Oxigenioterapia por conceição quirino

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Formas de oxigenar o paciente artificialmente, seja com máscaras, cateteres, traqueostomias ou tubos endotraquetais

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Oxigenioterapia por conceição quirino

  1. 1. Oxigenoterapia PROFESSORA : CONCEIÇÃO QUIRINO MESTRE EM TERAPIA INTENSIVA Docente Auxiliar – FTC/ 2015
  2. 2. O oxigênio (O²) é fonte de vidafonte de vida do ser humano devendo ser administrado em concentrações que variam de 21% a 100%21% a 100% dependendo da necessidade do paciente, visando manter a pressão parcial de O² dentro dos parâmetros da normalidade.
  3. 3. Saturação de O2 : quantidade de O2 na Hb comparada à quantidade presente se Hb estivesse totalmente saturada. normal no Rn - 85 a 95 %. normal adulto - acima de 90% Fração inspirada de O2 : % de O2 ambiental Fio2 = 20 + 4 x O2 ofertado
  4. 4.  Facilitar trocas gasosas;  Manter viabilidade tecidual corpórea;  Manter os níveis de PaO², prevenindo os efeitos da hipóxia e hiperoxia.  Diminuir o trabalho respiratório evitando fadiga muscular.
  5. 5. 1. Alteração da freqüência e padrão da respiração; 2. Hipoxemia(diminuição da concentração de oxigênio na corrente sangüínea arterial.) 3. Hipóxia(diminuição da oferta de oxigênio aos tecidos).
  6. 6.  Hipóxia hipoxemica:  Diminuição no nível de oxigênio no sangue decorrente da diminuição da difusão do oxigênio nos tecidos  Hipóxia circulatória:  È resultante da inadequada circulação capilar.  Hipóxia anêmica:  É decorrente da diminuição da concentração das células de hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio.  Hipóxia histotóxica:  Ocorre quando uma substancia tóxica, interfere na capacidade dos tecidos utilizar o oxigênio(cianureto).
  7. 7.  Angustia subesternal;  Parestesia;  Dispnéia;  Inquietação;  Fadiga;  Mal estar;  Dificuldade respiratória;  Infiltrados alveolares detectados no RX de tórax.
  8. 8.  Oxigênio é um medicamento.  Deve ser prescrito pelo médico.  Enfermagem tem autonomia nas urgências e emergência: métodos não invasivos.  Prevenir a toxidade é função da equipe.  Minimizar o tempo exposição e oferta.  Iniciar o desmame o quanto antes possível.
  9. 9.  A-Baixo fluxo:  É utilizado em situação de baixo risco, pois o paciente irá inspirar parcialmente o gás, o que não fornece concentração exata do oxigênio respirado.  1-CATETER NASAL/ CATETER OROFARÍNGEO/ CÂNULA NASAL.  2-MÁSCARAS:  Máscara facial simples (névoa ou nebulização contínua);  Máscara de reinalação parcial;  Máscara de não reinalação;
  10. 10.  B-Sistema de alto fluxo:  Cateter transtraqueal;  Máscara de Venturi;  Máscara laríngea;  Capacete de Oxigênio (HOOD), ou Tenda de Oxigênio;  Ventilação manual (VPP), ventilação por pressão positiva;  Máscara CPAP.
  11. 11.  Combitubo (Tubo T);  Ventilação pulmonar mecânica efetivada;  Traqueo-ventilação direta.
  12. 12.  Hipotensão arterial;  Diminuição da perfusão periférica;  Cianose de extremidades;  Pele fria;  Alteração do nível de consciência (agitado, confuso, prostrado, irritabilidade);  Esforço respiratório;  Alteração da freqüência respiratória, associada ao esforço respiratório.
  13. 13. CATETER NASAL/ CÂNULA NASAL/CATETER OROFARÍNGEO. O cateter nasal Dispositivo de polietileno ou silicone em formato de óculos instalado através das narinas. Cânula nasal Material plástico maleável e descartável; sua introdução deve ser respeitada através da mensuração entre a aba da orelha e ápice do nariz. A cânula orofaríngea Material é igual ao nasal comum. O que diferencia é a forma de instalação: via oral e até a laringe.
  14. 14.  Dispnéia leves  Queda de saturação sustentável >85% <90%.  Baixo risco de hipoxemia.
