Turma: Farmácia                    Fisiologia Cardiovascular                         Luizaa.rabelo@gmail.comProfa. Luiza A...
Importante!!!   As telas devem ser utilizados     apenas como guia de leitura. A     literatura recomendada pode ser     ...
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Ilustração do Pequeno livro  de William Harvey (1578-  1657) onde ele mostra que o  sangue circula numa única  direção, gr...
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Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
Importância do microambiente vascular                 na HomeostaseProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A....
Retorno                                                           Débito Venoso                                           ...
Fisiologia do Músculo Cardíaco  É um músculo estriado, da mesma forma que o músculo   esquelético típico. As sua fibras m...
Septo                                        • Pericárdio                                        • Miocárdio              ...
Anatomia FuncionalProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
Miócito ventricularProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
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Eletrofisiologia Cardíaca                     O Potencial de AçãoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. R...
Potenciais de Ação Cardíaco   Potencial de membrana: íons permeantes;   Potencial de Equilíbrio;   Potencial de Repouso...
Potenciais de Ação dos Ventrículos, Átrios e                  Sistema de Purkinje        (1) Longa Duração: Longos período...
Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
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Potencial de ação atrialProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   100 ms                                             Profa. ...
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Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
Filme sobre a geração e condução do impulsoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
Fisiologicamente Importante!!!                            Desenho Flávio Moura Rezende FilhoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-IC...
Principais funções das células condutoras             3 Características Fisiológicas centrais:            Excitabilidade:c...
Dessa forma, automaticidade,   excitabilidade e condutividade determinam         as propriedades do miocárdio             ...
As células especializadas do SISTEMA DE  CONDUÇÃO CARDÍACA geram e coordenam  ordenadamente a transmissão dos impulsos elé...
Velocidade de Condução      - Depende da Intensidade da Corrente - dV/dT;      - Não depende da duração do potencial de aç...
Excitabilidade e Períodos Refratários      - Excitabilidade: É a capacidade do miocárdio gerar PA em      resposta da corr...
O Potencial de Ação Cardíaco  Potencial de Membrana é de –85 a –95   mV    e    nas    fibras   condutoras           Nodo...
Tipos de Potenciais de Ação    A. Resposta Rápida: ocorre nas fibras miocárdicas comuns, nos    átrios e ventrículos, e na...
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Como acontece o Potencial de ação rápido?Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
Resposta Lenta   • A principal característica distintiva de uma fibra   marca-passo reside em sua fase 4;   • Na   fibra  ...
• Essa despolarização ocorre com intensidade constante,até que seja atingido o limiar, quando é, então, deflagradoum poten...
Como acontece o Potencial de ação lento?Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
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Ritmo sinusal normal  (1) Os potenciais de ação devem ser gerados no nodo sinoatrial;  (2) Os impulsos devem ocorrer, regu...
O nodo SA contém dois tipos principais de  células:   Células pequenas e arredondadas, contendo poucas  organelas e miofi...
Marcapasso CardíacoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
Marcapassos Latentes                                        Nodo Sinusal                                                  ...
Marcapassos Latentes   Nodo AV, Feixe de His e as fibras de Purkinje;   O   marcapasso      com    maior    velocidade  ...
Marcapassos Latentes      # Condições nas quais o marcapasso latente assume o      marcapasso cardíaco (marcapasso ectópic...
Circuito de transmissão do impulso elétrico através   das fibras especializadas excitatórias e condutoras Nodo sinusial   ...
Para pensar a respeito do ritmo e excitabilidade:      # O que acontece quando o nodo SA não funciona?      # Qual unidade...
Excitação Rítmica do Coração    Sistema de Excitação e Condução do Coração É responsável pela geração de  impulsos rítmic...
Discos Intercalares (DI)   Os discos intercalares são membranas que separam as células  musculares cardíacas umas das out...
Acoplamento Excitação-ContraçãoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
Acoplamento Excitação-Contração  Além do íons Ca++ liberados pelo retículo sarcoplasmático através das   cisternas, grand...
