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REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS
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 Além dos artigos revisados pelos pares, também ...
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 Avaliação da produção científica
 Elaboração de políticas públicas para ciência e
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Metodologia
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Metodologia
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Resultados
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Resultados
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Resultados
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Resultados
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Considerações finais
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Referências
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Referências
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Ana Carvalho – anacarvalho@facc.ufrj.br
Fábio Castro Gouveia - fgouveiafiocruz@gmail.com
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Repositórios Institucionais de Acesso Aberto: adequação às novas métricas da web nas instituições públicas de ensino superior brasileiras - CONFOA 2017

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Repositórios Institucionais de Acesso Aberto: adequação às novas métricas da web nas instituições públicas de ensino superior brasileiras
Ana Maria Ferreira de Carvalho, Fabio Castro Gouveia

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Repositórios Institucionais de Acesso Aberto: adequação às novas métricas da web nas instituições públicas de ensino superior brasileiras - CONFOA 2017

  1. 1. REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DE ACESSO ABERTO: adequação às novas métricas da web nas instituições públicas de ensino superior brasileiras ANA CARVALHO FÁBIO CASTRO GOUVEIA PPGCI-IBICT-UFRJ
  2. 2. O Movimento de Acesso Aberto  Declaração de Budapest  “acesso aberto à literatura científica revisada por pares é a meta. O autoarquivamento [VIA VERDE] e a nova geração de periódicos científicos de acesso aberto [Via Dourada] são as formas de se atingirem as metas” (BOAI, 2002).  A INTERNET e a WEB facilitando e promovendo novas formas de produzir e disseminar informação científica e tecnológica
  3. 3. O Movimento de Acesso Aberto  10 anos do movimento: novas recomendações  Além dos artigos revisados pelos pares, também sejam aceitos os depósitos de outros materiais como “conjunto de dados, apresentações em conferências, livros, capítulo de livros, teses e dissertações” (BOAI10, 2012, p.1)  Expansão significativa do volume de informações  Novas fontes de informação  Novas dinâmicas na produção científica  Novas formas de medir os processos, NOVOS INDICADORES
  4. 4. Indicadores para a Ciência  Avaliação da produção científica  Elaboração de políticas públicas para ciência e tecnologia
  5. 5. Os Repositórios Institucionais  O crescimento do número de RI  O crescimento do volume de conteúdo  A diversidade do conteúdo  Promove maior visibilidade e maior impacto da produção científica, dos pesquisadores e suas instituições  Papel político no “amplo acesso à informação científica” (Sayão et al., 2009)
  6. 6. Os RI como fonte de estudos métricos da informação científica e tecnológica  Os RI de acesso aberto, como novo formato de produção, disseminação e acesso à informação científica, carece de avaliação baseada em indicadores, assim como o sistema tradicional de comunicação científica.  Sendo um recurso disponível no ambiente da web, a webometria se configura com uma ferramenta adequada para esse tipo de análise.  (Shintaku et al., 2011)
  7. 7.  Os RI apresentam potencial para sua utilização com fonte de informação para a elaboração de indicadores de C&T  A importância da representação visual desses indicadores  Esses recursos já vem sendo utilizados em várias bases de dados como a Web of Science, a Scielo  (REIS, SPINOLA, AMARAL, 2016) Os RI como fonte de estudos métricos da informação científica e tecnológica
  8. 8. As métricas da Web  A webometria caracteriza-se com um estudo quantitativo realizado a partir do uso de recursos de informação na web (Björneborn, 2004) tendo o link como o principal elemento de estudo.  Como subconjunto desse campo de estudo, temos a webmetria, que “está mais associado a métricas de acesso a sites da web, obtidas por análises de logs ou page tagging” (GOUVEIA, 2013).
  9. 9. As métricas da Web  A altmetria contribui para o estudo dos novos fenômenos observados na web, relacionados com interações entre os usuários e os produtores de informação na internet. (GOUVEIA, 2013).  Likes  Tweets, retweets  Compartilhamentos  Menções
