Atenção Farmacêutica emAtenção Farmacêutica emProblemas RespiratóriosProblemas RespiratóriosASMAASMAProf. Cassyano J Correr
22Asma: Dados relevantesAsma: Dados relevantes A asma é uma das doenças crônicasA asma é uma das doenças crônicasmais com...
33TópicosTópicos Caracterização do ProblemaCaracterização do Problema Epidemiologia Diagnóstico Tratamento Monitoriza...
44O que é a asma Brônquica? É uma doença inflamatória crônicacaracterizada por hiper-responsividade das viasaéreas inferi...
55 Nas crises de asma, as vias aéreasinferiores sofrem modificaçõesimportantes:• A musculatura dos brônquios se contrai,d...
66Definição de AsmaDefinição de Asma Clínica:Clínica: Episódios recorrentes de chiado, tosse e falta de ar.Episódios rec...
77Patologia da AsmaPatologia da AsmaPulmões NormaisPulmões Normais AsmaAsmaFuente: “Lo que Ud. y su familia pueden hacer e...
88Fisiopatologia hiper-reatividade brônquica  Maior tendência àbroncoconstrição; Reação a alérgenos: ácaros, pó domésti...
99Obstrução: Inflamação e remodelamentoObstrução: Inflamação e remodelamento
1010O Papel central da InflamaçãoO Papel central da InflamaçãoFatores de RiscoFatores de Risco(para o desenvolvimento da a...
11111. Ativação predominante das células T auxiliares (Th) do tipo 2 daresposta imune;2. A partir da exposição a alérgenos...
1212Interações dos linfócitos e mastócitos naInterações dos linfócitos e mastócitos navia dependente de IgEvia dependente ...
1313Linfócitos: ThLinfócitos: Th11 vsvs. Th. Th22
1414MASTÓCITO5-305-30minutosminutosMinutosMinutosaahorashorasCitocinas1-51-5minutosminutosMediadoreslipídicosMediadoresdos...
1515O Papel dos EosinófilosO Papel dos Eosinófilos
1616Agente desencadeante;alérgeno ou estímuloinespecíficoFase imediataMastócitos, célulasmononucleadasEspasmógenos(cysLTcy...
1717Complicações da doença Crises Asmáticas:• De início subagudo ou lento• De início rápido Fibrose Pulmonar
1818Fatores de Risco Associados aoFatores de Risco Associados aoDesenvolvimento de AsmaDesenvolvimento de AsmaFatores indi...
1919Fatores de risco da asma:Características genéticasAtopiaAtopia Predisposição do organismo emproduzir um anticorpo cha...
2020Fatores desencadeantesFatores desencadeantesAlérgenos SensibilizantesocupacionaisInfecções virais Ácaros do pódomésti...
2121TópicosTópicos Caracterização do Problema EpidemiologiaEpidemiologia Diagnóstico Tratamento Monitorização dos res...
2222Dados epidemiológicos Asma: 350.000 internações/ano no Brasil 4ª causa de internação Prevalência entre 7,3% e 10,2%...
2323Custos gerados pela asmaEstados Unidos, 1980–1998Projeção para o ano 2000051015Costosestimados enmiles demillones dedó...
2424TópicosTópicos Caracterização do Problema Epidemiologia DiagnósticoDiagnóstico Tratamento Monitorização dos resul...
2525DiagnósticoDiagnóstico O diagnóstico se baseia:O diagnóstico se baseia: Condições ClínicasCondições Clínicas Avalia...
2626Diagnóstico Clínico São indicativos de asma:• Um ou mais dos seguintes sintomas: Dispnéia, tosse crônica, sibilância...
2727Diagnóstico Funcional Espirometria Pico do Fluxo Expiratório (PFE) Testes adicionais.
2828Diagnóstico Funcional: Espirometria Exame que registra o máximo volume de ar(VEF) que um indivíduo pode movimentardes...
2929Diagnóstico Funcional: Espirometria• Parâmetros usuais em espirometria
3030EspirometriaEspirometria11Tempo (seg)22 33 44 55VEF1VolumeIndivíduo NormalIndivíduo NormalAsmático (Pós-BD)Asmático (P...
3131 São indicativos de asma:• Obstrução das vias aéreas caracterizada por reduçãodo VEF1 (inferior a 80% do previsto) e ...
3232 A espirometria é indicada na asma:• Na ocasião da avaliação inicial• Após tratamento com estabilização dossintomas e...
3333Pico de Fluxo Expiratório (PFE) Teste também usado para o diagnóstico e monitorizaçãodos resultados da terapêutica. ...
3434• Cada vez que se toma a FEMdeve-se realizar três medidase considerar a mais alta comodefinitiva.• Existem valores teó...
3535 São indicativos de asma:• Diferença percentual média entre a maior de trêsmedidas de PEF efetuadas pela manhã e à no...
3636Testes adicionais Indivíduos sintomáticos com espirometrianormal e ausência de reversibilidade com usode broncodilata...
3737Diagnóstico da Alergia Anamnese para identificação deprováveis alérgenos; Testes cutâneos (punturas); Determinação ...
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3939
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4242Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoObjetivosObjetivos Conseguir o desaparecimento dos sintomascrôn...
4343Programa de tratamento em seis partes:Evitar e controlar os desencadeantes da asmaNHLBI; OMS, 2002.Estabelecer planos ...
4444Tratamentoda AsmaControleControleAmbientalAmbientalTratamentoTratamentoFarmacológicoFarmacológicoEducaçãoEducaçãodo pa...
4545Redução da exposiçãoaos ácaros do pódoméstico Usar forros para colchõesUsar forros para colchõese almofadase almofada...
4646Redução da exposição aocigarro no ambienteExiste evidênciaExiste evidênciade relação causalde relação causalentre a ex...
4747Redução da exposiçãoaos animais deestimação• As pessoas alérgicas a pêlos de animais não deveriam ternenhum animal de ...
4848Redução da exposição aomofo• Eliminar o mofo ajuda a controlar a exacerbaçãoda asma.
4949Asma Induzida por medicamentos ß-bloqueadores Contra-indicados em pacientes com asma porbloquearem receptores beta d...
5050Fármacos com reaçãocruzada ao AASFármacos semreação cruzadaDiclofenacoFenoprofenoHidrocortizonaIbuprofenoIndometacinaC...
5151 Acetilcisteína Amiodarona Captopril Clonidina Fentanila Hidralazina Isoproterenol Latanoprost Metotrexato M...
5252Tratamento Farmacológico 80% dos pacientes que utilizam inaladores, atécnica inalatória é incorreta. A imunoterapia ...
5353BroncodilatadoresBroncodilatadores AntiinflamatóriosAntiinflamatóriosBeta-2 agonistasBeta-2 agonistasAção curta:Ação c...
5454Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoTerapêutica MedicamentosaTerapêutica MedicamentosaManutençãoManu...
5555.... .... ... .Beta-2 agonistasCorticosteróidesMastócitoMastócitoMacrófagoMacrófagoEosinófiloEosinófiloLinfócito Th2Li...
