Vitaminas_alunos

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Vitaminas_alunos

  1. 1. A maioria das vitaminasA maioria das vitaminas são ou dão origem asão ou dão origem a Coenzimas.Coenzimas.
  2. 2. INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO  As vitaminas são substâncias orgânicasAs vitaminas são substâncias orgânicas necessárias em pequenas quantidades comonecessárias em pequenas quantidades como coenzimas ou enzimas, em processoscoenzimas ou enzimas, em processos metabólicos distintos que são fundamentaismetabólicos distintos que são fundamentais para o funcionamento normal do organismo. Empara o funcionamento normal do organismo. Em condições normais, o seu aporte ao organismocondições normais, o seu aporte ao organismo faz-se, basicamente, através da ingestão defaz-se, basicamente, através da ingestão de alimentos. Porém, existem situações em que osalimentos. Porém, existem situações em que os requisitos vitamínicos não são supridos e, logo,requisitos vitamínicos não são supridos e, logo, justificam a sua utilização terapêutica.justificam a sua utilização terapêutica.
  3. 3.  As vitaminasAs vitaminas regulam reações queregulam reações que ocorrem no metabolismoocorrem no metabolismo - em- em contraste com os macro nutrientescontraste com os macro nutrientes (gorduras, carboidratos, proteínas), que(gorduras, carboidratos, proteínas), que são justamente os compostos utilizadossão justamente os compostos utilizados nas reações reguladas pelas vitaminas.nas reações reguladas pelas vitaminas.  A ausência de uma vitamina, bloqueiaA ausência de uma vitamina, bloqueia uma ou mais reações metabólicasuma ou mais reações metabólicas específicas na célula, e podeespecíficas na célula, e pode eventualmente causar um distúrbio noeventualmente causar um distúrbio no balanço metabólico do organismo inteiro.balanço metabólico do organismo inteiro.
  4. 4. CLASSIFICAÇÃO DASCLASSIFICAÇÃO DAS VITAMINASVITAMINAS
  5. 5. HIDROSSOLÚVEISHIDROSSOLÚVEIS
  6. 6.  Complexo BComplexo B  B1 TiaminaB1 Tiamina  B2 Riboflavina]B2 Riboflavina]  B3 Niacina (PP)B3 Niacina (PP)  B5 Ácido PantotênicoB5 Ácido Pantotênico  B6 PiridoxalB6 Piridoxal  B7 BiotinaB7 Biotina  B9 FolatoB9 Folato  B12 CobalaminaB12 Cobalamina  Vitamina C (Ácido AscórbicoVitamina C (Ácido Ascórbico
  7. 7. LIPOSSOLÚVEISLIPOSSOLÚVEIS
  8. 8.  A    Retinal, Ácido Retinóico, RetinolA    Retinal, Ácido Retinóico, Retinol  D    Ergosterol, ColecalciferolD    Ergosterol, Colecalciferol  E    TocoferolE    Tocoferol  K    Menadiona, Fitoquinona,K    Menadiona, Fitoquinona, MenaquinonaMenaquinona
  9. 9. HIDROSSOLÚVEISHIDROSSOLÚVEIS
  10. 10. B1: TIAMINAB1: TIAMINA  Essencial no metabolismo de CHO.Essencial no metabolismo de CHO.  Absorvida no duodeno e jejuno, já naAbsorvida no duodeno e jejuno, já na forma de DPT (TPP- tiamina trifosfato,forma de DPT (TPP- tiamina trifosfato, difosfato de tiamina ou tiamina pirodifosfato de tiamina ou tiamina piro fosfato). – transporte ativo;fosfato). – transporte ativo;  Flora intestinal: baixa produçãoFlora intestinal: baixa produção  DPT: descarboxilação de Piruvato eDPT: descarboxilação de Piruvato e outros cetoácidosoutros cetoácidos
  11. 11. B1: TIAMINAB1: TIAMINA  Cofator enzimático, participa da manutençãoCofator enzimático, participa da manutenção das membranas neurais e na condução dodas membranas neurais e na condução do impulso nervoso.impulso nervoso. RESERVA ORGÂNICARESERVA ORGÂNICA No plasma é encontrada livre como tiaminaNo plasma é encontrada livre como tiamina monofosfato, ligada a albumina.monofosfato, ligada a albumina. 50% em músculo esquelético, coração , fígado,50% em músculo esquelético, coração , fígado, rins e SNCrins e SNC  EXCREÇÃO:EXCREÇÃO: Urinária quando em excesso e bile(Urinária quando em excesso e bile(↓↓ quantidade)quantidade)
  12. 12. FUNÇÕESFUNÇÕES  A tiamina é essencial para o metabolismo dos hidratosA tiamina é essencial para o metabolismo dos hidratos de carbono através da suas funções coenzimáticas. Asde carbono através da suas funções coenzimáticas. As coenzimas são “moléculas auxiliares” que ativam ascoenzimas são “moléculas auxiliares” que ativam as enzimas, as proteínas que controlam os milhares deenzimas, as proteínas que controlam os milhares de processos bioquímicos que ocorrem no corpo. Aprocessos bioquímicos que ocorrem no corpo. A coenzima da tiamina – piro fosfato de tiamina PFT - é acoenzima da tiamina – piro fosfato de tiamina PFT - é a chave para várias reações na decomposição da glicosechave para várias reações na decomposição da glicose em energia.em energia.
  13. 13.  A PFT atua como coenzima naA PFT atua como coenzima na descarboxilação oxidativa e nas reaçõesdescarboxilação oxidativa e nas reações de transcetolização. A tiamina tambémde transcetolização. A tiamina também desempenha um papel na condução dosdesempenha um papel na condução dos impulsos nervosos e no metabolismoimpulsos nervosos e no metabolismo aeróbico.aeróbico.
  14. 14. DeficiênciaDeficiência  As duas principais doenças relativas à deficiênciaAs duas principais doenças relativas à deficiência em tiamina são o beribéri (prevalecente no Oriente)em tiamina são o beribéri (prevalecente no Oriente) e o síndrome de Korsakofe o síndrome de Korsakof  Déficit leva a queda no metabolismo cerebral deDéficit leva a queda no metabolismo cerebral de carboidratos ;carboidratos ;  Beribéri – Sintomas:Beribéri – Sintomas:  Rigidez e câimbras, edema de face, fadiga,Rigidez e câimbras, edema de face, fadiga, irritabilidade, depressão, anorexia, fraqueza,irritabilidade, depressão, anorexia, fraqueza, encefalopatia (confusão mental, ataxia, paralisiaencefalopatia (confusão mental, ataxia, paralisia ocular), anorexia, constipação grave, taquicardia,ocular), anorexia, constipação grave, taquicardia, palpitação, dispinéia;palpitação, dispinéia;  Síndrome de Wernick: distúrbios neurológicos eSíndrome de Wernick: distúrbios neurológicos e cardiovasculares- Alcoólatrascardiovasculares- Alcoólatras
  15. 15. Fontes e Recomendações:Fontes e Recomendações:  Fontes:Fontes:  Encontrada em alimentos de origemEncontrada em alimentos de origem animal e vegetal:animal e vegetal:  Leite, vísceras, pescados e gema de ovo.Leite, vísceras, pescados e gema de ovo.  Leguminosas e amendoimLeguminosas e amendoim  Cereais: gérmen de trigo, levedura;Cereais: gérmen de trigo, levedura;  Frutas são pobresFrutas são pobres
  16. 16.  BeribériBeribéri seco ou úmido, dependendo daseco ou úmido, dependendo da manifestação (insuficiência cardíaca oumanifestação (insuficiência cardíaca ou neuropatia periférica).neuropatia periférica).  Síndrome de Wernick-KorsakoffSíndrome de Wernick-Korsakoff == psicose, movimentos arítimicos e cíclicos,psicose, movimentos arítimicos e cíclicos, etc.etc.
  17. 17. TOXICIDADETOXICIDADE  NÃO RELATADONÃO RELATADO  SOMENTE EM DOSES SUPERIOR ASOMENTE EM DOSES SUPERIOR A 400mg: náuseas, hemorragia digestiva,400mg: náuseas, hemorragia digestiva, colapso cardiovascular, edema pulmonar,colapso cardiovascular, edema pulmonar, pruridos e urticáriapruridos e urticária
  18. 18. RECOMENDAÇÃORECOMENDAÇÃO  1UI = 3mcg DE TIAMINA1UI = 3mcg DE TIAMINA  1 MILIGRAMA = 333UI1 MILIGRAMA = 333UI  SENDO A NECESSIDADE DIFERENCIADA DESENDO A NECESSIDADE DIFERENCIADA DE ACORODO COM A FAIXA ETÁRIA.ACORODO COM A FAIXA ETÁRIA.  CRIANÇAS: < 1 ANO: 0,3MGCRIANÇAS: < 1 ANO: 0,3MG  DE 1 A 3 ANOS : 0,5MGDE 1 A 3 ANOS : 0,5MG  4- 7: 0,7MG4- 7: 0,7MG  7-9: 0,9MG7-9: 0,9MG  10-19: 1,2MG10-19: 1,2MG
  19. 19. B2: RiboflavinaB2: Riboflavina  Pigmentos amarelos fluorescentesPigmentos amarelos fluorescentes (flavinas) – Lactoflavina e ovoflavina(flavinas) – Lactoflavina e ovoflavina  Absorvida no duodeno na formaAbsorvida no duodeno na forma fosforilada (FMN).fosforilada (FMN).
  20. 20. B2: RiboflavinaB2: Riboflavina ABSORÇÃO:ABSORÇÃO:  INTESTINO DELGADO PROXIMAL – TRANSPORTEINTESTINO DELGADO PROXIMAL – TRANSPORTE ATIVOATIVO  SÃO TRANSPORTADAS POR ALBUMINA ESÃO TRANSPORTADAS POR ALBUMINA E GLOBULINAGLOBULINA ARMAZENADAS:ARMAZENADAS:  FÍGADO, BAÇO E RIMFÍGADO, BAÇO E RIM EXCREÇÃO:EXCREÇÃO:  URINÁRIA = 9%URINÁRIA = 9%  MENOR QUANTIDADE: BILE, SUOR E FECALMENOR QUANTIDADE: BILE, SUOR E FECAL
  21. 21. FunçõesFunções  A riboflavina atua como um intermediárioA riboflavina atua como um intermediário na transferência de elétrons emna transferência de elétrons em numerosas reações essenciais denumerosas reações essenciais de redução de oxidação. Participa assim emredução de oxidação. Participa assim em muitas reações metabólicas dos hidratosmuitas reações metabólicas dos hidratos de carbono, gorduras e proteínas e nade carbono, gorduras e proteínas e na produção de energia através da cadeiaprodução de energia através da cadeia respiratória.respiratória.
