Títulos de Renda Fixa

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Títulos de Renda Fixa: conceito, classificação, principais investimentos da categoria, além de um exemplo de cálculo de taxa de retorno e investimento.

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Títulos de Renda Fixa

  1. 1. ECT1503 – MATEMÁTICA FINANCEIRA DOCENTE: Prof. Dr. CARLOS ALEXANDRE CAMARGO DE ABREU COMPONENTES: EDER CARLOS DE OLIVEIRA NOGUEIRA – 2009031423 FELIPE DIOGO SILVA DE MEDEIROS - 2009029097 GABRIEL NICOLAU AZEVEDO DE BRITO– 2009029240 MARCELLY MARIA ANTAS TEIXEIRA - 2012920869 MARCOS ANTONIO ALCANTARA DE FREITAS - 2012920930
  2. 2. •Principais preocupações atuais do mercado global: •Crises geopolíticas, como as tensões na Rússia e na Ucrânia; •Temores com “defaults” da dívida chinesa; •Uma possível deflação na zona do euro; •O futuro da política econômica do Japão; •A inflação nos EUA e no Reino Unido;
  3. 3. •Consequências: •Muitos especialistas apontam um cenário “cauteloso” em 2014 e 2015; •Com este cenário instalado, de grandes perturbações, muitos investidores desejam investimentos mais conservadores; •Baseado nestas informações, os títulos de renda fixa se apresentam como um tipo de investimento pertinente. •Mas o que são Títulos de Renda Fixa?
  4. 4. •Características: •É todo tipo de investimento com remuneração paga em intervalos pré-definidos; •São os mais conhecidos e procurados por investidores brasileiros devido ao seu menor grau de risco; •Ao investir em renda fixa, o investidor estará comprando um bond, um título de dívida, emprestando dinheiro ao emissor do título, que em troca lhe paga juros até a data de vencimento desse papel, quando ocorre o resgate do título (Guia de Renda Fixa, Banco do Brasil);
  5. 5. •Classificação: •Quanto ao tipo de emissor do título (quem toma emprestado): •Públicos: Letras do Tesouro Nacional (LTN)³, Letras Financeiras do Tesouro (LFT)³ e Notas do Tesouro Nacional de diferentes séries (NTN-B , NTN-C, NTN-F³); •Privados: CDBs, PETR12 (PETROBRÁS), CVRD27 (VALE), etc.;
  6. 6. •Classificação: •Quanto a rentabilidade (ou forma de remuneração): •Pré-fixado: o investidor conhece previamente seu retorno e a taxa é pactuada no início da operação, sem indexador. Portanto, se o investidor ficar com o título até o vencimento, o ganho já é conhecido. Porém, se vender antes, o ganho total vai depender dos juros praticados no mercado no momento da operação. •Pós-fixado: os rendimentos só serão conhecidos no momento do resgate ou no vencimento do título, que pode seguir a variação de uma taxa ou índice.
  7. 7. FORMA DE REMUNERAÇÃO INDEXADOR EMISSOR GOVERNO EMPRESAS PRIVADAS PRÉ-FIXADA NÃO TEM LTN³,NTN-F³ CDBs pré-fixados PÓS-FIXADA IPCA NTN-B - IGP-M NTN-C³ PETR12 (11% a.a. +IGP-M em 2002) TAXA SELIC LFT³ - CDI CVRD27 (0,25% + DI ao ano em 2006)
  8. 8. •Exemplos: •Caderneta de Poupança; •Certificado de Depósito Bancário – CDB; •Títulos Públicos; •Letras de Câmbio; •Letras Hipotecárias; •Debêntures; •Fundos de Renda Fixa;
  9. 9.  A origem da Poupança remete ao início da atividade da CAIXA como instituição financeira ainda no século XIX.  Foi inicialmente idealizada como uma reserva monetária para as camadas mais pobres da população.  Com o passar do tempo, foram incorporadas algumas mudanças em sua base de atuação.
  10. 10.  Alguns marcos da história da poupança:  1872: Aprovou-se um decreto que possibilitava que escravos que possuíam algum ganho abrissem cadernetas de poupança. Entretanto, elas ficavam registradas nos nomes dos senhores.  1915: Pelo regulamento aprovado, passava a ser uma atribuição do governo a estipulação do rendimento da poupança. Nesse mesmo regulamento, a mulher casada ganhou o direito de abrir uma caderneta de poupança, desde que não houvesse oposição do marido.  1964: Foi adotada a correção monetária e, com isso, aumentou-se a confiabilidade da poupança, pois o dinheiro estava livre do risco da desvalorização.  1968: Aprovou-se a lei de vinculação com o financiamento da casa própria. A partir de então, parte do dinheiro guardado nesse tipo de investimento era utilizado pelos bancos para o crédito imobiliário, em torno de 65% do total de ativos.
