Fluxograma para diagnóstico das doenças exantemáticas na infância - Prof. Robson

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Fluxograma para diagnóstico dos exantemas na infância.

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Fluxograma para diagnóstico das doenças exantemáticas na infância - Prof. Robson

  1. 1. DIAGNÓSTICO DAS DOENÇASEXANTEMÁTICAS NA INFÂNCIA Prof. Francisco Robson da Costa Lima
  2. 2. FLUXOGRAMA PARA DIAGNÓSTICO DOS EXANTEMAS ANAMNESE IDADE ANTECEDENTES - exantemas prévios - história vacinal - exposição (contato) - período de incubação - uso de drogas PERÍODO PRODRÔMICO - duração - febre - manifestações respiratórias - manifestações gastrintestinais - manifestações neurológicas - outras manifestações EXANTEMA - tipo - progressão - distribuição - descamação - prurido SITUAÇÃO DO ANO SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
  3. 3. EXAME FÍSICO EXANTEMA - tipo - distribuição EXAMES COMPLEMENTARES - descamação INESPECÍFICOS ENANTEMA - hemograma - conjuntiva - velocidade de hemossedimentação - boca - urogenital ESPECÍFICOS SINAIS ASSOCIADOS - pesquisa direta de microrganismos - adenomegalia - cultura - anemia - sorologia - artrite/artralgia- hepato e/ou esplenomegalia - icterícia - meningismo
  4. 4. EXANTEMA EXANTEMA EXANTEMA EXANTEMA PETEQUIALMACULOPAPULAR MACULOPAPULAR PAPULOVESICULAR E/OU PURPÚRICOSEM PRÓDROMOS COM PRÓDROMOS ROTEIRO ROTEIRO ROTEIRO ROTEIRO DIANÓSTICO 1 DIANÓSTICO 2 DIANÓSTICO 3 DIANÓSTICO 4
  5. 5. ROTEIRO DIANÓSTICO 1 – EXANTEMA MACULOPAPULAR ❶EXANTEMA MACULOPAPULAR: morbiliforme, escarlatiniforme, rubeoliforme, urticariforme SIM PRÓDROMOS PRESENTES ROTEIRO DIAGNÓSTICO 2 NÃO SIM SIM “CARA DE PALHAÇO” EXANTEMA RENDILHADO ERITEMA INFECCIOSO
  6. 6. SIM SIM“CARA DE PALHAÇO” EXANTEMA RENDILHADO ERITEMA INFECCIOSO NÃO SIMADENOPATIA RETROAURICULAR E/OU OCCIPITAL RUBÉOLA NÃO
  7. 7. ADENOPATIA RETROAURICULAR E/OU OCCIPITAL RUBÉOLA NÃO SIMMANIFESTAÇÕES GASTRINTESTINAIS E/OU NEUROLÓGICAS ENTEROVIROSE NÃO
  8. 8. MANIFESTAÇÕES GASTRINTESTINAIS E/OU NEUROLÓGICAS ENTEROVIROSE NÃO SIMUSO DE DROGAS REAÇÃO A DROGA NÃO SIMEXPOSIÇÃO A OUTROS ALÉRGENOS URTICÁRIA NÃO
  9. 9. SIMUSO DE DROGAS REAÇÃO A DROGA NÃO SIMEXPOSIÇÃO A OUTROS ALÉRGENOS URTICÁRIA NÃO SIMEXPOSIÇÃO A INSETOS ESTRÓFULO NÃO
  10. 10. EXPOSIÇÃO A INSETOS ESTRÓFULO NÃO SIMEXPOSIÇÃO AO SOL E/OU CALOR AMBIENTAL ERITEMA SOLAR MILIÁRIA
  11. 11. ROTEIRO DIANÓSTICO 2 – EXANTEMA MACULOPAPULAR ❷EXANTEMA MACULOPAPULAR: morbiliforme, escarlatiniforme, rubeoliforme, urticariforme NÃO PRÓDROMOS PRESENTES ROTEIRO DIAGNÓSTICO 1 SIM SIM SIM APENAS FEBRE EXANTEMA APÓS FIM DA FEBRE EXANTEMA SÚBITO E INÍCIO NO TRONCO NÃO
