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Comunicação cientifica na área do direito: avaliação da pós-graduação, indicadores e ciência aberta

Este documento descreve a trajetória acadêmica e profissional da autora, seu doutorado em Ciência da Informação e pesquisa sobre a organização do conhecimento. Também aborda a comunicação científica na área do Direito, avaliação da pós-graduação, indicadores como Qualis e abertura da ciência.

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Comunicação científica na área do direito:
avaliação da pós-graduação, indicadores e
ciência aberta
Paula Carina de Araújo
Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP)
Fulbright/CAPES Alumni (2016-2017)
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Comunicação cientifica na área do direito: avaliação da pós-graduação, indicadores e ciência aberta

  • 1. Comunicação científica na área do direito: avaliação da pós-graduação, indicadores e ciência aberta Paula Carina de Araújo Universidade Federal do Paraná (UFPR) Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) Fulbright/CAPES Alumni (2016-2017) paula.carina.a@gmail.com UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR) SETOR DE CIÊNCIAS JURÍDICAS GRUPO DE PESQUISA FUNDAMENTOS DO DIREITO
  • 2. Graduação em Biblioteconomia – Hab. Gestão da Informação (UDESC) (2004/2007) Mestrado em Ciência, Gestão e Tecnologia da Informação (UFPR) (2010/2012) Doutoranda em Ciência da Informação – Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) (2015- 2019) Trajetória Acadêmica e Profissional
  • 3. Visit Research - Fulbright/CAPES (2016-2017) Visit Student – Information School na University of Washington (2016-2017) Bibliotecária – Universidade Federal do Paraná (UFPR) (2008 – atual) Trajetória Acadêmica e Profissional
  • 4. Doutorado em Ciência da Informação Figura 1: Tema de Pesquisa de Doutorado Fonte: A autora.
  • 5. Ciência da Informação Conceito Ciência interdisciplinar que “investiga as propriedades a comportamento da informação, as forças que governam seu fluxo e uso e, as técnicas manuais e mecânicas da informação processada para o armazenamento, recuperação e disseminação ideal”. (BORKO, 1968, p. 5)
  • 6. Organização do Conhecimento Conceito “[...] disciplina dedicada ao estudo e desenvolvimento dos fundamentos e técnicas do planejamento, construção, gestão, uso e avaliação de sistemas de descrição, catalogação, ordenação, classificação, armazenamento, comunicação e recuperação dos documentos criados pelo homem para testemunhar, conservar e transmitir seu saber e seus atos, a partir de seu conteúdo, com o fim de garantir sua conversão em informação capaz de gerar novo conhecimento”, (ESTEBAN NAVARRO; GARCIA MARCO, 1995, p. 149).
  • 7. Minha Pesquisa Epistemologia da Organização do Conhecimento Descrever a concepção de epistemologia no periódico Knowledge Organization por meio da metateoria. Orientador: Prof .Dr. José Augusto Chaves Guimarães Coorientador: Prof. Dr. Joseph Tennis 31 artigos
  • 8. Envolvimento com Comunicação Científicos 2010 Apoio para a Revista da Faculdade de Direito UFPR e participação no Congresso ABEC 2012 – 2015 Equipe de gestão da Biblioteca Digital de Periódicos da UFPR 2013 Participação no congresso Scielo 15 anos 2014 Pesquisa sobre a Motivação dos Docentes do Setor de Ciências Jurídicas da UFPR para publicar em periódicos científicos 2017 Pesquisa sobre a Motivação dos Discentes do PPGD da UFPR para publicar em periódicos científicos 2017 Criação da Base de Dados Científicos da UFPR
  • 9. Biblioteca de Ciências Jurídicas (JU) Apoio à editoração científica Busca e acesso à Informação Disponibilização de Acervo Orientação para a produção científica Figura 2: Papel da Biblioteca no processo de Comunicação Científica Fonte: A autora.
  • 10. ARAÚJO, Paula Carina de. Motivações dos docentes do Setor de Ci6encias Jurídicas da UFPR para publicar em periódicos científicos. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 14., 2013. Anais... Florianópolis, SC: UFSC, 2013. p.1-7. Disponível em: http://enancib.ibict.br/index.php/enancib/xivenancib/paper/viewFile/4361/3484. Acesso em: 23 maio 2018.
  • 13. ARAÚJO, Paula Carina de; Miguel, Sandra. Motivações dos discentes do Programa de Pós-graduação em Direito da UFPR para publicar em periódicos científicos no domínio do Direito. Perspectivas em Ciência da Informação, v.22, n.1, p. 38-56, jan./mar. 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-99362017000100038&script=sci_abstract&tlng=pt . Acesso em: 23 maio 2018. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1981-5344/2710.