  15. 15.  Vantagens  Segura, simples, facilmente tolerada pelo paciente;  Baixo custo, devido a uma oferta menor de gás;  Permite conversação e ingestão de alimentos;  Facilita a mobilização do paciente no leito;  Descartável.  Desvantagens  Concentração de FiO² é variável;  Não pode ser utilizada em caso de obstrução de vias aéreas;  Causa cefaléia e ressecamento de mucosas se oferta de fluxo maior que 6l/min.;  Desloca-se facilmente, por isso esta contra indicado em paciente agitados e confusos.
  16. 16.  Facial Simples/ Névoa e/ou nebulização contínua  O oxigênio flui através de um portal/prolongamento no fundo da máscara e o CO² é exalando através dos portais de expiração.  Máscara de reinalação parcial  O oxigênio ofertado é inspirado através de uma bolsa reservatória juntamente com ar atmosférico.  MÁCARA DE NÃO-REINALAÇÃO  Neste método durante a inspiração, a válvula inspiratória se abre direcionando o oxigênio de dentro da bolsa para máscara, quando da expiração o gás deixa a máscara através das válvulas expiratória e vai para atmosfera.
  17. 17.  PACIENTES COM QUEDA DE SATURAÇÃO MODERADA Sat. O² entre 75% e 87%;  ALTERAÇÃO PADRÃO RESPIRATÓRIO Freqüência respiratória >50% do seu valor normal  ESFORÇO RESPIRATÓRIO MODERADO; Batimento de asa de Nariz, esforço intercostal com retração de fúrcula.  PERFUSÃO PERIFÉRICA DIMINUIDA.
  18. 18.  Vantagens  Quantidade de litros de oxigênio mínimo 06 l/min. á 08l/min.  Pode ser administrado de 40% á 75% FiO².  Barata;  Simples de usar;  Desvantagens  Esquenta a face do cliente;  Adaptação incomoda;  Em situação de vômitos o paciente pode bronco aspirar.  Adaptação ruim;  FiO² variável;  Deve ser removida para se alimentar
  19. 19.  Cateter transtraqueal/ Traqueo-ventilação direta;  Máscara de Venturi;  Máscara laríngea;  Capacete;  Máscara CPAP;  Tenda de Oxigênio;  Ventilação manual (VPP), ventilação por pressão positiva;
  20. 20.  È um método utilizado no paciente portador de traqueostomia, onde um cateter comum é colocado diretamente no orifício traqueal através da cânula de traqueotomia.
  21. 21.  VANTAGENS  Baixo volume de oxigênio de 01 á 04 litros;  Quando bem adaptado o desperdício é mínimo;  A concentração de oxigênio ofertado vai de 60 á 100%;  Mais confortável ao paciente podendo ser ocultado pela roupa.  DESVANTAGEN S  Requer limpeza freqüente e regular;  Exige intervenção cirúrgica;  Quando do excesso de secreção corre maior risco de obstrução
  22. 22.  É um método muito utilizado nos dias atual devido sua eficácia e resolutividade rápida, extremamente confiável, permite um fluxo constante de ar ambiente misturado com o fluxo de oxigênio.
  23. 23.  Vantagens  Precisão na concentração de oxigênio, independente dom padrão respiratório;  A FiO² pode ser alterada a qualquer momento, simplesmente regulando o botão da válvula ou trocando a mesma;  Não resseca mucosas;  Pode ser acrescentados fluídos e ou aerossóis.  Fornece baixos níveis de oxigênio  Desvantagens  Deve ser removida para alimentação;  Alguns pacientes sentem-se sufocado devido à pressão facial.
  24. 24.  É um dispositivo de oxigenioterapia de acrílico transparente, podendo ser usado dentro da incubadora onde o RN recebe concentração ideal de oxigênio; podendo ser usado ainda em lactentes, crianças e jovens.  Tamanho varia de acordo com estatura e peso da criança, sendo dimensionado seu tamanho por litros.
  25. 25.  Vantagens  Melhor visibilidade do RN;  Concentração fornecida é ideal;  Saturação de FiO² pode variar de 30% a 100%;  Custo acessível;  Facilidade de instalação.  Desvantagens  Restringir mobilidade do RN e/ou lactente;  Risco de bronco aspiração em caso de vômitos;  Risco maior de toxidade retina.
  26. 26.  Neste método o paciente pode respirar espontaneamente, mantendo pressão positiva nas vias respiratórias, com ou sem a ventilação mecânica.
