experimentos biologia

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aula sobre a maneabilidade para a execução de experimentos em pesquisas ciencias biologicas

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experimentos biologia

  1. 1. MANEABILIDADE PARA EXPERIMENTOS NO CAMPO DE ESTUDOSSERGIO DE MELLO QUEIROZ
  2. 2. MANEABILIDADE PARA EXPERIMENTOS NO CAMPO DE ESTUDOS CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - UNIPAR SERGIO DE MELLO QUEIROZ
  3. 3. O HOMEM É UM SER GREGÁRIO! QUALQUER SITUAÇÃO DE ISOLAMENTO - SEJA ELA FORÇADA OU ARBRITÁRIA - VAI A PRINCÍPIO CONTRA UMA NECESSIDADE BÁSICA DE TODOS NÓS: A CONVIVÊNCIA COM OUTROS INDIVÍDUOS DA MESMA ESPÉCIE
  4. 4. A QUALQUER CUSTO DEVE CONTINUAR A VIVER MESMO EM CONDIÇÕES ADVERSAS, COMO APÓS UMA QUEDA DE AVIÃO, AFUNDAMENTO DE UM BARCO OU MESMO EM AVENTURAS VOLUNTÁRIAS DE SOBREVIVÊNCIA É PRECISO TER SEMPRE EM MENTE ESTE PRECEITO.
  5. 5. MEDOS, DESESPEROS E SOLIDÃO UMA VEZ ISOLADO DO CONTATO COM O MUNDO CIVILIZADO, INDIVÍDUO ou GRUPO TERÁ QUE SOBREPUJAR OS PROBLEMAS DECORRENTES DESSE FATO, ALÉM DE VENCER A FOME, FADIGA E OS ASPECTOS AMBIENTAIS QUE SE MOSTREM HOSTIS.
  6. 6. FORÇA DE VONTADE E CONHECIMENTOS VONTADE DE VIVER E CONHECIMENTO DAS TÉCNICAS DE SOBREVIVÊNCIA, ESTES SERÃO ESSENCIAIS PARA QUE O INDIVÍDUO NÃO SE DESESPERE E MANTENHA O AUTOCONTROLE
  7. 7. ANÁLISE E ATITUDES ANALISAR OBJETIVAMENTE A SITUAÇÃO E ESTABELECER PROCEDIMENTOS PARA SOBREVIVER, PREENCHENDO O TEMPO LIVRE, SÃO ATITUDES QUE TAMBÉM AUXILIAM A A MANTER O ESPÍRITO OCUPADO - UM ANTÍDOTO EFICAZ CONTRA OS MALES PSICOLÓGICOS
  8. 8. BIOLOGIA O QUE MOVE A CÊNCIA
  9. 9. SCIENTIA = CONHECIMENTO É A EXPERIÊNCIA HUMANA EXAMINADA E VERIFICADA; É A MANEIRA CUIDADOSA E ORGANIZADA PARA EXPLORAR UM CÃO, UM FOLHA DE GOIABEIRA, UM VÍRUS OU MESMO UM UNIVERSO INTEIRO.
  10. 10. GLOSSÁRIO EXPERIMENTOS: S.m. ENSAIO CIENTÍFICO DESTINADO À VERIFICAÇÃO DE UM FENÔMENO FÍSICO. EXPERIÊNCIA:S.f. PROVA, DEMONSTRAÇÃO, TENTATIVA ou ENSAIO O QUE A MOVE É A CURIOSIDADE!
  11. 11. OBSERVAR E MEDIR DIFERENTEMENTE DA RELIGIÃO, ARTE E DA FILOSOFIA A CIÊNCIA É LIMITADA ÀQUILO QUE SE PODE OBSERVAR E MEDIR DE FORMA PRECISA. BUSCAM A IMPARCIALIDADE E A OBJETIVIDADE
  12. 12. OS CIENTISTAS SÃO PESSOAS REAIS TEM AMBIÇÕES, RECEIOS E TAMBÉM COMETEM ERROS. A CIÊNCIA NÃO FAZ JULGAMENTOS; OS CIENTISTAS PORÉM, COMO QUALQUER PESSOA, PODEM FAZÊ- LO
  13. 13. USINAS NUCLEARES TOMEMOS COMO EXEMPLO A IMPLANTAÇÃO DE USINA NUCLEAR, GERADORAS DE ELETRICIDADE, PODEM OFERECER RISCOS A COMUNIDADE, A CIÊNCIA PODE QUANTIFICAR ESSES RISCOS E ESTABELECENDO RELAÇÃO ENTRE A DOSE DE RADIAÇÃO E AS LESÕES QUE CAUSAM.