Acoplamento Excitação-ContraçãoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
Mecanismos envolvidos no acoplamento excitação-         contração no cardiomiócito                                        ...
Mecanismos envolvidos no acoplamento excitação-   contração no cardiomiócito: papel do Ca2+                               ...
O que é “spark” de                               Ca 2+         ?              “Faiscando” filmes sobre o assunto      http...
O que é “spark” de Ca2+ ?                               Nature Reviews Molecular Cell Biology, vol. 4:517-529 (July 2003)....
Energia para a Contração Miocárdica   A energia é química, derivada do metabolismo    oxidativo de ácidos graxos e, em me...
Literatura RecomendadaProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL   Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
“O pessimista se queixa do vento, o otimista espera                que ele mude e o realista ajusta as velas”.            ...
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2a 3a aulas profa luiza_farmácia 034_fisiologia cardiovascular_2012.2 final

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Aulas de Fisiologia Cardiovascular para o curso de Farmácia da UFAL - Profa Luiza A. Rabelo

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2a 3a aulas profa luiza_farmácia 034_fisiologia cardiovascular_2012.2 final

  1. 1. Turma: Farmácia Fisiologia Cardiovascular Luizaa.rabelo@gmail.comProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  2. 2. Importante!!!  As telas devem ser utilizados apenas como guia de leitura. A literatura recomendada pode ser encontrada no “slide” 67 desta apresentação;  ESTUDEM, ESTUDEM, ESTUDEM e ESTUDEM! O único caminho para o sucesso !!!  Esta versão da apresentação ainda está em construção Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  3. 3. “All we know is still infinitely less than all that remains unknown” William Harvey (1578-1657)Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  4. 4. Coração Coração Sistema Sistema Arterial VenosoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  5. 5. Sempre se acreditou que fosse assim ? http://www.rcsed.ac.uk/Portals/_rcsed/Documents/HARVEY_Cordis72dpibig.jpgNa época da publicação da imortal obra de William Harvey, EXERCITATIO ANATOMICA DE MOTU CORDIS ET SANGUINIS IN ANIMALIBUS (1628), a medicina ainda permanecia sob a tutela das concepções de Galeno, o grande médico grego de Pérgamo, que viveu no início da Era Cristã. Essa poderosa influência que se exercia por cerca de quatorze séculos, apesar de erros grosseiros em anatomia e fisiologia do aparelho cardiovascular. Basta apenas lembrar sua ideia da formação do sangue no fígado a partir da ingestão de alimentos.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  6. 6. A Revolução Fisiológica Cardiovascular foi “culpa” de William Harvey ?Image: Courtesy of the National Library of Medicine. The NLM caption reads, "Harvey explaining the circulation of the blood toCharles I. Showing several members of the Kings court, including a young boy, listening. Also shown are surgical instruments."Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  7. 7. Fabricius d´Acquapendente, Professsor de Harvey na Universidade de Pádua, havia descrito as valvas, mas se enganou quanto a sua Fisiologia: ele achava que elas tinham uma função reguladora. Girolamo Fabrizi dAcquapendente (1537-1619)Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  8. 8. Ilustração do Pequeno livro de William Harvey (1578- 1657) onde ele mostra que o sangue circula numa única direção, graças as valvas, dobras dos vasos que impedem o sangue de refluir (pequenas intumescências nos desenhos).Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  9. 9.  A função básica do sistema cardiovascular é a de bombear o sangue para conduzir o oxigênio e outras substâncias nutritivas até os tecidos, eliminar os produtos residuais, e transportar substâncias, como os hormônios, de uma parte a outra do organismo;  Classicamente, descreve-se o sistema circulatório como sendo composto por uma bomba, o coração; um meio, o sangue; uma rede de transporte, as artérias e as veias; e um sistema de distribuição, os capilares, onde se ocorrem as trocas dos diferentes compostos/gases, no meio interno.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  10. 10. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  11. 11. Importância do microambiente vascular na HomeostaseProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  12. 12. Retorno Débito Venoso CardíacoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  13. 13. Fisiologia do Músculo Cardíaco  É um músculo estriado, da mesma forma que o músculo esquelético típico. As sua fibras musculares se organizam em treliça, dividindo-se, recombinando-se e, então, separando-se novamente;  As miofibrilas são típicas contendo filamentos de actina e miosina, no seu aparelho contrátil. Anatomia Funcional Cardíaco Músculo corte corte longitudinalProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL transversal Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A.
