Camundongos

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Animal de experimentação, cuidados

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  • Ola pessoal,

    Aguem sabe me informar onde consigo casais desse camundongo.

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Camundongos

  1. 1. O CAMUNDONGO COMO ANIMAL DE EXPERIMENTAÇÃO
  2. 2. ANIMAIS DE LABORATÓRIO <ul><li>Permitem o conhecimento dos mecanismos dos processos vitais </li></ul><ul><li>Aperfeiçoamento dos métodos de prevenção, </li></ul><ul><li>Diagnóstico e tratamento de doenças tanto na medicina humana como na própria medicina veterinária. </li></ul>
  3. 3. POR QUE ROEDORES? <ul><li>Facilidade de cuidar e manusear; </li></ul><ul><li>Curto tempo de geração e de vida; </li></ul><ul><li>Grande número de linhagens bem definidas; </li></ul><ul><li>Riqueza de informações; </li></ul><ul><li>Suportam técnicas de produção de animais axênicos (livres de germes); </li></ul><ul><li>Diversidade de características espécie-específicas resulta em muitos modelos para males que afetam o homem; </li></ul><ul><li>Alta capacidade reprodutiva (60d maturidade; 21d gestação; 8-12 filhotes/ninhada). </li></ul>
  4. 4. O CAMUNDONGO
  5. 5. CARACTERÍSTICAS GERAIS <ul><ul><li>Dócil e de fácil manipulação, </li></ul></ul><ul><ul><li>Audição e olfato desenvolvidos - altamente sensíveis a ultra som e barulhos agudos, </li></ul></ul><ul><ul><li>Visão pobre , </li></ul></ul><ul><ul><li>Pequeno tamanho - alta relação de área superficial/volume, </li></ul></ul><ul><ul><li>Susceptíveis a mudanças de temperaturas - pode modificar respostas fisiológicas, </li></ul></ul><ul><ul><li>Ritmo circadiano - padronização da hora das inoculações/ coleta de amostras. </li></ul></ul>
  6. 6. DADOS BIOLÓGICOS
  7. 7. COMPORTAMENTO <ul><ul><li>Podem ser agrupados logo após o desmame, podendo co-existir pacificamente. </li></ul></ul><ul><ul><li>Algumas linhagens (i.e. BALB/cJ, SJL/J, HRS/J) começarão a lutar mesmo quando agrupados logo após o desmame. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os machos reprodutores que foram removidos das gaiolas de reprodução e colocados juntos normalmente lutam. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ferimentos na cauda são sinal de agressão entre os indivíduos de uma gaiola. </li></ul></ul><ul><ul><li>Canibalismo por stress </li></ul></ul>
  8. 8. ANATOMIA
  9. 9. ANATOMIA
  10. 10. <ul><ul><li>http://voxport.umlautsoftware.com/voxbase/preview.php?tid=B&studyid=62&datasetid=4431 </li></ul></ul><ul><ul><li>http://voxport.umlautsoftware.com/voxbase/preview.php?tid=B&studyid=62&datasetid=4431 </li></ul></ul>ANATOMIA
  11. 11. GENÉTICA <ul><li>20 pares de cromossomos </li></ul><ul><li>Endocruzamentos: acasalamentos entre indivíduos que possuem ancestrais comuns, produzindo as linhagens &quot;inbreds&quot;. </li></ul><ul><li>Heterocruzamentos: acasalamentos ao acaso evitando-se a consanguinidade, produzindo-se as linhagens &quot;outbred&quot;. </li></ul>
  12. 12. PRENHEZ
  13. 13. PRENHEZ <ul><li>Útero didelfo </li></ul><ul><li>Difículdades em alguns animais </li></ul>
  14. 14. DETECÇÃO DA PRENHEZ <ul><li>Monitoramento da formação do plug </li></ul><ul><li>Difícil visualização em alguns animais </li></ul>