  14. 14. TOMADA DE DECISÃO APÓS A APRESENTAÇÃO DOS DADOS, ESTA INFORMAÇÃO PERMITE QUE TODOS, NÃO APENAS OS CIENTISTAS, FAÇAM SEU PRÓPRIO JULGAMENTO E DECIDAM SE QUEREM OU NÃO A CONSTRUÇÃO DE USINAS NUCLEARES NA REGIÃO EM QUE VIVEM.
  15. 15. CIÊNCIA E CIENTISTAS UM RETRATO DE SEU TEMPO:
  16. 16. REPRESENTAÇÃO PRECISA OS CIENTISTAS TENTAM CONSTRUIR REPRESENTAÇÕES PRECISAS (OU SEJA: CONSISTENTES E NÃO ARBITRÁRIAS) DO MUNDO QUE NOS CERCA. A CIÊNCIA DEVE SER OBJETIVA E IMPARCIAL, MAS O USO QUE SE FAZ DELA NEM SEMPRE É.
  17. 17. INFLUÊNCIAS CONVICÇÕES PESSOAIS - DE NATUREZA RELIGIOSA, CULTURAL ou POLÍTICA - E O CONTEXTO HISTÓRICO, SOCIAL E ECONÔMICO PODEM INFLUENCIAR A PERCEPÇÃO E AS INTERPRETAÇÕES QUE ELES DÃO AO FENÔMENO.
  18. 18. CRITÉRIOS DA CIÊNCIA RECONHECENDO QUE AS CONVICÇÕES E OS PRECONCEITOS PODEM ALTERAR NOSSA PERCEPÇÃO DOS FENÔMENOS E PREJUDICAR INTERPRETAÇÕES QUE FAZEMOS DELE, A CIÊNCIA ADOTA CRITÉRIOS QUE MINIMIZAM ESSAS INFLUÊNCIAS, SÃO CHAMADOS MÉTODOS CIENTÍFICOS
  19. 19. MÉTODO CIENTÍFICO CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS PADRÕES ADOTADOS COM A FINALIDADE DE CONSTRUIR REPRESENTAÇÕES PRECISAS (OU SEJA, CONSISTENTES E NÃO ARBITRÁRIAS) DO MUNDO QUE NOS CERCA.
  20. 20. INVESTIGAÇÃO O CAMINHO DAS DESCOBERTAS :
  21. 21. TRABALHO DO CIENTISTA ISOLADAMENTE OU EM EQUIPE - É A INVESTIGAÇÃO, E MANEIRA COMO CADA UM EXECUTA SUAS TAREFAS DIFERE DE ACORDO COM A ÁREA DO CONHECIMENTO EM QUE ATUA E SUAS CARACTERÍSTICAS PESSOAIS.
  22. 22. CIENTISTAS OS CIENTISTAS LIDAM COM FATOS, IDÉIAS, HIPÓTESES, DADOS EXPERIMENTAIS E TEORIAS
  23. 23. GLOSSÁRIO FATO: S.m. 1. O que é real ou verdadeiro. 2.Sucesso ou acontecimento. 3. Ato que na realidade se praticou; •HIPÓTESE:S.f. 1. Suposição ou teoria provável. 2. Circunstância, eventualidade. •INFERÊNCIA: O que se presume, acha-se, tomar conclusão, deduzir pelo raciocínio
  24. 24. PASSOS PARA O MÉTODO CIENTÍFICO EXPERIMENTOS NO CAMPO DE ESTUDOS
  25. 25. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES
  26. 26. OBSERVAÇÃO
  27. 27. OBSERVAÇÃO O CIENTISTA VERIFICA A OCORRÊNCIA DE UM OU MAIS FATOS, FENÔMENOS NATURAIS OU QUALQUER OUTRA OBSERVAÇÃO QUE PODE SER CONFIRMADA POR MAIS PESSOAS
  28. 28. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES
  29. 29. LEVANTAMENTO DE QUESTÕES UMA VEZ QUE O FATO TENHA SIDO ENCARADO COMO UM PROBLEMA, IMAGINAM-SE POSSÍVEIS VARIÁVEIS, CAUSAS E CONSEQÜENCIAS, AS QUAIS SE PROCURAM EXPLICAR
  30. 30. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES
  31. 31. FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES DEFINIDO O PROBLEMA, LEVANTAM-SE POSSÍVEIS EXPLICAÇÕES. CADA UMA DELAS É UMA HIPÓTESE, QUE TAMBÉM PODE ENVOLVER PREVISÕES RELATIVA AO FATO.