  • 14. Motivações para Publicar Objetivo Conhecer as motivações e dificuldades dos discentes do Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) para publicar em periódicos científicos.
  • 15. Motivações para Publicar Objetivo Questionário 149 alunos do PPGD/UFPR 56 participaram da pesquisa (12 bolsistas)
  • 16. Motivações para Publicar Científico/Profissionais • Oportunidade de disseminar informações e conhecimentos (29/51,8%). • Possibilidade de contribuir com fontes de informação para novas pesquisas (28/50%). Financeiras/de recompensa • Participação em programas de pós-graduação stricto sensu” (22/39,3%). • Influência do sistema de recompensa associado à carreira universitária (16/28,6%).
  • 17. Motivações para Publicar Pessoais • Reconhecimento acadêmico advindo da produção intelectual e/ou científica (31/55,4%). • Prestígio profissional proporcionado aos autores (14/25%). • Possibilidade de ser citado pelos pares (13/23,2%). Tecnológicas • Facilidade associada ao ambiente da internet, o qual imprime agilidade ao processo de submissão, de publicação e de disseminação de artigos (19/33/9%). • Revistas eletrônicas: rapidez na publicação, respeitado o tempo para avaliação por pares (18/32,1%).
  • 18. Dificuldades para Publicar Pessoal • “baixa disponibilidade de tempo para pesquisar e escrever”, com 20 indicações (35,7%) para Diversa • “dificuldade em encontrar pares dispostos a escrever em colaboração”
  • 19. Dificuldades para Publicar Outras • Elevada carga horária de disciplinas obrigatórias do PPGD da UFPR aliada ao grande volume de leituras relacionadas a essas disciplinas; • Necessidade de publicar em parceria com um doutor ou doutorando para que o seu artigo seja aceito em uma revista que segue as recomendações da CAPES e dos principais indexadores; • Estar em início de carreira; • Exogenia (as revistas dos programas de pós-graduação não refletem a produção científica da própria instituição, mas uma miscelânea de pesquisas de outras instituições; • Demora para avaliação dos artigos submetidos aos periódicos; • Formato dos artigos, como a quantidade de páginas, de 20 a 25 páginas para a área do Direito, bem como a diversidade e clareza das normas para formatação dos artigos de uma revista para outra; • A pesquisa não é ensinada e estimulada durante a graduação na área do direito.
  • 20. Documento de Área - Direito Quadriênio 2013-2016 Avaliação 2017 http://capes.gov.br/images/documentos/Docume ntos_de_area_2017/26_DIRE_docarea_2016.pdf
  • 21. Programas de Pós-graduação em Direito Fonte: Brasil (2016d, p. 2)
  • 22. Programas de Pós-graduação em Direito Figura 3: Distribuição dos programas de pós-graduação stricto sensu da área do Direito 2016 Fonte: Brasil (2016d, p. 4)
  • 23. O que é avaliado? QUESITO ITEM PESO Proposta do Programa Área de Concentração, Linha de Pesquisa e Projetos de Pesquisa, Proposta Curricular 50% Planejamento do Programa, cooperação interinstitucional, internacionalização 25% Infraestrutura para ensino e pesquisa 25% Corpo Docente 20% Perfil 25% Adequação e dedicação dos docentes permanentes em relação às atividades de pesquisa e de formação do programa. 30% Distribuição das atividades de pesquisa e de formação 30% Contribuição dos docentes para atividades de ensino e/ou de pesquisa na graduação 15% Quadro 1: Ficha de avaliação do quadriênio 2013-2016 pra mestrado acadêmico e doutorado Fonte: Brasil (2016d, p. 9-13)
  • 24. O que é avaliado? QUESITO ITEM PESO Corpo Discente, Teses e Dissertações 30% Quantidade de teses e dissertações defendidas no período de avaliação, em relação ao corpo docente permanente e à dimensão do corpo discente. 30% Distribuição das orientações das teses e dissertações defendidas no período de avaliação em relação aos docentes do programa. 20% Qualidade das Teses e Dissertações e da produção de discentes autores da pós- graduação e da graduação (no caso de IES com curso de graduação na área) na produção científica do programa, aferida por publicações e outros indicadores pertinentes à área. 30% Eficiência do Programa na formação de mestres e doutores bolsistas. 20% Produção Intelectual 40% Publicações qualificadas do Programa por docente permanente. 40% Distribuição de publicações qualificadas em relação ao corpo docente permanente do Programa. 35% Produção técnica, patentes e outras produções consideradas relevantes 25% Quadro 1: Ficha de avaliação do quadriênio 2013-2016 pra mestrado acadêmico e doutorado Fonte: Brasil (2016d, p. 9-13)
