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Compartilhamento e Acesso a Dados de Pesquisa em Humanidades Digitais

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Compartilhamento e Acesso a Dados de Pesquisa em Humanidades Digitais -
Márcia Teixeira Cavalcanti, Luana Farias Sales, Ricardo Medeiros Pimenta

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Compartilhamento e Acesso a Dados de Pesquisa em Humanidades Digitais

  1. 1. Compartilhamento e Acesso a Dados de Pesquisa em Humanidades Digitais PROF. DR. RICARDO M. PIMENTA (IBICT) PROF. DRA. MARCIA T. CAVALCANTI (USU) PROF. DRA. LUANA F. SALES (IBICT) 9ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto - CONFOA 2018
  2. 2. Diagnóstico prévio O cenário das HD no Brasil aponta para um desenvolvimento de recursos tecnológicos que ora propiciam fundamento metodológico para o desenvolvimento de pesquisas diversas nas humanidades, ora são eles próprios parte do resultado de pesquisas onde o desenvolvimento desses recursos propicia a publicização do conhecimento e a circulação da informação no âmbito científico rumo a uma política e cultura de acesso aberto; Artefatos tecno-digitais acompanhados de suas respectivas linguagens e gramáticas imagéticas têm redesenhado o cenário de produção do conhecimento e de comunicação e popularização da ciência. O advento das Humanidades Digitais no cenário brasileiro não escapa da condição comum de busca por prestígio e recursos por meio da inserção da computação e de ferramentas egressas dos meios pelos quais se busca dominar mais e mais o Big Data valorizando a inflexão multidisciplinar. Isso, contudo, não significa que estamos a percorrer esse caminho virtuosamente.
  3. 3. Diagnóstico prévio As HD estão a remodelar relações e formas pelas quais e com as quais interpretamos, indagamos e produzimos conhecimento humano em suas vertentes sociais, políticas, culturais, econômicas e até mesmo filosóficas e subjetivas. O objetivo de criar um laboratório voltado às HD como o Larhud tinha como intento atuar em um inovador paradigma de interdisciplinaridade ou transdisciplinaridade enquanto espaço catalisador de dados, fontes diversas, e informações provenientes das pesquisas de seus membros e de mestrandos e doutorandos que se identifiquem com a temática das Humanidades Digitais.  Dados provenientes da «raspagem» de redes sociais ou de sítios do governo federal;  Imagens e visualizações geradas para fundamentação de análises quantitativas e qualitativas, no escopo da bibliometria ou;  Análise semântica, proveniente do corpus textual coletado da internet e classificado de acordo com as suas respectivas pesquisas;  Toda essa informação e seus respectivos dados deveriam estar disponíveis para outros pesquisadores averiguar e reutilizar. Os datasets das pesquisas hoje realizadas por meio de ferramentas cada vez mais e mais sofisticadas se tornarão a nova fonte histórica para aqueles cientistas das humanidades que futuramente precisarão, como o célebre historiador francês Lucien Febvre registrou «fabricar o seu mel» (1989, p. 249).
  4. 4. Transformação digital nas Humanidades e a Ciência da Informação  O tema das Humanidades Digitais têm sido recorrentemente procurado no Brasil.  Humanidades  Computação Processos classificação, indexação e recuperação da informação / metadados / documentalidade / arquivos e digital libraries / digit(ização/alização) / acesso aberto / acesso à informação / divulgação científica / usuários, etc. C.I.
  5. 5. Ferramentas e métodos computacionais levados à pesquisa em Humanidades Muitos dos arquivos on-line, recursos educacionais abertos, plataformas de leitura digital, iniciativas de educação on- line e visualizações de dados podem ser classificados como tal; Curadoria, organização do conhecimento, classificação, recuperação da informação ocupam o topo da agenda para se evitar que: Volume = Distopia Transformação digital? Alcançada quando o desenvolvimento de formas de usos digitais, permitem inovação e criatividade, estimulando mudanças significativas dentro do domínio profissional ou do conhecimento. (LANKSHEAR; KNOBEL, 2008, p. 173).