  32. 32. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS
  33. 33. ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS OS EXPERIMENTOS CAPAZES DE TESTAR AS HIPÓTESES FORMULADAS DEVEM LIDAR COM UMA PARTE DO PROBLEMA DE CADA VEZ E SER CUIDADOSAMENTE CONTROLADOS
  34. 34. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS ANÁLISE DOS RESULTADOS
  35. 35. ANÁLISE DE RESULTADOS OS RESULTADOS DOS EXPERIMENTOS DEVEM SER CRITERIOSAMENTE ANALISADOS, PARA SE VERIFICAR SE CONFIRMAM OU REFUTAM AS HIPÓTESES APRESENTADAS
  36. 36. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES
  37. 37. CONCLUSÕES SE AS HIPÓTESES PROPOSTAS NÃO SE MOSTRAREM VERDADEIRAS OU AS PREVISÕES NÃO SE COMPROVAREM, OS EXPERIMENTOS DEVEM SER CHECADOS E REPETIDOS. CASO OS RESULTADOS AINDA ASSIM NÃO SE CONFIRMEM, AS HIPÓTESES INICIAIS DEVEM SER REJEITADAS E NOVAS HIPÓTESES ELABORADAS
  38. 38. OBSERVAÇÃO LEVANTAMENTO DE QUESTÕES FORMULAÇÃO DE HIPÓTESES ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DE EXPERIMENTOS ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÕES
  39. 39. PUBLICAÇÃO CONFIRMADOS OS RESULTADOS, ELES DEVEM SER PUBLICADOS EM REVISTA CIENTÍFICA, PARA QUE SEJAM ANALISADOS E CRITICADOS POR OUTROS PESQUISADORES, QUE PODEM REPETIR OS EXPERIMENTOS. POSTERIORMENTE, AS HIPÓTESES PASSAM A SER ACEITAS COMO TEORIAS.
  40. 40. REALIZAÇÃO DE UM EXPERIMENTO EXPERIMENTOS CONTROLADOS
  41. 41. CONTROLE SOBRE TODAS AS VARIÁVEIS ENVOLVIDAS A CORRELAÇÃO ENTRE O FUMO E DOENÇAS DO CORAÇÃO. 1. QUAL A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CARDÍACAS EM FUMANTES? 2. QUAL A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CARDÍACAS EM NÃO FUMANTES, MAS OBESOS? 3. QUAL A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS CARDÍACAS EM OBESOS FUMANTES? DIANTE DISTO É CORRETO AFIRMAR QUE O FUMO É O CAUSADOR DE DOENÇAS CARDÍACAS?
  42. 42. EXPERIMENTO CONTROLADO UMA DAS FORMAS DE TESTAR ESSA HIPÓTESE É A EXECUÇÃO DE UM EXPERIMENTO CONTROLADO, QUE PODE ENVOLVER O ACOMPANHAMENTO DE DOIS GRUPOS HOMOGÊNEOS, OU SEJA, PESSOAS DO MESMO SEXO, MESMA IDADE, MESMO NÍVEL SOCIAL, CONTUDO COM APENAS UMA DIFERENÇA: FUMANTES e NÃO FUMANTES O PRIMEIRO SERÁ CHAMADO DE GRUPO DE CONTROLE E O SEGUNDO GRUPO EXPERIMENTAL , OBSERVANDO UM NÚMERO MÍNIMO, POIS PEQUENAS AMOSTRAS PODEM LEVAR A ERROS.
