Clínica de Dor no Tratamento da Dor Muscular

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Aula do Dr. Tsutomu Higashi no congresso de medicina Ortomolecular sobre Clínica de Dor no Tratamento da Dor Muscular.

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Clínica de Dor no Tratamento da Dor Muscular

  1. 1. Dr. Tsutomu Higashi <br />Clínica de Dor no Tratamento da dor miofascial<br />Dr. Tsutomu Higashi<br />Diretor Médico da Clínica Higashi / Centro Médico Athenas<br />www.centromedicoathenas.com.br<br />
  2. 2. DOR MIOFASCIAL<br /><ul><li>Dor e fadiga mais freqüente na clínica.
  3. 3. Anualmente 34.000.000 de americanos.
  4. 4. Diminuição da capacidade funcional.
  5. 5. Associa com distúrbio de sono e fadiga crônica.</li></ul>Dr. Tsutomu Higashi <br />
  6. 6. DOR MIOFASCIAL<br />Dr. Tsutomu Higashi <br /><ul><li>Dor modifica a personalidade
  7. 7. Característica psíquica:
  8. 8. atormentado
  9. 9. estressado
  10. 10. frustrado</li></li></ul><li>CICLO VICIOSO DA DOR<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />DORMENSAGEM INTERCELULARCRISE DA <br /> VIDA<br />DISFUNÇÃO <br />ESTRESSE<br />
  11. 11. CICLO VICIOSO DA DOR<br />Dr. Tsutomu Higashi <br /><ul><li>Doença sistêmica
  12. 12. Estilo de vida
  13. 13. Meio ambiente
  14. 14. Infecções: seqüência de aminoácidos do antígeno, similar do doente provoca dor</li></li></ul><li>MICROORGANISMOS ENCONTRADOS NO SEGMENTO DA VERTEBRA<br />Dr. Tsutomu Higashi <br /><ul><li>Vírus
  15. 15. Bactérias
  16. 16. Protozoários</li></li></ul><li>Síndrome Dolorosa Miofascial<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />Trigger points (zona de dor referida)<br />Tender spots (# tender points)<br />Banda tensa<br />Espasmo muscular<br />
  17. 17. MODELO DE PROCESSO INFLAMATÓRIO<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />MEIO AMBIENTE <br />Alergenos (Transgênico), Toxinas (Agrotóxicos) – Infecção, Trauma, Hipoxigenação, Drogas, Alcool e etc.<br />Efeito de Expressão de:<br />GENE<br />Polimorfismo que confere individualidade com diferente suscetibilidade.<br />DIETA<br />Macronutrientes, micronutrientes, nutrientes acessórios fitonutrientes. <br />FUNÇÃO<br />Alteração de Estado Fisiológico para a reação de alarme caracterizado processo<br /> inflamatório<br />SINTOMAS DE INFLAMAÇÃO<br />“ites” – oses - Depende da severidade <br />
  18. 18. MALHA DE INTERCONEXÃO DAS RAIZES DAS ALTERAÇÕES FUNCIONAIS<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />
  19. 19. CONEXÃO STRESS E IMUNIDADE:<br />DISFUNÇÃO DO EIXO HIPOTALAMO – HIPOFISE -ADRENAL<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />Alergenos, toxinas <br />e agentes químicos tóxicos<br />(AGROTÓXICOS)<br />STRESS<br />STRESS<br />STRESS<br />IMMUNE<br />SYSTEM<br />HYPOTHALAMUS <br />Corticotropin <br />Releasing Factor<br />DOR<br />DOR<br />Cytokines <br />PITUITARY<br />PITUITARY<br />T-LYMPHOCYTES<br />CORTICOSTEROIDS<br />Adrenocorticotrophic<br />Hormone<br />ADRENAL<br />
  20. 20. RECUPERAÇÃO DO APARELHO DIGESTIVO E O CAMINHOPARA A CURA DAS ENFERMIDADES<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />Programa de “4R”: Fase de tratamento<br />clínico para recuperação intestinal <br /> 1-Remover resíduos tóxicos e <br />bactérias<br />2- Recolocar Enzimas <br />Digestivas e HCL<br />3- Reinocular Bífidobactérias, Lactobacilus e Fos<br />4- Reparar com dieta hipoalérgica e nutrientes adequados<br />
