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Sumário1. Introdução2.2  Histórico3. Micotoxinas4. Principais micotoxinas5.5  Regulamentação de Micotoxinas no   Brasil e ...
Introdução   Micotoxinas → metabólitos secundários tóxicos   produzidos por uma variedade d      d id                     ...
As micotoxinas → produzidas somente quando certascondições ambientais, t i   di õ       bi t i  tais como t  temperatura e...
Os Fungos• Cepas toxigênicas e nãotoxigênicas - presença dt i ê i                   dofungo não é um indicativo deque exis...
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Figura 1. Previsão dos períodos de armazenagem sem          bolores  para    a    cevada   a   diferentes          tempera...
Figura 2. Micotoxinas e o clima no Brasil
Fatores químicos:   –   pH – na faixa 2,5 - 7,5 (são capazes de alterar o       pH);   –   Composição do substrato e nutri...
Fatores biológicos:    –   Presença de invertebrados → o metabolismo do        inseto eleva a quantidade de umidade do    ...
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Por que elas preocupam?• Substâncias estáveis e resistentes - atividadetóxica persiste por um longo tempo nos alimentos,me...
Por que elas preocupam?• Contaminação aguda é mais freqüente emanimais domésticos - altos teores encontrados emrações;• Ef...
• Em quase todas as matérias-primas destinadas aggêneros alimentícios, tais como:                    ,                    ...
Cerca de 25% de todos os produtos agrícolas produzidos no mundo estão contaminados com             alguma micotoxina.     ...
Brasil → um dos líderes na produção de  alimentos agrícolas e de commodities, com    condições ambientais excelentes para ...
Micotoxinas → exemplos de "Envenenamento pormeios naturais " e, portanto, são análogos à   i      t   i          t t      ...
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• Doença do arroz amarelo (séculos XIX e XX) noJapão:    –   morte por consumo de arroz mofado. A doença foi              ...
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• A nefropatia     dos    Bálcãs(1957-1958),      lesteeuropeu:    –   ingestão de alimentos contaminados com        ocrat...
Micotoxinas• Toxinas produzidas por fungos filamentosos →micotoxinas•Micotoxinas (do grego, mykes = fungo) → Micotoxinasco...
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Cerca de 400 diferentes micotoxinas                                         (BETINA,                                      ...
• Todos   os   pesquisadores    concordam   →micotoxinas estão amplamente incorporadas aos                     p          ...
• Micotoxinas - afetam o agronegócio:                          g    g    –   Interferindo    ou      até     mesmo        ...
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• Micotoxinas → entram nas cadeias alimentareshumana e animal por meio de duas maneiras:Contaminação indireta de alimentos...
Contaminação direta de alimentos e rações. - ocorre quando o produto, o alimento ou a ração,se torna contaminado por um fu...
ToxicidadeAGUDA → resultando em danos aos rins ou               fígado;CRÔNICA → resultando em câncer de fígado;          ...
Mecanismos de ação das    micotoxinas : efeitos biológicos• Interrompem o metabolismo celular → potentesinibidores da sínt...
• Alteram a estrutura e a função da membranacelular → i t  l l     interrompem o t                        transporte d mem...
Principais micotoxinasAFLATOXINAS                        São micotoxinas produzidas                          p            ...
Figura 3. Estruturas químicas das aflatoxinas B1, B2, G1 e G2.
• São encontradas como contaminantes em:    –   Amendoim, Nozes,        Amendoim Nozes Castanhas;    –   Amêndoas;    –   ...
• Causas:    –   Capacidade d se li        C     id d de      ligarem ao DNA d                                          da...
–    Perus, frangos e suínos alimentados com rações     contaminadas com aflatoxinas apresentam uma                       ...
OCRATOXINA A                     São micotoxinas produzidas                        Aspergillus ochraceus                  ...
• São encontradas como contaminantes em:    –   Milho, Cevada, Centeio;             ,       ,        ;    –   Trigo, Aveia...
• Causas:    –   Nefropatias, Hepatóxica, Imunossupressora;             p     ,   p       ,         p       ;    –   Terat...
FUMONISINAS                            São micotoxinas produzidas                           por F                         ...
•As fumonisinas - grupo de 16 substâncias: B1(FB1, FB2,FB3 e FB4), A1, A2, A3, AK1, C1, C3, C4, P1, P2, P3, PH1ae PH1b    ...