  43. 43. EXPERIMENTO CONTROLADO 2 UM LAORATÓRIO DISSE CRIAR UM COMPRIMIDO QUE MATA OS VERMES DOS CÃES EM 70% DOS CASOS. OUTRO LABORATÓRIO CONTESTOU DIZENDO TRATAR DE PLACEBO: DETERMINOU-SE UM EXPERIMENTO CONTROLADO EM DOIS GRUPOS DE CÃES PARASITADOS, MESMA RAÇA, IDADE E NÃO DEVEM APRESENTAR DOENÇAS ASSOCIADAS. O GRUPO DE CONTROLE RECEBE PLACEBO E GRUPO EXPERIMENTAL O REMÉDIO. O PERCENTUAL DE ANIMAIS CURADOS DO GRUPO EXPERIMENTAL FOI MAIOR QUE O OUTRO GRUPO.
  44. 44. EFEITO PLACEBO É A MELHORA QUE OS DOENTES PODEM RELATAR, CAUSADA APENAS PELO FATO DE TEREM RECEBIDO CERTA MEDICAÇÃO, INDEPENDENTEMENTE DE SUAS REAIS PROPRIEDADES CURATIVAS.
  45. 45. A DIVERSIDADE DA VIDA EXPERIMENTOS NO CAMPO DE ESTUDOS
  46. 46. Desenvolvimento de Ninhos Artificiais para o Papagaio-charão, Amazona pretrei em sua Região de Ocorrência Nêmora Pauletti Prestes
  47. 47. • Ave da família PSITTACIDAE, ameaçada de extinção • Cores: Predomina verde no corpo. Cabeça com mascara vermelha • Tamanho médio: 35cm • Peso médio: 300g Características da Espécie
  48. 48. Distribuição • Ave típica do sul do Brasil, com ocorrência atual nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul • Há registros de pequenos grupos para a província de Missiones/Argentina • Durante a época da produção de sementes de Araucaria angustifolia, é ave associada aos pinheirais
  49. 49. População em 1971............cerca de 30.000 em 1995............cerca de 11.000 em 1997............cerca de 15.000
  50. 50. Deslocamentos • Varty et al. (1994) verificaram que Amazona pretrei desloca-se a grandes distâncias à partir dos dormitórios, na busca de alimento. • É uma espécie migrante parcial: as aves se reproduzem no sudeste do estado, e em menor extensão, no centro-norte do Rio Grande do Sul, migram para o nordeste do estado e sudeste de Santa Catarina, no outono e inverno.
  51. 51. Comportamento • Vivem em casais, mantendo-se fiéis ao longo de suas vidas • Reunem-se ao final do dia em dormitórios coletivos • Realizam grandes concentrações populacionais após o período reprodutivo e, nos pinheirais, durante a produção de sementes de Araucaria angustifolia
  52. 52. Comportamento reprodutivo • Período: em geral, de setembro a dezembro • Número de filhotes: de 2 a 4 por ninho, uma vez ao ano • Tempo de incubação dos ovos: cerca de 29 dias realizada pela fêmea • É ave nidícola, permanecendo longo período no ninho após a eclosão dos ovos
  53. 53. Ritmo de atividade diária
  54. 54. Principais Ameaças • A captura de filhotes do papagaio-charão para ser comercializado como animal de estimação, é hoje o principal fator responsável pela ameaça de extinção da espécie • A redução das matas de araucárias, durante as décadas de 20 a 60, diminuiu drasticamente a oferta do principal item alimentar da espécie • A derrubada das matas nativas e o manejo inadequado dos "capões de mato" têm diminuido a oferta de locais de nidificação para os papagaios
  55. 55. Considerações sobre a conservação da espécie
  56. 56. Manejo da espécie • conhecer a biologia básica das espécies • a destruição dos habitats e a captura para o comércio ilegal de aves • preservar as matas nativas remanescentes • incentivar programas de reposição florestal
  57. 57. Enriquecimento • O QUE É UM AMBIENTE ENRIQUECIDO? – É o que permite ao animal: • apresentar um comportamento natural; • passe maior tempo em atividade; • mais opções; • torna o ambiente mais interessante; • melhora o bem-estar físico e psicológico.
  58. 58. Opções de enriquecimento: • alterar o tamanho e a forma do recinto • colocar objetos, como: – brinquedos; – ferramentas; – vegetação (bolas, galhos,etc.) • criar: – barreiras visuais; – estruturas para escalação; – áreas de descanso; – áreas para dormir; – caixinhas de papelão; – novo substrato.