  22. 22.  As coenzimas de riboflavina sãoAs coenzimas de riboflavina são essenciais para a conversão da piridoxinaessenciais para a conversão da piridoxina (vitamina B6) e do ácido fólico nas suas(vitamina B6) e do ácido fólico nas suas formas coenzimáticas e para aformas coenzimáticas e para a transformação do triptofano em niacina.transformação do triptofano em niacina.  Dá origem a FMN e FAD.Dá origem a FMN e FAD.
  23. 23. Deficiência B2Deficiência B2  A deficiência experimental de riboflavina emA deficiência experimental de riboflavina em voluntários humanos produz:voluntários humanos produz:  Glossite (língua vermelha, língua geográfica),Glossite (língua vermelha, língua geográfica),  Estomatite angular (fissuras nos cantos daEstomatite angular (fissuras nos cantos da boca)boca)  Prurido (comichão)Prurido (comichão)  Escamação da pele e dermatite seborreicaEscamação da pele e dermatite seborreica (inflamação da pele), especialmente no escroto.(inflamação da pele), especialmente no escroto.
  24. 24. Deficiência B2Deficiência B2  Pode acontecer a vascularização da córnea emPode acontecer a vascularização da córnea em pacientes com deficiência em riboflavina,pacientes com deficiência em riboflavina, estando então associada com fotofobia, visãoestando então associada com fotofobia, visão diminuída, comichão e uma sensação de areiadiminuída, comichão e uma sensação de areia nos olhos. No entanto não foi estabelecida umanos olhos. No entanto não foi estabelecida uma ligação direta entre estes sintomas e aligação direta entre estes sintomas e a deficiênciadeficiência..
  25. 25. Grupos em risco deGrupos em risco de deficiênciadeficiência  Trauma, incluindo queimaduras e cirurgia;Trauma, incluindo queimaduras e cirurgia;  Tem sido observada em pacientes comTem sido observada em pacientes com doenças crônicas debilitantes:doenças crônicas debilitantes:  febre reumática, tuberculose, diabetes,febre reumática, tuberculose, diabetes, hipertiroidismo e cirrose hepática.hipertiroidismo e cirrose hepática.
  26. 26. Grupos em risco deGrupos em risco de deficiênciadeficiência  Outros grupos de risco são:Outros grupos de risco são:  Idosos;Idosos;  Mulheres que tomam contraceptivos orais;Mulheres que tomam contraceptivos orais;  Crianças e adolescentes de meiosCrianças e adolescentes de meios socioeconômicos menos favorecidos;socioeconômicos menos favorecidos;  Crianças com doenças cardíacas crônicas;Crianças com doenças cardíacas crônicas;  Pessoas que não consomem lacticínios;Pessoas que não consomem lacticínios;  Bebês em tratamento de fototerapia prolongadaBebês em tratamento de fototerapia prolongada para a hiperbilirrubinemia.para a hiperbilirrubinemia.
  27. 27. RECOMENDAÇÕES eRECOMENDAÇÕES e FONTESFONTES  Carnes, vísceras, leite, queijos, gema de ovo.Carnes, vísceras, leite, queijos, gema de ovo.  Vegetais folhosos, legumes e algumas frutas;Vegetais folhosos, legumes e algumas frutas;  LeguminosasLeguminosas  Necessidades: 0,6mg/1000Kcal ou caria de 1,2Necessidades: 0,6mg/1000Kcal ou caria de 1,2 a 1,6 mg pra homens e mulheresa 1,6 mg pra homens e mulheres respectivamente.respectivamente.  O comitê da FAO/OMS fixou em 0,55mg porO comitê da FAO/OMS fixou em 0,55mg por 100Kcal para todos os grupos etários em100Kcal para todos os grupos etários em condições fisiológicascondições fisiológicas
  28. 28. B3: NIACINA (ÁCIDOB3: NIACINA (ÁCIDO NICOTÍNICO,NICOTÍNICO, NICOTINAMIDA)NICOTINAMIDA) Absorção:Absorção:  No estômago e na parte superior do intestinoNo estômago e na parte superior do intestino delgado na forma de nicotinamida, sendodelgado na forma de nicotinamida, sendo convertidas em NAD e NADP(coenzimas ativas)convertidas em NAD e NADP(coenzimas ativas) nas células sangüíneas, rins cérebro e fígado.nas células sangüíneas, rins cérebro e fígado. Armazenamento:Armazenamento:  Eritrócitos e leucócitosEritrócitos e leucócitos Excreção:Excreção:  UrináriaUrinária
  29. 29. FUNÇÕESFUNÇÕES  Dá origem a NAD e NADP (mais de 200 enzimasDá origem a NAD e NADP (mais de 200 enzimas diferentes usam estas coenzimas).diferentes usam estas coenzimas).  Metabolismo do colesterol: importante no controle dosMetabolismo do colesterol: importante no controle dos níveis sangüíneos de colesterol.níveis sangüíneos de colesterol.  Regulação do apetite;Regulação do apetite;  Glândulas supra-renais: necessária para o bomGlândulas supra-renais: necessária para o bom funcionamento das glândulas supra-renais.funcionamento das glândulas supra-renais.
  30. 30.  Formação de neurotransmissores e contribui paraFormação de neurotransmissores e contribui para manter a pele e o aparelho digestivo saudáveismanter a pele e o aparelho digestivo saudáveis  Produção de ácido clorídrico no sistemaProdução de ácido clorídrico no sistema digestivo.digestivo.  Está diretamente envolvida na síntese deEstá diretamente envolvida na síntese de hormônios sexuais.hormônios sexuais.
  31. 31. DEFICIÊNCIADEFICIÊNCIA  Leve: Fraqueza, anorexia, indigestão,Leve: Fraqueza, anorexia, indigestão, erupção cutânea, irritação/inflamação deerupção cutânea, irritação/inflamação de mucosas.mucosas.  Grave: PelagraGrave: Pelagra  diarréia, dermatite eritematosa, confusãodiarréia, dermatite eritematosa, confusão mental, perda de memória, tremores,mental, perda de memória, tremores, língua amarga, confusão, desorientação,língua amarga, confusão, desorientação, vaginitevaginite
  32. 32. EXCESSOEXCESSO  SOMENTE EM DOSES ACIMA DE 1750mg/dia:SOMENTE EM DOSES ACIMA DE 1750mg/dia:  Aumento das bilirrubinas transaminasesAumento das bilirrubinas transaminases  ArritmiasArritmias  Náuseas úlcera pépticaNáuseas úlcera péptica  HiperuricemiaHiperuricemia  DMDM  Inibição da síntese de VLDLInibição da síntese de VLDL  diarréiadiarréia
  33. 33. EXCESSO: EXCESSO:   Ácido nicotínico - rubor, coriza,Ácido nicotínico - rubor, coriza, formigamento de faceformigamento de face  Niacina: Queda no metabolismo daNiacina: Queda no metabolismo da metionina e do teor de colina no fígadometionina e do teor de colina no fígado causam infiltração gordurosa do fígado.causam infiltração gordurosa do fígado.    
  34. 34. RECOMENDAÇÕES ERECOMENDAÇÕES E FONTESFONTES  Fontes: carnes, vísceras, pescado, ovos eFontes: carnes, vísceras, pescado, ovos e leiteleite  Amendoim,Amendoim,  PimentãoPimentão  leguminosasleguminosas  Recomendações: 5mg/1000KcalRecomendações: 5mg/1000Kcal
  35. 35. B5: ÁCIDO PANTOTÊNICOB5: ÁCIDO PANTOTÊNICO ("PAN")("PAN")  Absorvido no intestino delgado após umaAbsorvido no intestino delgado após uma reação de hidrólisereação de hidrólise  Dá origem à Coenzima A (HSCoA),Dá origem à Coenzima A (HSCoA), transportadora de acilas e participante dotransportadora de acilas e participante do metabolismo intermediário, de lipídeos,metabolismo intermediário, de lipídeos, colesterol, esteróide e fosfolipídios.colesterol, esteróide e fosfolipídios.
  36. 36. B5: ÁCIDO PANTOTÊNICOB5: ÁCIDO PANTOTÊNICO ("PAN")("PAN") Excreção:Excreção:  Urinária -60-70%Urinária -60-70%  Fecal: 30-40%Fecal: 30-40% OBS: a administração oral leva à excreção maisOBS: a administração oral leva à excreção mais rápida na urina em relação à infusão IM ou EVrápida na urina em relação à infusão IM ou EV
  37. 37. FunçõesFunções  O ácido pantotênico, como um constituinte doO ácido pantotênico, como um constituinte do coenzima A, tem um papel chave nocoenzima A, tem um papel chave no metabolismo dos hidratos de carbono, proteínasmetabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras e é por isso importante nae gorduras e é por isso importante na manutenção e reparação de todas as células emanutenção e reparação de todas as células e tecidos.tecidos.  Outro papel essencial do ácido pantotênico é aOutro papel essencial do ácido pantotênico é a sua participação na proteína transportadora desua participação na proteína transportadora de acil, uma enzima envolvida na síntese dosacil, uma enzima envolvida na síntese dos ácidos graxosácidos graxos
  38. 38.  Está envolvido nas reações que fornecemEstá envolvido nas reações que fornecem energia, na síntese de compostos tãoenergia, na síntese de compostos tão vitais como os esteróis (p.ex. colesterol),vitais como os esteróis (p.ex. colesterol), hormônios (p.ex. crescimento, stress ehormônios (p.ex. crescimento, stress e sexuais), neurotransmissores (p.ex.sexuais), neurotransmissores (p.ex. acetilcolina), fosfolipídios (componentesacetilcolina), fosfolipídios (componentes das membranas celulares), porfirinadas membranas celulares), porfirina (componente da hemoglobina, o pigmento(componente da hemoglobina, o pigmento transportador de oxigênio dos glóbulostransportador de oxigênio dos glóbulos vermelhos) e anticorpos e no metabolismovermelhos) e anticorpos e no metabolismo dos medicamentos (p.ex. sulfonamidas).dos medicamentos (p.ex. sulfonamidas).