  • 25. O que é avaliado? QUESITO ITEM PESO Inserção Social 10% Inserção e impacto regional e (ou) nacional do programa. 40% Integração e cooperação com outros programas e centros de pesquisa e desenvolvimento profissional relacionados à área de conhecimento do programa, com vistas ao desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação. 40% Visibilidade ou transparência dada pelo programa a sua atuação. 20% Quadro 1: Ficha de avaliação do quadriênio 2013-2016 pra mestrado acadêmico e doutorado Fonte: Brasil (2016d, p. 9-13)
  • 27. Internacionalização • Intercâmbio de docentes e discentes (bolsa sanduíche); • Acordos de cooperação; • Publicação em periódicos estrangeiros (Qualis A ou B1); • Participação e promoção de eventos internacionais; • Publicação em coautoria com pesquisadores do exterior; • Oferta de disciplinas em língua estrangeira; • Participação dos docentes em sociedades científicas e conselhos editoriais de periódicos; • Teses e dissertações em cotutela; (BRASIL, 2016d)
  • 28. “Para obter a nota 6, o programa deve atender 70% dos critérios acima indicados. Para obter a nota 7, o programa deve atender 90% dos critérios acima indicados e contar com vários projetos ativos de cooperação internacional financiados por agências de fomento”. (BRASIL, 2016d, p. 21). Internacionalização
  • 29. Escala de Avaliação Muito Bom Bom Regular Fraco Insuficiente
  • 30. Notas atribuídas pela CAPES NOTA DESCRIÇÃO 1-2 O curso é descredenciado 3 Padrão mínimo de qualidade 4 Bom desempenho 5 Alto nível de desempenho 6 - 7 Desempenho equivalente aos centros internacionais de excelência. Desempenho diferenciado e liderança nacional. Quadro 2: Nota atribuída aos programas de pós-graduação da área do Direito 2016 Fonte: Brasil (2016d)
  • 31. Nota 6 e 7 "Assim, os programas classificados com as notas 6 e 7 são aqueles que revelam inserção internacional e que possuem um nível de desempenho altamente diferenciado em relação aos demais programas da área”. (BRASIL, 2016d, p. 20). Notas atribuídas pela CAPES
  • 32. “Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação. Tal processo foi concebido para atender as necessidades específicas do sistema de avaliação e é baseado nas informações fornecidas por meio do módulo Coleta de Dados da Plataforma Sucupira. Como resultado, disponibiliza uma lista com a classificação dos veículos utilizados pelos programas de pós-graduação para a divulgação da sua produção”. (CAPES, 2018) Qualis Periódicos Livros Eventos
  • 33. “A classificação de periódicos é realizada pelas áreas de avaliação e passa por processo anual de atualização. Esses veículos são enquadrados em estratos indicativos da qualidade, de A1 a C, sendo A1 o estrato mais elevado”. (CAPES, 2018). Por isso, um periódico pode ser avaliado em estratos diferentes em diferentes áreas. Qualis Periódicos A1 A2 B1 B2 B3 B4 B5 C
  • 35. As exigências da área quanto à produção científica levaram à necessidade de mudança do modelo na área do Direito. • Investimento no gerenciamento dos periódicos científicos nos programas de pós-graduação: • Double Blind Review • Equipes editoriais • Digital Object Identifier (DOI) • Indexação em bases de dados • Submissão on-line utilizando um software de editoração científica • Incentivo para os docentes e discentes publicarem em periódicos científicos: • Periódicos de outros programas de pós-graduação • Periódicos classificados nos estratos de B1 até A1 • Periódicos de acesso aberto Qualis Periódicos
  • 36. Há um limite percentual de distribuição dos periódicos por estrato estabelecido pelo Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC – ES). (BRASIL, 2016c) Qualis Periódicos A1 + A2 ≤ 25% A1 < A2 A1 + A2 + B1 ≤ 50% do total de periódicos
  • 37. Qualis Periódicos Requisitos Mínimos Periódico Nacional Periódico Estrangeiro Editor responsável X Conselho editorial X ISSN X X Linha editorial X X Normas de submissão X X Periodicidade X X Pelo menos um número do ano anterior publicado X Dupla avaliação cega por pares de pelo menos 75% dos artigos X Mínimo de 14 artigos por volume X Indicação da afiliação institucional dos autores, membro de conselho editorial e pareceristas ad-hoc X X Quadro 3: Requisitos mínimos para periódicos nacionais e estrangeiros para receberem o Qualis Fonte: Brasil (2016c, p. 3-5)
