Origem da vida e evolução - ENEM compacto

3.593 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
7 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.593
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
7
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Origem da vida e evolução - ENEM compacto

  1. 1. Revisão Biologia Prof. Emanuel Origem e evolução da vida
  2. 2. Lamarck (sec. XIX) Prof. Emanuel Lamarck O meio como agente modificador Experimentalismo ? Genética ? Uso e desuso Caracteres adquiridos
  3. 3. Charles Darwin Prof. Emanuel Darwin O meio como agente selecionador Reprodução diferencial Genética ?
  4. 4. Lamarck X Darwin Prof. Emanuel Uso e desuso Herança adquirida Seleção natural
  5. 5. Qual a novidade do trabalho de Darwin?  Darwin insere o homem na escala evolutiva  Proposta de um ancestral comum Prof. Emanuel
  6. 6. • Antes de Darwin: Adaptação como evidência de planejamento, implicava um criador • Depois de Darwin: seleção natural atuando sobre variação aleatória é mecanismo capaz de explicar adaptação Qual a novidade do trabalho de Darwin?Prof. Emanuel
  7. 7.  Inconstância das espécies  Ancestralidade comum  Evolução como processo lento, gradual e ramificado  Seleção natural Principais ideias de darwin Prof. Emanuel
  8. 8. A seleção natural é possibilitada pela reprodução diferencial entre indivíduos de uma mesma população. Seleção natural Prof. Emanuel
  9. 9. Alguns anfíbios e répteis são adaptados à vida subterrânea. Nessa situação, apresentam algumas características corporais como, por exemplo, ausência de patas, corpo anelado que facilita o deslocamento no subsolo e, em alguns casos, ausência de olhos. Suponha que um biólogo tentasse explicar a origem das adaptações mencionadas no texto utilizando conceitos da teoria evolutiva de Lamarck. Ao adotar esse ponto de vista, ele diria que a) as características citadas no texto foram originadas pela seleção natural. b) a ausência de olhos teria sido causada pela falta de uso dos mesmos, segundo a lei do uso e desuso. c) o corpo anelado é uma característica fortemente adaptativa, mas seria transmitida apenas à primeira geração de descendentes. d) as patas teriam sido perdidas pela falta de uso e, em seguida, essa característica foi incorporada ao patrimônio genético e então transmitida aos descendentes. e) as características citadas no texto foram adquiridas por meio de mutações e depois, ao longo do tempo, foram selecionadas por serem mais adaptadas ao ambiente em que os organismos se encontramProf. Emanuel R e v i s ã o E N E M
  10. 10. Os anfíbios são animais que apresentam dependência de um ambiente úmido ou aquático. Nos anfíbios, a pele é de fundamental importância para a maioria das atividades vitais, apresenta glândulas de muco para conservar-se úmida, favorecendo as trocas gasosas e, também, pode apresentar glândulas de veneno contra microrganismos e predadores. Segundo a Teoria Evolutiva de Darwin, essas características dos anfíbios representam a a) lei do uso e desuso. b) atrofia do pulmão devido ao uso contínuo da pele. c) transmissão de caracteres adquiridos aos descendentes. d) futura extinção desses organismos, pois estão mal adaptados. e) seleção de adaptações em função do meio ambiente em que vivem.Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M
  11. 11. Fatores que geram variabilidade Mutação (causa primária) Gênicas Cromossômicas São aleatórias Não atendem a demandas do organismo Nem sempre interferem na evolução Neodarwinismo Prof. Emanuel
  12. 12. Fatores que geram variabilidade Crossing Over (meiose) Fecundação Conjugação bacteriana Recombinação genética Mutação (causa primária) Gênicas Cromossômicas Neodarwinismo Prof. Emanuel
  13. 13. Adaptação Modificação ambiental Pressões Seletivas Variabilidade intraespecífica Mutações Recombinação Genética Neodarwinismo Prof. Emanuel
  14. 14. Mutações Material genético afetado Célula afetada Mutação gênica ou cromossômica Mutação somática ou germinativa Causa primária da variabilidadeProf. Emanuel
  15. 15. Ocorre quando um fenótipo extremo é favorecido e aumenta de frequência na população. Ex: Resistência aos antibióticos e melanismo industrial a) Seleção direcional Pressão de seleção População original População depois da seleção Tipos de seleção natural Prof. Emanuel
  16. 16. b) Seleção disruptiva Pressão de seleção População original População depois da seleção Favorece os fenótipo extremos e elimina os intermediários. Ex:Seleção do bicos das aves Tipos de seleção natural Prof. Emanuel