  39. 39. DeficiênciaDeficiência  incluem fadiga, dores de cabeça,incluem fadiga, dores de cabeça, perturbações de sono, náusea, doresperturbações de sono, náusea, dores abdominais, vômitos e flatulência. Osabdominais, vômitos e flatulência. Os pacientes queixam-se de sensações depacientes queixam-se de sensações de latejar nos braços e pernas, câimbraslatejar nos braços e pernas, câimbras musculares e coordenação diminuída.musculares e coordenação diminuída. Ocorreram também instabilidadeOcorreram também instabilidade cardiovascular e respostas dificultadas àcardiovascular e respostas dificultadas à insulina, histamina e ACTH (umainsulina, histamina e ACTH (uma hormônio de stress).hormônio de stress).
  40. 40. TOXICIDADETOXICIDADE  Não relatadaNão relatada  Administração > que 10g pode provocarAdministração > que 10g pode provocar diarréiadiarréia
  41. 41. RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES  Recomendação não relatada pq existeRecomendação não relatada pq existe distribuição extensa da B5 nos alimentosdistribuição extensa da B5 nos alimentos as quais não foram ainda identificadas.as quais não foram ainda identificadas.  Fontes: quase todos os alimentos:Fontes: quase todos os alimentos: vísceras, ovos, leguminosas, leveduras,vísceras, ovos, leguminosas, leveduras, centeio,cogumelos... E geléia real.centeio,cogumelos... E geléia real.
  42. 42. B6:  PIRIDOXAL (ALDEÍDO), B6:  PIRIDOXAL (ALDEÍDO),  PIRIDOXAMINA (AMINA), PIRIDOXAMINA (AMINA),  PIRIDOXINA (ÁLCOOL)PIRIDOXINA (ÁLCOOL)  Absorção passiva no jejuno e íleo.Absorção passiva no jejuno e íleo.  Excreção urinária – pequena quantidadeExcreção urinária – pequena quantidade na forma intacta.na forma intacta.
  43. 43. FUNÇÕESFUNÇÕES  A principal função metabólica da vitaminaA principal função metabólica da vitamina B6 é como coenzima. Tem um papelB6 é como coenzima. Tem um papel importante no metabolismo das proteínas,importante no metabolismo das proteínas, hidratos de carbono e lipídeos; as suashidratos de carbono e lipídeos; as suas principais funções são: a produção deprincipais funções são: a produção de epinefrina, serotonina e outrosepinefrina, serotonina e outros neurotransmissores;neurotransmissores;
  44. 44.  a formação do ácido nicotínico da vitamina;a formação do ácido nicotínico da vitamina;  a decomposição do glicogênio;a decomposição do glicogênio;  o metabolismo dos aminoácidos.o metabolismo dos aminoácidos.  Coenzima PAL-fosfato participa de > 60Coenzima PAL-fosfato participa de > 60 reações, envolvendo transaminações,reações, envolvendo transaminações, desaminações, dessulfuração (SH da metioninadesaminações, dessulfuração (SH da metionina para a serina, formando cisteína),para a serina, formando cisteína), descarboxilação da cisteína, histidina, tirosina,descarboxilação da cisteína, histidina, tirosina, hidroxitriptofano (gerando histamina,hidroxitriptofano (gerando histamina, catecolaminas e serotonina), conversão decatecolaminas e serotonina), conversão de triptofano em niacina, faz parte da fosforilase e étriptofano em niacina, faz parte da fosforilase e é necessária á formação do tecido conjuntivonecessária á formação do tecido conjuntivo (colágeno e elastina).(colágeno e elastina).
  45. 45. DeficiênciaDeficiência  Uma dieta com baixo teor de piridoxina podeUma dieta com baixo teor de piridoxina pode levar a uma anemia hipocrômica (descidalevar a uma anemia hipocrômica (descida anormal do conteúdo de hemoglobina dosanormal do conteúdo de hemoglobina dos eritrócitos) e perda de capacidade de convertereritrócitos) e perda de capacidade de converter o triptofano em ácido nicotínico.o triptofano em ácido nicotínico.  A deficiência induzida por antagonistas ouA deficiência induzida por antagonistas ou certos erros genéticos do metabolismo doscertos erros genéticos do metabolismo dos aminoácidos pode, se não for convenientementeaminoácidos pode, se não for convenientemente tratada, resultar em:tratada, resultar em:
  46. 46.  Fraco crescimentoFraco crescimento  Convulsões de origem cerebral, especialmenteConvulsões de origem cerebral, especialmente ataques convulsivos em bebêsataques convulsivos em bebês  Formação de anticorpos diminuídaFormação de anticorpos diminuída  Lesões na pele, p.ex. dermatite seborreicaLesões na pele, p.ex. dermatite seborreica  Problemas abdominais, vômitoProblemas abdominais, vômito  Pedras no rimPedras no rim  Anormalidades eletroencefalográficasAnormalidades eletroencefalográficas  Nevrite periférica, degeneração nervosaNevrite periférica, degeneração nervosa  Irritabilidade, depressão e perda do sendo deIrritabilidade, depressão e perda do sendo de responsabilidaderesponsabilidade  Toxicidade não relatadaToxicidade não relatada
  47. 47. RECOMENDAÇÕES e FONTESRECOMENDAÇÕES e FONTES  Adultos: 2mg/diaAdultos: 2mg/dia  Gestação e lactação: 2,5mg/diaGestação e lactação: 2,5mg/dia  Fontes: alimentos de origem animal:Fontes: alimentos de origem animal: principalmente na carne de porco.principalmente na carne de porco.  Vegetais: batata, gérmen de trigo, aveia eVegetais: batata, gérmen de trigo, aveia e banana.banana.
  48. 48. B7 (Vitamina R): BiotinaB7 (Vitamina R): Biotina  Há 8 isômeros, somente um ativo.Há 8 isômeros, somente um ativo.  AbsorçãoAbsorção no duodeno, por transporte ativono duodeno, por transporte ativo sódio dependentesódio dependente  Participa das carboxilações.Participa das carboxilações.  Usada de modo empírico no tratamento de acneUsada de modo empírico no tratamento de acne e seborréia.e seborréia.  Excreção:Excreção: fecal – 50%fecal – 50% UrináriaUrinária
  49. 49. FUNÇÕESFUNÇÕES  Coenzima transportadora de COCoenzima transportadora de CO22 de 4de 4 enzimas envolvidas em reações deenzimas envolvidas em reações de gliconeogênese, lipogênese, síntese degliconeogênese, lipogênese, síntese de ácidos graxos e catabolismo da lecitinaácidos graxos e catabolismo da lecitina  Converte o piruvato em ácido oxaloacéticoConverte o piruvato em ácido oxaloacético  Converte acetil-Coa em malonil-CoaConverte acetil-Coa em malonil-Coa
  50. 50. DEFICIÊNCIADEFICIÊNCIA  Perda parcial de memóriaPerda parcial de memória  Anorexia, vômitos e glossiteAnorexia, vômitos e glossite  Anormalidades no ECGAnormalidades no ECG  Mialgia, ataxia, hipotoniaMialgia, ataxia, hipotonia  HiprecolesterolemiaHiprecolesterolemia  Palidez, alopeciaPalidez, alopecia
  51. 51. TOXICIDADETOXICIDADE  NÃO RELATADANÃO RELATADA  Somente em doses > 40mg/dia – porémSomente em doses > 40mg/dia – porém não produz efeito colateralnão produz efeito colateral
  52. 52. RECOMENDAÇÕES ERECOMENDAÇÕES E FONTESFONTES  Recomendação: 150 a 300mg/diaRecomendação: 150 a 300mg/dia  Parte é proveniente da flora intestinal eParte é proveniente da flora intestinal e pela ingestão de vegetais.pela ingestão de vegetais.  Padrão internacional ainda não estáPadrão internacional ainda não está estabelecido.estabelecido.
  53. 53. B9: Folato (Ácido Fólico)B9: Folato (Ácido Fólico)  Pigmento amarelo, do grupo das pterinasPigmento amarelo, do grupo das pterinas (Pteroil monoglutamato)(Pteroil monoglutamato)  Pequena síntese pela flora intestinal.Pequena síntese pela flora intestinal.  Absorção ocorre no intestino delgado,Absorção ocorre no intestino delgado, onde sofre metilação, em pH ácido sódio-onde sofre metilação, em pH ácido sódio- dependentedependente
  54. 54. FUNÇÕESFUNÇÕES  O ácido tetrahidrofólico, o qual é a forma ativa dos folatosO ácido tetrahidrofólico, o qual é a forma ativa dos folatos no organismo, atua como um coenzima em numerosasno organismo, atua como um coenzima em numerosas reações metabólicas essenciais.reações metabólicas essenciais.  Tem um papel importante no metabolismo dos amino-Tem um papel importante no metabolismo dos amino- ácidos, os constituintes das proteínas.ácidos, os constituintes das proteínas.  Está também envolvido na síntese dos ácidos nucléicos,Está também envolvido na síntese dos ácidos nucléicos, as moléculas que transportam a informação genética nasas moléculas que transportam a informação genética nas células, bem como na formação da células sanguíneas ecélulas, bem como na formação da células sanguíneas e de alguns dos constituintes do tecido nervoso.de alguns dos constituintes do tecido nervoso.  O ácido fólico é assim essencial para o crescimentoO ácido fólico é assim essencial para o crescimento correto e para o funcionamento ótimo do sistema nervosocorreto e para o funcionamento ótimo do sistema nervoso e da medula óssea.e da medula óssea.
  55. 55.  Essencial nas reações de transferência deEssencial nas reações de transferência de unidades de um carbono (CH3, CHO eunidades de um carbono (CH3, CHO e CH2OH), da síntese de purinas (G, A) eCH2OH), da síntese de purinas (G, A) e de pirimidina (timina).de pirimidina (timina).