  21. 21. Dr. Tsutomu Higashi <br />LISTA DE SUBSTÂNCIAS INIBIDORAS DE MOLÉCULAS INFLAMATÓRIAS NA CASCATA DE AC. ARAQUIDONICO<br />*Rotina do receituário para dores e inflamações<br />
  22. 22. Inibidores de Cascata de Ácido Araquidônico<br />(Moduladores de Inflamação)<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />*<br />Vit E <br />Quercetina <br />Membrana celular-fosfolipideos <br /> Acido Araquidônico <br />Membrana celular-fosfolipideos <br /> Acido Araquidônico <br />*<br />Nutrientes <br />Nutrientes <br />Fitoterapia<br />Fitoterapia<br />*<br />Glicirrizina<br />Curcumina <br />Glicirrizina<br />Curcumina <br />Fosfolipase A2<br />*<br />Sintético <br />Sintético <br />5- Lipoxigenase<br />5- Lipoxigenase<br />Corticoesteroides<br />Corticoesteroides<br />12- Lipoxigenase<br />12- Lipoxigenase<br />EPA/DHA<br />(Omega 3)<br />Nutrientes<br />*<br />*<br />Ginger <br />Curcumina <br />Lupulo<br />Rosimarinus Off <br />Quercetina<br />Vit E<br />EPA<br />Nutrientes <br />Fitoterapia<br />*<br />*<br />Sintético <br />Fitoterapia<br />*<br />Curcumina<br />Allium cepa<br />Allium Sativa<br />Boswellia <br />Serrata <br />Lavandullin<br />Sintético <br />Ciclooxigenase-1<br />Antinflamatório não<br />Esteróide (indometacina,<br />Aspirina Ibuprofeno, <br />Sulfasalazina) <br />Acetoaminofen inibidores<br />seletivos(COX2)<br />Ciclooxigenase-2<br />*<br />*<br />Série 4<br />Leucotrienos<br />Protaglandina Serie 2<br />Tromboxane A2 B2<br />Sulfasalazine<br /> Utilizado na clínica <br />
  23. 23. CICLOXIGENASE <br />COX 1 e 2 – Constitutiva é fisiológica protege células do aparelho digestivo, cardiovascular e cerebral.<br />COX 1 e 2 – Indutiva é secretada no estado inflamatório provoca dor.<br />
  24. 24. Dr. Tsutomu Higashi <br />PG1, PG3<br />Maior que <br />PG2<br />OCl-<br />Inflamação<br />Crônica <br />PG2 >> <br />PG1, PG3<br />
  25. 25. Dr. Tsutomu Higashi <br />Por sorte, o efeito pro inflamatório do PG2 é equilibrado por efeito antiinflamatório do PG1 e PG3. <br />PG1,PG3<br />
  26. 26. CAMINHO METABOLICO DE ÁCIDOS GRAXOS E ESSENCIAIS<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />OMEGA 3 (Ac. Graxos)<br />Ex: óleo de semente de linhaça, soja e canola.<br />OMEGA 6 (Ac. Graxos)<br />Ex: Óleo de canola, milho, soja, <br />açafrão e girassol)<br />Excesso de gordura trans, insulina, deficiência, de Zn e Mg contribui p/ <br />desaturase.<br />AC. ALFA LINOLENICO (LNA)<br />6 desaturase <br />CIS ÁCIDO LINOLENICO (LA)<br />AC. EICOTETRANOICO<br />6 DESATURASE<br />Elongase <br />ÁCIDO GAMA LINOLENICO (GLA)<br />ÁC. EICOTETRANOICO <br />5 desaturase <br />ELONGASE<br />AC. EICOPENTANOICO (EPA)<br />Ex: óleo de peixe<br /><ul><li>Inibe efeito cascata de Ac. Araquidonico</li></ul>Diminuindo atividade desaturase<br /><ul><li>Previne coagulação. </li></ul>ÁCIDO DI-HOMO GAMA LINOLENICO<br />Ex: leite materno<br />5 desaturase<br />(Atividade pobre em humanos)<br />AA principal fonte alimentar <br />LIPOOXIGENADAS<br />Leucotrienos (LT)<br />Inflamação + Constrição<br />ÁCIDO ARAQUIDONICO(AA)<br />Ex: gordura animal<br />Séries 3 de Prostaglandinas<br /><ul><li>PGH 3
