaturas < 30º Ventos entre 2 a 8 km/h Glifosato : requer período de 6 horas sem chuva Roundup Transorb : requer apenas 1 hora sem chuva após aplicação. Paraquat e diquat : 30 minutos PH entre 3 e 4 para herbicidas. Água: sem matéria orgânica e impurezas.
  • 29. Íons presentes na água ÍONS PODER DESATIVADOR DO GLIFOSATO Fe+3 e Al +3 Muito severo Ca +2 e Zn+2 Severo Mg +2 Moderado K+1 e Na+1 Nenhum Fonte: Monsanto, revista Acames.
  • 30. Ph da água Foto: Leonardo Lopes
  • 31. Gotas • Nº de gotas por cm² de folha ideal: Sistêmicos : 20-30 Contato: 40-50 • 50 L/há pode produzir, em média , 120 gotas cm²(Sartori, 1975). • Gotas de tamanho médio tendem a depositar em alvos horizontais como as folhas • Gotas finas tendem a depositar em alvos verticais, como a pilosidade do caule.
  • 35. Produtos que espumam no tanque Deve-se principalmente aos inertes; Saber dosagem, cuidado com o agitador; A espuma retêm produto; Programação de aplicação pode não fechar.
  • 36. Ordem de mistura de tanque
  • 38. Por que uso de N e P no tanque? N: Passagem livre na planta sem gasto de energia. A gota chega no limbo e a planta entende como energia e absorve mais rápido (recebe estimulo para absorver a gota); P: ligado a parte energética da planta, ou seja, auxilia na translocação do produto intra-celular (reduz sintomas de fitotoxidade).
  • 39. Fatores que influenciam a má aplicaçã Uso do produto inadequado; Equipamentos desregulados; Dosagens incorretas; Deriva; Momento de aplicação incorreto; Condições climáticas.
  • 40. Quanto tempo após a chuva pode-se recomeçar a aplicação? Foram desenvolvidas plantas para cultivo resistentes ao paraquat?
  • 41. Se me derem 8 horas para cortar uma árvore, levarei 7 para afiar meu machado! Abraham Lincoln
  • 42. Obrigado! Leonardo Lopes da Cunha leonardolopes_6@hotmail.com (62) 8108-5242

Notas do Editor

  1. Os autores relacionam o decréscimo de produtividade em estádios menos avançados pode estar relacionado ao fato da planta ainda estar translocando fotoassimilados para semente, resultando na paralisação deste fornecimento. R6 ainda está enchendo o o grao
  2. O mais recomendável é que se faça a dessecação entre os estádios R 6.5 e R 7. Utiliza-se normalmente o estádio R 7, por ser de mais fácil visualização a campo. Não ocorre mais translocação de seiva para o grão
  3. R.O paraquat age na presença de luz, desidratando as partes verdes de todas as plantas com as quais entra em contato. Após a aplicação, a penetração pela superfície da folha ocorre quase imediatamente. Essa absorção é aumentada pela alta intensidade luminosa, alta umidade e pelo sistema adjuvante específico que geralmente faz parte da formulação, que garante boa retenção da pulverização e umidificação da folhagem alvo. É necessário adicionar adjuvantes à mistura do tanque, caso não faça parte da formulação. O local de ação do paraquat é o cloroplasto. Os cloroplastos contêm os sistemas fotossintéticos das plantas verdes, que absorvem a energia luminosa usada para produzir açúcares. O paraquat é conhecido por agir no sistema da membrana fotossintética, chamado fotossistema I, que produz elétrons livres para impelir a fotossíntese. Os elétros livres do fotossistema I reagem com o íon do paraquat, resultando na forma de radical livre. O oxigênio rapidamente reconverte esse radical livre e, nesse processo, produz superóxidos. Quimicamente altamente reativos, os superóxidos atacam os ácidos graxos de membranas insaturadas, rapidamente abrindo e desintegrando as membranas e tecidos da célula. O processo íon de paraquat ion/radical livre então se recicla, produzindo maiores quantidades de superóxido até que o suprimento de elétrons livres cesse. A murchidão visível das plantas tratadas fica aparente em algumas horas em clima quente e claro, mas pode de korar mais se as condições forem frias e nubladas. Isso logo é seguido pelo aparecimento de tecido marrom desidratado ou clorótico. A luz, o oxigênio e a clorofila são indispensáveis para os efeitos herbicidas característicos do paraquat. É a ruptura das membranas celulares, permitindo o escape de água do material vegetal que leva à rápida desidratação da folhagem. P. Como se pode descre
  4. Ph... Melhora a solubilidade do meio. Possibilidade de incompatibilidade e problema quimico é reduzida
  5. Crucial x round up
  6. Pode utilizar o leque, Conico entra rodando na soja , mas no R7 já há uma desfolha. Indicaria o conico pq já procede os fungicidas . Acho o leque mais completo que o conico, mas o conico não é muito bom para distribuição de gota entretanto a penetração é melhor. Tem produtor que usa o leque pra tudo e conico pra tudo e dá certo. Não apontar que está errado. Tentar convencer. Vamos tentar usar outro bico, usar o papel sensível. Acho a distribuição melhor pra tal situação...
  7. P turgidez da membrana,
  8. As vezes o produtor que usar um herbicida para dessecar a soja, usa o glifosato em uma soja RR e não irá ter resultado. Só o oleo
  9. R. Não. Há várias razões pelas quais a tolerância ao herbicida paraquat não foi comercializada. Uma razão crucial é que o modo de ação do paraquat é tão rápido que é tecnicamente difícil atingir resistência efetiva. Além disso, nos locais onde lavouras resistentes ao glifosato são introduzidas, sempre há o risco de que as plantas resistente ao herbicida surjam como ervas daninhas em culturas sucessivas, reduzindo a eficácia do controle de ervas daninhas. Portanto, o principal fabricante do paraquat, a Syngenta, decidiu não introduzir lavouras transgênicas de paraquat para certificar que o paraquat continue sendo uma ferramenta altamente eficaz (herbicida de extermínio préplantação) para o manejo de ervas daninhas resistente ao glifosato.