5656Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoBetaBeta22-Agonistas de curta duração-Agonistas de curta duração...
5757 Sua administração provoca relaxamento daSua administração provoca relaxamento damusculatura lisa das vias aéreas;mus...
5858ACGsBeta-2 agonistaATPATP cAMPcAMPProteína inativaProteína inativaquinase Aquinase ASubunidadeSubunidaderegulatóriareg...
5959Salbutamol Fenoterol TerbutalinaAerolin® Berotec® Bricanyl® Solução Oral Xarope Sol. p/ nebulização Ampolas MDI ...
6060Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoBetaBeta22-Agonistas de Longa Duração-Agonistas de Longa Duração...
6161Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoBetaBeta22-Agonistas de Longa Duração-Agonistas de Longa Duração...
6262 Utilizadas como broncodilatadores: teofilina,aminofilina (teofilina-etilenodiamina) e bamifilina. Baixa potência br...
6363GGssTeofilinaTeofilinaR ACAC RRGGssGCGCAgonista (ex: beta-2)Agonista (ex: beta-2)PDE III, IVPDE III, IV PDE VPDE VATPA...
6464Teofilina Aminofilina BamifilinaTeolong® Aminofilina® Bamifix® Cápsulas LP Sol. oral Sol. oral Comprimidos Ampola...
6565 Teofilina:• A meia-vida aumenta na presença de hepatopatia, insuficiênciacardíaca e infecções virais• A meia-vida di...
6666 Brometo de Ipratrópio: relaxa a constrição brônquicapela estimulação parassimpática, particularmente naasma induzida...
6767 Fármacos de escolha no tratamento de manutenção dasasma persistente Reduzem a síntese de leucotrienos e prostagland...
6868GlicocorticóidesGlicocorticóideshsp90hsp90NúcleoNúcleo ERGnERGn ERG+ERG+Gen alvoresponsivoao corticóideXCitocinas (ILs...
6969Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCorticosteróides Inalatórios (CIs)Corticosteróides Inalatórios (...
7070Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCorticosteróides Inalatórios (CIs)Corticosteróides Inalatórios (...
7171Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCorticosteróidesCorticosteróidesBeclometasona Budesonida Flutica...
7272 Diferenças de potência: Budesonida e fluticasona tem melhor índice terapêutico que osdemais. Budesonida por sistem...
7373Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoDoses Comparativas dos CorticosteróidesDoses Comparativas dos Co...
7474 Uso sistêmico:• Prednisona (Meticorten®) e prednisolona (Predsim®, Prelone®) Necessário em alguns pacientes com asm...
7575 Cromoglicato e nedocromil: Inibidores da degranulaçãode mastócitos. Atuam bloqueando os canais de cloro diminuindo ...
7676CromonasCromonasBloqueioBloqueioClCl--CaCa++++CaCa++++MembranaMembranacelularcelularForaForaDentroDentroHidrólise deHi...
7777Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCromonasCromonasCromoglicato NedocromilIntal® Tilade® MDI DPI...
7878Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoModificadores de LeucotrienosModificadores de Leucotrienos Meca...
7979LEUCOTRIENOSX XXX XXXAAAA5 - Lipoxigenase5 - LipoxigenaseFLAPFLAP11225 - HPETE5 - HPETELTALTA44LTALTA44 HYDROLASEHYDRO...
8080Mecanismo de ação dos antagonistas dosMecanismo de ação dos antagonistas dosreceptores de leucotrienosreceptores de le...
8181Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoModificadores de LeucotrienosModificadores de LeucotrienosMontel...
8282J Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
8383TópicosTópicos Caracterização do Problema Epidemiologia Diagnóstico Tratamento Monitorização dos resultadosMonito...
8484Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoLinhas de EstratégiaLinhas de Estratégia Orientação sobre a nat...
8585Educação do paciente:metas
8686Educação do paciente:metas
8787Uso adequado de inaladoresUso adequado de inaladores
8888Dispositivos para administração demedicamentos por via inalatóriaInalador Dosimetrado Inalador Dosimetrado+ espaçadorN...
8989Educação do Paciente: técnicas deuso• Retirar a tampa• Agitar o dispositivo• Posicionar a saída do bocal verticalmente...
9090Educação do Paciente: técnicas deuso• Retirar a tampa do spray e agitá-lo• Acoplar ao espaçador e acoplar a saída does...
9191Educação do Paciente: técnicas deusoInaladores de pó secoJ Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
9292Educação do Paciente: técnicas deuso• Reservados para crises graves epacientes que não se adaptam aosdispositivos ante...
9393J Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
9494Critérios clínicos deefetividade1. Freqüência deaparição dossintomas clássicos:• Dispnéia• Dispnéia noturna• Crises• L...
9595Eficácia dos medicamentosQuando avaliar:Quando avaliar:
9696Pico de fluxo expiratório• Técnica de utilização• Deve-se usar sempre a mesma medida dePFE para poder comparar os resu...
9797Pico de fluxo expiratório• Registro da evolução do paciente
9898 Deve-se realizar o PFE duas vezes ao dia, demanhã a à noite, antes de usar obroncodilatador. Como avaliar se a asma...
9999a) Porcentagem de variação sobre omelhor resultado individual O melhor valor se obtém medindo o PFE 3-4 vezes aodia d...
100100b) Comparar os valores de PFE comvalores teóricos em função daidade e altura do paciente Não utilizar esta técnica ...
101101
102102Casos clínicosCasos clínicos
103103Caso 1. Mulher, 63 anos,analfabeta Asma diagnostica há 15 anos, com componente sazonal,assintomática no verão e sin...
104104Caso 2. Mulher, 32 anos, fumante Asma diagnosticada há 12 anos, asma sensível a pólen,ácaros e pêlos de cachorros e...
105105Caso 3. Homem, 23 anos. Asma diagnosticada há 15 anos. Asma extrínseca, comsensibilidade a ácaros, pólen e pêlos an...
106106Caso 4. Mulher, 17 anos. Asma diagnosticada há 3 anos, asma extrínseca sazonal.Segundo a medicação utilizada se cla...
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Asma Brônquica

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Graduação em Farmácia UFPR - Curitiba - PR.

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Asma Brônquica

  1. 1. Atenção Farmacêutica emAtenção Farmacêutica emProblemas RespiratóriosProblemas RespiratóriosASMAASMAProf. Cassyano J Correr
  2. 2. 22Asma: Dados relevantesAsma: Dados relevantes A asma é uma das doenças crônicasA asma é uma das doenças crônicasmais comuns no mundo.mais comuns no mundo. Aumento da prevalência.Aumento da prevalência. Absenteísmo e gastos em saúde.Absenteísmo e gastos em saúde. Os principais fatores responsáveis pelaOs principais fatores responsáveis pelamorbi-mortalidade são carência demorbi-mortalidade são carência dediagnóstico e o tratamento inadequado.diagnóstico e o tratamento inadequado.
