MANEABILIDADE PARA
EXPERIMENTOS NO CAMPO
DE ESTUDOS
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - UNIPAR
SERGIO DE MELLO QUEIROZ
O HOMEM É UM SER GREGÁRIO!
QUALQUER SITUAÇÃO DE ISOLAMENTO -
SEJA ELA FORÇADA OU ARBRITÁRIA - VAI A
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A QUALQUER CUSTO DEVE
CONTINUAR A VIVER
MESMO EM CONDIÇÕES ADVERSAS, COMO
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TERÁ QUE SOBREPUJAR OS P...
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BIOLOGIA
O QUE MOVE A CÊNCIA
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VERIFICADA; É A MANEIRA CUIDADOSA E
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OBSERVAR E MEDIR
DIFERENTEMENTE DA RELIGIÃO, ARTE E DA
FILOSOFIA A CIÊNCIA É LIMITADA ÀQUILO
QUE SE PODE OBSERVAR E MEDIR ...
OS CIENTISTAS SÃO PESSOAS
REAIS
TEM AMBIÇÕES, RECEIOS E TAMBÉM
COMETEM ERROS. A CIÊNCIA NÃO FAZ
JULGAMENTOS; OS CIENTISTAS...
USINAS NUCLEARES
TOMEMOS COMO EXEMPLO A
IMPLANTAÇÃO DE USINA NUCLEAR,
GERADORAS DE ELETRICIDADE, PODEM
OFERECER RISCOS A C...
TOMADA DE DECISÃO
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INFORMAÇÃO PERMITE QUE TODOS, NÃO
APENAS OS CIENTISTAS, FAÇAM SEU
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CIÊNCIA E CIENTISTAS
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TEMPO:
REPRESENTAÇÃO PRECISA
OS CIENTISTAS TENTAM CONSTRUIR
REPRESENTAÇÕES PRECISAS (OU SEJA:
CONSISTENTES E NÃO ARBITRÁRIAS) DO
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INFLUÊNCIAS
CONVICÇÕES PESSOAIS - DE NATUREZA
RELIGIOSA, CULTURAL ou POLÍTICA - E O
CONTEXTO HISTÓRICO, SOCIAL E
ECONÔMICO...
CRITÉRIOS DA CIÊNCIA
RECONHECENDO QUE AS CONVICÇÕES E
OS PRECONCEITOS PODEM ALTERAR
NOSSA PERCEPÇÃO DOS FENÔMENOS E
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MÉTODO CIENTÍFICO
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ADOTADOS COM A FINALIDADE DE
CONSTRUIR REPRESENTAÇÕES PRECISAS
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INVESTIGAÇÃO
O CAMINHO DAS
DESCOBERTAS :
TRABALHO DO CIENTISTA
ISOLADAMENTE OU EM EQUIPE - É A
INVESTIGAÇÃO, E MANEIRA COMO CADA UM
EXECUTA SUAS TAREFAS DIFERE DE
...
CIENTISTAS
OS CIENTISTAS LIDAM COM FATOS, IDÉIAS,
HIPÓTESES, DADOS EXPERIMENTAIS E
TEORIAS
GLOSSÁRIO
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2.Sucesso ou acontecimento. 3. Ato que na
realidade se praticou;
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PASSOS PARA O MÉTODO
CIENTÍFICO
MANEABILIDADE PARA
EXPERIMENTOS NO CAMPO
DE ESTUDOS
OBSERVAÇÃO
LEVANTAMENTO
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DE EXPERIMENTOS
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OBSERVAÇÃO
OBSERVAÇÃO
O CIENTISTA VERIFICA A OCORRÊNCIA
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OBSERVAÇÃO
LEVANTAMENTO
DE QUESTÕES
LEVANTAMENTO DE QUESTÕES
UMA VEZ QUE O FATO TENHA SIDO
ENCARADO COMO UM PROBLEMA,
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OBSERVAÇÃO
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DE QUESTÕES
FORMULAÇÃO DE
HIPÓTESES
FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES
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DELAS É UMA HIPÓTESE, QUE TAMBÉM
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OBSERVAÇÃO
LEVANTAMENTO
DE QUESTÕES
FORMULAÇÃO DE
HIPÓTESES
ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO
DE EXPERIMENTOS
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DE EXPERIMENTOS
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DEVEM LIDAR COM UMA PARTE ...