  27. 27. PGI 3
  28. 28. TXB 3</li></ul>(Antiflamatório) <br />PROSTAGLANDINA <br />E 2 (PG2) <br />Séries 1 da Prostaglandinas<br />4 desaturase<br />Crise aguda de doença <br />inflamatória<br /><ul><li>Vaso dilatado
  29. 29. Prevenção Agregação Plaquetaria
  30. 30. Diminui Pressão Arterial
  31. 31. Inibe síntese de Colesterol
  32. 32. Inibe Inflamação </li></ul>Séries 2 da Prostaglandinas<br />(PGD – PGI 2 – PGG 2- PGA 2<br />Ativados pelo COX 1 e COX 2 <br />Aumenta dor, inflamação vaso constrição <br />Bloqueio Series 2 Prostaglandinas <br />AC. DOCOSAHEXANOICO (DHA) <br />Ex: óleo e peixe<br />Desenvolve cérebro e olhos em crianças <br />
  33. 33. I Edição 1991, II Edição 1999. <br />Volume 1 e 2<br />Por <br />Janet G. Travell <br />David G. Simons<br />
  34. 34. Dr. Tsutomu Higashi <br />VÁRIAS MODALIDADES DE APALPAÇÃO.<br />
  35. 35. Dr. Tsutomu Higashi <br />ALTERNANDO <br />DEDOS PARA <br />LOCALIZAR A <br />BANDA TENSA.<br />POSICIONAR E <br />APLICAR NO T,P – <br />“TRIGGER POINT”<br />
  36. 36. A<br />B<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />AGULHAMENTO NO “TRIGGER POINT” <br />
  37. 37. ANTES DE ALGULHAMENTO DO TRIGGER POINT<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />Nerve<br />Taut band<br />“Fibrotic core”<br />Skin<br /> Enthesopathy<br />(thickened, tender)<br />Bone<br />Normal muscle<br />fibers<br />Trigger point<br />
  38. 38. Dr. Tsutomu Higashi <br />Andrew A. Fischer, MD, Phd.<br />Professor Clínico Associado do Departamento de Medicina Física & Reabilitação da Escola de Medicina de Mt. Sinai da Universidade da Cidade de Nova York e Diretor Clínico do Serviço de Medicina Física e Reabilitação do Centro Médico dos Veteranos de guerra do Bronx, NY.<br />
  39. 39. “TRIGGER POINT” E DOR REFERIDA<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />Trigger<br />ESTIMULO<br /> INDIRETO<br />ESTIMULO <br />DIRETO<br />A<br />X<br />E<br />Point<br /> - Sobrecarga <br />Aguda<br /> - Fatiga por excesso <br />de Trabalho<br /> -Trauma Geral <br />B<br />Outros “Trigger<br /> Points”<br /><ul><li> Coração,
  40. 40. Vesícula Biliar </li></ul>e outras doenças <br />vicerais. <br /><ul><li>Artrites nas </li></ul> articulações <br /><ul><li>Stress Emocional</li></ul>F<br />C<br />D<br />Medula Espinhal <br />Zona de Dor Referida<br />
  41. 41. Dr. Tsutomu Higashi <br />TIPOS DE SENSIBILIZAÇÃO<br />SENSIBILIZAÇÃO PERIFÉRICA <br />X<br /> SENSIBILIZAÇÃO SEGMENTAR ESPINHAL<br />
  42. 42. Dr. Tsutomu Higashi <br />FASE I : Identificação da causa Imediata da dor :<br />Apontar com 1 dedo o local de dor máxima :<br />Identificação da estrutura<br />Reprodução da queixa dolorosa<br /> Trigger point x Tender spots<br /> Latente x Ativo<br />4. Quantificação pelo algômetro ( Kgf/cm2)<br />
  43. 43. Sensitivo :<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />Teste do Clip<br />Pinçamento e Rolamento<br />Condutância Elétrica Tegumentar<br />
  44. 44. 1) Teste do Clip : delimita a hiperalgesia correspondendo ao dermátomo sensibilizado<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />
  45. 45. Dr. Tsutomu Higashi <br />2) Pinçamento e Rolamento: manobra para explorar a senssibilização do tecido subcutâneo<br />
  46. 46. Dr. Tsutomu Higashi <br />3) Medidor de condutância Elétrica Tegumentar : Quantifica o aumento da atividade simpático pelo suor que diminui a resistência da pele ( 50 microamperer)<br />
  47. 47. Dr. Tsutomu Higashi <br />Quantificação da senssililização do tecido subcutâneo pelo algômetro<br />
  48. 48. Dr. Tsutomu Higashi <br />DERMÁTOMO<br />C6<br />C6<br />C6<br />C5<br />C8<br />C6<br />C8<br />C8<br />S3<br />S4<br />S5<br />T10 Nível do umbigo<br />T12 Região inguinal <br />ou virilha<br />L1, 2,3,4 Regiões <br />anterior e medial<br />dos membros<br /> inferiores<br />L4,5,S1 Pé<br />L4 Margem medial <br />do hálux<br />S1,2, L5 Regiões <br />posterior e <br />lateral dos membros <br />inferiores <br />S1 Margem lateral do pé<br />e dedo mínimo<br />S2, 3,4 Períneo <br />NIVEIS DOS PRINCIPAIS<br /> DERMÁTOMOS<br />L5<br />L1<br />C5 Clavícula<br />C5,6,7 Margem lateral<br />dos membrossuperiores<br />C8,11 Margem medial<br />dos membros superiores<br />C6 Polegar<br />C6, 7, 8 Mão<br />C8 Dedos anular e <br />mínimo<br />T4 Nível dos mamilos<br />L2<br />L3<br />L4<br />S1<br />S1<br />L5<br />L4<br />L4<br />
  49. 49. Dr. Tsutomu Higashi <br />Dessensibilização do<br />Espaço paraespinhoso<br />Bloqueio <br />Interespinhoso<br />Dermátomo<br />correspondente<br />
  50. 50. PROTOCOLO DE AGULHAMENTO E INFILTRAÇÃO<br />Dr. Tsutomu Higashi <br /><ul><li>MATERIAL UTILIZADO
  51. 51. 4 Seringas 3 ml
  52. 52. BD Agiocath n.º 20GAx1.16IN (1,1x30mm – 49ml/min) – Cor Rosa
  53. 53. BD Agiocath n.º 22GAx1.00IN (0,9 x 25 mm – 28 ml/min) – Cor Azul
  54. 54. BD Agiocath n.º 24GAx0.75IN (0,7 x 19 mm – 17 ml/min) – Cor Amarela
  55. 55. Obs: Usa somente a Guia (Agulha)
  56. 56. Lidocaína 2% (Sem vasoconstritor)</li></ul>EM CADA AGULHAMENTO E INFILTRAÇÃO: MISTURA DE LIDOCAÍNA:<br />2,5 ML DE LIDOCAÍNA 2% DILUÍDO A ¼ COM SORO FISIOLÓGICO<br />
  57. 57. MÚSCULO NORMAL<br />ESPAÇO<br />DISCAL<br />FORAMEN NEURAL <br />NORMAL<br />NORMAL<br />NORMAL<br /> 2) ESPASMO<br />3b) ESTREITAMENTO<br />3a) ESPAÇO<br />ESTREITO =DOR<br />5) <br />ESTREITAMENTO<br /><ul><li>) LIGAMENTO</li></ul> SUPRAESPINHOS<br />4) RAIZ <br />COMPRESSÃO<br />PENTADE DE CIRCULO VICIOSO EM RADICULO – DISCOPATIA<br />COM ESPASMO PARAESPINHAL <br />1- Contração do ligamento<br />Supraespinhoso, causando<br />2- Espasmo do músculo <br /> Paraespinhoso, causando<br />3a- Estreitamento do Espasmo<br />entre Processo Espinhoso<br />3b- Estreitamento de Forâmen<br />Neural, causando<br />4- Compressão da Raiz Nervosa<br />5- Estreitamento Espaço inter<br />Discal.<br />
  58. 58. ALTERAÇÃO NO “PENTADE” APÓS INFILTRAÇÃO DO <br />ESPAÇO PARAESPINHOSO (AGULHAMENTO DO LIGAMENTO SUPRA E INTERESPINHOSO)<br /> ESPAÇO ENTRE PROCESSO ESPINHOSO <br />MÚSCULO NORMAL<br /> FORAMEN NEURAL<br /> NORMAL<br />ESPAÇO<br />DISCAL<br />NORMAL<br />NORMAL<br /> 2) ESPASMO<br />3a) AMPLIADO<br />3) ESPAÇO<br />AMPLIADO <br />5) ?<br /><ul><li>) LIGAMENTO</li></ul>SUPRAESPINHOSO <br />4) RAIZ <br />COMPRESSÃO<br />3b- Ampliação do Forâmen Neural.<br />4- Sinais e sintomas de compressões nervosas melhoradas.<br />5- Ampliação do Espaço Inter <br />Discal<br />1- Contração, Amolecimento: Normalizado.<br />2- Libertação do Espasmo<br />3a- Ampliação do Espaço entre Processo Espinhoso.<br />