  3. 3. 33TópicosTópicos Caracterização do ProblemaCaracterização do Problema Epidemiologia Diagnóstico Tratamento Monitorização dos resultados
  4. 4. 44O que é a asma Brônquica? É uma doença inflamatória crônicacaracterizada por hiper-responsividade das viasaéreas inferiores e por limitação variável aofluxo aéreo, reversível espontaneamente oucom tratamento; Manifesta-se clinicamente por episódiosrecorrentes de sibilância, dispnéia, aperto nopeito e tosse, particularmente à noite e pelamanhã, ao despertar; Resulta de uma interação genética, exposiçãoambiental e outros fatores específicos quelevam ao desenvolvimento e manutenção dossintomas.
  5. 5. 55 Nas crises de asma, as vias aéreasinferiores sofrem modificaçõesimportantes:• A musculatura dos brônquios se contrai,diminuindo seu diâmetro (broncoconstrição) ;• A mucosa interna se inflama (inflamação);• É produzido um excesso de muco, queobstrui os ductos respiratórios(hipersecreção);O que é a asma Brônquica?
  6. 6. 66Definição de AsmaDefinição de Asma Clínica:Clínica: Episódios recorrentes de chiado, tosse e falta de ar.Episódios recorrentes de chiado, tosse e falta de ar. Obstrução variável e reversível.Obstrução variável e reversível. Variações circadianas e sazonais.Variações circadianas e sazonais. Fatores individuais e ambientais.Fatores individuais e ambientais. Funcional:Funcional: Tríade: Limitação, reversibilidade e hiper-Tríade: Limitação, reversibilidade e hiper-responsividade.responsividade.
  7. 7. 77Patologia da AsmaPatologia da AsmaPulmões NormaisPulmões Normais AsmaAsmaFuente: “Lo que Ud. y su familia pueden hacer en relación al asma” de la Iniciativa Global para el AsmaFuente: “Lo que Ud. y su familia pueden hacer en relación al asma” de la Iniciativa Global para el AsmaCreado y financiado por NIH/NHLBICreado y financiado por NIH/NHLBI
  8. 8. 88Fisiopatologia hiper-reatividade brônquica  Maior tendência àbroncoconstrição; Reação a alérgenos: ácaros, pó doméstico, pêlos deanimais, mofo, ar frio ou exercício físico.
  9. 9. 99Obstrução: Inflamação e remodelamentoObstrução: Inflamação e remodelamento
  10. 10. 1010O Papel central da InflamaçãoO Papel central da InflamaçãoFatores de RiscoFatores de Risco(para o desenvolvimento da asma)(para o desenvolvimento da asma)INFLAMAÇÃOINFLAMAÇÃOHiper-responsividadeHiper-responsividadedas vias aéreasdas vias aéreas ObstruçãoObstruçãoFatores de riscoFatores de risco(para as exacerbações)(para as exacerbações)SintomasSintomas
  11. 11. 11111. Ativação predominante das células T auxiliares (Th) do tipo 2 daresposta imune;2. A partir da exposição a alérgenos, há aumento na linhagem decélulas Th2, e a seguir:• Produção de citocinas que ativam células B/plasmócitos para aprodução e liberação de IgE;• Produção de citocinas (IL-5) que promovem diferenciação e ativaçãodos eosinófilos;• Produção de outras citocinas (IL-4, IL-13) que induzem a expressãode receptores de IgE em mastócitos e eosinófilos.1. A partir disto o sistema torna-se preparado para desencadearuma nova resposta de asma quando da nova exposição aalérgenos.2. Os ataques se compõem de uma fase imediata e uma fasetardia.Fisiopatologia
  12. 12. 1212Interações dos linfócitos e mastócitos naInterações dos linfócitos e mastócitos navia dependente de IgEvia dependente de IgE
  13. 13. 1313Linfócitos: ThLinfócitos: Th11 vsvs. Th. Th22
  14. 14. 1414MASTÓCITO5-305-30minutosminutosMinutosMinutosaahorashorasCitocinas1-51-5minutosminutosMediadoreslipídicosMediadoresdos grânulos• histamina• heparina• triptase• quimase• Leucotrieno C4• Prostaglandina C2• TNF - alpha• IL-4• IL-5• IL-6• IL-13
  15. 15. 1515O Papel dos EosinófilosO Papel dos Eosinófilos
  16. 16. 1616Agente desencadeante;alérgeno ou estímuloinespecíficoFase imediataMastócitos, célulasmononucleadasEspasmógenos(cysLTcysLT, H,PGD2)Quimitaxinas,quimiocinasBroncoespasmoInfiltração de células Th2 queliberam citocinas, monócitos eativação de células inflamatórias,particularmente eosinófilosFase TardiaMediadores, p. ex.cysLT,neuropeptídeos?, NO?,adenosina?EMBP, ECPLesãoepitelialInflamaçãodas viasaéreasHiper-reatividadedas vias aéreasBroncoespasmo, sibilância,tosseInibição pelosglicocorticóidesPrevenção pelo cromoglicato e nedocromilRevertido por agonistasbeta, teofilina eantagonistas deleucotrienos
  17. 17. 1717Complicações da doença Crises Asmáticas:• De início subagudo ou lento• De início rápido Fibrose Pulmonar
  18. 18. 1818Fatores de Risco Associados aoFatores de Risco Associados aoDesenvolvimento de AsmaDesenvolvimento de AsmaFatores individuais Predisposição genética Atopia Hiper-responsividade Idade, Sexo, Etnia*Fatores ambientais Alérgenos Sensibilizadores ocupacionais Cigarro Poluição atmosférica Infecções Fatores socioeconômicos Dieta e medicamentos Obesidade
  19. 19. 1919Fatores de risco da asma:Características genéticasAtopiaAtopia Predisposição do organismo emproduzir um anticorpo chamadoImunoglobulina E (IgE) em resposta aexposição aos alérgenos ambientais; Pode ser analisada no sangue;
  20. 20. 2020Fatores desencadeantesFatores desencadeantesAlérgenos SensibilizantesocupacionaisInfecções virais Ácaros do pódoméstico Pêlos animais Resíduos de soldagem Ácidos industriais Influenza Vírus SincicialRespiratório RinovírusFatores atmosféricos Fármacos Outros fatores Consumo de tabaco Dióxido de enxofre ß-bloqueadores AINES Ar frio Emoção Mofo Exercício
  21. 21. 2121TópicosTópicos Caracterização do Problema EpidemiologiaEpidemiologia Diagnóstico Tratamento Monitorização dos resultados
  22. 22. 2222Dados epidemiológicos Asma: 350.000 internações/ano no Brasil 4ª causa de internação Prevalência entre 7,3% e 10,2% entre 6 e 14anos; 5-10% das mortes por causa respiratória
  23. 23. 2323Custos gerados pela asmaEstados Unidos, 1980–1998Projeção para o ano 2000051015Costosestimados enmiles demillones dedólares1980* 1985* 1990** 1994** 1998** 2000AñoFonte: * Weiss, et al. 1992** Weiss, et al. 2001CustosestimadoemBilhõesde dólaresCustosestimadoemBilhõesde dólares
  24. 24. 2424TópicosTópicos Caracterização do Problema Epidemiologia DiagnósticoDiagnóstico Tratamento Monitorização dos resultados
  25. 25. 2525DiagnósticoDiagnóstico O diagnóstico se baseia:O diagnóstico se baseia: Condições ClínicasCondições Clínicas Avaliações FuncionaisAvaliações Funcionais Avaliação da alergiaAvaliação da alergia
  26. 26. 2626Diagnóstico Clínico São indicativos de asma:• Um ou mais dos seguintes sintomas: Dispnéia, tosse crônica, sibilância, aperto no peitoou desconforto torácico. Especialmente se ocorrem à noite ou nasprimeiras horas da manhã.• Sintomas Episódicos.• Melhora espontânea ou pelo uso demedicações específicas para asma.• Diagnósticos alternativos excluídos.