  59. 59. Enriquecimento Caixa de papelão como: ponto de fuga, abrigo, proteção.....
  60. 60. Enriquecimento ... chimpanzé comendo “sorvete”.
  61. 61. Enriquecimento ... chimpanzé tomando água de côco.
  62. 62. ... chimpanzé folheando revistas. Enriquecimento
  63. 63. ... ariranhas comendo peixes vivos. Enriquecimento
  64. 64. Enriquecimento bem sucedido – Redução no comportamento anormal; – Um aumento de atividade; – Maior comportamento de exploração; – Maior comportamento de brincadeiras; – Redução do medo de tratadores e do público; – Aumento no comportamento natural.
  65. 65. ATENÇÃO • Na suspeita de doença, evite tocar no animal e isole-o dos sadios; • Sempre que manusear animais, lave bem as mãos - você pode se contaminar, mas também pode ser transmissor de doenças para eles.
  66. 66. A ves • A ave doente, cansada ou desidratada por stress ou transporte, tem dificuldade em se alimentar; • Desidratação: respiração cansada, pele seca e repuxada, penugem seca sem volume - fornecer soro caseiro (1 colher de café rasa de sal, 2 colheres de chá de açúcar em 1 copo de 200ml de água) ou comercial (Ernestid - 2g em 1 litro de água durante 2 a 3 dias) - fornecidos a cada 1 hora e meia;
  67. 67. Aves • Fornecer alimentos leves e macios - pode ser dado frutas , arroz cozido sem sal ou óleo. • Uma ave terá poucas chances de sobreviver após 6 a 24 horas sem alimentar-se ou beber líquido ou frutas.
  68. 68. Alimentação Aves • Cuidar para não asfixiá-los com líquidos ou excesso de alimentos de uma vez; • Usar colheres do tamanho compatível com o bico do filhote • Utilizar material descartável ou deixar em solução de cloro após alimentar cada ave; • Deverá ser alimentado a cada 2- 4horas por dia. Quando muito jovens reduzir para 1 em 1 hora; • Limpar o alimento que gruda nas penas antes que resseque.
  69. 69. • Os alimentos devem ser frescos e em temperatura ambiente normal; • Devem ser colocados em local sombreado e fresco, protegido do sol e chuva; • Não se deve deixar alimentos úmidos amanhecer na gaiola, principalmente se tiver milho e ovo; • A água deve ser filtrada - água clorada provoca gastrite e enterite, nas aves, devendo deixar evaporar o cloro de um dia para outro.
  70. 70. Aves • FILHOTES: • Manter aquecido - aves com 20-30dias não controlam a temperatura, pois o sistema termorregulador ainda está em desenvolvimento; • Alimentá-lo com soro ou glicose inicialmente, passando para o alimento em forma de papa;
  71. 71. Hipotermia • Pode-se utilizar várias formas de aquecimento: – Lâmpadas de 15 a 40W - não deixar ao alcance das aves; – Gaiolas aquecidas por aquecedores de ambiente; – Bolsas de água quente - temperatura ideal deve ser testada colocando em contato com o dorso da mão de uma pessoa; – Manter a temperatura local entre 35 a 37,8 C; – Caso a temperatura fique muito alta - se afasta da fonte de aquecimento e torna-se ofegante; – Melhor utilizar lâmpadas de vidro fosco - para o brilho não ofuscar os olhos das aves.
  72. 72. Mamíferos • Geralmente os primatas: – recebem álcool para darem a impressão de mansos - adquirem lesões na mucosa bucal, língua, gastrite; – tem os dentes caninos cortados ou serrados para impedir a mordida - podem causar infecção pulpar - abcessos - seios nasais - sistema nervoso central; – traumatismos, ferimentos ; – deficiências nutricionais...
  73. 73. desidratação; prostração; hipotermia; verminose; deformações ósseas - raquitismo; processos respiratórios, etc. Consequências:
  74. 74. Mico - estrela Callithrix penicillata
  75. 75. Lesões devido a barbante amarrado para evitar a fuga ... Mico - estrela Callithrix penicillata Foto do livro Primatas em Cativeiro de Lilian de Stefani Munaó Diniz.
  76. 76. Mico - estrela Callithrix penicillata Foto do livro Primatas em Cativeiro de Lilian de Stefani Munaó Diniz. Com deficiência nutricional....