  14. 14. Septo • Pericárdio • Miocárdio • EndocárdioProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  15. 15. Anatomia FuncionalProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  16. 16. Miócito ventricularProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  17. 17. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  18. 18. Eletrofisiologia Cardíaca O Potencial de AçãoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  19. 19. Potenciais de Ação Cardíaco  Potencial de membrana: íons permeantes;  Potencial de Equilíbrio;  Potencial de Repouso: determinada primariamente pelos íons potássio;  Na+, K+ - ATPase;  Variações do potencial de membrana: Despolarização e hiperpolarização.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  20. 20. Potenciais de Ação dos Ventrículos, Átrios e Sistema de Purkinje (1) Longa Duração: Longos períodos refratários; (2) Potencial de Repouso Estável; (3)Platô: Período sustentado de despolarização.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  21. 21. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  22. 22. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  23. 23. 0 3 4 Regula a FC If Ca2+TProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  24. 24. Potencial de ação atrialProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL 100 ms Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  25. 25. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  26. 26. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  27. 27. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  28. 28. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  29. 29. Filme sobre a geração e condução do impulsoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  30. 30. Fisiologicamente Importante!!! Desenho Flávio Moura Rezende FilhoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  31. 31. Principais funções das células condutoras 3 Características Fisiológicas centrais: Excitabilidade:capacidade de responder a um impulso elétrico. Automaticidade: capacidade de iniciar um impulso elétrico. Condutividade: capacidade de transmitir um impulso elétrico de uma célula para outra.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  32. 32. Dessa forma, automaticidade, excitabilidade e condutividade determinam as propriedades do miocárdio FREQUÊNCIA CARDÍACA cronotropismo VELOCIDADE DE CONDUÇÃO dromotropismo FORÇA DE CONTRAÇÃO inotropismoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  33. 33. As células especializadas do SISTEMA DE CONDUÇÃO CARDÍACA geram e coordenam ordenadamente a transmissão dos impulsos elétricos para as células miocárdicas. Estes eventos Resultam na contração atrioventricular sequenciada. Esta, por sua vez, promove o fluxo mais efetivo do sangue, otimizando, assim, o débito cardíaco.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  34. 34. Velocidade de Condução - Depende da Intensidade da Corrente - dV/dT; - Não depende da duração do potencial de ação. Condução do Potencial de Ação Cardíaco: Velocidade de condução é a velocidade com que o PA se propaga pelos tecidos. Causas de retardo de condução no nódulo AV: 1) Diminuição do diâmetro das fibras internodais; 2) Apresentam potenciais de membrana menos negativo - canais para sódio inativados; 3) Período refratário prolongado (25% mais longo). Mecanismo de Propagação do PA Corrente de influxo da deflexão inicial - correntes locais - junções abertas.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  35. 35. Excitabilidade e Períodos Refratários - Excitabilidade: É a capacidade do miocárdio gerar PA em resposta da correntes despolarizantes de influxo. A- Período refratário absoluto: este período acaba quando a célula repolarizou a - 50 mV; B- Período refratário efetivo: não pode ser gerado um potencial de ação conduzido; C- Período refratário relativo: é possível gerar um PA caso o estímulo seja supra-limiar; D- Período supranormal: os canais para sódio já estão em repouso. A C D BProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  36. 36. O Potencial de Ação Cardíaco  Potencial de Membrana é de –85 a –95 mV e nas fibras condutoras Nodo Sinusal especializadas é de -90 a –100 mV;  Potencial em ponta  canais de Na+; Nodo Atrioventricular  Potencial prolongado e o platô, canais rápidos para Na+ e canais lentos para Feixe AV Ca++; Ramo Ramo Esquerdo  Velocidade de condução nas fibras Direito musculares e no tecido de condução;  Período refratário do músculo cardíaco é muito longo.