  12. 12. SIM SIMAPENAS FEBRE EXANTEMA APÓS FIM DA FEBRE EXANTEMA SÚBITO E INÍCIO NO TRONCO NÃO SIM SIMMANIFESTAÇÕES GASTRINTESTINAIS PREDOMÍNIO ENTEROVIROSE OU NEUROLÓGICAS NO VERÃO NÃO
  13. 13. SIM SIMMANIFESTAÇÕES GASTRINTESTINAIS PREDOMÍNIO ENTEROVIROSE OU NEUROLÓGICAS NO VERÃO NÃO SIM SIMFEBRE E CONJUNTIVITE MANCHAS DE KOPLIK SARAMPO NÃO
  14. 14. SIM SIMFEBRE E CONJUNTIVITE MANCHAS DE KOPLIK SARAMPO NÃO SIM SIM FEBRE, ANGINA E ERITEMA USO DE DROGAS ADENOMEGALIA CERVICAL MULTIFORME NÃO
  15. 15. SIM SIM FEBRE, ANGINA E ERITEMA USO DE DROGASADENOMEGALIA CERVICAL MULTIFORME NÃO SIM HIPEREMIA CONJUNTIVAL, EDEMA MÃOS/PÉS DOENÇA DE KAWASAKI
  16. 16. SIM SIM FEBRE, ANGINA E ERITEMA USO DE DROGASADENOMEGALIA CERVICAL MULTIFORME NÃO SIM HIPEREMIA CONJUNTIVAL, EDEMA MÃOS/PÉS KAWASAKI NÃO SIM EXANTEMA TIPO “LIXA” E LÍNGUA EM FRAMBOESA ESCARLATINA
  17. 17. SIM SIM FEBRE, ANGINA E ERITEMA USO DE DROGASADENOMEGALIA CERVICAL MULTIFORME NÃO SIM HIPEREMIA CONJUNTIVAL, EDEMA MÃOS/PÉS KAWASAKI NÃO SIM EXANTEMA TIPO “LIXA” E LÍNGUA EM FRAMBOESA ESCARLATINA NÃO SIM ESPLENOMEGALIA MONONUCLEOSE
  18. 18. SIM SIM FEBRE, ANGINA E ERITEMA USO DE DROGASADENOMEGALIA CERVICAL MULTIFORME NÃO SIM HIPEREMIA CONJUNTIVAL, EDEMA MÃOS/PÉS KAWASAKI NÃO SIM EXANTEMA TIPO “LIXA” E LÍNGUA EM FRAMBOESA ESCARLATINA NÃO SIM ESPLENOMEGALIA MONONUCLEOSE NÃO SIM RUBÉOLA ARTRALGIA (ADOLESCENTE) NÃO
  19. 19. SIM SIM FEBRE, ANGINA E ERITEMA USO DE DROGASADENOMEGALIA CERVICAL MULTIFORME NÃO SIM HIPEREMIA CONJUNTIVAL, EDEMA MÃOS/PÉS KAWASAKI NÃO SIM EXANTEMA TIPO “LIXA” E LÍNGUA EM FRAMBOESA ESCARLATINA NÃO SIM ESPLENOMEGALIA MONONUCLEOSE NÃO SIM RUBÉOLA ARTRALGIA (ADOLESCENTE) NÃO ADENOVIROSE NÃO
  20. 20. SIM SIM FEBRE, ANGINA E ERITEMA USO DE DROGAS ADENOMEGALIA CERVICAL MULTIFORME NÃO SIM HIPEREMIA CONJUNTIVAL, EDEMA MÃOS/PÉS KAWASAKI NÃO SIM EXANTEMA TIPO “LIXA” E LÍNGUA EM FRAMBOESA ESCARLATINA NÃO SIM ESPLENOMEGALIA MONONUCLEOSE NÃO SIM RUBÉOLA ARTRALGIA (ADOLESCENTE) NÃO ADENOVIROSE NÃO SIMFEBRE, CEFALÉIA, DOR RETROBITÁRIA, MIALGIA E ARTRALGIA DENGUE CLÁSSICO ÁREA ENDÊMICA
  21. 21. ROTEIRO DIANÓSTICO 3 – EXANTEMA PAPULOVESICULAR ❸EXANTEMA PAPULOVESICULAR: variceliforme SIM SIMPRÓDROMOS PRESENTES NEURALGIA HERPES ZOSTER
  22. 22. SIM SIMPRÓDROMOS PRESENTES NEURALGIA HERPES ZOSTER NÃO 2 OU MAIS SIM SIM SIM FEBRE MANIFESTAÇÕES MUCOSAS E SÍNDROME DE MAL-ESTAR RESPIRATÓRIAS USO DE STEVENS-JOHNSON DROGAS NÃONÃO
  23. 23. SIM SIMPRÓDROMOS PRESENTES NEURALGIA HERPES ZOSTER NÃO 2 OU MAIS SIM SIM SIM FEBRE MANIFESTAÇÕES MUCOSAS E SÍNDROME DE MAL-ESTAR RESPIRATÓRIAS USO DE STEVENS-JOHNSON DROGAS NÃO NÃO SIMDISTRIBUIÇÃO CENTRÍFUGA SÍNDROME MÃO-PÉ-BOCA NÃO