• Causas:    –   Câncer de esôfago (Transkei Sul da África; China e                            (Transkei,        nordeste ...
TRICOTECENOS  São micotoxinas produzidas por Fusarium sp.,      Myrothecium, Ph      M   th i     Phomopsis, Stachybotrys,...
Figura 5. Estrutura química do tricotecenos dp           tipo A e B.
• Tricotecenos mais importantes:    –   Desoxinivalenol (DON);    –   Nivalenol (NIV);                  (   )    –   Toxin...
• Causas:    –   inibição da síntese protéica eucariótica interferindo                                      eucariótica,  ...
ZEARALENONA                 São micotoxinas produzidas por                  F. graminearum e F. culmorum F. F graminearum ...
• São encontradas como contaminantes em:    –   Milho, cevada/malte, sorgo;             ,       /     ,    g ;    –   Cent...
• Causas:    –   hiperestrogenismo em suínos – causa feminidade em        animais a 1 ppm;    –   Em suínos → pode provoca...
• Causas:   Figura 6. Suíno afetado pela micotoxina zearalenona.
CITRININA                São micotoxinas produzidas p                                 p            por                    ...
• São encontradas como contaminantes em:    –   Arroz;    –   Trigo, farinha;    –   Cevada, milho;            d    ilh   ...
• Causas:    –   Nefropatia suína e de outros animais - toxicicidade        aguda varia com a espécie de animal;          ...
PATULINA                 São micotoxinas produzidas por                           Penicillium                           P ...
• São encontradas como contaminantes em:    –   Maçã;          ç ;    –   Pera;    –   Cereja;    –   Outros frutos.
Suco não fermentado de maçã.                         ç                                      (MOSS e LONG, 2002)• Os estudo...
Regulamentação de micotoxinas no        Brasil e no mundo• Fatores - elaboração da legislações:    –   Aspectos científico...
Regulamentação de micotoxinas• 2003   → 100 países - l i l ã                      í        legislação pararegulamentar os ...
Figura 6. Percentagem da população global coberta pela          legislação de micotoxinas em 2003.
Figura 7. Legislação para micotoxinas em alimentos e rações na América          Latina (FAO, 2003).
Considerações finais• A contaminação de alimentos e rações pormicotoxinas → sério problema de saúde parahumanos e animais ...
No Brasil• Alimentos para o consumo humano estãosujeitos ao limite máximo:   –     Aflatoxinas (B1+B2+G1+G2) de 20μg/kg   ...
No Brasil• Alimentos para consumo animal (matérias-primas e rações):    –     Aflatoxinas (B1+B2+G1+G2) de 50 μg/kg.      ...
– O reconhecimento dos problemas causados pelasmicotoxinas nos alimentos e rações → primeiro passopara a implementação de ...
Bibliografia•   ABRAMSON, D.; USLEBER, E.; MARLBAUER, E. Immunochemical method for citrinin. In:    TRUCKSESS, M. W., POHL...
•   FREIRE, F. C. O.; KOZAKIEWICZ, Z. Filamentous fungi, bacteria and yeasts associated with cashew    kernels in Brazil. ...
Obrigada      Ob i dfrancielecaixeta@yahoo.com.br
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  1. 1. Universidade federal de lavras Departamento de agricultura p g Setor de sementesMicotoxinas: Importância na alimentação e na saúde humana e animal Franciele Caixeta Prof. Dr. Renato Mendes Guimarães
  2. 2. Sumário1. Introdução2.2 Histórico3. Micotoxinas4. Principais micotoxinas5.5 Regulamentação de Micotoxinas no Brasil e no mundo6. Considerações finais
  3. 3. Introdução Micotoxinas → metabólitos secundários tóxicos produzidos por uma variedade d d id i d d de ffungos, especialmente por espécies dos gêneros: Fusarium sp Alternaria spAspergillus sp Penicillium sp
  4. 4. As micotoxinas → produzidas somente quando certascondições ambientais, t i di õ bi t i tais como t temperatura e tumidade, além das características bioquímicas dosprodutos que servem como substrato são propícias substrato,para a sua produção.Integridade física do cereal → importante naprodução das micotoxinas. A contaminação poderáocorrer mesmo em material armazenado, porquelesões mecânicas ou provocadas por insetos oudurante o processamento, td t t tornam os cereais muito i itsusceptíveis à proliferação de fungos.