  • 38. Qualis Periódicos Requisitos Mínimos Periódico Nacional Periódico Estrangeiro Títulos, resumos e palavras-chave/descritores em português e inglês X Data de recebimento e aceitação de cada artigo X Indexação em bases de dados ou similares (Latindex, IBSS, IBICT, RVBI, EZB, Diadorim, Portal de Periódicos da Capes, VLex, Ulrich, HeinOnline, Sumário de Revistas Brasileiras, CiteFactor, DOAJ, SherpaRomeu, HAPI, Dialnet, Academic, Journals Database, ICAP Proquest, Ebsco, Clase, REDIB, Redalyc). X X 3 números publicados X Página web X Quadro 3: Requisitos mínimos para periódicos nacionais e estrangeiros para receberem o Qualis Fonte: Brasil (2016c, p. 3-5)
  • 39. Exogenia “A exogenia refere-se à percentagem de autores/coautores, membros do Conselho Editorial e do Corpo de Pareceristas pertencentes a unidade da federação distinta à da Instituição responsável pelo periódico”. (BRASIL, 2016c, p. 4). Qualis Periódicos Nacionais
  • 40. Qualis Periódicos Nacionais Quadro 4: Porcentagem de autores, membros do conselho editorial e pareceristas de fora da instituição Fonte: Brasil (2016c, p. 4)
  • 41. Exogenia “Os periódicos dos estratos A1, A2 e B1 devem publicar pelo menos 18 artigos por volume. Para os estratos A1 e A2 exige-se, também, a publicação, por volume, de pelo menos 15% de artigos de autores/coautores filiados a instituições estrangeiras”. (BRASIL, 2016c, p. 5) Os periódicos dos estratos A1 e A2 deverão atender ao final de 2016, também as seguintes regras: a) O Conselho Editorial e o Corpo de Pareceristas deve representar, no mínimo, 5 IES de UFs diferentes do Brasil, atendendo aos critérios de exogenia para o nível B1. b) Pelo menos 60% dos artigos/ensaios originais de pesquisa ou reflexão devem ter, no mínimo, 1 doutor(a) como autor(a), excluindo- se nessa contagem as crônicas, resenhas de livros ou de jurisprudência ou outras publicações que não sejam artigos científicos. c) A revista deve ser composta majoritariamente por artigos/ensaios originais de pesquisa ou reflexão, os quais devem ser coerentes com sua orientação temática. Qualis Periódicos Nacionais
  • 42. Indexação “Além da exogenia, para classificação dos periódicos nacionais no estrato A1 a área tem como critério a indexação no Web of Science, Scopus e Google Acadêmico, com presença de fator de impacto, valorizando-se ainda, a indexação no SciELO para o estrato A2”. (BRASIL, 2016, p. 5) Qualis Periódicos Nacionais
  • 43. Exogenia Publicar somente em português caracteriza endogenia? Disponibilizar o resumo em outro idioma basta? Como fica a questão da internacionalização? (SERBENA, 2018) Qualis Periódicos
  • 44. “Para os estratos A1, A2 e B1 os periódicos devem também estar vinculados a instituições acadêmicas ou a sociedades científicas classificadas dentre as 500 melhores segundo os principais rankings internacionais*”. (BRASIL, 2016c, p. 5) *Academic Ranking of World Universities (ARWU), QS World University Ranking, Times Higher Education (THE) e SCImago Institutions Rankings (SIR). Para o estrato A1 exige-se índice de impacto no JCR e/ou SJR, para o estrato A2 índice h do Google Acadêmico e/ou indexação no Scielo e/ou Scopus”. (BRASIL, 2016c, p. 5) Qualis Periódicos Estrangeiros
  • 45. Estudos Métricos Figura 4: Linha do tempo dos estudos métricos Fonte: Gabriel Júnior (2014, p. 31) baseado em Mugnaini (2006)
  • 46. “É o conjunto de estudos relacionados à avaliação da informação, particularmente da ciência, nos diferentes suportes, baseados em recursos quantitativos como procedimentos de análise. Fundamentados em conceitos da Ciência da Informação, da Sociologia da Ciência, Matemática, Estatística e Computação, são estudos de natureza teórico-conceitual, quando contribuem para o avanço do conhecimento da própria temática, propondo novos conceitos e indicadores, bem como reflexões e análises relativas à área. São de natureza metodológica, quando se propõem a dar sustentação aos trabalhos teóricos da área onde estão aplicados”, (OLIVEIRA; GRÁCIO, 2011). Estudos Métricos
  • 47. A pesquisa bibliométrica atual é destinada a três grupos- alvo principais, a saber: Bibliometria para profissionais da bibliometria (G1): a bibliometria como metodologia, isto é, está preocupada com o seu próprio desenvolvimento conceitual- teórico-metodológico. Bibliometria aplicada às disciplinas científicas (G2): pesquisas “aplicadas” e forma o maior e mais diversificado grupo de interesse na bibliometria. Bibliometria para a política científica e gestão (G3): trata da avaliação da pesquisa com fins de orientar políticas científicas. Esse grupo-alvo é considerado por Glänzel o tópico mais importante da bibliometria contemporânea. (GLÄNZEL, 2003) Estudos Métrico