  56. 56. DeficiênciaDeficiência  A deficiência grave de folatos leva quaseA deficiência grave de folatos leva quase sempre, num curto espaço de tempo, asempre, num curto espaço de tempo, a uma anemia megaloblástica, uma doençauma anemia megaloblástica, uma doença na qual a medula óssea produz glóbulosna qual a medula óssea produz glóbulos vermelhos gigantes e imaturos. Osvermelhos gigantes e imaturos. Os sintomas clínicos variam e estãosintomas clínicos variam e estão relacionados com a gravidade da anemiarelacionados com a gravidade da anemia e com a agudicidade da suae com a agudicidade da sua manifestação. Se deixada semmanifestação. Se deixada sem tratamento, a anemia megaloblástica podetratamento, a anemia megaloblástica pode ser fatal.ser fatal.
  57. 57.  Os sintomas comuns de uma deficiênciaOs sintomas comuns de uma deficiência crônica de folato são o cansaço e a perdacrônica de folato são o cansaço e a perda de energia e de vontade. Pode ocorrerde energia e de vontade. Pode ocorrer uma sensação de boca e língua doridas.uma sensação de boca e língua doridas. A deficiência durante a gravidez podeA deficiência durante a gravidez pode resultar em parto prematuro e/ouresultar em parto prematuro e/ou malformação do feto. Nas crianças, omalformação do feto. Nas crianças, o crescimento pode ser retardado e acrescimento pode ser retardado e a puberdade atrasada. A deficiência depuberdade atrasada. A deficiência de folatos tem também sido associada comfolatos tem também sido associada com problemas neurológicos, tais comoproblemas neurológicos, tais como demência e depressão.demência e depressão.
  58. 58.  Atraso do crescimento, anemiaAtraso do crescimento, anemia megaloblástica, glossite, distúrbiosmegaloblástica, glossite, distúrbios gastrintestinais.gastrintestinais.
  59. 59. TOXICIDADETOXICIDADE  Não RelatadaNão Relatada  >15mg/dia – leva a depósito de cristais de>15mg/dia – leva a depósito de cristais de ácido fólico nos rinsácido fólico nos rins
  60. 60. RECOMENDAÇÕES ERECOMENDAÇÕES E FONTESFONTES  Recomendações: de 5mg/dia até noRecomendações: de 5mg/dia até no máximo 10mg/diamáximo 10mg/dia Fontes: folhosos verde escurosFontes: folhosos verde escuros
  61. 61. B12: CobalaminaB12: Cobalamina  Contém cobalto (daí ter cor vermelha) eContém cobalto (daí ter cor vermelha) e anel tetrapirrólico semelhante ao HEME.anel tetrapirrólico semelhante ao HEME.  Existe nas formas de cianocobalamina,Existe nas formas de cianocobalamina, hidroxocobalamina, aquocobalamina,hidroxocobalamina, aquocobalamina, cobamida, metilcobalamina ecobamida, metilcobalamina e oxiadenosilcobalaminaoxiadenosilcobalamina
  62. 62.  A absorção é complexa, envolve o FatorA absorção é complexa, envolve o Fator intrínseco, requer ferro e ocorre no jejuno-intrínseco, requer ferro e ocorre no jejuno- íleo.íleo.  Absorção é inversamente proporcional àAbsorção é inversamente proporcional à ingestãoingestão
  63. 63. B12: CobalaminaB12: Cobalamina EXCREÇÃO:EXCREÇÃO:  Urinária e fecalUrinária e fecal  Biliar – reabsorvida no íleoBiliar – reabsorvida no íleo
  64. 64. FunçõesFunções  A vitamina B12 é necessária para a formação dosA vitamina B12 é necessária para a formação dos corpúsculos do sangue, do revestimento dos nervos ecorpúsculos do sangue, do revestimento dos nervos e de várias proteínas. Também se envolve node várias proteínas. Também se envolve no metabolismo dos hidratos de carbono e da gordura e émetabolismo dos hidratos de carbono e da gordura e é essencial para o crescimento.essencial para o crescimento.
  65. 65.  A adenosilcobalamina é o coenzima para a isomerizaçãoA adenosilcobalamina é o coenzima para a isomerização de 1-metil-malonil-CoA para succinil-CoA (uma reaçãode 1-metil-malonil-CoA para succinil-CoA (uma reação importante no metabolismo dos lipídeos e dos hidratosimportante no metabolismo dos lipídeos e dos hidratos de carbono) e na redução do ribonucleotideo (o qualde carbono) e na redução do ribonucleotideo (o qual fornece os blocos de construção para a síntese defornece os blocos de construção para a síntese de ADN). As reações que envolvem a metilcobalaminaADN). As reações que envolvem a metilcobalamina incluem a biosíntese da metionina, metano e acetato.incluem a biosíntese da metionina, metano e acetato. Existe evidência de que a vitamina B12 é necessária naExiste evidência de que a vitamina B12 é necessária na síntese dos poliglutamatos dos folatos (coenzimas ativassíntese dos poliglutamatos dos folatos (coenzimas ativas necessárias na formação do tecido nervoso) e nanecessárias na formação do tecido nervoso) e na regeneração do ácido fólico durante a formação dosregeneração do ácido fólico durante a formação dos glóbulos vermelhos.glóbulos vermelhos.
  66. 66. DeficiênciaDeficiência  A deficiência clínica de cobalamina devida aA deficiência clínica de cobalamina devida a insuficiência na dieta é rara.insuficiência na dieta é rara.  A falta de vitamina B12 leva à anemia megaloblásticaA falta de vitamina B12 leva à anemia megaloblástica (caracterizada por glóbulos vermelhos grandes e(caracterizada por glóbulos vermelhos grandes e imaturos) e a neuropatia nos seres humanos com umimaturos) e a neuropatia nos seres humanos com um estabelecimento insidioso de sintomas.estabelecimento insidioso de sintomas.  Estes incluem fraqueza, cansaço, falta de ar de esforçoEstes incluem fraqueza, cansaço, falta de ar de esforço (dispnéia), sensação de latejar e dormência (parestesia),(dispnéia), sensação de latejar e dormência (parestesia), língua dorida (glossite), perda de apetite e de peso,língua dorida (glossite), perda de apetite e de peso, perda do paladar e do olfato, impotência, perturbaçõesperda do paladar e do olfato, impotência, perturbações psiquiátricas (tais como irritabilidade, perda de memória,psiquiátricas (tais como irritabilidade, perda de memória, depressão leve, alucinações) e anemia grave (a qualdepressão leve, alucinações) e anemia grave (a qual pode levar a sinais de disfunção cardíacapode levar a sinais de disfunção cardíaca
  67. 67.  A deficiência de vitamina B12 leva àA deficiência de vitamina B12 leva à síntese deficiente do ADN nas células;síntese deficiente do ADN nas células;  os tecidos mais afetados são aqueles comos tecidos mais afetados são aqueles com maior taxa de renovação de células, p.ex.maior taxa de renovação de células, p.ex. o sistema hematopoiético.o sistema hematopoiético.  Podem ocorrer danos irreversíveis noPodem ocorrer danos irreversíveis no sistema nervoso com desmielinizaçãosistema nervoso com desmielinização específica da medula espinal.específica da medula espinal.  Anemia megaloblástica devido aoAnemia megaloblástica devido ao bloqueio de síntese de DNA ebloqueio de síntese de DNA e hiperprodução de RNAhiperprodução de RNA
  68. 68.  Os sintomas de deficiência em vitaminaOs sintomas de deficiência em vitamina B12 são semelhantes aos da deficiênciaB12 são semelhantes aos da deficiência em ácido fólico, sendo a maior diferença oem ácido fólico, sendo a maior diferença o fato de apenas a deficiência em vitaminafato de apenas a deficiência em vitamina B12 estar relacionada com a degeneraçãoB12 estar relacionada com a degeneração da medula espinal. Se for utilizado ácidoda medula espinal. Se for utilizado ácido fólico para tratar a deficiência de vitaminafólico para tratar a deficiência de vitamina B12, a anemia pode ser aliviada masB12, a anemia pode ser aliviada mas permanece o risco de danos no sistemapermanece o risco de danos no sistema nervoso. É por isso essencial diagnosticarnervoso. É por isso essencial diagnosticar a deficiência de forma precisa antes de sea deficiência de forma precisa antes de se iniciar a terapia.iniciar a terapia.
  69. 69.  É essencial ao metabolismo dos ácidosÉ essencial ao metabolismo dos ácidos nucléicos, sendo a carência mais lesiva ao tratonucléicos, sendo a carência mais lesiva ao trato GI, SN (causa desmielinização) e à medulaGI, SN (causa desmielinização) e à medula óssea (causa anemia megaloblástica).óssea (causa anemia megaloblástica).  Anemia megaloblástica (anemia perniciosa é umAnemia megaloblástica (anemia perniciosa é um tipo específico)tipo específico)  Defeitos neurológicos (desmielinização),Defeitos neurológicos (desmielinização), problemas de pele, diarréia e perda de apetiteproblemas de pele, diarréia e perda de apetite  TOXICIDADE:TOXICIDADE: NÃO RELATADANÃO RELATADA
  70. 70. RECOMENDAÇÕES ERECOMENDAÇÕES E FONTESFONTES  Recom. FNC recomenda 3mcg /dia para adultosRecom. FNC recomenda 3mcg /dia para adultos e durante a gestação e lactação 4mcg/diae durante a gestação e lactação 4mcg/dia  FAO/OMS: refere 2mcg/dia para dultos eFAO/OMS: refere 2mcg/dia para dultos e aumento de 1mcg p/ gestante e 0,5mcg p/aumento de 1mcg p/ gestante e 0,5mcg p/ lactação.lactação.  Fontes:alimentos de origem animal: carnes,Fontes:alimentos de origem animal: carnes, fígado, rim, ovos, pescados, leite e queijos.fígado, rim, ovos, pescados, leite e queijos.  alimentos de origem animal não contém aalimentos de origem animal não contém a vitamina.vitamina.