  5. 5. Os Fungos• Cepas toxigênicas e nãotoxigênicas - presença dt i ê i dofungo não é um indicativo deque existe a toxina;•Alguns mofos levam apenasalgumas h l horas para produzir d itoxinas, enquanto outroslevam semanas semanas.
  6. 6. • Fungos de campo e fungos de armazenamento: – As micotoxinas que se formam antes das colheitas permanecem; – Depois da colheita - desaparecem associações entre fungos e plantas - fatores físicos determinam se fungos de armazenamento se desenvolverão.• As condições ótimas não são idênticas parafungos e micotoxinas e dependem de diferentes gfatores:
  7. 7. • As condições ótimas não são idênticas parafungos e micotoxinas e dependem de diferentesfatores:Fatores físicos: – umidade e água disponível; – Temperatura → 25ºC e 30ºC e o limite máximo entre 40 e 45ºC; ; – Integridade física dos grãos → os tegumentos intactos do grão dificultam o acesso do fungo ao amido endospérmico.
  8. 8. Tabela 1. Temperatura mínima necessária para o desenvolvimento de alguns fungos e para a produção de micotoxinas.Mofos ºC Micotoxinas ºCAspergillus flavus 10º Aflatoxinas 10ºAspergillus clavatus 10 10º Patulina 12 12ºAspergillus ochraceus 10 - 12º Ocratoxina 12ºPenicillium expansum 0º Patulina 0 - 24ºPenicillium cyclopium 0º Ocratoxina 0 - 24ºPenicillium cyclopium 0º Acido penicílico 4ºFusarium roseum 15º Zearalenona 10º
  9. 9. Figura 1. Previsão dos períodos de armazenagem sem bolores para a cevada a diferentes temperaturas e conteúdos de umidade
  10. 10. Figura 2. Micotoxinas e o clima no Brasil
  11. 11. Fatores químicos: – pH – na faixa 2,5 - 7,5 (são capazes de alterar o pH); – Composição do substrato e nutrientes minerais → produção de micotoxina – Fe e Zn são os elementos mais importantes; – Potencial de oxi-redução (O2/CO2) → A maior ç ( / parte é aeróbia – excesso de CO2 pode impedir desenvolvimento fúngico.
  12. 12. Fatores biológicos: – Presença de invertebrados → o metabolismo do inseto eleva a quantidade de umidade do substrato e a ruptura do pericarpo permite a infecção do interior do grão; – Linhagens específicas Li h ífi → mais i ou menos susceptível
  13. 13. Tabela 2. Produção de aflatoxina (ppm) por diferentes linhagens de Aspergillus parasiticus em diversos grãos Semente NRRL 3000 NRRL 2999 NRRL 3145 Amendoim 107 104,0 104 0 8,50 8 50 Soja 19 2,8 0,06 Milho 53 47,0 , 5,50 , Trigo 72 19,0 7,10 Arroz 107 185,0 10,60 Sorgo 72 88,0 57,60
  14. 14. Por que elas preocupam?• Substâncias estáveis e resistentes - atividadetóxica persiste por um longo tempo nos alimentos,mesmo após o desaparecimento dos fungos queas originaram;• Não alteram aparência dos alimentos; p ;• São compostos químicos de baixo pesomolecular, que não são detectadosmolecular pelosantígenos.
  15. 15. Por que elas preocupam?• Contaminação aguda é mais freqüente emanimais domésticos - altos teores encontrados emrações;• Efeitos crônicos no homem danos: homem, – Nos rins; – No fí d N fígado; – Nos sistemas nervoso e imunológico; – Trato gastrointestinal; – Alterações estrogênicas, carcinogênicas, mutagênicas e teratogênicas. ê i ê i
  16. 16. • Em quase todas as matérias-primas destinadas aggêneros alimentícios, tais como: , – Café; – Arroz; – Sorgo; – Milho; – Semente d algodão; S t de l dã – Feijão; – Frutas; – Trigo; – Presunto; – Cevada; C d – Queijo; – Soja; – Leite; – Castanha do pará; Castanha-do-pará; – Vinho – Nozes; – Cerveja. UM OU MAIS TIPOS DE MICOTOXINAS
  17. 17. Cerca de 25% de todos os produtos agrícolas produzidos no mundo estão contaminados com alguma micotoxina. (BHAT e MILLER 1991; MANNON e JOHNSON 1985) MILLER, JOHNSON,• Legislação mais rígidas quanto aos níveismáximos de micotoxinas permitidos → paísesimportadores.