  • 49. Indicadores de Produção O que pode ser medido? Quantidade de artigos publicados por um periódico Quantidade de publicações de um autor Tipologia documental (quais os documentos mais utilizados) Instituição Área do conhecimento País
  • 50. Indicadores de Produção Exemplo 1º artigo com mais acessos na Revista da Faculdade de Direito UFPR TALAMINI, Eduardo. A efetivação da liminar e da sentença no mandado de segurança. Revista da Faculdade de Direito UFPR, v.36, p. 233-245, 2001. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/direito/article/view/1793/1490 . Acesso em: 23 maio 2018. DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rfdufpr.v36i0 Acessos ao resumo: 1.014 Acessos ao texto completo: 93.931
  • 51. Indicadores de Produção Exemplo 2º artigo com mais acessos na Revista da Faculdade de Direito UFPR TODESCHINI, Frederico. Dois anos de sexologia forense no Departamento Médico Legal do Paraná. Revista da Faculdade de Direito UFPR, v. 5, p. 27-34, 1957. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/direito/article/view/6610/4729 . Acesso em: 23 maio 2018. DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rfdufpr.v5i0 Acessos ao resumo: 630 Acessos ao texto completo: 73.559
  • 52. Indicadores de Produção Exemplo 3º artigo com mais acessos na Revista da Faculdade de Direito UFPR MACHADO, Sidnei. Trabalho escravo e trabalho livre no Brasil: alguns paradoxos históricos do direito do trabalho. Revista da Faculdade de Direito UFPR, v. 38, p. 151-158, 2003. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/direito/issue/view/212 . Acesso em: 23 maio 2018. DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rfdufpr.v38i0 Acessos ao resumo: 920 Acessos ao texto completo: 42.033
  • 53. Indicadores de Produção Fonte: (UFPR, 2018) Tabela 2: Número de acessos aos artigos da Revista de Investigações Constitucionais por edição
  • 54. Indicadores de Produção Crítica “Esses indicadores de produção são a base para realizar cruzamentos e análises com outros indicadores, tendo um papel importante na análise do desenvolvimento das pesquisas. Entretanto, existem críticas em seu uso como avaliação direta da ciência, sendo usado com ressalvas quando se pretende avaliar a qualidade da ciência produzida”. (GABRIEL JUNIOR, 2014, p. 36). Modelo de avaliação da pós-graduação Produtivismo Acadêmico
  • 55. Indicadores de Citação Citação “Menção de uma informação extraída de outra fonte”. (ABNT, 2002, p. 1). Baseiam-se na mensuração do número de citações recebidas por uma determinada publicação, pesquisador, instituição ou país; Refletem o impacto, a influência e a visibilidade dos artigos científicos, dos autores, instituições ou países citados, junto à comunidade científica; Indicador básico é o número de citações recebidas;
  • 56. Indicadores de Citação O que pode ser medido? Fator de impacto Índice de Imediatez Índice h
  • 57. Fator de Impacto 1955 – o Fator de Impacto foi criado por Eugene Garfield 1970 – O Fator de Impacto é utilizado para refletir a importância dos periódicos e surge o Journal Citation Report (JCR). (GABRIEL JÚNIOR, 2014)
  • 58. Fator de Impacto Figura 5: Fator de Impacto da Revista Harvard Law Review Fonte: Clarivates (2018)
  • 59. Índice de Imediatez É a “frequência com que os periódicos são citados no mesmo ano de sua publicação” (GABRIEL JUNIOR, 2014, p. 47). Disponibilizado pelo JCR. Indica com que rapidez um periódico é citado. Figura 6: Fórmula do índice de Imediatez. Fonte: (GARFIELD, 1955 apud GABRIEL JUNIOR, 2014, p. 35)
  • 60. Índice de Imediatez Gráfico 1: Índice de Imediatez a Harvard Law Review. Fonte: Clarivates (2008)
  • 61. Índice h Criado pelo físico Jorge Hirsch em 2005. HIRSCH, J. E. An index to quantify an individual’s scientific research output. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, v. 102, n. 46, p.16569-16572 , nov. 2005. “Índice para quantificar a produção científica individual”. (HIRSCH, 2005, tradução nossa). “É aplicado a um pesquisador que tem h trabalhos que tenham sido citados pelos menos h vezes”, (BETTONI, 2011, p . 75). Avalia quantidade e qualidade? Receber citações é sinônimo de qualidade?