  71. 71. Vitamina C: ÁcidoVitamina C: Ácido AscórbicoAscórbico  É destruída pelo calor (cozimento, fervura)É destruída pelo calor (cozimento, fervura) e pela luz.e pela luz.  Em excesso gera cálculos renais (oxalato,Em excesso gera cálculos renais (oxalato, diidroascorbato).diidroascorbato).  Antioxidante (= se oxida facilmente),Antioxidante (= se oxida facilmente), recicla a vitamina E.recicla a vitamina E.
  72. 72. Vitamina C: ÁcidoVitamina C: Ácido AscórbicoAscórbico  ABSORÇÃO:ABSORÇÃO: 80 - 90% da ingestão oral80 - 90% da ingestão oral Ocorre na porção proximal do intestino delgado porOcorre na porção proximal do intestino delgado por transporte ativo dependente do sódio saturáveltransporte ativo dependente do sódio saturável > concentração nas glândulas pituitárias> concentração nas glândulas pituitárias < concentração no fígado, pâncreas e cérebro e baço< concentração no fígado, pâncreas e cérebro e baço Reabsorvida pelos rins por processo ativo saturávelReabsorvida pelos rins por processo ativo saturável  EXCREÇÃO:EXCREÇÃO: Urinária : 8 – 27mg/diaUrinária : 8 – 27mg/dia
  73. 73. FunçõesFunções  A vitamina C é necessária para aA vitamina C é necessária para a produção de colágeno, a substância doprodução de colágeno, a substância do tipo “cimento” intercelular que dá estruturatipo “cimento” intercelular que dá estrutura aos músculos, tecidos vasculares, ossos eaos músculos, tecidos vasculares, ossos e cartilagens. A vitamina C tambémcartilagens. A vitamina C também contribui para a saúde dos dentes econtribui para a saúde dos dentes e gengivas e auxilia na absorção do ferro agengivas e auxilia na absorção do ferro a partir da dieta. É também necessária parapartir da dieta. É também necessária para a síntese dos ácidos biliares.a síntese dos ácidos biliares.
  74. 74.  Para além disso, a investigação mostrou o papelPara além disso, a investigação mostrou o papel da vitamina C em:da vitamina C em:  síntese de várias hormônios esíntese de várias hormônios e neurotransmissores importantesneurotransmissores importantes  metabolismo do ácido fólicometabolismo do ácido fólico  função imunitáriafunção imunitária  função redox/anti-oxidantefunção redox/anti-oxidante  nas reações metabólicas de certos amino-nas reações metabólicas de certos amino- ácidos, em particular na prevenção da formaçãoácidos, em particular na prevenção da formação de nitrosaminas potencialmente carcinogênicasde nitrosaminas potencialmente carcinogênicas no estômago (devido ao consumo de alimentosno estômago (devido ao consumo de alimentos contendo nitrite, tais como a carne fumada ou oscontendo nitrite, tais como a carne fumada ou os picles).picles).
  75. 75. DeficiênciaDeficiência  A privação de vitamina C durante um períodoA privação de vitamina C durante um período suficiente de tempo leva ao escorbuto, o qual sesuficiente de tempo leva ao escorbuto, o qual se caracteriza pelo enfraquecimento das estruturascaracteriza pelo enfraquecimento das estruturas de colágeno (tecido de ligação das células),de colágeno (tecido de ligação das células), resultando no sangramento capilar alargado. Asresultando no sangramento capilar alargado. As hemorragias sob a pele causam sensibilidadehemorragias sob a pele causam sensibilidade extrema das extremidades e dores durante oextrema das extremidades e dores durante o movimento. Se deixada sem tratamento podemovimento. Se deixada sem tratamento pode seguir-se a gangrena e a morte. Hoje em dia, oseguir-se a gangrena e a morte. Hoje em dia, o escorbuto ocorre com relativa raridade.escorbuto ocorre com relativa raridade.
  76. 76.  Essencial à hidroxilação da prolina atéEssencial à hidroxilação da prolina até hidroxiprolina (colágeno), fenil-alanina atéhidroxiprolina (colágeno), fenil-alanina até tirosina e folato até tetraidrofolato (FH4).tirosina e folato até tetraidrofolato (FH4). Mantém ferro na forma ferroso (absorvívelMantém ferro na forma ferroso (absorvível  O escorbuto infantil causa malformaçõesO escorbuto infantil causa malformações ósseas. O sangramento das gengivas e a quedaósseas. O sangramento das gengivas e a queda dos dentes são normalmente os primeiros sinaisdos dentes são normalmente os primeiros sinais da deficiência clínica.da deficiência clínica.
  77. 77. RECOMENDAÇÕES ERECOMENDAÇÕES E FONTESFONTES  RECOM: 1UI = 0,05mg de Vit C e 1 mg=RECOM: 1UI = 0,05mg de Vit C e 1 mg= 20UI20UI  Adultos: 45mg/diaAdultos: 45mg/dia  Gestação e lactação 80mg/diaGestação e lactação 80mg/dia  Crianças até 100mg/diaCrianças até 100mg/dia  Fontes: frutas cítricas ( goiaba, cereja,Fontes: frutas cítricas ( goiaba, cereja, caju e manga) além dos vegetaiscaju e manga) além dos vegetais folhosos,folhosos,
  78. 78. Vitamina A -Retinol;Vitamina A -Retinol; axeroftolaxeroftol  Álcool lipossolúvel encontrado principalmenteÁlcool lipossolúvel encontrado principalmente na forma de seus precursores ( carotenóides)na forma de seus precursores ( carotenóides)  ABSORÇÃO:ABSORÇÃO: Absorvida em todo intestino delgado porAbsorvida em todo intestino delgado por transporte ativotransporte ativo  EXCREÇÃO:EXCREÇÃO: biliarbiliar
  79. 79. FunçõesFunções  A vitamina A é essencial para a visão,A vitamina A é essencial para a visão, para um crescimento adequado e para apara um crescimento adequado e para a diferenciação dos tecidos.diferenciação dos tecidos.
  80. 80. VisãoVisão  Os bastonetes, as células visuais receptoras deOs bastonetes, as células visuais receptoras de luz na retina do olho permitem-nos distinguirluz na retina do olho permitem-nos distinguir entre a luz e a escuridão. Estas células contémentre a luz e a escuridão. Estas células contém um pigmento sensível à luz chamado púrpuraum pigmento sensível à luz chamado púrpura visual (rodopsina), o qual é um complexo davisual (rodopsina), o qual é um complexo da proteína opsina e da vitamina A. Quando umproteína opsina e da vitamina A. Quando um bastonete é exposto à luz, a púrpura visualbastonete é exposto à luz, a púrpura visual desintegra-se, libertando cargas elétricas para odesintegra-se, libertando cargas elétricas para o cérebro. Estes estímulos são depois traduzidoscérebro. Estes estímulos são depois traduzidos numa imagem composta a qual nós “vemos”. Aonuma imagem composta a qual nós “vemos”. Ao mesmo tempo, é formada nova rodopsina nasmesmo tempo, é formada nova rodopsina nas células visuais a partir da opsina e da vitamina A.células visuais a partir da opsina e da vitamina A.
  81. 81. CrescimentoCrescimento  A vitamina A tem um papel importante noA vitamina A tem um papel importante no crescimento normal e nocrescimento normal e no desenvolvimento, bem distinto do seudesenvolvimento, bem distinto do seu papel na manutenção da visão. Um dospapel na manutenção da visão. Um dos primeiros sinais de deficiência de vitaminaprimeiros sinais de deficiência de vitamina A nos animais é a perda de apetite,A nos animais é a perda de apetite, acompanhado por um retardarmento doacompanhado por um retardarmento do crescimento.crescimento.
  82. 82. ESTABILIDADE DEESTABILIDADE DE MEMBRANASMEMBRANAS  Participa da estrutura e funcionamento normalParticipa da estrutura e funcionamento normal das membranas celulares e de organelas, comodas membranas celulares e de organelas, como antioxidante lipossolúvel, interceptando radicaisantioxidante lipossolúvel, interceptando radicais livres, transformando-se num beta-carotenolivres, transformando-se num beta-caroteno ativado, que libera energia na forma de calor, ouativado, que libera energia na forma de calor, ou a absorve internamentea absorve internamente
  83. 83. Integridade do sistema imuneIntegridade do sistema imune  Protege às células contra agentesProtege às células contra agentes mutagênicosmutagênicos  Ativa a resposta imune, principalmente deAtiva a resposta imune, principalmente de macrófagos e linfócitos. Além de estimularmacrófagos e linfócitos. Além de estimular a síntese e secreção de fatores citotóxicosa síntese e secreção de fatores citotóxicos
  84. 84. OUTRAS FUNÇÕESOUTRAS FUNÇÕES  ReproduçãoReprodução  EspermatogêneseEspermatogênese  PlacentaPlacenta  FetoFeto  Crescimento esquelético e dentalCrescimento esquelético e dental
  85. 85. DeficiênciaDeficiência  Um dos sintomas iniciais de deficiênciaUm dos sintomas iniciais de deficiência em vitamina A é a cegueira noturna, ouem vitamina A é a cegueira noturna, ou uma capacidade diminuída para ver nauma capacidade diminuída para ver na penumbra. A deficiência grave produzpenumbra. A deficiência grave produz cegueira parcial ou total, uma doençacegueira parcial ou total, uma doença chamada xeroftalmia. O surgimento dechamada xeroftalmia. O surgimento de lesões na pele (hiperqueratose folicular)lesões na pele (hiperqueratose folicular) tem também sido utilizado como umtem também sido utilizado como um indicador inicial de um estado inadequadoindicador inicial de um estado inadequado de vitamina A.de vitamina A.
  86. 86.  A deficiência em vitamina A é de longe a maisA deficiência em vitamina A é de longe a mais generalizada e a mais grave nas crianças,generalizada e a mais grave nas crianças, especialmente nos países pobres.especialmente nos países pobres.  É a principal causa de cegueira na infância e,É a principal causa de cegueira na infância e, combinada com outros fatores, tais como umacombinada com outros fatores, tais como uma má-nutrição proteico-calórica e a crescentemá-nutrição proteico-calórica e a crescente ocorrência de infecções, é associada a elevadasocorrência de infecções, é associada a elevadas taxas de mortalidade infantil.taxas de mortalidade infantil.  Nas crianças com xeroftalmia são comuns osNas crianças com xeroftalmia são comuns os problemas associados, tais como crescimentoproblemas associados, tais como crescimento subdesenvolvido, doenças respiratórias,subdesenvolvido, doenças respiratórias, doenças parasitárias e infecciosas.doenças parasitárias e infecciosas.