  18. 18. Brasil → um dos líderes na produção de alimentos agrícolas e de commodities, com condições ambientais excelentes para o di õ bi t i l t crescimento de fungos micotoxigênicos Muitos alimentos, rações e ingredientes g apresentam níveis de contaminação pormicotoxinas muitas vezes superior ao permitido pela legislação brasileira, bem como pela internacional.
  19. 19. Micotoxinas → exemplos de "Envenenamento pormeios naturais " e, portanto, são análogos à i t i t t ã ál àspatologias causadas pela exposição aosagrotóxicos ou resíduos de metais pesados pesados.• Toxicidade de uma micotoxina depemde: – Tipo de micotoxinas; – Quantidade e da duração da exposição; – Idade, saúde e sexo do indivíduo exposto; – Estado nutricional; – Interações com outros insultos tóxicos.
  20. 20. • A gravidade da intoxicação por micotoxinas podeser agravada por fatores como: – Deficiência de vitamina A; – Privação calórica; – Alcoolismo; – vulnerabilidade às doenças microbianas → ç agravar os efeitos de desnutrição, e interagir sinergicamente com outras toxinas.
  21. 21. Histórico• Desde há muito tempo - cogumelos(macrofungos) → sérios riscos à saúde humana;• Recentemente - metabólitos produzidos porfungos filf filamentosos ( i t (microfungos), ao entrarem f ) tna cadeia alimentar → epidemias em humanos eanimais;•10 pragas do Egito (Êxodo e Jó) - evidências dapresença d micotoxinas nos alimentos. de i i li
  22. 22. •E Ergotismo - F i Fogo d S de Santo A ô i Antônio – morte de milhares de pessoas na Idade Média, séculos XI e XVI, na Europa; l – provocava a sensação de queimação na pele na população que consumia cereais contaminados l ã i i t i d por Claviceps purpúrea; – A doença era decorrente das propriedades vasoconstritoras da ergotamina. (MATOSSIAN, (MATOSSIAN 1981)
  23. 23. • Doença do arroz amarelo (séculos XIX e XX) noJapão: – morte por consumo de arroz mofado. A doença foi p atribuída a citreoviridina, toxina cardiotóxica (beribéri cardíaco) produzida por fungos do genêro Penicillium;• A staquibotriotoxicose → causou a morte de staqu bot oto cose o tedezenas de milhares de eqüinos na antiga URSS,1930-1940. (MOREAU, 1979)
  24. 24. • Aleucia Tóxica Alimentar (ATA) (1941-1945): (1941 1945): – 100.000 russos enfermos levando a óbito, causado por tricotecenos, micotoxinas produzidas por Fusarium;•A aflatoxicose → matou 100.000 perus jovens -Reino Unido, Unido em 1960, 1960 sendo tambémresponsabilizada pela morte de outros animais eaté, provavelmente, de humanos. ,p , (RODRICKS et al., 1977; PITT e HOCKING,1986)
  25. 25. • A nefropatia dos Bálcãs(1957-1958), lesteeuropeu: – ingestão de alimentos contaminados com ocratoxina A produzida por Aspergillus ochraceus Penicillium;• Noroeste da Índia (1974) → surto de aflatoxinaB1 em 397 pessoas, após a ingestão de milhocontaminado. Cerca de 108 pessoas morreram;• Quênia (1982) → surto devido à ingestão dealimento contaminado com aflatoxina B1 - 20pessoas adoeceram e 12 delas morreram.
  26. 26. Micotoxinas• Toxinas produzidas por fungos filamentosos →micotoxinas•Micotoxinas (do grego, mykes = fungo) → Micotoxinascompostos policetônicos resultantes das reaçõesde condensação que ocorrem quando se ç q qinterrompe a redução dos grupos cetônicos nabiossíntese dos ácidos graxos realizada pelosfungos.