  15. 15. DESENVOLVIMENTO
  16. 17. DESENVOLVIMENTO
  17. 18. SEXAGEM <ul><li>Machos e fêmeas podem ser diferenciados através da observação da distância entre o ânus e a papila genital: maior nos machos. Esta diferença também é observada no camundongo recém nascido </li></ul>
  18. 19. BIOTÉRIO
  19. 20. BIOTÉRIO DE EXPERIMENTAÇÃO
  20. 21. BIOTÉRIO DE REPRODUÇÃO
  21. 23. MANEJO BÁSICO <ul><li>Respeitar o rítmo circadiano </li></ul><ul><li>Luz vermelha é utilizada para observar animais durante o ciclo escuro, </li></ul><ul><li>Agir com calma </li></ul><ul><li>Manter limpo </li></ul><ul><li>Silêncio </li></ul>
  22. 24. MANEJO BÁSICO <ul><li>Gaiolas: de polipropileno (opacas) ou policarbonato (transparentes), com tampa aramada para apoiar o bebedouro e a ração (4-5 camundongos adultos). </li></ul><ul><li>Cama: O material é colocado diretamente na gaiola para permitir absorção da urina, e para que o animal se esconda (troca 2x/semana), </li></ul><ul><li>A disponibilidade de água e ração deve ser checada diariamente. A água dever ser pelo menos clorada. </li></ul><ul><li>Ração: Deve ser peletizada e composta primariamente de cereais suplementados com proteína adicional, vitaminas e minerais. </li></ul>
  23. 25. GAIOLAS
  24. 26. IDENTIFICAÇÃO <ul><li>Uso de cartões nas gaiolas (linhagem, sexo, número, pesquisador, protocolo experimental). </li></ul>
  25. 27. IDENTIFICAÇÃO <ul><li>Identificação temporária - canetas marcadoras na cauda ou cortes no pelo. </li></ul>
  26. 28. IDENTIFICAÇÃO <ul><li>Identificação permanente - tatuagem na cauda ou furos nas orelhas. Esta última pode ser mascarada por sinais de luta). </li></ul>
  27. 29. CONTENÇÃO
  28. 30. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO PUNÇÕES
  29. 31. Inoculação Oral
  30. 32. Intraperitoneal
  31. 33. Intra muscular
  32. 34. Intradérmica Subcutânea
  33. 35. Intra craniana
  34. 36. Intratraqueal
  35. 37. Intratraqueal
  36. 38. Punções <ul><li>Ter o material sempre a mão </li></ul><ul><li>Pesar o animal </li></ul><ul><li>Puncionar apenas 10% </li></ul>
  37. 39. Punção retro orbital
  38. 40. Punção caudal Aquecer a 38º ou 39º
  39. 41. Ângulo de 15 a 20º Intra Cardíaca
  40. 42. AS LINHAGENS
  41. 45. <ul><ul><li>Stephen C. Grubb, Terry P. Maddatu, Carol J. Bult and Molly A. Bogue* </li></ul></ul><ul><ul><li>Mouse Phenome Database. Nucleic Acids Research, 2009, Vol. 37, November 2008 </li></ul></ul>
  42. 46. CAMUNDONGOS PET
  43. 47. USOS EM PESQUISA BIOMÉDICA
  44. 48. ANIMAIS TRANSGENICOSC
  45. 50. ANIMAIS KNOCKOUT
  46. 53. DESREGULAÇÃO DA VITAMINA D E AUTISMO
  47. 54. Modern mouse strains evolved from a single ancestor approximately one million years ago. They are ancestors of mice inter-bred for coat color in Japan and Victorian England as &quot;fancy&quot; mice to serve as pets. In the 20th century, breeding programs in the United States produced the classical inbred mouse strains .
  48. 55. ONDE ENCONTRAR
  49. 57. http://phenome.jax.org/
  50. 59. Disponível em http://www.slideshare.net/adilatrubat/camundongo-de-laboratrio MUITO OBRIGADA

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