  87. 87.  As doenças podem elas próprias induzir aAs doenças podem elas próprias induzir a deficiência de vitamina A, maisdeficiência de vitamina A, mais especificamente as doenças hepáticas eespecificamente as doenças hepáticas e gastro-intestinais, as quais interferem comgastro-intestinais, as quais interferem com a absorção e utilização da vitamina A.a absorção e utilização da vitamina A.  Acredita-se atualmente que um estadoAcredita-se atualmente que um estado carência do de vitamina A pode estarcarência do de vitamina A pode estar também associado ao desenvolvimentotambém associado ao desenvolvimento do cancro, embora não sejam aindado cancro, embora não sejam ainda conhecidos os mecanismos exatos.conhecidos os mecanismos exatos.
  88. 88. Principais InteraçõesPrincipais Interações  O estado da vitamina A pode serO estado da vitamina A pode ser influenciado por vários fatores, incluindoinfluenciado por vários fatores, incluindo os seguintes:os seguintes:  Doenças e infecções, especialmente oDoenças e infecções, especialmente o sarampo, comprometem o estado dasarampo, comprometem o estado da vitamina A e, reciprocamente, um estadovitamina A e, reciprocamente, um estado de pobreza em vitamina A diminui ade pobreza em vitamina A diminui a resistência às doenças.resistência às doenças.  A ingestão crônica e em excesso deA ingestão crônica e em excesso de álcool pode comprometer oálcool pode comprometer o armazenamento da vitamina A no fígado.armazenamento da vitamina A no fígado.
  89. 89.  Uma deficiência aguda de proteínas interfereUma deficiência aguda de proteínas interfere com o metabolismo da vitamina A e, ao mesmocom o metabolismo da vitamina A e, ao mesmo tempo, baixas quantidades de gordura na dietatempo, baixas quantidades de gordura na dieta interferem com a absorção tanto de vitamina Ainterferem com a absorção tanto de vitamina A como de carotenóides.como de carotenóides.  As alterações no metabolismo do ferro ocorremAs alterações no metabolismo do ferro ocorrem associadas à deficiência em vitamina A,associadas à deficiência em vitamina A, resultando, por vezes, em anemia.resultando, por vezes, em anemia.  A vitamina E protege a vitamina A da oxidação;A vitamina E protege a vitamina A da oxidação; deste modo um estado adequado de vitamina Edeste modo um estado adequado de vitamina E protege o estado da vitamina A.protege o estado da vitamina A.
  90. 90. TOXICIDADETOXICIDADE  IRRITABILIDADEIRRITABILIDADE  ANOREXIAANOREXIA  HEPATOMEGALIAHEPATOMEGALIA  CABELOS ÁSPEROS, ALOPÉCIA, EDEMACABELOS ÁSPEROS, ALOPÉCIA, EDEMA PERIFÉRICOPERIFÉRICO  DORES ÓSSEASDORES ÓSSEAS  FRAQUEZAFRAQUEZA  CEFALÉIACEFALÉIA  ERUPÇÃO CUTÂNEAERUPÇÃO CUTÂNEA  DIPLOPIADIPLOPIA  CRIANÇAS E LACTENTES – HIDROCEFALIA ECRIANÇAS E LACTENTES – HIDROCEFALIA E VÔMITOSVÔMITOS  UNHAS FRACAS E GENGIVITEUNHAS FRACAS E GENGIVITE
  91. 91. RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES
  92. 92. Vitamina D - tocoferolVitamina D - tocoferol  Envolvida na mineralização óssea porEnvolvida na mineralização óssea por estimular:estimular: Transporte ativo de Ca e P do intestinoTransporte ativo de Ca e P do intestino Mobilização óssea de Ca e P para oMobilização óssea de Ca e P para o sanguesangue Reabsorção de Ca renal com < perdaReabsorção de Ca renal com < perda urinária desse cátionurinária desse cátion Ativada em nível renal por estímulo doAtivada em nível renal por estímulo do paratormônioparatormônio
  93. 93. Vitamina D - tocoferolVitamina D - tocoferol  ABSORÇÃO:ABSORÇÃO: Ocorre no jejunoOcorre no jejuno Depende da presença da bileDepende da presença da bile Transporte intestinal pelos quilomícrons e sistemaTransporte intestinal pelos quilomícrons e sistema linfáticolinfático Transporte sanguíneo ligado a uma globulinaTransporte sanguíneo ligado a uma globulina Sintetizada no organismoSintetizada no organismo Armazenada no fígado, músculo e tecido adiposoArmazenada no fígado, músculo e tecido adiposo  EXCREÇÃOEXCREÇÃO Fecal 95%Fecal 95% Urinária 2%Urinária 2% Biliar após a degradação por hidrolases hepáticasBiliar após a degradação por hidrolases hepáticas
  94. 94. DEFICIÊNCIADEFICIÊNCIA  < absorção de Ca intestinal< absorção de Ca intestinal  Fraqueza muscularFraqueza muscular  < Ca e P plasmático e > fosfatase alcalina< Ca e P plasmático e > fosfatase alcalina  Deformiddes ósseas: requitismo eDeformiddes ósseas: requitismo e osteomaláciaosteomalácia
  95. 95. TOXICIDADETOXICIDADE  Cálculo renalCálculo renal  Hipercalcemia acmopanhada por náuseas eHipercalcemia acmopanhada por náuseas e vômitosvômitos  DiarréiaDiarréia  TremoresTremores  Anorexia, perda de peso e cefaléiaAnorexia, perda de peso e cefaléia  Náusea e obstipaçãoNáusea e obstipação  Hipertensão , arritmias cardíacasHipertensão , arritmias cardíacas  PoliúriaPoliúria  hipercalcemiahipercalcemia
  96. 96. RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES
  97. 97. Vitamina E - tocoferolVitamina E - tocoferol  Pode aliviar situações de stress,Pode aliviar situações de stress, particularmente as geradas pelo oxigênio. Esteparticularmente as geradas pelo oxigênio. Este tipo de vitamina atua através do bloqueio dastipo de vitamina atua através do bloqueio das moléculas instáveis de oxigênio singlete.moléculas instáveis de oxigênio singlete.  AbsorvidaAbsorvida no intestino delgado após sofrerno intestino delgado após sofrer hidrólisehidrólise  ExcretadaExcretada pela bilipela bili  ExcreçãoExcreção urinária como glucoronídeo emurinária como glucoronídeo em menor quantidademenor quantidade
  98. 98. FunçõesFunções  O papel principal da vitamina E é aO papel principal da vitamina E é a proteção dos tecidos do corpo de reaçõesproteção dos tecidos do corpo de reações que os danifiquem (perioxidação) as quaisque os danifiquem (perioxidação) as quais surgem a partir de muitos processossurgem a partir de muitos processos metabólicos normais e agentes tóxicosmetabólicos normais e agentes tóxicos exógenos. Especificamente, a vitamina E:exógenos. Especificamente, a vitamina E:
  99. 99.  protege as membranas biológicas, tais como asprotege as membranas biológicas, tais como as encontradas nos nervos, músculos e sistemaencontradas nos nervos, músculos e sistema cardiovascular.cardiovascular.  ajuda a prolongar a vida dos eritrócitos (glóbulosajuda a prolongar a vida dos eritrócitos (glóbulos vermelhos) evermelhos) e  ajuda o organismo a utilizar a vitamina A deajuda o organismo a utilizar a vitamina A de forma ótimaforma ótima
  100. 100. A vitamina E tem sido utilizada com sucessoA vitamina E tem sido utilizada com sucesso na terapia de:na terapia de:  doenças neuromusculares progressivasdoenças neuromusculares progressivas nas crianças com disfunções hepáticas ounas crianças com disfunções hepáticas ou biliares e em várias de doenças quebiliares e em várias de doenças que afetam os bebês prematuros, tais como:afetam os bebês prematuros, tais como:  anemia hemolíticaanemia hemolítica  hemorragia intraventricular ehemorragia intraventricular e  fibroplasia retrolenticular, a qual podefibroplasia retrolenticular, a qual pode provocar a cegueiraprovocar a cegueira
  101. 101. DeficiênciaDeficiência  Uma deficiência de vitamina E na dietaUma deficiência de vitamina E na dieta alimentar é rara. Os sintomas de deficiência sãoalimentar é rara. Os sintomas de deficiência são revelados em pacientes com má absorção derevelados em pacientes com má absorção de gorduras e em recém-nascidos, particularmente.gorduras e em recém-nascidos, particularmente.  Investigações recentes mostraram que aInvestigações recentes mostraram que a deficiência em vitamina E, causada por umadeficiência em vitamina E, causada por uma variedade de síndromes de má absorção devariedade de síndromes de má absorção de gorduras, resulta num tipo raro de doençagorduras, resulta num tipo raro de doença neuromuscular progressiva em crianças eneuromuscular progressiva em crianças e adultos. Os sintomas incluem uma perda deadultos. Os sintomas incluem uma perda de coordenação e equilíbrio e, em casos graves, acoordenação e equilíbrio e, em casos graves, a perda da capacidade de andar.perda da capacidade de andar.