  6. 6. Outras possibilidades Sistemas abertos de publicação propiciam que professores e suas respectivas redes de colaboração participem de novos fluxos de trabalho e de produção; Mover as práticas de ensino das humanidades, não restringindo-as às salas de aula tradicionais, mas produzindo formas de redes participativas pode incrementar o engajamento dos alunos e amplia o acesso e produção de informação de forma multimodal. A produção de recursos auxiliares, calcados na tecnologia digital, direcionados às humanidades não apenas auxilia o intercruzamento de informações de diversos formatos e sistemas como eles próprios podem representar uma nova forma de “escrita”.
  7. 7. Sobre disciplinas e suas fronteiras “o todo não é a soma das partes” “[...] o problema da especialização encontra os seus limites justamente aqui, no momento em que a ciência toma consciência que o todo não é a soma das partes”. (POMBO, 2005, p.10) Limites
  8. 8. Limite epistemológico enquanto potência Disciplinas tradicionais Interdisciplinaridades ou Ciências de Fronteira
  9. 9. O Laboratório em Rede de Humanidades Digitais - Larhud Competências Curso básico de Python para pesquisadores em ciências humanas, sociais e sociais aplicadas (edições 1, 2 e 3); Introdução ao Zotero: ferramenta de gestão de referências bibliográficas; Metodologias Desenvolvimento de ferramenta digital para mapeamento de produção científica através de scrapping do Google Scholar; Desenvolvimento de gerador de nuvem de palavras; Plataforma wiki de tutoriais para uso de ferramentas digitais; Projeto memória da C.I. Brasileira (plataforma panteão) Debate sobre normatização de citação de datasets. Acesso Desenvolvimento de sítio eletrônico do LARHUD: http://www.larhud.ibict.br Criação de repositório de dados abertos dedicado às ciências humanas. O repositório digital multidisciplinar Zenodo permite-nos, no escopo do programa de atividades realizadas pelo LARHUD, armazenar os resultados de pesquisas científicas multitemáticas e disponibilizar o acesso às mesmas. Apesar de haver um repositório institucional na estrutura do IBICT, entendemos ser as atividades, resultados, produtos e dados oriundos do LARHUD algo ainda de características híbridas ou de «fronteira» (Pombo, 2005) quando temos em perspectiva o campo disciplinar da Ciência da Informação
  10. 10. Qual repositório?  repositório a ser implantado pelo Larhud:  repositório digital temático  Objetivos: 1. reunir as entrevistas de História Oral geradas pelo «Projeto Panteão: Memórias Científicas da Ciência da Informação no Brasil» 2. produção científica dos entrevistados; 3. disponibilizar, em um único local virtual, o conjunto da produção científica e acadêmica dos integrantes do GP; 4. preservação e compartilhamento de dados gerados tanto pelas pesquisas, no ambito das humanidades digitais, dos integrantes do GP quanto para outros pesquisadores que estejam interessados em confiar ao LARHUD a preservação de seus dados; < datasets, gerados no âmbito de pesquisas de áreas como ciências humanas, sociais e sociais aplicadas, ou como convencionamos dizer: humanidades, poderão ser acessados, referenciados e reutilizados uma vez preservados no repositório >
  11. 11. Diagrama prévio do fluxo repositório LARHUD
  12. 12. Detalhamento 3ª etapa do diagrama prévio do fluxo repositório LARHUD Servidor local
  13. 13. Conclusão  Pensar repositórios, no âmbito das Humanidades Digitais, é outrossim elevar a discussão para além da inovação e criação de ferramentas e de suas fetichizações, visando a manutenção do acesso ao conhecimento por essas mesmas esculpido e burilado digitalmente. Sem acesso e recuperação as humanidades não concluirão seu processo de «transformação digital» pelo que passam.
