Capítulo XX - MC

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Capítulo XX - MC

  1. 1. Inês Severino nº 8 12ºA
  2. 2. <ul><li>Baltazar visita a Passarola várias vezes para reparar aquilo que, ao longo do tempo, foi ficando degradado ou em mau estado. </li></ul><ul><li>Baltazar numa das vezes que reparava a Passarola reparou que dentro da sua carapaça estava uma toca com seis raposinhos e decidiu matá-los como se fossem coelhos. </li></ul><ul><li>O pai e a mãe dos raposinhos seguiram o rasto dos seus filhos e ali estavam eles mortos. Com medo dos humanos os pais fugiram e o mais provável seria não voltarem mais àquele lugar e era o que Baltazar pretendia. </li></ul><ul><li>Baltazar começou a imaginar que se havia raposas também podiam haver lobos e começou a andar com uma espada para os poder enfrentar. </li></ul><ul><li>Blimunda nunca ia com Baltazar ver e reparar a Passarola mas houve um dia em que esta decide ir e Baltazar estranha e avisa-a para nunca ir sozinha pois podem aparecer feras como os lobos. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>João Francisco, filho de Inês Antónia e de Álvaro Diogo era para ir com Blimunda e com Baltazar ver a máquina mas acabou por não ir. </li></ul><ul><li>João Francisco faz com que Álvaro acredite que este voou mesmo na Passarola e Álvaro responde : “ É quando somos velhos que as coisas que estão para vir começam a acontecer, e uma razão de ser assim é que já somos capazes de acreditar naquilo de que duvidávamos, e mesmo não podendo acreditar que tenha sido, acreditamos que será” </li></ul><ul><li>Chegados ao alagadiço Baltazar apanha um molho de vimes e Blimunda lírios-de-água e com isto a carga do burro ficou mais pesada. Blimunda ao ver que o burro estava bastante carregado decidiu ir a pé. </li></ul><ul><li>Estava um lindo dia de Primavera, Baltazar e Blimunda começam a imaginar com seria se voassem novamente na Passarola e finalmente chegaram ao Monte junto. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Chegados ao local onde estava a passarola, Baltazar abre caminho para que Blimunda possa passar e para que possam reparar o que o tempo destruiu na máquina </li></ul><ul><li>Blimunda reparou que a misteriosa liga estava intacta ao contrário de tudo o resto. Esta estava com receio de que as vontades lá contidas tivessem desaparecido. </li></ul><ul><li>Com o chegar da noite, Blimunda e Baltasar deitaram-se numa cama de folhagem e após “os corpos encontrados” a máquina tremeu e vibrou. </li></ul><ul><li>Ao acordar, Blimunda com os olhos fechados passa por Baltasar e vai para junto das esferas, onde estão contidas as vontades, vê o seu interior e repara que as vontades continuam lá, as nuvens fechadas permanecem no mesmo sítio. </li></ul><ul><li>Após o trabalho ter terminado, Baltasar e Blimunda regressam para Mafra mas desta vez por um caminho diferente para que não dessem nas vistas. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Baltasar e Blimunda ao chegarem a Mafra reparam na construção do convento que mais parece uma “ruína do que construção nova” e ali estão os trabalhadores a lutar pelas mulheres, a lutar por um lugar para dormir. </li></ul><ul><li>Alugam-se casas onde as inquilinas levam para lá senhores e satisfazem os prazeres dos dois. </li></ul><ul><li>Pai de Baltazar, João Francisco, morre quando este pede a bênção para entrar em casa. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>“ (…) a morte não é toda igual, o que é igual é estar morto”; </li></ul><ul><li>“ (…) afinal para que vem um homem a este mundo.” </li></ul>

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