  77. 77. Mico - estrela Callithrix penicillata Foto do livro Primatas em Cativeiro de Lilian de Stefani Munaó Diniz. Lesões herpéticas na língua e mucosa oral
  78. 78. Macaco-prego Cebus apella Com alopécia em decorrência de alimentação desbalanceada... Foto do livro Primatas em Cativeiro de Lilian de Stefani Munaó Diniz.
  79. 79. Carboidrato e Glicose oral; Vitamina B12 na água durante 03-05 dias; Curativos tópicos nos ferimentos externos; Deixá-los em local tranqüilo, sem barulho; Oferecer um “ponto de fuga”; Alimentação adequada; Temperatura e umidade adequadas. Fornecer :
  80. 80. Alimentação de Primatas: – FORNECER DE DUAS A TRÊS VEZES AO DIA: – Frutas descascadas; – Verduras; – Ovo - 2 vezes por semana; – Carne moída - 2 vezes por semana; – Ração de primatas; – Insetos - 1 ou 2 vezes por semana – Camundongos - 1 ou 2 vezes por semana.
  81. 81. APRESENTAM: Deficiência nutricional Deformações; Olhos esbranquiçados; Traumatismos; Verminose; Répteis
  82. 82. Répteis • FORNECER: – Temperatura e umidade ; – Alimentação; – Higiene; – Local apropriado.
  83. 83. • “Aquecedor de Solo Caseiro”: – 1 lata vazia – 1 bocal – 1 lâmpada de 25W – Fio elétrico comum – Tomada – Papelão grosso – Fita adesiva Répteis Retirado da Apostila Manejo de Répteis -SZB - Sérgio Rangel.
  84. 84. Exemplo de dietas para: – JABUTIS: triturar 1 kg de ração canina, 0.5 kg de milho cozido, 400g de banana, 100g de mamão, 0.5 kg de carne moída. Depois de tudo moído e misturado, acrescentar tiras finas de couve. Fornecer diariamente. – TARTARUGAS, CÁGADOS: ração, carnes (bovina, vísceras de frango, peixe), frutas (banana, mamão) verduras (couve, brócolis, espinafre, etc), insetos de dois em dois dias.
  85. 85. – SERPENTES: pequenos vertebrados 1 vez por semana. – IGUANAS:insetos,frutas, vegetais. Fornecer três vezes por semana. – TEIÚ: ovos, banana, mamão,carne bovina. Fornecer três vezes por semana.
  86. 86. Répteis Lesões por Estomatite... Boa constrictor
  87. 87. Tartaruga de orelha vermelha Trachemys scripta elegans Com casco normal... Répteis
  88. 88. Répteis Com deformação do casco por deficiência nutricional... Tartaruga de orelha vermelha Trachemys scripta elegans
  89. 89. MANEABILIDADE SERGIO DE MELLO QUEIROZ
  90. 90. MANEJO DE ANIMAIS SELVAGENS SERGIO DE MELLO QUEIROZ
  91. 91. CUIDADOS NO MANEJO DE ANIMAIS SILVESTRES
  92. 92. • Cada animal deve ser inspecionado minuciosamente, observando coloração das mucosas, locomoção, postura brilho dos olhos, presença de ectoparasitos, fezes, fraturas,etc; • Colocar os animais em local tranqüilo;
  93. 93. • Separar por tamanho e espécie; • Evite aproximar predador e presa; • Nunca deixe o animal exposto ao sol; • A contenção física deve ser realizada com extremo cuidado - deve-se utilizar luvas, puçás, pau-de-couro, caixas.
  94. 94. CONTENÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS SERGIO DE MELLO QUEIROZ
  95. 95. CONTENÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS UNIPAR UNIVERSIDADE PARANAENSE
  96. 96. CONTENÇÃO – Permitir plena segurança para a equipe envolvida; – Permitir plena segurança para o paciente; – Permitir a realização adequada do procedimento médico ou do manejo que causou a necessidade de contenção; – Concentração total para a realização do procedimento. Retirado da Apostila Manejo de Répteis -SZB - Sérgio Rangel.