  102. 102.  Em bebês prematuros, a deficiência emEm bebês prematuros, a deficiência em vitamina E está associada com a anemiavitamina E está associada com a anemia hemolítica, hemorragia intraventricular ehemolítica, hemorragia intraventricular e fibroplasia retrolenticularfibroplasia retrolenticular  Ruptura das células vermelhas doRuptura das células vermelhas do sangue.sangue.  Danos nas fibras nervosasDanos nas fibras nervosas
  103. 103. Utilização na dermatologia eUtilização na dermatologia e cosméticacosmética  A vitamina E tem sido utilizadaA vitamina E tem sido utilizada topicamente como um agentetopicamente como um agente antiinflamatório, para realçar a hidrataçãoantiinflamatório, para realçar a hidratação da pele e para prevenir os danosda pele e para prevenir os danos celulares causados pela luz UVcelulares causados pela luz UV
  104. 104. TOXICIDADETOXICIDADE  NÁUSEASNÁUSEAS  CEFALÉIACEFALÉIA  FADIGAFADIGA  HIPOGLICEMIAHIPOGLICEMIA
  105. 105. RECOMENDAÇÕESRECOMENDAÇÕES
  106. 106. Vitamina KVitamina K  A vitamina K1 (filoquinona, fitonadiona)A vitamina K1 (filoquinona, fitonadiona)  A vitamina K2 (menaquinona), a qual temA vitamina K2 (menaquinona), a qual tem cerca de 75% da força da vitamina K1, écerca de 75% da força da vitamina K1, é sintetizada por bactérias no trato intestinalsintetizada por bactérias no trato intestinal dos seres humanos e de vários animaisdos seres humanos e de vários animais  A vitamina K3 (menadiona) é umA vitamina K3 (menadiona) é um composto sintético que pode sercomposto sintético que pode ser convertido em K2 no tracto intestinal.convertido em K2 no tracto intestinal.
  107. 107.  AbsorvidaAbsorvida no intestino delgado, asno intestino delgado, as vitaminas K1 e K2 necessitam da bile paravitaminas K1 e K2 necessitam da bile para serem absorvidas.serem absorvidas.  K3 e seus derivados hidrossolúveis nãoK3 e seus derivados hidrossolúveis não  ExcreçãoExcreção urinária e fecal como óxidos deurinária e fecal como óxidos de vitamina K , glucoronídeos ou na formavitamina K , glucoronídeos ou na forma intactaintacta
  108. 108. Grupos de riscoGrupos de risco  Os bebes são susceptíveis à deficiência de vitamina K,Os bebes são susceptíveis à deficiência de vitamina K, especialmente em países onde as injeçõesespecialmente em países onde as injeções intramusculares de vitamina K não sejam obrigatórias.intramusculares de vitamina K não sejam obrigatórias.  Os bebês amamentados ao peito que não recebem umaOs bebês amamentados ao peito que não recebem uma injeção intramuscular à nascença têm um elevado riscoinjeção intramuscular à nascença têm um elevado risco de desenvolver hemorragias intracranianas fatais nade desenvolver hemorragias intracranianas fatais na seqüência da deficiência da vitamina K, dado que o leiteseqüência da deficiência da vitamina K, dado que o leite materno contém níveis baixos de vitamina K e a floramaterno contém níveis baixos de vitamina K e a flora intestinal neonatal está limitada.intestinal neonatal está limitada.  A doença hemorrágica do recém-nascido é uma causaA doença hemorrágica do recém-nascido é uma causa significativa de morbilidade e mortalidade infantil a nívelsignificativa de morbilidade e mortalidade infantil a nível mundial.mundial.
  109. 109. FunçãoFunção  A vitamina K é necessária principalmente para oA vitamina K é necessária principalmente para o mecanismo da coagulação sanguínea, que nosmecanismo da coagulação sanguínea, que nos protege de sangrar até à morte a partir de cortesprotege de sangrar até à morte a partir de cortes e feridas, bem como contra as hemorragiase feridas, bem como contra as hemorragias internas.internas.  A vitamina K é essencial para a síntese daA vitamina K é essencial para a síntese da protrombina, uma proteína que converte oprotrombina, uma proteína que converte o fibrinogênio solúvel em circulação no sanguefibrinogênio solúvel em circulação no sangue numa proteína bastante insolúvel chamadanuma proteína bastante insolúvel chamada fibrina, o componente principal de um coágulofibrina, o componente principal de um coágulo sanguíneo.sanguíneo.
  110. 110.  Os compostos com atividade de vitamina KOs compostos com atividade de vitamina K são essenciais para a formação desão essenciais para a formação de protrombina (fator de coagulação II) e deprotrombina (fator de coagulação II) e de pelo menos outras cinco proteínas (fatorespelo menos outras cinco proteínas (fatores VII, IX e X e proteínas C e Z), envolvidasVII, IX e X e proteínas C e Z), envolvidas na regulação do sangue. A vitamina K temna regulação do sangue. A vitamina K tem um papel importante na produção deum papel importante na produção de resíduos de y-carboxiglutamato a partir doresíduos de y-carboxiglutamato a partir do aminoácido ácido glutâmico. Na ausênciaaminoácido ácido glutâmico. Na ausência de vitamina K, os fatores protéicos sãode vitamina K, os fatores protéicos são sintetizados, mas não são funcionaissintetizados, mas não são funcionais
  111. 111.  membranas celulares: necessária asmembranas celulares: necessária as membranas das células do nosso corpo.membranas das células do nosso corpo.  coagulação do sangue: participa dos processoscoagulação do sangue: participa dos processos de coagulação do sangue, responsáveis pelode coagulação do sangue, responsáveis pelo controle das hemorragias.controle das hemorragias.  sistema Imunológico: aumenta a resistência àssistema Imunológico: aumenta a resistência às infecções.infecções.  retarda os efeitos do envelhecimento.retarda os efeitos do envelhecimento.  A perda considerável de peso pode contribuirA perda considerável de peso pode contribuir para a diminuição dos fatores VII e X, os quaispara a diminuição dos fatores VII e X, os quais reduzem a atividade coagulante. Pode serreduzem a atividade coagulante. Pode ser necessária a suplementação com vitamina K.necessária a suplementação com vitamina K.
  112. 112. DEFICIÊNCIADEFICIÊNCIA  Enfermidades relacionadas à suaEnfermidades relacionadas à sua carência:carência: - hemorragias.- hemorragias. - diarréias.- diarréias.  A deficiência de vitamina K no homem resultaA deficiência de vitamina K no homem resulta numa redução do nível de protrombina donuma redução do nível de protrombina do sangue em conseqüência ocorre umsangue em conseqüência ocorre um retardamento no tempo de coagulação doretardamento no tempo de coagulação do sangue. Em conseqüência deste retardamento,sangue. Em conseqüência deste retardamento, o indivíduo está sujeito a sofrer sériaso indivíduo está sujeito a sofrer sérias hemorragias.hemorragias.
  113. 113. TOXICIDADETOXICIDADE  ADIMINSITRAÇÃO DE DOSES 10X OADIMINSITRAÇÃO DE DOSES 10X O RECOMENDADO CAUSARECOMENDADO CAUSA HIPERBILIRRUBINEMIA EM RECÉM-HIPERBILIRRUBINEMIA EM RECÉM- NASCIDOSNASCIDOS  DOENÇA HEPÁTICA ANEMIA HEMOLÍTICADOENÇA HEPÁTICA ANEMIA HEMOLÍTICA
  114. 114.  O que são as vitaminas?O que são as vitaminas?  São compostos orgânicosSão compostos orgânicos encontrados nos alimentos,encontrados nos alimentos, essenciais para o crescimento dosessenciais para o crescimento dos tecidos do corpo, bem como para atecidos do corpo, bem como para a sua cura e bom funcionamento.sua cura e bom funcionamento.
  115. 115.  Quantas vitaminas existem?Quantas vitaminas existem?  São 13: além das vitaminas A, B, C, D, ESão 13: além das vitaminas A, B, C, D, E e K, existem 8 do complexo B: tiaminae K, existem 8 do complexo B: tiamina (B1), riboflavina (B2), piridoxina (B6),(B1), riboflavina (B2), piridoxina (B6), cianocobalamina (B12), biotina (H), ácidocianocobalamina (B12), biotina (H), ácido fólico (Bc), ácido nicotínico (niacina) efólico (Bc), ácido nicotínico (niacina) e ácido pantotênico (B5).ácido pantotênico (B5).
  116. 116.  Qual a diferença entre vitaminasQual a diferença entre vitaminas hidrossolúveis e lipossolúveis?hidrossolúveis e lipossolúveis?  As vitaminas podem ser classificadas emAs vitaminas podem ser classificadas em dois grupos: hidrossolúveis (C e complexodois grupos: hidrossolúveis (C e complexo B) e lipossolúveis (A,D,E e K). AsB) e lipossolúveis (A,D,E e K). As vitaminas lipossolúveis são armazenadasvitaminas lipossolúveis são armazenadas nos tecidos do corpo, enquanto que asnos tecidos do corpo, enquanto que as hidrossolúveis, com exceção da B12, nãohidrossolúveis, com exceção da B12, não podem ser armazenadas em níveispodem ser armazenadas em níveis apreciáveis e, portanto, precisam serapreciáveis e, portanto, precisam ser respostas continuamente.respostas continuamente.
  117. 117.  Porque são importantes as vitaminas?Porque são importantes as vitaminas?  Elas participam em muitas reações bioquímicasElas participam em muitas reações bioquímicas que transformam os alimentos em energia. Sãoque transformam os alimentos em energia. São também essenciais para manter inúmerastambém essenciais para manter inúmeras funções do organismo e para a formação defunções do organismo e para a formação de novos tecidos. Sem as vitaminas, não existenovos tecidos. Sem as vitaminas, não existe vida humana (vita = vida). Uma deficiênciavida humana (vita = vida). Uma deficiência contínua poderá provocar a deterioração dacontínua poderá provocar a deterioração da saúde e, em muitos casos graves, pode atésaúde e, em muitos casos graves, pode até
  118. 118.  O que é uma deficiência sub-clínicaO que é uma deficiência sub-clínica de vitamina?de vitamina?  É uma deficiência que se manifestaÉ uma deficiência que se manifesta através de sintomas não específicos,através de sintomas não específicos, como a irritabilidade, falta de apetite,como a irritabilidade, falta de apetite, fadiga. A curto e médio prazo, umafadiga. A curto e médio prazo, uma deficiência sub-clínica latente prejudica odeficiência sub-clínica latente prejudica o estado geral do organismo. A longo prazo,estado geral do organismo. A longo prazo, pode facilitar o desenvolvimento depode facilitar o desenvolvimento de doenças crônicas.doenças crônicas.
