O poema descreve a chegada da "madrugada do novo dia", anunciada por um mostrengo. O mostrengo pergunta quem ainda dorme lembrando as descobertas passadas, sem querer desvendar novos mundos. Quando Portugal abandonou seu papel como "Senhor do Mar", novas possibilidades de descoberta surgiram, embora os portugueses ainda não estejam preparados.