Palpação na massagem




      Hugo Pedrosa / 2009
Avaliação / Palpação


      Palpação
        Ocupa uma posição proeminente na
        avaliação e tratamento dos distúrbi...
Avaliação / Palpação

     - Tocar noutro ser humano é um acto de dar e receber
     informações. Transmitimos não só a no...
Avaliação / Palpação

     Concorda-se que a polpa dos dedos é a região mais
     sensível da mão, e mais apropriada para ...
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     Diagnóstico palpatório

           1 - Exame superficial

      Deslizamento da polpa de um ou ...
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     Diagnóstico palpatório

           1 - Exame superficial

      Existem várias mudanças específ...
Avaliação / Palpação
     Diagnóstico palpatório

           1 - Exame superficial

      b) Endurecimento

      Um ligei...
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     Diagnóstico palpatório

           1 - Exame superficial

      d) Sensibilidade

      A sensib...
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        Diagnóstico palpatório

             1 - Exame superficial

        Que questões podemos colo...
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     Diagnóstico palpatório

             2 - Exame profundo

      Nesta altura a pressão dos dedos ...
Avaliação / Palpação
        Diagnóstico palpatório

        As mudanças palpáveis nos músculos e tecidos
        moles, r...
Avaliação / Palpação
     Características do Tecido Mole que o Terapeuta pode
     sentir


     1 Conteúdo hídrico – O te...
Avaliação / Palpação
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Avaliação / Palpação

     Avaliação da gravidade da lesão por meio da palpação:


      Pressionar coloca o tecido sob te...
Avaliação / Palpação
     A partir destes conceitos, podemos ampliar os efeitos
     benéficos do tratamento pela massagem...
Avaliação / Palpação

     É importante que o massoterapeuta não se esqueça das
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Palpacao - Importancia da avaliacao dos tecidos na massagem

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O presente documento serve de apoio às aulas de massagem onde a componente terapêutica é abordada com mais profundidade.

Pretende-se chamar à atenção para a importância de uma correcta avaliação para uma escolha adequada das técnicas de manipulação dos tecidos.

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Palpacao - Importancia da avaliacao dos tecidos na massagem

