Capítulo XI - MC

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Capítulo XI - MC

  1. 1. Memorial <br />do <br />Convento<br />José Saramago<br />Capítulo XI<br />Telma Antunes nº11 <br />12ºA<br />
  2. 2. Capítulo XI<br />Tópicos a reter<br /><ul><li>Padre Bartolomeu Lourenço regressa da Holanda após três anos;
  3. 3. Dirige-se à Quinta de São Sebastião da Pedreira onde encontra a abegoria completamente abandonada, local onde se encontra a passarola;
  4. 4. Apesar de tudo, Padre Bartolomeu Lourenço constata que mesmo não sendo com a frequência que este desejaria, Baltasar cuidou da passarola;
  5. 5. Deslocação de Padre Bartolomeu Lourenço a Coimbra, “(…) cidade tão ilustre, de tão velhos sábio (…)”;
  6. 6. Padre Bartolomeu Lourenço desvia-se do caminho pretendido, devido à necessidade de se deslocar à vila de Mafra por lá estarem Baltasar e Blimunda;
  7. 7. Na vila, o Padre repara na movimentação que faz sentir em redor da construção do convento, comparando os trabalhadores a formigas.</li></li></ul><li>Capítulo XI<br />Continuação…<br /><ul><li>Conversa entre Bartolomeu Lourenço com um pároco sobre a vida de Blimunda e Baltasar;
  8. 8. Padre Bartolomeu Lourenço dirige-se a casa de Blimunda e Baltasar, onde é recebido primeiramente por Blimunda e onde conhece Marta Maria, mãe de Baltasar;
  9. 9. Padre Bartolomeu Lourenço pernoita em casa do vigário, Padre Francisco Gonçalves;
  10. 10. Baltasar e Blimunda, dirigem-se tal como pedido, ao presbitério de manhã muito cedo, sendo que Blimunda ainda se encontrava em jejum;
  11. 11. Padre Bartolomeu Lourenço começa por se dirigir a Baltasar e Blimunda como se fossem a sua única família falando sobre o que aprendeu enquanto esteve na Holanda: o éter compõe-se das vontades dos vivos e não das almas dos mortos tal como pensava;</li></li></ul><li>…<br />Capítulo XI<br /><ul><li>Padre Bartolomeu Lourenço pede a Blimunda que colha as vontades dos homens e as coloque num frasco ;
  12. 12. Dirige-se a Coimbra para se tornar doutor;
  13. 13. Ida de Baltasar e Blimunda para Lisboa, ele para construir a passarola e ele para recolher vontades;</li></li></ul><li>Capítulo XI<br />Citações<br />“Além da conversa das mulheres, são os sonhos que seguram o mundo na sua órbita. Mas são também os sonhos que lhe fazem uma coroa de luas, por isso o céu é o resplendor que há dentro da cabeça dos homens, se não é a cabeça dos homens o próprio e único céu.”<br />“(…) Não há diferença nenhuma entre cem homens e cem formigas, leva-se isto daqui para ali porque as forças não dão para mais, e depois vem outro homem que transportará a carga até à próxima formiga, (…)”<br />

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