  17. 17. c) Seleção estabilizadora Pressão de seleção População original População depois da seleção Favorece os indivíduos com caracteres intermediários e elimina os de fenótipo extremos Ex: Anemia falciforme na África Tipos de seleção natural Prof. Emanuel
  18. 18. Besouro claro Besouro escuro Estabilizadora Direcional Disruptiva Tipos de seleção natural Prof. Emanuel
  19. 19. O que têm em comum Noel Rosa, Castro Alves, Franz Kafka, Álvares de Azevedo, José de Alencar e Frédéric Chopin? Todos eles morreram de tuberculose, doença que ao longo dos séculos fez mais de 100 milhões de vítimas. Aparentemente controlada durante algumas décadas, a tuberculose voltou a matar. O principal obstáculo para seu controle é o aumento do número de linhagens de bactérias resistentes aos antibióticos usados para combatê-la. O mecanismo evolutivo que explica a evolução das bactérias resistentes é a) Seleção sexual b) Seleção estabilizadora c) Seleção direcional d) Seleção disruptiva e) Seleção comportamental Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M
  20. 20. As cobras estão entre os animais peçonhentos que mais causam acidentes no Brasil, principalmente na área rural. As cascavéis (Crotalus), apesar de extremamente venenosas, são cobras que, em relação a outras espécies, causam poucos acidentes a humanos. Isso se deve ao ruído de seu "chocalho", que faz com que suas vítimas percebam sua presença e as evitem. Esses animais só atacam os seres humanos para sua defesa e se alimentam de pequenos roedores e aves. Apesar disso, elas têm sido caçadas continuamente, por serem facilmente detectadas. Ultimamente os cientistas observaram que essas cobras têm ficado mais silenciosas, o que passa a ser um problema, pois, se as pessoas não as percebem, aumentam os riscos de acidentes. A explicação darwinista para o fato de a cascavel estar ficando mais silenciosa é que a) a necessidade de não ser descoberta e morta mudou seu comportamento. b) as alterações no seu código genético surgiram para aperfeiçoá-la. c) as mutações sucessivas foram acontecendo para que ela pudesse adaptar-se. d) as variedades mais silenciosas foram selecionadas positivamente. e) as variedades sofreram mutações para se adaptarem à presença de seres humanos Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M 40
  21. 21. Isolamento geográfico Bloqueio do fluxo gênico Diferentes fatores evolutivos Isolamento reprodutivo Especiação alopátrica Prof. Emanuel
  22. 22. Especiação alopátrica Prof. Emanuel
  23. 23. Alopátrica Peripátrica Simpátrica Tipos de especiação Novas espécies formadas de ... Populações isoladas geograficamente Uma população pequena isolada na borda de uma população maior Populações sem isolamento geográfico Especiação Prof. Emanuel
  24. 24. No Período Permiano, cerca de 250 milhões de anos atrás (250 m.a.a.), os continentes formavam uma única massa de terra conhecida como Pangeia. O lento e contínuo movimento das placas tectônicas resultou na separação das placas, de maneira que já no início do Período Terciário (cerca de 60 m.a.a.), diversos continentes se encontravam separados uns dos outros. Uma das consequências dessa separação foi a formação de diferentes regiões biogeográficas, chamadas biomas. Devido ao isolamento reprodutivo, as espécies em cada bioma se diferenciaram por processos evolutivos distintos, novas espécies surgiram, outras se extinguiram, resultando na atual diversidade biológica do nosso planeta. A figura ilustra a deriva dos continentes e suas posições durante um período de 250 milhões de anos. Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M 29
  25. 25. De acordo com o texto, a atual diversidade biológica do planeta é resultado a) da similaridade biológica dos biomas de diferentes continentes. b) do cruzamento entre espécies de continentes que foram separados. c) do isolamento reprodutivo das espécies resultante da separação dos continentes. d) da interação entre indivíduos de uma mesma espécie antes da separação dos continentes. e) da taxa de extinções ter sido maior que a de especiações nos últimos 250 milhões de anos. Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M