  27. 27. 2727Diagnóstico Funcional Espirometria Pico do Fluxo Expiratório (PFE) Testes adicionais.
  28. 28. 2828Diagnóstico Funcional: Espirometria Exame que registra o máximo volume de ar(VEF) que um indivíduo pode movimentardesde uma inspiração máxima até umaexpiração completa.• O principal objetivo édemonstrar umaobstrução do fluxoaéreo que se revertepela administração debroncodilatadores.
  29. 29. 2929Diagnóstico Funcional: Espirometria• Parâmetros usuais em espirometria
  30. 30. 3030EspirometriaEspirometria11Tempo (seg)22 33 44 55VEF1VolumeIndivíduo NormalIndivíduo NormalAsmático (Pós-BD)Asmático (Pós-BD)Asmático (Pré-BD)Asmático (Pré-BD)Nota: Cada traçado de VEF1 reflete a maior entre três medidas repetidasVEF1 = Máximo volume de ar liberado no primeiro segundo de expiração.CVF = Capacidade Vital forçada (volume total de ar expulsado em uma expiração forçada).CritériosCritériosEspirométricosEspirométricos VEFVEF11/CVF/CVF VEFVEF11 Resposta ao BDResposta ao BDTraçadosTraçadosEspirométricos (VEFEspirométricos (VEF11))típicostípicos
  31. 31. 3131 São indicativos de asma:• Obstrução das vias aéreas caracterizada por reduçãodo VEF1 (inferior a 80% do previsto) e da relaçãoVEF1/CVF (inferior a 0,75 em adultos e a 0,86 emcrianças);• Obstrução ao fluxo aéreo que desaparece ou melhorasignificativamente após o uso de broncodilatador ß2de curta duração (aumento do VEF1 de 7% emrelação ao valor previsto e 200ml em valor absoluto);• Aumento espontâneo do VEF1 no decorrer do tempoou após uso de corticosteróides (por duas semanas)de 20%, excedendo 250ml.Diagnóstico Funcional: Espirometria
  32. 32. 3232 A espirometria é indicada na asma:• Na ocasião da avaliação inicial• Após tratamento com estabilização dossintomas e do Pico de Fluxo Expiratório (PFE)para documentar o nível obtido de funçãopulmonar (normal ou não)• Em pacientes com asma persistente gravequando mudanças no tratamento forem feitas(em geral, a cada 3-6 meses)EspirometriaEspirometria
  33. 33. 3333Pico de Fluxo Expiratório (PFE) Teste também usado para o diagnóstico e monitorizaçãodos resultados da terapêutica. Consiste na velocidade máxima com que se expulsa oar depois de realizar uma inspiração completa. O diagnóstico da asma pode ser confirmadodemonstrando-se a presença de obstrução reversíveldas vias aéreas, utilizando-se para isso um medidor depico de fluxo (Peak Flow Meter);
  34. 34. 3434• Cada vez que se toma a FEMdeve-se realizar três medidase considerar a mais alta comodefinitiva.• Existem valores teóricos doFEM em função da idade ealtura, frente aos quais sepode comparar os valoresobtidos e calcular a gravidadeda obstrução.Pico de Fluxo Expiratório (PFE)
  35. 35. 3535 São indicativos de asma:• Diferença percentual média entre a maior de trêsmedidas de PEF efetuadas pela manhã e à noite comamplitude superior a 20% em um período de duas atrês semanas.• Aumento de 20% nos adultos e 30% nas crianças noPFE, 15 minutos após uso de ß2 de curta duração.Pico de Fluxo Expiratório (PFE)
  36. 36. 3636Testes adicionais Indivíduos sintomáticos com espirometrianormal e ausência de reversibilidade com usode broncodilatador:• Teste de broncoprovocação com agentesbroncoconstritores (metacolina, histamina,carbacol).• Teste de broncoprovocação por exercíciodemonstrando queda do VEF1 acima de 10-15%.
  37. 37. 3737Diagnóstico da Alergia Anamnese para identificação deprováveis alérgenos; Testes cutâneos (punturas); Determinação de IgE sérica (mais cara);
  38. 38. 3838Classificação da gravidadeClassificação da gravidadeIntermitenteIntermitentePersistentePersistenteleveleveModeradaModeradaGraveGrave60% dos casos60% dos casos25-30% dos casos25-30% dos casos5-10% dos casos5-10% dos casos • Análise daAnálise dagravidadegravidadepelapelafreqüência efreqüência eintensidadeintensidadedos sintomasdos sintomase pela funçãoe pela funçãopulmonarpulmonar
  39. 39. 3939
  40. 40. 4040VEF1VEF180%80% SintomasSintomasIntermitente ouIntermitente ouPersistente levePersistente leve Persistente ModeradaPersistente ModeradaPersistente GravePersistente GraveVEF1VEF1VEF1VEF180%80%Classificação daClassificação daGravidade daGravidade daAsma*Asma*SemanasSemanas SemanasSemanasSemanasSemanas* III Consenso Brasileiro* III Consenso Brasileirono Manejo da Asma - 2002no Manejo da Asma - 2002
  41. 41. 4141TópicosTópicos Caracterização do Problema Epidemiologia Diagnóstico TratamentoTratamento Monitorização dos resultados
  42. 42. 4242Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoObjetivosObjetivos Conseguir o desaparecimento dos sintomascrônicos (incluindo os noturnos) Reduzir ao mínimo as exacerbações Alcançar valores de PFE praticamente normais Variações circadianas do PFE inferiores a 20% Não limitação das atividades diárias eexercícios físicos Minimizar efeitos adversos da medicação Prevenir a morte
  43. 43. 4343Programa de tratamento em seis partes:Evitar e controlar os desencadeantes da asmaNHLBI; OMS, 2002.Estabelecer planos de medicação a longo prazoEstabelecer planos de medicação para as crisesInstruir o paciente para que assuma parte daresponsabilidade no tratamentoMonitorar a evolução da asma mediante ossintomas e função pulmonarProporcionar atenção continuada
  44. 44. 4444Tratamentoda AsmaControleControleAmbientalAmbientalTratamentoTratamentoFarmacológicoFarmacológicoEducaçãoEducaçãodo pacientedo paciente
  45. 45. 4545Redução da exposiçãoaos ácaros do pódoméstico Usar forros para colchõesUsar forros para colchõese almofadase almofadas Lavar a roupa de camaLavar a roupa de camasemanalmentesemanalmente Evitar travesseiros deEvitar travesseiros deplumasplumas Adquirir somente animaisAdquirir somente animaiscujos pêlos possam sercujos pêlos possam serlavadoslavados Reduzir o nível deReduzir o nível deumidadeumidadeFuente: “Lo que Ud. y su familia pueden hacer en relación al asma” de la Iniciativa Global para el AsmaFuente: “Lo que Ud. y su familia pueden hacer en relación al asma” de la Iniciativa Global para el AsmaCreado y financiado por NIH/NHLBICreado y financiado por NIH/NHLBI
  46. 46. 4646Redução da exposição aocigarro no ambienteExiste evidênciaExiste evidênciade relação causalde relação causalentre a exposiçãoentre a exposiçãoao cigarro noao cigarro noambiente e aambiente e aexacerbação daexacerbação daasma.asma.