  59. 59. Exemplos dor miofascial em diferentes regiões anatômicas.<br />Cabeça<br />Tronco<br />Membros<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />
  60. 60. Dr. Tsutomu Higashi <br />X<br />X<br />X<br />TP1<br />X= Dessensibilização Segmentar<br />PESQUISAR<br />Padrão de dor referida (vermelho)<br />X= (TP1 “Trigger Point”)<br />no TrapézioSuperior.<br />
  61. 61. Dr. Tsutomu Higashi <br />Padrão de dor referida<br />(Vermelho)<br />X= “Trigger Point” no <br />Esternocleidomastóide<br />(divisão clavicular<br /> profunda)<br />Padrão de dor referida (Vermelho)<br />X= “Trigger Point” no Esternocleidomastóide<br />(divisão externa superficial)<br />X<br />X<br />X<br />X= Dessensibilização Segmentar<br />PESQUISAR<br />
  62. 62. Dr. Tsutomu Higashi <br />Padrão de dor referida (vermelho) ,<br /> X = “Trigger Point”<br /> no m. Pterigóide<br />X= Dessensibilização Segmentar<br />PESQUISAR<br />
  63. 63. Dr. Tsutomu Higashi <br />Aplicação no “Trigger Point” de<br />Pterigóide.<br />X= Dessensibilização Segmentar<br />
  64. 64. Dr. Tsutomu Higashi <br />X<br />X<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />Padrão de dor Referida (Vermelho) e <br />X= “Trigger Point” no <br />m.Infraespinhoso<br />
  65. 65. Aplicação no “Trigger Point”<br />No m. Glúteo Máximo<br />X<br />X<br />X<br />Tuberosidade do Ísquio <br />Crista Ilíaca <br />Trocanter <br />L5<br />L3<br />L5<br />Trocater <br />L4<br />S1<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />X= “Trigger Point” do Glúteo Máximo<br />
  66. 66. Dr. Tsutomu Higashi <br />X<br />X<br />X<br />L5<br />L3<br />L5<br />L4<br />Padrão de dor referida (vermelho) e<br />X= “Trigger Point” no <br />m. Pectíneo<br />S1<br />S1<br />L4<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  67. 67. Dr. Tsutomu Higashi <br />APLICAÇÃO DO “TRIGGER POINT” NO M. PECTÍNEO<br />X<br />X<br />X<br />L5<br />L3<br />L5<br />L4<br />S1<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  68. 68. Dr. Tsutomu Higashi <br />X<br />X<br />L2<br />L5<br />L3<br />L5<br />L4<br />S1<br />Padrão de dor referida (Vermelho)<br />X= “Trigger Point” no m. Plantar.<br />L4<br />S1<br />L5<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  69. 69. INERVAÇÃO CUTÂNEA DO MEMBRO SUPERIOR <br />Dr. Tsutomu Higashi <br />VISTA ANTERIOR (PALMAR)<br />VISTA POSTERIOR (DORSAL)<br />NERVO SUPRACLAVICULAR<br />DO PLEXO CERVICAL<br />NERVO SUPRACLAVICULAR<br />(DO PLEXO CERVICAL)<br />NERVO AXILAR <br />NERVO CUTÂNEO<br />LATERAL SUPERIOR <br />DO BRAÇO.<br />NERVO AXILAR<br /> NERVO CUTÂNEO <br /> LATERAL SUPERIOR<br /> DO BRAÇO<br />NERVO RADIAL<br />NERVO CUTÂNEO POSTERIOR DO BRAÇO<br />NERVO RADICAL <br /> NERVO CUTÂNEO <br /> LATERAL INFERIOR DO<br /> BRAÇO<br />NERVO CUTÂNEO<br />LATERAL INFERIOR DO BRAÇO<br />NERVOS<br />CUTÂNEOS<br />MEDIAL DO<br />BRAÇO E<br />INTERCOSTO-<br />BRAQUIAL<br />NERVO CUTÂNEO <br />POSTERIOR DO ANTEBRAÇO.