  11. 11. Caderneta de Poupança confiscada
  12. 12.  Em 03 de maio de 2012, a partir da edição da Medida Provisória 567, os recursos guardados na Poupança passaram a ser remunerados da seguinte forma: Enquanto a meta da Taxa SELIC for maior do que 8,5% a.a., continua remunerando com 0,5% a.m. + TR.  Quando a meta da Taxa SELIC for igual ou inferior a 8,5% a.a, a remuneração será igual a 70% da Taxa SELIC a.a, mensalizada, vigente na data de início do período de rendimento, + TR.  É garantida pelo FGC - Fundo Garantidor de Crédito até o valor de R$ 250.000,00 por conta, independente de qual banco é a sua depositária.
  13. 13.  Criado em 2002, o Tesouro Direto é um programa de venda de títulos públicos a pessoas físicas desenvolvido pela Secretaria do Tesouro Nacional - STN - em parceria com a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia).  Através deste programa, o Tesouro Nacional utiliza a emissão de títulos públicos como uma das formas de captação de recursos para financiar atividades do governo federal, tais como educação, saúde e infraestrutura.
  14. 14.  Vantagens:  Através do Tesouro Direto, o investidor terá acesso aos mesmos Títulos Públicos que hoje compõe as carteiras dos principais Fundos de Investimento disponíveis no mercado, com uma diferença básica: poderá comprá-los diretamente do Governo a preços competitivos e um custo de manutenção de investimento baixo.  É uma alternativa de investimento segura, rentável, com boa liquidez e com a praticidade da Internet.
  15. 15.  Custos Envolvidos:  IOF;  Taxa de custódia de 0,30% a.a. sobre o valor dos títulos;  Taxa cobrada pelo agente de custódia (corretora ou banco), cujo valor muda de acordo com a instituição escolhida (algumas não cobram esta taxa);  Imposto de renda:  22,5% para aplicações com prazo de até 180 dias;  20% para aplicações com prazo de 181 dias até 360 dias;  17,5% para aplicações com prazo de 361 dias até 720 dias;  15% para aplicações com prazo acima de 720 dias.
  16. 16. Cálculo do Investimento mais viável
  17. 17. Tendo em vista o que aprendemos no curso podemos facilmente resolver o problema abaixo. Temos na tabela abaixo dois tipos de investimentos, o A e o B. Qual dos investimentos é o mais viável levando em consideração os índices VPL, TIR e PAYBACK? No final justifique sua resposta. Taxa mínima de atratividadeé de 6%
  18. 18. Justificativa: Deve-se aceitar o investimento B, pois ele apresenta o maior VPL, e a maior TIR. Em relação ao PAYBACK, a diferença de prazo é muito pequena. Porém, mesmo que o tempo de retorno do investimento B fosse muito maior, ele continuaria sendo a melhor opção de investimento. Em termos do PAYBACK, nessa situação hipotética, ele só seria aceito se o investidor tivesse uma grande asserção ao risco, e neste caso, o investimento A poderia ser aceito, pois a TIR dele ainda supera a taxa mínima de atratividade(6%).
  19. 19. • http://www.bb.com.br/docs/pub/voce/dwn/rendafixa5.pdf, acessado em 21.05.2014; • http://www.cerqueiraleite.com.br/modules/News/createpdf.php? pageid=26&articleid=5156&returnid=26, acessado em 22.05.2014 • http://www.scielo.br/pdf/raeel/v7n1/a03v7n1.pdf, acessado em 22.05.2014 • http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/26802/000760939.pdf?...1, acessado em 23.05.2014

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