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  1. 1. Micotoxinas ALUNAS: ANA CAROLINE JU LUZIA PATRICIA SANTANA THAYS SANTOS
  2. 2. DEFINIÇÃO O QUE SÃO MICOTOXINAS? ·Metabólitos secundários formados durante o crescimento dos fungos. ·Importantes contaminantes de alimentos de rações animais ·Efeitos tóxicos agudos e crônicos no homem e em animais
  3. 3. SINTOMAS DEPENDEM: ·Tipos de micotoxina ·Quantidade e duração da exposição. ·Da via de exposição ·Idade, sexo e saúde do indivíduo exposto. ·Má nutrição, abuso de álcool, condição de doença infeciosa.
  4. 4. MICOTOXINAS EM ALIMENTOS ·CONDIÇÃO AMBIENTAL PRODUÇÃO ·ARMAZENAMENTO
  5. 5. FORMAÇÃO DAS MICOTOXINAS Os que acatam antes da colheita (fungos de campo) Os que ocorrem após a colheita (fungos de armazenamento) Os fungos que produzem micotoxinas dividem-se em dois grupos:
  6. 6. PRINCIPAIS AS PRINCIPAIS MICOTOXINAS
  7. 7. AFLATOXINAS As aflatoxinas são produzidas por fungos do gênero Aspergillus e relatadas como hepatotóxicas, mutagênicas, imunossupressoras e neoplásicas. A depender da quantidade ingerida, frequência de ingestão e idade do individuo, podem relacionar-se à cirrose, necrose do fígado, encefalopatia e aumento da susceptibilidade à hepatite B. Dentre as aflatoxinas destacam-se as denominadas B1, G1, B2 e G2, especialmente a B1, que tem elevada hepatotoxicidade. A biotransformação das aflatoxinas ocorre principalmente no fígado e diferentes enzimas podem atuar na detoxificação.
  8. 8. FUMONISINAS Formam um grupo de micotoxinas produzidas pelo metabolismo secundário de fungos toxígenos dos gêneros Fusarium e Alternaria, sendo as linhagens de F. moniliforme as maiores produtoras. Aproximadamente duas dezenas de fumonisinas são conhecidas, mas somente as fumonisinas B1, B2 e B3 apresentam ocorrência e importância toxicológica reconhecidas. Ocorrem em diversos cereais, sobretudo no milho, atingindo concentrações que geralmente induzem intoxicações subclínicas em diversas espécies. A diminuição do ganho de peso geralmente é decorrente de afecções entéricas e hepáticas.
  9. 9. ZEARALENONA Zearalenona é um metabólito fúngico estrogênico não esteroide. É produzida por várias espécies de fungos do gênero Fusarium, incluindo F. culmorum, F. graminearum e F. crookwellense. Essas espécies colonizam cereais e tendem a se tornar particularmente importantes durante estações de alta umidade, acompanhadas de temperaturas amenas. É uma micotoxina contaminante natural de diversos cereais, como trigo, cevada, arroz e particularmente o milho, em vários países. A toxina pode produzir efeitos estrogênicos quando os cereais ou subprodutos contaminados são ingeridos pelos animais.
  10. 10. OCRATOXINA A A ocratoxina A, é uma micotoxina produzida por algumas espécies de fungos filamentosos pertencentes aos gêneros Aspergillus e Penicillium e é, entre todas as ocratoxinas, a mais tóxica e por isso a mais relevante. Apresenta propriedades carcinogênicas, nefrotóxicas, teratogênicas, imunotóxicas e neurotóxicas.
  11. 11. TRICOTECENOS Tricotecenos são produzidos por fungos dos gêneros Fusarium, Cefalosporium, Myrothecium, Stachybotrys e Trichoderma. Estão divididos em grupo A e grupo B. São contaminantes naturais de grãos, sendo produzidos em condições de alta umidade. DON ocorre com maior frequência, havendo associação a outras micotoxinas de Fusarium. Monogástricos, como os suínos, são muito sensíveis à ação dos tricotecenos. Os sinais clínicos incluem recusa de alimentos, vômito, diminuição no ganho de peso, diarreia com sangue, dermatite, salivação, hemorragias, abortos e distúrbios do sistema nervoso.
  12. 12. RUGULOSINA Produzida por espécies de Penicillium, especialmente por Penicillium islandicum, a rugulosina é um bis-antraquinoide e é supeita de causar danos renais e hepáticos em humanos (SUTTAJIT, 1987). Em células de ratos e camundongos, essa substância induziu a formação de tumores em células hepáticas de camundongos machos (UENO et al., 1980).
  13. 13. LUTEOSQUIRINA Também produzida por Penicillium islandicum, a luteosquirina é uma antraquinona e estaria associada à doença do “arroz amarelo”, no Japão. Sua capacidade nefrotóxica e hepatotóxica não está conclusivamente provada. Entretanto, o fungo produtor é comumente isolado a partir de alimentos (COMERIO, 2000).
  14. 14. CICLOCLOROTINA Considerada como hepatóxica, a cicloclorotina é igualmente produzida por Penicillium islandicum. Sua capacidade para causar efeitos tóxicos a células hepáticas em cultura foi demonstrada por OHMI et al. (2001).
  15. 15. ÁCIDO PENICÍLICO Produzido por algumas espécies de Penicillium, mas principalmente pelo fungo Aspergillus ochraceus, o ácido penicílico é considerado uma micotoxina potencialmente cancerígena. Testes em camundongos machos confirmaram essa capacidade
  16. 16. Regulamentação de Micotoxinas no Brasil e no Mundo AANVISA estabelece limites para presença de micotoxinas em alimentos. Os alimentos comercializados no Brasil deverão respeitar um limite máximo para a presença de micotoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos e encontradas principalmente em grãos. É o que determina a Resolução publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) Entretanto, dentro dos limites estabelecidos pela regulamentação da ANVISA, o consumo dessas substâncias é considerado seguro. “O ideal é que os alimentos possuam a menor quantidade de micotoxinas possíveis, porém existem estudos toxicológicos internacionais que nos dão essa margem de segurança para consumo dessas substâncias.
  17. 17. CONCLUSÃO A contaminação de alimentos e rações por micotoxinas representa um sério problema de saúde para humanos e animais, além de se constituir em considerável obstáculo à economia de países da África, Ásia e da América Latina, nos quais a balança comercial se baseia nas exportações de commodities Falta no Brasil, entretanto, um maior rigor no cumprimento das portarias. As fiscalizações são esporádicas e os laboratórios encarregados de realizar as análises encontram-se, em sua grande maioria, desprovidos de material e de pessoal especializado

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