<br />NERVO <br />CUTÂNEO<br />MEDIAL DO<br />ANTEBRAÇO<br />NERVO CUTÂNEO<br /> LATERAL DO ANTEBRAÇO<br /> (PARTE TERMINAL DO <br /> NERVO MUSCULOCUTÂNEO)<br />NERVO CUTÂNEO<br />LATERAL DO ANTEBRAÇO<br />(PARTE TERMINAL DO NERVO <br />MUSCULO CUTÂNEO)<br />NERVO RADIAL <br />RAMO SUPERFICIAL E <br />RAMOS DIGITAIS <br />DORSAIS.<br />NERVO RADIAL<br /> RAMO SUPERFICIAL<br />RAMO<br />PALMAR<br />RAMO DORSAL<br />E RAMOS <br />DIGITAIS DORSAIS <br />RAMOS <br />DIGITAIS<br />PALMARES <br />RAMOS<br />DIGITAIS<br />PALMARES<br />PRÓPRIOS<br />NERVO MEDIANO<br /> RAMO PALMAR <br /> E<br /> RAMOS DIGITAIS <br /> PALMARES<br />NERVO MEDIANO<br />RAMOS DIGITAIS<br />PALMARES PRÓPRIOS<br />
  70. 70. DERMÁTOMOS DO MEMBRO INFERIOR<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />Zonas sensitivas<br />autônomas<br />L3<br />L2<br />L4<br />L5<br />L3<br />L5<br />L5<br />L4<br />S1<br />S1<br />L4<br />S1<br />L5<br />
  71. 71. Dr. Tsutomu Higashi <br />FIM<br />Nota: Esta apresentação é pincelada da Neuromioterapia segmentar, modificado.<br /> Obrigado.<br />
  72. 72. SLIDES NÃO USADOS<br />
  73. 73. MICROORGANISMOS ENCONTRADOS NO SEGMENTO DA VERTEBRA<br />Dr. Tsutomu Higashi <br /><ul><li>Herpes Simples
  74. 74. Clamidia Tracomatis
  75. 75. Proteus Mirabilis
  76. 76. Herpes Zoster
  77. 77. Treponema
  78. 78. Pseudomonas
  79. 79. Mucor Zygotes</li></li></ul><li>MICROORGANISMOS ENCONTRADOS NO SEGMENTO DA VERTEBRA<br /><ul><li>Mycobacterium Avium
  80. 80. Escherichia Coli</li></ul>Dr. Tsutomu Higashi <br />
  81. 81. TRATAMENTO MIOFASCIAL<br />1- Farmacológico<br />2- Modulação da mensagem intercelular da dor<br />3- Localizado nociceptivos<br />4-Eliminar Antígenos e Alergenos<br />5- Fisioterápico <br />6- Programa Anti Stress<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />
  82. 82. TRANSFORMAÇÃO DA ECOLOGIA DA FLORA INTESTINAL:<br />UM ÓRGÃO DESCONHECIDO A EXPLORAR.<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />
  83. 83. DEMONSTRAÇÃO DE INIBIÇÃO DO ESPASMO ATRAVÉS DE <br />“SPRAY-GELADO” <br />(CORNO DORSAL DA MEDULA)<br />Dor<br />Gelado<br />Alarme<br />Tensão<br />Inibição<br />“Trigger <br />Point”<br />Espasmo<br />Músculo<br />Alongado<br />Pele<br />
  84. 84. BANDA TENSA (PALPÁVEL) EM MÚSCULO<br />Banda Tensa<br />Fibras <br />musculares<br />relaxadas<br />LOCAL DE SÚBITA CONTRAÇÃO MUSCULAR <br />Local de <br />contração <br />da banda<br />
  85. 85. MÚSCULO<br />FASCÍCULO <br />MUSCULAR<br />SARCOPLASMA<br />FIBRA <br />MUSCULAR<br />RETÍCULO <br />SARCOPLASMÁTICO<br />MÚSCULO ENCURTADO<br />Ca++ + ATP<br />Actina<br />Ponte <br />Cruzada<br />Miosina<br />MÚSCULO ALONGADO<br />Ca++<br />SARCOMERO<br />LINHA Z<br />BANDA A<br />BANDA 1 <br />BANDA 1 <br />
  86. 86. TP2<br />TP3<br />TP1<br />Padrão de dor referida (vermelho),<br />X = (TP2, TP3 – <br />“Trigger Point”) no <br />Trapézio Superior <br />e Inferior.<br />Padrão de dor referida (vermelho)<br />X= (TP1 “Trigger Point”)<br />no Trapézio Superior.<br />TP4<br />TP5<br />TP 6<br />TP 7<br />Padrão de dor referida (vermelho)<br />X= (TP4, Tp5) –”Trigger <br />Point” no Trapézio Superior<br />e Médio.<br />Padrão de dor referida (vermelho)<br />e X= TP6 e TP7 – “Trigger Point”, <br />no Trapézio médio.<br />
  87. 87.