  • 62. Índice h Kelsen, Hans Figura 7: Índice h de Hans Kelsen. Fonte: Clarivates (2018)
  • 63. Índice h Kelsen, H Índice h: 3 Figura 8: Índice h de Hans Kelsen. Fonte: Clarivates (2018)
  • 64. Índice h Moreira, EB Índice h: 13 Figura 9: Perfil e Índice h de Egon Bockmann Moreira no Google Scholar. Fonte: Google (2018)
  • 65. Crítica “Os indicadores de citação mensuram as citações recebidas ou concedidas por uma determinada publicação, refletem, acima de tudo, o impacto, a influência ou a visibilidade dos periódicos, dos artigos científicos ou dos autores citados junto à comunidade científica, sendo esse o meio mais conhecido de atribuir crédito aos autores. Entretanto, existem muitas ressalvas em se utilizar os indicadores sem ter a compreensão dos complexos parâmetros que não são equivalentes, nem estão inequivocamente correlacionados à qualidade científica”, (GABRIEL JUNIOR, 2014, p. 44). Indicadores de Citação
  • 66. Indicadores de Ligação Baseiam-se na análise de coautoria, cocitação e coocorrência de palavras. Análise de Citação “A análise de citação é um procedimento bibliométrico que analisa os padrões e a frequência das citações feitas e recebidas pelos autores nos periódicos, revistas e disciplinas; estuda a relação entre os documentos citados e os citantes”, (SPINAK, 1996). Análise de cocitação “[...] cocitação é a frequência com que dois itens de literatura anterior são citados juntos por uma publicação mais recente”. (SMALL, 1973, p. 265, tradução nossa) Acoplamento Bibliográfico “O acoplamento bibliográfico une os artigos que citaram o mesmo documento [...]”. (LUCAS; GARCIA- ZORITA, 2014, p. 30).
  • 67. Indicadores de Ligação Aplicados para o mapeamento de conhecimento e de redes de relacionamento entre pesquisadores, instituições e países; Figura 10: Rede de coautoria das publicações dos servidores do SiBi/UFPR no SNBU. Fonte: Führ, Araújo e Pereira (2018)
  • 68. Indicadores de Ligação Podem gerar as redes de colaboração científica que permitem a visualização de referenciais teóricos comuns. Figura 10: Rede de acoplamento bibliográfico Fonte: Araújo e Guimarães (2017)
  • 69. Indicadores de Ligação As redes de cocitação permitem a visualização de como a comunidade científica está reconhecendo as proximidades teóricas, conceituais e metodológicas dos autores cocitados. Figura 11: Rede de cocitação Fonte: Araújo e Guimarães (2017)
  • 70. Bases de dados geradoras de indicadores
  • 71. Altmetria “Altmetrics ou métricas alternativas são indicadores da comunicação científica baseados na web social. Não se trata de uma medida única, mas de um conjunto de métricas muito diversos – por exemplo, quantas vezes um artigo foi compartilhado numa rede social como o Twitter, ou salvo em um gerenciador de referências como o Mendeley. O termo altmetrics, traduzido em português como altmetria, também se refere aos estudos sobre esses indicadores. Suas origens estão ligadas ao Altmetrics Manifesto, publicado em 2010 e disponível no site altmetrics.org”. (SOUZA, 2015, p. 58)
  • 72. Altmetria – Exemplo de Pesquisa Fonte: Araújo et al. (2018, p. 33) Tabela 3: Artigos do Portal de Periódicos da UFMG que obtiveram mais atenção on-line C1 – Curtida C2 – Compartilhamento C3 - Comentário
  • 73. Altmetria - Scielo Figura 12: Resulto de Busca no Scielo Fonte: Scielo (2018)
  • 74. Figura 13: Indicadores dos artigos publicados no Scielo Fonte: Scielo (2018)
  • 75. Figura 14: Métricas alternativas no Scielo Fonte: Scielo (2018)
  • 76. Figura 15: Contagem de citações do artigo no Twitter de artigos publicados no Scielo Fonte: Scielo (2018)
  • 77. Ciência Aberta “A ciência aberta é uma nova abordagem para investigações no contexto da comunicação científica e da ciência-cidadã”. Open Science, e-Science, Open Research, Research Science e Data Science. “A ciência aberta é um meio e não um fim. Trata-se de um espectro mais amplo sobre comunicação científica, gerenciamento, análise, representação, curadoria, preservação de dados e colaboração entre pares”, (ALBAGLI, 2015, p. 15).