OBSERVAÇÃO
LEVANTAMENTO
DE QUESTÕES
FORMULAÇÃO DE
HIPÓTESES
ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO
DE EXPERIMENTOS
ANÁLISE DOS
RESULTADOS
ANÁLISE DE RESULTADOS
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DEVEM SER CRITERIOSAMENTE
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DE EXPERIMENTOS
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CONCLUSÕES
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MOSTRAREM VERDADEIRAS OU AS
PREVISÕES NÃO SE COMPROVAREM, OS
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OBSERVAÇÃO
LEVANTAMENTO
DE QUESTÕES
FORMULAÇÃO DE
HIPÓTESES
ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO
DE EXPERIMENTOS
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RESULTADOS
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PUBLICAÇÃO
CONFIRMADOS OS RESULTADOS, ELES
DEVEM SER PUBLICADOS EM REVISTA
CIENTÍFICA, PARA QUE SEJAM ANALISADOS
E CRITICA...
REALIZAÇÃO DE UM EXPERIMENTO
EXPERIMENTOS
CONTROLADOS
CONTROLE SOBRE TODAS AS VARIÁVEIS
ENVOLVIDAS
A CORRELAÇÃO ENTRE O FUMO E DOENÇAS DO
CORAÇÃO.
1. QUAL A INCIDÊNCIA DE DOENÇ...
EXPERIMENTO CONTROLADO
UMA DAS FORMAS DE TESTAR ESSA HIPÓTESE É A
EXECUÇÃO DE UM EXPERIMENTO CONTROLADO,
QUE PODE ENVOLVER...
EXPERIMENTO CONTROLADO 2
UM LAORATÓRIO DISSE CRIAR UM COMPRIMIDO
QUE MATA OS VERMES DOS CÃES EM 70% DOS
CASOS. OUTRO LABOR...
EFEITO PLACEBO
É A MELHORA QUE OS DOENTES
PODEM RELATAR, CAUSADA APENAS PELO
FATO DE TEREM RECEBIDO CERTA
MEDICAÇÃO, INDEP...
A DIVERSIDADE DA VIDA
EXPERIMENTOS NO CAMPO DE
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  1. 1. MANEABILIDADE PARA EXPERIMENTOS NO CAMPO DE ESTUDOS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - UNIPAR SERGIO DE MELLO QUEIROZ
  2. 2. O HOMEM É UM SER GREGÁRIO! QUALQUER SITUAÇÃO DE ISOLAMENTO - SEJA ELA FORÇADA OU ARBRITÁRIA - VAI A PRINCÍPIO CONTRA UMA NECESSIDADE BÁSICA DE TODOS NÓS: A CONVIVÊNCIA COM OUTROS INDIVÍDUOS DA MESMA ESPÉCIE
  3. 3. A QUALQUER CUSTO DEVE CONTINUAR A VIVER MESMO EM CONDIÇÕES ADVERSAS, COMO APÓS UMA QUEDA DE AVIÃO, AFUNDAMENTO DE UM BARCO OU MESMO EM AVENTURAS VOLUNTÁRIAS DE SOBREVIVÊNCIA É PRECISO TER SEMPRE EM MENTE ESTE PRECEITO.
  4. 4. MEDOS, DESESPEROS E SOLIDÃO UMA VEZ ISOLADO DO CONTATO COM O MUNDO CIVILIZADO, INDIVÍDUO ou GRUPO TERÁ QUE SOBREPUJAR OS PROBLEMAS DECORRENTES DESSE FATO, ALÉM DE VENCER A FOME, FADIGA E OS ASPECTOS AMBIENTAIS QUE SE MOSTREM HOSTIS.