  24. 24. SIMDISTRIBUIÇÃO CENTRÍFUGA SÍNDROME MÃO-PÉ-BOCA NÃO SIM SIMPREDOMÍNIO NO VERÃO MANIFESTAÇÕES SISTÊMICAS ENTEROVIROSE
  25. 25. SIMDISTRIBUIÇÃO CENTRÍFUGA SÍNDROME MÃO-PÉ-BOCA NÃO SIM SIMPREDOMÍNIO NO VERÃO MANIFESTAÇÕES SISTÊMICAS ENTEROVIROSE NÃO NÃO IMPETIGO/ESTRÓFULO
  26. 26. SIM SIM SIM LESÕES EM LESÕES EM POLIMORFISMO VARICELAMUCOSA ORAL TRONCO REGIONAL NÃO
  27. 27. SIM SIM SIM LESÕES EM LESÕES EM POLIMORFISMO VARICELAMUCOSA ORAL TRONCO REGIONAL NÃO HERPES SIMPLES
  28. 28. ROTEIRO DIANÓSTICO 4 – EXANTEMA PETEQUIAL E/OU PURPÚRICO ❹EXANTEMA PETEQUIAL E/OU PURPÚRICO INFECÇÃO CONGÊNITA (STORCH):  SÍFILIS SIM  TOXOPLASMOSE PERÍODO NEONATAL  RUBÉOLA  CITOMEGALOVÍRUS  HERPES NÃO SEPTICEMIA
  29. 29. ROTEIRO DIANÓSTICO 4 – EXANTEMA PETEQUIAL E/OU PURPÚRICO ❹EXANTEMA PETEQUIAL E/OU PURPÚRICO INFECÇÃO CONGÊNITA (STORCH):  SÍFILIS SIM  TOXOPLASMOSE PERÍODO NEONATAL  RUBÉOLA  CITOMEGALOVÍRUS  HERPES NÃO SEPTICEMIA SIM SIM BOM ESTADO GERAL PREDOMÍNIO NO VERÃO ENTEROVIROSE NÃO
  30. 30. SIM SIMBOM ESTADO GERAL PREDOMÍNIO NO VERÃO ENTEROVIROSE NÃO SIM PÚRPURA DISTRIBUIÇÃO GRAVITACIONAL HENOCH-SCHÖNLEIN NÃO PÚRPURA NÃO TROMBOCITOPÊNICA IDIOPÁTICA
  31. 31. SIMBOM ESTADO GERAL PREDOMÍNIO NO VERÃO ENTEROVIROSE NÃO SIM PÚRPURA DISTRIBUIÇÃO GRAVITACIONAL HENOCH-SCHÖNLEIN NÃO PÚRPURA NÃO TROMBOCITOPÊNICA IDIOPÁTICAFEBRE, CEFALÉIA, DOR RETROBITÁRIA, MIALGIA E ARTRALGIA SIM ÁREA ENDÊMICA FEBRE HEMORRÁGICA DA NÃO DENGUE
  32. 32. FEBRE, CEFALÉIA, DOR RETROBITÁRIA, MIALGIA E ARTRALGIA SIM ÁREA ENDÊMICA FEBRE HEMORRÁGICA DA NÃO DENGUE SIMACOMETIMENTO DE MÚLTIPLOS ÓRGÃOS SEPSE NÃO
  33. 33. SIMACOMETIMENTO DE MÚLTIPLOS ÓRGÃOS SEPSE NÃO SIM SIM FEBRE MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS EXPOSIÇÃO A CARRAPATOS MACULOSA
  34. 34. SIM SIM FEBRE MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS EXPOSIÇÃO A CARRAPATOS MACULOSA NÃO NÃO SIM SIMMANIFESTAÇÕES GASTRINTESTINAIS PREDOMÍNIO NO VERÃO ENTEROVIROSE NÃO NÃO
  35. 35. SIM SIM FEBRE MANIFESTAÇÕES NEUROLÓGICAS EXPOSIÇÃO A CARRAPATOS MACULOSA NÃO NÃO SIM SIMMANIFESTAÇÕES GASTRINTESTINAIS PREDOMÍNIO NO VERÃO ENTEROVIROSE NÃO NÃO SIM HISTÓRIA DE CONTÁGIO DOENÇA MENINGOCÓCICA NÃO
  36. 36. SIM HISTÓRIA DE CONTÁGIO DOENÇA MENINGOCÓCICA NÃO SIM PROCEDÊNCIA DE SIMANEMIA E HEPATOESPLENOMEGALIA ÁREA ENDÊMICA CALAZAR NÃO LEUCEMIA
  37. 37. OBRIGADO! Prof. Francisco Robson da Costa Lima E-mail: frdcl@hotmal.comWeb site: professorrobsoncosta.blogspot.com

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