  88. 88. TP3<br />TP2<br />T12<br />TP4<br />TP5<br />Padrão de dor referida (vermelho),<br />X = (TP2, TP3 – <br />“Trigger Point”) no <br />Trapézio Superior <br />e Inferior.<br />X <br />X<br />X<br />C6<br />C8<br />X= Dessensibilização Segmentar<br />PESQUISAR<br />Padrão de dor referida (vermelho)<br />X= (TP4, Tp5) –”Trigger <br />Point” no Trapézio Superior<br />e Médio.<br />
  89. 89. X<br />X<br />X<br />TP 6<br />TP 7<br />X= Dessensibilização Segmentar<br />PESQUISAR<br />Padrão de dor referida (vermelho)<br />e X= TP6 e TP7 – “Trigger Point”, <br />no Trapézio médio.<br />
  90. 90. X<br />X= Dessensibilização segmentar<br />Padrão de dor referida (vermelho) e <br />X = “Trigger Point” <br />no m.Occipital<br />
  91. 91. Padrão de dor referida <br />(vermelho) e<br />X= “Trigger Point” no <br />m. Sub Occiptal direito<br />x<br />X=Dessensibilização <br /> segmentar<br />
  92. 92. X<br />X<br />Padrão de dor referida <br />(vermelho) e <br />X= “Trigger Point” no <br />m. Redondo Menor<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  93. 93. Técnica de injeção no<br />“Trigger Point” no m. Redondo <br />Menor.<br />X<br />X<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  94. 94. X<br />X<br />Padrão de dor referida <br />(vermelho) e <br />X = “Trigger Point” no<br />m. Rombóide (direito)<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  95. 95. A<br />X<br />X<br />C<br />B<br />X=Dessensibilização segmentar<br />Padrão de dor Referida (vermelho) e<br />X= “Trigger Point” no m. Deltóide<br />A= Parte anterior <br />B= Parte posterior<br />C= Parte lateral<br />PESQUISAR<br />
  96. 96. Padrão de dor referida <br />(vermelho) e <br />X = “Trigger Point”<br />m. Coracobraquial <br />X<br />X<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  97. 97. APLICAÇÃO DO “TRIGGER POINT” NO<br />M.CORACOBRAQUIAL<br />A<br />Deltóide<br />Coracobraquial<br />X<br />Bíceps <br />Braquial<br />X<br />Peitoral<br />Maior<br />Tríceps<br />Braquial <br />B<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  98. 98. Padrão de dor Referida<br /> (vermelho) e<br />X= “Trigger Point” no <br />m. Bíceps Braquial <br />X<br />X<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  99. 99. Padrão de dor referida (vermelho) e<br />X= “Trigger Point” no <br />m. Supinador<br />X<br />X<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  100. 100. X<br />X<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />Padrão de dor referida (vermelho) e <br />X= “Trigger Point” no <br />m. Palmar Longo<br />
  101. 101. X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />T 6<br />X<br />C 6<br />X<br />A<br />Íliocostal Torácico<br />X<br />X<br />C8<br />X<br />C 6<br />C8<br />T11<br />S3<br />S4<br />S5<br />B<br />L5<br />Íliocostal Torácico<br />L1<br />L2<br />L3<br />Padrão de dor referida <br />(vermelho) e <br />X= “Trigger Point”<br />A= m. Íliocostal (T6)<br />B= m. Íliocostal (T4)<br />C= m. Íliocostal Lombar (L1)<br />D= m. Longuíssimos Torácico<br /> (T10, T11 e L1)<br />T10,11<br />L1<br />C<br />D<br />L4<br />S1<br />Íliocostal Longuíssimos<br /> Lombar Torácico<br />L5<br />L4<br />