  5. 5. FORÇA DE VONTADE E CONHECIMENTOS VONTADE DE VIVER E CONHECIMENTO DAS TÉCNICAS DE SOBREVIVÊNCIA, ESTES SERÃO ESSENCIAIS PARA QUE O INDIVÍDUO NÃO SE DESESPERE E MANTENHA O AUTOCONTROLE
  6. 6. ANÁLISE E ATITUDES ANALISAR OBJETIVAMENTE A SITUAÇÃO E ESTABELECER PROCEDIMENTOS PARA SOBREVIVER, PREENCHENDO O TEMPO LIVRE, SÃO ATITUDES QUE TAMBÉM AUXILIAM A A MANTER O ESPÍRITO OCUPADO - UM ANTÍDOTO EFICAZ CONTRA OS MALES PSICOLÓGICOS
  7. 7. BIOLOGIA O QUE MOVE A CÊNCIA
  8. 8. SCIENTIA = CONHECIMENTO É A EXPERIÊNCIA HUMANA EXAMINADA E VERIFICADA; É A MANEIRA CUIDADOSA E ORGANIZADA PARA EXPLORAR UM CÃO, UM FOLHA DE GOIABEIRA, UM VÍRUS OU MESMO UM UNIVERSO INTEIRO. O QUE A MOVE É A CURIOSIDADE!
  9. 9. OBSERVAR E MEDIR DIFERENTEMENTE DA RELIGIÃO, ARTE E DA FILOSOFIA A CIÊNCIA É LIMITADA ÀQUILO QUE SE PODE OBSERVAR E MEDIR DE FORMA PRECISA. BUSCAM A IMPARCIALIDADE E A OBJETIVIDADE
  10. 10. OS CIENTISTAS SÃO PESSOAS REAIS TEM AMBIÇÕES, RECEIOS E TAMBÉM COMETEM ERROS. A CIÊNCIA NÃO FAZ JULGAMENTOS; OS CIENTISTAS PORÉM, COMO QUALQUER PESSOA, PODEM FAZÊ- LO
  11. 11. USINAS NUCLEARES TOMEMOS COMO EXEMPLO A IMPLANTAÇÃO DE USINA NUCLEAR, GERADORAS DE ELETRICIDADE, PODEM OFERECER RISCOS A COMUNIDADE, A CIÊNCIA PODE QUANTIFICAR ESSES RISCOS E ESTABELECENDO RELAÇÃO ENTRE A DOSE DE RADIAÇÃO E AS LESÕES QUE CAUSAM.
  12. 12. TOMADA DE DECISÃO APÓS A APRESENTAÇÃO DOS DADOS, ESTA INFORMAÇÃO PERMITE QUE TODOS, NÃO APENAS OS CIENTISTAS, FAÇAM SEU PRÓPRIO JULGAMENTO E DECIDAM SE QUEREM OU NÃO A CONSTRUÇÃO DE USINAS NUCLEARES NA REGIÃO EM QUE VIVEM.
  13. 13. CIÊNCIA E CIENTISTAS UM RETRATO DE SEU TEMPO:
  14. 14. REPRESENTAÇÃO PRECISA OS CIENTISTAS TENTAM CONSTRUIR REPRESENTAÇÕES PRECISAS (OU SEJA: CONSISTENTES E NÃO ARBITRÁRIAS) DO MUNDO QUE NOS CERCA. A CIÊNCIA DEVE SER OBJETIVA E IMPARCIAL, MAS O USO QUE SE FAZ DELA NEM SEMPRE É.
  15. 15. INFLUÊNCIAS CONVICÇÕES PESSOAIS - DE NATUREZA RELIGIOSA, CULTURAL ou POLÍTICA - E O CONTEXTO HISTÓRICO, SOCIAL E ECONÔMICO PODEM INFLUENCIAR A PERCEPÇÃO E AS INTERPRETAÇÕES QUE ELES DÃO AO FENÔMENO.