  97. 97. Contenção física •Laço de Lutz, Cambão ou Pau de Couro •Gancho para Ofídeos •Puçá ou Paçaguá •Saco de Pano •Luva de Raspa •Rede
  98. 98. Pau-de-couro ou Cambão É uma peça de madeira, com uma das extremidades de forma retangular, onde existe uma tira de couro em forma de laço, cuja abertura é regulada por uma corda trançada, que corre externamente ao cabo.
  99. 99. – Passa-se a laçada pela cabeça do animal a ser capturado e, na medida do possível, envolve-se também um membro anterior; – Traciona-se a corda para conter o animal; – Para liberá-lo, é só reduzir a tensão na corda, na extremidade oposta a laçada. Utilização:
  100. 100. O gancho é um ferro de 90°, com um cabo de madeira na extremidade oposta, para segurá-lo. Gancho para ofídios
  101. 101. – O gancho é passado sob o animal, aproximadamente no início de seu terço médio e em seguida é erguido o suficiente para a retirada de seu apoio; – A extremidade do gancho com a cobra, deve ser mantida a mais baixa possível para dificultar o acesso do animal à mão do capturador através do cabo; Utilização:
  102. 102. – O ofídeo, eventualmente poderá subir pelo cabo do gancho devendo-se, neste caso, provocar um pequeno “tranco” no gancho ou então soltar o animal para recapturá-lo em seguida; – Para a liberação deve-se abaixar o gancho, de modo a fornecer apoio ao ofídeo, evitando-se a queda do mesmo e traumatismos provenientes disto. Utilização:
  103. 103. Puçá ou Paçaguá ou Coador • É um equipamento indispensável para o manejo de captura de aves, mamíferos e répteis; • Pode ser confeccionado com cabo de madeira, de cano de PVC ou cano de alumínio. Retirado da Apostila Manejo de Répteis -SZB - Sérgio Rangel.
  104. 104. Utilização – Para a captura e medicação, deve-se ensacar o animal pressionando o aro do puçá no chão; – Provocar uma rotação na rede do puçá, levantando-o a seguir, ficando o animal contido na sua parte inferior; – Para a liberação, coloca-se o puçá no chão, facilitando a saída do animal.
  105. 105. Retirado da Apostila Manejo de Répteis -SZB - Sérgio Rangel. Alcochoar a armação para evitar qualquer traumatism o dentário... Puçá:
  106. 106. Jaula de Contenção ou de Prensa • Facilita o manejo de diversas espécies de mamíferos, tais como felinos, ursídeos, canídeos e primatas; • Possuem vários tamanhos; • Pode ser feita em ferro ou madeira (dependendo para que espécie será utilizada);
  107. 107. Jaula de Contenção ou de Prensa • Facilita o manejo de diversas espécies de mamíferos, tais como felinos, ursídeos, canídeos e primatas; • Possuem vários tamanhos; • Pode ser feita em ferro ou madeira (dependendo para que espécie será utilizada);
  108. 108. Retirado da Apostila Manejo de Répteis -SZB - Sérgio Rangel. Utilização:
  109. 109. Luva de Raspa • É uma luva de raspa de couro de cano longo, com boa maleabilidade; • Devem ser sempre utilizadas quando se manipular os animais diretamente com as mãos ou através de equipamentos; • Embora elas atrapalhem durante o manejo de animais de pequeno porte, são necessárias proteger de bicadas, mordidas, etc.
  110. 110. CONTENÇÃO QUÍMICA • Zarabatanas • Bastões Aplicadores • Pistolas de Ar Comprimido • Rifles para Contenção Farmacológíca
  111. 111. Zarabatanas para curtas distâncias.
  112. 112. Bastões Aplicadores para curtas distâncias.
  113. 113. Pistolas de ar comprimido: médias distâncias
  114. 114. Transporte de Animais Silvestres
  115. 115. Transporte – A International Air Transport Association - IATA (http://www.iata.org) indica os conteiners mais adequados para o transporte aéreo de qualquer espécie animal; – A caixa de transporte deverá ser preparada de acordo com a espécie a ser transportada; – Cada animal deve ocupar sua caixa separadamente; – Em algumas espécies que vivam em grupos, a separação entre eles pode ser de uma maneira que permita pequenos contatos corporais, para diminuir seu estresse.