  27. 27. •E t Estes metabolitos secundários i d t b lit dá i induzem reações õtóxicas em vertebrados mesmo quando ingeridosem ↓[ ];• Encontrados em alguns gêneros alimentícios,especialmente em cereais; i l i• Micotoxinas → fungos de alimentos e de rações,excluindo aquelas toxinas produzidas porcogumelos. (FAO, 2003)
  28. 28. Moléculas um tanto quantodiferentes - estruturas que variamde simples anéis heterocíclicos(peso molecular - 50 Da) a gruposde 6 a 8 anéis hd éi heterocíclicos í liirregularmente dispostos (pesomolecular - >500 Da) Da). (FAO, 2003)
  29. 29. Cerca de 400 diferentes micotoxinas (BETINA, (BETINA 1984)• A definição de micotoxina é difícil: – Diversidade de sua estrutura química – Origens de sua biossíntese; – Amplos efeitos biológicos; – Produzidas por uma enorme variedade de espécies fúngicas;• Definição correlacionada ao grupo deespecialista envolvido no seu estudo (médicos ,especialista em biologia celular, bioquímico emicologistas).
  30. 30. • Todos os pesquisadores concordam →micotoxinas estão amplamente incorporadas aos p palimentos e seus derivados - problema de saúdepública; (BENNETT e KLICH, 2003)• Micotoxinas em alimentos e derivados não é umproblema apenas de países em desenvolvimento.
  31. 31. • Micotoxinas - afetam o agronegócio: g g – Interferindo ou até mesmo impedindo a exportação; p ç ; – Reduzindo a produção animal e agrícola; (JELINEK et al 1989; MILLER 1995; LEUNG et al 2006) al., MILLER, al.,• Países em desenvolvimento – o problema é sério:
  32. 32. Produtos de boa qualidade → exportados Produtos de qualidade inferior (níveis demicotoxinas superiores aos permitidos nos paísesimportadores) → consumidas no mercado interno, com riscos evidentes para a saúde da população (DAWSON, 1991)
  33. 33. • Micotoxinas → entram nas cadeias alimentareshumana e animal por meio de duas maneiras:Contaminação indireta de alimentos e rações - um ingrediente qualquer foi previamentecontaminado por um fungo toxigênico, e mesmoque o ffungo tenha sido eliminado d h id li i d durante oprocessamento, as micotoxinas aindapermanecerão no produto final final.
  34. 34. Contaminação direta de alimentos e rações. - ocorre quando o produto, o alimento ou a ração,se torna contaminado por um fungo toxigênico,com posterior formação de micotoxinas.Alimentos e rações podem permitir o crescimentoe o desenvolvimento de fungos toxigênicos, tanto durante a produção, quanto durante oprocessamento, o transporte e o armazenamento.
  35. 35. ToxicidadeAGUDA → resultando em danos aos rins ou fígado;CRÔNICA → resultando em câncer de fígado; g ;MUTAGÊNICA → causando danos no DNA; TERATOGÊNICA → causando câncer em crianças por nascer.
  36. 36. Mecanismos de ação das micotoxinas : efeitos biológicos• Interrompem o metabolismo celular → potentesinibidores da síntese protéica em eucariotas; p ;• Bloqueio das vias metabólicas – lesões → inibeas atividades mitocondriais;• Interagem com o DNA e RNA – Síntese protéica.
  37. 37. • Alteram a estrutura e a função da membranacelular → i t l l interrompem o t transporte d membrana t da bcelular;• Reagem com enzimas → inativa certas enzimascom grupos Tiol e inibe a síntese lipídica;• Reagem com co-fatores como as vitaminas.
  38. 38. Principais micotoxinasAFLATOXINAS São micotoxinas produzidas p por Aspergillus f p g flavus e Aspergillus parasiticus Aspergillus flavusRegiões tropicais e subtropicais → ótimas condições de temperatura e umidade d t t id d • Principais = AFB1 AFB2 AFG1 AFG2 e AFM1 AFB1, AFB2, AFG1,
  39. 39. Figura 3. Estruturas químicas das aflatoxinas B1, B2, G1 e G2.
  40. 40. • São encontradas como contaminantes em: – Amendoim, Nozes, Amendoim Nozes Castanhas; – Amêndoas; – Milho; ilh – Algodão, Centeio, Cevada, Sorgo; – Trigo, Aveia, Arroz; – Feijão; – Frutas secas; – Leite.