  • 78. Ciência Aberta Figura 16: Rascunho conceitual sobre Open Science Fonte: Kramer; Bosman (2017)
  • 79. Biblioteca Digital de Periódicos (BDP) Criada em 2004 para hospedar todos os periódicos editados pela UFPR (Resolução 32/04-CEPE). Acesso Aberto Software Livre 2012 – SiBi/UFPR assume a gestão da Biblioteca Digital de Periódicos (Resolução 22/13 – CEPE) 2013 – Publicação das Diretrizes da BDP/UFPR e das Diretrizes de atribuição do DOI 2013/2014 – Inserção do DOI para todos os artigos publicados pelas revistas 2017 – Propõe novo layout
  • 81. Base de Dados Científicos (BDC) 2017 – é criada a Base de Dados Científicos da UFPR e tem como objetivo o planejamento, a gestão, a produção, a organização, o armazenamento, a disseminação e o reuso de dados de pesquisa. 1ª Base de Dados Científicos em IFES no Brasil Acesso Aberto Software Livre 2018 Publicação das Diretrizes da Base de Dados Científicos (BDC)
  • 82. Base de Dados Científicos (BDC) Quais Dados?
  • 85. Referências ALBAGLI, Sarita. Ciência aberta em questão. In: ALBAGLI, Sarita; MACIEL, Maria Lúcia; ABDO, Alexandre Hannud (Ed.). Ciência aberta, questões abertas. Brasília: IBICT; Rio de Janeiro: UNIRIO, 2015. p. 9-26. Disponível em: http://livroaberto.ibict.br/bitstream/1/1060/1/Ciencia%20aberta_questoes%20abertas_PORTUGUES_DIGITAL%20%285%29. pdf Acesso em: 20 maio 2018. ARAÚJO, Paula Carina de; GUIMARÃES, José Augusto Chaves. Análise de citação da produção científica do domínio de epistemologia da organização do conhecimento. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 18., 2017. Anais... Marília, SP: UNESP, 2018. Disponível em: http://enancib.marilia.unesp.br/index.php/xviiienancib/ENANCIB/paper/view/503 Acesso em: 22 maio 2018. ARAÚJO, Ronaldo F. et al. Atenção online de artigos do Portal Periódicos UFMG: análise dos dados do facebook. Ciência da Informação em Revista, v. 5, 2018. Disponível em: http://www.brapci.inf.br/v/a/29517 . Acesso em: 24 Maio 2018. ARAÚJO, Paula Carina de; Miguel, Sandra. Motivações dos discentes do Programa de Pós-graduação em Direito da UFPR para publicar em periódicos científicos no domínio do Direito. Perspectivas em Ciência da Informação, v.22, n.1, p. 38-56, jan./mar. 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413- 99362017000100038&script=sci_abstract&tlng=pt . Acesso em: 23 maio 2018. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1981- 5344/2710.
  • 86. Referências ARAÚJO, Paula Carina de. Motivações dos docentes do Setor de Ci6encias Jurídicas da UFPR para publicar em periódicos científicos. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 14., 2013. Anais... Florianópolis, SC: UFSC, 2013. p.1-7. Disponível em: http://enancib.ibict.br/index.php/enancib/xivenancib/paper/viewFile/4361/3484. Acesso em: 23 maio 2018. BETTONI, E. M. A contribuição da web no uso de indicadores da produção científica na área de ciências humanas e sociais aplicadas. 2001. 146 f. Dissertação (Mestrado em Ciência, Gestão e Tecnologia da Informação)- Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2011. Disponível em: http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/25877/EBETTONI_Dissertacao.pdf?sequence=1 Acesso em: 23 out. 2012. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR. Considerações sobre classificação de livros. Brasília, DF: CAPES, 2016a. Disponível em: http://capes.gov.br/images/documentos/classifica%C3%A7%C3%A3o_de_livros_2017/26_DIRE_class_livros_jan2017.pdf Acesso em: 20 maio 2018.
  • 87. Referências BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR. Considerações sobre classificação de eventos: direito. Brasília, DF: CAPES, 2016b. Disponível em: http://capes.gov.br/images/documentos/Classifica%C3%A7%C3%A3o_de_eventos_2017/DIRE_class_evento_jan2017.pdf Acesso em: 20 maio 2018. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR. Considerações sobre Qualis periódicos: direito. Brasília, DF: CAPES, 2016c. Disponível em: http://capes.gov.br/images/documentos/Qualis_periodicos_2016/Direito_Qualis_.pdf Acesso em: 20 maio 2018. BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR. Documento de área: direito. Brasília, DF: CAPES, 2016d. Disponível em: http://capes.gov.br/images/documentos/Documentos_de_area_2017/26_DIRE_docarea_2016.pdf Acesso em: 20 maio 2018. BORKO, H. Information Science: what is it. American Documentation, v. 19, n.1, p. 3-5, jan. 1968. ESTEBAN NAVARRO, M. A.; GARCÍA MARCO, F. J. Las primeras jornadas sobre organización del conocimiento: organización del conocimiento e información científica. Scire, Zaragoza, v.1, n.1, p.149-157, jan./jun. 1995.