  116. 116. Caixa de Transporte – A caixa deve ter adequada ventilação; – Ser construída com material suficientemente forte; – As superfícies internas não devem conter projeções ou saliências, para evitar ferimentos no animal; – Colocar sombrite no local da ventilação ou utilizar lonas ou panos para escurecer o ambiente, acalmar o animal e diminuir os efeitos estressantes.
  117. 117. Caixa de Transporte: – A contenção do animal para colocá-lo na caixa deve ser feito de maneira adequada, utilizando-se os meios de contenção física : pau-de-couro, ganchos, puçás, etc; ou de contenção química (pistolas, zarabatanas, etc.)
  118. 118. Transporte Rodoviário – Nunca pare ao sol; – Em viagens longas, pare a cada duas horas; – Deixe os animais em jejum nos casos de viagens curtas; – Em viagens longas, alimente os animais com produtos de fácil digestão - uvas, laranjas, maçãs, bananas, melancias...
  119. 119. Documentação Nacional – Atestado de Saúde do Animal- fornecido pelo veterinário responsável por ele; – Guia de Transporte Animal - GTA- fornecido por veterinário credenciado pelo Ministério da Agricultura; – Animal Nativo: Licença de Transporte do IBAMA; – Animal Exótico : não precisa Licença do IBAMA.
  120. 120. Guia de Trânsito Animal GTA
  121. 121. - Atestado de Saúde do Animal; - Requerimento de Importação/Exportação para o Ministério da Agricultura; - Certificado Zoo-Sanitário Internacional - CZI, fornecido pelo Ministério da Agricultura; - Licença CITES - IBAMA; - Licença de Importação/Exportação do IBAMA. Documentação para o Exterior
  122. 122. Bibliografia • Manual de Aperfeiçoamento Para Tratadores de Animais Silvestres. Fundação Zoo- Botânica de Belo Horizonte . 1996. • Revista Cãe&Cia. Nº 218. Editora Forix. Julho 1997. • Revista Cães & Cia. Nº 193. Editora Forix. Junho 1995. • Revista Cães & Cia. Nº 238. Editora Forix. Março de 199. • PINHEIRO, Sérgio Rangel. Manutenção de Répteis em Cativeiro. Sociedade de Zoológicos do Brasil - SZB. Julho de 1991. • Noções Básicas De Medicina Odonto- Veterinária - Dr. José Aparecido Galdino - SZB, 1989. • Principais Drogas Empregadas Na Contenção Química De Animais Selvagens. Prof. José Ricardo Pachaly - UFPR - Informativo ABRAVAS, maio 1995. • Operação Curupira - Diretrizes Básicas Para O Manejo De Animais - Vol. III - ELETRONORTE, 1984. • Informativo TELEINJECT , 1995.
  123. 123. Bibliografia • Revista Clínica Veterinária - AnoIII, n 14, Editora Guará , maio/junho 1998. • Revista Clínica Veterinária - Ano I, n 4, Editora Guará , setembro/outubro 1996. • Benez, Stella Maria - AVES , Criação, Clínica, Teoria, Prática ; Editora Robe Editorial, São Paulo 1998. • Brasileiro, Marco Túlio Rodrigues. O Perfil do Centro de Triagem de Animais Silvestres no período de 1990 -1992 - CETAS/IBAMA- BA. • Siqueira, Ariane Machado e Paixão Lucimar Curso de Controle e Fiscalização - Noções Básicas de Manejo Faunístico. IBAMA. Maio 1995. • Puglia, Lázaro R. e Deutsch , Ladislau . Os Animais Silvestres - Proteção, Doenças e Manejo. Editora Globo. 1988. • Diniz, Lílian S.M. . Primata em Cativeiro - Manejo e Problemas Veterinários. Editora Ícone 1997. • Benez, Stella Maris . Aves - Criação, Clínica, Teoria, Prática . 2a. Edição. Editora Robe 1999.
  124. 124. REFERÊNCIAS • REDE NACIONAL DE COMBATE AO TRÁFICO DE ANIMAIS SILVESTRES RENCTAS- PUC-PR •DICIONÁRIO AURÉLIO ESCOLAR DA LÍNGUA PORTUGUESA
  125. 125. “No semblante do animal que não fala, há todo um discurso que somente um espírito sábio pode realmente entender”. (Poema Hindú) Mensagem Final
  126. 126. Muito Obrigado!
  127. 127. Perguntas...?

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