  41. 41. • Causas: – Capacidade d se li C id d de ligarem ao DNA d das células - él l afetam a síntese protéica; – Contribuem Contrib em → aplasia tímica (a sência congênita (ausência do timo e das paratireóides - deficiência da imunidade celular; também conhecida como síndrome de Di George) (RAISUDDIN, 1993) – Propriedades oncogênicas e imunosupressivas - infecções em pessoas contaminadas; – Contribuem → patologias em viciados em heroína, bem como em recém-nascidos de mães viciadas.
  42. 42. – Perus, frangos e suínos alimentados com rações contaminadas com aflatoxinas apresentam uma p nítida redução de imunidade, ocasionando sérios problemas econômicos aos produtores; (SMITH et al., 1995)– Diminuição da produção de leite e ovos. Figura 4. Peito de frango congesto - aflotoxina g g g
  43. 43. OCRATOXINA A São micotoxinas produzidas Aspergillus ochraceus e Penicillium sp sp.Penicillium sp. Fator desencadeante → Deficiências no Armazenamento.
  44. 44. • São encontradas como contaminantes em: – Milho, Cevada, Centeio; , , ; – Trigo, Aveia, Sorgo; – Café, Feijões, Café Feijões Arroz; – Cacau; – Uvas, Suco U as S co de uvas e Vinhos; as – Cerveja; – Frutas secas; – Carne suína e derivados.
  45. 45. • Causas: – Nefropatias, Hepatóxica, Imunossupressora; p , p , p ; – Teratogênica, Cancerígena; – Nefropatia suína - doença é endêmica em suínos da Dinamarca, onde também está associada à morte de aves; (KROGH, 1987; BURNS e DWIVEDI, 1986; HAMILTON et al., 1982)•50% das amostras de arroz feijão milho e trigo (Brasil) → arroz, feijão,níveis de ocratoxina A; (CALDAS et al., 2002)•Presença também confirmada em café torrado e moído, e b f d f d dem café solúvel. (PRADO et al., 2000)
  46. 46. FUMONISINAS São micotoxinas produzidas por F Fusarium verticillioides e F i ti illi id F. proliferatumFusarium verticillioides Ocorrência mundial no milho e produtos derivados, O ê i di l ilh d d i d no Brasil especialmente no milho para ração animal. São bastante estáveis durante o p processamento de alimentos.
  47. 47. •As fumonisinas - grupo de 16 substâncias: B1(FB1, FB2,FB3 e FB4), A1, A2, A3, AK1, C1, C3, C4, P1, P2, P3, PH1ae PH1b (MUSSER e PLATTNER, 1997; AH-SEO e WON LEE, 1999) Figura 5. Estrutura química da fumonisiba B1:R1= R2= B1 R1 R2 R3 = OH OH.
  48. 48. • Causas: – Câncer de esôfago (Transkei Sul da África; China e (Transkei, nordeste da Itália; (PERAICA et al., 1999) – Leucoencefalomácia em equinos e coelhos; (MARASAS et al., 1988; BUCCI et al., 1996; FANDOHAN et al., 2003); – Edema pulmonar e hidrotórax em suínos; d l hd (HARRISON et al., 1990) – Efeitos hepatotóxicos, carcinogênicos e apoptose e tos epatotó cos, ca c ogê cos (morte celular programada) em fígado de ratos; (GELDERBLOM et al., 1988; 1991; 1996; POZZI et al., 2000) – Estas toxinas inibem a síntese de esfingolipídios; (SHIER, 1992) – Edema pulmonar em suínos suínos.
  49. 49. TRICOTECENOS São micotoxinas produzidas por Fusarium sp., Myrothecium, Ph M th i Phomopsis, Stachybotrys, i St h b t Trichoderma, Trichotecium, VerticimonosporiumFatores desencadeantes → temperatura baixa alta baixa, umidade e problemas de armazenamentos Presentes em milho, trigo, cevada, aveia, arroz e outros cereais de inverno.
  50. 50. Figura 5. Estrutura química do tricotecenos dp tipo A e B.
  51. 51. • Tricotecenos mais importantes: – Desoxinivalenol (DON); – Nivalenol (NIV); ( ) – Toxina T2; – Toxina HT2; – Diacetoxiscirpenol (DAS) O DON é uma das micotoxinas mais comumenteencontradas em grãos. Quando ingerido em doses elevadas grãospor animais, ela causa náuseas, vômitos, diarréia e recusa de alimentos.