  10. 10. Objetivo  Como as IPES brasileiras estão se adequando aos novos indicadores de avaliação científica em ambiente web  Repositórios Institucionais  Indicadores webométricos, webmétricos e altmétricos
  11. 11. Metodologia  Consulta ao Diretório OpenDOAR  Repositórios Institucionais brasileiros  Instituições Públicas de Ensino Superior (IPES)  Amostra  33 Repositórios Institucionais  30 com acesso disponível para a coleta em 20/04/2017
  12. 12. Metodologia  Visita aos sites dos RI observando  Uniform Resource Identifier (URL)  repositorio.ipes.br ou repositorio.ipes.edu.br  Dados estatísticos sobre visita ao site, downloads ou visualizações dos objetos digitais  Presença de indicadores de redes sociais : Facebook, Twitter, Google+ etc.  Uso de identificador persistente de objeto digital
  13. 13. Resultados  28 RI utilizam o DSpace  21, ou seja, 70% do total de RI, apresentam seu URL no formato recomendado pelo Ranking Web of World Repositories e que são utilizados pelas principais ferramentas webométricas. 70% 30% Padrão Fora do padrão
  14. 14. Resultados  24 RI disponibilizam informações estatísticas sobre seus objetos digitais, ou seja, 80% do total analisado.  Neste caso, são disponibilizadas informações sobre número de acessos ao item, número de downloads, origem (regiões do país ou do mundo) desses acessos. A partir desses dados é possível realizar, por exemplo, estudos que permitam identificar temas de pesquisa de maior interesse, o prestígio de determinado pesquisador ou de determinada instituição. 80% 20%
  15. 15. Resultados  28 RI, ou seja, cerca de 93% do total, utilizam sistema persistente de identificação de objeto digital, fator importante para os estudos métricos na web, uma vez que identifica unicamente o objeto digital e, além disso, busca garantir a preservação do acesso ao item, independente de sua localização na internet.  Handle System 93% 7%
  16. 16. Resultados  9 RI, ou seja, 30% do total, disponibilizam algum recurso altmétrico, com maior ocorrência das redes sociais Facebook e Twitter. 30% 70%
  17. 17. Considerações finais  As IPES brasileiras estão se adequando ao novo cenário de estudos métricos da informação  Estão adequando os sites de seus RI fazendo uso de recursos voltados para as novas métricas da web  Os indicadores webométricos e webmétricos se destacam em relação aos altmétricos  Facebook e Twitter com maior destaque
  18. 18. Considerações finais  O uso do Dspace pela maioria dos RI das IPES colabora para este resultado, uma vez que a ferramenta vem sendo atualizando para atender às recomendações do movimento de acesso aberto  Importante a ampliação dos recursos que permitam a utilização de indicadores para a web em RI permitindo que este serviço possa se tornar fonte para indicadores para C&T
  19. 19. Referências  BJÖRNEBORN, L. Small-world link structures across an academic web space: a library and information science approach, 2004. Royal School of Library and Information Science. Tese de Doutorado. 469p. Disponível em: <http://forskning.ku.dk/find-en- forsker/?pure=files%2F47039808%2Flennart_bjorneborn_phd.pdf>. Acesso em: mar. 2017  BOAI, Budapest Open Archives Initiative. 2002. Disponível em: <http://www.budapestopenaccessinitiative.org/read>. Acesso em: fev. 2017.  BOAI, Budapest Open Archives Initiative 10 years. 2012. Disponível em: <http://www.budapestopenaccessinitiative.org/boai-10-recommendations>. Acesso em: jul. 2017.  GOUVEIA, F. C. Altmetria: métricas de produção científica para além das citações. Liinc em revista, v. 9, n. 1, p. 214-227, 2013. Disponível em: <http://revista.ibict.br/liinc/article/view/3434>.  REIS, J. E.; SPINOLA, A. T. P.; AMARAL, R. M.. Visualização de indicadoresbibliométricos e altmétricos: uma análise dos repositórios institucionais brasileiros.In: Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria, 5., 2016, São Paulo.Anais... São Paulo: USP, 2016. p. A731, 2
  20. 20. Referências  SAYÃO, Luis et al. Implantação e gestão de repositórios Institucionais: políticas, memória, livre acesso e preservação. Salvador: EDUFBA, 2009. Disponível em: <https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ufba/473/3/implantacao_repositorio_web.pdf>. Acesso em: jul. 2017.  SHINTAKU, M., ROBREDO, J., BAPTISTA, D.M., Webometria dos repositórios institucionais acadêmicos. Ciência da Informação. DF, v. 40 n. 2, p. 312-326, maio/ago. 2011. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/viewFile/1929/1428>.
  21. 21. Ana Carvalho – anacarvalho@facc.ufrj.br Fábio Castro Gouveia - fgouveiafiocruz@gmail.com

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