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  37. 37. Tipos de Potenciais de Ação A. Resposta Rápida: ocorre nas fibras miocárdicas comuns, nos átrios e ventrículos, e nas fibras especializadas de condução (fibras de Purkinje); B. Resposta Lenta: é registrada no nodo sinusal (SA) , a região de atividade marcapasso normal do coração, e no nodo atrioventricular (AV), o tecido especializado que participa da condução do impulso cardíaco dos átrios para os ventrículos, as fibras internodais (BERNE, 2010).A BProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  38. 38. Resposta Rápida• Despolarização: fase 0;• Repolarização: Este processo possui três fases que incluem: arepolarização rápida (fase 1); acontece o platô (fase 2). Após o platô, háoutra vez uma onda rápida de polarização (fase 3), até que o potencial emrepouso ou período diastólico é atingido (fase 4).Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  39. 39. Correntes iônicas envolvidas na resposta rápidaProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  40. 40. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  41. 41. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  42. 42. Como acontece o Potencial de ação rápido?Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  43. 43. Resposta Lenta • A principal característica distintiva de uma fibra marca-passo reside em sua fase 4; • Na fibra marca-passo, ocorre uma lenta despolarização, chamada de potencial marca-passo, durante toda a fase 4;Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  44. 44. • Essa despolarização ocorre com intensidade constante,até que seja atingido o limiar, quando é, então, deflagradoum potencial de ação;• O potencial de repouso da célula do nodo SA é, em geral,menor, a deflexão inicial (fase 0) é menos inclinada, nãoexiste platô sustentado e a repolarização (fase 3) é maisgradual;• Sob condições normais, a tetrodotoxina não tem efeitosobre o potencial de ação do nódulo AS.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  45. 45. Como acontece o Potencial de ação lento?Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  46. 46. 0 3 4 Regula a FC If Ca2+TProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  47. 47. Revisando a representação gráfica dos potenciais Nodo sinuatrial Ventrículos ÁtriosProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  48. 48.  Nodo Sinoatrial: Região marcapasso.  Tratos internodais e átrios.  Nodo Atrioventricular: menor velocidade de transmissão do impulso. 1) Diminuição do diâmetro das fibras internodais; 2) Apresentam potenciais de membrana menos negativo - canais de sódio inativados; 3) Período refratário prolongado.  Feixe de Hiss, Sistema de Purkinje: condução extremamente veloz, distribui o potencial de ação rapidamente para os ventrículos. Nodo Sinusal Nodo Atrioventricular Feixe AV Ramo Esquerdo Ramo DireitoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  49. 49. Ritmo sinusal normal (1) Os potenciais de ação devem ser gerados no nodo sinoatrial; (2) Os impulsos devem ocorrer, regularmente, a cada 60 - 100 impulsos/min; (3) A ativação do miocárdio deve ocorrer na seqüência correta. Nodo Sinusal Nodo Atrioventricular Feixe AV Ramo Esquerdo Ramo DireitoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  50. 50. O nodo SA contém dois tipos principais de células:  Células pequenas e arredondadas, contendo poucas organelas e miofibrilas (células marca-passo);  Células alongadas e delgadas, aparentemente intermediárias entre as células arredondadas e as células miocárdicas atriais comuns (conduzem os impulsos pelo interior do nódulo e até suas bordas).Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  51. 51. Marcapasso CardíacoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  52. 52. Marcapassos Latentes Nodo Sinusal Nodo AV Feixe de His Ramo Ramo Esquerdo DireitoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  53. 53. Marcapassos Latentes Nodo AV, Feixe de His e as fibras de Purkinje; O marcapasso com maior velocidade de despolarização da fase 4 e o potencial de ação com menor duração é quem controla a freqüência cardíaca. Localização Freqüência Intrínseca da Atividade (impulsos/ min) Nodo SA 80-70 Nodo AV 60-40 Feixe de Hiss-Purkinje 40-15Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  54. 