  27. 27.  Vantagens:  Melhora de maneira não invasiva a oxigenação arterial,  Aumenta a capacidade residual;  Diminui o risco de ventilação mecânica;  O paciente pode falar e tossir sem diminuir a pressão positiva alveolar.  Desvantagens:  Ajuste firme, o que causa desconforto;  Interfere na ingestão de alimentos;  Maior risco de bronco aspiração;  Risco para pneumotórax,  Diminuição do débito cardíaco,  Distensão gástrica;  Contra indicado na doença pulmonar obstrutiva crônica e baixo débito cardíaco ou pneumotórax de tensão.  Risco de lesão em rima nasal.
  28. 28.  Pneumotoráx;  Obstrução nasal;  Distensão gástrica;  Necrose nasal;  Necrose de septo nasal.
  29. 29.  Ajuste o gorro na cabeça;  Fixar o gorro com velco de forma evitar que escorregue: altura temporal;  Insira o adaptador na abertura do umidificador e no tubo inspiratório (se necessário conecte o sistema num umdificador apropriado);  Regule o fluxo de gás para 05 e/ou 10 l/min;
  30. 30.  Ajuste a FiO² de acordo com necessidade da criança;  Conecte o tubo expiratório (azul) no gerador de pressão;  Lubrifique asa nasal e insira pronga cuidadosamente;  Corte o velco restante e fixo as traquéia ao lado ( região parietal D/E);  Conecte luer-lock ao monitor de pressão.
  31. 31.  CPAP- utilizar apenas com geradores de pressão inspiratória e expiratória.  Monitorização contínua;  Contra indicada em apnéias/ hipotensão arterial secundária e hipovolemia;  Certifique continuamente das conexões estejam seguras
  32. 32.  Método pouco ultrapassado;  Necessita de grandes fluxos de gases, acima de 15 l/min;  Apresenta grandes variações na FiO² durante manipulação da criança, pode aumentar a concentração de dióxido de carbono;  Proporciona uma baixa concentração de oxigênio, máximo de 30%;  Necessita do uso de gelo seco para manter o gás umidificado, o que pode causar choque hipotérmico na criança;  Alto custo ocasionado pelo desperdício do oxigênio e custo do gelo seco; embora, o método seja barato.
  33. 33.  Método de curta duração, utilizado para oxigenar paciente através de um sistema de ventilação por pressão positiva  Composto:  Fluxometros,  Extensão de oxigênio (borracha de silicone)  Ambú,  Máscara facial,  Válvula expiratória  Bolsa reservatória,  Normalmente aplicada em paciente com risco eminente de morte.
  34. 34.  Vantagens:  Fornece 100% de oxigênio;  Fácil aplicabilidade;  Baixo custo;  Desvantagens:  Necessita de treinamento e habilidade técnica na execução;  Método indicado para situações exclusivas de urgência e emergenciais;
  35. 35.  Na recepção do recém nascido após o nascimento, como apoio ao período de transição intra-extra uterino;  Durante a aspiração traqueo-naso-oral com paciente em ventilação mecânica;  Apnéias transitórias até intubação;  Reanimação cardiorespiratória
  36. 36. 1. Cheque e teste todo material antes da sua instalação, válvula com defeito pode causar intoxicação pelo dióxido de carbono e sufocação; 2. Desobstrua vias aéreas e hidratem mucosas antes de instalar qualquer um dos dispositivos; 3. Registrar horário de início da oxigenioterapia e saturação de oxigênio antes da terapia iniciada; 4. Certifique-se de que a vedação da máscara esta adequada;
  37. 37. 5. Depois da instalação de qualquer um dos dispositivos, uma hora após recomenda-se que seja verificado a oximetria de pulso e sinais vitais gerais; 6. Oriente sua equipe a respeito dos sinais de hipoxemia e hipercapnemia; 7. Realize inspeção de derme facial detectando ocorrência de lesões.
  38. 38. 8. Observar e anotar de 2/2h, perfusão periférica, freqüência respiratória e padrão respiratório, bem como, demais sinais vitais. 9. Lembre-se que oxigenioterapia de longa duração deve ser úmida, esteja atento quanto ao reservatório, mantido com água destilada, caso exista, aquecedor seria o ideal. 10. Cabe ao enfermeiro avaliar e discutir com equipe e médico momento ideal para iniciar desmame da oxigenioterapia

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