  47. 47. 4747Redução da exposiçãoaos animais deestimação• As pessoas alérgicas a pêlos de animais não deveriam ternenhum animal de estimação em casa;• No mínimo, não se deve permitir que os animais entre nosquartos onde dormem os portadores de asma.
  48. 48. 4848Redução da exposição aomofo• Eliminar o mofo ajuda a controlar a exacerbaçãoda asma.
  49. 49. 4949Asma Induzida por medicamentos ß-bloqueadores Contra-indicados em pacientes com asma porbloquearem receptores beta das vias aéreas. Ácido Acetilsalicílico Pode induzir asma reversível, tanto pordiminuição da síntese de prostaglandinas comopelo aumento de leucotrienos.
  50. 50. 5050Fármacos com reaçãocruzada ao AASFármacos semreação cruzadaDiclofenacoFenoprofenoHidrocortizonaIbuprofenoIndometacinaCetoprofenoÁcidoMefenâmicoNaproxenoFenilbutazonaPiroxicamParacetamol*BenzidamidaCloroquinaCorticóidesDextropropoxifenoSalicilamidaSalicilato sódico* 5% dos pacientes podem ter reação cruzadaAsma Induzida por medicamentos
  51. 51. 5151 Acetilcisteína Amiodarona Captopril Clonidina Fentanila Hidralazina Isoproterenol Latanoprost Metotrexato Metoclopramida Mirtazapina Quinina Risperidona Tamoxifeno Tretinoína VerapamilAsma Induzida por medicamentos• Outros fármacos que podem induzir asma:
  52. 52. 5252Tratamento Farmacológico 80% dos pacientes que utilizam inaladores, atécnica inalatória é incorreta. A imunoterapia específica é um tratamentocom eficácia demonstrada em asma causadapor gramíneas, ácaros, descamação deanimais. O tratamento é escolhido segundo a gravidadee deve ser revisado a cada 3-6 meses.
  53. 53. 5353BroncodilatadoresBroncodilatadores AntiinflamatóriosAntiinflamatóriosBeta-2 agonistasBeta-2 agonistasAção curta:Ação curta: SalbutamolSalbutamolFenoterolFenoterolTerbutalinaTerbutalinaAção prolongada:Ação prolongada: SalmeterolSalmeterolFormoterolFormoterolAnticolinérgicos:Anticolinérgicos: IpratrópioIpratrópioXantinas:Xantinas: TeofilinaTeofilinaAminofilinaAminofilinaBamifilinaBamifilinaCorticosteróides:Corticosteróides:Inalatórios:Inalatórios: BeclometasonaBeclometasonaBudesonidaBudesonidaFlunisolidaFlunisolidaFluticasonaFluticasonaTriancinolonaTriancinolonaSistêmicos:Sistêmicos: PrednisonaPrednisonaDeflazacortDeflazacortCromonas:Cromonas: CromoglicatoCromoglicatoNedocromilNedocromilAntileucotrienos:Antileucotrienos:MontelukastMontelukastZafirlukastZafirlukastFármacos no tratamento da Asma
  54. 54. 5454Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoTerapêutica MedicamentosaTerapêutica MedicamentosaManutençãoManutenção Corticosteróide inalatório (CI)Corticosteróide inalatório (CI) Corticosteróide sistêmico (CS)Corticosteróide sistêmico (CS) ββ22 agonista de longa duraçãoagonista de longa duração Antagonistas de leucotrienosAntagonistas de leucotrienos CromonasCromonas MetilxantinasMetilxantinasAtaqueAtaque ββ22 agonista de curta duraçãoagonista de curta duração AnticolinérgicosAnticolinérgicos Corticosteróide sistêmicoCorticosteróide sistêmico XantinasXantinas
  55. 55. 5555.... .... ... .Beta-2 agonistasCorticosteróidesMastócitoMastócitoMacrófagoMacrófagoEosinófiloEosinófiloLinfócito Th2Linfócito Th2Contração músculo lisoContração músculo liso........LeucotrienosLeucotrienosAntileucotrienosHistaminaHistaminaIL-5IL-5HRBCromonasAlérgenoBrônquioBrônquioIgEIgEHRB = Hiper-reatividade Brônquica
  56. 56. 5656Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoBetaBeta22-Agonistas de curta duração-Agonistas de curta duração(ação rápida)(ação rápida) Tratamento de escolha na asma intermitenteTratamento de escolha na asma intermitente O mais eficaz na reversão do broncoespasmoO mais eficaz na reversão do broncoespasmo Mais de uma bombinha/mês ou uso mais deMais de uma bombinha/mês ou uso mais deduas vezes por semana = controle ruimduas vezes por semana = controle ruim Uso em horário fixo não é recomendadoUso em horário fixo não é recomendado Diminui eficáciaDiminui eficácia Pode aumentar a hiper-responsividade (?)Pode aumentar a hiper-responsividade (?) O efeito máximo ocorre dentro de 30 minutosO efeito máximo ocorre dentro de 30 minutoscom duração da ação de 4-6 horascom duração da ação de 4-6 horas
  57. 57. 5757 Sua administração provoca relaxamento daSua administração provoca relaxamento damusculatura lisa das vias aéreas;musculatura lisa das vias aéreas; Melhoram o trânsito mucociliarMelhoram o trânsito mucociliar Diminuem a permeabilidade vascularDiminuem a permeabilidade vascular Modulam a liberação de mediadores deModulam a liberação de mediadores demastócitos e basófilos.mastócitos e basófilos.Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoBetaBeta22-Agonistas de curta duração-Agonistas de curta duração(ação rápida)(ação rápida)
  58. 58. 5858ACGsBeta-2 agonistaATPATP cAMPcAMPProteína inativaProteína inativaquinase Aquinase ASubunidadeSubunidaderegulatóriaregulatóriaProteína ativaProteína ativaQuinase AQuinase A5’-AMP5’-AMPIsoenzimasIsoenzimasPDEPDEInibidoresInibidoresPDEPDEInibição daInibição dahidrólise do receptorhidrólise do receptorprostanóide Iprostanóide ICaCa+2+2seqüestro eseqüestro eremoçãoremoçãoHiper-Hiper-polarizaçãopolarizaçãoAtivação dosAtivação doscanais de K-Cacanais de K-CaFosforilação deFosforilação demiosina e quinasemiosina e quinaseRelaxamento domúsculo liso,inibição da liberaçãodos mediadoresdos mastócitosPDE=fosfodiesterasePDE=fosfodiesterase