  52. 52. • Causas: – inibição da síntese protéica eucariótica interferindo eucariótica, nos estágios inicial, de alongamento e do terminal da síntese protéica; – Os tricotecenos foram os primeiros compostos comprovadamente envolvidos na inibição da atividade da transferase peptídica (STAFFORD e McLAUGHLIN, 1973; WEI et al., 1974). • O T-2 → lesões na pele e nos olhos de gado e humanos; alergia alimentar tóxica em humanos; e é 10x mais tóxica que DON.
  53. 53. ZEARALENONA São micotoxinas produzidas por F. graminearum e F. culmorum F. F graminearum Fatores desencadeantes → temperatura baixa e problemas de armazenamentos
  54. 54. • São encontradas como contaminantes em: – Milho, cevada/malte, sorgo; , / , g ; – Centeio; – Aveia, Aveia arroz; – Banana, nozes, soja; – Cerveja; Cer eja; – Resíduos em ovos, leite e carne.
  55. 55. • Causas: – hiperestrogenismo em suínos – causa feminidade em animais a 1 ppm; – Em suínos → pode provocar distúrbios na concepção concepção, aborto e outros problemas; (KURTZ e MIROCHA, 1978) – Em vacas e ovinos têm sido observados problemas reprodutivos (EL-NEZAMI et al., 2002) No Brasil, essa toxina já foi encontrada em cereais e em aveia em flocos. ( (OLIVEIRA et al., 2002) )
  56. 56. • Causas: Figura 6. Suíno afetado pela micotoxina zearalenona.
  57. 57. CITRININA São micotoxinas produzidas p p por Aspergillus e PenicilliumSíndrome do “arroz amarelo” no Japão, em 1971,Sí d d “ l ” J ã 1971em virtude da constante presença de Penicillium citrinum nesse alimento alimento. (SAITO et al., 1971)
  58. 58. • São encontradas como contaminantes em: – Arroz; – Trigo, farinha; – Cevada, milho; d ilh – Centeio, aveia; – Amendoin.
  59. 59. • Causas: – Nefropatia suína e de outros animais - toxicicidade aguda varia com a espécie de animal; (CARLTON e TUITE, 1977) No Brasil - nefropatia suína, após ingestão de g p p g grãos de cevada mofada. (ROSA et al., 1985)
  60. 60. PATULINA São micotoxinas produzidas por Penicillium P i illiEra utilizada como spray para nariz e garganta no tratamento do resfriado comum, e como pomada para o tratamento de infecções da pele (CIEGLER, 1977; CIEGLER et al., 1971) Micotoxina (BENNETT e KLICH 2003) KLICH,
  61. 61. • São encontradas como contaminantes em: – Maçã; ç ; – Pera; – Cereja; – Outros frutos.
  62. 62. Suco não fermentado de maçã. ç (MOSS e LONG, 2002)• Os estudos sobre sua toxicidade à saúde humanasão inconclusivos → Organização Mundial daSaúde - dose provisória diária de 0,4 mg/kg depeso corporal como limite máximo de absorçãopara essa micotoxina. (TRUCKSESS e TANG, 2001)
  63. 63. Regulamentação de micotoxinas no Brasil e no mundo• Fatores - elaboração da legislações: – Aspectos científicos → disponibilidade de informações toxicológicas; conhecimento acerca da distribuição das micotoxinas nos alimentos; metodologia analítica; – Aspectos políticos e econômicos → interesses comerciais; impactos na disponibilidade da oferta de alimentos;; (VAN EGMOND e DEKKER, 1995;VERARDI e FROIDMONT-GORTZ, 1995; VAN EGMOND e JONKER, 2004). As legislações mais conhecidas são aquelas que regulamentam os níveis de aflatoxinas.
  64. 64. Regulamentação de micotoxinas• 2003 → 100 países - l i l ã í legislação pararegulamentar os limites de micotoxinas emalimentos,alimentos rações e commodities;• 30% a mais que 1995;• 90% da população mundial; (FAO, 2003) Europa - mais completa e detalhada legislação sobre micotoxinas em alimentos. América Latina - 19 países dispõem de legislação para micotoxinas (91% da população continental); Para aflatoxinas encontra-se harmonizada no Mercosul encontra se Mercosul.
  65. 65. Figura 6. Percentagem da população global coberta pela legislação de micotoxinas em 2003.