54. Marcapassos Latentes # Condições nas quais o marcapasso latente assume o marcapasso cardíaco (marcapasso ectópico): (1) Se a frequência do Nodo SA diminuir (ativação parassimpática) ou parar completamente (lesão); (2) Aumento da frequência intrínseca de algum dos marcapassos latentes; (3) Condução do potencial de ação gerado no nodo SA for interrompido.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  55. 55. Circuito de transmissão do impulso elétrico através das fibras especializadas excitatórias e condutoras Nodo sinusial Impulso elétrico Fibras atriais regulares Feixes internodais Fibras transicionais Nodo Atrioventricular Porção penetrante do feixe atrioventricular Feixe atrioventricular Fibras de Purkinje Fibras musculares ventricularesProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  56. 56. Para pensar a respeito do ritmo e excitabilidade: # O que acontece quando o nodo SA não funciona? # Qual unidade responsável por gerar a excitação ? FC: 40 a 60 bpm FC: 15 a 40 bpmProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  57. 57. Excitação Rítmica do Coração Sistema de Excitação e Condução do Coração É responsável pela geração de impulsos rítmicos que produzem Nodo Sinusal a excitação que provoca a contração rítmica do músculo cardíaco e para a condução Nodo Atrioventricular desses impulsos através do coração; Feixe AV Regulação íntrínseca da Ramo Esquerdo frequência cardíaca. Ramo DireitoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  58. 58. Discos Intercalares (DI)  Os discos intercalares são membranas que separam as células musculares cardíacas umas das outras. Ou seja, as fibras musculares cardíacas são formadas por muitas células individuais conectadas em série entre si;  A resistência elétrica através dos discos intercalares é somente 1/400 da resistência através da membrana externa da fibra muscular cardíaca.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  59. 59. Acoplamento Excitação-ContraçãoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  60. 60. Acoplamento Excitação-Contração  Além do íons Ca++ liberados pelo retículo sarcoplasmático através das cisternas, grandes quantidades adicionais de Ca++ se difundem para o sarcoplasma através dos túbulos T, durante o potencial de ação;  Este influxo adicional garante a força de contração muscular e depende da concentração de Ca++ no LEC.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  61. 61. Acoplamento Excitação-ContraçãoProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  62. 62. Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  63. 63. Mecanismos envolvidos no acoplamento excitação- contração no cardiomiócito 3Na+3Na+ 2m 0 V 2m 0 s A X A [Ca2+]i Mitocôndria RS [Ca2+]i Contração Túbulo T Relax Miofibrila I - Banda H - Banda RyR Z-Linha Z-Linha SARCÔMEROProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  64. 64. Mecanismos envolvidos no acoplamento excitação- contração no cardiomiócito: papel do Ca2+ Túbulo T Retículo Sarcoplasmático / Membrana juncional. Túbulos T 100 – 300 nm ~10 nm Líneas Z bAR Ca2+ Na+ SERCA Ca2+ Ca2+ SR X Na+ CSQ A K+ Ca2+ A K+ RyRProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  65. 65. O que é “spark” de Ca 2+ ? “Faiscando” filmes sobre o assunto http://www.youtube.com/watch?v=x3s2L2rvNLM http://www.youtube.com/watch?v=7LyZkNeyw9s http://www.youtube.com/watch?v=NgWIThdIGzwProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  66. 66. O que é “spark” de Ca2+ ? Nature Reviews Molecular Cell Biology, vol. 4:517-529 (July 2003).Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  67. 67. Energia para a Contração Miocárdica  A energia é química, derivada do metabolismo oxidativo de ácidos graxos e, em menor grau, de outros nutrientes;  O consumo de O2 pelo miocárdio é elevado e depende da oferta das artérias coronárias;  Débito Cardíaco = FC x Fração Ejeção VE;  DC = 5 L/min, em repouso;  DC pode aumentar até 4 a 7 vezes, durante exercício.Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  68. 68. Literatura RecomendadaProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL
  69. 69. “O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas”. Willian george wardProfa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL Profa. Luiza A. Rabelo, LRC-ICBS/UFAL

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