  26. 26. Os ratos Peromyscus polionotus encontram-se distribuídos em ampla região na América do Norte. A pelagem de ratos dessa espécie varia do marrom claro até o escuro, sendo que os ratos de uma mesma população têm coloração muito semelhante. Em geral, a coloração da pelagem também é muito parecida à cor do solo da região em que se encontram, que também apresenta a mesma variação de cor, distribuída ao longo de um gradiente sul norte. Na figura, encontram-se representadas sete diferentes populações de P. polionotus. Cada população é representada pela pelagem do rato, por uma amostra de solo e por sua posição geográfica no mapa. Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M 26
  27. 27. O mecanismo evolutivo envolvido na associação entre cores de pelagem e de substrato é a) a alimentação, pois pigmentos de terra são absorvidos e alteram a cor da pelagem dos roedores. b) o fluxo gênico entre as diferentes populações, que mantém constante a grande diversidade interpopulacional. c) a seleção natural, que, nesse caso, poderia ser entendida como a sobrevivência diferenciada de indivíduos com características distintas. d) a mutação genética, que, em certos ambientes, como os de solo mais escuro, têm maior ocorrência e capacidade de alterar significativamente a cor da pelagem dos animais. e) a herança de caracteres adquiridos, capacidade de organismos se adaptarem a diferentes ambientes e transmitirem suas características genéticas aos descendentes. Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M
  28. 28. Característica Órgão Homólogo Órgão Análogo Origem Comum Distinta Função Diferentes Igual Estrutura interna Semelhante Diferente Processo evolutivo Divergência evolutiva Convergência evolutiva Homologia X analogia Evidências da evolução Prof. Emanuel
  29. 29. Evidências da evolução Prof. Emanuel Analogia e convergência evolutiva
  30. 30. Irradiação adaptativa dos mamíferos Homem Gato Baleia Morcego Evidências da evolução Prof. Emanuel Homologia e divergência evolutiva
  31. 31. Descendentes Ancestral Passado Presente Irradiação adaptativa Evidências da evolução Prof. Emanuel
  32. 32. Evidências da evolução Prof. Emanuel
  33. 33. Evidências da evolução Prof. Emanuel
  34. 34. Evidências da evolução Prof. Emanuel
  35. 35. Pode acontecer quando espécies diferentes têm interações ecológicas próximas umas das outras. Essas relações ecológicas incluem: Predatismo Parasitismo Competição Mutalismo Coevolução Vespa X Figueira Evidências da evolução Prof. Emanuel
  36. 36. Evidências da evolução Prof. Emanuel Soro anti- humano Homem 100% Gorila 64% Chimpanzé 85% Babuíno 29% Orangotango 42% P e r c e n t a g e m d e A g l u t i n a ç ã o Boi 10% Cavalo 7% Veado 2% Ave 0%
  37. 37. Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M 21
  38. 38. A tirinha mostra que o ser humano, na busca de atender suas necessidades e de se apropriar dos espaços, a) adotou a acomodação evolucionária como forma de sobrevivência ao se dar conta de suas deficiências impostas pelo meio ambiente. b) utilizou o conhecimento e a técnica para criar equipamentos que lhe permitiram compensar as suas limitações físicas. c) levou vantagens em relação aos seres de menor estatura, por possuir um físico bastante desenvolvido, que lhe permitia muita agilidade. d) dispensou o uso da tecnologia por ter um organismo adaptável aos diferentes tipos de meio ambiente. e) sofreu desvantagens em relação a outras espécies, por utilizar os recursos naturais como forma de se apropriar dos diferentes espaços.Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M
  39. 39. Experimentos realizados no século XX demonstraram que hormônios femininos e mediadores químicos atuam no comportamento materno de determinados animais, como cachorros, gatos e ratos, reduzindo o medo e a ansiedade, o que proporciona maior habilidade de orientação espacial. Por essa razão, as fêmeas desses animais abandonam a prole momentaneamente, a fim de encontrar alimentos, o que ocorre com facilidade e rapidez. Ainda, são capazes de encontrar rapidamente o caminho de volta para proteger os filhotes. Considerando a situação descrita sob o ponto de vista da hereditariedade e da evolução biológica, o comportamento materno decorrente da ação das substâncias citadas é Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M 24