  66. 66. Figura 7. Legislação para micotoxinas em alimentos e rações na América Latina (FAO, 2003).
  67. 67. Considerações finais• A contaminação de alimentos e rações pormicotoxinas → sério problema de saúde parahumanos e animais - obstáculo à economia depaíses da África, Ásia e da América Latina, nosquais a b l i balança comercial se b i l baseia nas iexportações de commodities.
  68. 68. No Brasil• Alimentos para o consumo humano estãosujeitos ao limite máximo: – Aflatoxinas (B1+B2+G1+G2) de 20μg/kg (20ppb); – , μ g; Leite fluido é de M1= 0,5μ/kg; – Leite em pó é de M1= 5,0μg/kg. Resolução RDC no 274 da ANVISA (Ministério da Saúde)(Diário Oficial 274, da União, de 16/10/2002)
  69. 69. No Brasil• Alimentos para consumo animal (matérias-primas e rações): – Aflatoxinas (B1+B2+G1+G2) de 50 μg/kg. Portaria MA/SNAD/SFA nº 183, do Ministério da Agricultura (Diário Oficial da n União, de 09/11/1988)Nossa legislação contemple apenas as aflatoxinas -pesquisas com outras importantes micotoxinas, como acitrinina,citrinina as fumonisinas a ocratoxina A a patulina os fumonisinas, A, patulina,tricotecenos e outras menos freqüentes.
  70. 70. – O reconhecimento dos problemas causados pelasmicotoxinas nos alimentos e rações → primeiro passopara a implementação de programas - para a prevenção ea redução do problema;– Também o uso de métodos para sua remoção oudescontaminação;– Rotina de inspeção, legislação para controlar o fluxo decommodities contaminadas com micotoxinas no comércionacional e internacional;– Desenvolver atividades de informação, comunicação e,principalmente, de educação.
  71. 71. Bibliografia• ABRAMSON, D.; USLEBER, E.; MARLBAUER, E. Immunochemical method for citrinin. In: TRUCKSESS, M. W., POHLAND, A.F. (Ed.). Mycotoxin protocols. Totowa: Humana Press. 2001. p.195-204.• ANDERSON, S. J. Compositional changes in surface mycoflora during ripening of naturally fermented sausages. J Journal of Food Protection, v. 58, p. 426-429, 1995 l f F d P t ti 58 426 429 1995.• BAYMAN, P.; BAKER, J. L.; DOSTER, M. A.; MICHAILIDES, T. J.; MAHONEY, N. E. Ochratoxin production by the Aspergillus ochraceus group and Aspergillus alliaceus. Applied Environmental Microbiology, v. 68, p. 2.326-2.329, 2002.• BENNET, J. W.; KLICH, M. Mycotoxins. Clinical Microbiology Reviews, Washington, DC, v.16, n. 3, p. 497-516, 2003.• CALDAS, E. D.; SILVA, S. C.; OLIVEIRA, J. N. Aflatoxinas e ochratoxina A em alimentos e riscos para a saúde humana Revista de Saúde Pública v 36 n 3 p 319-323, 2002 humana. Pública, v. 36, n. 3, p. 319 323 2002.• COKER, R. D.; NAGLER, M. J.; BLUDEN, G.; SHRAKEY, A. J.; DEFIZE, P. R.; DERKSEN, G. B.; WHITAKER, T. B. Design of sampling plans for mycotoxins in foods and feeds. Natural Toxins, v. 3. p. 322-326, 1995.• COMERIO, R. M. Nefrotoxinas y especies nefrotóxicas del género Penicillium Link. Revista Iberoamericana de Micologia, v. 7, p. 82-89, 2000.• FANDOHAN, P.; HELL, K.; MARASAS, W. F. O.; WINFGIELD, M. J. Infection of maize by Fusarium species and contamination with fumonisin in Africa African Journal of Biotechnology v 2 n 12 p. Africa. Biotechnology, v. 2, n. 12, p 570-579, 2003.• FAO. Worldwide regulations for micotoxins in food and in feed in 2003. (FAO. Food and Nutrition Paper, 81). Disponível em: <http://www.fao.org/docrep/007/y5499e/y5499e07.htm>. Acesso em: 27 abril. 2010.
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  73. 73. Obrigada Ob i dfrancielecaixeta@yahoo.com.br

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