  1. 1. Palpação na massagem Hugo Pedrosa / 2009
  2. 2. Avaliação / Palpação Palpação Ocupa uma posição proeminente na avaliação e tratamento dos distúrbios musculoesqueléticos. “O facto de as informações recolhidas pela palpação parecerem ser menos objectivas do que as reunidas por instrumentos, reflecte mais as limitações da instrumentação do que os poderes da observação humana”. Hugo Pedrosa / 2009
  3. 3. Avaliação / Palpação - Tocar noutro ser humano é um acto de dar e receber informações. Transmitimos não só a nossa competência, mas também a nossa sensibilidade e compaixão. - O nosso tacto é um poderoso instrumento de avaliação. As nossas mãos recebem informações a respeito da condição do tecido sob os nossos dedos, bem como a saúde em geral do cliente. - Durante a palpação e a realização das técnicas de massagem, o toque do terapeuta é suave, ainda que a pressão possa ser profunda. O técnico quer transmitir segurança ao cliente do ponto de vista físico e emocional. Hugo Pedrosa / 2009
  4. 4. Avaliação / Palpação Concorda-se que a polpa dos dedos é a região mais sensível da mão, e mais apropriada para o diagnóstico. Na realidade, a combinação dos dedos: 1 - Médio 2 - Indicador 3 - Polegar … representa o melhor mecanismo, adaptando-se para corresponder a áreas variáveis sob avaliação. Hugo Pedrosa / 2009
  5. 5. Avaliação / Palpação Diagnóstico palpatório 1 - Exame superficial Deslizamento da polpa de um ou vários dedos, de forma suave sobre a região, avaliando-se as mudanças da pele e dos tecidos subjacentes. 2 - Exame profundo Depois de avaliadas as camadas mais superficiais, as estruturas periaxiais mais profundas podem ser avaliadas através da aplicação de pressão mais intensa. Hugo Pedrosa / 2009
  6. 6. Avaliação / Palpação Diagnóstico palpatório 1 - Exame superficial Existem várias mudanças específicas a procurar nesta fase. Isto aplica-se à disfunção aguda e crónica. Entre estas alterações encontram-se: a) Mudanças na pele Quando reveste uma área de disfunção aguda e crónica, a pele fica tensa e relativamente difícil de movimentar ou deslizar sobre as estruturas subjacentes. Hugo Pedrosa / 2009
  7. 7. Avaliação / Palpação Diagnóstico palpatório 1 - Exame superficial b) Endurecimento Um ligeiro aumento de pressão avalia se o tecido muscular superficial apresenta ou não sensação de endurecimento. Estas estruturas podem demonstrar tensão e imobilidade indicando mudanças fibróticas. c) Mudanças de temperatura Numa disfunção aguda, um aumento de temperatura pode ser evidente. Nas condições de lesão crónica, pode existir (devido à isquemia) redução da temperatura dos tecidos indicando mais uma vez, alterações fibróticas. Hugo Pedrosa / 2009
  8. 8. Avaliação / Palpação Diagnóstico palpatório 1 - Exame superficial d) Sensibilidade A sensibilidade dos tecidos requer pensar sobre o assunto. O tecido está inflamado? A área local é reflexivamente activa? Qual é a natureza e a causa da sensibilidade. e) Edema Uma impressão de inchaço, engrossamento e congestão geralmente pode ser obtida nos tecidos de revestimento na disfunção aguda. Na disfunção crónica, geralmente este aspecto está ausente e foi substítuído por alterações fibróticas. Hugo Pedrosa / 2009
  9. 9. Avaliação / Palpação Diagnóstico palpatório 1 - Exame superficial Que questões podemos colocar a partir daqui? • O que é estou a sentir? • Qual a importância em relação aos sintomas e à condição do paciente? • Como se relaciona com outras áreas de disfunção percebidas? • Esta condição é local ou faz parte de um padrão mais generalizado de disfunção? Hugo Pedrosa / 2009
  10. 10. Avaliação / Palpação Diagnóstico palpatório 2 - Exame profundo Nesta altura a pressão dos dedos é substancialmente aumentada para fazer contacto com as estruturas mais profundas, como os músculos paravertebrais, sem criar uma reacção defensiva. Podemos identificar as seguintes mudanças: a) Sensação de prisão/aderência/imobilidade b) Sensibilidade c) Tensão muscular profunda d) Mudanças fribóticas e interósseas Hugo Pedrosa / 2009
  11. 11. Avaliação / Palpação Diagnóstico palpatório As mudanças palpáveis nos músculos e tecidos moles, representam essencialmente uma sensação de “congestão” (fibrose hipertrófica). • A contracção reflexa dos músculos reduz o fluxo sanguíneo através do tecido muscular. • Os fibroblastos proliferam e um tecido fibroso é formado. • Resulta num aumento da espessura das divisões existentes de tecido conjuntivo – epimísio e perimísio – infiltrando-se provavelmente mais profundamente entre as fibras musculares (afectando o endomísio normal). Hugo Pedrosa / 2009
  12. 12. Avaliação / Palpação Características do Tecido Mole que o Terapeuta pode sentir 1 Conteúdo hídrico – O tecido saudável é bem hidratado e não se sente inchaço nem “infiltração”. 2 Conteúdo fibroso – O tecido mole saudável mostra-se elástico e flexível, em parte devido à densidade de fibras. Uma quantidade muito pequena de fibras indica que o tecido está atrofiado; uma quantidade muito grande de fibras indica aderência ou cicatrização. 3 Temperatura – O calor é uma indicação de inflamação. Hugo Pedrosa / 2009
  13. 13. Avaliação / Palpação Categorias sensitivas do tecido Mole com base na palpação Com base nas três características que o tecido pode apresentar, quatro categorias podem ser usadas para se diferenciarem condições agudas ou crónicas: 1 - Normal – O tecido mole mostra-se flexível, homogéneo, relaxado e hidratado sem ser aquoso. 2 - Crónica – O tecido mole parece fibroso, cartilaginoso, seco (desidratado), espesso, rígido e tenso. 3 - Aguda – O tecido mole parece aquoso (com edema) e quente. 4 - Atrofia – O tecido parece mole e flácido devido a uma perda do tónus. Hugo Pedrosa / 2009
  14. 14. Avaliação / Palpação Avaliação da gravidade da lesão por meio da palpação: Pressionar coloca o tecido sob tensão. Normalmente, não há dor com a pressão sobre os tecidos moles. 1 - Aguda – O paciente sente dor antes que o tecido fique sob tensão. 2 - Subaguda – O paciente sente dor na pressão colocada sobre os tecidos. 3 - Crónica – O paciente pode sentir dor com a pressão excessiva (pressionando mais fundo depois de o tecido estar sob tensão). Hugo Pedrosa / 2009
  15. 15. Avaliação / Palpação A partir destes conceitos, podemos ampliar os efeitos benéficos do tratamento pela massagem, intervindo em algumas destas áreas: 1 – Restauração do equilíbrio e do tónus muscular; 2 – Restauração o estado normal dos tecidos muscular e conjuntivo; 3 – Optimização da drenagem de fluídos nas áreas submetidas à força da gravidade ou má postura prolongada. 4 – Possibilidade de intervenção sobre depósitos localizados de gordura. Hugo Pedrosa / 2009
  16. 16. Avaliação / Palpação É importante que o massoterapeuta não se esqueça das três permissas que devem orientar o seu trabalho: 1 - O indivíduo é um organismo global: tudo está interligado e relacionado. 2 - O tecido muscular encurtado não funciona correctamente, inviabilizando a sua característica principal (contracção) para além de se criar resistência ao alongamento. 3 - Os tecidos moles reagem ao toque. Hugo Pedrosa / 2009
  17. 17. massagem… para todos… em todo o lado! Hugo Pedrosa / 2009
  18. 18. massagem… até o mais duro a fazia!!! Hugo Pedrosa / 2009

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