  16. 16. CRITÉRIOS DA CIÊNCIA RECONHECENDO QUE AS CONVICÇÕES E OS PRECONCEITOS PODEM ALTERAR NOSSA PERCEPÇÃO DOS FENÔMENOS E PREJUDICAR INTERPRETAÇÕES QUE FAZEMOS DELE, A CIÊNCIA ADOTA CRITÉRIOS QUE MINIMIZAM ESSAS INFLUÊNCIAS, SÃO CHAMADOS MÉTODOS CIENTÍFICOS
  17. 17. MÉTODO CIENTÍFICO CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS PADRÕES ADOTADOS COM A FINALIDADE DE CONSTRUIR REPRESENTAÇÕES PRECISAS (OU SEJA, CONSISTENTES E NÃO ARBITRÁRIAS) DO MUNDO QUE NOS CERCA.
  18. 18. INVESTIGAÇÃO O CAMINHO DAS DESCOBERTAS :
  19. 19. TRABALHO DO CIENTISTA ISOLADAMENTE OU EM EQUIPE - É A INVESTIGAÇÃO, E MANEIRA COMO CADA UM EXECUTA SUAS TAREFAS DIFERE DE ACORDO COM A ÁREA DO CONHECIMENTO EM QUE ATUA E SUAS CARACTERÍSTICAS PESSOAIS.
  20. 20. CIENTISTAS OS CIENTISTAS LIDAM COM FATOS, IDÉIAS, HIPÓTESES, DADOS EXPERIMENTAIS E TEORIAS
  21. 21. GLOSSÁRIO • FATO: S.m. 1. O que é real ou verdadeiro. 2.Sucesso ou acontecimento. 3. Ato que na realidade se praticou; •HIPÓTESE:S.f. 1. Suposição ou teoria provável. 2. Circunstância, eventualidade. •INFERÊNCIA: O que se presume, acha-se
  22. 22. PASSOS PARA O MÉTODO CIENTÍFICO MANEABILIDADE PARA EXPERIMENTOS NO CAMPO DE ESTUDOS
  23. 23. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES
  24. 24. OBSERVAÇÃO
  25. 25. OBSERVAÇÃO O CIENTISTA VERIFICA A OCORRÊNCIA DE UM OU MAIS FATOS, FENÔMENOS NATURAIS OU QUALQUER OUTRA OBSERVAÇÃO QUE PODE SER CONFIRMADA POR MAIS PESSOAS
  26. 26. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES
  27. 27. LEVANTAMENTO DE QUESTÕES UMA VEZ QUE O FATO TENHA SIDO ENCARADO COMO UM PROBLEMA, IMAGINAM-SE POSSÍVEIS VARIÁVEIS, CAUSAS E CONSEQÜENCIAS, AS QUAIS SE PROCURAM EXPLICAR
  28. 28. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES
  29. 29. FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES DEFINIDO O PROBLEMA, LEVANTAM-SE POSSÍVEIS EXPLICAÇÕES. CADA UMA DELAS É UMA HIPÓTESE, QUE TAMBÉM PODE ENVOLVER PREVISÕES RELATIVA AO FATO.