  59. 59. 5959Salbutamol Fenoterol TerbutalinaAerolin® Berotec® Bricanyl® Solução Oral Xarope Sol. p/ nebulização Ampolas MDI Sol. oral gotas Xarope MDI Ampolas Xarope Comp. LP DPI (turbuhaler)Precauções: Hipertensão, cardiopatias, hipertireoidismo, arritmias e Glaucoma.Efeitos Adversos: Taquicardia, tremores, hipopotassemia, Taquifilaxia nos olhos,prolongamento do tempo QTDPI = Inalador de pó seco (accuhaler, turbuhaler) ; MDI = Inalador dosimetrado (bombinhas)Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoBetaBeta22-Agonistas de curta duração-Agonistas de curta duração(ação rápida)(ação rápida)
  60. 60. 6060Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoBetaBeta22-Agonistas de Longa Duração-Agonistas de Longa Duração(Continuação)(Continuação) Não substitui antiinflamatórioNão substitui antiinflamatório Não indicado como monoterapiaNão indicado como monoterapia Benéfico quando adicionado a corticosteróideBenéfico quando adicionado a corticosteróideInaladoInalado Não para sintomas agudos/exacerbaçõesNão para sintomas agudos/exacerbações Ação máxima em 2-3horas, duração de até 12Ação máxima em 2-3horas, duração de até 12horashoras
  61. 61. 6161Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoBetaBeta22-Agonistas de Longa Duração-Agonistas de Longa Duração(Apresentações e Doses)(Apresentações e Doses)Formoterol SalmeterolForadil ® Oxys® Serevent® DPI MDI DPI MDIPrecauções: Hipertensão, cardiopatias, hipertireoidismo, arritmias e Glaucoma.Efeitos Adversos: Taquicardia, tremores, hipopotassemia, Taquifilaxia nos olhos,prolongamento do tempo QTDPI = Inalador de pó seco (accuhaler, turbuhaler) ; MDI = Inalador dosimetrado (bombinhas)
  62. 62. 6262 Utilizadas como broncodilatadores: teofilina,aminofilina (teofilina-etilenodiamina) e bamifilina. Baixa potência broncodilatadora, alguma açãoantiinflamatória e elevado risco de RAM A aminofilina é opção secundária no tratamentoimediato dos sintomas da asma Teofilina de liberação lenta pode ser administradacomo fármaco de controle (eficácia inferior a agonistas betade longa duração).Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoXantinasXantinas
  63. 63. 6363GGssTeofilinaTeofilinaR ACAC RRGGssGCGCAgonista (ex: beta-2)Agonista (ex: beta-2)PDE III, IVPDE III, IV PDE VPDE VATPATP cAMPcAMP AMPAMPPKAPKAInflamação RelaxamentoGMPGMP cGMPcGMP GTPGTPPKGPKG-- --
  64. 64. 6464Teofilina Aminofilina BamifilinaTeolong® Aminofilina® Bamifix® Cápsulas LP Sol. oral Sol. oral Comprimidos Ampolas DrágeasPrecauções: Margem terapêutica estreitaEfeitos Adversos: Gastrintestinais (náuseas, vômitos) e no SNC (tremores,nervosismo e convulsões).Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoXantinasXantinas
  65. 65. 6565 Teofilina:• A meia-vida aumenta na presença de hepatopatia, insuficiênciacardíaca e infecções virais• A meia-vida diminui em fumantes e etilistas.• Substâncias que aumentam seu metabolismo: rifampicina,fenobarbital, fenitoína e carbamazepina• Substâncias que diminuem seu metabolismo: anticoncepcionaisorais, eritromicina, ciprofloxacino, bloqueadores de canal decálcio, fluconazol e cimetidina (mas não ranitidina).Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoXantinasXantinas
  66. 66. 6666 Brometo de Ipratrópio: relaxa a constrição brônquicapela estimulação parassimpática, particularmente naasma induzida por estímulos irritantes. Efeito broncodilatador menos potente que beta-agonistas. Usa em associação com estes. 30-60 minutos para efeito máximo. Escolha em broncoespasmo induzido por beta-bloqueadores ou crises que não revertem somente comfenoterol, p.ex.; Atrovent® (Sol. Inal./ MDI).Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoAnticolinérgicosAnticolinérgicos
  67. 67. 6767 Fármacos de escolha no tratamento de manutenção dasasma persistente Reduzem a síntese de leucotrienos e prostaglandinas,inibem a produção de citocinas, reduzem a migração eativação de células inflamatórias e aumentam asensibilidade dos receptores beta Podem ser utilizados por via inalatória ou sistêmica Os mais comuns são: beclometasona, budesonida efluticasona.Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCorticosteróidesCorticosteróides
  68. 68. 6868GlicocorticóidesGlicocorticóideshsp90hsp90NúcleoNúcleo ERGnERGn ERG+ERG+Gen alvoresponsivoao corticóideXCitocinas (ILs)COX-2Fosfolipase A2LTC4, LTD4Fator de ativaçãoplaquetáriaRNAmRNAmReceptores Beta
  69. 69. 6969Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCorticosteróides Inalatórios (CIs)Corticosteróides Inalatórios (CIs) A classe de droga mais eficaz para manutençãoA classe de droga mais eficaz para manutenção Benefícios do uso diário:Benefícios do uso diário: Diminui a inflamação e melhora a Função PulmonarDiminui a inflamação e melhora a Função Pulmonar Sintomas e crises graves menos freqüentesSintomas e crises graves menos freqüentes Baixo risco de efeitos adversos em dosesBaixo risco de efeitos adversos em dosesusuaisusuais
  70. 70. 7070Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCorticosteróides Inalatórios (CIs)Corticosteróides Inalatórios (CIs)(continuação)(continuação) Atenção para:Atenção para: Espaçador e higiene oralEspaçador e higiene oral Menor dose possívelMenor dose possível Uso em combinação com beta-2 LongaUso em combinação com beta-2 LongaDuraçãoDuração Monitorar crescimento em criançasMonitorar crescimento em crianças