  102. 102. x<br />x<br />C6<br />T4-5<br />C8<br />L2<br />x<br />C6<br />x<br />S1<br />C8<br />x<br />S3<br />S4<br />S4<br />S5<br />L5<br />A<br />L1<br />B<br />L2<br />L3<br />Multífido<br />Multífido<br />Padrão de dor referida (vermelho)<br />X= Trigger Point m. Paraespinhoso <br />(Multífido e Rotadores) <br />A= Torácica e Sacral (T4 – T5 e S4) <br />B= Intermediários e Sacral (L2 e S1)<br />L4<br />S1<br />L3<br />L4<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  103. 103. XVI CONGRESSO INTERNACIONAL DE <br />MEDICINA ORTOMOLECULAR E <br />BIOQUÍMICA MÉDICA . EVIDÊNCIAS <br />CIENTÍFICAS NO DIAGNÓSTICO E <br />TRATAMENTO.<br />Dr. Tsutomu Higashi <br />e<br />Dr. Rafael Higashi<br />Apresentam<br />DORES <br />MIOFASCIAIS <br />Volume II<br />
  104. 104. Inferior<br />Medial <br />Médio <br />Conjunto<br />TrP1<br />TrP1<br />Trp2<br />Trp3<br />TrP3<br />Trp2<br />D<br />B<br />C<br />A<br />X<br />X<br />X<br />Padrão de dor referida (vermelho) <br />X= “Trigger Point” <br />TrP1, Tr P2, Tr P3 no <br />Glúteo Máximo. <br />A= TrP1; B= TrP2; C= Tr P3; D= Conjunto.<br />L5<br />L3<br />L5<br />L4<br />S1<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  105. 105. Trocanter<br />Crista Ilíaca<br />Tuberosidade do <br />Ísquio<br />X<br />X<br />X<br />L5<br />X= “Trigger Point” no m. Glúteo Máximo<br />L3<br />L5<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />S1<br />L4<br />PESQUISAR<br />
  106. 106. Trocanter<br />X<br />X<br />X<br />Crista Íliaca<br />L5<br />L3<br />Exame de Trigger Point “Método <br />de Pincelamento”<br />X= “Trigger Point” no m. Glúteo Máximo.<br />L5<br />L4<br />S1<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  107. 107. TrP1<br />TrP1 TrP2 TrP3<br />TrP2<br />TrP3<br />X<br />X<br />X<br />Padrão de dor referida (vermelho) <br />e X=“Trigger Point” no Glúteo Médio<br />(TrP1, TrP2, TrP3)<br />L5<br />L3<br />L5<br />L4<br />S1<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  108. 108. X<br />X<br />X<br />L5<br />L3<br />L5<br />Padrão de dor referida (vermelho) e<br />X= “Trigger Point” no Glúteo Mínimo <br />(segmento L5) <br />L4<br />S1<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  109. 109. TrP2<br />x<br />x<br />x<br />TrP1<br />L3<br />L5<br />L5<br />L4<br />S1<br />Padrão de dor referida (Vermelho)<br />X= “Trigger Point” no m.Piriforme<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  110. 110. TrP5<br />TrP4<br />TrP1<br />TrP4<br />Tr P 5<br />TrP 1<br />Tr P2<br />Tr P 3<br />3<br />3<br />Padrão de dor referida (vermelho) <br />X= “Trigger Point” TrP5, TrP4,<br />TrP3, TrP2, e TrP1 do m. Vasto<br />Lateral.<br />X<br />X<br />X<br />L5<br />L3<br />L5<br />L4<br />S1<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  111. 111. Vista posterior de membro inferior<br />X<br />X<br />X<br />L5<br />L3<br />L5<br />L4<br />Dor referida (Vermelho) e <br />X= “Trigger Point” no m. <br />Poplíteo <br />S1<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  112. 112. X<br />X<br />L5<br />L3<br />L5<br />Padrão de dor referida (Vermelho) e<br />X= “Trigger Point” no m.<br />Grastrocnêmio: TrP1-TrP2-TrP3 e TrP4<br />L4<br />S1<br />L4<br />S1<br />X=Dessensibilização segmentar<br />PESQUISAR<br />
  113. 113. DERMÁTOMOS DO MEMBRO<br /> SUPERIOR<br />C6<br />VISTA ANTERIOR <br />C8<br />VISTA POSTERIOR<br />C6<br />
  114. 114. Dr. Tsutomu Higashi <br />OCl-<br />OCl-<br />Hipoclorito (Ocl-) (Branqueador) é um poderoso agente oxidante designado para destruir a membrana da bacteria invasora .<br />
  115. 115. Algômetro : Quantifica a sensibilizaçãoDiferença no limiar de dor > 2Kgf/cm2 comparado com o lado contralateral<br />
  116. 116. Obrigado pela atenção !<br />www.centromedicoathenas.com.br<br />www.estimulacaoneurologica.com.br<br />

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