  119. 119.  As vitaminas fornecem energia?As vitaminas fornecem energia?  Não. Elas apenas ajudam a converter osNão. Elas apenas ajudam a converter os alimentos em energia. Não se podealimentos em energia. Não se pode aumentar a capacidade física somenteaumentar a capacidade física somente com uma adição de vitaminas, a não sercom uma adição de vitaminas, a não ser que o organismo esteja deficiente, como,que o organismo esteja deficiente, como, por exemplo, em caso de fadigapor exemplo, em caso de fadiga provocada por dietas desequilibradas.provocada por dietas desequilibradas. Nesse caso, uma adição para restaurar oNesse caso, uma adição para restaurar o equilíbrio melhora a capacidade física.equilíbrio melhora a capacidade física.
  120. 120.  As vitaminas engordam?As vitaminas engordam?  Não, elas não contêm calorias. OsNão, elas não contêm calorias. Os suplementos podem conter algumassuplementos podem conter algumas calorias no seu revestimento de açúcar,calorias no seu revestimento de açúcar, porém, normalmente a quantidade éporém, normalmente a quantidade é desprezível.desprezível.
  121. 121.  Tomar vitaminas aumenta oTomar vitaminas aumenta o apetite?apetite?  Se o nível de vitaminas no organismo nãoSe o nível de vitaminas no organismo não for suficiente, particularmente da A, B1 efor suficiente, particularmente da A, B1 e C, pode levar à perda de apetite, o queC, pode levar à perda de apetite, o que pode ser resolvido com um suplemento.pode ser resolvido com um suplemento. Nos indivíduos com uma dieta equilibrada,Nos indivíduos com uma dieta equilibrada, o suplemento não provoca nenhum efeitoo suplemento não provoca nenhum efeito sobre o apetite.sobre o apetite.
  122. 122.  O organismo pode produzir a suaO organismo pode produzir a sua própria vitamina?própria vitamina?  Não, exceto no caso da vitamina D e daNão, exceto no caso da vitamina D e da niacina que, entretanto, são produzidasniacina que, entretanto, são produzidas em quantidades insuficientes.em quantidades insuficientes. Consequentemente, as vitaminas têm deConsequentemente, as vitaminas têm de ser obtidas de fontes externas.ser obtidas de fontes externas.
  123. 123.  O que significa o Complexo B?O que significa o Complexo B?  Consiste nas vitaminas B1, B2, B6, B12, ácidoConsiste nas vitaminas B1, B2, B6, B12, ácido nicotínico (niacina), ácido pantotênico, ácidonicotínico (niacina), ácido pantotênico, ácido fólico e biotina. É um grupo de vitaminasfólico e biotina. É um grupo de vitaminas hidrossolúveis, que precisa ser repostohidrossolúveis, que precisa ser reposto continuamente no organismo, em virtude de suacontinuamente no organismo, em virtude de sua curta vida útil; embora pertençam a um mesmocurta vida útil; embora pertençam a um mesmo grupo, cada uma delas tem função distinta. Degrupo, cada uma delas tem função distinta. De um modo geral, pode-se afirmar que asum modo geral, pode-se afirmar que as vitaminas do Complexo B agem comovitaminas do Complexo B agem como coenzimas.coenzimas.
  124. 124.  É verdade que as pessoas queÉ verdade que as pessoas que tomam elevadas doses de vitaminatomam elevadas doses de vitamina C apenas enriquecem a sua urina?C apenas enriquecem a sua urina?  Quanto mais se toma vitamina C, maisQuanto mais se toma vitamina C, mais alta aparecerá na urina. Entretanto, com oalta aparecerá na urina. Entretanto, com o uso de doses mais elevadas acima deuso de doses mais elevadas acima de 500mg/dia, os tecidos armazenam um500mg/dia, os tecidos armazenam um nível próximo da saturação, o que énível próximo da saturação, o que é benéfico pois, assim, o organismo tembenéfico pois, assim, o organismo tem mais vitamina C disponível para o seumais vitamina C disponível para o seu sistema de autodefesa.sistema de autodefesa.
  125. 125.  Consumir alimentos vitaminados ouConsumir alimentos vitaminados ou tomar suplementos multivitamínicostomar suplementos multivitamínicos diariamente pode provocar risco dediariamente pode provocar risco de hipervitaminose?hipervitaminose?  Os níveis de vitaminas nos alimentos fortificadosOs níveis de vitaminas nos alimentos fortificados e enriquecidos atendem aos padrões legais quee enriquecidos atendem aos padrões legais que estão dentro de faixas de segurança. Osestão dentro de faixas de segurança. Os suplementos multivitamínicos normalmentesuplementos multivitamínicos normalmente contêm as doses recomendadas ou múltiploscontêm as doses recomendadas ou múltiplos razoáveis das mesmas, portanto, tambémrazoáveis das mesmas, portanto, também toleráveis. Assim, se não existirem situaçõestoleráveis. Assim, se não existirem situações especiais imprevisíveis não há risco.especiais imprevisíveis não há risco.
  126. 126.  Os suplementos Vitamínicos reduzem oOs suplementos Vitamínicos reduzem o risco de contrair cancro ?risco de contrair cancro ?  As pesquisas demonstraram uma relação entreAs pesquisas demonstraram uma relação entre o baixo consumo de vitamina A e Betacarotenoo baixo consumo de vitamina A e Betacaroteno (uma forma de vitamina A encontrada em frutas(uma forma de vitamina A encontrada em frutas e vegetais) com o cancro do pulmão. Verificou-e vegetais) com o cancro do pulmão. Verificou- se, também, que as vitaminas C e E podemse, também, que as vitaminas C e E podem evitar a formação de Nitrosaminas,evitar a formação de Nitrosaminas, especialmente no estômago (a maioria dasespecialmente no estômago (a maioria das Nitrosaminas provoca cancro nos animais).Nitrosaminas provoca cancro nos animais). Como esses resultados são animadores,Como esses resultados são animadores, atualmente estão a ser realizados amplosatualmente estão a ser realizados amplos estudos para verificar a possível atuação dasestudos para verificar a possível atuação das vitaminas na prevenção do cancro.vitaminas na prevenção do cancro.
  127. 127.  A vitamina B6 ajuda a aliviar osA vitamina B6 ajuda a aliviar os sintomas pré-menstruais?sintomas pré-menstruais?  Geralmente ajuda, pois os sintomas,Geralmente ajuda, pois os sintomas, como dores nos peitos, dor de cabeça,como dores nos peitos, dor de cabeça, tensão, irritação e inchaço têm sidotensão, irritação e inchaço têm sido associados com um desequilíbrioassociados com um desequilíbrio hormonal temporário, o que leva a umhormonal temporário, o que leva a um aumento das necessidades de vitaminaaumento das necessidades de vitamina B6.B6.
  128. 128.  A vitamina E ajuda a cicatrizarA vitamina E ajuda a cicatrizar queimaduras da pele?queimaduras da pele?  Muitas pessoas acreditam que essaMuitas pessoas acreditam que essa vitamina aplicada como solução ouvitamina aplicada como solução ou pomada diretamente sobre queimaduraspomada diretamente sobre queimaduras ou cortes, produz efeitos cicatrizantesou cortes, produz efeitos cicatrizantes marcantes, porém, não existem provasmarcantes, porém, não existem provas científicas a esse respeito.científicas a esse respeito.
  129. 129.  Doses elevadas de vitamina B1Doses elevadas de vitamina B1 podem proteger contra picadas depodem proteger contra picadas de mosquito?mosquito?  Essa vitamina tem um odor característicoEssa vitamina tem um odor característico e, quando tomada em grande quantidade,e, quando tomada em grande quantidade, esse odor sai pelos poros. Algumasesse odor sai pelos poros. Algumas pessoas acreditam que, dessa forma ospessoas acreditam que, dessa forma os mosquitos são mantidos a distância.mosquitos são mantidos a distância.
  130. 130.  Elevados complementos vitamínicosElevados complementos vitamínicos melhoram a inteligência?melhoram a inteligência?  As deficiências nutricionais de umaAs deficiências nutricionais de uma criança podem afetar o desenvolvimentocriança podem afetar o desenvolvimento normal do seu cérebro, mas não existenormal do seu cérebro, mas não existe nenhuma indicação de que osnenhuma indicação de que os suplementos possam melhorar osuplementos possam melhorar o desempenho de pessoas intelectualmentedesempenho de pessoas intelectualmente normais.normais.
  131. 131.  A vitamina E estimula o impulsoA vitamina E estimula o impulso sexual?sexual?  Não. Essa idéia é baseada numa máNão. Essa idéia é baseada numa má interpretação de resultados de pesquisasinterpretação de resultados de pesquisas com animais. Após um período semcom animais. Após um período sem vitamina E na alimentação, os ratosvitamina E na alimentação, os ratos deixaram de se reproduzir, voltando aodeixaram de se reproduzir, voltando ao normal após terem os seus suplementosnormal após terem os seus suplementos restaurados, o que levou as pessoas àrestaurados, o que levou as pessoas à conclusão de que a vitamina E é umconclusão de que a vitamina E é um afrodisíaco capaz de melhorar o impulsoafrodisíaco capaz de melhorar o impulso sexualsexual
  132. 132.  Devemos tomar vitaminas quandoDevemos tomar vitaminas quando estamos deprimidos?estamos deprimidos?  A depressão, em alguns casos, pode serA depressão, em alguns casos, pode ser um dos sintomas iniciais da deficiência deum dos sintomas iniciais da deficiência de algumas vitaminas, principalmente doalgumas vitaminas, principalmente do Complexo B. Nesse caso, é recomendávelComplexo B. Nesse caso, é recomendável restaurar a deficiência. Entretanto, issorestaurar a deficiência. Entretanto, isso não significa que as vitaminas possam ounão significa que as vitaminas possam ou devam ser usadas sempre que a pessoadevam ser usadas sempre que a pessoa se sentir deprimida.se sentir deprimida.
  133. 133.  Pessoas com stress precisam dePessoas com stress precisam de suplemento de Vitamina C?suplemento de Vitamina C?  A adição de Vitaminas, em especial da C,A adição de Vitaminas, em especial da C, é recomendada para pessoas sob grandeé recomendada para pessoas sob grande stress físico, como em casos de infecçãostress físico, como em casos de infecção agudas, queimaduras extensas da pele ouagudas, queimaduras extensas da pele ou pessoas em recuperação de grandespessoas em recuperação de grandes cirurgias.cirurgias.

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