  14. 14. Obrigado ricardo.pimenta@ibict.br Mais informações sobre o Larhud: http://www.larhud.ibict.br
  15. 15. Referências Bibliográficas ALVES, D. (2016). As Humanidades Digitais como uma comunidade de práticas dentro do formalismo académico: dos exemplos internacionais ao caso português. Ler História [Online], 69, 2016. [Consult. 01 fev. 2018]. Disponível na Internet: <URL: http://journals.openedition.org/lerhistoria/2496>. DACOS, M. (2011). Manifesto das Digital Humanities. That Camp Paris. [blog]. [Consult. 07 set. 2018]. Disponível na internet: <URL: https://tcp.hypotheses.org/497>. DAHLBERG, I. (1989). Knowledge Organization and the Humanities and Some Other New Features of this Issue. lnt. Classif., v. 16, n. 3, p. 133. DA SILVA, F. (2016). O papel dos bibliotecários na gestão de dados científicos. RDBCI: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, 14(3), 387-406. doi:https://doi.org/10.20396/rdbci.v14i3.8646333 FEBVRE, L. (1989). Combates pela história. Lisboa: Editorial Presença. FITZPATRICK, K. (2012). The humanities, done digitally. In M. K. Gold (Ed.), Debates in the digital (pp. 12–15). Minneapolis, MN: University of Minnesota Press. [Consult. 14 abr. 2018]. Disponível na Internet: <URL: http://dhdebates.gc.cuny.edu/debates/text/30>. FOX, P.; HENDLER, J. (2011). eScience semântica: o significado codificado na próxima geração de ciência digitalmente aprimorada. In: HEY, T.; TRANSLEY, S.; TOLLE, K. (orgs). O quarto paradigma: descobertas científicas era da eScience. São Paulo: Oficina de Textos. GUERREIRO, D.; BORBINHA, J. (2014). Humanidades Digitais:novos desafios e Oportunidades (novo Revista Internacional del Libro, Digitalización y Bibliotecas. 2:2. http://ijbes.cgpublisher.com. HADI, L. F. W. M. (2014). Bridging the Gaps between Knowledge Organization and Digital Humanities. Wieslaw Babik (Dir.). 13th International ISKO Conference, Cracovie, Poland. 14, pp.477-487. [Consult. 20 fev. 2018]. Disponível na Internet: <URL: http://hal.univ-lille3.fr/hal-01643186>. HESSE, B. W.; MOSER, R. P.; RILEY, W. T. (2015). From Big Data to knowledge in the Social Sciences. The ANNALS of the American Academy of Political and Social Science. v.659, n.1, 16-32. [Consult. 10 set. 2018]. na Internet: <URL: http://journals.sagepub.com/doi/10.1177/0002716215570007>. LIU, A. (2004). The laws of cool: knowledge work and the culture of information. Chicago: The University of Chicago Press. MARQUES, F. (2017). Ciência transparente. Revista FAPESP, abril, 2014.MARQUES, Fabrício. A realidade que emerge da avalanche de dados. Pesquisa Fapesp, n.255, p.19-25. MARTÍNEZ-URIBE, L.; MACDONALD, S. (2008). Un nuevo cometido para los bibliotecarios académicos: data curation. El profesional de la información, maio./jun., v.17, n.3, p.273-280. [Consult. 04 abr. 2018]. Disponível na Internet: <URL: http://eprints.rclis.org/19304/2/03.pdf>. PEREIRA, P. S. (2015). Academia, Geopolítica das Humanidades Digitais e Pensamento Crítico. Matlit: Revista do Programa de Doutoramento em Materialidades da Literatura, v.3 n.1, p.111-140. POMBO, O. (2005). Interdisciplinaridade e integração dos saberes. Liinc em revista, v. 1, n. 1, p. 3-15. [Consult. 10. Set. 2018]. Disponível na internet: <URL: http://www.brapci.inf.br/v/a/5447>. SALES, L.; CAVALCANTI, M. T. (2015). Seleção e avaliação de coleções de dados digitais de pesquisa: uma possível abordagem metodológica. Informação & Tecnologia (ITEC). Marília/João Pessoa, 2(2): 88-105, jul./dez. [Consult. 10 set. 2018]. Disponível na internet: <URL: http://www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/itec/article/view/34134/17537>.

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