  30. 30. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS
  31. 31. ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS OS EXPERIMENTOS CAPAZES DE TESTAR AS HIPÓTESES FORMULADAS DEVEM LIDAR COM UMA PARTE DO PROBLEMA DE CADA VEZ E SER CUIDADOSAMENTE CONTROLADOS
  32. 32. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS ANÁLISE DOS RESULTADOS
  33. 33. ANÁLISE DE RESULTADOS OS RESULTADOS DOS EXPERIMENTOS DEVEM SER CRITERIOSAMENTE ANALISADOS, PARA SE VERIFICAR SE CONFIRMAM OU REFUTAM AS HIPÓTESES APRESENTADAS
  34. 34. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES
  35. 35. CONCLUSÕES SE AS HIPÓTESES PROPOSTAS NÃO SE MOSTRAREM VERDADEIRAS OU AS PREVISÕES NÃO SE COMPROVAREM, OS EXPERIMENTOS DEVEM SER CHECADOS E REPETIDOS. CASO OS RESULTADOS AINDA ASSIM NÃO SE CONFIRMEM, AS HIPÓTESES INICIAIS DEVEM SER REJEITADAS E NOVAS HIPÓTESES ELABORADAS
  36. 36. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES
  37. 37. PUBLICAÇÃO CONFIRMADOS OS RESULTADOS, ELES DEVEM SER PUBLICADOS EM REVISTA CIENTÍFICA, PARA QUE SEJAM ANALISADOS E CRITICADOS POR OUTROS PESQUISADORES, QUE PODEM REPETIR OS EXPERIMENTOS. POSTERIORMENTE, AS HIPÓTESES PASSAM A SER ACEITAS COMO TEORIAS.
  38. 38. REALIZAÇÃO DE UM EXPERIMENTO EXPERIMENTOS CONTROLADOS
  39. 39. CONTROLE SOBRE TODAS AS VARIÁVEIS ENVOLVIDAS A CORRELAÇÃO ENTRE O FUMO E DOENÇAS DO CORAÇÃO. 1. QUAL A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CARDÍACAS EM FUMANTES? 2. QUAL A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CARDÍACAS EM NÃO FUMANTES, MAS OBESOS? 3. QUAL A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CARDÍACAS EM OBESOS FUMANTES? DIANTE DISTO É CORRETO AFIRMAR QUE O FUMO É O CAUSADOR DE DOENÇAS CARDÍACAS?
  40. 40. EXPERIMENTO CONTROLADO UMA DAS FORMAS DE TESTAR ESSA HIPÓTESE É A EXECUÇÃO DE UM EXPERIMENTO CONTROLADO, QUE PODE ENVOLVER O ACOMPANHAMENTO DE DOIS GRUPOS HOMOGÊNEOS, OU SEJA, PESSOAS DO MESMO SEXO, MESMA IDADE, MESMO NÍVEL SOCIAL, CONTUDO COM APENAS UMA DIFERENÇA: FUMANTES e NÃO FUMANTES O PRIMEIRO SERÁ CHAMADO DE GRUPO DE CONTROLE E O SEGUNDO GRUPO EXPERIMENTAL , OBSERVANDO UM NÚMERO MÍNIMO, POIS PEQUENAS AMOSTRAS PODEM LEVAR A ERROS.
  41. 41. EXPERIMENTO CONTROLADO 2 UM LAORATÓRIO DISSE CRIAR UM COMPRIMIDO QUE MATA OS VERMES DOS CÃES EM 70% DOS CASOS. OUTRO LABORATÓRIO CONTESTOU DIZENDO TRATAR DE PLACEBO: DETERMINOU-SE UM EXPERIMENTO CONTROLADO EM DOIS GRUPOS DE CÃES PARASITADOS, MESMA RAÇA, IDADE E NÃO DEVEM APRESENTAR DOENÇAS ASSOCIADAS. O GRUPO DE CONTROLE RECEBE PLACEBO E GRUPO EXPERIMENTAL O REMÉDIO. O PERCENTUAL DE ANIMAIS CURADOS DO GRUPO EXPERIMENTAL FOI MAIOR QUE O OUTRO GRUPO.
  42. 42. EFEITO PLACEBO É A MELHORA QUE OS DOENTES PODEM RELATAR, CAUSADA APENAS PELO FATO DE TEREM RECEBIDO CERTA MEDICAÇÃO, INDEPENDENTEMENTE DE SUAS REAIS PROPRIEDADES CURATIVAS.
  43. 43. A DIVERSIDADE DA VIDA EXPERIMENTOS NO CAMPO DE ESTUDOS

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