  • 88. Referências FÜHR, Fabiane; ARAÚJO, Paula Carina de; PEREIRA, Suzana Zulpo. Rede de colaboração na produção intelectual dos serviores do Sistema de Bibliotecas (SiBi) da Universidade Federal do Paraná (UFPR). ENCONTRO BRASILEIRO DE BIBLIOMETRIA E CIENTOMETRIA, 5., 2016. Anais... São Paulo: USP, 2016. Disponível em: http://www.ebbc.inf.br/ebbc5/index.php/main/download/69 Acesso em: 22 maio 2018. GABRIEL JUNIOR, R. F. Geração de indicadores de produção e citação científica em revistas de Ciência da Informação: estudo aplicado à base de dados BRAPCI. 148 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação). Marília, SP: Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2014. Disponível em: http://200.145.6.238/handle/11449/123338 Acesso em: 19 maio 2018. GLÄNZEL, W. Bibliometrics as a research field: a course on theory and application of bibliometric indicators. Bélgica, 2003. Disponível em: <http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.97.5311&rep=rep1&type=pdf Acesso em: 9 de janeiro de 2011. HIRSCH, J. E. An index to quantify an individual’s scientific research output. Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America, v. 102, n. 46, p.16569-16572 , nov. 2005. LUCAS, Elaine Oliveira; GARCIA ZORITA, José Carlos Produção científica sobre capital social: estudo por acoplamento bibliográfico. Em questão, v.20, n3, p. 27-42, 2014.
  • 89. Referências MACIAS-CHAPULA, C. A. O papel da informetria e da cienciometria e sua perspectiva nacional e internacional. Ciência da Informação, v. 27, n. 2, 1998. OLIVEIRA, A. C. S.; SILVA, E. M. Ciência aberta: dimensões para um novo fazer científico. Informação & Informação, v. 21, n. 2, p. 05-39, 2016. Disponível em: <http://www.brapci.inf.br/v/a/22211>. Acesso em: 24 Maio 2018. DOI:10.5433/1981- 8920.2016v21n2p5. OLIVEIRA, E. F. T.; GRACIO, M. C. C. Indicadores bibliométricos em ciência da informação: análise dos pesquisadores mais produtivos no tema estudos métricos na base Scopus. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 16, n. 4, dez. 2011. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-99362011000400003&lang=pt Acesso em: 15 maio 2018. SERBENA, Cesar. Produção científica de artigos em periódicos, 2018. No prelo. SMALL, H. Cocitation in the scientific literature: A new measure of the relationship between two documents. Journal of the American Society for Information Science, v. 24, n. 4, p. 265–269, 1973.
  • 90. Referências SOUZA, Iara Vidal P. Altmetria ou métricas alternativas: conceitos e principais características. AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento, v. 4, n. 2, p. 58 – 60, 2015. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5380/atoz.v4i2.44554. DOI: 10.5380/atoz.v4i2.44554. SPINAK, E. Diccionario enciclopédico de bibliometria, cienciometría e informetria.Caracas: UNESCO, 1996. SPINAK, E. Indicadores cienciométricos. Ciência da Informação, Brasília, v. 27, n. 2, p. 141-48, maio/ago.1998. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de Bibliotecas. Estatísticas: Revista de Investigações Constitucionais. 2018. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/index.php/rinc/pages/view/estatisticas Acesso em: 23 maio 2018.
  • 91. Comunicação científica na área do direito: avaliação da pós-graduação, indicadores e ciência aberta by Paula Carina de Araújo is licensed under a Creative Commons Attibution 4.0 International Licence. Licença de uso
  • 92. ARAÚJO, PAULA Carina de. Comunicação científica na área do direito: avaliação da pós- graduação, indicadores e ciência aberta , 2018. 95 slides. Como referenciar
  • 93. Paula Carina de Araújo paula.carina.a@gmail.com Suzzallo Library – University of Washington Seattle, WA.

Notas do Editor

  1. Cognição científico, conhecimento especializado e IA fornecem “modelos mentais de um domínio” ou, ainda, “métodos para obter conhecimento de modo a produzir sistemas especialistas”.
  2. Cognição científico, conhecimento especializado e IA fornecem “modelos mentais de um domínio” ou, ainda, “métodos para obter conhecimento de modo a produzir sistemas especialistas”.