  40. 40. hereditariedade e da evolução biológica, o comportamento materno decorrente da ação das substâncias citadas é a) transmitido de geração a geração, sendo que indivíduos portadores dessas características terão mais chance de sobreviver e deixar descendentes com as mesmas características. b) transmitido em intervalos de gerações, alternando descendentes machos e fêmeas, ou seja, em uma geração recebem a característica apenas os machos e, na outra geração, apenas as fêmeas. c) determinado pela ação direta do ambiente sobre a fêmea quando ela está no período gestacional, portanto todos os descendentes receberão as características. d) determinado pelas fêmeas, na medida em que elas transmitem o material genético necessário à produção de hormônios e dos mediadores químicos para sua prole de fêmeas, durante o período gestacional. e) determinado após a fecundação, pois os espermatozoides dos machos transmitem as características para a prole e, ao nascerem, os indivíduos são selecionados pela ação do ambiente. Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M
  41. 41. Estratégias de sobrevivência Prof. Emanuel
  42. 42. Camuflagem homotípica Prof. Emanuel
  43. 43. Camuflagem homotípica Prof. Emanuel
  44. 44. Prof. Emanuel Camuflagem homocrômica Coloração críptica
  45. 45. Prof. Emanuel Camuflagem homocrômica Coloração críptica
  46. 46. Prof. Emanuel Camuflagem homocrômica Coloração críptica
  47. 47. Prof. Emanuel Camuflagem homocrômica Coloração críptica
  48. 48. Prof. Emanuel Camuflagem homocrômica Autotomia
  49. 49. Mimetismo Batesiano Prof. Emanuel
  50. 50. Mimetismo Batesiano Prof. Emanuel
  51. 51. Prof. Emanuel Coloração aposemática
  52. 52. Coloração aposemática Prof. Emanuel Mimetismo
  53. 53. Tanatose Prof. Emanuel
  54. 54. Comportamento deimático Prof. Emanuel
  55. 55. Comportamento deimático Prof. Emanuel
  56. 56. Comportamento deimático Prof. Emanuel
  57. 57. Na Região Amazônica, diversas espécies de aves se alimentam da ucuúba (Virola sebifera), uma árvore que produz frutos com polpa carnosa, vermelha e nutritiva. Em locais onde essas árvores são abundantes, as aves se alternam no consumo dos frutos maduros, ao passo que em locais onde elas são escassas, tucanos-de-papo-branco (Ramphastus tucanos cuvieri) permanecem forrageando nas árvores por mais tempo. Por serem de grande porte, os tucanos-de-papo-branco não permitem a aproximação de aves menores, nem mesmo de outras espécies de tucanos. Entretanto, um tucano de porte menor (Ramphastus vitellinus Ariel), ao longo de milhares de anos, apresentou modificação da cor do seu papo, do amarelo para o branco, de maneira que se tornou semelhante ao seu parente maior. Isso permite que o tucano menor compartilhe as ucuúbas com a espécie maior sem ser expulso por ela ou sofrer as agressões normalmente observadas nas áreas onde a espécie apresenta o papo amarelo. O fenômeno que envolve as duas espécies de tucano constitui um caso de a) mutualismo, pois as duas espécies compartilham os mesmos recursos. b) parasitismo, pois a espécie menor consegue se alimentar das ucuúbas. c) relação intraespecífica, pois ambas as espécies apresentam semelhanças físicas. d) sucessão ecológica, pois a espécie menor está ocupando o espaço da espécie maior. e) mimetismo, pois uma espécie está fazendo uso de uma semelhança física em benefício próprio. Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M 24
  58. 58. Ancestralidade comum para todas as espécies Via glicolítica e universalidade do código genético Origem da vida Prof. Emanuel
  59. 59. 0 1 4,5 Bilhões de anos Era pré-biótica Intensa evolução química Era biótica Intensa evolução biológica Origem da vida Prof. Emanuel
  60. 60. História da vida Prof. Emanuel 4,5 Era Cenozóica Era Mesozóica Era Paleozóica Era Proterozóica Era Arqueana Era Hadeana 570 milhões 230 65 Bilhões de anos atrás Dias atuais Era Pré- cambriana
  61. 61. 1) Formação de uma atmosfera gasosa redutora 2) Síntese de monômeros 3) Polimerização de monômeros 4) Individualização de coacervados e reações metabólicas rudimentares 5) Desenvolvimento de um mecanismo de replicação Evolução gradual de sistemas químicos: a) Hipótese heterotrófica b) Hipótese autotrófica Origem da vida Prof. Emanuel
  62. 62. Condições para surgimento da vida CO2 H2S SOX Prof. Emanuel
  63. 63. Moléculas simples Monômeros Polímeros Protocélula Heterotrófica (fermentação) Autotrófica (quimiossíntese) Origem da vida Prof. Emanuel
  64. 64. Prof. Emanuel R e v i s ã o E N E M
  65. 65. Visão autotrófica Prof. Emanuel
  66. 66. Impactos ECO (abióticos) Sumidouros de oxigênio (oceano) Oxidação da atmosfera Formação da camada de ozônio Impactos EVO (bióticos) Holocausto do oxigênio Vias aeróbicas (mais energia) Formação de radicais livres Colonização terrestre (ozônio) Prof. Emanuel Após a fotossíntese Prof. Emanuel
  67. 67. TEORIA AUTOGÊNICA (invaginações) . Do procarionte ao eucarionteProf. Emanuel
  68. 68. Invaginações (autogênica) e SET Do procarionte ao eucarionteProf. Emanuel

×