  71. 71. 7171Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCorticosteróidesCorticosteróidesBeclometasona Budesonida FluticasonaMiflasona® Clenil® Busonid® Pulmicort® Flixotide® DPI MDI Susp. P/ nebulização DPI MDI Susp. P/nebulização MDI DPIPrecauções: Doses baixas/tempo prolongado; dose alta/tempo curto são segurase efetivas. Via inalatória mais segura que sistêmica. Precaução em pacientes comtuberculose, infecções parasitárias, osteoporose, glaucoma, depressão grave eúlcera péptica.Efeitos Adversos: Locais: candidíase orofaríngea, afonia e tosse. Sistêmicos:osteoporose, hipertensão arterial, diabetes mellitus, supressão do eixo hipotalâmico-hipofisário-supra-renal, catarata, obesidade.DPI = Inalador de pó seco (accuhaler, turbuhaler) ; MDI = Inalador dosimetrado (bombinhas)
  72. 72. 7272 Diferenças de potência: Budesonida e fluticasona tem melhor índice terapêutico que osdemais. Budesonida por sistema Turbuhaler tem deposição duplicada emrelação ao MDI São usualmente utilizados 2 x dia; em pacientes graves: 3-4 x dia.Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCorticosteróidesCorticosteróidesJ Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
  73. 73. 7373Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoDoses Comparativas dos CorticosteróidesDoses Comparativas dos CorticosteróidesInalatórios de Uso Diário (adultos)Inalatórios de Uso Diário (adultos)Fármaco Dose Baixa Dose Média Dose AltaFármaco Dose Baixa Dose Média Dose AltaBeclometasona 168 - 504 mcg 504 - 840 mcg > 840 mcgBeclometasona 168 - 504 mcg 504 - 840 mcg > 840 mcgBudesonida DPI 200 - 600 mcg 600 – 1.200 mcgBudesonida DPI 200 - 600 mcg 600 – 1.200 mcg > 1.200 mcg> 1.200 mcgFlunisolidaFlunisolida 500 - 1,000 mcg 1,000 - 2,000 mcg > 2,000500 - 1,000 mcg 1,000 - 2,000 mcg > 2,000mcgmcgFluticasonaFluticasona 88 - 264 mcg 264 - 660 mcg > 660 mcg88 - 264 mcg 264 - 660 mcg > 660 mcgTriancinolonaTriancinolona 400 - 1,000 mcg 1,000 - 2,000 mcg > 2,000400 - 1,000 mcg 1,000 - 2,000 mcg > 2,000mcgmcg
  74. 74. 7474 Uso sistêmico:• Prednisona (Meticorten®) e prednisolona (Predsim®, Prelone®) Necessário em alguns pacientes com asma grave Em crises graves pode ser usada via parenteral No uso prolongado, a suspensão deve ser gradual (àsvezes até três anos) Uso crônico sistêmico: osteoporose (30-50% dospacientes)Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCorticosteróidesCorticosteróides
  75. 75. 7575 Cromoglicato e nedocromil: Inibidores da degranulaçãode mastócitos. Atuam bloqueando os canais de cloro diminuindo aentrada de cálcio nos mastócitos, eosinófilos, nervos ecélulas epiteliais. Atuam profilaticamente, sendo indicados no tratamentode manutenção da asma alérgica leve, sendoespecialmente efetivos em crianças. A resposta se avalia em 4-6 semanas.Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCromonasCromonas
  76. 76. 7676CromonasCromonasBloqueioBloqueioClCl--CaCa++++CaCa++++MembranaMembranacelularcelularForaForaDentroDentroHidrólise deHidrólise defosfolipídeosfosfolipídeosRetículoRetículoEndoplasmáticoEndoplasmáticoCaCa++++-- --CaCa++++DegranulaçãoDegranulação• O aumento da entrada de cálcio promove a degranulação do mastócito;• Nedocromil• Cromoglicato
  77. 77. 7777Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoCromonasCromonasCromoglicato NedocromilIntal® Tilade® MDI DPI Sol. p/ nebulização MDIPrecauções de uso: enxaguar a boca após cada utilização.Efeitos Adversos: Tosse e alterações do gostoDPI = Inalador de pó seco (accuhaler, turbuhaler) ; MDI = Inalador dosimetrado (bombinhas)
  78. 78. 7878Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoModificadores de LeucotrienosModificadores de Leucotrienos MecanismosMecanismos Inibidores da 5-LIPOXIGENASEInibidores da 5-LIPOXIGENASE Antagonistas do receptor dos cysLTsAntagonistas do receptor dos cysLTs IndicaçõesIndicações Controle insatisfatório com CI + beta2LD em asmaControle insatisfatório com CI + beta2LD em asmapersistente moderada/gravepersistente moderada/grave Alternativa para o CI em persistente leve (crianças?)Alternativa para o CI em persistente leve (crianças?) Melhora função pulmonarMelhora função pulmonar Diminui necessidade do beta2 de alívioDiminui necessidade do beta2 de alívio Diminui freqüência de exacerbaçõesDiminui freqüência de exacerbaçõesCI=corticóide inalado; LD= longa duração
  79. 79. 7979LEUCOTRIENOSX XXX XXXAAAA5 - Lipoxigenase5 - LipoxigenaseFLAPFLAP11225 - HPETE5 - HPETELTALTA44LTALTA44 HYDROLASEHYDROLASE LTCLTC44 SYNTHASESYNTHASE33 447755 66LTBLTB44 LTCLTC44 LTDLTD44 LTELTE44yy--GLUTAMYL -GLUTAMYL -TRANSPEPTIDASETRANSPEPTIDASELTDLTD44DIPEPTIDASEDIPEPTIDASE88ZileutonMontelucasteZafirlucaste
  80. 80. 8080Mecanismo de ação dos antagonistas dosMecanismo de ação dos antagonistas dosreceptores de leucotrienosreceptores de leucotrienosCélulas-alvo nasvias aéreasInflamação dasvias aéreasBroncoconstriçãomuco= LeucotrienosCélulas-alvo nasvias aéreasInflamaçãoBroncoconstriçãoMucoanti-leucotrienos
  81. 81. 8181Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoModificadores de LeucotrienosModificadores de LeucotrienosMontelucaste Zafirlucaste ZileutonSingulair® Accolate®Não disponívelno Brasil Comp. Revest. Comp. Mastig. Comp. Revestido(Descontinuado pelolaboratório)Precauções de uso: O montelucaste é tomado 1 x dia, antes de dormir, com ousem alimentos. O zafirlucaste é usado 2 x dia longe das refeições. O zafirlucasteinibe o metabolismo da teofilina e dos anticoagulantes orais.Efeitos Adversos: Principalmente cefaléia e distúrbios gastrintestinais.
  82. 82. 8282J Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
  83. 83. 8383TópicosTópicos Caracterização do Problema Epidemiologia Diagnóstico Tratamento Monitorização dos resultadosMonitorização dos resultados
  84. 84. 8484Manejo do Paciente AsmáticoManejo do Paciente AsmáticoLinhas de EstratégiaLinhas de Estratégia Orientação sobre a natureza da doença Educação em relação a fatoresdesencadeantes Orientações acerca dos medicamentos* Monitorar sintomas e dados de PFE Tratamento de manutenção/prevenção Tratamento das crises
  85. 85. 8585Educação do paciente:metas
  86. 86. 8686Educação do paciente:metas
  87. 87. 8787Uso adequado de inaladoresUso adequado de inaladores
  88. 88. 8888Dispositivos para administração demedicamentos por via inalatóriaInalador Dosimetrado Inalador Dosimetrado+ espaçadorNebulizadoresInaladores de pó seco
  89. 89. 8989Educação do Paciente: técnicas deuso• Retirar a tampa• Agitar o dispositivo• Posicionar a saída do bocal verticalmente3-4 cm da boca• Manter a boca aberta• Expirar normalmente• Acionar o dispositivo no início dainspiração lenta e profunda• Fazer pausa pós inspiratória de no mínimo10 segundos• Repetir após 15 a 30 segundos para novoacionamentoInaladores DosimetradosJ Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
  90. 90. 9090Educação do Paciente: técnicas deuso• Retirar a tampa do spray e agitá-lo• Acoplar ao espaçador e acoplar a saída doespaçador verticalmente• Expirar normalmente• Colocar o bocal do espaçador na boca oua máscara sobre a boca e nariz• Acionar o spray e logo em seguida iniciarinspiração lenta e profunda ou realizar 4-5respirações em volume corrente.• Fazer pausa pós-inspiratória de no mínimo10 segundos• Repetir todas essas etapas para cadaacionamento do spray.Inaladores Dosimetrados+ espaçadoresJ Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
  91. 91. 9191Educação do Paciente: técnicas deusoInaladores de pó secoJ Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
  92. 92. 9292Educação do Paciente: técnicas deuso• Reservados para crises graves epacientes que não se adaptam aosdispositivos anteriores• Diluir o medicamento em 3-5 ml desolução fisiológica• Adaptar a máscara à face (boca e nariz)• Utilizar ar comprimido ou oxigênio a6L/min ou compressor elétrico• Respirar em volume correnteNebulizadoresJ Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
  93. 93. 9393J Pneumol 28(Supl 1) – junho de 2002
  94. 94. 9494Critérios clínicos deefetividade1. Freqüência deaparição dossintomas clássicos:• Dispnéia• Dispnéia noturna• Crises• Limitação naatividade física2. Controle e uso demedicamentos deresgate:• Mais de 6 x dia ou 2bombinhas a cada 2meses  maucontrole3. Monitorização doPFERevisão do tratamento a cada 3 mesesRevisão do tratamento a cada 3 meses
  95. 95. 9595Eficácia dos medicamentosQuando avaliar:Quando avaliar:
  96. 96. 9696Pico de fluxo expiratório• Técnica de utilização• Deve-se usar sempre a mesma medida dePFE para poder comparar os resultados• Verificar que o indicador de fluxo está nozero• Respirar normalmente antes de utilizar• Colocar o medidor em posição horizontal, atentando para que os dedosnão bloqueiem a escala• Com o medidor na boca, começar a inspirar lentamente, apertandofortemente os lábios ao redor do bocal• Soprar ou expirar o mais fortemente possível e tão rápido quanto possível• Anotar a leitura em três medidas diferentes e considerar o valor mais alto• O medidor deve ser limpo com papel toalha seco e nunca lavado.
  97. 97. 9797Pico de fluxo expiratório• Registro da evolução do paciente
  98. 98. 9898 Deve-se realizar o PFE duas vezes ao dia, demanhã a à noite, antes de usar obroncodilatador. Como avaliar se a asma está controlada:a) Porcentagem de variação sobre o melhor resultadoindividual;b) Comparar os valores de PFE com valores teóricosem função da idade e altura do paciente;Pico de fluxo expiratório
  99. 99. 9999a) Porcentagem de variação sobre omelhor resultado individual O melhor valor se obtém medindo o PFE 3-4 vezes aodia durante duas ou três semanas, quando o pacienteestá em remissão (controlado)
  100. 100. 100100b) Comparar os valores de PFE comvalores teóricos em função daidade e altura do paciente Não utilizar esta técnica em pacientes com asma crônicaporque os valores do PFE são sempre inferiores aosvalores populacionais.
  101. 101. 101101
  102. 102. 102102Casos clínicosCasos clínicos
  103. 103. 103103Caso 1. Mulher, 63 anos,analfabeta Asma diagnostica há 15 anos, com componente sazonal,assintomática no verão e sintomas agravados com mudançasde temperatura. Atendendo ao tratamento antiasmáticoutilizado, se classifica como nível de gravidade persistentemoderado. Diariamente apresenta tosse forte e persistente naprimeira hora da manhã, assim como aperto no peito. Co-morbidades: hipercolesterolemia e hiperuricemia. Medicação:• Pulmicort® Turbuhaler 400 mcg (Budesonida) 2-0-0.• Singulair® 10 mg (Montelukast) 0-0-1.• Serevent® Aerossol 25 mcg (Salmeterol) 2-0-0.• Atrovent® Aerossol 20 mcg (Ipratrópio) 2-0-0.• Lipitor® 10 mg (Atorvastatina) 0-0-1.• Zyloric® 300 mg (Alopurinol) 0-0-1.
  104. 104. 104104Caso 2. Mulher, 32 anos, fumante Asma diagnosticada há 12 anos, asma sensível a pólen,ácaros e pêlos de cachorros e gatos. Nível de gravidadeintermitente (nível 1) segundo o tratamento. Sintomasdiurnos e noturno contínuos nas últimas semanas (tosse,sibilância, dificuldade respiratória e interrupções dosono), assim como valores inadequados de PFE evariabilidade do PFE. Precisa utilizar broncodilatadormais de 8 vezes ao dia. Rinite e conjuntivite co-existentes. Mostra-se preocupada pela limitação impostapela doença no cuidado de sua filha pequena, na práticado karate e nas atividades diárias normais. Medicação: Aerolin® Inalador 100 mcg (Salbutamol) S/N
  105. 105. 105105Caso 3. Homem, 23 anos. Asma diagnosticada há 15 anos. Asma extrínseca, comsensibilidade a ácaros, pólen e pêlos animais. Nível degravidade persistente leve (nível 2) segundo tratamento.Em geral, se encontra bem controlado, com exceção dealgumas exacerbações que coincidem com reduções doPFE para faixa amarela ("precaução"). Rino-conjuntiviteco-existente. Medicação: Flixotide® Accuhaler 500 mcg (Fluticasona)1-0-0, Salbutamol® Inalador (Salbutamol) S/N.
  106. 106. 106106Caso 4. Mulher, 17 anos. Asma diagnosticada há 3 anos, asma extrínseca sazonal.Segundo a medicação utilizada se classifica no nível degravidade persistente leve. Apresenta tosse-dispnéianoturna diária, precisando uso de aliviadores diariamente.Expressa preocupação por sintomas de taquicardia apósutilização do broncodilatador, e apresenta rinite econjuntivite coexistente. Medicação: Fluticaps DPI 100 mcg (fluticasona) 1-0-1,Aerolin Inalador 100 mcg (salbutamol) S/N, Ebastel 10mg (ebastina) 1-0-0.

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